WEBVTT

1
00:02:46.150 --> 00:02:56.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Boa noite, pessoal. Tudo bem. Ainda não temos a entrada de nenhum aluno aqui na turma. Então eu vou esperar mais uns cinco minutinhos antes de começar.

2
00:02:56.450 --> 00:02:58.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A aula já está sendo gravada.

3
00:02:59.180 --> 00:03:12.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu só vou aguardar porque semana passada também a gente teve a participação numa onda que chegou um pouquinho mais tarde. Então eu vou guardar hoje também uns cinco minutinhos. Já começo a gravação.

4
00:07:12.560 --> 00:07:15.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Muito bem, pessoal, já estamos no horário.

5
00:07:16.810 --> 00:07:23.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não vou começar a fazer a gravação. Mesmo que ainda não tenha entrado ninguém de repente, daqui a pouquinho.

6
00:07:23.930 --> 00:07:26.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu tenho companhia

7
00:07:27.800 --> 00:07:32.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da colega da semana passada. Eu acho que era a Soraya, né?

8
00:07:34.470 --> 00:07:37.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É sempre melhor quando a gente tem

9
00:07:37.750 --> 00:07:42.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: alunos aqui, assistindo a aula que a gente consegue trocar informação

10
00:07:43.090 --> 00:07:44.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

11
00:07:45.020 --> 00:07:56.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: responder dúvidas fica mais interativo. Fica melhor para quem está dando algo. Mas, de qualquer forma, espero que vocês estejam

12
00:07:57.150 --> 00:08:03.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vendo a tela. Como eu disse na aula passada. Se vocês tiverem alguma dúvida,

13
00:08:03.740 --> 00:08:28.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quiserem encaminhar para os nossos e mails meus da Tânia. Está no final dessa disciplina. No final do material, ali, no último slide, tem os nossos contatos. Então, se alguém tiver dúvida e quiser entrar em contato ou também quiser deixar alguma sugestão para novas disciplinas, novo material que a Sd possa preparar, caso vocês tenham alguma demanda específica.

14
00:08:28.020 --> 00:08:42.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente, quando prepara as aulas, pensa de ser o mais abrangente possível dentro da realidade que a gente já viu nos laboratórios. Então, aqui, agora, nessa segunda aula, a gente vai trazer situações em laboratórios

15
00:08:43.210 --> 00:09:10.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: diferentes, né? Que a maioria das pessoas não tem contato. Então, para trazer um pouquinho de informação extra do que seja do dia a dia de vocês. Então, se tiverem essas informações, passem para a gente. Olha isso. Vocês não comentaram isso poderia ser falado numa próxima edição, que é sempre importante para a gente enriquecer o material. Bom, eu botei aqui na tela

16
00:09:11.320 --> 00:09:27.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o último slide que a gente viu na aula passada. Então, hoje, a gente finaliza essa disciplina de seleção de padrões e materiais de referência. Espero que ela tenha sido proveitosa para vocês quem assistir essa aula depois

17
00:09:27.860 --> 00:09:31.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também como eu falei, aguardamos o feedback de vocês.

18
00:09:33.450 --> 00:09:39.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Estão dando seguimento aqui à nossa aula, ao nosso material.

19
00:09:40.350 --> 00:09:47.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente vai falar um pouquinho. Então, sobre os documentos da Cgecre. Então, quem tem acreditação

20
00:09:48.490 --> 00:09:52.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pela Cgecre já está familiarizada.

21
00:09:52.450 --> 00:10:19.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acaba tendo que lidar com esses documentos, principalmente com as nitidiclas, como eu falei na aula passada para a Soraya. As nitidiclas são documentos normativos. Então vocês vão ser cobrados tanto pela mil setecentos e vinte e cinco ou quinze cento e oitenta e nove, conforme o sistema de gestão aplicado, para qual laboratório, mil setecentos e vinte e cinco para ensaios de calibração e 1cinco para as análises clínicas

22
00:10:19.860 --> 00:10:38.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então as nitidiclas além das normas são documentos normativos e podem ser cobrados. Então a gente que relacionar aos materiais e referência traz a nitidicla trinta. A gente vai abordar algumas questões que trazem a nitidicla trinta. A aula passada. Falamos bastante dela também.

23
00:10:40.370 --> 00:11:04.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E além das nitidículas, a gente tem os doxgeclas que são documentos orientativos, então, informações complementares que enriquecem a informação, que dão. Alguns detalhes orientam e são documentos preparados a partir das demandas e dúvidas dos laboratórios. Quem tem acreditação da Cgec? Então está familiarizado com esses documentos?

24
00:11:04.830 --> 00:11:12.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quem tem reconhecimento de competência, por exemplo, pela rede meteorológica do Rio Grande do Sul, a qual eu sou avaliadora.

25
00:11:13.910 --> 00:11:16.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente também tem os Rms

26
00:11:16.540 --> 00:11:22.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que são também documentos ali, no caso, são normativos.

27
00:11:22.990 --> 00:11:39.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A rede metrológica. Não tenho conhecimento de outras redes metrológicas, mas a do Rio Grande do Sul acabou que migrou alguns desses Rms para documentos da Sigc, porque muitos laboratórios tinham um parque do seu escopo

28
00:11:39.860 --> 00:11:57.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na Cgecre, no inmetro, e parte do seu spok na rede Meteorológica do Rio Grande do Sul. Então todo mundo falar o mesmo idioma, lidar com os mesmos documentos era mais fácil para não ter contradição de informação ou num documento, falar uma coisa, outro documento falar, outra.

29
00:11:57.410 --> 00:12:16.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então existiu esse alinhamento por parte da rede do Rio grande do Sul em dois mil e vinte e um. Então também laboratórios aqui do sul, a rede do Sul atende Paraná Espírito Santo, Minas gerais, então já também passaram a se familiarizar

30
00:12:17.320 --> 00:12:19.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com os documentos da Cgec,

31
00:12:19.660 --> 00:12:29.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aqui eu estou trazendo dois documentos que são importantes documentos orientativos, que é o Docsejec dezasseis,

32
00:12:29.580 --> 00:12:36.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que traz orientações para a seleção e uso de materiais de referência com foco em ensaios químicos.

33
00:12:36.210 --> 00:12:54.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quem é? Do universo de laboratórios de meio ambiente. Laboratório de solo, laboratório de Sementes, Laboratório de Alimentos e muitos outros que eu não estou citando aqui são os que eu tenho mais contato. Usam muito esse docsejecre Xvi.

34
00:12:55.040 --> 00:12:56.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E também

35
00:12:57.730 --> 00:13:04.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o Doc Seager setenta e oito, que tem orientações para a utilização de materiais e referência para ensaios biológicos,

36
00:13:05.150 --> 00:13:28.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então também tem laboratórios da parte da saúde, de análises, indústria farmacêutica, laboratórios de avaliação de insumos farmacêuticos e também de análises clínicas ou relacionadas a laboratórios da saúde. Então também utilizam esses dois documentos tanto para ensaios químicos quanto para ensaios biológicos.

37
00:13:28.770 --> 00:13:39.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente vai falar um pouquinho agora do que diz. Esses dois documentos que são importantes, que vocês entrem em contato. Eu tinha deixado. Acho que na aula passada,

38
00:13:39.320 --> 00:13:52.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o link para o caminho dos documentos da Cgecre. Então, além desses que a gente está deixando. Tem muitos outros documentos que eu comentei na aula passada. Que são interessantes, que vocês conheçam,

39
00:13:52.970 --> 00:14:13.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mesmo quem ainda não é acreditado ou que tem reconhecimento de competência, porque a gente vai melhorando os nossos processos, adequando para quando chegar o momento de eu estar preparado para receber uma avaliação. Eu já está falando o idioma que às vezes é difícil para um laboratório que está começando o idioma dos avaliadores.

40
00:14:14.060 --> 00:14:17.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é importante que vocês conheçam esses documentos.

41
00:14:19.850 --> 00:14:36.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o Doc siga que os materiais de referência e os materiais de referência certificados devem ser acompanhados das seguintes informações:

42
00:14:36.150 --> 00:14:45.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nas fichas de informação dos produtos, dos materiais de referência sempre vem um documento junto com o material de referência

43
00:14:45.510 --> 00:14:50.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que são, no caso dos Mrs, as fichas de informação do produto

44
00:14:50.760 --> 00:14:57.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e no caso dos materiais e referência. Certificados são o certificado daquele material.

45
00:14:58.840 --> 00:15:03.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, lá existem informações que são

46
00:15:04.040 --> 00:15:08.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: demandadas compulsórias. Depois tem um outro documento que

47
00:15:08.180 --> 00:15:27.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que especifica melhor o que é obrigatório, o que é facultativo para cada documento. Mas, enfim, no dezasseis. Nesse Doc, ele fala em linhas gerais, o que deve conter junto que deve acompanhar o material de referência e os seus certificados, então a identificação do produto é muito importante.

48
00:15:28.350 --> 00:15:37.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A descrição do material que está sendo adquirido. Qual é esse material de referência? A descrição detalhada, incluindo

49
00:15:37.840 --> 00:15:51.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para materiais de origem animal e vegetal, a sua declaração exata das espécies utilizadas. Então, o que constitui aquele material e também quando eles forem estruturas, animais ou vegetais,

50
00:15:51.470 --> 00:15:55.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque aqui a gente também está lidando com materiais biológicos.

51
00:15:56.820 --> 00:16:13.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aquilo tem às vezes uma descrição um pouquinho mais complexa. Não é só descrição de um produto e mais a sua concentração em unidade de medida. Existem materiais que são necessários uma descrição mais detalhada.

52
00:16:13.970 --> 00:16:29.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O uso pretendido, então para que pode ser utilizado aquele material. A gente sabe que, como a gente falou nas aulas passadas, cada tipo de material, se é um material de referência ou material de referência certificado. Ele tem usos

53
00:16:31.240 --> 00:16:56.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: diferentes, uns eu preciso sempre usar um Mrc e para outros usos, eu posso usar um material de referência e um padrão. Então os usos pretendidos que a gente fala é calibração de equipamentos, estabelecimento de rastreabilidade metrológica de um processo, a validação ou verificação de um método, atribuição de valor de propriedade a um outro material,

54
00:16:56.690 --> 00:17:19.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: controle de qualidade interna. Então a gente tem várias utilizações. Às vezes treinamento de pessoal. A gente falou isso também, na vez passada, na semana passada. Então, conforme em alguns materiais, então é necessário dizer para que ele se presta. Qual é o uso pretendido para aquele material?

55
00:17:20.970 --> 00:17:32.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se ele for um Mrc. Então, um material de referência certificado. A gente tem que ter um valor, um valor atribuído àquele material e uma incerteza expandida associada

56
00:17:33.090 --> 00:17:38.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então o valor atribuído ao material mais à sua unidade de medida

57
00:17:38.920 --> 00:17:41.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a incerteza expandida associada.

58
00:17:42.200 --> 00:17:54.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se ele for um material de referência certificado, também ele deve ter a rastreabilidade metrológica. Então a descrição, qual é a rastreabilidade? Essa comparabilidade na cadeia

59
00:17:55.950 --> 00:18:00.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: até padrões ao sistema internacional? Se possível,

60
00:18:00.890 --> 00:18:21.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a data da validade ou um período de validade que também às vezes, ou é uma data, ou é um período de validade lá descrito no documento. Isso é obrigatório que tenha descrito no documento, porque é só até esta data de validade que foi estabelecida pelo produtor,

61
00:18:22.200 --> 00:18:50.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que ele é um material de referência certificado. Depois, ele não pode ser mais utilizado como Mrc para validação de método, atribuição de valor de propriedade, calibração de equipamentos. Então, por isso que a data de validade é essencial. Aqueles estudos que a gente falou, que a Tânia falou para você de homogeneidade e estabilidade. É que o produtor estabelece até que data, ou que período esse material pode ser usado como Mrc

62
00:18:51.670 --> 00:18:56.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as instruções de uso. Então existem alguns materiais que eles veem

63
00:18:57.670 --> 00:19:02.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: liofilizados, desidratados, ou ele tem que ter algum processo

64
00:19:03.050 --> 00:19:08.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a sua utilização. Então, nesses casos,

65
00:19:08.700 --> 00:19:30.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem que estar descrito no certificado como eu uso, como é que eu tenho que utilizar esse equipamento? Se eu posso fracionar ou não, se tem algum volume mínimo, uma quantidade mínima que eu tenho que utilizar para garantir o valor que aquele valor seja reproduzido e a sua estabilidade e homogeneidade, então isso é muito importante,

66
00:19:31.790 --> 00:20:01.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: incluindo, então, quaisquer limitações que tenham aquele tipo de material também condições de armazenamento. Se ele tem que ficar em temperatura ambiente, se ele tem que ser refrigerado ou congelado, se tem que ser em frasco em abrigo de luz. Que tipo de material? Se não pode não ficar em algum tipo de frasco específico, então todas essas descrições. Às vezes tem certificados muito longos e com letrinhas muito miúdas. E a gente tem que ler o certificado.

67
00:20:01.210 --> 00:20:15.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, quando a gente está lá nas avaliações. A gente lê o certificado e percebe que as pessoas não se deram conta que aquele material de referência, por exemplo, não poderia ficar naquele tipo de almoxarifado, porque aquelas condições ambientais não eram adequadas.

68
00:20:15.340 --> 00:20:32.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, quando a gente faz o armazenamento, por exemplo de referência em geladeira. Também é importante que a gente não misture o material de referência com amostra. Às vezes, é a amostra de efluente. A gente botou o material de reflor, porque a gente pode estar contaminando aquele material.

69
00:20:32.530 --> 00:20:44.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essas condições de armazenamento também são bem importantes para a gente garantir que aquele valor atribuído se mantenha, que a estabilidade se mantenha, que a mobilidade se mantenha, que aquele material não contamine

70
00:20:47.340 --> 00:20:55.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. Também traz uma nota no documento para materiais e referências certificados destinados para medidas qualitativas,

71
00:20:55.870 --> 00:21:07.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então a gente não tem só ensaios quantitativos. Também existem ensaios qualitativos. A gente tem questões específicas para eles, as propriedades podem ser expressas como categorias.

72
00:21:07.400 --> 00:21:14.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui eles deixaram um exemplo, como cor ou alguma característica daquele material.

73
00:21:14.960 --> 00:21:22.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então não é um número. Então a incerteza atribuída não é

74
00:21:23.030 --> 00:21:49.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o valor. Às vezes ela é uma probabilidade daquilo estar aquela característica estar acontecendo naquele material. Então existe uma gama muito grande de diferentes tipos de material de referência. Então, aqui esse documento tenta ser abrangente para várias possibilidades. Não posso ter alguma outra questão que possa ser levantada, mas eu acho que essas descrições são bem abrangentes.

75
00:21:51.640 --> 00:21:57.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Existe um outro documento. Então eu falei para vocês que acessem lá o site da

76
00:21:57.840 --> 00:22:16.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da Cgecre, porque existem muitos documentos orientativos, e eles atualizam com uma certa frequência. Então é importante que nós, avaliadores, às vezes, a gente recebe ultimamente tem recebido notificações de atualização, mas os laboratórios não recebem notificação de atualização.

77
00:22:16.990 --> 00:22:40.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, por isso que o controle de documentos externos é bem importante, vocês vão ser cobrados por esses documentos aqui. Então é importante que, periodicamente se entre aqui no site da Cgec e olhe a atualização desses documentos. A gente, mesmo quando vai preparar o material? A gente tenta. Às vezes, pode ser que escape, mas a gente tenta entrar e atualizar isso, porque é bem dinâmico.

78
00:22:43.040 --> 00:23:00.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esse documento do Oxigley trinta e três traz orientações para análise crítica de documentação associada a materiais de referência adquiridos. Então, o que eu tenho que cuidar quando eu compro um material de referência, então, para fazer análise crítica, e isso é uma coisa bem importante. Também.

79
00:23:01.220 --> 00:23:26.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente tem que comprar o material. A gente tem o uso pretendido. O que a gente vai fazer com aquele material. Então a gente tem que pegar aquele certificado e garantir que aquele material é ideal estar indicado para o uso que eu vou dar para ele. Então pode ser que eu, dentro do meu laboratório, vá usar materiais para situações diferentes. Então, às vezes a gente tem que precisa

80
00:23:26.480 --> 00:23:32.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: isso. A gente vai falar um pouquinho mais adiante. A gente precisa fazer uma curva de calibração.

81
00:23:33.290 --> 00:23:47.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E depois também vai usar numa verificação de exatidão. Mas a gente só tem uma marca disponível. Então o que eu tenho é dois lotes desse material de referência. Mas aqui eu já estou dando spoiler para uma coisa mais de adiante,

82
00:23:47.960 --> 00:23:57.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos falar da análise crítica do documento quando eu recebo. Então é comprar o material, saber para que eu vou usar aquilo,

83
00:23:57.500 --> 00:24:11.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aquele material e olhar. Se todas aquelas informações estão ali disponíveis. Então, o que na análise crítica do certificado, eu tenho que identificar

84
00:24:11.910 --> 00:24:23.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então o conteúdo da ficha de informações do produto. O que é mandatório e o que é facultativo ou opcional, ou depende para a aplicação

85
00:24:23.770 --> 00:24:27.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: daquela informação. Então título, né? Então a gente tem que sempre

86
00:24:28.050 --> 00:24:32.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o certificado ou a ficha tem que ter um título.

87
00:24:32.350 --> 00:24:44.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É mandatório também, tanto para Mr. Quanto para a mric identificação do produto, uma identificação única do produto, informações de lote, porque, quando a gente

88
00:24:45.060 --> 00:24:58.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos nossos registros de validação de método e garantia da validade dos resultados de curvas. A gente precisa da identificação do produto, uma identificação única, o lote daquele produto,

89
00:25:00.280 --> 00:25:03.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o nome, com todas as características daquele material,

90
00:25:04.230 --> 00:25:17.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o contato do produtor, porque às vezes é importante que a gente, às vezes, não é sempre importante que a gente conheça o produtor, até porque para ele que a gente vai se reportar,

91
00:25:17.760 --> 00:25:43.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando a gente tem algum problema com aquele produto que pode alguma coisa pode acontecer mesmo antes do que aquele prazo de validade. Aquele estudo de homogeneidade e estabilidade é uma estatística. Então, às vezes, alguma coisa possa sair fora daquela curva. Pode acontecer alguma coisa. Então é importante que a gente tenha o contato do produtor para quem a gente vai se reportar, caso alguma questão tenha que ser levantada.

92
00:25:45.110 --> 00:26:04.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uso pretendido para que ele pode ser utilizado, se ele pode ser utilizado para garantir rastreabilidade meteorológica para atribuir o valor de propriedade ao material pode ser utilizado para a calibração de instrumentos, então o uso pretendido. Deve ser identificado

93
00:26:04.510 --> 00:26:15.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quantidade mínima das amostras. Isso, às vezes as pessoas me perguntam: isso. Vai estar escrito no certificado quando isso for relevante

94
00:26:15.880 --> 00:26:30.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando o produtor do material de referência nos seus estudos, estabeleceu. Essa é a quantidade mínima que deve ser utilizada, menos que isso. Eu não garanto aquele valor atribuído àquela homogeneidade àquela estabilidade.

95
00:26:30.910 --> 00:26:53.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso vai estar descrito no certificado. Então isso é mandatório quando se aplica, porque não são em todas as situações que isso é necessário que a gente avalie. Então, quando vocês fizerem aquele checklist, pode ser que não precise preencher esse campo, porque ele não é relevante. Então, aqui ele fala

96
00:26:53.980 --> 00:26:59.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mandatório. Quando aplicável, isso não vai servir para todas as situações

97
00:27:00.620 --> 00:27:12.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: período de validade, então é obrigatório, como a gente já tinha visto, porque aquelas características, informações, valor atribuído, rastreabilidade só vai ser garantida

98
00:27:12.260 --> 00:27:18.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: até a data de validade. Então eu posso ter outros usos que a gente vai ver mais adiante para aquele material.

99
00:27:18.950 --> 00:27:28.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas o uso pretendido que ele descreveu acima. Ele só vai ser garantido até a data de validar. E isso é o produtor que vai definir

100
00:27:30.010 --> 00:27:36.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: commutatividade. A gente falou de commutatividade. Acho que a Tânia falou com vocês.

101
00:27:38.810 --> 00:27:39.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Boa

102
00:27:40.020 --> 00:27:41.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: boa noite.

103
00:27:42.410 --> 00:27:46.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Temos um companheiro na noite. Tudo bem.

104
00:27:49.080 --> 00:27:50.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Boa noite, Edivani.

105
00:27:54.470 --> 00:27:56.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Você está sem microfone.

106
00:27:59.830 --> 00:28:02.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Está com o microfone aberto. Queres falar alguma coisa?

107
00:28:09.090 --> 00:28:10.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não te escuto.

108
00:28:17.660 --> 00:28:18.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não,

109
00:28:18.990 --> 00:28:26.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu estou vendo que tu tá abrindo e fechando ali o microfone. A Soraya está entrando também. Boa noite.

110
00:28:28.590 --> 00:28:35.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se quiserem se manifestar. Boa noite. Tudo bem, minha companheira de quinta feira.

111
00:28:35.620 --> 00:28:37.270
Soraya Pereira: É haja.

112
00:28:37.270 --> 00:28:37.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo bem.

113
00:28:37.850 --> 00:28:39.110
Soraya Pereira: Bem. Tudo ótimo.

114
00:28:39.110 --> 00:28:40.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo certo.

115
00:28:40.540 --> 00:29:03.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu já comecei aqui. Se vocês tiverem alguma questão. Como eu falei contigo semana passada, né? Soraia, se tiver alguma questão que tu queira levantar em algum momento, Edvane também. Se tiver alguma questão para falar ali durante a aula, eu não sei se o Edvane está com o microfone porque eu vi que abriu e fechou. E eu não consegui escutar.

116
00:29:04.260 --> 00:29:10.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vocês agora que estão ali. Vocês estão enxergando a aula direitinho. Estão me ouvindo? Bem?

117
00:29:12.170 --> 00:29:15.270
Soraya Pereira: Sim, sim. Estão vendo aqui? Direitinho.

118
00:29:15.880 --> 00:29:16.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Beleza.

119
00:29:16.900 --> 00:29:30.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então tá se o Ah tá escrevendo isso, caso você não consiga falar comigo. Abrir o microfone. Pode escrever aqui que eu estou com o chat aberto. E aí só se manifestar que eu leio a pergunta

120
00:29:31.990 --> 00:29:33.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: maravilha.

121
00:29:33.800 --> 00:29:49.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu estava aqui na comutatividade. Então a comutatividade, a Tânia. Acho que conversou com vocês. Então, é uma característica que não vai se aplicar para todos os tipos de material. Então ela.

122
00:29:50.970 --> 00:30:01.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando a gente tem procedimentos diferentes, métodos diferentes, ou equipamentos diferentes que precisem ser comparados. A gente utiliza um material de referência,

123
00:30:01.860 --> 00:30:29.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um calibrador que vai fazer essa comparação ou métodos diferentes, e o produtor tem que dizer, nessas situações, que ele possa ser comutável esse material de referência pode ser utilizado para essa metodologia, outra para esse equipamento ou outro. Então, a comutatividade não vai ser uma característica para todo tipo de material. Quando for, deve ser informado

124
00:30:32.240 --> 00:30:54.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: informações de armazenamento. Isso é o que eu conversei, que eu estava falando logo antes. Mesmo as condições de armazenamento são bem importantes, porque, às vezes, a gente tem um almoxarifado grande, com muitos tipos de produtos, não só materiais de referência, outros tipos de insumo.

125
00:30:54.400 --> 00:30:59.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eu tenho que saber que temperatura de quinze a trinta,

126
00:31:00.380 --> 00:31:15.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de dez a vinte e cinco. Então, naquele local de armazenamento, eu vou ter que garantir que todos os insumos vão ficar armazenados conforme a orientação do fabricante. Às vezes eu tenho que restringir.

127
00:31:15.620 --> 00:31:33.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tenho que ser mais restrito, porque eu tenho vários tipos de material de referência ou de insumos com temperaturas, às vezes diferentes. Aí eu vou na faixa que atenda todo mundo da mesma maneira. Se eu estou lá num equipamento que vá num material de referência que vai para o refrigerador.

128
00:31:33.120 --> 00:31:56.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Um vai dizer de zero a um0 o outro vai dizer de dois a oito. Eu tenho que ali restringir para uma temperatura que atenda a todo mundo. Se eu tenho questões de umidade que vão influenciar, então eu tenho que garantir que aquela umidade também não ultrapasse, porque eu posso ter degradação daquele produto. Então todas essas informações vão estar ali no formulário na ficha ou no certificado,

129
00:31:56.080 --> 00:32:03.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e elas devem ser seguidas. Por isso que eu tenho que ler. Às vezes, muitas folhas. Às vezes as informações não são.

130
00:32:04.710 --> 00:32:18.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não são muito claras. São difíceis de encontrar no certificado. Às vezes eu tenho que entrar no site, ter informações complementares só no site do produtor. Mas tem algumas coisas que são mandatórias, que fiquem aqui

131
00:32:19.100 --> 00:32:22.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no produto, no certificado do produto,

132
00:32:23.050 --> 00:32:29.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: instruções de manuseio. Então, depois a gente vai ver que para. Quero isso falar alguma coisa soraia que abriu o microfone.

133
00:32:30.360 --> 00:32:34.119
Soraya Pereira: Eu queria perguntar. Você falou a questão da unidade.

134
00:32:34.400 --> 00:32:34.870
Soraya Pereira: E aí

135
00:32:34.870 --> 00:32:38.320
Soraya Pereira: no laboratório é só uma informaçãozinha rapidinho, tá.

136
00:32:38.320 --> 00:32:38.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E a.

137
00:32:38.720 --> 00:32:45.659
Soraya Pereira: A gente colocou quatro ar condicionados, e eu estou vendo que os armários estão todos úmidos.

138
00:32:45.780 --> 00:32:49.659
Soraya Pereira: Tem alguma norma, alguma coisa que fala sobre a umidade do laboratório.

139
00:32:50.080 --> 00:32:51.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Norma.

140
00:32:51.290 --> 00:32:51.700
Soraya Pereira: É.

141
00:32:51.700 --> 00:33:10.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, isso na verdade vai vir. Ou nos ensaios ou nos equipamentos ou nos insumos. Não tem nenhuma norma que fale, porque isso vai variar de uma coisa para outra. Então assim você vai ter que ver. Por exemplo, se o seu ensaio tem alguma especificação de umidade.

142
00:33:11.020 --> 00:33:11.500
Soraya Pereira: Não é. Então.

143
00:33:11.500 --> 00:33:27.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por exemplo, para ensaios graviméticos. A gente sabe que a umidade influencia. Tem alguns equipamentos que a gente sabe que são influenciados pela umidade e os insumos também alguns materiais em referência ou padrões, ou mesmo reagentes.

144
00:33:27.360 --> 00:33:27.800
Soraya Pereira: Para mim.

145
00:33:27.800 --> 00:33:36.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente tem que olhar esses certificados, olhar o manual dos equipamentos, ler as metodologias. Então é ali que vai dizer.

146
00:33:36.300 --> 00:33:37.510
Soraya Pereira: Ah, então tá.

147
00:33:37.510 --> 00:33:42.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E às vezes, uma metodologia diz uma coisa e a outra diz um pouquinho diferente.

148
00:33:42.310 --> 00:33:42.880
Soraya Pereira: Tá tentando.

149
00:33:42.880 --> 00:33:53.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Explicar. Agora a gente tem que entrar num consenso onde eu consiga atender todo mundo. E se eu não conseguir atender todo mundo que fica naquele mesmo ambiente. Eu vou ter que separar os ambientes.

150
00:33:53.340 --> 00:33:57.929
Soraya Pereira: Aham, tá jóia. Vou procurar saber dessas informações que.

151
00:33:57.930 --> 00:33:58.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

152
00:33:58.370 --> 00:34:01.569
Soraya Pereira: Laboratório. Sim, os armários estão ficando.

153
00:34:01.690 --> 00:34:05.230
Soraya Pereira: Você vê que está úmido? Você coloca alguma coisa de caixa, fica fofo.

154
00:34:05.400 --> 00:34:05.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah,

155
00:34:05.940 --> 00:34:06.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pois é baixa.

156
00:34:06.970 --> 00:34:11.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É bem complicado. Às vezes tu vai ter que ter um desumidificador.

157
00:34:11.570 --> 00:34:18.059
Soraya Pereira: E a gente está passando por. Eu vou fazer análise. Vou começar agora a fazer análise crítica dos

158
00:34:18.260 --> 00:34:28.390
Soraya Pereira: dos procedimentos, e aí eu vou conseguir olhar em cada procedimento na Stm, na Nbr. Se tem alguma informação quanto a isso, de umidade, mas tá bom, obrigada.

159
00:34:28.550 --> 00:34:34.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Querendo falar alguma coisa pode falar, escrever.

160
00:34:34.110 --> 00:34:34.650
edevane mance de Sousa: Boa noite.

161
00:34:34.659 --> 00:34:35.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Oi, oitenta.

162
00:34:35.610 --> 00:34:36.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ora

163
00:34:36.130 --> 00:34:36.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: seguiu.

164
00:34:36.980 --> 00:34:37.690
edevane mance de Sousa: Tudo bem.

165
00:34:37.690 --> 00:34:39.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Agora. Tudo certo.

166
00:34:39.560 --> 00:34:59.549
edevane mance de Sousa: Bem, eu estava te ouvindo aqui. E vou te dizer como que a gente resolveu esse problema aqui no meu laboratório também. Que é o que a professora falou. Desumidificador, santo remédio, menina. Eu mando a foto no Whats depois do qual que a gente comprou. Olha, resolveu todos os meus problemas porque o ar condicionado não resolve mesmo. Não dá certo.

167
00:34:59.550 --> 00:35:07.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os desumidificadores. Às vezes tem equipamentos que tu. Vai ver. A quantidade que tu retém no final do dia. É uma coisa absurda. Tu não sabia que aquilo tava no dente.

168
00:35:07.550 --> 00:35:10.830
edevane mance de Sousa: Quantos metros quadrados tem tua sala, Soraya.

169
00:35:13.630 --> 00:35:30.539
Soraya Pereira: Menina. Eu não sei de cabeça. Não, mas está bem úmido. Eu tenho o centro do laboratório, que tem uma ilha e tal. Eu tenho o Centro D e tem as outras salinhas aí, cada salinha menor da cromatografia tem um A

170
00:35:30.730 --> 00:35:34.229
Soraya Pereira: da balança tem outro A aí. A sala quente não tem, né?

171
00:35:34.410 --> 00:35:40.230
Soraya Pereira: Mas aí, no meio do laboratório, nós colocamos quatro cassetes. Isso foi em outubro,

172
00:35:41.320 --> 00:35:47.759
Soraya Pereira: e aí tá úmido pra caramba lá, assim enfim, tá terrível.

173
00:35:47.760 --> 00:35:49.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas isso é um problema.

174
00:35:49.260 --> 00:35:50.559
Soraya Pereira: Maior problema para equipamentos.

175
00:35:50.560 --> 00:35:51.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É problema.

176
00:35:51.210 --> 00:35:54.180
Soraya Pereira: Não estava cheio de mofo da gaveta.

177
00:35:54.180 --> 00:35:55.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É nosso.

178
00:35:55.070 --> 00:36:04.410
Soraya Pereira: Meu Deus do céu! Acho que o negócio está ficando crítico, mas é bom. Então eu não tenho uma norma falando só disso. Mas pelo menos eu tenho que ir e olhar os.

179
00:36:04.700 --> 00:36:06.040
Soraya Pereira: As normas da defesa.

180
00:36:06.040 --> 00:36:06.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

181
00:36:06.960 --> 00:36:08.040
Soraya Pereira: Aumento.

182
00:36:08.120 --> 00:36:08.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é.

183
00:36:08.700 --> 00:36:11.200
Soraya Pereira: Eu já estou preocupada. Já.

184
00:36:11.200 --> 00:36:19.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Você sabe que tem um problema que isso em laboratório. Nenhum, tanta umidade assim é normal.

185
00:36:19.110 --> 00:36:44.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É positivo. Normalmente é uma coisa bem negativa, mas não vai ter num lugar único. Essa informação. É por isso que a gente tem que ler. Tem que estar com todas essas informações em mãos. E tem que saber que a gente tem que atender todas as metodologias e todos os insumos, todos os equipamentos que estão naquele ambiente. É isso que eu falei. Se você não consegue controlar num ambiente, tem que às vezes aquilo que tem uma condição

186
00:36:44.110 --> 00:36:48.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: específica. Tem que segregar, que é a única maneira que você consegue fazer.

187
00:36:48.560 --> 00:36:53.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas essa questão de condições ambientais é bem importante e é crítico

188
00:36:55.540 --> 00:37:01.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e é assim. Probabilidade de não conformidade é bem grande.

189
00:37:02.210 --> 00:37:05.659
Soraya Pereira: É isso que eu estou preocupado. Vou ter auditoria agora. Em Maio.

190
00:37:06.190 --> 00:37:13.710
Soraya Pereira: Estou preocupada. Ela vai chegar se for a mesma pessoa que veio ano passado. Vai ver a diferença que o laboratório foi reformado.

191
00:37:13.890 --> 00:37:14.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente.

192
00:37:14.210 --> 00:37:15.910
Soraya Pereira: Com certeza.

193
00:37:16.550 --> 00:37:19.350
Soraya Pereira: E até assim também tem um risco biológico, né?

194
00:37:19.540 --> 00:37:20.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim.

195
00:37:20.550 --> 00:37:22.480
Soraya Pereira: De mofo.

196
00:37:22.480 --> 00:37:25.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, até dos colaboradores, né?

197
00:37:25.620 --> 00:37:32.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Está aspirando aquele mofo. Aquela condição que não é adequada.

198
00:37:32.650 --> 00:37:33.580
Soraya Pereira: Não, não. Tem que resolver.

199
00:37:33.580 --> 00:37:34.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ver com o seu.

200
00:37:34.120 --> 00:37:36.470
Soraya Pereira: Exatamente, resolver isso.

201
00:37:38.340 --> 00:37:53.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Muito bem. Então estava aqui na questão do manuseio. Então vocês vão ver mais adiante questões, por exemplo, de cepas padrão. Então tem toda uma descrição, porque elas veem ou impets,

202
00:37:53.170 --> 00:38:11.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou fleofilizadas em pó que eu tenho que ressuspender. Eu tenho que fazer a hidratação tem vários materiais que eu tenho que fazer hidratação. Então o manuseio está todo descrito na ficha de informação do produto e no certificado. Então a gente tem que respeitar

203
00:38:12.300 --> 00:38:27.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e seguir todas aquelas instruções do manuseio, porque aquele material só vai responder a característica que está ali dita ou relatada pelo fabricante. Se eu seguir as instruções de uso e o prazo validado.

204
00:38:29.270 --> 00:38:49.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outra questão que é mandatória, então o número de páginas. Por que é mandatório? Porque a gente tem que saber se aquela informação está toda completa, assim como o nosso certificado o nosso relatório de ensaio. Ele precisa ter numeração, paginação. Justamente por isso que eu sei que toda aquela informação está contida ali não tem mais nada que se perdeu.

205
00:38:49.920 --> 00:38:51.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Edivani, queria dizer mais alguma coisa?

206
00:38:52.840 --> 00:38:54.979
edevane mance de Sousa: Não, não. Tá, tá ok.

207
00:38:54.980 --> 00:38:55.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É que também.

208
00:38:55.580 --> 00:38:56.740
edevane mance de Sousa: Obrigado.

209
00:38:56.740 --> 00:38:57.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Diga.

210
00:38:57.150 --> 00:39:03.139
edevane mance de Sousa: Era só uma contribuição referente ao desumidificador, mesmo. E a umidade, mesmo.

211
00:39:03.740 --> 00:39:07.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, ok. Não é que o teu microfone ficou aberto. Achei que tu quisesse falar mais alguma coisa.

212
00:39:07.930 --> 00:39:09.250
edevane mance de Sousa: Ai, perdão.

213
00:39:09.250 --> 00:39:11.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, não tem problema. Não tem problema.

214
00:39:11.800 --> 00:39:22.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês podem ir me interrompendo, tá? Caso eu não veja que tem o microfone aberto ou fechado. E vocês queiram falar alguma coisa, podem ir interromper? Não tem problema nenhum.

215
00:39:23.790 --> 00:39:53.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Versão do documento. Então isso é uma outra coisa importante. Às vezes, a gente compra uma bula, por exemplo, de um kit nas análises clínicas, e a gente guarda aquela bula como se aquilo fosse uma informação adjeterno. Mas a gente sabe que às vezes aquelas informações são atualizadas. Então vem um novo insumo, outro material de referência. E a gente tem que ver se aquilo que a gente guardou. Se teve alguma outra atualização,

216
00:39:53.490 --> 00:39:59.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é importante que tenha ali também a versão do documento. O produtor tem que colocar

217
00:40:00.290 --> 00:40:16.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a descrição do material. Então é recomendado para produtos para Mr. E mandatório para material de referência certificada. Então a descrição de todas as informações que são relevantes para que aquela rastabilidade possa ser mantida.

218
00:40:17.110 --> 00:40:22.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Propriedades de interesse, valores e propriedade e incerteza associada

219
00:40:23.680 --> 00:40:32.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos Mrs. Ela é opcional nos materiais em referência. É obrigatório por tudo aquilo que a gente já falou na aula passada e a Tânia já falou para vocês.

220
00:40:32.180 --> 00:40:57.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E a rastreabilidade metrológica para materiais de referência opcional e para materiais de referência certificados, ela é obrigatória, então, para a gente conseguir fazer a comparabilidade dos resultados e garantir rastreabilidade para as calibrações e para os ensaios e para as validações e método. A rastreabilidade metrológica é obrigatória para os Mrps.

221
00:40:57.910 --> 00:41:18.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui, muitos laboratórios fazem checklist baseados nesse Doxgekri trinta e três. Então, quando eu recebo um material de referência ou material de referência certificado ou insumo crítico, eu vou fazendo check list para ver se tudo que é mandatório obrigatório foi preenchido,

222
00:41:18.300 --> 00:41:18.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá,

223
00:41:19.530 --> 00:41:42.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: normalmente, os produtores de material de referência têm auditorias também, e daí. Os seus documentos também são avaliados. Mas às vezes acontece de algum produtor falhar com alguma dessas informações que são obrigatórias, então é importante, e até também para lembrar do que a gente tem que olhar. Então, por isso que é importante a gente

224
00:41:42.890 --> 00:41:50.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de repente fazer algum tipo de check list, saber se tudo que eu tenho que prestar atenção foi efetivamente observado,

225
00:41:52.980 --> 00:42:16.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: questões aqui que a gente trouxe nesse material como importante, ou questões que a gente vê, que geram dúvida nas avaliações, e isso até foi elevado para esses documentos, tanto os nitidiclas quanto os dogmas são demandas, que apareceram dos diferentes tipos de material de referência, diferentes situações e demandas que acontecem nas avaliações.

226
00:42:16.890 --> 00:42:29.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Pela primeira questão que a gente destacou como importante. Apenas materiais de referência com valor atribuído e incerteza associada podem ser utilizados para a calibração

227
00:42:29.950 --> 00:42:42.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou para controle de veracidade, e, portanto, podem promover rastreabilidade metrológica. Então, em que situações a gente precisa de rastreabilidade meteorológica, por questões que a gente já falou com vocês?

228
00:42:42.650 --> 00:42:47.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Calibração de equipamentos. Quando a gente calibra, a gente está estabelecendo ali,

229
00:42:48.880 --> 00:42:55.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vendo o valor e o erro. Então, para a gente saber se aquele

230
00:42:55.770 --> 00:42:57.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: avaliar a exatidão

231
00:42:58.180 --> 00:43:01.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e estabelecer o erro, a gente precisa garantir

232
00:43:02.210 --> 00:43:25.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: informações que só o Mrc tem e só a rastreabilidade metrológica vai garantir essa comparabilidade das informações. Então, calibrações de equipamentos, validação de métodos, estabelecimento de atribuição de valor então só um material que tem valor atribuído e incerteza associada e rastreabilidade metrológica definida

233
00:43:25.770 --> 00:43:27.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pode garantir,

234
00:43:27.670 --> 00:43:29.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

235
00:43:30.450 --> 00:43:48.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem que ser um Mrc. Para garantir essas informações, esse ambiente ideal, para que essa calibração estabeleça o erro ou consiga estabelecer a validade daquele método. Então eu preciso dessas informações

236
00:43:48.540 --> 00:44:05.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: materiais de referência, com ou sem valor atribuído, podem ser utilizados para controle da precisão das medições, garantias internas da qualidade, avaliação da precisão ao longo do tempo. Então eu posso utilizar o Mr. Para outras situações,

237
00:44:05.930 --> 00:44:28.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: atividades para a qual não é requerido que o material de referência seja fornecido por um produtor que atenda aqui o oito.três um e o oitocentos e trinta e dois é lá da Nitidicla trinta. E aqui a gente acabou não botando a referência, mas vem lá da nitidicla trinta. Quais são os produtores? Quem é considerado um produtor de material de referência certificado.

238
00:44:28.930 --> 00:44:43.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para controles internos, controles de precisão. Eu posso usar o Mr. E para quando eu tenho que garantir veracidade e rastreabilidade metrológica. Eu preciso de um Mrc,

239
00:44:43.910 --> 00:44:52.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por isso que às vezes vou dar um exemplo bem comum de acontecer nos laboratórios que a gente vê com muita frequência

240
00:44:52.420 --> 00:45:02.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando eu estou fazendo a calibração e a checagem de pagâmetro. Já vi assim n vezes a pessoa calibrar com o material de referência e checar com o material de referência tifado,

241
00:45:02.900 --> 00:45:06.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque a pessoa não sabe para que usa um. Para que usa o outro

242
00:45:06.830 --> 00:45:15.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou usar o mesmo. A gente vai falar um pouquinho mais adiante, usar o mesmo material de referência para calibrar e para checar.

243
00:45:15.610 --> 00:45:18.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são erros bem comuns que a gente vê.

244
00:45:18.830 --> 00:45:33.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, se eu vou calibrar. Eu sei que eu preciso de rastreabilidade metrológica, valor atribuído, incerteza social. Então eu sempre uso um Mrc para checagens, controles de precisão, controles internos. Eu posso usar um Mrc.

245
00:45:33.760 --> 00:45:35.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui

246
00:45:37.300 --> 00:45:41.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma questão que é bem comum de acontecer. Problemas

247
00:45:44.660 --> 00:46:01.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: numa dada medição, um dado material de referência pode ser utilizado apenas para calibrar ou garantir a qualidade. É isso que eu acabei de dizer. Eu não posso utilizar o mesmo material de referência do mesmo lote para dois usos.

248
00:46:02.010 --> 00:46:08.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu preciso usar um para calibrar. Eu vou dizer para aquele equipamento. Isto aqui é

249
00:46:09.130 --> 00:46:15.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ph quatro. Eu vou falar uma coisa bem chula. Eu vou estar ensinando o equipamento que é.

250
00:46:16.070 --> 00:46:25.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E se eu usar o mesmo material de referência para checar? Eu não vou estar verificando nada porque ele já vai ter a resposta,

251
00:46:25.960 --> 00:46:29.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque ele aprendeu que aquilo era. Quatro.

252
00:46:30.160 --> 00:46:40.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu tenho que usar um para calibrar, para fazer a validação e um outro material para checar. Então eu não posso dar o mesmo uso

253
00:46:40.810 --> 00:46:51.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: usos diferentes para o mesmo material. Se eu só tenho uma marca, disponível eu tenho que, no mínimo, ter dois lotes diferentes.

254
00:46:52.620 --> 00:46:55.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso aqui é um erro bem comum.

255
00:46:55.510 --> 00:47:00.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui está dito, lá na nitidpla trinta,

256
00:47:00.290 --> 00:47:17.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também o Doc Signe dezasseis apresenta outras orientações. Então, para a seleção e uso de material de referência. E o Doc trinta e três contém orientações para análise crítica do certificado que a gente já falou um pouquinho desses. Mas é importante, porque a gente já viu muitas, muitas, muitas vezes

257
00:47:17.760 --> 00:47:23.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a pessoa fazer uma curva de calibração com material de referência e usar o mesmo para checar.

258
00:47:24.260 --> 00:47:30.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso não pode, porque a gente não vai estar obtendo a informação de checagem.

259
00:47:31.130 --> 00:47:33.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não sei se isso era claro para vocês, meninas.

260
00:47:41.930 --> 00:47:42.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso sim.

261
00:47:42.640 --> 00:47:44.130
Soraya Pereira: Ei, sim, sim.

262
00:47:44.540 --> 00:47:46.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ok, certo, isso aí,

263
00:47:46.950 --> 00:47:56.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: isso. A gente já viu tantas, tantas, tantas vezes. Não conformidade que é importante a gente trazer. Porque isso não, às vezes não é claro para todo mundo.

264
00:47:56.880 --> 00:47:57.530
Soraya Pereira: Sim.

265
00:47:57.530 --> 00:48:02.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E às vezes, laboratórios experientes. Às vezes, a gente vê um analista novo.

266
00:48:03.800 --> 00:48:13.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí essa informação se passa. A pessoa está usando o mesmo material para fazer a curva de calibração e o mesmo lote para fazer a checagem.

267
00:48:14.470 --> 00:48:26.570
Soraya Pereira: É? Acontece sempre quando é novo. Acontece aí cai, por exemplo, fotómetro. Tem fotómetro, porque ele não deixa você analisar enquanto você não passar um padrão, né? Aí ele pede, você tem que colocar algum ou dez ou vinte.

268
00:48:26.570 --> 00:48:27.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum.

269
00:48:28.070 --> 00:48:30.560
Soraya Pereira: As concentrações que você utiliza.

270
00:48:30.700 --> 00:48:37.969
Soraya Pereira: Aí vai lá e checa. Mas você acabou de calibrar com aquele. Vai dar aquele valor.

271
00:48:38.230 --> 00:48:39.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Exatamente.

272
00:48:39.930 --> 00:48:41.430
Soraya Pereira: Sendo que a gente tem

273
00:48:41.790 --> 00:48:49.369
Soraya Pereira: tem o de mil lá, né? Também, né? A gente tem o de sorte. A gente analisa a sorte. Aí tem o de mil que a gente faz. Outros padrões secundários no caso.

274
00:48:49.540 --> 00:48:57.610
Soraya Pereira: Nem sei se é chamado assim. Hoje ainda, o Jimil tem um certificado. É o. A gente chama de padrão primário. Também não é mais usado. Essa.

275
00:48:57.900 --> 00:48:59.390
Soraya Pereira: Essa nomenclatura.

276
00:48:59.390 --> 00:49:02.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, a Tânia falou sobre isso na primeira aula. Eu acho.

277
00:49:02.490 --> 00:49:06.400
Soraya Pereira: Estou me recordando muita informação.

278
00:49:06.400 --> 00:49:07.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é.

279
00:49:07.000 --> 00:49:13.290
Soraya Pereira: Mas aí eu faço com ele. Mas aí a gente tem outros padrões lá que já chegam. Prontos, né?

280
00:49:13.290 --> 00:49:13.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum.

281
00:49:13.820 --> 00:49:17.839
Soraya Pereira: A gente tem que pegar o outro que não calibrou para poder dar uma checada antes.

282
00:49:18.120 --> 00:49:22.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso aí, tá. É só para testar aqui com você

283
00:49:22.670 --> 00:49:23.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa informação.

284
00:49:23.810 --> 00:49:24.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso é,

285
00:49:24.210 --> 00:49:24.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

286
00:49:24.720 --> 00:49:26.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É tão claro para todo mundo.

287
00:49:27.710 --> 00:49:51.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma outra informação que tem nesses documentos da Cgec é a questão das substâncias. Testes, laboratórios que trabalham com bplas práticas de laboratório. Eles usam substâncias teste, e essas substâncias teste são utilizadas. Não são materiais de referência. Eles estão só testando aquela situação toxicidade. Então outros ensaios que eles fazem

288
00:49:51.600 --> 00:50:03.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nessas boas práticas de laboratório, então eles não são considerados materiais de referência, portanto, não estão sujeitos aos requisitos estabelecidos na norma Da Netidicla trinta.

289
00:50:04.440 --> 00:50:13.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso é uma informação? Acho que não é pertinente para vocês que não trabalham com esse tipo de ensaio.

290
00:50:15.270 --> 00:50:42.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A nitidicla trinta também fala que é uma questão importante. Os valores de propriedade do certificado, do certificado ou do certificado são de propriedade e competência exclusiva da organização do produtor do material de referência que assina o certificado ou da ficha do insumo, não sendo cabível qualquer procedimento de recertificação por parte de terceiros para revalidar

291
00:50:43.000 --> 00:50:53.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o valor de propriedade do certificado, então a gente não pode dar uma validade maior e chamar aquilo de um Mrc, porque só o produtor

292
00:50:53.950 --> 00:51:16.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pode atribuir aquele valor, garantir aquelas informações e rastreabilidade inmetrológica. Então eu não posso revalidar um Mrc, eu ou um terceiro que não seja o produtor. Às vezes, a gente vê certificados ou produtores que revalidam os seus produtos, mas é quem produziu e quem assina por aquele certificado.

293
00:51:17.190 --> 00:51:17.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá,

294
00:51:18.210 --> 00:51:21.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: isso é uma informação bem importante.

295
00:51:22.080 --> 00:51:27.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí no certificado, aparece quando ele foi revalidado, recertificado

296
00:51:29.520 --> 00:51:54.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e alguns ensaios da cromatografia. Às vezes, a gente agora não vou me lembrar para qual tipo de ensaio, cromatografia gasosa na parte de agrotóxicos. É uma coisa que acontece muito deles recertificarem, emitirem novos prazos de validade daquele produto, então tem algumas áreas, que é mais comum

297
00:51:59.840 --> 00:52:25.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: durante a vida útil do material de referência. É necessário fazer verificação intermediária do material. Isso foi um treinamento que aconteceu na Cgecre para os avaliadores lá em dois mil e vinte e um. Por isso que eu estou trazendo essa referência aqui embaixo. Eu e a Tânia, a gente fez questão de apontar. Porque não é um material nosso. Veio de um treinamento que nós recebemos e que a gente achou importante repassar

298
00:52:26.110 --> 00:52:28.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa informação.

299
00:52:28.660 --> 00:52:30.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

300
00:52:31.500 --> 00:52:55.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, aqui a gente não precisa testar a vida útil do material de referência, fazer checagens intermediárias daquele material internamente no laboratório. Somente os produtores do material de referência podem revalidar aquilo que a gente falou no Slide anterior, o valor do certificado. Portanto, o laboratório não precisa fazer verificações intermediárias do material, pois ele já irá.

301
00:52:55.770 --> 00:53:13.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não irá impactar no valor do certificado. Eu vou ter que seguir o que está lá nos certificados, mantendo as condições ambientais. Então eu não vou mudar o que está escrito no certificado, então eu não preciso fazer verificações intermediárias dos materiais e referência e materiais e referências certificados,

302
00:53:13.660 --> 00:53:15.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: conforme o uso do fabricante,

303
00:53:16.330 --> 00:53:17.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

304
00:53:18.040 --> 00:53:18.400
Soraya Pereira: Bom dia.

305
00:53:18.400 --> 00:53:19.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outras situações.

306
00:53:19.620 --> 00:53:28.930
Soraya Pereira: Eu queria comentar aqui, lá no laboratório. A gente está em mudança de um tempo para cá, uns três anos para cá muita coisa. Estou revisando

307
00:53:29.090 --> 00:53:33.040
Soraya Pereira: e lá a gente tem equipamentos que é calibrados.

308
00:53:33.360 --> 00:53:36.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E também verificado a calibração.

309
00:53:37.000 --> 00:53:44.110
Soraya Pereira: Nós lá que não somos certificados ou que sejamos também na dezassete e vinte e cinco,

310
00:53:44.280 --> 00:53:46.140
Soraya Pereira: é

311
00:53:46.360 --> 00:53:49.449
Soraya Pereira: se eu decidir só calibrar o equipamento

312
00:53:50.080 --> 00:53:52.720
Soraya Pereira: anualmente, ou que seja, enfim, né?

313
00:53:52.830 --> 00:53:57.070
Soraya Pereira: Ter uma frequência aí e não ter essa

314
00:53:57.460 --> 00:54:02.749
Soraya Pereira: a análise intercalada. Talvez no meio desse um ano, fazer essa verificação.

315
00:54:03.140 --> 00:54:03.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá.

316
00:54:04.680 --> 00:54:05.430
Soraya Pereira: É

317
00:54:05.430 --> 00:54:05.900
Soraya Pereira: que passa?

318
00:54:05.900 --> 00:54:07.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá?

319
00:54:07.330 --> 00:54:07.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é.

320
00:54:07.910 --> 00:54:08.479
Soraya Pereira: Entendi. Mais.

321
00:54:08.480 --> 00:54:10.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tu tá falando? Depende.

322
00:54:10.030 --> 00:54:23.959
Soraya Pereira: Pois é. A gente tem o ponto de amolecimento. Por exemplo, eu até estava falando dele com a outra que eu esqueci o nome dela. Então ele. A gente não calibra fora. Mas a gente tem um padrão que está até na Stm,

323
00:54:24.070 --> 00:54:38.660
Soraya Pereira: e a gente faz a verificação. A gente chama até de verificação da calibração. A gente chama e a gente faz lá, com um tempo lá determinado outros equipamentos igual o espectro. A gente tanto calibra. Foi o que eu comentei na aula passada. Calibra e verifica.

324
00:54:38.800 --> 00:54:44.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí. A cadeiação é com a empresa externa e a verificação. Nós fazemos no laboratório.

325
00:54:44.590 --> 00:55:02.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso aí. Por isso que esses documentos da Cgec são importantes. Que vocês tomem conhecimento porque tem. Eu acho que é o oitenta e três do Oxigec oitenta e três, que fala sobre utilização de material de referência para

326
00:55:02.600 --> 00:55:05.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uso em equipamentos. Deixa eu ver se eu tenho aqui

327
00:55:06.170 --> 00:55:08.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o título Exatamente.

328
00:55:11.090 --> 00:55:37.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Orientações gerais sobre acreditação de laboratórios que realizam calibração de equipamentos com uso de material de referência certificado, aquele que ele vai dividir os equipamentos em três grupos. Grupo A, B e C. Esse é um documento que é importante que vocês conheçam, porque ele vai falar de phâmetro. Condutivímetro. Espectrofotômetro, turbidímetro. O que eu faço em algumas eu tenho o Mrc, o calibro.

329
00:55:37.160 --> 00:55:43.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não calibro. Eu faço só checagens internas então vai depender muito do equipamento.

330
00:55:43.420 --> 00:55:44.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É um.

331
00:55:44.020 --> 00:56:07.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Normalmente, a maioria dos equipamentos tem calibração externa e é necessário fazer a checagem intermediária no laboratório. A frequência depende do uso porque, conforme a gente vai utilizando e manipulando aquele equipamento, condições ambientais e n situações, aquela calibração pode ser que tenha algum tipo de desvio nitidicla

332
00:56:08.140 --> 00:56:13.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: edvane. Eu estou falando do Doc Sejeque oitenta e três agora tá.

333
00:56:13.860 --> 00:56:14.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, é

334
00:56:14.250 --> 00:56:15.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma noite.

335
00:56:16.670 --> 00:56:23.770
Soraya Pereira: Aí lá nessa norma. Além de falar que precisa de uma calibração, ele fala também que precisa de alguma outra checagem.

336
00:56:24.400 --> 00:56:26.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim. Ele divide.

337
00:56:26.500 --> 00:56:26.940
Soraya Pereira: E os.

338
00:56:26.940 --> 00:56:28.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Equipamentos em três grupos. Tá.

339
00:56:28.750 --> 00:56:29.320
Soraya Pereira: Então os que.

340
00:56:29.320 --> 00:56:33.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Precisam os que são obrigatoriamente calibração externa.

341
00:56:34.340 --> 00:56:34.660
Soraya Pereira: O que.

342
00:56:34.660 --> 00:56:42.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tem que utilizar o Mrc para calibração externa. Os que têm que fazer calibração externa e checagem intermediária.

343
00:56:42.150 --> 00:56:42.720
Soraya Pereira: E não tem.

344
00:56:42.720 --> 00:56:47.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Calibração externa, tá? E não fala de todos os equipamentos.

345
00:56:47.710 --> 00:56:49.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Dar alguma orientação, esse

346
00:56:49.700 --> 00:56:50.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bom dia. Ótimo.

347
00:56:50.210 --> 00:56:53.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O Doc Sergipe oitenta e três.

348
00:56:53.390 --> 00:56:55.759
Soraya Pereira: Eu vou passar por essa frase de

349
00:56:55.760 --> 00:56:57.990
Soraya Pereira: é conhecer os documentos

350
00:56:57.990 --> 00:57:01.199
Soraya Pereira: também. Tipo, assim, realmente eu tenho que fazer isso. Vamos.

351
00:57:01.200 --> 00:57:01.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E.

352
00:57:01.530 --> 00:57:05.620
Soraya Pereira: Tirar essa dificuldade pra colocar alguma atividade no lugar, né?

353
00:57:05.620 --> 00:57:29.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por isso que tem vários várias situações específicas. Por exemplo, de balança, lançaram um doc ceages no final de Dezembro de vinte e dois. Eu abri aqui os documentos, por isso que eu estou lendo aqui, que é calibração de balanças. E tem um outro que fala sobre checagem intermediária de balanças.

354
00:57:29.830 --> 00:57:31.440
Soraya Pereira: Então, assim.

355
00:57:31.440 --> 00:57:33.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Muita informação aqui.

356
00:57:33.740 --> 00:57:39.469
Soraya Pereira: E agora, como que eu sei que atualiza essas normas.

357
00:57:39.470 --> 00:57:41.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Olhando. Tem que ficar olhando o site todo.

358
00:57:41.760 --> 00:57:42.819
Soraya Pereira: Boa tarde.

359
00:57:42.940 --> 00:57:44.340
Soraya Pereira: Nossa,

360
00:57:44.550 --> 00:57:52.320
Soraya Pereira: tá bom. Agora a gente vai entrando nessa área de metrologia, essas coisas assim a gente fica atualizado, né?

361
00:57:52.320 --> 00:58:04.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente mesmo avaliadora. A gente tem que olhar toda hora quando está em auditoria, você vai dar uma não conformidade a gente olha lá no site da Cgec, então assim tem que olhar com frequência

362
00:58:04.640 --> 00:58:23.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essas informações, porque elas atualizam rápido, edivane só para. Eu falei na aula passada. Está a da nitidicla doze, também, que é um documento que fala sobre os Serviços de Calibração. Então ela é uma lista enorme de todos os equipamentos que são passíveis de calibração.

363
00:58:23.680 --> 00:58:43.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, se tu não assistiu a aula passada, eu falei bastante disso. Que tem alguns documentos que a gente lembra mais usa com mais frequência. Um outro que é bem importante é o Docs. Jack n. Vinte e dois, que vai falar sobre phâmitric condutivímetro, que são os ensaios físicoquímicos.

364
00:58:45.150 --> 00:58:55.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente vem. Estava falando da calibração e da checagem. Então, o importante, Esse Doxgec oitenta e três. É importante que vocês conheçam.

365
00:58:56.100 --> 00:58:59.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Deixa eu ver aquele de checagem de balanças.

366
00:59:00.300 --> 00:59:02.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não sei todos de cabeça.

367
00:59:06.360 --> 00:59:10.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esqueci da checagem das balanças. Eu não me lembro o número

368
00:59:12.350 --> 00:59:13.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bom, enfim,

369
00:59:13.690 --> 00:59:17.729
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da calibração de balanças. Eu sei que é o último. É o mais novo.

370
00:59:17.900 --> 00:59:25.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se eu me lembrar, depois eu falo, tá, mas é só vocês entrarem lá no site dos documentos do inmetro, tá? E vejam esses documentos.

371
00:59:27.440 --> 00:59:31.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo, eu vou seguindo. Aqui, tá? Se vocês tiverem mais alguma dúvida, é só parar.

372
00:59:33.600 --> 00:59:38.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outra questão importante que diz ali na nitidicla trinta,

373
00:59:39.790 --> 00:59:50.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quase impossível de lembrar. Todos de cabeça. É verdade. A gente, como usa muitos documentos, os que a gente usa mais. Eu lembro de cabeça. Não uso todos.

374
00:59:50.990 --> 01:00:18.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que fala? Nitidicla trinta no caso de materiais de referência ou materiais e referências certificados que não sejam utilizados com a finalidade de assegurar a rastrabilidade meteorológica. A utilização desses por período superior ao estabelecido pelo produtor pode ser feita desde que seja comprovada a homogeneidade e estabilidade do material. O que é isso? Tá,

375
01:00:18.490 --> 01:00:28.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando eu estou utilizando aquele material de referência a certificado. Ele venceu. Eu necessariamente não preciso jogar ele fora.

376
01:00:28.190 --> 01:00:54.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele não vai servir para eu usar para calibrar o equipamento ou fazer validação de método, mas eu posso utilizar para controles internos de qualidade para checagens, para avaliação de precisão. Eu posso fazer isso. E esse documento está dizendo que está me autorizando a fazer isso? É uma nítidicletons. Ela é um documento normativo. Ele vai ser utilizado para dar não conformidade.

377
01:00:55.300 --> 01:01:07.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele está dizendo que é permitido utilizar materiais e referência a certificados vencidos, desde que por isso que a gente grifou em vermelho. Que eu

378
01:01:08.520 --> 01:01:33.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: comprove a homogeneidade e estabilidade, ou seja, que ele esteja reproduzindo. Então eu faço uma curva de calibração com Mrc. E eu posso utilizar esse Mrc vencido. Eu rebaixo ele. A gente chama de uma maneira chula. Eu troco o uso dele. Ele deixa ser com Mrc. Deixa de ser um uso de calibração

379
01:01:34.090 --> 01:01:41.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para ter um uso de verificação. Então eu troco a categoria dele.

380
01:01:42.000 --> 01:02:04.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu tenho que acompanhar. Se ele está reproduzindo, então eu. Posso usar ele, por exemplo, para fazer verificação nas cartas, controle se a carta controle, está reproduzindo, então quer dizer que aquele valor estabelecido de homogeneidade se manteve. E aí se eu vejo que na curva. Ele está oscilando.

381
01:02:04.900 --> 01:02:17.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Pode ser que eu não possa mais utilizar ele tá então uma coisa importante. Quando eu faço essa troca de uso ele passou. Ele deixou de ser um Mrc.

382
01:02:18.040 --> 01:02:34.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Passou a ser o Mr. É importante que eu registre nos meus documentos da qualidade, tá na data, tal a pessoa autorizada. Isso é importante, não é? Qualquer um que pode fazer a pessoa autorizada que tem a capacidade técnica de avaliar é toda essa situação.

383
01:02:34.720 --> 01:02:45.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ela registrou que, na partir da data, tal, ele deixou de ser uso como Mrc. Passou a ser usado como Mr. Com a finalidade de fazer checagem do ensaio Xyz.

384
01:02:46.150 --> 01:02:51.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí vai se acompanhando. Eu vou dar para esse material de referência.

385
01:02:53.140 --> 01:03:17.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Seis meses de validade. Sei lá. Se isso for possível, tá? Eu estou dando esse número de cabeça. Às vezes não é possível para todas as situações. Mas se ele tiver estabilidade desse material, eu posso dar mais seis meses de validade. E eu vou acompanhando ele. E aí, depois de seis meses, eu vou dar uma olhada naqueles dados da carta controle, como é que ele está se comportando? Pode ser que eu possa estender mais dois meses, mais um mês.

386
01:03:18.000 --> 01:03:28.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas eu tenho que. Porque existem materiais que eles têm uma estabilidade e uma possibilidade de a gente continuar usando ele não precisam jogar fora.

387
01:03:28.240 --> 01:03:53.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso é permitido. Mas ele não pode ser feito de qualquer maneira, eu tenho que mudar o status dele no meu sistema de gestão. Quem vai fazer essa mudança? Tem que ser alguém que é autorizado. Tem que estar registrado. Que data foi feito isso? Quem foi a pessoa responsável por isso? Quanto que eu estou dando de validade para esse material. E como é que vai ser feito o acompanhamento dele?

388
01:03:53.160 --> 01:03:53.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá bom.

389
01:03:54.170 --> 01:03:55.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Fechou aqui.

390
01:03:55.600 --> 01:03:58.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não sei se é claro para vocês. Isso

391
01:04:01.740 --> 01:04:12.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque isso a gente vê muito problema é permitido fazer. Mas aí não tem registro em lugar nenhum. Como é que eu sei que isso foi deliberado. Que a pessoa sabia que estava fazendo isso,

392
01:04:12.600 --> 01:04:13.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

393
01:04:14.410 --> 01:04:30.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Fechou, tá, então aqui para vocês, tranquilos, quem tiver alguma dúvida, porque isso também é uma questão de muita dúvida. Tá nos cursos, nas auditorias. Gera muita não conformidade. Então atentem bem para os registros que vocês façam nesse tipo de situação.

394
01:04:32.210 --> 01:04:51.049
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aqui. Repete um pouco, né? Porque lá é uma informação da Nitidicla trinta, tá aqui é uma informação que tem lá no Docs Gecle, porque às vezes a gente quer argumentar onde a gente está vendo que documento está dito isso. Então está lá na nitidicla trinta. Eles repetem no doxagecre trinta e três. Também

395
01:04:51.900 --> 01:05:02.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: lá naquele item fala sobre período de validade. A utilização do Mrc com prazo de validade superior ao definido pelo produtor é aceita pela Cgecre, desde que

396
01:05:02.680 --> 01:05:29.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o material de referência não seja utilizado com a finalidade de assegurar a rastreabilidade meteorológica. Entretanto, o usuário deve comprovar homogeneidade de estabilidade do material em relação às propriedades relacionadas ao seu uso pretendido é a mesma informação só em documentos diferentes. Um é um documento normativo que é a nitidicla trinta, e o outro é um documento orientativo, mas normalmente eles têm que dizer a mesma coisa.

397
01:05:29.790 --> 01:05:34.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas se vocês forem levar um dia a uma, não conformidade é relacionada à nitidiclatringe,

398
01:05:37.410 --> 01:05:38.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: certo?

399
01:05:41.340 --> 01:05:47.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma outra informação que vem lá. Uma informação que nós, avaliadores, recebemos da Cgec. Tá,

400
01:05:48.990 --> 01:06:02.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: diz assim que a mil sete a vinte e cinco considera que o material de referência como um equipamento lá no seis.quatro um Mrc. O material de referência é um equipamento.

401
01:06:03.030 --> 01:06:07.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por outro lado, a norma aceita que o laboratório não seja

402
01:06:07.800 --> 01:06:34.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que o laboratório não seja proprietário do equipamento. Ela fala que eu posso ter um comodato, por exemplo, de equipamentos. Portanto, isso é possível fazer um empréstimo de Mrc? Essa é a pergunta que a orientadora avaliadora da Cgecre trouxe para nós levantou essa questão. Se era possível pegar emprestado o material de referência certificada.

403
01:06:35.560 --> 01:06:43.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou falar aqui, que é uma interpretação que eles passaram para a gente e não que eu concorde completamente com isso. Tá?

404
01:06:43.520 --> 01:07:09.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas enfim, é uma orientação que a gente recebeu e a justificativa por que não poderia pegar o material de referência emprestado? Eu falo pelo seguinte: às vezes eu estou lá no laboratório. Recebo uma não conformidade que eu não fiz uma validação de método. E eu tenho um prazo de no caso da rede metrológica de quarenta e cinco dias para atender aquela não conformidade. No caso da Cge, aquele sessenta dias.

405
01:07:09.800 --> 01:07:14.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eu preciso fazer a validação. E eu não consigo comprar aquele material.

406
01:07:15.320 --> 01:07:27.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Pensando nesse sentido, que eu possa ter uma instituição que tenha várias unidades, eu possa pegar lá da outra unidade da minha empresa e usar aquele material de referência,

407
01:07:28.230 --> 01:07:40.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mesmo que eu não tenha adquirido aqui. Essa orientação que a gente recebeu foi que não. Que não era possível pegar o empréstimo do material de referência certificado.

408
01:07:40.370 --> 01:07:43.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que eu falo. É uma embalagem fechada, tá?

409
01:07:43.350 --> 01:07:47.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma unidade fechada com certificado. Só não foi adquirida por mim.

410
01:07:48.240 --> 01:08:01.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eles dizem que não é possível. A interpretação é que material de referência não pode ser trocado, emprestado ou fracionado, após aberto todos os ensaios realizados com o Mrc são realizados numa embalagem final

411
01:08:01.850 --> 01:08:08.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. Eles estão dizendo que não podem ser utilizados depois de aberto.

412
01:08:08.800 --> 01:08:18.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não sei se está fechado. Se essa interpretação de empréstimo seria interpretada diferente. A gente está passando aqui. A orientação que foi recebida.

413
01:08:18.850 --> 01:08:26.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Portanto, após aberto, é material de referência certificada. É de uso exclusivo de quem comprou,

414
01:08:26.960 --> 01:08:32.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: onde foi aberto e onde deve ter a sua guarda, conforme a orientação do fabricante.

415
01:08:32.260 --> 01:08:40.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui a resposta para aquela pergunta do empréstimo que eu estou entendendo aqui. Caso seja um frasco aberto.

416
01:08:41.160 --> 01:08:42.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas

417
01:08:42.170 --> 01:08:51.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se fosse fechado, seria aceito. Eu vou deixar aqui uma pergunta no ar. Eu não sei se todos os avaliadores teriam essa mesma interpretação

418
01:08:51.569 --> 01:08:55.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se fosse a embalagem fechada. Não estou falando? Embalagem aberta, tá?

419
01:08:58.050 --> 01:09:14.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a interpretação deles é que mesmo embalagem fechada, não é possível fazer empréstimo a embalagem aberta. Eu concordo. Plenamente, porque a gente não sabe como é que aquele material foi manipulado.

420
01:09:14.950 --> 01:09:19.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas a pergunta em cima era o empréstimo em geral.

421
01:09:19.620 --> 01:09:26.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então deixo aqui a interpretação a orientação que foi passada para a gente da Cge,

422
01:09:26.819 --> 01:09:31.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então que não é possível fazer empréstimos em matéria referentes certificado

423
01:09:35.180 --> 01:09:40.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: até aqui de questões essas que a gente destacou. Tranquilo. Posso seguir,

424
01:09:46.410 --> 01:09:50.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá? Ninguém se manifestou. Então eu consegui.

425
01:09:51.490 --> 01:10:06.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente vai falar um pouquinho sobre material de referência microbiológico biológico, que tem algumas questões diferentes que nem todo mundo está habituado. Então é só para um conhecimento. Eu sei que não é da área de vocês,

426
01:10:07.240 --> 01:10:14.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas são informações que são importantes para conhecimento geral sobre o material de referência para a gente não ter uma visão tão

427
01:10:16.650 --> 01:10:30.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então estanque só da área da gente como eu e a Tânia auditamos laboratórios fisicoquímicos e microbiológicos. Então a gente quis trazer aqui também outras realidades, que não é a realidade da maioria.

428
01:10:31.400 --> 01:10:45.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que são os micro organismos que são definidos como culturas de referência. Os materiais de referência certificado. Materiais de referência são culturas de referência. São células, organismos, bactérias ou vírus ou fungos

429
01:10:45.500 --> 01:10:47.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou células.

430
01:10:49.380 --> 01:10:51.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ok, edvalho, tudo certo.

431
01:10:51.430 --> 01:10:55.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vai ficar. Você vai poder assistir, né? Gravada essa aula.

432
01:10:55.320 --> 01:11:03.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são culturas de referência derivadas diretamente de uma cultura de referência certificada, obtida a partir de uma coleção,

433
01:11:04.210 --> 01:11:10.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma coleção de bactérias de fungos de células

434
01:11:11.490 --> 01:11:23.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de vírus. Então, existem vários tipos de coleção. Eu vou trazer aqui para vocês alguns exemplos. A mais conhecida é a de bactérias, a cepas, a Tcc,

435
01:11:23.980 --> 01:11:29.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é a que é mais conhecida nos laboratórios das pessoas.

436
01:11:30.010 --> 01:11:48.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então os materiais de referência biológicos, assim como os fisicoquímicos e químicos são produzidos por um processo acreditado por um produtor de material de referência que deve ser acreditado na Iso dezassete.trinta e quatro

437
01:11:49.760 --> 01:12:03.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e tem identidade confirmada e as suas características e cadeias de custódia estabelecidas, então, por isso, são considerados materiais de referência certificados, porque eles são produzidos por produtores acreditados,

438
01:12:05.150 --> 01:12:16.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: métodos de ensaios microbiológicos geralmente fazem referência a uma cepa de referência, assim como a Tcc e outras coleções que a gente vai abordar aqui, na sequência

439
01:12:18.560 --> 01:12:48.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a Tcc, então esse organismo, American Top Culture collection é uma coleção de micro organismos norte americana. Então é lá dos Estados Unidos. É um centro de recursos biológicos privados sem fins lucrativos, cuja missão é voltada para aquisição, autenticação, produção, preservação, desenvolvimento, e distribuição de organismos, padrões de referência e linhagens. Então, é uma das coleções

440
01:12:49.670 --> 01:13:00.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de micro organismos. Eu deixei aqui o link para o site da Tcc. Nem todas as ceas da Tcc são materiais e referências certificados,

441
01:13:01.210 --> 01:13:05.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então existem materiais cepas que são a Tcc,

442
01:13:05.800 --> 01:13:10.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que são desta coleção certificada pela Tcc,

443
01:13:10.330 --> 01:13:12.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas que não são Mrc.

444
01:13:13.510 --> 01:13:31.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É importante que se olhe no certificado a rastreabilidade e quem fez a acreditação daquele produtor, porque, às vezes o produtor, por exemplo, aqui no Brasil, tem a control Lab

445
01:13:31.560 --> 01:13:34.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: produz materiais e referência que tem cepas,

446
01:13:35.660 --> 01:13:45.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas que não são matérias de referência certificadas. Outras são. Eles trabalham com uma outra certificadora que é britânica. Se eu não me lembro agora, nós vamos ter na sequência

447
01:13:46.080 --> 01:13:55.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que ela é certificada. E eles têm também cepas até Tcc, que não são certificadas. E tem alguns micro organismos que a gente não consegue essa certificação.

448
01:13:56.010 --> 01:14:00.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então nem toda Cptcc. Ela é Mrc.

449
01:14:00.730 --> 01:14:02.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso é importante que seja dito.

450
01:14:05.180 --> 01:14:09.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esta é uma outra coleção, que é essa Nctc

451
01:14:10.220 --> 01:14:14.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que ela está sendo comercializada no Brasil pela Control Lab,

452
01:14:16.680 --> 01:14:26.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e ela é então do Reino Unido, então é uma outra agência de

453
01:14:27.130 --> 01:14:52.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de coleção. E aí, como vocês veem aqui em cima, não é só de bactérias. Ela tem vírus, células, fungos e também de bactérias. Então ela é a guardiã de quatro coleções exclusivas que consistem em linhagens celulares autenticadas e preservadas por especialistas e cepas microbianas com proveniência conhecida.

454
01:14:55.270 --> 01:15:18.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esse material da Nctc são utilizados para determinar os efeitos de medicamentos cosméticos, radiação, vírus, armas químicas, e biológicas, pesticidas, produtos químicos e domésticos nas células humanas só tem cultura de células e micro organismos. Também são usados para mundialmente como controle de testes diagnósticos

455
01:15:18.980 --> 01:15:43.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e de sustentabilidade microbiana, para o desenvolvimento de vacinas, drogas anticancerígenas e tratamento de doenças metabólicas. Então, o uso pretendido, que a gente sempre fala. São vários tipos de uso desse tipo de coleção. Algumas são Mrc e outras não. Então, lá no certificado, vai estar dito se ela é uma Mrc

456
01:15:43.810 --> 01:15:47.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que eu também deixei

457
01:15:48.290 --> 01:15:53.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os dois sites, o site do Phi

458
01:15:53.800 --> 01:16:01.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também o site da Control Lab, que aqui no Brasil, está sendo comercializado. Essas culturas aqui

459
01:16:04.050 --> 01:16:12.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: existe uma outra linhagem de bactérias, também fungos, plasmídeos,

460
01:16:13.900 --> 01:16:19.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vírus, tá que é uma linhagem alemã.

461
01:16:21.020 --> 01:16:23.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Que tentam bactérias,

462
01:16:23.370 --> 01:16:27.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: protistas, leveduras, vírus, Dna

463
01:16:28.420 --> 01:16:42.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e linhagens de células humanas e animais. Então são micro organismos e culturas de células que são coletadas, investigadas e arquivadas por esse Dsmz, que é uma coleção alemã,

464
01:16:45.350 --> 01:16:52.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e eles têm uma certificação. Então européia dessa coleção. Também deixei aqui para vocês o site

465
01:16:53.140 --> 01:16:55.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dessa coleção.

466
01:16:56.840 --> 01:16:58.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E existe também

467
01:16:58.990 --> 01:17:17.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para quem não sabe onde procurar. Alguma situação muito específica, onde a gente precisa de um material de referência. Um material de referência certificado é um organismo muito particular. Eu não sei aonde procurar. Então existe esse site,

468
01:17:17.410 --> 01:17:27.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é internacional, que tem informações sobre coleções e culturas existentes, que podem ser obtidas, que podem ser adquiridas em diferentes partes do mundo,

469
01:17:29.640 --> 01:17:41.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa Wfc, então essa federação de culturas de coleção de culturas é uma comissão multidisciplinar internacional

470
01:17:43.390 --> 01:18:00.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e se preocupa então em coletar, autenticar e fazer a manutenção e distribuição de culturas de organismos e células. Então existem vários sites e lugares que a gente pode pesquisar se existe material de referência ou material de referência certificado.

471
01:18:03.020 --> 01:18:27.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Além disso, eles têm um banco de dados. Essa instituição aqui tem um banco de dados internacional que agrupa cepas em um sistema único de identificação, facilitando então o cruzamento de informações, porque às vezes eu tenho uma cepa Tcc, e eu quero saber se ela é comutável com uma outra cepa, por exemplo, da Nctc.

472
01:18:28.070 --> 01:18:32.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui eu trouxe um exemplo do estáfilo Aureus.

473
01:18:34.040 --> 01:18:44.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, nesse banco de dados, é possível verificar se a mesma cepa tem uma designação diferente nas diferentes coleções de culturas.

474
01:18:44.700 --> 01:19:14.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso aqui é uma coisa bem legal, porque às vezes a gente tem aqueles códigos e eu estou trabalhando com uma Cpa Tcc, e eu sei que existem outras coleções. Eu quero saber se eu posso utilizar, até porque, por exemplo, o stand up métodos faz referência ao tipo da Tcc, então é intercambiável esse código da Tcc com o Nctc. Então, nesse banco de dados aqui, é possível fazer essa

475
01:19:14.810 --> 01:19:23.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa verificação entre a intercambialidade e a comutatividade das codificações de uma coleção e de outra,

476
01:19:24.170 --> 01:19:36.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então eu sei que é uma área que, de repente não é das meninas aqui. Mas eu acho que é uma informação pertinente. Às vezes, da empresa de vocês que trabalha com ensaios biológicos possa ter dúvida. Eu acho que a gente achou importante trazer.

477
01:19:38.580 --> 01:19:39.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

478
01:19:42.260 --> 01:19:48.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outro documento também, que é importante que quem trabalha com ensaios biológicos, conheça

479
01:19:48.480 --> 01:19:52.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é o Docs Rejecre setenta e oito,

480
01:19:52.420 --> 01:19:54.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que também é um documento orientativo

481
01:19:55.340 --> 01:20:16.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de utilização de material de referência de ensaios biológicos, porque existem situações específicas dos ensaios biológicos, que também é um universo muito grande. Então ele se sentiu a necessidade de ter informações específicas para quem é desse tipo? Para quem é dessa área de laboratório,

482
01:20:16.480 --> 01:20:25.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, materiais e referências certificados devem ser fornecidos por um produtor acreditado, dezassete.trinta e quatro. Isso já tinha dito em muitos outros documentos

483
01:20:25.790 --> 01:20:39.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: materiais e referência biológicos. Nem todos os dados sobre incerteza expandida e associada são disponíveis porque eles são organismos vivos. Então eu estou dando uma característica para aquele organismo.

484
01:20:39.250 --> 01:20:58.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é necessário considerar uma faixa de concentração, a comparabilidade com outras matrizes, procedimentos que atribuem valor, probabilidades. Ele não vai ter uma incerteza. Ele vai ter uma probabilidade. Ele vai ter uma característica. Então são outras questões que a gente tem que avaliar num certificado.

485
01:20:59.370 --> 01:21:02.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando o material de referência certificado é biológico.

486
01:21:04.820 --> 01:21:26.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O laboratório pode repicar e utilizar essas culturas de trabalho na rotina, garantindo a qualidade dos ensaios, respeitando as informações descritas pelo certificado, ou seja, quando eu repito, eu faço uma filha, digamos assim, daquele organismo, eu multiplico aquela célula,

487
01:21:26.970 --> 01:21:30.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então ela passa para

488
01:21:31.950 --> 01:21:52.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente. Vai abordar isso aqui. Acho que vai ficar mais fácil para vocês. Então eu posso fazer esse repique, né? Multiplicar essa célula, e ele continua mantendo as características, desde que, dentro do prazo de validade que eu faça avaliação. Se essa característica nas minhas condições ambientais se mantenha, então é possível repicar

489
01:21:55.300 --> 01:22:01.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o documento também fala que pode ser utilizado até a quinta passagem,

490
01:22:02.760 --> 01:22:14.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque também nessas linhagens, quando a gente compra o material de referência lá no certificado. Ele vai dizer: primeira passagem, segunda passagem, terceira passagem.

491
01:22:14.390 --> 01:22:33.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é considerado um material de referência certificado até a quinta passagem daquela linguagem que foi estabelecida. Então ela, digamos, para ficar mais fácil. A mãe e as filhas. Então a primeira passagem é a primeira célula que foi caracterizada

492
01:22:33.520 --> 01:22:51.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: cada vez que eu repito que eu multiplico ela. Ela vai passando para a segunda passagem, terceira passagem. Quarta passagem, e ela vai, às vezes, perdendo as características, conforme essa célula vai se multiplicando, gerando novos descendentes.

493
01:22:53.280 --> 01:23:12.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por isso que eles consideram que o material de referência certificado é até a quinta passagem, porque, mais do que isso, a probabilidade de mutações e perda de características fenotípicas e genotípicas é muito grande e sorológicas. Então, por isso que se estabelece até a quinta passagem,

494
01:23:13.880 --> 01:23:25.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a informação seja declarada no certificado emitido pelo produtor até a data de validade. Então eu posso utilizar até a quinta passagem como Mrc, e dentro do prazo de validade,

495
01:23:26.110 --> 01:23:26.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá

496
01:23:28.200 --> 01:23:32.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então sempre. É importante que vocês olhem lá no certificado,

497
01:23:32.280 --> 01:23:49.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: qual é a passagem? E às vezes, conforme o uso que eu estou dando para ela. Se eu estou validando um método, é importante que eu use uma cepa de primeira passagem, porque daí a probabilidade de mutação e perda de característica é menor.

498
01:23:49.560 --> 01:23:59.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então depende do uso que eu estou dando para aquele organismo. Aquele material de referência certificada. Eu tenho que atentar a essa informação.

499
01:24:01.440 --> 01:24:11.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando o material de referência certificado estiver com a data de validade expirada, pode ser utilizada como um material de referência até a quinta passagem, também da origem.

500
01:24:11.460 --> 01:24:14.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por causa dessa questão de perda de característica.

501
01:24:14.890 --> 01:24:28.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui também esse outro documento. Está dizendo que eu posso utilizar um Mrc vencido, até porque a cepa não morre porque ela não venceu. Se ela consegue ainda se reproduzir

502
01:24:29.090 --> 01:24:37.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e estabelecer ou demonstrar aquelas características que são necessárias para o meu ensaio. Eu posso utilizar,

503
01:24:37.980 --> 01:24:41.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é isso que está dito aqui nesse documento.

504
01:24:45.260 --> 01:24:54.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Às vezes as pessoas dizem: Ah, mas se ela está crescendo, está reproduzindo. Está tudo bem. Por que eu tenho que jogar fora. Não tem que jogar fora, que vai dar um outro uso para aquele material.

505
01:24:55.740 --> 01:24:56.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

506
01:24:58.280 --> 01:24:59.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma armadilha

507
01:25:00.720 --> 01:25:01.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: falando aqui,

508
01:25:07.320 --> 01:25:11.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por isso deixa eu perguntar para vocês é muito distante essa informação aqui.

509
01:25:12.620 --> 01:25:16.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês estão achando interessante só para me dar um feedback.

510
01:25:17.180 --> 01:25:17.730
Soraya Pereira: E aí

511
01:25:18.060 --> 01:25:22.430
Soraya Pereira: é um conhecimento novo. Mas não é minha área.

512
01:25:22.430 --> 01:25:24.049
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

513
01:25:24.250 --> 01:25:25.420
Soraya Pereira: Não.

514
01:25:26.240 --> 01:25:31.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas enfim, como esse curso, a gente também não sabia de quais áreas.

515
01:25:31.540 --> 01:25:32.090
Soraya Pereira: Aham!

516
01:25:32.090 --> 01:25:36.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Viriam os alunos. Então a gente teve que abranger todo mundo.

517
01:25:36.740 --> 01:25:37.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Entendi

518
01:25:37.460 --> 01:25:42.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as análises biológicas. Ia ficar meio não atendido.

519
01:25:42.860 --> 01:25:43.250
Soraya Pereira: É isso?

520
01:25:43.250 --> 01:25:52.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É isso que tu dissesse, né? Pode ser que seja uma informação que não seja do teu dia a dia, né? Mas acho que perdido, não é, né? Porque é sempre uma informação que agrega.

521
01:25:52.210 --> 01:25:53.650
Soraya Pereira: Nova.

522
01:25:54.400 --> 01:25:59.230
Soraya Pereira: Eu não sabia que tinha padrões de micro.

523
01:25:59.230 --> 01:26:00.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não.

524
01:26:00.500 --> 01:26:02.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ai, ai,

525
01:26:02.750 --> 01:26:03.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sangue.

526
01:26:03.700 --> 01:26:07.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então tá Edivânia, queria dizer alguma coisa.

527
01:26:11.200 --> 01:26:24.529
edevane mance de Sousa: Oi, é a mesma coisa da Soraya. Não é a nossa área, mas é uma informação. Toda informação é importante. A gente vai te ouvir. Vai receber com muito carinho essa informação.

528
01:26:24.850 --> 01:26:25.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, Tchau.

529
01:26:25.960 --> 01:26:28.330
edevane mance de Sousa: De informação, mesmo.

530
01:26:28.330 --> 01:26:33.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, e até de repente, eu não sei, na empresa. E vocês não têm ensaios biológicos,

531
01:26:33.440 --> 01:26:38.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque às vezes não serve para vocês. Não vá servir para um colega que não pôde fazer parte do curso.

532
01:26:38.810 --> 01:26:39.800
edevane mance de Sousa: Sim, sim.

533
01:26:39.800 --> 01:26:40.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Usar.

534
01:26:40.190 --> 01:26:40.365
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

535
01:26:40.540 --> 01:26:41.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: milhões de.

536
01:26:41.320 --> 01:26:42.960
edevane mance de Sousa: Isso. Com certeza.

537
01:26:44.140 --> 01:26:46.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Beleza. Então, seguindo aqui,

538
01:26:46.150 --> 01:26:53.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, na ausência de material de referência certificado, então, algumas situações, em algumas áreas,

539
01:26:54.380 --> 01:27:11.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por exemplo, vou dar um exemplo para vocês. A parte de fitossanidade. Então, doença em plantas. Então existem bactérias que causam doença nas plantas. Então essas bactérias. Muitas delas não existem. Um Mrc para eu comprar,

540
01:27:12.560 --> 01:27:19.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por exemplo, para a área humana, bactérias que fazem doenças em humanos. É bem comum, a gente ter um Mrc.

541
01:27:19.510 --> 01:27:23.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas essas bactérias específicas e doenças para plantas

542
01:27:23.550 --> 01:27:25.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não tem Mrc para comprar.

543
01:27:27.120 --> 01:27:47.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que está dizendo? Esse documento. Isso, vocês podem também extrapolar para a área de vocês, porque se aplica a mesma lógica, caso a gente não tenha o que a gente faz. Então o laboratório deve adquirir materiais de referência com produtores disponíveis. Isso acontece muito em alimentos também. Então, às vezes não tem o Mrc para comprar.

544
01:27:48.050 --> 01:28:14.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí existe um padrão primário. Então, que é uma empresa internacionalmente conhecida com padrões de qualidade de extração de identificação de caracterização e que fornecem informações, algumas informações que são importantes para estabelecer que aquilo é um padrão primário que possa ser utilizado. Então aqui eu não estou falando só de materiais biológicos se aplica a qualquer coisa.

545
01:28:14.330 --> 01:28:30.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se eu não tenho Mrc, o que eu faço. Eu busco um material de referência, um padrão de um produtor que disponibiliza informações relevantes sobre aquilo, e se é possível, se tiver como garantir alguma rastreabilidade. Também

546
01:28:30.990 --> 01:28:38.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu busco essa informação, porque a rastreabilidade vai trazer a comparabilidade dos resultados

547
01:28:38.770 --> 01:28:55.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para demonstrar a rastreabilidade. Os laboratórios devem aqui, no caso biológicos, devem usar cepas e micro organismos de referência obtidos diretamente de uma coleção nacional ou internacionalmente conhecida como aquelas que a gente já falou anteriormente.

548
01:28:56.900 --> 01:28:57.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo,

549
01:28:58.190 --> 01:29:04.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então algumas informações são específicas, outras vocês podem extrapolar para a área de vocês.

550
01:29:06.070 --> 01:29:10.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que fala mais nesse documento. Esse doxjetre setenta e oito.

551
01:29:10.910 --> 01:29:19.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como alternativa, podem ser utilizadas culturas comerciais que o laboratório tenha comprovado ter propriedades equivalentes

552
01:29:19.510 --> 01:29:29.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nesse laboratório que eu avalio aqui no Rio Grande do Sul. Eles são especializados em doenças de plantas,

553
01:29:29.520 --> 01:29:42.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e eles, como não tinham como comprar no Brasil. No início, eles então importaram de outros lugares materiais de referência, e eles viram que eles também conseguiriam isolar

554
01:29:43.000 --> 01:30:02.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e eles passaram a ser produtores de material de referência. Eles conseguiram isolar, identificar as características. Eles inclusive, fazem avaliação de Dna Rna, então estabelecem a característica daquele organismo. E eles passaram a vender material de referência, porque eles são um centro que no Brasil,

555
01:30:03.090 --> 01:30:16.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: recebe muitas amostras e eles conseguiam isolar aquele material. Então, às vezes, até uma questão de mercado. Se é uma empresa grande ou é um polo muito especializado, a gente também pode produzir material de referência.

556
01:30:16.680 --> 01:30:19.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí, Mr: Não, Mrc,

557
01:30:22.300 --> 01:30:36.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: caso os materiais continuando aqui, caso os materiais em referência certificados ou não, não estejam disponíveis, mas o seu uso seja requerido. O laboratório pode preparar em House, que é o que aconteceu exatamente com esse laboratório

558
01:30:37.030 --> 01:30:40.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou buscar alternativas confiáveis para a sua obtenção.

559
01:30:40.790 --> 01:30:47.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, quando possível, a gente tem a expertise e a capacidade. A gente pode também preparar esses materiais

560
01:30:48.280 --> 01:30:53.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vai para utilizar como controle de qualidade e usos

561
01:30:54.030 --> 01:30:57.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trabalhar aquilo como insumo crítico. Também

562
01:30:59.730 --> 01:31:09.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é indispensável que esse material seja avaliado quanto ao seu uso pretendido e que todos os registros de sua caracterização sejam mantidos

563
01:31:10.050 --> 01:31:15.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui no caso, por exemplo, para a validação de método que o ideal é que a gente tenha o Mrc.

564
01:31:16.210 --> 01:31:25.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas nesse caso, não existe um Mrc. Eu posso utilizar um Mr. Nesse processo de validação de método,

565
01:31:25.390 --> 01:31:29.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também eu tenho que lançar mão de outras

566
01:31:29.460 --> 01:31:36.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outras alternativas para avaliar a exatidão, por exemplo, participação do ensaio de proficiência, comparação bilateral,

567
01:31:36.200 --> 01:31:46.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: avaliação do especialista, porque, às vezes, a utilização de chaves de identificação. A gente vai falar mais adiante e não vou dar spoiler.

568
01:31:46.410 --> 01:31:55.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente tem que avaliar situações onde eu preciso ter um material de referência certificado, e ele não existe.

569
01:31:57.080 --> 01:31:59.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu tenho que avaliar essa questão do uso pretendido

570
01:32:00.270 --> 01:32:01.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

571
01:32:04.470 --> 01:32:28.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para realizar a validação e verificação de desempenho em ensaios microbiológicos em geral devem ser utilizados obrigatoriamente em materiais e referências certificados na teoria, mas em algumas situações não existem esses Mrcs. Se eles existem, eles devem ser utilizados se eles não existem. A gente trata conforme esse slide. Aqui anterior falou,

572
01:32:28.990 --> 01:32:33.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente avalia o uso pretendido e a gente vê quais são as nossas possibilidades.

573
01:32:34.030 --> 01:32:48.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, às vezes, para avaliar a exatidão, eu tenho que lançar mão de outras coisas participação de proficiência bilateral, avaliação de especialistas, comparação com laboratórios de referência,

574
01:32:49.540 --> 01:32:52.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: caso eu não tenha o material de referência certificado.

575
01:32:56.840 --> 01:33:01.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Pessoal, já é oito e meia. Vamos fazer uma paradinha de quinze minutos.

576
01:33:04.480 --> 01:33:05.520
Soraya Pereira: Vamos. Sim.

577
01:33:06.330 --> 01:33:15.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu consigo tomar uma água, fazer um pipi. E aí a gente retoma. Eu vou deixar aqui esse slide paradinho. Só vou fechar minha câmera. Vou deixar gravando.

578
01:33:15.930 --> 01:33:18.940
Soraya Pereira: E só vou.

579
01:33:19.440 --> 01:33:22.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Só vou fechar aqui. A gente volta em quinze minutos.

580
01:33:22.400 --> 01:33:23.309
Soraya Pereira: Tá Jóia.

581
01:33:23.580 --> 01:33:24.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Um abraço.

582
01:48:12.910 --> 01:48:16.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Muito bem, voltamos.

583
01:48:18.470 --> 01:48:19.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Deixa, eu só.

584
01:48:21.310 --> 01:48:25.289
Soraya Pereira: Professora chegou. Umas tagarelinhas aqui. Agora.

585
01:48:25.290 --> 01:48:26.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso. Por acaso.

586
01:48:26.310 --> 01:48:28.990
Soraya Pereira: Responder alguma coisa. Porque tem uma.

587
01:48:28.990 --> 01:48:29.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Boa no banheiro.

588
01:48:29.500 --> 01:48:31.900
Soraya Pereira: Tá, tá.

589
01:48:31.900 --> 01:48:33.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não tem problema.

590
01:48:33.300 --> 01:48:36.320
Soraya Pereira: E ela fala mesmo.

591
01:48:36.360 --> 01:48:40.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu gosto dessas alunas. Alunas adjacentes.

592
01:48:40.890 --> 01:48:42.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês estão vendo a apresentação.

593
01:48:42.780 --> 01:48:46.680
Soraya Pereira: E agora começou na creche. Eu falei que estava conversando mesmo.

594
01:48:46.680 --> 01:48:47.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ai, Aleluia!

595
01:48:47.660 --> 01:48:51.749
Soraya Pereira: Lá à noite. Quer contar as histórias e fingiu nada.

596
01:48:51.750 --> 01:48:53.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

597
01:48:54.390 --> 01:48:58.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que joia vocês estão conseguindo ver se está gravando. Pessoal,

598
01:48:58.740 --> 01:49:00.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: acho que tá, né,

599
01:49:00.370 --> 01:49:01.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

600
01:49:01.620 --> 01:49:03.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: está gravando se.

601
01:49:03.750 --> 01:49:10.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ficou com medo de não estar gravando. E aí a pessoa que vai assistir depois não consegui acessar.

602
01:49:10.650 --> 01:49:14.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Está passando ali para vocês. O slide, né?

603
01:49:16.980 --> 01:49:20.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Deixa eu voltar um e voltar para cá? Acho que sim.

604
01:49:22.740 --> 01:49:26.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, vamos continuar aqui nos ensaios microbiológicos.

605
01:49:27.460 --> 01:49:37.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para evidenciar a autenticidade do material de referência certificado e do material de referência, deve se realizar o acompanhamento,

606
01:49:37.590 --> 01:49:45.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com base nos procedimentos de o procedimento de ensaio referente a cada microrganismo,

607
01:49:45.360 --> 01:49:52.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: considerando então características morfológicas da colônia. Para quem não é da área, as colônias são

608
01:49:53.380 --> 01:50:10.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem o crescimento nos meios de cultura. Como essa plaquinha ali, com essas colônias verdinhas azuladas. Então cada colônia tem uma característica. Então, se é um meio seletivo, um meio cromatogênico. Ela cresce com uma cor característica que é dada

609
01:50:12.520 --> 01:50:32.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pelo meio de cultura, que o meio de cultura propicia esse crescimento, e essa cor. Então o meio é seletivo. Muitas vezes ele seleciona uma bactéria da outra. E também ele é cromogênico. Então ele dá características para essa colônia específicas nesse meio de cultura. Então, às vezes elas são

610
01:50:32.460 --> 01:50:46.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: côncavas ou convexas. Elas são vermelhas, esverdeadas. Às vezes elas têm um halo transparente. Então, às vezes, se elas produzem tem flagelo. Por exemplo, elas ficam, tipo, uma

611
01:50:47.100 --> 01:51:08.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: meio turvo. Então quer dizer que ela consegue transmitir. Ela tem os flagelos. Então ela tem mutilidade. Então, conforme a característica daquela bactéria, conforme ela se apresenta, de uma maneira fenotípica e morfológica. A gente consegue ver a identificação das colônias

612
01:51:09.140 --> 01:51:18.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também. Características no microscópio, que a gente consegue identificar. Se são grampositivos granegativos que é como ela tem a coloração. Conforme

613
01:51:19.800 --> 01:51:26.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os corantes são aplicados conforme parede celular. Então, assim características que a gente consiga ver no microscópio também

614
01:51:26.920 --> 01:51:51.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: cocos, bacilos. Então tudo isso, a gente identifica questões morfológicas, questões bioquímicas. Como é que elas consomem os recursos dos meios de cultura. Então, aqui do ladinho, tem vários tubinhos pequenininhos coloridos. Então são testes bioquímicos, consumo de açúcar e de outros recursos. Então ela vai mudando de cor.

615
01:51:51.400 --> 01:52:01.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, se elas emitem S2 ela fica preta, então são várias características bioquímicas de consumo de insumos e expressão

616
01:52:01.750 --> 01:52:04.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de características, tá,

617
01:52:04.710 --> 01:52:20.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também questões sorológicas. Então a gente aplica os antissoros e eles fazem a aglutinação. E aí a gente consegue saber se é um resultado positivo ou negativo, conforme aquele antissoro que a gente está utilizando naquela

618
01:52:20.470 --> 01:52:34.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: colônia, que ela é ressuspendida ali em salina. E aí a gente pinga lá, onde soro se aglutina. Ela tem um resultado positivo. Se não aglutina, se ela fica bem homogênea, quer dizer que o resultado é negativo.

619
01:52:34.860 --> 01:52:41.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, todas essas características, e também tem características genotípicas Dna

620
01:52:41.900 --> 01:52:47.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que também expressam e identificam aquele organismo um ou outro

621
01:52:48.310 --> 01:53:11.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é assim que lá naquelas culturas e colônias, eles conseguem identificar, selecionar e caracterizar e a gente dentro de um laboratório tem que garantir que aquela característica, aquele microrganismo expressa essas mesmas características. Por isso que a gente só pode usar até a quinta passagem, porque, conforme ela vai gerando descendentes.

622
01:53:11.110 --> 01:53:21.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ela pode sofrer mutações ou se o armazenamento não é adequado, também ela pode sofrer mutações e quando sofre mutações. Às vezes, as características que a gente espera

623
01:53:21.280 --> 01:53:23.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ver nesses testes não é expressa.

624
01:53:24.440 --> 01:53:30.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aí a gente não consegue identificar aquele organismo. Por isso que a gente tem que comprar.

625
01:53:30.420 --> 01:53:34.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De uma cultura de células. Que é certificada.

626
01:53:36.000 --> 01:53:49.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Testar, para ver se no transporte. Quando a gente manipulou ela. Ela não perdeu essa característica. E também no processo de armazenamento, a gente não estimulou a mutação desses organismos.

627
01:53:49.900 --> 01:53:50.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá

628
01:53:54.300 --> 01:54:06.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: questões que a gente busca no certificado dos ensaios fisicoquímicos e que a gente tenta fazer uma reprodução aqui nos ensaios biológicos, como a gente vai avaliar a questão da rastreabilidade

629
01:54:07.590 --> 01:54:15.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos ensaios biológicos. Nessas culturas de células de bactérias, de fugos. De vírus.

630
01:54:15.300 --> 01:54:42.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui, eu trouxe as informações um certificado de um produtor de material de referência. O que eles consideram na rastreabilidade daquele microrganismo, então é assegurada que não sejam derivados de subculturas excessivas, o que pode produzir mutações e, consequentemente, a perda de características fenotípicas conhecidas. Da seca que é aquilo que eu tinha acabado de explicar

631
01:54:42.350 --> 01:54:45.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a questão de ser uma seita autêntica.

632
01:54:46.330 --> 01:54:50.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então o produtor. Isso é uma outra característica importante que a gente deva

633
01:54:50.920 --> 01:54:52.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: prestar atenção

634
01:54:52.670 --> 01:55:09.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos materiais de referência biológicos, então os produtores em material de referência testam os lotes dos micro organismos para garantir que essas mutações contaminações ou outros interferentes inviabilizem o produto, as culturas de referência.

635
01:55:09.840 --> 01:55:14.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aqui, eu estou dando o exemplo da Tcc, que é a que mais a gente conhece

636
01:55:14.480 --> 01:55:27.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: autênticas. Asseguram a identidade, a viabilidade, a pureza, combinando análises morfológicas, fisiológicas e métodos de tipagem molecular, então questões genéticas também

637
01:55:27.700 --> 01:55:33.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando a gente tem a rastreabilidade das informações

638
01:55:33.610 --> 01:55:50.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos documentos da qualidade de controle de qualidade, nesse caso de ensaios, vínculos, é importante a gente identificar o código Atcc que vai identificar qual é o organismo. E também o Loki. São dois números que, nesse caso, a gente tem que manter a rastreabilidade.

639
01:55:51.100 --> 01:55:53.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou voltar aqui para vocês.

640
01:55:56.480 --> 01:56:00.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os códigos que eu falo são, por exemplo, estafilo Aureus

641
01:56:00.960 --> 01:56:10.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do subgrupo Aureus. Ele é o Atcc. Existe a Tcc sessenta e cinco-trinta e oito. É o número daquela linhagem

642
01:56:10.990 --> 01:56:16.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e de cada uma das coleções tem um número diferente. E, além deste número

643
01:56:16.280 --> 01:56:40.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que identifica que é um staff. No aureus da linhagem a Tcc existe um número de lote de produção. Então existe um número que eu acho que são seis, seis dígitos, sete dígitos. Então vocês vão ver que a rastreabilidade que eu preciso dar na documentação na informação é grande, então. Mas eu tenho que manter essas duas informações, porque às vezes tem um organismo que tem mais do que uma Tcc

644
01:56:40.770 --> 01:56:47.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou mais do que um código de linhagem. Então é importante que a gente mantenha todas as informações,

645
01:56:51.080 --> 01:56:57.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque daí eu garanto que garanto a autenticidade daquele material.

646
01:56:59.590 --> 01:57:10.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, garantir que os resultados precisos, confiáveis e reprodutíveis, usando cepas com características conhecidas, utilizando o controle de qualidade positiva e negativo nos testes.

647
01:57:12.170 --> 01:57:17.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu preciso garantir esterilidade

648
01:57:17.580 --> 01:57:27.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: daquele meio de cultura, porque se o meio não está estéreo. Tudo que crescer ali pode ser que não seja a minha bactéria de interesse do meu ensaio.

649
01:57:28.070 --> 01:57:31.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu tenho que garantir esterilidade daquele meio de cultura,

650
01:57:32.110 --> 01:57:48.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fazer controles positivos, porque nos controles positivos, eu, por exemplo, se é um meio seletivo que separa um tipo de bactéria de outro. Eu tenho que garantir que só cresça aquele microrganismo, que eu tenha interesse, então fazer um controle positivo

651
01:57:49.330 --> 01:58:08.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também fazer controles negativos, porque naquele meio de cultura, eu quero que eu consiga diferenciar as características de uma colônia da outra. Então é importante que a gente utilize cepas tanto para controles positivos quanto para controles negativos.

652
01:58:08.380 --> 01:58:18.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Para saber se aquele meio de cultura está conseguindo diferenciar o que eu quero que cresça. E o que eu quero que não cresça. A característica que eu quero identificada, que eu não quero identificar.

653
01:58:18.550 --> 01:58:24.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente tem que usar cepas também para controles negativos, não só para controles positivos.

654
01:58:27.900 --> 01:58:54.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os produtos devem ser instruções para crescimento, manutenção e utilização de micro organismos. Como eu vou manipular aquele tipo de material? Aquilo que a gente falou lá quando estava falando dos documentos. Nesse caso, é importante que, no certificado e junto com o material, o produtor mande orientações e como eu uso, como é que eu utilizo aquele material

655
01:58:54.410 --> 01:58:59.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque existem várias formas de eu receber os materiais e referência biológicos.

656
01:59:01.480 --> 01:59:24.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: As culturas de referência podem ser utilizadas para a validação dos processos de ensaio como validação da capacidade de um teste para detectar o micro organismo e produtos farmacêuticos, validar métodos alternativos, validar novos equipamentos, validação de insumos microbiológicos como meios de cultura. Então esses são os usos pretendidos que eu posso utilizar. O Mrc

657
01:59:24.850 --> 01:59:26.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no caso de ensaios biológicos.

658
01:59:30.300 --> 01:59:42.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aquilo que eu falei sobre os controles positivos e controles negativos, por exemplo, aqui, eu estou trazendo uma referência que é do standard, métodos para ensaios de águas,

659
01:59:43.340 --> 01:59:59.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: águas e efluentes. Então essa é uma metodologia internacionalmente conhecida que todos os laboratórios do meio ambiente utilizam. Então para os ensaios microbiológicos. Então eles fazem referência a culturas materiais e referências certificadas,

660
01:59:59.550 --> 02:00:17.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as ceas que eles orientam para controles. Quando eu estou fazendo um teste de coliformes totais ou coliformes termotolerantes. O que eu devo utilizar como controle positivo. E o que eu devo utilizar como controle negativo, justamente porque para aquele teste, eu tenho que diferenciar

661
02:00:17.250 --> 02:00:40.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se aquele meio está conseguindo fazer a diferença entre os organismos, então os ensaios biológicos têm algumas questões mais particulares, mas só para vocês saberem que a gente tem que usar Mrc tanto para controles positivos quanto para negativos. Se essas linhagens vão dar as características que a gente precisa.

662
02:00:41.830 --> 02:00:50.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E vocês veem que aqui estão dando uma Tcc específica. E lá naquela outra codificação, pode ser que tenha uma outra linhagem que seja compatível,

663
02:00:50.950 --> 02:00:53.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque a metodologia indica essa.

664
02:00:54.000 --> 02:00:57.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outras não estão indicando uma Tcc específica.

665
02:01:00.400 --> 02:01:12.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que o fabricante no caso aqui a Labielite é uma marca que produz umas sepas da linhagem Atcc. Eles falam lá nos seus materiais

666
02:01:13.070 --> 02:01:24.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sobre o uso pretendido. Então o material de referência certificada é um preparado puro, homogêneo, estável de micro organismos liofilizados. Então ele vem lá nesse Tubec

667
02:01:24.340 --> 02:01:27.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: liofilizado. Depois eu tenho que hidratar

668
02:01:27.140 --> 02:01:37.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e caracterizado quanto a aspectos microbiológicos fenotípicos e genotípicos no certificado de análise que acompanha o produto.

669
02:01:38.450 --> 02:01:42.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele lista então essas propriedades fenotípicas da cepa.

670
02:01:42.460 --> 02:01:45.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele dá o código da linhagem da Tcc

671
02:01:45.790 --> 02:01:51.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e outros números autênticos para referência. Então ele dá também o número do lote. Como eu falei antes,

672
02:01:51.650 --> 02:02:12.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esses preparados destinam se ao uso de controle de qualidade, de meios de cultura, programas de ensino e de instrução, validação de método e outras aplicações industriais do controle de produção. Então aqui é o que diz lá no material sobre o uso pretendido desse tipo de material.

673
02:02:15.220 --> 02:02:21.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Questões relacionadas à homogeneidade, como eles fazem. A descrição da caracterização da homogeneidade.

674
02:02:23.760 --> 02:02:40.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Dizem que uma referência é garantida através de testes de pureza, viabilidade. O que é a viabilidade é que esse micro organismo. Nesse período que ele vai estar liofilizado, ele se mantenha vivo.

675
02:02:40.820 --> 02:02:46.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E quando eu vou hidratar ele dentro do meu laboratório, ele vai ter capacidade de crescer.

676
02:02:46.520 --> 02:03:02.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente tem que saber que isso são estruturas vivas. E elas vão ter que se multiplicar, gerar descendentes. Então eles têm que garantir que elas sejam puras. Só aquele organismo específico em gênero e espécie

677
02:03:02.640 --> 02:03:19.889
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que eles estão declarando lá no certificado staffilococcus, gênero e Especie. Aureus. Então é essa característica dela? Ela seja viável. Então, quando eu chego lá no meu laboratório, depois que ela passou por transporte, diferenças e temperatura. Ela chega lá e consiga crescer.

678
02:03:21.770 --> 02:03:43.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ela não tenha sofrido mutações. Então ela expressa características morfológicas em número estatisticamente válido das amós, que tem ensaios quantitativos e qualitativos. Então não são só características. Ela tem que crescer. Eu consegui identificar, de forma quantitativa também. Então é complexo aqui

679
02:03:44.180 --> 02:03:45.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

680
02:03:45.790 --> 02:03:48.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa questão da gente evidenciar a homogeneidade

681
02:03:50.390 --> 02:04:02.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a estabilidade, então é monitorada pelos testes de viabilidade das cepas, partindo do Mrc no final do prazo de validade. Então, até o final do prazo de validade, eu tenho que garantir

682
02:04:03.090 --> 02:04:11.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aquelas características sem mutação que ela consiga crescer e naqueles meios de cultura, expressando aquelas características.

683
02:04:13.430 --> 02:04:19.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que é desse da labelite? Essa é a apresentação. Então ele é um preparado liofilizado

684
02:04:20.860 --> 02:04:36.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dos micro organismos. Então eles retiram a água, utiliza um meio para suspensão, que consiste em gelatina, leite desnatado, ácido e dextrose. Isso aqui é o produto para conseguir manter ela viável,

685
02:04:38.000 --> 02:05:07.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que faz cada coisa. A gelatina serve como um transportador do micro organismo. O leite desnatado e o ácido ascórbico e a dextrose protegem o micro organismo, preservando a integridade da parede celular durante o processo de liofilização e armazenamento. Então, por isso eles têm que garantir que quando ela chegar lá no laboratório que vai utilizar. Ela fique viva viável depois que o ressuspendo, ela consiga se multiplicar até a data

686
02:05:07.370 --> 02:05:10.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que está definido no certificado

687
02:05:11.270 --> 02:05:26.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e o carvão, então é incluído para neutralizar quaisquer substâncias tóxicas formadas durante o processo de biofilização. Então isso tudo está descrito lá no material para que garantem a estabilidade do produto.

688
02:05:27.730 --> 02:05:32.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês veem que aqui é bem diferente dos insumos químicos,

689
02:05:37.970 --> 02:05:46.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que vem no certificado, então lista o nome do micro organismo, o número de catálogo que é aquele Atcc lá,

690
02:05:47.350 --> 02:05:55.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o número do catálogo, o número catálogo não é a Tc, o número da codificação da empresa, o número com o qual eles comercializam

691
02:05:55.690 --> 02:06:13.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o número da Tcc, que é da linhagem, o número de referência autêntico da cultura, a pureza, a recuperação, a data da validade, informações da liberação, as características micro e macroscópicas e os resultados dos testes, fenotipos, tudo isso vem junto no certificado.

692
02:06:16.590 --> 02:06:22.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Instruções de uso. Então vem junto, como a gente deve manipular aquele material.

693
02:06:22.890 --> 02:06:23.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então,

694
02:06:23.890 --> 02:06:36.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: instruções de uso, bem como armazenar e esse método de armazenamento deve ser seguido. Pode ser que não consiga manter aqueles organismos vivos,

695
02:06:37.540 --> 02:06:46.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque isso tudo faz parte das condições em que o valor de propriedade e a incerteza são validados a partir dali é que aqueles

696
02:06:46.940 --> 02:06:51.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: certificado aquele material vai garantir a rastralidade metrológica.

697
02:06:51.930 --> 02:07:00.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O uso inadequado pode ser prejudicial para o desempenho do procedimento de medição. Isso independência biológica ou se é físico químico,

698
02:07:00.600 --> 02:07:05.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: deve se respeitar o prazo e validade do certificado para garantir que ele seja um Mrc.

699
02:07:06.810 --> 02:07:20.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E é importante ter certeza de que o recipiente que contém esse material esteja apropriadamente fechado e seja armazenado de maneira adequada, porque o produtor só vai garantir

700
02:07:20.360 --> 02:07:26.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aquelas informações que são nos certificados e também o usuário utilizar da forma que foi indicada.

701
02:07:30.270 --> 02:07:38.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quantas vezes eu posso fazer? Repique isso. A gente já falou, pode ser utilizado como Mrc até a quinta passagem,

702
02:07:39.240 --> 02:07:58.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como a gente deve manter o micro organismo. Então, as características que o fabricante orienta. E depois que a gente utiliza cepas de trabalho, tem orientações aqui que eu deixei no material, cepas, estoque e trabalho. Conforme o fabricante vai dizer a temperatura de armazenamento se pode ser congelado se não pode.

703
02:07:59.870 --> 02:08:18.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se eu posso congelar, porque o processo de congelamento também pode danificar a parede celular. Então a gente tem algumas questões e temperatura de congelamento, como é feito o descongelamento, isso pode prejudicar a característica e gerar mutação. Então a questão da temperatura é importante.

704
02:08:23.030 --> 02:08:36.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, quando a gente compra, deixa eu voltar aqui nesse tubete, esse tubete pretinho. Ou aqui, nesses tubos menorzinhos que é controlado e comercializa. Cada um tem a sua embalagem.

705
02:08:36.820 --> 02:08:48.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente compra uma cepa de referência. Então as cepa de referência destinam se à verificação dos resultados obtidos por suas características fenotípicas já são conhecidas,

706
02:08:48.830 --> 02:08:57.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou seja, sua identificação e seu perfil de sensibilidade já foram determinados pelo fabricante. Então essa é a cepa de referência que eu compro.

707
02:08:57.910 --> 02:09:07.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando chega no meu laboratório. Eu tenho que fazer a análise daquele insumo. Como qualquer insumo crítico. Se aquelas características do recebimento foram atendidas,

708
02:09:07.540 --> 02:09:22.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se era um material que tinha que ficar refrigerado. Se no transporte foi refrigerado, se a embalagem não está violada, se veio com certificado, então eu avalio tudo isso e recebo aquele material de referência. Garanto que está tudo ok,

709
02:09:22.910 --> 02:09:46.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aí eu vou para dentro do meu laboratório. E se eu vou ter que ressuspender no caso das cepas. Eu vou produzir culturas de estoque. O fabricante me diz como eu vou utilizar. Então ele estava ali eufilizado. Eu vou ter que hidratar, ressuspender em que meios de cultura eu tenho que fazer isso? Cada micro organismo e cada fabricante tem uma indicação.

710
02:09:47.750 --> 02:09:51.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, isso é um subcultivo da cepa de referência.

711
02:09:51.270 --> 02:09:59.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E essa cultura é armazenada no laboratório microbiológico, conforme orientação do fabricante, mas aqui uma indicação para ela ser congelada.

712
02:09:59.510 --> 02:10:10.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eu mantenho. Faço vários tubos de estoque. Eu faço um tubo, e depois faço frações disso, conforme a orientação do fabricante

713
02:10:11.560 --> 02:10:12.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

714
02:10:12.990 --> 02:10:19.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da cultura de estoque. Eu vou fazer a cultura de trabalho. Então é uma subcultura também da de estoque

715
02:10:20.280 --> 02:10:22.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a gente vai utilizar

716
02:10:22.210 --> 02:10:28.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na rotina de trabalho para testes diários semanais, para controle de qualidade,

717
02:10:29.540 --> 02:10:38.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a avaliação dos meios de cultura para insumos, teste de kits para várias utilizações para controle de processo

718
02:10:39.390 --> 02:11:00.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para treinamento de pessoal. Então eu tenho a cultura de referência que eu compro. Depois eu faço um subcultivo de estoque e desse de estoque eu faço todos os subcultivos de trabalho. Então, para cada um, é uma geração a mais. Por isso que depende o meu uso. A cultura de referência tem que ser de primeira passagem,

719
02:11:01.170 --> 02:11:01.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá?

720
02:11:04.540 --> 02:11:23.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então como é que é a minha manipulação? O meu uso da cultura de referência. Então preparo uma cultura de estoque com essa de referência. Conforme a orientação do fabricante, eu armazeno, ela é liofilizada. E eu, depois que faço, ressuspendo, eu congelo

721
02:11:24.610 --> 02:11:32.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a validade vai depender sempre do que o fornecedor me passou no certificado. As orientações dele,

722
02:11:35.740 --> 02:11:54.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as culturas estoque. Então elas são mantidas num caldo nutriente, porque eu tenho que dar condições nutritivas, porque elas são um organismo vivo, para que elas se mantenham e possam ficar viáveis também por bastante tempo no meu laboratório.

723
02:11:56.970 --> 02:12:05.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente tem que avaliar as características morfológicas e bioquímicas. Então, garantir que, naquele processo de transporte

724
02:12:05.760 --> 02:12:27.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e ressuspensão desse subcultivo. Se eu não perdi alguma característica, então é importante que a gente teste faça teste de Grã e todas as características que o meu ensaio permita crescimento no meio de cultura. Se precisa do meio não seletivo, provas bioquímicas, a gente vai testar essa cultura de estoque para garantir que está pura.

725
02:12:30.060 --> 02:12:35.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E mantém essa cultura, essas culturas estoque congeladas

726
02:12:36.730 --> 02:12:40.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dessas culturas stock. Então a gente vai preparar as culturas de trabalho.

727
02:12:41.660 --> 02:12:47.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente prepara a partir de referência ou de estoque. A gente repica

728
02:12:47.930 --> 02:12:50.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em um meio não seletivo,

729
02:12:53.440 --> 02:12:59.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque a gente também está querendo fazer ela crescer, crescer para a gente poder utilizar nos ensaios.

730
02:13:00.400 --> 02:13:14.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A temperatura de incubação nesse meio não seletivo deve ser conforme o micro organismo que a gente está trabalhando. E a gente deve manter essa incubação de vinte e quatro a quarenta e oito horas. Também depende do microrganismo que a gente está trabalhando,

731
02:13:15.540 --> 02:13:22.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a gente utiliza então essas culturas de trabalho para todos os nossos ensaios, controles de qualidade, e validação de método,

732
02:13:22.910 --> 02:13:27.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tudo para aquele uso que a gente designou para esse micro organismo.

733
02:13:32.480 --> 02:13:36.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, brevemente aqui, o processo de hidratação

734
02:13:36.540 --> 02:13:49.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de uma cepa de referência não é considerada uma passagem, porque a gente só está hidratando. A gente, não fez ela se multiplicar, gerar novas linhagens, novas gerações. A gente só hidratou aquilo que a gente comprou.

735
02:13:49.950 --> 02:13:57.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A primeira passagem é o subcultivo da cepa de referência para cepa de estoque. A primeira vez que ela vai gerar descendentes,

736
02:14:00.360 --> 02:14:09.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: multiplicar as células e a transferência do micro organismo de cultura de estoque para a cultura de trabalho. Então é uma segunda passagem.

737
02:14:10.000 --> 02:14:10.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigado.

738
02:14:11.730 --> 02:14:16.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu estou produzindo uma nova geração daquelas células.

739
02:14:20.740 --> 02:14:31.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então repique ou passagem significa que o micro organismo está sendo transferido para um novo meio de cultura, e está gerando uma nova geração daquela célula. Daquele organismo.

740
02:14:32.360 --> 02:14:41.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Organismos usados em testes. Aqui, a gente trouxe referências da farmacopeia para testes da indústria farmacêutica

741
02:14:41.870 --> 02:14:44.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: usados em

742
02:14:44.770 --> 02:15:03.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: testes baseados na farmacopeia como promoção de crescimento e testes de eficácia de conservantes e de produtos não devem ser maior do que a quinta passagem, aquela informação que já tinha lá no documento da Cgec, que é um documento, outro documento, uma outra referência bibliográfica. A farmacopeia tem a mesma informação.

743
02:15:06.170 --> 02:15:16.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui vale lembrar a importância de verificar com seus fornecedores em que geração está a sua sepa. Para a gente saber se a gente pode utilizar

744
02:15:17.580 --> 02:15:18.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

745
02:15:18.840 --> 02:15:27.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: importante, então, verificar a geração das cepas. Cada transferência de um novo repique aumenta a probabilidade de mutação

746
02:15:27.400 --> 02:15:32.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com indesejáveis chances de mudança nas características

747
02:15:32.850 --> 02:15:38.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do micro organismo. Ah, isso é tudo informações que também já tinham em outras referências bibliográficas.

748
02:15:40.270 --> 02:15:42.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui é só

749
02:15:43.670 --> 02:16:04.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um esquema que um fluxograma que um fornecedor traz junto no documento. Normalmente, nesse documento de manipulação dos materiais e referências biológicos vem um fluxograma de. O que eu tenho que fazer vem questões descritivas, mas também em fluxograma. Então eu pego a cepa leofilizada, eu hidrato,

750
02:16:04.940 --> 02:16:08.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: depois eu faço a cepa de estoque, que é o primeiro repique

751
02:16:08.820 --> 02:16:16.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu faço a verificação da viabilidade da pureza. Então eu garanto que ela consegue crescer e que ela não esteja contaminada.

752
02:16:19.760 --> 02:16:33.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eu utilizo. Faço um segundo repique faço nas provas bioquímicas, testes de perfil de sensibilidade. E a partir disso, eu posso utilizar desse segundo que produzia minhas cepas de trabalho.

753
02:16:33.900 --> 02:16:35.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui é um esquema

754
02:16:35.990 --> 02:16:38.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de como eu,

755
02:16:39.110 --> 02:16:41.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: hidrata e utilize os organismos.

756
02:16:45.639 --> 02:16:56.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, questões de armazenamento então indica se armazenar as ceas anaeróbias e aeróbias. Então são dois grupos de organismos

757
02:16:57.030 --> 02:17:11.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que se multiplicam na presença de oxigênio. E na ausência de oxigênio, então os dois grupos podem ser armazenados em temperatura de dois a oito graus. Isso tudo vai depender. Que depende do organismo,

758
02:17:12.930 --> 02:17:25.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: indica se o armazenamento de cepas que requerem S2 então os anaeróbios, a temperatura ambientem jarra de Anaerobiose. Então as jarras de anaerobiose.

759
02:17:25.709 --> 02:17:43.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Elas são ambientes que são livres de oxigênio. A gente bota. Hoje em dia existem os geradores e a nairobiose são pastilhas que a gente coloca dentro dessa jarra, que depois ela fica bem vedada para não entrar oxigênio, porque esses organismos só vão crescer

760
02:17:44.260 --> 02:17:46.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na ausência de oxigênio.

761
02:17:47.040 --> 02:18:05.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente tem lá o gerador da anairobiose, que é uma pastilha que consome o oxigênio e os indicadores da nerobiose que garantem que não tem oxigênio naquele ambiente. Para garantir que aquele microrganismo vá ter a condição ambiental para crescer nas condições ideais,

762
02:18:06.209 --> 02:18:12.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então o importante é essa questão do armazenamento desse organismo. Nessas condições ambientais,

763
02:18:14.950 --> 02:18:24.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: leveduras e bolores devem ser armazenados em temperatura ambiente, lembrando que temperatura de laboratório deve ser controlada. Então, o produtor

764
02:18:25.180 --> 02:18:36.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vai dizer qual é a temperatura, que é. Sei lá se é de dez a vinte e cinco de quinze a trinta, qual é a temperatura que é considerada a temperatura ambiente?

765
02:18:37.129 --> 02:18:55.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Congelamento de micro organismos a menos de vinte graus podem danificar as células devido à formação de cristais de gelo e flutuações eletrolíticas, então existem riscos de mutações nos processos de congelar e descongelar, então isso é importante que a gente sempre siga a orientação do fabricante

766
02:18:55.900 --> 02:18:59.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também a gente pode estar provocando danos celulares.

767
02:19:00.270 --> 02:19:09.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, sempre lembrar que uma bactéria, um fungo, um vírus, é um organismo vivo. Então a gente está

768
02:19:09.500 --> 02:19:13.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tendo que garantir que ele tenha as condições ideais para crescer.

769
02:19:17.309 --> 02:19:23.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por isso que é importante adquirir sempre cepas e fornecedores qualificados que mantenham registros atualizados

770
02:19:24.030 --> 02:19:28.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: das suas linhagens, dos seus separários.

771
02:19:28.230 --> 02:19:39.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí tem poucos fornecedores. Então a gente conta nos dedos de quantos produtores, a gente consegue comprar quando são confiáveis. A gente consegue reproduzir

772
02:19:40.559 --> 02:19:46.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tudo. Deve ser documentado e registrado, mantendo a rastreabilidade dos dados, não só das sepas,

773
02:19:46.730 --> 02:19:48.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas também dos lotes

774
02:19:48.920 --> 02:19:49.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tchau.

775
02:19:55.750 --> 02:20:20.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí existe um outro grupo de ensaios biológicos. Até agora, a gente estava falando de ensaios de bactérias e fungos. Aí também para vírus também se aplica. Agora a gente está falando de ensaios macroscópicos e microscópicos. As meninas também que, são de ensaios químicos. Aqui é um outro universo diferente dos microbiológicos. Então são ensaios biológicos

776
02:20:21.640 --> 02:20:32.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a gente vê em microscópio. Então macroscópicos e microscópicos de outras estruturas biológicas, mas que não são fungos e bactérias.

777
02:20:32.220 --> 02:20:37.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esses ensaios, principalmente ensaios e alimentos,

778
02:20:39.160 --> 02:20:42.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para identificar estruturas

779
02:20:42.970 --> 02:20:54.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fragmentos de insetos sujeiras que podem estar contaminando um produto ou um alimento. Então esse é um grupo de ensaios, ensaios de identificação macroscópica e microscópica,

780
02:20:55.110 --> 02:21:08.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que o analista é muito importante aqui. Nesse tipo de ensaio, também não existe material de referência. Então, atualmente, não se encontra disponível material de referência certificado,

781
02:21:08.690 --> 02:21:11.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a gente conta muito

782
02:21:11.510 --> 02:21:13.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com bibliografia.

783
02:21:13.480 --> 02:21:21.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então cabe ao laboratório elaborar seu próprio material de referência, que normalmente são banco, de estruturas e bibliografias.

784
02:21:21.720 --> 02:21:26.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, banco de dados, desenhos, amostras, coleções fotográficas,

785
02:21:26.970 --> 02:21:30.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: literatura e principalmente um analista treinado,

786
02:21:30.860 --> 02:21:34.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque precisa conseguir identificar

787
02:21:34.470 --> 02:21:40.729
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque, por exemplo, a antena do inseto pode ser confundida com uma fibra de tecido,

788
02:21:40.950 --> 02:21:45.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e isso a legislação pede que tenha um grau de diferenciação,

789
02:21:46.070 --> 02:22:00.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então a fragmento pode ser uma pata do inseto que se confunde com algum outro tipo de sujidade. Então é muito importante que a gente tenha um analista treinado,

790
02:22:00.590 --> 02:22:08.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ter bancos de imagens, ter informações, porque inclusive não tem

791
02:22:08.200 --> 02:22:28.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ensaio de proficiência. Para esse tipo de ensaio, a gente precisa fazer um bilateral. E aí, quando a gente vai fazer validação desse tipo de ensaio, eu não tenho material de referência para comprar. E eu não tenho Pep para me comparar de um grupo grande, né? Normalmente os laboratórios têm que comprovar a experiência do analista

792
02:22:30.580 --> 02:22:34.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e promover comparações interlaboratoriais.

793
02:22:35.040 --> 02:22:59.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui é um tipo de ensaio bem complicado para a gente garantir a qualidade do ensaio, garantir que aquele laboratório. Eu mesma. Quando fiz a primeira vez a avaliação desse tipo de laboratório, eu tive que aprender muitas coisas. Então pesquisar antes, ver também. Que tipo de grau de exigência a gente tinha que cobrar do laboratório, que é bem diferente da área de vocês, meninas.

794
02:23:00.980 --> 02:23:25.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o pessoal que está ouvindo. Provavelmente pouca gente é dessa área. Até se alguém que estiver ouvindo essa disciplina for dessa área e quiser deixar alguma contribuição mandar por e mail. Eu acho que é bem interessante. Tá, mas enfim, esse documento do oxigep fala disso, justamente porque, às vezes, os avaliadores querem cobrar coisas nos laboratórios que não é possível atender.

795
02:23:25.400 --> 02:23:26.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

796
02:23:29.480 --> 02:23:45.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outro tipo de ensaio, diferente da rotina da maioria que fala nesse documento. Nesse Doc Sig de setenta e oito é os ensaios de fitoplântom, que também dos ensaios ambientais

797
02:23:45.950 --> 02:23:50.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fitoplântom cianobactérias ou planton macróftas

798
02:23:50.970 --> 02:23:57.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: macroinvertebrados e invertebrados bentônicos. Então são grupos

799
02:23:57.690 --> 02:23:59.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de ensaios biológicos

800
02:24:00.000 --> 02:24:02.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de meio ambiente

801
02:24:02.710 --> 02:24:21.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que atualmente também não se encontra disponível, material de referência certificado, cabendo ao laboratório o uso de bibliografias e chaves taxonômicas específicas, artigos fotos. E também é importante ter um analista experiente

802
02:24:22.130 --> 02:24:31.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, aqui a gente depende muito da experiência da competência do treinamento dos analistas, porque a gente vai estar identificando estruturas

803
02:24:31.550 --> 02:24:38.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e fazendo testes, por exemplo, de toxicidade. Aí também é um outro grupo

804
02:24:39.080 --> 02:24:46.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a gente precisa. Muito. São poucos centros que fazem e a gente precisa. Poucos analistas que fazem

805
02:24:46.480 --> 02:24:47.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá

806
02:24:48.580 --> 02:24:50.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é importante

807
02:24:50.160 --> 02:25:00.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para que essas referências sejam atualizadas. Então a gente sempre tem a atualização das chaves taxonômicas, que às vezes publicações de novos artigos. Pesquisas que vão

808
02:25:00.800 --> 02:25:20.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos atualizando. E às vezes esse conhecimento fica muito concentrado em algumas pessoas. Então é importante que a gente busque treinamentos, busque informação quando vem um analista novo, sempre está acompanhado de um analista experiente, porque depende muito da

809
02:25:20.510 --> 02:25:23.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da expertise de uma pessoa,

810
02:25:26.410 --> 02:25:35.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também a questão da gente não ter ensaio de proficiência. Então a comparação com outros analistas e outros laboratórios é mais difícil,

811
02:25:36.490 --> 02:26:04.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então o laboratório poderá dispor de coleções de organismos de ocorrência regional, que também isso é uma outra coisa. Então, às vezes, os organismos que acontecem aqui no Sul, que aparecem aqui no sul são diferentes do Paraná do Nordeste, porque é a questão da biodiversidade. Então, nem sempre um analista do Rio Grande do Sul vai conseguir ter a experiência de identificar organismos que estão presentes na flora

812
02:26:04.640 --> 02:26:11.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e na fauna lá do nordeste. Então porque essa questão varia regionalmente.

813
02:26:15.010 --> 02:26:42.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, às vezes, a gente precisa lançar a mão do especialista. Tira foto, faz uma lâmina. E se não consegue mandar foto hoje em dia com a tecnologia, facilitou muito. A gente consegue tirar foto do microscópio mandar informação. A gente tem que lançar a mão de especialistas, porque ficam às vezes concentrados em centros de excelência.

814
02:26:46.430 --> 02:26:54.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também existe outro grupo de ensaios que são ensaios toxicológicos e ecotoxicológicos,

815
02:26:54.570 --> 02:27:02.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: onde os materiais em referência são químicos e não biológicos, uma vez que o organismo que são utilizados como indicadores

816
02:27:02.840 --> 02:27:11.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: disposição, e esses compostos servem para verificar se os bin indicadores se comportam dentro do esperado. Ou seja,

817
02:27:13.410 --> 02:27:28.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu acho que o mais adiante eu vou mostrar a fotinha e vai ficar mais fácil. A gente, por exemplo, utiliza crustáceos ou peixes como indicador de uma substância tóxica que possa estar contaminando aquele ambiente.

818
02:27:28.400 --> 02:27:45.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o agente é o agente químico que contamina aquele organismo que faz com que ele morra ou se ele não está presente. Aquele organismo vivo vai conseguir se manter vivo. Então a questão é toxicidade aqui.

819
02:27:46.390 --> 02:27:57.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o agente, o material de referência é um agente químico, e o indicador da toxicidade é biológico. Então é uma interação química e biológica,

820
02:27:57.350 --> 02:28:12.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então nenhum composto químico de referência pode, no entanto, simular a toxicidade desse composto, conhecido dentro da mistura complexa que é o ambiente e o organismo vivo, então por isso que não tem material de referência aqui.

821
02:28:13.510 --> 02:28:23.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Dessa maneira, não há necessidade da utilização do material de referência certificado, porque não vai ter como simular essa complexidade.

822
02:28:24.680 --> 02:28:39.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas existem testes. Isso nas metodologias que são descritas. Isso pede que se faça e se demonstre que o organismo teste apresente resposta adequada para a exposição do composto químico conhecido.

823
02:28:39.520 --> 02:28:55.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o que acontece? A gente tem que manter. Assim como a gente mantém as ceas armazenadas no freezer ou em temperatura ambiente ou nas geladeiras. A gente tem que manter aqueles peixes e aqueles crustáceos vivos. É como se a gente.

824
02:28:56.070 --> 02:29:10.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Só que quem já teve peixe sabe, às vezes questões de mudança de ph. Questões de luminosidade. Eles são muito sensíveis. Então, manter viável aqueles organismos é difícil.

825
02:29:10.220 --> 02:29:30.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então pode ser que ele não morra por causa da toxicidade daquela água, ou daquele efluente que eu estou testando, mas porque ele não está tendo condições de manutenção daquele aquário adequado. Então aqui é um ensaio bem complicado. Não são muitos laboratórios que fazem esse tipo de ensaio,

826
02:29:30.310 --> 02:29:37.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas aqui, só para saber que também não tem material de referência. Existe essa demonstração do organismo teste

827
02:29:37.310 --> 02:29:49.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para garantir que no fato dele morrer não é por causa da toxicidade da água do efluente, mas é porque ele não conseguiu se manter vivo. Eu não sei se eu consegui me fazer entender.

828
02:29:50.560 --> 02:29:52.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ficou alguma dúvida aqui.

829
02:29:55.310 --> 02:30:01.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho que aqui fica mais fácil vocês entenderem o que é esse teste.

830
02:30:01.270 --> 02:30:13.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente coloca esse teste se baseia na exposição de Neo aqui. Esse tipo de organismo. Então neonatus de Dafnea são os peixinhos

831
02:30:14.750 --> 02:30:17.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em diferentes diluições da mostra.

832
02:30:18.010 --> 02:30:32.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então amostras mais concentradas. Depois eu vou diluindo aquela amostra. Aquela amostra em qual daquelas diluições os organismos morrem ou vivem. E aí a resposta é a taxa de letalidade.

833
02:30:33.380 --> 02:30:35.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas o importante é que

834
02:30:35.730 --> 02:30:40.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para vocês entenderem, é que não existe um material de referência. Eu tenho

835
02:30:40.480 --> 02:30:44.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um indicador. A toxina que eu quero testar.

836
02:30:44.480 --> 02:30:54.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E tem um organismo vivo. E eu tenho que garantir que o ensaio consiga ser reproduzido. Porque eu tenho um indicador biológico nas condições ideais,

837
02:30:54.510 --> 02:30:55.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá,

838
02:30:57.040 --> 02:30:57.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então,

839
02:30:57.960 --> 02:31:12.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para casos específicos, onde o uso de material de referência química não é aplicável, como esse exemplo e também outros, como irritação cutânea ocular, seguir as recomendações do método analítico à norma de referência, porque, nesse caso,

840
02:31:12.560 --> 02:31:18.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dos ensaios toxicológicos, essa questão da demonstração da

841
02:31:19.410 --> 02:31:23.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do organismo teste está viável. Faz parte do ensaio.

842
02:31:27.610 --> 02:31:38.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outros grupos ensaios hoje é o grupo dos ensaios biológicos. Tá, não sei se eu chateei as meninas aqui, mas é uma informação bem diferente do que vocês estão acostumadas.

843
02:31:39.670 --> 02:31:53.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então existem ensaios, sanidade vegetal como eu tinha falado antes. Herbologia, entomologia, acarologia. Então, insetos, ácaros, nematóides, bactérias, fungos, vírus,

844
02:31:53.750 --> 02:31:58.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: folha no caso, erbologia que trabalha com sementes também

845
02:32:00.530 --> 02:32:07.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é uma outra área do conhecimento que não tem disponível material de referência certificado.

846
02:32:08.580 --> 02:32:21.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Cabe ao laboratório, então usar bibliografia, as chaves taxonômicas e especialistas. Então, nesses casos, por exemplo, de sementes, os laboratórios têm coleções de sementes

847
02:32:22.160 --> 02:32:29.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e em todos os países, então a gente tem que identificar. Às vezes, as sementes invasoras que não são da nossa,

848
02:32:30.270 --> 02:32:41.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da nossa flora. Não são nativas. Elas são de Flora, e elas podem provocar algum tipo de desequilíbrio. Então isso é importante que os laboratórios identifiquem esse tipo de espécie.

849
02:32:41.500 --> 02:32:56.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu tenho que separar fazer coleções quando chegou uma no meu laboratório, eu consegui identificar. Eu faço. Eu guardo ela para ser a minha referência, junto com fotos e com outras formas de identificar,

850
02:32:57.480 --> 02:32:59.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: assim como

851
02:32:59.910 --> 02:33:05.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: insetos ácaros. Então, da mesma forma, se fazem lâminas,

852
02:33:06.370 --> 02:33:17.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se colecionam fotos, pode ser que tenha banco de Dna. Então são várias ferramentas que se utilizam como materiais de referência.

853
02:33:18.780 --> 02:33:25.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é importante que essas referências sejam atualizadas, porque eu tenho informações novas que vão sendo geradas.

854
02:33:26.130 --> 02:33:39.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O laboratório pode dispor. Então, de coleções de organismos, acervos fotográficos, e quando aplicáveis a analistas, então às vezes eu vou montando esses bancos. Essas coleções.

855
02:33:39.170 --> 02:34:01.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E eu já vi laboratório que eu achei bem interessante. Eles chamam o especialista de tanto em tanto tempo para certificar. Então é uma pessoa com amplo saber reconhecimento internacional. Eles chamaram esse especialista para vir o laboratório certificar toda a coleção de no caso Ali. Acho que tinha de sementes.

856
02:34:01.450 --> 02:34:05.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tinha de ácaros e tinha de insetos

857
02:34:05.510 --> 02:34:21.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para eles poderem. Eu acho Que Cinematóides. Não me lembro. Mas enfim, dessas outras três áreas. Sim, o especialista certificou cada um cada uma dessas áreas, porque é mais difícil ter alguém que saiba de muitas áreas.

858
02:34:26.500 --> 02:34:30.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ok, não, tranquilo. Obrigada por estar presente nessa noite.

859
02:34:32.720 --> 02:34:39.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E por contribuir. É sempre bom quando a gente consegue interagir. Obrigada, obrigada pelo feedback também.

860
02:34:40.540 --> 02:34:46.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O tema não é da área de vocês, mas a gente também tinha que contemplar todo mundo.

861
02:34:47.270 --> 02:34:49.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigada pela presença,

862
02:34:49.840 --> 02:34:53.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas a gente já está terminando, tá? Tu não vai perder muita coisa.

863
02:34:53.680 --> 02:34:55.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

864
02:34:57.290 --> 02:35:15.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também é deixar aqui registrado que, como vocês viram, tem ainda poucos materiais de referência disponíveis no mercado mundial em relação à demanda, mesmo nos ensaios químicos, e tem algumas, áreas, por exemplo, alimentos que às vezes a gente precisa.

865
02:35:15.730 --> 02:35:28.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Materiais de referência na matriz. Então existem alimentos, matriz, carne, matriz, bebidas, leites, ou suco ou mel. Então a gente precisa de um material de referência na matriz,

866
02:35:28.530 --> 02:35:30.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que também é muito difícil,

867
02:35:30.710 --> 02:35:42.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, produzir edifício. Ter uma certificação é difícil e, às vezes, a própria questão da estabilidade daquele material é difícil.

868
02:35:42.940 --> 02:35:51.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ainda tem poucos materiais de referência disponíveis em diferentes áreas

869
02:35:51.410 --> 02:36:12.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e é uma mensagem que até é uma questão daquele curso da Cgec. Quando não houver material de referência disponível, as alternativas devem atender as políticas dos organismos acreditadores. Por isso que a nit ridícula trinta traz várias informações. O que eu faço quando eu não tenho material de referência disponível.

870
02:36:15.560 --> 02:36:38.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando houver material de referência disponível, atentar para os cuidados, preparo e na condução do ensaio, na manipulação, no armazenamento. Tudo isso que a gente falou em todos esses dias, tanto para insumos químicos quanto biológicos, cada um dentro da sua característica,

871
02:36:43.260 --> 02:37:01.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, os materiais e referência certificados devem ser encarados como grande aliados para o laboratório, conferindo rastreabilidade meteorológica para os ensaios, e garantindo confiabilidade dos resultados, o que reflete então a confiabilidade do laboratório. Então, para isso, também,

872
02:37:02.090 --> 02:37:05.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a gente utiliza material de referência para garantir,

873
02:37:06.290 --> 02:37:20.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para nós e para os clientes, para a comunidade, que a gente está produzindo resultados válidos. Então, a dezassete vinte e cinco a quinze, cento e oitenta e nove são sistemas de gestão da qualidade que vão.

874
02:37:20.330 --> 02:37:27.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Todo esse processo vai garantir que a gente produza resultados válidos e confiáveis comparáveis,

875
02:37:29.000 --> 02:37:42.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e o ideal é que um resultado que faça no meu laboratório no Brasil seja reproduzido e poder ser comparado com o laboratório da China, dos Estados Unidos da Alemanha. Então é isso que a gente busca. Rastreabilidade e comparabilidade.

876
02:37:45.230 --> 02:37:52.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Terminei bem antes, né? Tomei um pouquinho mais de meia hora para terminar a aula. Mas enfim,

877
02:37:52.310 --> 02:38:11.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: estou deixando aqui os nossos contatos, meu e o da Tânia. Espero que a gente possa ter dado uma pincelada no que são as maiores dúvidas aonde buscar informação que às vezes a gente não consegue absorver. Da primeira vez que a gente vê a informação.

878
02:38:12.170 --> 02:38:27.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas se a gente tem as fontes de onde buscar quais sites? Procurar. Eu acho que ajuda bastante. E aí, lendo o material várias vezes, a gente constrói o conhecimento, reforça, multiplica

879
02:38:27.430 --> 02:38:44.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a gente espera que tenha conseguido passar essa mensagem para vocês, caso tenha ficado alguma dúvida? Não sei. Soraia que ficou aqui, forte, firme e forte até o final. Se tu tens alguma. Queres falar alguma coisa complementar.

880
02:38:44.050 --> 02:38:51.900
Soraya Pereira: Não, não, tudo certo. Por mais que essa aula agora, foi um pouquinho diferente da minha aula, mas foi um conhecimento. Também

881
02:38:52.560 --> 02:39:04.930
Soraya Pereira: eu não sabia que tinha padrões para microbiologia. Essas questões microbiológicas. Não sabia, mas é conhecimento a mais a parte do que a gente trabalha.

882
02:39:04.930 --> 02:39:05.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De manhã.

883
02:39:05.290 --> 02:39:11.279
Soraya Pereira: Mas a mais, com certeza. E, enfim, algumas outras dúvidas que eu tive também.

884
02:39:11.280 --> 02:39:11.810
Soraya Pereira: Bom dia.

885
02:39:13.010 --> 02:39:21.519
Soraya Pereira: Curso esse módulo. Agora, essa matéria no caso foi muito bom, mas agora é o que a gente pratica. Mesmo

886
02:39:21.520 --> 02:39:21.940
Soraya Pereira: Índia.

887
02:39:21.940 --> 02:39:24.390
Soraya Pereira: De muitas atividades do laboratório.

888
02:39:25.150 --> 02:39:27.940
Soraya Pereira: As dúvidas vão surgir quando a gente for

889
02:39:28.100 --> 02:39:32.410
Soraya Pereira: for usar.

890
02:39:32.410 --> 02:39:35.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando recebem a avaliação da Cgecre.

891
02:39:35.610 --> 02:39:36.909
Soraya Pereira: É isso aí.

892
02:39:36.910 --> 02:39:37.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não haja.

893
02:39:37.740 --> 02:39:44.900
Soraya Pereira: Mas eu não sabia assim. Eu já ouvi falar. Eu já fiz alguns ministrainamentos de oito horinhas. Eu já ouvi falar já

894
02:39:45.280 --> 02:39:59.599
Soraya Pereira: lá no site do inmet. Onde você tem acesso a esses aí, Nietzsche vinha esses nomes aí, mas eu. Nunca tinha ido lá, né? Agora que eu estou começando a acessar, ver como que é. E essa é a intenção. Mesmo a gente ter mais conhecimento e a gente poder fazer

895
02:39:59.600 --> 02:39:59.920
Soraya Pereira: de um.

896
02:39:59.920 --> 02:40:02.499
Soraya Pereira: Colocar em prática no laboratório.

897
02:40:02.850 --> 02:40:03.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sonho.

898
02:40:05.360 --> 02:40:15.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então passamos a mensagem. Qualquer coisa. A gente está à disposição por e mail. O pessoal da Sbm também. Qualquer coisa pode vir por meio deles.

899
02:40:15.430 --> 02:40:15.860
Soraya Pereira: Uhum.

900
02:40:15.860 --> 02:40:25.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E a gente está sempre à disposição. Espero que a gente encontre vocês os alunos em outras disciplinas. Espero que vocês estejam aproveitando o curso.

901
02:40:25.520 --> 02:40:25.969
Soraya Pereira: E aí?

902
02:40:25.970 --> 02:40:34.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O quadro. As disciplinas foram selecionadas e os professores da Svm sempre são muito bons. Espero que vocês estejam aproveitando.

903
02:40:34.570 --> 02:40:35.970
Soraya Pereira: Tá joia. Obrigada.

904
02:40:36.350 --> 02:40:37.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Abraço. Boa noite.

905
02:40:38.130 --> 02:40:39.630
Soraya Pereira: Boa noite.

