WEBVTT

1
00:06:47.980 --> 00:06:51.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Oi, pessoal. Boa noite. Tudo bem.

2
00:06:52.000 --> 00:07:13.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Dezenove horas, início da aula, três da disciplina de seleção de materiais e referência e padrões. Não entrou ainda ninguém na aula. Eu vou aguardar mais uns cinco minutinhos. Estou deixando só esse registro para o pessoal que estiver assistindo posteriormente. Então eu vou aguardar cinco minutos

3
00:07:14.230 --> 00:07:18.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: das 19h. Aí a gente inicia a gravação. Tá bom,

4
00:07:19.110 --> 00:07:21.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: só vamos aguardar uns minutinhos.

5
00:11:42.520 --> 00:11:46.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Muito bem. Dia seis de Março

6
00:11:46.750 --> 00:11:50.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de dois mil e vinte e cinco, a disciplina. Então, como já tinha falado

7
00:11:51.530 --> 00:11:55.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de seleção de material de referência e padrões.

8
00:11:56.310 --> 00:12:05.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa aula vai ficar gravada. Então, para quem não me conhece, meu nome é Alessandra Oznicolau. Caldura. Sou avaliadora.

9
00:12:05.710 --> 00:12:14.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Da rede metrológica do Rio Grande do Sul. Já vai fazer. Vou para quinze anos em dois mil e vinte e cinco.

10
00:12:15.040 --> 00:12:38.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também sou avaliadora especialista da Cgecre para ensaios biológicos na rede meteorológica. Então, o meu escopo de avaliação a mil setecentos e vinte e cinco em ensaios químicos, fisicoquímicos, microbiológicos, toxicológicos, biológicos, semente solo. Então, tenho uma atuação grande na rede meteorológica do rio grande do Sul,

11
00:12:38.600 --> 00:12:46.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a Cgec então eu sou a variadora especialista na norma mil setecentos e vinte e cinco para ensaios biológicos.

12
00:12:48.120 --> 00:12:55.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E também na Iso mil quinhentos e oitenta e nove para laboratórios e análises clínicas.

13
00:12:55.270 --> 00:13:07.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também sou avaliadora, líder na Sociedade Brasileira de Análises Clínicas no Manual do Dique. Então, tenho já bastante experiência em avaliações e também

14
00:13:07.790 --> 00:13:32.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nesse tema, que é seleção e uso de materiais de referência e padrões. Essa disciplina é dividida com a Professora Tânia, que deu a aula um e dois nos dias dois0 e vinte e cinco de fevereiro. E agora a gente retoma depois do carnaval. Eu acredito que não temos público hoje, justamente porque muita gente viaja nesse período

15
00:13:34.060 --> 00:13:39.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: acaba que as pessoas assistem as aulas depois gravadas.

16
00:13:39.210 --> 00:13:58.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vou tentar deixar essa aula rica a dezembro também. Quando a gente tem interação de alunos, ela fica melhor porque as pessoas trazem as suas demandas, os seus questionamentos, as suas dificuldades, até experiências que passaram em processos de avaliação, e a aula acaba ficando mais rica.

17
00:13:58.830 --> 00:14:09.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, como eu não estou aqui com interação, não tenho público para debater e trocar ideias. Certamente essa aula vai ficar

18
00:14:10.270 --> 00:14:13.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um pouco mais.

19
00:14:14.990 --> 00:14:15.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

20
00:14:16.230 --> 00:14:31.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com menos exemplos que a gente pudesse ter, se tivéssemos presença de alunos. Mas de qualquer maneira, eu gostaria de deixar aqui registrado. Se vocês tiverem alguma dúvida, no final, vai ter os meus contatos. Assim como os da Professora Thayanna. Ela já deve ter passado para vocês.

21
00:14:31.830 --> 00:14:50.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qualquer coisa que vocês tiverem de dificuldade ou algum questionamento, possa vir também. Posteriormente, na semana que vem, no dia treze. Essa disciplina finaliza. Também teremos oportunidade. Se alguém assistir essa aula nesse meio tempo, pode questionar também na aula que vem.

22
00:14:50.700 --> 00:14:52.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, então vamos aqui

23
00:14:55.050 --> 00:14:58.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: compartilhar a nossa função.

24
00:15:01.900 --> 00:15:02.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

25
00:15:03.090 --> 00:15:04.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de.

26
00:15:07.870 --> 00:15:09.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

27
00:15:10.550 --> 00:15:12.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se aparecer alguém, eu

28
00:15:14.100 --> 00:15:20.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: espero que a aula esteja aparecendo qualquer coisa também. Se vocês,

29
00:15:20.660 --> 00:15:26.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando forem assistir gravada tiverem alguma dificuldade, a gente tenta

30
00:15:26.990 --> 00:15:27.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: refazer.

31
00:15:28.290 --> 00:15:31.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo, então essa aula é aula. Três

32
00:15:31.820 --> 00:15:33.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da disciplina

33
00:15:34.660 --> 00:15:55.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do curso de gestão para laboratórios. Então eu até gosto na primeira aula, quando eu tenho contato com os alunos, de conhecer as pessoas, saber a realidade onde trabalham, que tipo de laboratório? Que cargos ocupam nos laboratórios? Enfim, a gente está sem essa interação possível. Mas, enfim,

34
00:15:56.760 --> 00:16:03.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vou tentar aqui, nesse conteúdo contemplar ser mais amplo possível, para que possa atender às necessidades de vocês.

35
00:16:06.770 --> 00:16:15.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu trouxe esse slide aqui. Só a Tânia já apresentou esse slide para vocês.

36
00:16:15.420 --> 00:16:44.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas então, só para a gente retomar um pouquinho esse tema dos materiais de referência como uma ferramenta importante na realização e várias etapas da qualidade de um laboratório nas etapas da qualidade e das medições que a gente desenvolve em diferentes tipos de laboratórios, laboratórios de meio ambiente, laboratórios de alimentos, laboratórios de solo, de semente de análises, clínicas

37
00:16:45.220 --> 00:16:54.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de fitopatologia. Então, existe uma Gama, muito grande de tipos de laboratório. Eu não sei de que área vocês são,

38
00:16:54.830 --> 00:17:21.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas, enfim, em todas elas, a gente tem a necessidade então, de referência como uma ferramenta para diferentes etapas dos processos. Então a Tânia já falou isso com vocês nessa parte de quando a gente está ali selecionando e validando, verificando o método, assim como a norma fala quando a gente desenvolve o método

39
00:17:22.640 --> 00:17:39.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou faz grandes modificações no método que já é normalizado. A gente precisa validar ou verificar se a gente tem nas nossas condições. A gente consegue obter resultados válidos, então os materiais e referências são muito importantes nessa etapa do processo.

40
00:17:40.590 --> 00:17:50.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma das etapas do processo também na validação é a gente estimar a incerteza das nossas medições, o quanto a gente.

41
00:17:52.060 --> 00:18:13.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qual é a variabilidade dos nossos resultados? Considerando um valor verdadeiro, então aquele valor que a gente obtém sempre tem uma incerteza embutida. Nunca é aquele valor fixo. Então, quanto é essa incerteza que a gente tem que determinar,

42
00:18:13.380 --> 00:18:27.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e isso, o material de referência é muito importante nesse processo de avaliação e estimativa dessa incerteza. Então, qual é a faixa de valores que o nosso valor de medição está contido

43
00:18:29.100 --> 00:18:33.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para calibrações dos equipamentos. Nós, enquanto laboratórios,

44
00:18:34.150 --> 00:18:41.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mandamos calibrar em laboratórios competentes. Depois a gente vai retomar um pouquinho sobre isso.

45
00:18:41.780 --> 00:19:00.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E em algumas situações, a gente também precisa calibrar internamente os nossos equipamentos. Então, para isso, também precisamos de materiais e referência, tanto para fazer calibrações. Quem manda calibrar o laboratório de calibração precisa do material de referência certificado para fazer essa calibração, essa definição,

46
00:19:00.500 --> 00:19:09.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: conhecer o erro e a incerteza daquela medição, e nós, internamente, também precisamos dos materiais e referências certificados para calibrar

47
00:19:09.470 --> 00:19:16.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também materiais e referência no processo de verificação intermediária ou checagem desses equipamentos

48
00:19:18.220 --> 00:19:24.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: materiais e referência também são importantes para a gente avaliar a exatidão das nossas medições.

49
00:19:24.850 --> 00:19:42.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, com o material de referência certificado, a gente vai conseguir ter em mente o valor verdadeiro e quanto o nosso método é exato, o mais próximo possível do valor conhecido.

50
00:19:43.440 --> 00:19:57.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também a gente utiliza material de referência para atribuir a rastreabilidade metrológica para os nossos ensaios para os diferentes tipos de metodologia. Quando a gente está construindo as curvas de calibração,

51
00:19:58.540 --> 00:20:27.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando a gente está titulando os nossos ensaios. Então, quando a gente padroniza o titulante ali, a gente atribui a rastreabilidade meteorológica dos nossos ensaios para ensaios gravimétricos, então a gente também tem a atribuição de rastreabilidade no processo de pesagem. Então, nos diferentes tipos de metodologias, a gente precisa atribuir rastreabilidade confiabilidade e comparabilidade para os nossos resultados,

52
00:20:27.500 --> 00:20:43.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e é o tema que a gente vai começar a trabalhar hoje. Então os controles de qualidade internos também são utilizados materiais de referência nos processos de treinamento do pessoal com material com valor conhecido. A gente consegue saber

53
00:20:43.550 --> 00:20:55.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se aquele analista, aquele colaborador está conseguindo reproduzir os ensaios que ele foi treinado a fazer e também

54
00:20:56.860 --> 00:21:17.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos processos de garantia externa da qualidade e também o material de referência é importante porque vários laboratórios precisam de um valor conhecido para poder se comparar, claro, com método estatístico. Todo um planejamento determinado para

55
00:21:17.670 --> 00:21:28.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: conseguir saber qual é a dispersão dos resultados. Se os participantes estão então todos, atendendo, ou estão sendo competentes

56
00:21:28.540 --> 00:21:31.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para desenvolver aquelas atividades.

57
00:21:33.290 --> 00:21:36.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, avaliar o desempenho dos participantes.

58
00:21:36.780 --> 00:21:46.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o material de referência tem uma ferramenta importante para uma gama muito grande. De atividades dentro de um laboratório.

59
00:21:47.980 --> 00:22:09.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente quer garantir. Então vamos falar um pouquinho a partir de hoje sobre as questões relacionadas à garantia da validade dos resultados. Depois a gente vai falar um pouquinho sobre os requisitos. O sete.sete, que é um7 2cinco, traz mas enfim, para que a gente busca

60
00:22:09.330 --> 00:22:31.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a garantia da qualidade dos resultados, porque a gente, no final, quer confiar naquele resultado que o nosso ensaio se propõe a fazer então? Confiar naquele resultado, oferecer para os nossos clientes resultados verdadeiros, confiáveis, e também que esses resultados sejam comparáveis, que tenham rastreabilidade.

61
00:22:31.630 --> 00:22:43.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso que a gente busca quando faz o processo de validação de método. Quando a gente seleciona uma metodologia, conforme a matriz que a gente está trabalhando

62
00:22:47.250 --> 00:22:49.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um pouquinho ar condicionado.

63
00:22:50.880 --> 00:22:57.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, quando a gente está selecionando a metodologia e

64
00:22:57.450 --> 00:23:14.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: avaliando quais os parâmetros a gente vai precisar analisar objetivamente, estabelecendo critérios de aceitação para aqueles parâmetros e, para isso, a gente, para avaliar a exatidão, precisão, linearidade, construir a curva de calibração,

65
00:23:15.330 --> 00:23:29.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: avaliar o efeito matriz, tudo isso. A gente vai precisar utilizar o material de referência. Então, no processo de validação, a gente precisa dos materiais de referência. Isso. A Tânia já conversou com vocês um pouquinho

66
00:23:29.800 --> 00:23:35.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também? Para a estimativa da incerteza. Então os materiais de referência entram

67
00:23:37.200 --> 00:23:56.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como uma contribuição da incerteza de medição. Lá. Quando a gente vai construir a curva, ele é uma contribuição da incerteza de medição nos processos de calibração para a calibração. A incerteza relacionada à calibração também está relacionada ao material de referência que foi utilizado para a calibração.

68
00:23:56.860 --> 00:24:07.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando a gente está olhando a precisão dos nossos processos, também a gente utiliza um material de referência. Muitas vezes, outras vezes, a gente utiliza as amostras

69
00:24:08.190 --> 00:24:22.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando a gente faz a avaliação da amostragem, também. Algumas vezes a gente faz um processo com materiais e referência. Então, para calcular a incerteza de medição, os materiais e referência são importantes,

70
00:24:24.510 --> 00:24:34.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e depois, quando a gente já tem o método estabelecido validado a incerteza definida, analisada, estimada conhecida.

71
00:24:34.240 --> 00:24:48.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente oferece os serviços que se espera que sejam de qualidade, que já tenham a sua rastabilidade garantida, e a gente precisa manter a qualidade do nosso processo, acompanhar ao longo do tempo

72
00:24:50.260 --> 00:25:14.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como aquele ensaio vai ser desenvolvido, se ele mantém a qualidade ao longo do tempo. Às vezes, a gente troca os analistas. Então, a gente já fez aquela avaliação inicial da validação. Mas em muitos laboratórios, a gente tem um fluxo de analistas. Tem aquele analista principal, mas podem outras pessoas também realizar aquela atividade, aqueles processos ou algumas etapas do processo.

73
00:25:14.810 --> 00:25:28.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente troca de equipamentos tem alguma questão de rede elétrica que podem interferir no desempenho dos equipamentos. Então a gente tem que garantir que a qualidade desses ensaios se mantém ao longo do tempo.

74
00:25:28.800 --> 00:25:50.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outros analistas com outros equipamentos a gente tem, às vezes. Ora, faz as análises em um equipamento ou em outro. Às vezes, a gente tem laboratórios que têm até filial. Então a mostra possa vir para uma unidade de laboratório ou para outra unidade. Isso acontece muito

75
00:25:51.680 --> 00:26:04.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em laboratórios e análises clínicas, ou nas análises clínicas também. Às vezes, a gente tem mais do que um equipamento que faz o mesmo tipo de exame. Então, a gente precisa comparar

76
00:26:04.480 --> 00:26:25.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se aquele exame realizado no equipamento é o mesmo resultado do que a gente realiza em outro. Então por isso que a gente precisa de um material de referência para saber essa condutatividade entre equipamentos, às vezes entre métodos. Então, a gente tem no laboratório mais do que um método para realizar

77
00:26:25.720 --> 00:26:27.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o mesmo ensaio,

78
00:26:28.530 --> 00:26:32.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também a gente precisa conseguir comparar esses resultados.

79
00:26:33.070 --> 00:26:38.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para tudo isso, os materiais em referência são utilizados.

80
00:26:41.470 --> 00:26:51.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é isso que a gente disse. Quando a gente está desenvolvendo um ensaio no nosso laboratório, a gente tem uns objetivos que a gente tem que atingir

81
00:26:52.170 --> 00:27:11.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: isso. A gente busca lá na validação e também, e ao longo do tempo, a gente precisa garantir a validade dos resultados. O que a gente precisa saber? Quais são as especificações, o que aquele método pede que a gente garanta o standard. Métodos tem lá? No início de cada capítulo,

82
00:27:12.880 --> 00:27:41.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem umas tabelas que pedem para a gente fazer alguns tipos de controle de qualidade. Então, para alguns ensaios, eu tenho que fazer uma matriz fortificada. Tenho que fazer duplicatas. Amostras fortificadas para o ensaio, por exemplo, de oxigênio para o seu ouvido. Eu tenho que avaliar o zero de oxigênio. Então depende o tipo de ensaio. Aquela metodologia tem especificações de qualidade.

83
00:27:41.450 --> 00:27:52.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Claro, sempre com equipamentos calibrados. Isso a gente vai desenvolver um pouquinho ao longo dessa aula. Mas, enfim, a gente precisa atender às especificações que aquela metodologia

84
00:27:54.480 --> 00:27:55.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: determina.

85
00:28:06.300 --> 00:28:17.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ali eu tenho que saber como eu aprovo. Desaprovo mediante quais controles e qualidade. Quais parâmetros que eu tenho que atender,

86
00:28:17.880 --> 00:28:18.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

87
00:28:18.900 --> 00:28:35.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qual é o controle de qualidade? Qual é a concentração que eu estou trabalhando? Então, qual é a especificação da legislação. Às vezes eu tenho que saber qual é o limite de quantificação daquela minha metodologia, dependendo qual legislação que o meu cliente está buscando

88
00:28:35.530 --> 00:28:41.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: analisar qualquer resultado para qual legislação ele vai atender.

89
00:28:41.740 --> 00:28:50.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para tudo isso, a gente precisa. E para garantir a confiabilidade desses resultados. A gente está trabalhando

90
00:28:50.890 --> 00:28:53.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também com materiais e referência.

91
00:28:55.100 --> 00:29:03.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para garantir a qualidade analítica dos resultados, a gente precisa de calibração de instrumentos e medição

92
00:29:03.630 --> 00:29:06.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de equipamentos. Vidraria

93
00:29:07.260 --> 00:29:20.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: escolher um laboratório competente para fazer as calibrações, estabelecer periodicidade de calibrações, fazer checagens intermediárias, dos equipamentos, tudo isso lá no requisito de equipamentos.

94
00:29:20.440 --> 00:29:26.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso está lá dito na mil setecentos e vinte e cinco. E são etapas que a gente costuma cumprir.

95
00:29:27.040 --> 00:29:37.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente utiliza materiais de referência para garantir a rastreabilidade dos nossos resultados, como a Tânia já conversou com vocês, como a gente já falou nesse início de aula

96
00:29:38.150 --> 00:29:44.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a realização das amostragens. A gente precisa que os nossos equipamentos que vão a campo

97
00:29:45.400 --> 00:30:07.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sejam calibrados e checados antes de irem para o processo de amostragem. Então, quem aqui de laboratório que tem a coleta sabe que os coletadores, antes de irem a campo. Eles lá fazem a calibração dos piagômetros, condutivímetros, equipamento de oxigênio absolvido. Esse equipamento precisa fazer a

98
00:30:08.270 --> 00:30:30.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a avaliação do oxigênio zero do oxigênio dissolvido, a verificação dos cem de oxigênio. O turbidímetro não tem calibração externa. Mas ele tem que fazer é necessário fazer uma calibração interna. Então, para cada tipo de equipamento no processo de amostragem, a gente também tem que se preocupar

99
00:30:30.850 --> 00:30:37.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com a calibração. Em primeiro momento desses equipamentos, mas também calibrações internas,

100
00:30:38.070 --> 00:30:41.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: checagens dos equipamentos antes do processo, demonstraje,

101
00:30:42.130 --> 00:30:45.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: senão tudo que a gente fizer no campo não vai ter validade nenhuma

102
00:30:47.850 --> 00:31:08.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para garantir também a qualidade analítica dos nossos resultados. Com certeza, as instalações e condições ambientais têm que ser adequadas, então, primeiramente, aquele equipamento tem que ser armazenado ou ficar em local adequado para não sofrer dano. Os materiais de referência também que são utilizados

103
00:31:09.260 --> 00:31:35.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: devem ser acondicionados em refrigeradores, caso o fabricante diga que, assim que eles têm que ser armazenados ou em condições ambientais, em temperatura ambiente. Então, estabelecer qual é a temperatura ambiente importante? Sempre olhar o rótulo do material de referência. A Tânia já comentou com vocês que isso é um pré requisito e existe até uma norma para isso,

104
00:31:36.520 --> 00:31:47.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trinta e três.quatrocentos e um fala sobre o documento que acompanha o material de referência. E lá diz que o fabricante tem que informar

105
00:31:47.770 --> 00:31:56.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para o usuário. E quais são as condições de armazenamento daquele produto, porque ele, quando produz, ele avalia a homogeneidade, mas também a estabilidade.

106
00:31:56.500 --> 00:32:23.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, quanto tempo ele se mantém válido e quais as condições ambientais, eles devem ser acondicionados. Então isso aqui é bem importante que a gente verifique, porque nem todos. Por exemplo, já peguei em muitas situações padrões de ph. Um fabricante manda guardar em geladeira. O outro diz que tem que ser em temperatura ambiente, a gente troca a marca e não olha o.

107
00:32:24.000 --> 00:32:29.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O certificado do material de referência. A gente acondiciona de uma maneira inadequada,

108
00:32:29.890 --> 00:32:33.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou às vezes a gente tem um almoxarifado.

109
00:32:34.460 --> 00:32:45.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí a gente lá no almoxarifado mantém a temperatura de quinze a vinte e cinco. E algum daqueles produtos

110
00:32:45.450 --> 00:32:55.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem um acondicionamento um pouco diferente, em vez de quinze de dez a trinta. Então a gente sempre tem que ser o tanto quanto restrito

111
00:32:55.710 --> 00:33:21.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para atender todos os insumos que a gente está fazendo aquele armazenamento. Então as condições ambientais não é tão trivial assim. Então o ideal é quem faz essa gestão dos materiais de referência ao condicionamento. Olhe, por isso, que a gente toca nesse assunto, de olhar dos materiais em referência dos equipamentos. Quais são as condições que o fabricante

112
00:33:22.790 --> 00:33:26.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: orienta, que aquele material deva ser acondicionado?

113
00:33:27.240 --> 00:33:52.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, às vezes, a gente passa um pouco batido por essa questão da acumulação e condições ambientais. Mas isso é importante, porque tudo que a gente faz depois aquele material de referência é super caro. A gente comprou um valor. Tem pouco tempo de uso e a gente não acondicionou da maneira adequada e ele não vai reproduzir da melhor maneira. Então, condições ambientais é muito importante

114
00:33:54.480 --> 00:34:10.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: competência do pessoal, não só nos treinamentos que a gente faz para desenvolver o ensaio, mas também nessas pequenas coisas, do acondicionamento do fracionamento, posso fracionar

115
00:34:11.060 --> 00:34:13.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o material de referência. Sim ou não?

116
00:34:14.170 --> 00:34:19.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como eu vou fazer o rótulo daquele fascinado. Então a competência

117
00:34:20.850 --> 00:34:39.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é avaliada também nessas pequenas coisas. E tem muitos laboratórios que às vezes fazem até um check list. E uma vez por mês, passam para também avaliar esses pequenos detalhes. Condicionamento dos insumos, o rótulo. Se às vezes as pessoas vão só

118
00:34:39.719 --> 00:34:53.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trocando um material de referência que eu fraciono muito e eu não troco o rótulo. Então o Loki está com a informação inadequada. Já passei muitas situações até que dar não conformidades,

119
00:34:53.639 --> 00:35:08.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque a pessoa não tinha feito os registros corretos. Não tinha trocado o rótulo porque aquele material era fracionado com muita frequência. Então não mantinha a rastreabilidade da informação

120
00:35:09.580 --> 00:35:35.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou a pessoa só ia copiando e colando do formulário anterior, então a competência não é só para desenvolver o método, mas também os pequenos detalhes dos registros que impactam também na qualidade dos resultados. Então a competência vem em vários momentos e tem que ser avaliada em vários momentos, também no que a gente tem que fazer a gestão dos materiais e referências,

121
00:35:37.260 --> 00:35:42.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: avaliação externa da qualidade, então atendimento dos requisitos da norma de referência

122
00:35:43.120 --> 00:35:58.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em que foi implantado o sistema de gestão. Então, nesse espaço que eu falo nesses processos de avaliação externa da qualidade, a gente vai passar por todos esses itens garantia da validade dos resultados começa lá na seleção dos fornecedores.

123
00:35:59.290 --> 00:36:19.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando tu recebe o material, condições ambientais, calibração, checagem intermediária dos equipamentos, manipulação, manuseio dos itens de ensaio. Então a avaliação externa da qualidade vai olhar esses pequenos detalhes também,

124
00:36:20.670 --> 00:36:28.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para garantir que os nossos resultados, no final sejam confiáveis e rastreáveis,

125
00:36:28.460 --> 00:36:40.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então todas essas etapas trazem a garantia da validade e os resultados que quem tem acreditação, reconhecimento de competência já segue, que são todos os requisitos da Norma.

126
00:36:45.300 --> 00:36:48.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a validade das medições podem ser asseguradas quando

127
00:36:49.400 --> 00:37:01.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que a gente já vinha falando. O trabalho é realizado de acordo com os requisitos do cliente que foram definidos claramente. Eu estou executando conforme a metodologia que eu

128
00:37:01.250 --> 00:37:08.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando vendi o ensaio, eu disse que eu ia fazer. Eu estou conseguindo atender o limite de quantificação.

129
00:37:09.950 --> 00:37:23.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Estou garantindo que os meus resultados sejam precisos e exatos. Então eu realizo com o equipamento correto. Estou fazendo todas as checagens

130
00:37:23.470 --> 00:37:42.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e participando de proficiência com resultado satisfatório. Estou trabalhando com equipe treinada. Então tudo de acordo com o que foi definido com o cliente. E caso, por exemplo, eu tenha algum problema no meu laboratório no meu ensaio. Eu tenho que contratar um laboratório. Terceiro,

131
00:37:42.700 --> 00:37:50.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu comuniquei isso com o cliente. Ele sabe. Eu estou contatando esse ensaio de um outro laboratório aqui também

132
00:37:50.860 --> 00:38:04.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: acreditado ou reconhecido. Então todos esses acordos com o cliente sejam claramente definidos e respeitados. Isso também traz a garantia da qualidade dos resultados.

133
00:38:05.800 --> 00:38:29.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: São usados métodos ou equipamentos validados, equipamentos calibrados, o laboratório competente. A gente já falou se o laboratório trabalha com pessoal qualificado e competente, então, outro requisito que a gente já conversou e tem que ser respeitado. É assegurada a comparabilidade com medições feitas em outros laboratórios, rastreabilidade meteorológica e a incerteza.

134
00:38:29.860 --> 00:38:32.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ou seja,

135
00:38:32.470 --> 00:38:45.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu estou conseguindo me comparar com outros laboratórios e tendo resultados satisfatórios. Então esse meu desempenho em ensaio de proficiência está sendo satisfatório, ou quando eu não consigo

136
00:38:46.460 --> 00:38:58.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: realizar os ensaios internamente por algum problema interno. Contrato o serviço de um outro laboratório que também é acreditado, tem o mesmo nível de qualidade do que eu.

137
00:38:58.940 --> 00:38:59.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É isso aí

138
00:39:01.270 --> 00:39:10.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando eu não consigo, por exemplo, ter um resultado satisfatório com um ensaio de proficiência. O que eu faço com aquele resultado?

139
00:39:10.970 --> 00:39:37.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu simplesmente espero próximo de proficiência, ou eu faço uma análise crítica de tudo que possa ter acontecido. Às vezes é um problema ali, na manipulação daquela amostra que eu recebi do Provedor. Eu fiz uma diluição errada. Ou a mostra chegou para mim fora do prazo e ela já não tinha mantido as características. Então eu tenho que fazer uma análise crítica e muitas vezes, e eu tenho que buscar

140
00:39:37.080 --> 00:39:46.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma comparação bilateral antes e da próxima rodada da proficiência. Então, quando eu realizo essa comparabilidade,

141
00:39:46.140 --> 00:39:49.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e isso é feito muitas vezes com material de referência,

142
00:39:49.820 --> 00:39:50.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

143
00:39:51.810 --> 00:40:11.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E por isso o provedor das proficiências precisa ter uma amostra homogênea e estável. Então, por isso que a gente não encontra Peps para todas as matrizes e para todos os ensaios, porque às vezes, conseguir um material de referência homogêneo estável que possa ser comparável

144
00:40:11.970 --> 00:40:27.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é muito difícil. Então, para a análise de alimentos, por exemplo, de sujidades, é bem difícil. Não tem muitos materiais e referência. Então, às vezes, a gente lança a mão de comparações interlaboratoriais e mesmo assim elas têm um coeficiente de variação bem grande.

145
00:40:28.250 --> 00:40:35.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa comparabilidade depende muito da gente ter um material de referência

146
00:40:35.250 --> 00:40:41.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: homogêneo e estável que possa ser comparado entre diferentes laboratórios.

147
00:40:44.030 --> 00:40:52.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nisso tudo. Então a gente vai avaliar se os nossos resultados são satisfatórios, como é o nosso desempenho nessa proficiência

148
00:40:53.880 --> 00:41:00.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e quais são as definições, então, quais os controles internos de qualidade que eu devo fazer

149
00:41:01.270 --> 00:41:05.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e que as normas de referência exigem que eu faça.

150
00:41:05.220 --> 00:41:11.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu tenho um material de referência muitas vezes eu não consigo um material de referência certificado

151
00:41:11.240 --> 00:41:25.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para avaliar alguns parâmetros para as precisões. Para controles internos da qualidade, não é necessário que eu use material de referência certificado. Apenas a avaliação da precisão pode ser feita com material de referência,

152
00:41:26.230 --> 00:41:30.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas eu tenho que ter o material homogêneo e estável. De qualquer maneira,

153
00:41:31.800 --> 00:41:35.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para que aqueles resultados possam ser comparados ao longo do tempo,

154
00:41:35.380 --> 00:41:38.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: posso ser comparado entre dois analistas.

155
00:41:38.770 --> 00:41:43.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Às vezes eu preciso fazer uma fortificação. Às vezes eu preciso

156
00:41:44.740 --> 00:41:46.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fazer um branco.

157
00:41:46.430 --> 00:41:59.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Preciso fazer uma duplicata. Então todos esses controles de qualidade interna têm que ser definidos a priori e têm que ser monitorados com uma frequência determinada que o laboratório vai estabelecer.

158
00:42:02.480 --> 00:42:20.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente já falou dessas dois grandes grupos de controle da qualidade da garantia da validade dos resultados, os controles de qualidade, interna, então que muitas vezes são utilizados com materiais de referência. Não tem a necessidade de ser um Ms aqui

159
00:42:21.120 --> 00:42:43.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a gente. Então, avaliar a precisão dos nossos resultados. Então as cartas controle. E é importante que a gente diga que essa utilização dos materiais de referência e avaliação das cartas. Controle para a liberação das bateladas dos nossos resultados. A gente tem que avaliar

160
00:42:44.000 --> 00:42:47.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em tempo real. Não adianta a gente

161
00:42:47.400 --> 00:42:49.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: utilizar o material de referência.

162
00:42:50.410 --> 00:42:53.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Opa, temos uma participante

163
00:42:53.620 --> 00:42:54.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: lá.

164
00:42:56.150 --> 00:42:57.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Boa noite.

165
00:43:00.140 --> 00:43:01.440
Soraya Pereira: Boa noite.

166
00:43:02.060 --> 00:43:03.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo bem.

167
00:43:03.450 --> 00:43:04.299
Soraya Pereira: Tudo. Tudo bem.

168
00:43:04.300 --> 00:43:05.160
Soraya Pereira: Como é que é teu nome?

169
00:43:05.160 --> 00:43:06.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ousadinha.

170
00:43:06.550 --> 00:43:07.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não.

171
00:43:07.010 --> 00:43:07.510
Soraya Pereira: Obrigado.

172
00:43:07.510 --> 00:43:11.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Problema. Tudo bem, Soraia.

173
00:43:11.330 --> 00:43:20.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Comecei a aula no. Até aguardei cinco minutinhos, mas como não tinha entrado ninguém na aula, eu comecei mesmo assim.

174
00:43:20.490 --> 00:43:21.490
Soraya Pereira: Aham!

175
00:43:22.070 --> 00:43:22.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

176
00:43:22.740 --> 00:43:23.190
Soraya Pereira: E aí

177
00:43:23.190 --> 00:43:27.830
Soraya Pereira: aí essas aulas ficam gravadas, né?

178
00:43:27.960 --> 00:43:43.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Soraia, já que tu tem a sorte de ter comigo nessa noite. Se tu puder me dar um feedback. Como é que foram as outras aulas? Eu vou parar um pouquinho aqui e a gente conversa um minutinho antes de eu continuar.

179
00:43:44.440 --> 00:43:45.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qual é a tua atual.

180
00:43:46.320 --> 00:43:46.800
Soraya Pereira: Sim.

181
00:43:46.800 --> 00:43:47.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

182
00:43:47.930 --> 00:43:58.030
Soraya Pereira: Teve algumas aulas. As aulas dela. Eu também cheguei atrasada, mas a gente falou um pouquinho a última aula, principalmente. Ela falou sobre os materiais de referência?

183
00:43:58.530 --> 00:43:59.120
Soraya Pereira: Não certinho,

184
00:43:59.120 --> 00:44:02.570
Soraya Pereira: sem certificado. Até fiz algumas perguntas para ela

185
00:44:02.710 --> 00:44:20.609
Soraya Pereira: também relacionado a material de referência com certificado quando ele vencer. Se eu posso utilizar se eu não posso. Aí ela me passou até uma informação que eu não sabia que eu posso. Como se fosse rebaixar ele para um material de referência, já que ele passa a não ter mais o.

186
00:44:21.140 --> 00:44:23.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O dado válido, porque ele também está ajudando.

187
00:44:23.400 --> 00:44:23.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

188
00:44:23.730 --> 00:44:24.250
Soraya Pereira: Mas aí eu tenho.

189
00:44:24.250 --> 00:44:27.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não garante a rastreabilidade.

190
00:44:27.380 --> 00:44:29.510
Soraya Pereira: Garante. Mas eu posso utilizar ele como.

191
00:44:29.510 --> 00:44:29.950
Soraya Pereira: E é isso

192
00:44:29.950 --> 00:44:31.350
Soraya Pereira: deu um terno. É só.

193
00:44:31.350 --> 00:44:32.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E isso.

194
00:44:32.000 --> 00:44:39.560
Soraya Pereira: E aí eu também vou manter a integridade dele. Assim, quanto aos resultados, porque se eu já vinha já analisando com ele.

195
00:44:39.560 --> 00:44:40.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum.

196
00:44:40.140 --> 00:44:48.410
Soraya Pereira: Não eu continuar validando aqueles resultados. Porém com ele vencido. Mas aí é só um controle interno, mesmo.

197
00:44:48.410 --> 00:44:57.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso é o que a gente está falando. Eu parei exatamente aqui. A aula de hoje começa. Deixa eu só voltar um pouquinho.

198
00:44:57.940 --> 00:45:18.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu voltei com esse slide da Tânia. Então ela tinha passado nesses requisitos de validação de métodos, estimativa de incerteza, calibração, exatidão atribuição de rastreabilidade. A gente chegou justamente na questão do controle interno e controle externo da qualidade. Então, que é o que eu estava falando aqui

199
00:45:18.550 --> 00:45:25.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: agora, desses dois grandes blocos, o controle interno da qualidade e o controle externo da qualidade.

200
00:45:26.940 --> 00:45:39.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E esses materiais e referência que a Tânia comentou na aula passada. Então a gente Sim, pode utilizar os materiais de referência até na aula que vem a gente tem uma retomada de informações

201
00:45:39.640 --> 00:46:00.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a gente destaca isso também, que a gente pode utilizar. Mas é sempre importante. A gente comenta que mesmo eu, rebaixando ele de material de referência certificado por um material de referência. A gente tem que também avaliar a homogeneidade e a estabilidade, porque a gente pode fazer isso nas cartas de controle.

202
00:46:00.940 --> 00:46:03.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como é que ele está desempenhando

203
00:46:03.650 --> 00:46:11.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o resultado aqui nas cartas? Controle, antes de eu continuar. Qual que é a tua formação e qual é a tua função.

204
00:46:11.100 --> 00:46:15.049
Soraya Pereira: Eu sou responsável por um laboratório carboquímico na Elba.

205
00:46:15.050 --> 00:46:15.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De um.

206
00:46:15.660 --> 00:46:26.609
Soraya Pereira: É uma multinacional da Noruega, mas a gente tem aqui na serra. Tem algumas localidades do Brasil, mas é aqui. É a planta carboquímica. É uma planta um pouquinho diferente.

207
00:46:26.740 --> 00:46:31.550
Soraya Pereira: Você não vê normalmente uma planta dessa.

208
00:46:32.340 --> 00:46:32.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí.

209
00:46:32.870 --> 00:46:33.869
Soraya Pereira: A gente está situado aqui no.

210
00:46:33.870 --> 00:46:34.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qual é o estado.

211
00:46:35.530 --> 00:46:36.890
Soraya Pereira: O Espírito Santo.

212
00:46:36.890 --> 00:46:37.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Espírito Santo.

213
00:46:38.260 --> 00:46:39.230
Soraya Pereira: Isso.

214
00:46:39.490 --> 00:47:00.100
Soraya Pereira: E daí? A gente tem. São análises física ou químicas que nós temos. Laboratório, temos análises elementares, como cromatografia gasosa fotometro espectro. Não são muitas análises elementares, mas destinadas aos resultados que a gente fornece para os nossos clientes.

215
00:47:00.340 --> 00:47:00.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum.

216
00:47:00.820 --> 00:47:11.389
Soraya Pereira: E algumas outras análises também, como filtrações, algumas específicas para materiais carbonosos.

217
00:47:11.390 --> 00:47:11.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente.

218
00:47:11.850 --> 00:47:12.840
Soraya Pereira: Químico

219
00:47:13.300 --> 00:47:13.700
Soraya Pereira: é um

220
00:47:13.700 --> 00:47:16.100
Soraya Pereira: nossa matéria prima. É o alcatrão.

221
00:47:16.270 --> 00:47:27.430
Soraya Pereira: Existe o petróleo, que é um petroquímico, e o nosso é o alcatrão que vem da celomitaba no caso, que é a Mp.

222
00:47:27.430 --> 00:47:28.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

223
00:47:28.060 --> 00:47:29.369
Soraya Pereira: Que a gente chama.

224
00:47:29.530 --> 00:47:37.519
Soraya Pereira: Mas aí vem da coqueria. É um destilado. É um líquido viscoso que vem da coqueria

225
00:47:37.680 --> 00:47:39.300
Soraya Pereira: e a gente reprocessa aí.

226
00:47:40.080 --> 00:47:48.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É só para entender qual era o universo também. Como eu não sei qual é o universo dos colegas.

227
00:47:48.240 --> 00:47:49.200
Soraya Pereira: Uhum,

228
00:47:49.680 --> 00:47:50.300
Soraya Pereira: é. E daí?

229
00:47:50.300 --> 00:47:50.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim.

230
00:47:50.650 --> 00:47:52.830
Soraya Pereira: Com as calibrações. Também

231
00:47:52.830 --> 00:47:53.399
Soraya Pereira: a gente faz para

232
00:47:53.400 --> 00:47:59.569
Soraya Pereira: tanto lá. A gente na verdade, faz mais verificação de calibração. A gente manda pra fora.

233
00:47:59.570 --> 00:48:05.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Manda calibrar para um laboratório competente. E vocês fazem só as checagens das calibrações.

234
00:48:05.300 --> 00:48:11.900
Soraya Pereira: Isso aí a gente faz a verificação com padrões Asteaves, um equipamento, por exemplo, que a gente tem, é o ponto de amolecimento

235
00:48:12.250 --> 00:48:32.499
Soraya Pereira: que é destinado para materiais que são sólidos à temperatura ambiente, mas que você aquece. Ele tem aquela fluidez em determinada temperatura. Então a gente utiliza nele o ácido benzoico. Inclusive eu perguntei ela sobre isso. Ácido benzoico e a benzofenona que são materiais de referências que possuem certificado.

236
00:48:33.310 --> 00:48:35.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: São Mrcs. Vocês têm.

237
00:48:35.660 --> 00:48:40.120
Soraya Pereira: Inclusive eles estão pontuados na Stm.

238
00:48:40.360 --> 00:48:44.390
Soraya Pereira: A gente segue normas internacionais e também normas nacionais.

239
00:48:44.960 --> 00:48:46.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum, Sim,

240
00:48:47.050 --> 00:49:14.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é. Então, na sua área, você tem material de referência? Tem outros laboratórios que não têm material de referência certificado. Então acabam que depois, ao longo da aula, que vem, vai falar em algumas situações, principalmente ensaios biológicos, que às vezes a gente não tem material de referência certificado ou em alimentos. Por exemplo, umidade. A gente não tem material de referência a

241
00:49:15.240 --> 00:49:27.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: certificado, então, assim, em algumas áreas, a gente tem algumas particularidades. E se você quiser trazer as particularidades da tua realidade, acho que é importante porque daí enriquece também a

242
00:49:27.520 --> 00:49:28.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a aula.

243
00:49:28.720 --> 00:49:31.550
Soraya Pereira: Eu vou perguntar depois para você sobre.

244
00:49:31.550 --> 00:49:31.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá bom.

245
00:49:31.930 --> 00:49:42.429
Soraya Pereira: Que eu tenho aí. Depois eu tiro uma dúvida com você porque ele é novo e a gente não calibrou ele ainda. Mas eu já fiz uma verificação de calibração aí. Eu queria perguntar sobre ele.

246
00:49:43.570 --> 00:49:48.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Podemos seguir quando você quiser perguntar,

247
00:49:49.130 --> 00:49:55.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque eu não sei se a gente vai retomar essa questão de calibração de equipamentos.

248
00:49:55.400 --> 00:49:57.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho até que não.

249
00:49:57.320 --> 00:50:14.159
Soraya Pereira: Se você me permitir. Bom, vamos lá. Eu tenho dois espectros. Eu tenho um da Nolab que a gente até novo. Na verdade, ele foi calibrado há dois anos atrás, e a gente tem uma frequência de manutenção e calibração.

250
00:50:14.160 --> 00:50:20.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A Calibra espectrofotômetro. Ele não é calibrado. Ele tem uma qualificação.

251
00:50:21.250 --> 00:50:24.929
Soraya Pereira: É ele vai. Ele é feita uma manutenção preventiva.

252
00:50:24.930 --> 00:50:27.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ou não é um espectro V, né?

253
00:50:27.950 --> 00:50:29.290
Soraya Pereira: É o espeto.

254
00:50:29.780 --> 00:50:31.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá ok, tá, vamos ver.

255
00:50:31.870 --> 00:50:38.280
Soraya Pereira: Então eles fazem toda a limpeza nele, inclusive apaga a minha rampa, apagam a minha calibração

256
00:50:38.280 --> 00:50:38.760
Soraya Pereira: e aí,

257
00:50:38.960 --> 00:50:44.089
Soraya Pereira: mas enfim, dá tudo certo e fazem uma checagem dele. Até aí tudo bem.

258
00:50:44.090 --> 00:50:44.479
Soraya Pereira: E a

259
00:50:44.480 --> 00:51:05.970
Soraya Pereira: calibro ele então e aqui internamente no nosso laboratório, a gente tem um cloreto. A gente chama cloreto de cobalto. Ele não tem um certificado onde ele possui dados, mas tem uma análise assim antiga que nós fazemos, inclusive eu. Estou passando por isso, revisando

260
00:51:06.110 --> 00:51:18.339
Soraya Pereira: que eles chamam de verificação da calibração. Então ele faz uma linearidade, e também a atomização. Tem umas questões lá no certificado lá.

261
00:51:18.490 --> 00:51:19.889
Soraya Pereira: Mas não é uma.

262
00:51:20.170 --> 00:51:30.859
Soraya Pereira: É particular dessa análise. Eu, sinceramente estou para entender por que decidiram fazer cultura de cobalto, mas não é uma análise. Assim que você tem dados, e você vai

263
00:51:31.030 --> 00:51:34.670
Soraya Pereira: conferir lá no certificado desse cloro de cobalto, não é? Ele é um.

264
00:51:34.670 --> 00:51:35.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é.

265
00:51:35.250 --> 00:51:39.869
Soraya Pereira: Uma solução que possui cor. Então ele tem um espectro. Enfim, aí tudo bem.

266
00:51:40.060 --> 00:51:44.130
Soraya Pereira: A gente mantém essa calibração por enquanto.

267
00:51:44.330 --> 00:51:47.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas isso que impede é o fabricante dessa marca.

268
00:51:47.990 --> 00:52:00.959
Soraya Pereira: Então a verificação. Isso foi decidido lá atrás. Então, como eu estou revisando agora? Eu estou vendo por que escolheram o Cloreto Cobalto, porque ele não é um padrão de referência

269
00:52:00.960 --> 00:52:01.660
Soraya Pereira: pessoal,

270
00:52:01.660 --> 00:52:14.800
Soraya Pereira: mas ele não tem certificado. Ele é um padrão com cor. Então a gente consegue medir a linearidade dele no equipamento. Então, tem algumas questõezinhas lá de critérios de aceitação? Vamos dizer assim.

271
00:52:14.800 --> 00:52:15.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mãe.

272
00:52:15.270 --> 00:52:21.509
Soraya Pereira: Que a gente controla por essa verificação a cada seis ou oito meses. Alguma coisa assim que eu não me recordo.

273
00:52:21.510 --> 00:52:22.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum.

274
00:52:22.010 --> 00:52:25.870
Soraya Pereira: O meu negócio agora é com outro equipamento. Nós recebemos o equipamento

275
00:52:26.090 --> 00:52:33.629
Soraya Pereira: que ele é da Metro. Ele é um equipamento muito bom. Além de medir umidade, ele é um espectro também ele se chama Espectro Waze Uv.

276
00:52:34.060 --> 00:52:46.419
Soraya Pereira: Além de ele medir umidade, ele é um espectro. Ele lê ferro, lê vários tipos de cores e também Cogard. Então a gente comprou por cada cogardia, né? Aí o meu padrão está chegando. O negócio é que o espectro em si.

277
00:52:46.580 --> 00:52:48.980
Soraya Pereira: Eu não calibrei. Ele não veio calibrado,

278
00:52:49.840 --> 00:52:57.020
Soraya Pereira: então ele não vou falar que está descalibrado. Mas ele não está calibrado. Eu não tenho um certificado dele de qualidade,

279
00:52:57.470 --> 00:53:08.219
Soraya Pereira: mas eu fiz uma verificação da mesma forma que nós fazemos no outro, essa verificação que faz aí durante anos,

280
00:53:08.600 --> 00:53:19.360
Soraya Pereira: que eu estou para revisar, porque é defeito dessa forma. E daí se uma auditora chegar e eu falar bem assim. Ele não foi para a meta calibrar,

281
00:53:20.210 --> 00:53:30.700
Soraya Pereira: mas ele está verificado. De acordo com o nosso critérios de aceitação dos resultados desse reagente. Isso é certo. Ou ela pode me dar uma não conformidade.

282
00:53:30.700 --> 00:53:32.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, ela vai te dar uma não conformidade

283
00:53:32.940 --> 00:53:36.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não, vai te dar uma não conformidade.

284
00:53:36.400 --> 00:53:37.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por quê?

285
00:53:37.580 --> 00:53:45.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tem a Nitidi que é todos os equipamentos que são passíveis de calibração.

286
00:53:46.600 --> 00:54:00.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E também tem um Doxijeque, que é o oitenta e três que fala sobre o uso de material de referência. Então são dois. E tem um docsejecre específico para espectro fotômetro.

287
00:54:00.500 --> 00:54:04.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são três documentos que é importante que você conheça.

288
00:54:04.830 --> 00:54:11.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, começando com a nitidadosa, todos os equipamentos que são passíveis de calibração.

289
00:54:12.250 --> 00:54:14.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O avaliador pode

290
00:54:14.700 --> 00:54:18.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: te dá uma não conformidade por você não estar com o equipamento calibrado.

291
00:54:18.580 --> 00:54:23.580
Soraya Pereira: Me. Fala o documento de novo. Desculpa.

292
00:54:23.990 --> 00:54:26.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nitidi Kladose,

293
00:54:26.320 --> 00:54:33.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é uma lista de todos os equipamentos que são passíveis de calibração e quais os parâmetros que eles têm que ser calibrados.

294
00:54:33.700 --> 00:54:35.590
Soraya Pereira: Hum Legal.

295
00:54:35.940 --> 00:54:36.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso.

296
00:54:36.390 --> 00:54:37.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, não,

297
00:54:37.280 --> 00:54:44.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: deixa eu conferir aqui. Acho que é oitenta e três.

298
00:54:45.120 --> 00:54:45.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, deixa. Eu tô.

299
00:54:45.930 --> 00:54:46.610
Soraya Pereira: Nove, cem.

300
00:54:46.610 --> 00:54:51.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O seu laboratório é acreditado.

301
00:54:51.010 --> 00:54:57.639
Soraya Pereira: Não, não é acreditado. Mas depois que eu peguei a responsabilidade lá.

302
00:54:57.640 --> 00:54:58.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E um.

303
00:54:58.190 --> 00:55:00.929
Soraya Pereira: Eu estou assim. Já a imprimir a Norma. A gente está.

304
00:55:00.930 --> 00:55:01.540
Soraya Pereira: Conheci,

305
00:55:01.540 --> 00:55:07.480
Soraya Pereira: mas o intuito é porque a gente vai construir um outro laboratório. Então vai unificar.

306
00:55:07.480 --> 00:55:07.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo o.

307
00:55:07.930 --> 00:55:11.379
Soraya Pereira: Laboratórios da época, porque tem outros lá. E depois a gente vai

308
00:55:11.510 --> 00:55:15.250
Soraya Pereira: iniciar com essa certificação.

309
00:55:15.750 --> 00:55:41.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, no site do inmetro que tem os documentos, os laboratórios que fazem a acreditação na mil setecentos e vinte e cinco, ou estão buscando reconhecimento de competência, por exemplo, pela rede metrológica do Rio Grande do Sul. É bom que conheçam esses documentos da Cge. Então as Netidiclas são documentos normativos. Você tem que atender a lei

310
00:55:41.660 --> 00:55:46.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da 17h25 você tem que atender também as nitidículas.

311
00:55:46.490 --> 00:55:53.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são os documentos lá no site do inmetro. Depois eu até posso passar aqui no chat para você.

312
00:55:53.030 --> 00:55:53.870
Soraya Pereira: Bom dia.

313
00:55:54.350 --> 00:55:55.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Só um pouquinho.

314
00:55:59.780 --> 00:56:00.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Picolau aqui.

315
00:56:05.670 --> 00:56:07.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Botei ali no chat.

316
00:56:07.750 --> 00:56:13.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: São os documentos que eu preciso atender. Se eu sou um laboratório acreditado,

317
00:56:13.330 --> 00:56:28.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou se eu estou buscando acreditação ou se eu sou reconhecido por uma rede metrológica. As redes metrológicas também têm documentos próprios, mas a rede do Rio Grande do Sul, por exemplo, segue as nitidículas. Também.

318
00:56:29.170 --> 00:56:29.910
Soraya Pereira: Uhum.

319
00:56:31.470 --> 00:56:37.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a nitidicla doze é a que diz todos os equipamentos que são passíveis de calibração.

320
00:56:37.640 --> 00:56:48.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então o espectrofotômetro está lá na netidícula doze. Quais os parâmetros de calibração devem ser feitos. Então, sim, o avaliador vai chegar no seu laboratório. Se ele não está calibrado.

321
00:56:48.730 --> 00:56:50.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Você vai ter uma não conformidade.

322
00:56:51.480 --> 00:56:55.339
Soraya Pereira: Entendi. E ele? Eu uso tanto para análise de ferro.

323
00:56:55.500 --> 00:56:59.200
Soraya Pereira: Na verdade, assim eu não uso ele para

324
00:56:59.300 --> 00:57:11.010
Soraya Pereira: liberar produto. Na verdade, eu só faço controlezinho os internos nossos porque o pessoal gostou de usar ele. E daí eu falo, né? Vamos comparar os dados. Enquanto isso, então vocês podem utilizar, mas não é para liberações de produto.

325
00:57:11.200 --> 00:57:12.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É.

326
00:57:13.130 --> 00:57:18.300
Soraya Pereira: Até porque nós já vamos enviar ele agora. Depois do dia quinze, nós vamos enviar ele para calibrar,

327
00:57:18.620 --> 00:57:25.179
Soraya Pereira: mas a gente usa. Ele também na Core Gard quando eu envio. Então eu vou ter que calibrar ele nessas

328
00:57:25.380 --> 00:57:27.260
Soraya Pereira: nesses dois parâmetros, né?

329
00:57:27.260 --> 00:57:35.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É assim. Se você fosse um laboratório acreditado pela Cgecre e realizasse os ensaios do escopo

330
00:57:36.000 --> 00:57:40.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: neste equipamento que não está calibrado? Sim, seria uma não conformidade.

331
00:57:41.210 --> 00:57:41.840
Soraya Pereira: Sim, mas.

332
00:57:41.840 --> 00:57:45.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se é, por exemplo, um ensaio que não está no escopo

333
00:57:46.640 --> 00:57:47.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aí tudo bem.

334
00:57:47.400 --> 00:57:47.720
Soraya Pereira: E o.

335
00:57:47.720 --> 00:57:49.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí. Você não precisa ter ele calibrado,

336
00:57:50.080 --> 00:57:50.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas ele não.

337
00:57:50.620 --> 00:58:00.780
Soraya Pereira: Então eu. Num caso que não sou certificado na Cgecre, o auditor vai chegar e eu fiz a verificação de calibração.

338
00:58:00.780 --> 00:58:12.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas qual é o auditor? Não é isso que tu tem que ver. Ele está se baseando no quê? Se você é reconhecido na mil setecentos, vinte e cinco, ou acreditado por qual é a auditoria que você passa? Se não é.

339
00:58:12.460 --> 00:58:16.319
Soraya Pereira: Ah, mas eu sou certificado nove mil e um. Então.

340
00:58:16.320 --> 00:58:16.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, ok.

341
00:58:16.930 --> 00:58:17.400
Soraya Pereira: Eu falo.

342
00:58:17.400 --> 00:58:21.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É a nove.um, é, se você descreveu.

343
00:58:21.330 --> 00:58:21.710
Soraya Pereira: Isto

344
00:58:21.710 --> 00:58:23.250
Soraya Pereira: sistema de gestão.

345
00:58:23.810 --> 00:58:24.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É isso?

346
00:58:24.590 --> 00:58:25.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se tudo escreveu.

347
00:58:25.910 --> 00:58:26.250
Soraya Pereira: Tchau.

348
00:58:26.250 --> 00:58:26.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O sistema de estabilidade.

349
00:58:26.870 --> 00:58:47.750
Soraya Pereira: Se eu falei que eu tenho que calibrar o meu espectro, eu tenho que calibrar o meu espectro exatamente. Aham tá? Eu vou. Tá bom, eu vou. Até me acordou aqui pra alguma coisa aqui. Porque eu vou ter que pedir também a calibração. Tanto. A minha dúvida é: eu tenho que calibrar tanto pelo lado do ferro

350
00:58:48.020 --> 00:58:50.440
Soraya Pereira: quanto pelo lado

351
00:58:50.730 --> 00:58:52.320
Soraya Pereira: da co garde, né?

352
00:58:52.740 --> 00:58:55.260
Soraya Pereira: Porque o mesmo equipamento faz essa leitura.

353
00:58:55.500 --> 00:58:59.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É isso? Depende do que está escrito no seu documento.

354
00:58:59.490 --> 00:59:00.340
Soraya Pereira: Obrigada.

355
00:59:00.810 --> 00:59:07.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo depende. Se você fosse acreditado. Para o parâmetro, para os dois parâmetros.

356
00:59:07.130 --> 00:59:07.730
Soraya Pereira: Aham!

357
00:59:07.730 --> 00:59:08.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

358
00:59:08.860 --> 00:59:19.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então. Mas se, por exemplo, se você só fizesse ferro e só o ferro estivesse no escopo de acreditação, o outro parâmetro. Não tem problema. Ele não está.

359
00:59:19.560 --> 00:59:19.910
Soraya Pereira: Aham!

360
00:59:19.910 --> 00:59:30.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Calibrado para o outro parâmetro. Entendeu sempre? O avaliador da mil setecentos e vinte e cinco vai dar foco para o escopo que está sendo avaliado aí.

361
00:59:30.600 --> 00:59:31.280
Soraya Pereira: Mas eu queria.

362
00:59:31.280 --> 00:59:32.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nove mil. Obrigada.

363
00:59:32.870 --> 00:59:37.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como você tem nove.um? Depende como está escrito no seu procedimento.

364
00:59:37.540 --> 00:59:38.500
Soraya Pereira: Entendi,

365
00:59:39.050 --> 00:59:39.760
Soraya Pereira: entendi.

366
00:59:39.760 --> 00:59:48.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se lá. Você definiu qual é o comprimento de onda para quais ensaios depende como está escrito lá.

367
00:59:48.990 --> 00:59:51.110
Soraya Pereira: Entendi. Aham tá Jóia.

368
00:59:51.110 --> 00:59:51.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah.

369
00:59:52.020 --> 00:59:52.660
Soraya Pereira: Uhum.

370
00:59:52.980 --> 00:59:56.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá? Outros dois documentos que eu queria que tu olhasse, já que tu tá.

371
00:59:56.720 --> 00:59:57.050
Soraya Pereira: Bom dia.

372
00:59:57.050 --> 01:00:11.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De construção é o Doc Sejecre oitenta e três, que ele é um documento. Os Docs Gecrries, só para você entender. São documentos orientativos. Eles não vão gerar, não conformidade. Mas eles te ajudam

373
01:00:12.090 --> 01:00:33.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a não saber o que você tem que fazer e o que não precisa ser feito. Então o docsegre oitenta e três é importante que tu. Dê uma olhada. Ele fala do espectrofotômetro V, além de outros equipamentos. E o específico de espectro? Fotometro V é o Docsejecre noventa e seis.

374
01:00:34.480 --> 01:00:49.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele fala sobre calibração e também fala sobre checagem intermediária. Ele tem uma sistemática de fazer checagens intermediárias ali, que pode ser que te ajude para fazer essa mudança. Que você está fazendo agora?

375
01:00:49.350 --> 01:00:51.830
Soraya Pereira: Tá bem anotado.

376
01:00:52.320 --> 01:00:53.380
Soraya Pereira: Obrigada.

377
01:00:53.780 --> 01:00:54.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nada. Imagine.

378
01:00:56.070 --> 01:01:14.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ok, então vamos seguir aqui no slide. Então, para o pessoal que está assistindo gravado, espero que ajude também esses exemplos que a gente está trazendo aqui. E também serve para a gente continuar aqui o nosso slide, que é sobre garantia da validade dos resultados

379
01:01:15.370 --> 01:01:28.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que isso também conversa com o que a gente estava falando agora desses ensaios específicos da colega. Então a gente faz vários processos de garantia interna da qualidade. Eu estava começando com as cartas de controle.

380
01:01:29.130 --> 01:01:41.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a carta Controle vai fazer o controle estatístico do processo. Uma avaliação da tendência, conforme como aquele ensaio está desempenhando ao longo do tempo.

381
01:01:41.250 --> 01:01:59.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Às vezes, a gente tem entrada de outros analistas, troca de problema de descarga elétrica que ter influenciado no resultado ou entre uma calibração e outra, o equipamento possa não estar desempenhando da melhor maneira. Então, para isso, a gente utiliza as cartas, controle

382
01:02:00.140 --> 01:02:04.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e um material de referência. Então o material de referência para

383
01:02:05.890 --> 01:02:20.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: conseguir guiar a gente faz lá. Estabelece. Pode ser uma carta de média e limite superior e inferior. Uma carta de amplitude. Então depende do que a gente está trabalhando. Mas os materiais em referência

384
01:02:21.160 --> 01:02:35.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a gente construir uma carta, controle. Então a gente tem que saber se o material de referência está adequado para este fim avaliação de precisão, então, nesse caso, a gente pode utilizar o material de referência. Não precisa ser um Mrc.

385
01:02:36.760 --> 01:02:47.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qual é a concentração? Então é importante. Por exemplo, vou dar um exemplo que é sempre problema a condutividade. Então, às vezes, a gente faz

386
01:02:48.860 --> 01:03:02.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ensaios. Utiliza aquele equipamento, por exemplo, para avaliar a produtividade da água, que são valores bem baixinhos, e estou fazendo uma carta. Controle com uma concentração lá de

387
01:03:02.530 --> 01:03:28.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um.quatrocentos e pouco quatrocentos e pouco. Então ele está muito acima do que eu costumo medir. Então as cartas controle. Elas são para avaliar a tendência do nosso processo. Se eu faço medições com concentrações altas, médias e baixas. Eu tenho que usar três níveis de material de referência para conseguir avaliar o desempenho daquele equipamento nos três níveis de medição.

388
01:03:28.480 --> 01:03:56.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se eu só utilizo aquele equipamento na faixa baixa, então eu só preciso usar aquele mais próximo dos valores que eu costumo medir. Então é importante também a gente ter cartas, controle o controle interno de qualidade e também avaliando esses processos. Por exemplo, carta, controle de balança. Eu estou utilizando pesos padrão. Qual é a faixa de medição que eu costumo pesar naquela balança.

389
01:03:56.600 --> 01:04:11.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: São vinte e cinco gramas estou falando. Dou um exemplo aqui de ensaios de alimentos. Então as amostras eu tenho que normalmente nas metodologias dizem que eu tenho que pesar vinte e cinco gramas lá da carne ou

390
01:04:12.600 --> 01:04:28.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do material que eu tenho que pedir. Então eu tenho que fazer a checagem. O controle com carta controle naquela faixa das vinte e cinco gramas. Se eu estou lá numa produção de meios de cultura, e eu peso

391
01:04:28.320 --> 01:04:42.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a mais ou a menos. Eu posso precisar de três níveis de medição. Então eu preciso de mais faixas de medição de mais pesos padrão. Então as cartas têm que ser compatíveis com o que a gente está utilizando

392
01:04:43.050 --> 01:05:03.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as cartas. Controle dos ensaios. Então eu tenho que o ensaio utilizando aqui o exemplo da colega de ferro. Então, qual é a curva de calibração que eu estou utilizando? A minha curva tem uma faixa lá de quinhentos miligramas de uma a quinhentos miligramas. Essa é a faixa da minha curva.

393
01:05:03.520 --> 01:05:14.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente normalmente faz uma carta controle com o valor intermediário com a metade da curva. Então a gente tem que saber

394
01:05:15.830 --> 01:05:22.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: qual é a concentração no material de referência que a gente está utilizando. A gente tem que utilizar dois pontos da cor.

395
01:05:23.000 --> 01:05:32.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a carta controle é uma ferramenta muito importante para a avaliação da tendência dos resultados. Mas a gente tem que saber utilizar essa ferramenta.

396
01:05:33.230 --> 01:05:57.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outro controle de qualidade que a gente já tinha falado antes da colega entrar controles ambientais, monitoramento de temperatura e umidade dos materiais de referência daquele ambiente, controle microbiológico, os ensaios microbiológicos é importante que o controle de qualidade também contemple contaminação, porque a gente pode estar contaminando as amostras.

397
01:05:57.840 --> 01:06:07.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Para muitos ensaios, muitas metodologias. Eu devo fazer um branco, um branco, uma duplicar até um controle de qualidade interno. Também

398
01:06:08.430 --> 01:06:17.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: comparações intralaboratoriais são importantes, principalmente quando a gente tem uma variabilidade de analistas, ou quando

399
01:06:17.240 --> 01:06:21.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o ensaio depende muito do analista.

400
01:06:21.700 --> 01:06:26.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, quando a gente tem um ensaio instrumental, isso não impacta tanto.

401
01:06:27.050 --> 01:06:29.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas às vezes, quando é uma

402
01:06:30.800 --> 01:06:57.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma avaliação de identificação em microscópio, por exemplo, em ensaios microbiológicos, ou quando eu tenho várias etapas de extração que o analista vai influenciar se. Ele não executa bem esses processos de extração. Às vezes eu não consigo ter o resultado adequado. Então, comparações intra laboratoriais periódicas são importantes, e, para isso, às vezes, a gente faz ali, utiliza um material de referência,

403
01:06:57.360 --> 01:07:15.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fortifica um branco, uma amostra e aí. Faz. Esses processos de comparação interlaboratorial. Fazem mais do que uma via com frequências. Depende do ensaio frequências maiores ou menores. Então o processo de comparação intra laboratorial é importante.

404
01:07:17.760 --> 01:07:46.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outros controles que são importantes. Controle da água da água reagente. Também são processos que a gente tem que avaliar controles de cepas para ensaios microbiológicos. Eu não sei. Aqui da turma, não sei se a Soraya sabe me dizer se tem alguns colegas que é da área de ensaios microbiológicos, mas na área biológica, existem muitos controles que a gente tem que fazer, porque a gente precisa primeiro não contaminar a mostra

405
01:07:47.230 --> 01:08:00.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a gente sabe que o ambiente é colonizado. Então tem todo o processo de higienização, esterilização dos materiais. A gente não pode contaminar as amostras. E também a gente está lidando com

406
01:08:02.070 --> 01:08:06.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com micro organismos que podem ser patogênicos. Então a gente também não pode contaminar o analista.

407
01:08:06.840 --> 01:08:24.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para esses ensaios biológicos, é importante que biológicos e microbiológicos também tenham controle do ambiente controle de qualidade das secas, porque cepas são micro organismos vivos, e eles precisam de condições ideais para crescer. Então a gente tem que fazer o controle da

408
01:08:24.540 --> 01:08:39.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dos meios de cultura controle das condições e manutenção da própria Sepa. Se elas conseguem transmitir as características fenotípicas, que a gente busca dela. Então os ensaios biológicos têm um outro universo totalmente particular. Aqui,

409
01:08:39.760 --> 01:08:41.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá? Então

410
01:08:42.359 --> 01:09:07.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: alguns dos processos de controle de qualidade que a gente tem que fazer nos laboratórios e muitos deles utilizam materiais em referência e para os controles externos da qualidade. Tanto as comparações interlaboratoriais não intralaboratoriais, comparações bilaterais, mais do que um laboratório, então que ela serve para organizar realizar e avaliar medições,

411
01:09:09.109 --> 01:09:32.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: utilizando então, e comparando os laboratórios utilizando um material de referência e os ensaios de proficiência, que são comparações interlaboratoriais, mas que avaliam o desempenho do laboratório para garantir que aquele resultado que eu emito no meu relatório, comparado com os outros, é um resultado satisfatório,

412
01:09:32.510 --> 01:09:34.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um resultado válido.

413
01:09:36.210 --> 01:09:44.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente tem esses dois grandes blocos de garantia da qualidade internos e Stets. Eu posso estar

414
01:09:44.550 --> 01:10:07.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com todos os meus controles de precisão. Controles externos. Ok, quando eu faço, participo de uma comparação interlaboratorial. Eu vejo que eu estou muito longe do grupo. Ou seja, os meus resultados não são comparáveis com os meus concorrentes. Com os laboratórios iguais a mim. Então é importante que a gente tenha esses dois grandes blocos andando junto.

415
01:10:11.270 --> 01:10:31.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Importante, então, estabelecer uma sistemática para monitorar a validade dos resultados, então, participação de ensaio de proficiência é um requisito obrigatório da norma, tanto da mil setecentos e vinte e cinco quanto da 15o. É obrigatório que a gente participe de ensaios e proficiência com resultados satisfatórios. Existe a nitidicla vinte e seis.

416
01:10:31.220 --> 01:10:45.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Soraia é um outro documento que tu tem que conhecer. Que Nietzsche Diclin é um documento normativo obrigatório que fala. Qual é a política da Cgec do inmetro para cobrar

417
01:10:45.700 --> 01:10:52.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a participação em sais e proficiência? Então, se quiser anotar ali. A nitidicla vinte e seis também é importante.

418
01:10:53.390 --> 01:10:54.220
Soraya Pereira: Ok.

419
01:10:55.370 --> 01:11:08.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele fala com que frequência você tem que fazer as participações? E quando não existe um provedor de ensaio de proficiência que seja creditado rdezassete.quarenta e três. Então eu.

420
01:11:08.270 --> 01:11:19.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Existem as sistemáticas alternativas que são as comparações bilaterais que são comparações interlaboratoriais. Eu busco um outro laboratório

421
01:11:19.660 --> 01:11:23.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com a qualidade tão boa quanto a minha,

422
01:11:24.280 --> 01:11:28.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou melhor, né? Eu sempre tenho que me comparar com alguém igual a mim, ou melhor, que eu

423
01:11:29.130 --> 01:11:35.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para saber se os meus resultados são confiáveis. São reprodutíveis.

424
01:11:37.090 --> 01:12:03.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Importante também estabelecer controles e amostra em duplicata com alguma periodicidade. Tem algumas normas que já estabelecem isso como um pré requisito, ou, às vezes, a gente pode estabelecer internamente de tanto em tanto tempo. Eu faço a análise duplicata às vezes, se eu tenho uma batelada muito grande, eu posso botar uma duplicata no começo, uma duplicata no final. Então eu estabeleço sistemáticas

425
01:12:03.810 --> 01:12:07.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para avaliar a precisão dos meus resultados.

426
01:12:09.210 --> 01:12:15.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outra maneira de validar os resultados. Então, comparação de leitura entre analistas que a gente já conversou.

427
01:12:15.860 --> 01:12:33.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Amostras cegas. Então eu pego uma amostra que já foi analisada, que eu já tenho um resultado, e eu rodo ela de novo, sem o analista saber. E eu comparo os resultados. Isso é organizado nos laboratórios, até como um programa com uma periodicidade definida,

428
01:12:36.250 --> 01:12:55.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então deve se dar especial atenção à qualificação e a experiência dos analistas. Várias atividades aqui são para avaliar a competência dos analistas utilizando materiais de referência estatística para avaliação duplicata, então bilaterais,

429
01:12:55.510 --> 01:13:03.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e isso tudo vai atender o requisito de monitoramento de competência lá no seis-dois da dezassete vinte e cinco.

430
01:13:03.600 --> 01:13:04.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tchau.

431
01:13:07.610 --> 01:13:19.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Voltando aqui no requisito da norma mil setecentos e vinte e cinco, que fala sobre garantia da validade dos resultados. Ela fala sobre várias coisas. Do que a gente já falou na aula de hoje,

432
01:13:19.420 --> 01:13:34.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que o monitoramento deve ser planejado e analisado criticamente. Então a gente tem que estabelecer isso. Uma sistemática definida a priori, então a utilização de material de referência ou materiais de controle de qualidade.

433
01:13:34.390 --> 01:13:46.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então depende o tipo de ensaio que eu estou desenvolvendo. Daquele cardápio do meu escopo. Vão ter alguns parâmetros que vão ter material de referência certificado, outros não. Os materiais de referência

434
01:13:47.900 --> 01:14:14.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para algumas funções vão precisar ser Mrc no processo de validação de método na exatidão, nos resultados, na construção das curvas e calibração. Então, para ali, eu preciso de um Mrc e para os controles de qualidade podem ser só materiais e referência. E tem alguns ensaios que não têm material de referência certificado. E aí eu vou ter que buscar materiais e controle de qualidade compatíveis com o meu processo.

435
01:14:15.190 --> 01:14:24.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vou trazer um exemplo, que não é da realidade de muita gente, que são os ensaios de fitossanitária. Então, sanidade vegetal,

436
01:14:24.120 --> 01:14:31.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por exemplo, a análise de sementes. Eu não tenho um material de referência para comprar. Então, o que esses laboratórios fazem?

437
01:14:33.010 --> 01:14:39.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eles têm um banco de sementes. Eles têm lá uma semente que foi certificada por um especialista.

438
01:14:40.200 --> 01:14:43.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eu tenho aquilo como um padrão,

439
01:14:43.790 --> 01:14:56.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um controle de qualidade, ou às vezes, para análise de sementes. Acontece, por exemplo, a Análise de Insetos da Entomologia. Então eu não tenho um inseto padrão para. Comprar

440
01:14:56.470 --> 01:15:15.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque os materiais de referência são chaves de identificação. Isso depois a gente vai retomar na aula que vem. Mas então depende da área. Os materiais de referência. Eu vou ter ou não materiais de referência certificados. E às vezes eu tenho só um material de controle, como eu vou buscar

441
01:15:16.730 --> 01:15:22.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que esse controle seja reprodutível, que tenha certa rastreabilidade,

442
01:15:22.810 --> 01:15:27.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é o item um aqui que fala do tema dessa disciplina,

443
01:15:28.470 --> 01:15:52.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: utilização e instrumentação alternativa calibrada, que forneça resultados rastreáveis, então ter equipamentos calibrados que a gente estava falando ontem. Então, quais equipamentos precisam ser calibrados? Esse equipamento é passível de calibração. Por isso que o Enérgio falou ali da nitidicladose, que é uma lista que a Cgecl tem de todos os equipamentos que são passíveis de calibração.

444
01:15:52.930 --> 01:15:58.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por exemplo, um outro exemplo diferente na análise de Pcr:

445
01:16:01.070 --> 01:16:16.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quem não é da área biológica, mas na época do Covid, era muito comum. Eu vou fazer um Pcr. Então os termocicladores, que são equipamentos que fazem a multiplicação ali do Dna e do Rna.

446
01:16:16.580 --> 01:16:25.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu faço ciclos de temperatura, rampas de temperatura e aquecimentos, e eu subo. E baixo a temperatura.

447
01:16:26.160 --> 01:16:34.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu tenho que calibrar esses termocicladores. Eles têm o tempo e a temperatura que devem seguir um,

448
01:16:34.830 --> 01:16:49.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: processo né? Então, termo cicladores. Antigamente não tinha empresa que fazia calibração. Hoje em dia, os termos cicladores são calibrados. Então eu preciso ter esse tipo de equipamento também calibrado, porque ele vai impactar no meu resultado.

449
01:16:50.070 --> 01:17:02.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É o que a gente estava falando da colega ali do espectrofotômetro Uv e o Vvis. Então é um equipamento que é passível de calibração. Então eu preciso manter a calibração para o laboratório competente.

450
01:17:03.970 --> 01:17:11.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o que a gente entende por laboratório competente é um laboratório que é acreditado na sete vinte e cinco. Depois, a gente vai falar um pouquinho mais sobre isso.

451
01:17:12.540 --> 01:17:42.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Checagens funcionais dos equipamentos. Então, essas checagens intermediárias, uso de padrão de checagem ou padrões de trabalho, como cartas de controle para a gente fazer avaliação de tendência, checagens intermediárias dos equipamentos de medição, quando a gente entre uma calibração e outra. A gente precisa fazer uma checagem, uma verificação. Se esse equipamento desempenha o processo de uma maneira adequada. E como eu falei na concentração compatível com o que eu estou fazendo

452
01:17:42.400 --> 01:17:45.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para eu monitorar o meu processo.

453
01:17:46.540 --> 01:18:15.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Re ensaios em replicata também duplicatas triplicatas são necessárias para fazer a garantia da validade dos resultados, re ensaios ou recalibrações. Isso que a gente falou das amostras cegas. Correção dos resultados, análise crítica dos relatos e resultados. Eu vejo que o resultado teve algum problema. Tem que fazer uma análise critica comparações interlaboratoriais e amostras cegas.

454
01:18:17.860 --> 01:18:35.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são todos requisitos que a norma coloca aqui passíveis de garantia da validade dos resultados. Claro que nem sempre vou cumprir todos os requisitos até para a Soraya, que não tem implementado a mil setecentos e vinte e cinco.

455
01:18:35.730 --> 01:18:55.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não preciso cumprir todos esses requisitos. Só os que forem compatíveis com o meu ensaio. Eu não posso forçar alguma coisa que o meu ensaio não dê eu não seja passível desse requisito, então. Mas quando eu puder preencher esse requisito, a norma Pf pede que eu preencha

456
01:18:56.860 --> 01:18:58.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também

457
01:18:59.220 --> 01:19:12.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a garantia da validade dos resultados. O requisito sete-dois72 fala que os laboratórios devem monitorar o seu desempenho por meio de uma comparação com resultados e outros laboratórios, ou seja,

458
01:19:12.670 --> 01:19:31.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: participação no ensaio de proficiência ou comparações interlaboratoriais. Vocês já devem ter tido essa disciplina da 172cinco com o Rafael ou com outro professor. Mas se não tiveram, esse é um requisito muito importante e obrigatório, então eu tenho que ter resultados satisfatórios

459
01:19:33.740 --> 01:19:38.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e ensaio de proficiência para o ensaio que eu estou pedindo reconhecimento de competência ou acreditação.

460
01:19:39.020 --> 01:19:49.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Caso no meu ensaio, eu não consiga atender a Nitidica vinte e seis, que é a participação no ensaio de proficiência. Conforme a Cgecre pede,

461
01:19:49.740 --> 01:19:53.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu posso participar. Então de comparações interlaboratoriais.

462
01:19:54.290 --> 01:20:12.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí também tem regras que o inmetro estabelece. Como fazer isso. Não é simplesmente eu pegar uma amostra, analisar, mandar, analisar num outro laboratório e comparar os resultados. Então eu tenho que fazer um programa de comparação interlaboratorial.

463
01:20:12.820 --> 01:20:16.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O ideal seria que uma pessoa isenta

464
01:20:16.410 --> 01:20:20.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: consiga analisar os resultados. Às vezes, fazer a

465
01:20:20.760 --> 01:20:25.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a caracterização da mostra para essa comparação ser

466
01:20:25.570 --> 01:20:33.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o mais isenta possível, que aquele resultado efetivamente seja real, sem nenhuma interferência, sem nenhum viés,

467
01:20:34.400 --> 01:20:35.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá?

468
01:20:35.380 --> 01:20:46.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando eu tenho a possibilidade de fazer um ensaio de proficiência. É interessante que é recomendado o Nit6 fala isso, que o Provedor seja creditado na 17h43

469
01:20:47.240 --> 01:20:48.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a que são?

470
01:20:48.790 --> 01:20:52.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Que é a norma que.

471
01:20:53.220 --> 01:21:09.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Que rege então a acreditação dos provedores de ensaio de Proficiência, então é uma norma que tem todas as regras que os Provedores de ensaio de proficiência devem seguir para que o programa seja confiável, que os laboratórios efetivamente tenham uma.

472
01:21:14.700 --> 01:21:15.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

473
01:21:16.690 --> 01:21:19.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ora não precisa.

474
01:21:20.220 --> 01:21:21.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Alô,

475
01:21:21.370 --> 01:21:24.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: deu uma travada soraia. Voltou para ti.

476
01:21:25.610 --> 01:21:28.490
Soraya Pereira: Voltou, voltou. Foi rapidinho.

477
01:21:28.490 --> 01:21:31.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá bom. Eu vi que travou aqui.

478
01:21:32.350 --> 01:21:34.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Beleza.

479
01:21:35.900 --> 01:21:37.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Seguindo aqui

480
01:21:37.510 --> 01:21:59.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o requisito também. Setecentos e setenta e três da dezassete e vinte e cinco fala que, quando participa desses programas de proficiência lá, com a periodicidade que é estabelecida na litiga vinte e seis. Esses dados, os resultados da nossa participação sejam monitorados e sejam analisados criticamente.

481
01:22:00.110 --> 01:22:18.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então não é simplesmente pegar aquele resultado e botar na gaveta a gente tem que saber se como é que estava a nossa posição dentro do grupo. Mesmo que a gente tenha um resultado como satisfatório. A gente pode fazer análises críticas. A gente recebe lá

482
01:22:19.430 --> 01:22:24.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o Score Z de zero,cinco.

483
01:22:24.570 --> 01:22:28.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O questionável é até dois acima de treze, é insatisfatório.

484
01:22:28.710 --> 01:22:38.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se a gente está usando como um critério, escolhe Z. Então, se o meu resultado foi lá cinco, ou seja, eu estava super bem. Estava super pertinho ali do grupo.

485
01:22:39.780 --> 01:22:48.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se o meu resultado for insatisfatório, escolhe dizer acima de três, ou seja, eu estou totalmente fora. Mas eu sei. Eu estou ali no borderline.

486
01:22:48.730 --> 01:22:53.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso eu tenho várias rodadas. Por exemplo, eu estou vendo que na primeira rodada do ano.

487
01:22:53.970 --> 01:23:12.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu estou perto do grupo. Depois eu vou me distanciando, me, distanciando, me, distanciando até chegar no insatisfatória. Eu não preciso, chegar nesse momento de ser insatisfatório. Eu posso tomar uma ação antes, então, por isso a gente tem que fazer uma análise crítica das nossas participações.

488
01:23:12.100 --> 01:23:24.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tem laboratórios que têm o privilégio de ter mais do que uma rodada por ano. Então conseguem fazer uma avaliação mais dinâmica e aí fazer uma intervenção antes que os meus resultados caiam fora.

489
01:23:24.290 --> 01:23:25.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

490
01:23:26.560 --> 01:23:32.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do programa. Então, por isso que a Norma pede que a gente faça uma análise crítica e um monitoramento

491
01:23:32.360 --> 01:23:47.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do nosso desempenho. Então, se os resultados da análise dos dados estiver fora dos critérios pré definidos, devem ser tomadas ações apropriadas para evitar que aquele resultado incorreto reflita no cliente.

492
01:23:47.260 --> 01:24:11.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E, às vezes, quando a gente vai fazer a análise crítica da participação da proficiência. Pode ser que tenha um problema técnico ali. A pessoa que não fez a diluição correta daquela amostra teve algum problema? Às vezes até de envio da mostra. Então tinha um problema de estabilidade que até o Provedor possa reconhecer, que foi um problema de programa da estabilidade.

493
01:24:11.180 --> 01:24:17.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, por isso que a gente tem que fazer uma análise crítica de todos os resultados de participação.

494
01:24:20.680 --> 01:24:34.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos falar um pouquinho sobre a avaliação adequada dos materiais e referência. A Tânia falou um pouquinho sobre seleção, e a gente vai falar um pouquinho sobre a avaliação da adequação dos materiais para o uso.

495
01:24:37.030 --> 01:24:49.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês vão ver aqui que está bem variado. Então tem ensaios químicos, ensaios biológicos, ensaios da indústria farmacêutica, então existe uma gama muito grande de

496
01:24:49.420 --> 01:24:53.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de materiais e referência, e cada um deles tem particularidades.

497
01:24:56.280 --> 01:24:58.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, a adequação

498
01:24:58.400 --> 01:25:27.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de um material de referência depende das especificações analíticas, então o efeito da matriz então tem algumas situações, por exemplo, ensaios de alimentos que a matriz interfere. E também preciso de um material de referência na matriz. E às vezes é mais difícil de conseguir. Então, ensaio de proteína. Eu preciso da matriz. E quanto essa matriz influencia no mensurando. Então porque ele não é?

499
01:25:27.570 --> 01:25:40.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ela gera um pouquinho mais instabilidade. Por exemplo, um alimento tem toda a questão da estabilidade da matriz. Então, em algumas áreas, o efeito matriz é significativo

500
01:25:42.220 --> 01:25:52.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e outros fatores como a concentração podem ser mais importantes do que o valor da incerteza. Então, aqui, a concentração e a estabilidade e a influência da matriz

501
01:25:53.190 --> 01:25:56.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: devem ser analisados

502
01:25:56.840 --> 01:26:00.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e os fatores que a gente tem que considerar. Então, qual é o mensurando

503
01:26:00.800 --> 01:26:17.419
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a faixa de medição? Isso para todos os materiais e referência. Qual é o parâmetro? Mensurando que a gente está analisando? Qual é a faixa de medição? A concentração que eu preciso para os meus resultados. Ali, por exemplo, eu estou a curva de calibração

504
01:26:17.530 --> 01:26:23.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na faixa das minhas medições. Qual é a concentração de material de referência que eu consigo.

505
01:26:25.400 --> 01:26:40.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu posso fazer diluições. Aquele material de referência. Então eu compro um material de referência de mil e faço uma diluição na concentração que eu quiser. Então, se isso é possível, ou eu tenho que comprar já o material de referência na concentração que eu preciso usar.

506
01:26:42.900 --> 01:26:47.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qual é a influência da matriz e de potenciais outros interferentes?

507
01:26:47.750 --> 01:26:55.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qual é o tamanho da amostra? Eu consigo só materiais em referência

508
01:26:56.110 --> 01:27:19.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com volumes ou pesos muito pequenos. Às vezes tem materiais muito caros. Por enfim, a raridade. O processo de obtenção é bem complicado. Então eu preciso comprar. Às vezes, muita quantidade para aquele tamanho de amostra que eu preciso para fazer ali. A minha validação, meus controles de qualidade. Então, quanto eu preciso daquele material de referência.

509
01:27:19.790 --> 01:27:24.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qual é a homogeneidade e a estabilidade? A gente sabe que tem materiais que são.

510
01:27:26.130 --> 01:27:27.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

511
01:27:27.590 --> 01:27:37.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: muito instáveis eles precisam ou ser guardados em freezer, ou eles têm um prazo de validade muito pequeno. Então a gente tem que considerar que daí eu preciso fazer, comprar,

512
01:27:37.650 --> 01:27:46.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ressuspender, utilizar tudo, fazer todo aquele processo de validação em pouco tempo, porque a estabilidade do meu material é pequena

513
01:27:46.450 --> 01:27:47.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

514
01:27:47.620 --> 01:28:07.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou, por exemplo, a questão da homogeneidade considerar que a gente tem que fazer sempre a homogeneização, para que aquela concentração entre as amostras seja reproduzida, reprodutível, então questões de estabilidade e homogeneidade são importantes, e isso tudo fica descrito no certificado do material de referência. Todas essas particularidades.

515
01:28:08.810 --> 01:28:31.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se a incerteza do material de referência é compatível com o meu ensaio. Eu estou trabalhando ali num limite de quantificação muito pequeno. Eu estou avaliando a exatidão lá perto do limite de quantificação, e o meu material de referência tem uma incerteza muito grande. Então ele não vai servir para mim. Então eu tenho que olhar também a incerteza de medição que vem

516
01:28:31.780 --> 01:28:39.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da contribuição do material de referência. Pode ser que ele não sirva para mim se o meu ensaio tem um limite muito baixo,

517
01:28:39.640 --> 01:28:43.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu esteja trabalhando num limite de quantificação muito baixo.

518
01:28:45.660 --> 01:28:57.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E qual o procedimento que foi utilizado para atribuir o valor? A medição, a análise estatística que foi utilizada pode ser que não seja compatível com o que eu estou utilizando nos meus ensaios.

519
01:28:57.990 --> 01:29:04.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então todos esses fatores têm que ser considerados e são importantes quando a gente faz aquisição do material de referência,

520
01:29:06.940 --> 01:29:36.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outras questões importantes, então a validade dos dados do certificado e a incerteza, incluindo a conformidade com os principais procedimentos da Iso trinta e três.quatrocentos e cinco que ela descreve aquilo que a gente falou: homogeneidade e estabilidade e outras Isos. A Tânia trouxe na primeira aula para vocês referências normativas relacionadas a materiais e referência. A primeira delas é o produtor de material de referência, que é a Iso dezassete.trinta e quatro,

521
01:29:36.420 --> 01:29:38.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas existem outras normas

522
01:29:39.610 --> 01:29:52.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que ajudam a gente que é a trinta e três.quatrocentos e cinco que fala sobre homogeneidade e estabilidade a trinta e três.quatrocentos e um, que fala sobre os documentos que acompanham os materiais de referência.

523
01:29:52.810 --> 01:29:57.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O Iso guia trinta, que fala sobre os termos e definições

524
01:29:58.820 --> 01:30:07.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a êxo trinta e três quatrocentos e três, que são sobre recomendações e uso, além de outros documentos da Cgecre, que é a nitidicla trinta,

525
01:30:08.170 --> 01:30:14.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e fala sobre materiais e referência. E também tem dois oxigénios que a gente vai falar na sequência.

526
01:30:14.490 --> 01:30:21.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são documentos importantes que a gente tem que conhecer quando estiver utilizando os materiais e referência

527
01:30:21.540 --> 01:30:43.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: importante também. Quando a gente faz a aquisição do material de referência histórico do produtor. Então eu sei que eu me adaptei melhor à minha realidade. Ou atendem melhor o que eu preciso? Um material de referência da Merk ou da Sigma Aldrich ou da Digimed então a gente às vezes se

528
01:30:44.040 --> 01:30:49.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: avalia o produtor do material de referência que tem

529
01:30:49.290 --> 01:31:00.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: características que atendem melhor as nossas necessidades. Então a gente acaba às vezes, até quando faz a seleção dos fornecedores, indicando até a marca que vai querer?

530
01:31:00.300 --> 01:31:14.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Porque eu sei que aquele fornecedor vai atender tudo que eu preciso. Então, quando a gente faz a análise crítica dos provedores externos. É importante que a gente especifique bem qual o material de referência que a gente vai querer comprar,

531
01:31:15.370 --> 01:31:25.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque isso vai influenciar lá no processo de validação, os controles de qualidade internos, e, às vezes, quando a gente está numa companhia muito grande,

532
01:31:25.900 --> 01:31:35.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a aquisição feita por um setor que não é muito próximo do laboratório. É bom que a gente especifique bem direitinho o que a gente quer do material de referência.

533
01:31:35.870 --> 01:31:40.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso é um requisito bem importante lá no requisito seis.seis das dezassete horas, vinte e cinco.

534
01:31:41.290 --> 01:31:51.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí, avaliar o histórico, esse provedor, esse produtor, o fornecedor do material de referência, está me atendendo. Atendendo as minhas necessidades.

535
01:31:52.780 --> 01:32:15.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tem alguns ensaios instrumentais, por exemplo, que alguns fornecedores fazem revalidação do material de referência. Então que eu possa ter um contato com esse produtor. Ele já me avisa olha, a gente internamente, porque somente o fornecedor pode estender a validade do produto. E ele vai emitir um novo certificado.

536
01:32:15.580 --> 01:32:23.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu tenho que ter essa relação com o provedor de material de referência. Existem alguns laboratórios que têm esse

537
01:32:23.620 --> 01:32:35.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa avaliação mais estreita, essa relação mais estreita e o fornecedor já emite o relatório de revalidação do produto e eu não perco o meu Mrc.

538
01:32:36.060 --> 01:32:40.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa questão da relação histórico com o produtor. É bem importante

539
01:32:42.030 --> 01:33:01.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a disponibilidade de um certificado e um relatório conforme a Iso trinta e três quatrocentos e um, então, que fala sobre os documentos que estão relacionados com o material de referência. É importante que a gente tenha o hábito de olhar os certificados no detalhe. Às vezes eles têm umas letrinhas bem miúdas, e as informações importantes podem estar lá,

540
01:33:03.740 --> 01:33:13.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: avaliar. Então a conformidade demonstrada da produção dos materiais e referência com os padrões de qualidade, conforme as Isos, que a gente já comentou aqui,

541
01:33:13.490 --> 01:33:38.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e os requisitos do Ilac, que são os organismos internacionais que têm mútuo reconhecimento com a Cgec, e também estão em conformidade com as medições, conforme a mil setecentos e vinte e cinco, porque os produtores de material de referência também, quando eles vão atribuir o valor, eles fazem ensaios para definir as concentrações e esses ensaios têm que seguir

542
01:33:38.710 --> 01:33:44.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a 17h25 como a gente. Quando vai emitir os resultados dos nossos laboratórios?

543
01:33:48.630 --> 01:34:06.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então os materiais de referência a certificados, então eles são caracterizados por uma ou mais propriedades, e esses valores e propriedades são acompanhados de uma especificação clara de propriedade, concentração unidade, de medida,

544
01:34:07.230 --> 01:34:09.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: incerteza associada,

545
01:34:10.720 --> 01:34:24.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: rastreabilidade meteorológica e o período de validade. Tudo isso tem que estar descrito no certificado. Então por isso que existe uma norma que rege tudo isso e é dezassete.trinta e quatro

546
01:34:24.650 --> 01:34:36.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é específica para os produtores e material de referência. Também lá tem um requisito que fala dos documentos relacionados ao material de referência. Então ele tem que dar a especificação do produto.

547
01:34:36.890 --> 01:34:48.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Às vezes, a quantidade tem algumas situações que existem. Uma quantidade mínima a ser utilizada do material de referência. Eu não posso usar menos que isso.

548
01:34:48.500 --> 01:34:59.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para atingir os meus objetivos, fazer validação de método, fazer controle de qualidade. Então todas essas especificações têm que estar descritas no certificado.

549
01:35:05.050 --> 01:35:12.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos destrinchar um pouquinho, então as questões terem uma especificação clara da propriedade em questão.

550
01:35:12.190 --> 01:35:41.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a especificação da propriedade auxilia para definir se o material de referência adequado para a aplicação pretendida. Então, se é o elemento, o parâmetro que eu preciso analisar, se ele está na concentração adequada, a unidade de medida que eu preciso. Então, às vezes ele vem numa unidade de medida. Eu consigo fazer conversão se eu consigo fazer conversão. Ok, mas senão, se a unidade de medida é uma coisa que não está no sistema internacional, eu nem sei

551
01:35:42.510 --> 01:35:59.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se aquela concentração está ok ou não se serve para mim, então eles normalmente seguem o sistema internacional de medidas. Então a gente consegue ou fazer conversão ou saber que está na concentração adequada.

552
01:35:59.980 --> 01:36:07.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O usuário de um material de referência é responsável por avaliar a adequação do material para o uso pretendido. Então, se ele.

553
01:36:07.290 --> 01:36:22.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se a matriz está adequada, se ele é importante, se ele pode ser utilizada para validação de método ou não. Então eu vou ter que lá no certificado. Vai ter as informações. Se ele vai se servir para mim ou não,

554
01:36:23.900 --> 01:36:35.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: convém que os valores e propriedades sejam dados na unidade adequada, então isso que eu tinha falado antes. Se ele está no sistema internacional de medidas. Se eu consigo fazer conversão ou não,

555
01:36:35.780 --> 01:36:38.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: normalmente eles estão no sistema internacional de medidas.

556
01:36:40.730 --> 01:36:56.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Convém que os valores e propriedades sejam dados em um número apropriado de dígitos. Então a gente tem que saber qual é a exatidão daquele resultado. Normalmente eles são valores arredondados. Então evitar a perda desnecessária da exatidão,

557
01:36:56.680 --> 01:37:14.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por um lado, e dando uma falsa impressão de exatidão para o outro. Normalmente, a gente compra materiais, em referência com concentrações redondas. Mas, enfim, em algumas situações, eles vêm com alguma exatidão na quantos dígitos eu preciso da exatidão daquele material de referência,

558
01:37:15.010 --> 01:37:19.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí também com a incerteza associada compatível com aquela exatidão da medição.

559
01:37:20.870 --> 01:37:31.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são as especificações da propriedade para os materiais em referência biológicos. As especificações são um pouquinho diferentes. E quando a gente chegar lá, a gente vai falar sobre isso.

560
01:37:34.680 --> 01:37:48.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os materiais de referência têm que ser associados com uma incerteza. Então eles têm um valor. A concentração, a especificação, concentração, unidade e medida, e a sua incerteza associada.

561
01:37:48.760 --> 01:37:54.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então convém que a incerteza declarada seja dada na mesma unidade dos valores de propriedade

562
01:37:55.320 --> 01:38:03.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou expressa com uma fração, então ou ela está na mesma unidade de medida, ou ela é uma incerteza expandida relativa.

563
01:38:04.070 --> 01:38:31.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os materiais e referência são acompanhados por um certificado, declarando, entre outras propriedades os seus valores e as suas incertezas associadas. Então, para ser material de referência certificado, isso é um pré requisito, então ele tem que ter o valor de propriedade, a unidade de medida no sistema internacional. E qual é a incerteza daquela medição associada? Porque conforme o tamanho da incerteza, ela não vai ser adequada para mim.

564
01:38:33.010 --> 01:38:45.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Para aquela exatidão que eu preciso para aquele limite de quantificação que eu estou utilizando para aquela metodologia que eu estou utilizando. Então, por isso que é importante que a gente saiba a incerteza associada,

565
01:38:46.150 --> 01:38:51.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: recomenda se então que os materiais de referência que não possuem valores de propriedade

566
01:38:51.870 --> 01:39:08.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: venham com alguma informação sobre homogeneidade a homogeneidade entre as unidades. Isso a Tânia explicou também na aula passada, e a estabilidade de longo prazo, ou seja, a estabilidade de longo prazo e aquela que é estabelecida

567
01:39:09.480 --> 01:39:11.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: até o prazo de invalidado.

568
01:39:11.870 --> 01:39:20.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso, quando o produtor faz a avaliação do material de referência, ele faz a avaliação de curto prazo

569
01:39:21.580 --> 01:39:34.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a estabilidade de longo prazo ou de curto prazo é aquela normalmente sobre condições extremas de temperatura e condições ambientais que possam prejudicar ou reduzir o prazo de validade

570
01:39:34.790 --> 01:39:43.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a estabilidade de longo prazo e aquela estabilidade entre a produção e o prazo de validade que está no certificado.

571
01:39:43.540 --> 01:39:45.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, no mínimo,

572
01:39:49.470 --> 01:39:51.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o material de referência

573
01:39:51.800 --> 01:40:01.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não só os Mrcs, mas os Mrps também têm que ter avaliação de homogeneidade entre unidades e estabilidade de longo prazo,

574
01:40:03.280 --> 01:40:19.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque a homogeneidade entre unidades, porque eu estou comprando se eu estou comprando material de referência tem vários frascos. Aquela concentração que está designada no produto. Ela tem que estar nessa mesma concentração em todos os frascos.

575
01:40:20.200 --> 01:40:23.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas isso. Enfim, a Tânia já deve ter explicado.

576
01:40:24.630 --> 01:40:25.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não posso.

577
01:40:29.690 --> 01:40:31.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tem aqui alguma dúvida?

578
01:40:32.100 --> 01:40:33.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Soraia,

579
01:40:33.540 --> 01:40:34.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: entendeu?

580
01:40:39.420 --> 01:40:42.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou fazer um intervalinho daqui a pouco para tomar uma água.

581
01:40:43.390 --> 01:40:44.840
Soraya Pereira: Tá joia.

582
01:40:44.840 --> 01:40:46.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá tranquilo. Até aqui.

583
01:40:46.500 --> 01:40:52.810
Soraya Pereira: Ah, tá, Sim, inclusive eu. Já até eu fui lá acessar a Norma. A Nietzsche dica, né.

584
01:40:53.370 --> 01:40:53.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aham!

585
01:40:53.780 --> 01:40:58.309
Soraya Pereira: Aí. Tem uma olhada já nas informações do espectro.

586
01:40:58.590 --> 01:40:59.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum.

587
01:40:59.140 --> 01:41:07.259
Soraya Pereira: Inclusive até dei uma olhada na Cogard que eu já mandei até um e mail para o fornecedor que eu tenho que mandar.

588
01:41:07.520 --> 01:41:07.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum.

589
01:41:07.960 --> 01:41:16.680
Soraya Pereira: Gardner, porque a gente precisa analisar nele a Cogard também. Um equipamento que faz.

590
01:41:16.680 --> 01:41:17.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É muito.

591
01:41:17.080 --> 01:41:18.020
Soraya Pereira: E aí?

592
01:41:18.020 --> 01:41:19.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso é.

593
01:41:19.290 --> 01:41:19.810
Soraya Pereira: Bom dia

594
01:41:20.230 --> 01:41:30.779
Soraya Pereira: aí. Lá na Nit, não fala de cogarde, mas fala de transmitência. Enfim, de análise de cor. No caso, a Cogarde não é de cor, mas ele não fala Gargne

595
01:41:30.780 --> 01:41:31.180
Soraya Pereira: de juiz.

596
01:41:31.540 --> 01:41:34.380
Soraya Pereira: Mas pelo jeito, acredito que Caribe assim com certeza.

597
01:41:35.160 --> 01:41:40.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E depois tu. Dá uma olhada naquela no Docs rejecre em noventa.

598
01:41:40.910 --> 01:41:42.920
Soraya Pereira: Oitenta e três, passou.

599
01:41:42.920 --> 01:41:48.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É oitenta e três e o noventa e seis, o noventa e seis, que é específico do espectro?

600
01:41:49.020 --> 01:41:52.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Porque pode ser que tenha alguma informação lá que te ajude.

601
01:41:52.810 --> 01:41:53.859
Soraya Pereira: Ah, então tá,

602
01:41:54.320 --> 01:41:56.189
Soraya Pereira: Ah, joia Uhum.

603
01:41:58.540 --> 01:42:07.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Pulei aqui dois slides. Então a gente estava falando da declaração de incerteza que está associada ao material de referência,

604
01:42:08.820 --> 01:42:26.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: rastreabilidade metrológica, que é outro requisito que tem que estar no certificado dos materiais de referência certificados, então os materiais de referência certificados precisam a atribuição de valor, a incerteza associada e a rastreabilidade metrológica.

605
01:42:26.620 --> 01:42:35.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para quê? Para permitir a interpretação da declaração da rastreabilidade meteorológica, os seguintes elementos são necessários: a especificação do mensurando

606
01:42:36.180 --> 01:42:44.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a unidade de medida, a unidade para a qual a propriedade é rastreável, porque ela vai estar relacionada, a qual propriedade

607
01:42:45.750 --> 01:42:59.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a unidade de medida, o método utilizado para o procedimento de manipulação, transformação da mostra e o procedimento de medição da característica que está sendo declarada como certificada.

608
01:43:00.280 --> 01:43:18.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A abordagem é utilizada para a caracterização do valor de propriedade, então, quando a gente faz a atribuição do valor de propriedade. A gente utiliza uma metodologia ou mais do que uma metodologia de ensaio ou a gente faz uma avaliação.

609
01:43:19.040 --> 01:43:29.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Manda analisar em outro laboratório por uma outra metodologia para caracterizar aquela concentração, aquela propriedade. Então isso tudo tem que estar definido

610
01:43:29.210 --> 01:43:49.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também na definição da rastreabilidade metrológica. É de responsabilidade do usuário avaliar a adequação da rastreabilidade metrológica para o uso pretendido depois na net ridícula, trinta que a gente vai falar. Fala se a questão da rastreabilidade metrológica aceita

611
01:43:49.550 --> 01:43:52.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como é que é definida essa rastreabilidade,

612
01:43:53.500 --> 01:44:08.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os bancos de comparação de materiais e referência, mas é importante que fique declarado no certificado. Qual é a rastreabilidade meteorológica? Como é que foi feita essa comparabilidade de resultados.

613
01:44:11.300 --> 01:44:26.419
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: As instruções de uso e armazenamento devem ser seguidas, pois fazem parte das condições em que o valor de propriedade e incertezas associadas são válidos. Por isso que, para definir o valor atribuído

614
01:44:26.570 --> 01:44:32.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da propriedade daquele material de referência, isso tudo está associado com

615
01:44:32.430 --> 01:44:38.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: estudos de homogeneidade e de estabilidade que estão definidos lá na instrução de armazenamento.

616
01:44:38.620 --> 01:44:49.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para o material dentro daquele prazo de validade, se reproduzir, reproduzir o que está aqui no certificado tem que ser armazenado conforme as condições do fabricante.

617
01:44:49.860 --> 01:44:54.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, com isso, a gente tem um almoxarifado que tem vários materiais de referência.

618
01:44:54.910 --> 01:45:04.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Toda aquela condição ambiental tem que ser compatível com tudo que está lá dentro. Então é importante que a pessoa que faça o gerenciamento

619
01:45:04.300 --> 01:45:18.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mantém as condições ambientais conforme todos os fornecedores estão indicando. Se tiver alguma particularidade, a gente tem que ter lá uma geladeira ou uma câmara térmica para aquela situação específica.

620
01:45:18.550 --> 01:45:23.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas, enfim, por isso que a gente tem que ler o certificado não dá para voltar na gaveta.

621
01:45:25.990 --> 01:45:43.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O uso inadequado do material de referência ou material de referência certificado pode ser prejudicial para o desempenho do procedimento de medição. Então, se eu utilizo fora do prazo de validade do material de referência certificado num processo de avaliação da exatidão.

622
01:45:43.880 --> 01:45:47.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele não está. Eu não estou utilizando da forma.

623
01:45:47.900 --> 01:46:15.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O uso pretendido não está sendo seguido. Não está correto. Para fazer uma avaliação de exatidão. Uma avaliação de validação de método. Eu preciso de um Mrc dentro do prazo de validade, porque aquele valor atribuído no certificado só vai ser garantido se ele estiver dentro do prazo de validade. Então depende do uso pretendido para que eu estou utilizando aquele material. Eu tenho que aquelas condições têm que ser seguidas.

624
01:46:17.010 --> 01:46:44.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Convém que o prazo de validade do certificado seja respeitado. Tem algumas exceções. Aquilo que a Tânia já conversou e foi que a Soraya trouxe aqui. Então, se eu estou utilizando o material de referência que eu comprei como material de referência de certificado fora do prazo de validade. Ele não vai ser mais utilizado para validar método e avaliar a exatidão para fazer calibração de equipamentos.

625
01:46:44.690 --> 01:46:51.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou ter que dar um outro uso para ele. Então eu vou rebaixar como a gente falou. Tem entre aspas.

626
01:46:51.710 --> 01:46:55.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele não vai ser mais um Mrc. Ele pode ser utilizado como Mrr.

627
01:46:56.230 --> 01:47:11.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas ele também precisa respeitar características. Ele também tem que ter estabilidade e homogeneidade. E eu vou acompanhar ele ao longo do tempo. Pode ser que em algum momento, ele não possa ser mais utilizado, porque ele não está mais reproduzindo.

628
01:47:13.650 --> 01:47:40.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, mesmo ele sendo um Mr. Ele tem que ter algumas características que tem que ser avaliadas. Eu tenho que acompanhar aquele material. Então não é simplesmente vencer. Eu posso utilizar como Mrc e não escrever isso em lugar nenhum importante que eu registre na data, tal, ele era um Mrc. Passou a ser utilizado como Mr. Ele está sendo acompanhado a estabilidade e a homogeneidade

629
01:47:40.740 --> 01:47:55.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por uma carta. Controle a cada seis meses. Eu faço uma análise crítica daquele material. Não é simplesmente do nada. Eu passo a utilizar esse Mr. E simplesmente não digo nada em nenhum registro.

630
01:47:55.620 --> 01:47:59.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso é bem importante. Que fique claro aqui,

631
01:47:59.420 --> 01:48:10.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando eu estou trocando o uso pretendido do material de referência certificado para um Mr. É bom que eu registre isso lá na documentação do produto

632
01:48:11.110 --> 01:48:16.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que, a partir da data, tal ele passou para um outro uso.

633
01:48:16.390 --> 01:48:24.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como essas características vão ser acompanhadas assim cada tanto tempo? Eu faço essa reavaliação,

634
01:48:24.920 --> 01:48:25.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá bem.

635
01:48:27.250 --> 01:48:32.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não sei. Se horaesse tinha ficado claro para ti que eu preciso fazer isso.

636
01:48:34.250 --> 01:48:35.799
Soraya Pereira: Sim, Sim, ficou.

637
01:48:35.800 --> 01:48:36.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá. É.

638
01:48:36.440 --> 01:48:42.619
Soraya Pereira: Eu perguntei a ela justamente por conta de um ácido benzoico que nós temos lá guardado.

639
01:48:42.820 --> 01:48:49.810
Soraya Pereira: Mas eu não tenho certificado dele. Eu acho. Também. Só com bem antigo, né? E daí? Ele está guardado lá. Mas

640
01:48:49.920 --> 01:49:10.120
Soraya Pereira: eu pensei em utilizar ele no equipamento de plantão de amolecimento, mas só para controle interno. Mas a gente já tem. A gente usa um material nosso da produção que nós pegamos e a gente faz. A gente chama ele de padrão interno de verificação e a gente tem dados dele de anos.

641
01:49:10.700 --> 01:49:11.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é isso aí.

642
01:49:11.780 --> 01:49:12.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigado.

643
01:49:12.240 --> 01:49:14.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Já conhece aquele produto?

644
01:49:14.590 --> 01:49:34.330
Soraya Pereira: A gente tem essa prática que nem, por exemplo, no climatógrafo, a gente usa um óleo nosso que está guardado, ele ali cristalizado. E a gente tem. Ele tem. Deve ter dados dele de uns cinco anos. Então a gente vem mantendo. Então, quando a gente desconfia do Climatógrafo. A gente vai lá e injeta esse óleo.

645
01:49:34.330 --> 01:49:37.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Porque ele tem estabilidade. Ele tem estabilidade.

646
01:49:37.120 --> 01:49:38.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também tem essa

647
01:49:38.060 --> 01:49:39.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: características.

648
01:49:39.350 --> 01:49:57.139
Soraya Pereira: E isso. Eu tenho dados dele durante anos. Então, assim ele passou a ser um material de referência nosso interno, e esse ácido besóia que eu perguntei a ela justamente por conta disso. Só que ele não tem um dado. Eu vou iniciar agora. Eu não tenho nem certificado

649
01:49:57.290 --> 01:50:02.869
Soraya Pereira: no espectro. Eu faço com cloreto de cobalto. Além da gente fazer um

650
01:50:03.120 --> 01:50:14.589
Soraya Pereira: a verificação da calibração, eu comecei a reter dados da absorbância e da concentração desse material nos meus dois aspectos, até para eu ver também a diferença.

651
01:50:14.590 --> 01:50:14.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De uma.

652
01:50:14.990 --> 01:50:18.679
Soraya Pereira: Para a curva do equipamento novo.

653
01:50:18.680 --> 01:50:19.080
Soraya Pereira: E aí

654
01:50:19.920 --> 01:50:33.109
Soraya Pereira: que eu tenho certeza que, tipo, a gente compra esses materiais de referência. A gente compra uma quantidade muito grande. Por mais que você coloque lá quinhentos ml. Mas ele vem um litro e ele acaba vencendo. E você tem aquele material todo. Tem que descartar.

655
01:50:33.110 --> 01:50:33.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum.

656
01:50:33.460 --> 01:50:52.029
Soraya Pereira: E aí o meu intuito é a gente ter um padrão com dados que eu possa analisar semanalmente. Por mais que ele está vencido. Mas a gente vai ter aqueles dados robustos durante muito tempo, para a gente depender no equipamento, justamente para a gente não descartar também que é tão ruim.

657
01:50:52.030 --> 01:51:02.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim, mas é justamente por isso que a Cgec tem nos documentos essa autorização de utilizar, mas aí, para o uso de controle interno de qualidade.

658
01:51:02.260 --> 01:51:03.890
Soraya Pereira: Exatamente.

659
01:51:06.220 --> 01:51:14.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, seguindo aqui, antes do nosso intervalo. Então, para os materiais e referências certificados que permitem múltiplos usos. Então usos para

660
01:51:14.510 --> 01:51:33.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: validação, exatidão, precisão, construção de curva, linearidade. Então tem esses múltiplos usos. É importante ter a certeza de que o recipiente que contém esse material estejam apropriadamente fechados e que estejam armazenados de maneira adequada, principalmente quando a gente tem muita manipulação

661
01:51:33.130 --> 01:51:45.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: desses frascos, porque a gente pode ter contaminação. Então, quando a gente tem muitos usos e vai fazer muita manipulação, é importante que a gente tenha cuidado

662
01:51:46.050 --> 01:51:50.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no armazenamento e na própria manipulação,

663
01:51:51.190 --> 01:52:05.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em alguns casos. Então, fracionamento que a gente fala de reembols do material restante pode ser necessário. Então, às vezes, para a gente. Não mantém o frasco original. Faço frações, se isso for possível

664
01:52:06.160 --> 01:52:11.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e importante que a gente mantenha a rastre habilidade das informações no rótulo do fracionado.

665
01:52:11.770 --> 01:52:22.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, qual é o produto? Qual é o material de referência? Qual é a característica? Qual é a concentração? Unidade de medida, o lote do produto original,

666
01:52:22.970 --> 01:52:45.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a validade do produto original e a validade do fracionado, principalmente porque a gente está manipulando, está deixando ele para a manipulação. Ele não vai valer a mesma coisa do que o de origem. A gente tem que dar uma validade menor. Normalmente, o frasco fracionado. Os laboratórios dão quinze dias, um mês, e aí depois eu,

667
01:52:45.370 --> 01:52:48.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu boto fora e fraciono novamente.

668
01:52:48.960 --> 01:52:58.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é importante a gente manter no rótulo as informações e rastreabilidade do produto para que a gente garanta que o produto seja adequado, que a gente está usando o produto certo. Mesmo

669
01:52:59.360 --> 01:53:03.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: convém que a quantidade mínima das subamostra seja respeitada

670
01:53:04.180 --> 01:53:10.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sob amostras menores podem não ser representativas e tem alguns

671
01:53:10.980 --> 01:53:30.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: certificados que dizem qual é a quantidade mínima que aquele material deve ser utilizado, menor que aquilo. Aquele certificado não vai ser compatível com aquele produto. Não vai ser compatível com as informações do certificado. Então tudo isso tem que ser respeitado

672
01:53:34.290 --> 01:53:42.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: antes da gente começar aqui. Quem dá as diretrizes continuar? Vamos fazer um intervalinho de quinze minutos só para eu tomar uma aguinha, fazer um pipi.

673
01:53:42.570 --> 01:53:51.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou deixar aqui. Eu vou deixar gravando, tá? Só vou fechar a minha câmera e o meu áudio e volto em quinze minutinhos. Tá bom.

674
01:53:51.560 --> 01:53:52.210
Soraya Pereira: É daqui.

675
02:09:21.770 --> 02:09:24.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos retomando

676
02:09:27.220 --> 02:09:28.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: isso

677
02:09:31.010 --> 02:09:32.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de.

678
02:09:36.520 --> 02:09:41.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Deixa eu parar um pouquinho o compartilhamento aqui, para ver se está gravando direitinho.

679
02:09:43.400 --> 02:09:44.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum

680
02:10:01.390 --> 02:10:02.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: muito bem,

681
02:10:03.460 --> 02:10:05.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: soraia. Já está por aí.

682
02:10:14.440 --> 02:10:17.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho que já deu tempo aqui do nosso intervalo.

683
02:10:20.960 --> 02:10:23.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, vamos continuar aqui

684
02:10:23.740 --> 02:10:44.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sobre os nossos materiais e referência. Quem então dá as diretrizes? Quem define as regras para a utilização do material de referência? A Tânia já tinha conversado com você sobre o requisito de rastrabilidade metrológica lá da mil setecentos e vinte e cinco.

685
02:10:44.870 --> 02:10:46.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esse requisito

686
02:10:48.260 --> 02:11:14.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ele tem três itens, cinco-um seiscentos e cinquenta e dois e o seiscentos e cinquenta e três e a gente? Acho que não tinha falado desse requisito. Mas enfim, vinte e cinco diz que, quando a rastreabilidade metrológica a uma unidade do sistema internacional não for tecnicamente impossível,

687
02:11:14.300 --> 02:11:26.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu não consigo uma unidade de medida relacionada ao sistema internacional. O laboratório deve demonstrar a rastrabilidade meteorológica a uma referência apropriada, por exemplo,

688
02:11:27.790 --> 02:11:46.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com o valor do certificado de material de referência provido por um produtor competente, e lá na nitidicla trinta, existem as especificações que ajudam o laboratório a entender quem é um produtor competente, onde buscar

689
02:11:46.570 --> 02:11:52.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um provedor de material de referência que possa ser utilizado no nosso laboratório.

690
02:11:55.420 --> 02:12:22.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esses provedores ou essas referências são definidas internacionalmente. O inmetro faz parte do acordo mútuo de reconhecimento, inclusive na avaliação dos provedores de mensagem, proficiência ele, como um agente que faz acreditação de materiais e diferenças segue regras internacionais, e essas regras são definidas

691
02:12:24.030 --> 02:12:27.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pelo Ilac. São organismos internacionais

692
02:12:28.290 --> 02:12:32.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que estabelecem essas políticas,

693
02:12:32.550 --> 02:12:52.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e o Ilac, que é a cooperação internacional de laboratório de acreditações de laboratório. Ele fala para produtores de material de referência que a política do Ilac em relação à rastreabilidade metrológica fornecida por produtores de material de referência

694
02:12:52.290 --> 02:13:06.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por meio de material de referência certificado que os valores certificados atribuídos no certificado do material de referência são considerados como tendo rastabilidade meteorológica válida quando

695
02:13:08.570 --> 02:13:20.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os materiais de referência são produzidos por institutos nacionais de metrologia e o inmetro é um instituto nacional de metrologia, assim como em outros países. Existem outros institutos

696
02:13:21.190 --> 02:13:24.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: usando um serviço que está incluído no

697
02:13:25.770 --> 02:13:31.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no bipm, no banco, no banco de dados de chave de comparação do bipm.

698
02:13:31.980 --> 02:13:41.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então existe um órgão internacional depois, lá na mitidicla trinta. E aqui. Acho que na palestra, eu também deixei. A gente deixou um link

699
02:13:42.090 --> 02:13:51.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para esse site onde tem a comparação. Os institutos nacionais e metrologia fazem essa comparação, de

700
02:13:51.730 --> 02:13:56.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que dá essa rastreabilidade metrológica aos materiais e referências certificados

701
02:13:58.920 --> 02:14:16.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nessa política também do Ilac diz que os materiais e referência são produzidos também podem ser produzidos por produtores e material de referência credenciado sobre o seu escopo de reconhecimento a órgãos tipo inmetro, a órgãos de acreditação

702
02:14:17.070 --> 02:14:25.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e cobertos por um acordo do acordo de multoureconhecimento entre os órgãos internacionais

703
02:14:26.670 --> 02:14:39.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também os valores. Também na política estabelecem que os valores de certificado atribuídos aos materiais e referência de certificados são cobertos por esse banco de dados também

704
02:14:39.460 --> 02:15:00.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pelo comitê de laboratórios e análises clínicas de medicina laboratorial. Então existe esse Joy Commited, rastreabilidade para laboratórios clínicos, esse banco de dados que estabelece então a rastreabilidade meteorológica para

705
02:15:00.880 --> 02:15:10.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: amostras clínicas, que é bem complicado. Então, amostras e análises clínicas, laboratórios e análises clínicas têm uma dificuldade

706
02:15:12.160 --> 02:15:40.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de ter disponíveis materiais e referências certificados, porque, por características biológicas, características da matriz. Mas enfim, existe, esse banco de dados que pode ser consultado, mas a gente sabe que é uma área mais complicada. Acho que não vem ao caso aqui a gente detalhar, porque ninguém. Acho que tem pouca gente dessa área. Pode ser que não tenha ninguém escrito no curso, mas só para vocês saberem.

707
02:15:42.130 --> 02:16:07.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Enfim, vamos ao documento que é importante é o documento normativo. Então da Cgecre, que fala sobre as definições. Então essa é a nitidicla trinta, como eu falei para a Soraya. A nitidicla, então é um documento normativo que pode ser passível de não conformidade. Então é um outro documento que quem não conhece, que não é acreditado que não tem reconhecimento de competência, tem que

708
02:16:08.190 --> 02:16:14.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: baixar. Ele foi atualizado. Está na revisão quinze. Foi atualizado em novembro do ano passado,

709
02:16:14.620 --> 02:16:23.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e ele é um documento que é atualizado com uma certa frequência. Então acho que a revisão catorze tinha sido

710
02:16:24.560 --> 02:16:38.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: final de dois mil e vinte e três. Em dois mil e vinte e quatro, já teve uma atualização. Então a gente lá no controle de documentos externos. Também tem que ficar de olho nas nitidículas que a gente é parte cível de não conformidade.

711
02:16:40.540 --> 02:17:00.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa norma define os laboratórios provedores externos e serviço de calibração, além dos produtores de material de referência que podem assegurar a rastreabilidade inmetrológica na acreditação dos organismos de avaliação da conformidade, com base nos documentos do Ilac

712
02:17:01.100 --> 02:17:14.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e no reconhecimento da conformidade dos princípios da Vpr, os princípios das boas práticas de laboratório. Então esse documento vai falar sobre a rastreabilidade meteorológica nas calibrações

713
02:17:14.280 --> 02:17:23.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também para produtores de material de referência. Ele é um documento extenso, cheio de detalhes, cheio de notas. A gente vai trazer aqui alguma coisa,

714
02:17:25.090 --> 02:17:31.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas é importante que quem não conheça ele na íntegra baixa ele no site do inmetro

715
02:17:32.230 --> 02:17:36.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e deu uma lida bem detalhada, porque ele é bem importante.

716
02:17:39.280 --> 02:17:41.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele começa falando

717
02:17:41.549 --> 02:17:45.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sobre as informações. Então, quais são?

718
02:17:45.639 --> 02:17:46.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

719
02:17:46.740 --> 02:17:57.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: informações sobre a rastabilidade metrológica. Então, quais são os órgãos que a gente tem que conhecer e que vão dar diretrizes de.

720
02:17:58.030 --> 02:18:05.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Da rastralidade meteorológica. Quais os órgãos que a gente deve seguir? Orientação onde buscar as informações.

721
02:18:05.910 --> 02:18:12.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, ele fala das diretorias da diretoria de metrologia científica, industrial e de tecnologia do inmetro.

722
02:18:12.870 --> 02:18:14.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então que lá

723
02:18:14.400 --> 02:18:23.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem informações sobre rastreabilidade metrológica de calibrações e de materiais em referência também dá como referência

724
02:18:25.160 --> 02:18:29.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: meteorologia científica e de serviços de calibração.

725
02:18:29.660 --> 02:18:49.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também temos informação na divisão de serviços de hora legal brasileira do Observatório Nacional do Laboratório de Gravimetria e Coordenação geofísica e do Observatório Nacional e do Laboratório de Metrologia de radiação imunizante do Instituto de Radioproteção e dos Ibt.

726
02:18:49.780 --> 02:18:56.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são locais onde a gente pode buscar informação sobre rastreabilidade metrológica.

727
02:18:58.969 --> 02:19:17.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como eu disse, ele tem dois grandes grupos. Ele vai falar sobre calibrações de equipamentos, como a gente, buscar informações de laboratórios competentes que garantam rastreabilidade meteorológica para a calibração de equipamentos e para a produção de material de referência.

728
02:19:18.370 --> 02:19:28.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então acredito que a maioria das pessoas que são acreditadas, acho que todos os laboratórios que são acreditados conhecem

729
02:19:29.889 --> 02:19:33.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o site da rede brasileira de calibração.

730
02:19:33.650 --> 02:19:45.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Porque quando a gente vai contratar um serviço da calibração. A gente precisa encontrar um laboratório competente. Então, no Brasil, os laboratórios que são acreditados, laboratórios de calibração

731
02:19:45.510 --> 02:19:49.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que são acreditados pela Cgec, estão nessa lista.

732
02:19:49.900 --> 02:19:58.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nessa rede de laboratórios da rede brasileira de calibração. Então, como eu falei para vocês, a Nitidipa doze

733
02:19:58.600 --> 02:20:06.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem ali todos os equipamentos que são passíveis de calibração, todos os serviços de calibração que estão disponíveis

734
02:20:08.440 --> 02:20:13.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e para cada um desses equipamentos e serviços, quais os parâmetros

735
02:20:14.020 --> 02:20:18.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que devem ser calibrados para cada tipo de equipamento.

736
02:20:18.950 --> 02:20:20.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então,

737
02:20:21.810 --> 02:20:31.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a calibração, por exemplo, de phâmetros e condutivímetros, deve ser feito calibração elétrica e calibração com material de referência.

738
02:20:31.400 --> 02:20:53.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso para cada um dos equipamentos, por exemplo, os aspectos que a gente falou aqui: calibração visível e calibração Uv. Quais as absorbâncias e transmitâncias? Então, para cada tipo de equipamento, para a metodologia, que é recomendada

739
02:20:53.510 --> 02:21:02.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para fazer a calibração. Então são informações importantes para os laboratórios de calibração. E também para quem está contratando o serviço.

740
02:21:02.460 --> 02:21:24.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente não vai se aprofundar muito, porque não é o objetivo da aula agora, mas é importante que quem não conheça tanto se informe sobre a Nitid e nos documentos da Cgec. Tem muitos documentos específicos para equipamentos. Então, serve tanto para os laboratórios que fazem calibração, que são diretrizes para

741
02:21:25.210 --> 02:21:28.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: padronizar processos de calibração,

742
02:21:29.960 --> 02:21:38.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tanto para os laboratórios usuários desses serviços que ali eu vou saber que tipo de calibração eu devo solicitar.

743
02:21:38.930 --> 02:21:44.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como esse laboratório deve proceder com a calibração do meu equipamento. E também

744
02:21:44.400 --> 02:21:48.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eram questões relacionadas a checagens intermediárias.

745
02:21:48.950 --> 02:22:13.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Documento Oxigen, que é importante sobre as câmaras térmicas. Então, calibração dos equipamentos na temperatura de utilização do método, o perfil térmico da calibração daquele equipamento, como deve ser feito, quantos electrodos têm que ser colocados. Como é que a gente vai fazer a análise estatística? Quais os parâmetros, uniformidade, estabilidade,

746
02:22:14.810 --> 02:22:23.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: temperatura de controle. Então, para cada um dos equipamentos tem definições e parâmetros, metodologias,

747
02:22:23.670 --> 02:22:27.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: exemplos e metodologias

748
02:22:28.260 --> 02:22:32.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e outras informações que são importantes. Mas o prato

749
02:22:32.630 --> 02:22:34.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: informação básica

750
02:22:34.600 --> 02:22:43.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é que quem é acreditado ou reconhecido deve buscar calibração no laboratório competente. O que quer dizer ser um laboratório competente,

751
02:22:44.240 --> 02:22:47.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: estar na lista da rede brasileira de calibração.

752
02:22:49.270 --> 02:22:50.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas também

753
02:22:52.390 --> 02:23:02.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu posso contratar uma calibração. Ou às vezes eu compro um equipamento que já é calibrado e a calibração não é feita pelo inmet.

754
02:23:02.510 --> 02:23:08.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O laboratório não é acreditado. O laboratório de calibração não é acreditado pela Cgecl.

755
02:23:08.160 --> 02:23:23.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele é acreditado por um organismo internacional. Por exemplo, a elos. Tinha alguns equipamentos que a acreditação deles não era pela Sagecre. Ela era pela acreditação europeia.

756
02:23:23.310 --> 02:23:39.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Às vezes, a gente não vê o selo do inmetro naquele certificado de calibração. Tem um outro selo. Uma outra informação de calibração e C, o laboratório de calibração que seja creditado para a calibração específica

757
02:23:39.670 --> 02:23:52.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por um organismo de acreditação e for signatário ao acordo de reconhecimento mútuo pelo Ilac, o Iac, o Ea, o Alpac também pode.

758
02:23:52.580 --> 02:24:21.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente pode aceitar. Então, em algumas situações, um exemplo que me vem de pronto é algumas calibrações que, no início, a Elos fazia com uma acreditação europeia, mas a gente deixou aqui em destaque. Deve conter sempre o símbolo da acreditação ou fazer referência à acreditação emitida pelo organismo de acreditação internacional, que

759
02:24:22.290 --> 02:24:25.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: parte do acordo de reconhecimento mútuo.

760
02:24:25.780 --> 02:24:28.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, se vocês tiverem alguma dúvida,

761
02:24:30.510 --> 02:24:37.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dá para consultar se lá no selinho da calibração, na informação de calibração. É esse

762
02:24:37.340 --> 02:24:42.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o organismo. Faz parte do acordo e mútuo reconhecimento.

763
02:24:42.610 --> 02:24:43.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá,

764
02:24:44.490 --> 02:25:01.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas enfim, ou o selo da acreditação, fazendo parte da rede brasileira de calibração, ou fazendo referência a uma acreditação internacional que faz parte do acordo de multoreconhecimento. Eu posso aceitar, com uma calibração

765
02:25:01.370 --> 02:25:04.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: competente, um laboratório competente.

766
02:25:09.150 --> 02:25:18.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que fala a net ridicla trinta, então, sobre o uso de material de referência que garante ou que assegura a rastreabilidade metrológica.

767
02:25:19.200 --> 02:25:22.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então o oito.dois

768
02:25:22.590 --> 02:25:46.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é sobre calibrações, o oito.três da Net ridícula trinta fala sobre material de referência, uso de material de referência que assegure a rastreabilidade meteorológica, então, visando assegurar a rastreabilidade meteorológica das medições. Os laboratórios devem utilizar materiais de referência e certificados produzidos pelos seguintes organizações: quem pode,

769
02:25:47.230 --> 02:25:49.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, ou o

770
02:25:50.180 --> 02:25:59.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: qual é o Mrc que assegure rastreabilidade meteorológica, que pode ser chamado como um material de referência certificado.

771
02:25:59.990 --> 02:26:05.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então os institutos nacionais e metrologia no Brasil,

772
02:26:05.740 --> 02:26:09.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o inmetro produz materiais e referência.

773
02:26:11.920 --> 02:26:19.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vários tipos de material de referência. O Inmet é produtor. Depois, a gente deixou aqui

774
02:26:21.240 --> 02:26:31.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nanity, claro, trinta tem. E aqui acho que também deixei o link para fazer a busca sobre o material de referência que o inmetro produz

775
02:26:31.530 --> 02:26:43.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: são os institutos Nacional, de Meteorologia e qualidade e tecnologia. O inmetro e os laboratórios designados que produzem Mrcs usados como serviços que estão abrangidos no acordo de mútuo reconhecimento,

776
02:26:43.560 --> 02:26:51.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então ele produz os materiais em referência e garante que são materiais em referência a certificados.

777
02:26:51.580 --> 02:26:59.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como diz uma colega nossa. São os alecrins dourados. Eles se intitulam. Eles dão,

778
02:27:00.840 --> 02:27:04.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: garantem. Asseguram a rastreabilidade metrológica.

779
02:27:04.960 --> 02:27:11.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os laboratórios brasileiros designados pelo inmetro a serem signatários dos acordos de reconhecimento mútuo

780
02:27:11.850 --> 02:27:18.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou o inmetro produz ou laboratórios que são designados pelo inmetro,

781
02:27:19.160 --> 02:27:34.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: institutos nacionais, e metrologia institutos designados de outros países que produzem materiais de referência usando os serviços que estão abrangidos no acordo de mútuo reconhecimento, então que internacionalmente

782
02:27:34.140 --> 02:27:42.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: são reconhecidos como provedores de materiais e referência, outros institutos de metrologia.

783
02:27:45.390 --> 02:27:48.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí, saindo dos institutos de metrologia,

784
02:27:48.690 --> 02:28:00.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente tem os produtores de materiais de referência produtores tipo Merck Sigma Aldrich Digimed.

785
02:28:00.990 --> 02:28:28.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os de materiais biológicos da microbiológicos da Tcc, então todos os produtores de materiais de referência, que são acreditados com a Abnt Guia trinta e quatro. Antigamente, a dezassete.trinta e quatro pela Cgecl são acreditados pela Cgecre como produtores de material de referência

786
02:28:29.820 --> 02:28:41.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por outros organismos de acreditação que são membros do acordo mútuo de reconhecimento, membros do Ilac, do Iac, do Instituto Europeu e do

787
02:28:42.260 --> 02:28:46.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A Plac, que é do

788
02:28:46.820 --> 02:28:50.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o Organismo do Pacífico,

789
02:28:51.470 --> 02:28:53.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da Ásia e do Pacífico,

790
02:28:53.510 --> 02:29:02.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fazem parte do acordo de mútuo reconhecimento. Então eles têm que ser acreditados pela Cgecre ou por esses outros organismos internacionais.

791
02:29:03.060 --> 02:29:11.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O Ipr, aqui no Rio Grande do Sul, que é o laboratório da Puc está lançando vários materiais de referência. A Controlabl

792
02:29:11.430 --> 02:29:23.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para ensaios fisicoquímicos, químicos e biológicos também. Então a gente tem no Brasil já tem um número maior de produtores de material de referência.

793
02:29:25.940 --> 02:29:35.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente tem que sempre garantir que esse material de referência que eu estou comprando. São de produtores que são acreditados na dezassete.trinta e quatro.

794
02:29:35.730 --> 02:29:37.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí ele traz uma nota.

795
02:29:37.850 --> 02:29:50.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Materiais de referência produzidos e já comercializados por produtores e material de referência que sejam acreditados. Segundo o guia trinta e quatro, na verdade, o dezassete.trinta e quatro, que era o antigo guia trinta e quatro

796
02:29:51.460 --> 02:30:04.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: podem ser utilizados para atendimento à política de rastreabilidade Sgt desde que estejam dentro do prazo de validade que é aquilo que a gente já falou antes. O produtor, quando faz,

797
02:30:05.780 --> 02:30:13.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: atribui à propriedade aquele material de referência estabelece a incerteza de medição, avalia a homogeneidade e estabilidade.

798
02:30:13.670 --> 02:30:21.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele dá essas características que dão um certificado dentro do prazo de validade fora do prazo de validade. Ele não garante,

799
02:30:21.890 --> 02:30:25.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então ele só é um material de referência certificado

800
02:30:25.990 --> 02:30:31.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e pode ser reconhecido pelos organismos internacionais.

801
02:30:31.480 --> 02:30:35.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Assegura a rastreabilidade se ele estiver dentro do prazo de validade,

802
02:30:35.590 --> 02:30:39.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fora do prazo de validade, ou o fornecedor não garante

803
02:30:39.300 --> 02:30:45.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mais essas características. Então, por isso que ele só pode ser um Mrc dentro do prazo de validade.

804
02:30:47.510 --> 02:30:51.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Um outro produtor de material de referência é

805
02:30:52.890 --> 02:31:06.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: produtores e material para medicina laboratorial para as análises clínicas que são produtores e material de referência, cujos materiais produzidos sejam abrangidos da base de dados do Jct

806
02:31:06.820 --> 02:31:13.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Lm, que é a Comissão, então o comitê de rastabilidade meteorológica de medicina laboratorial,

807
02:31:13.610 --> 02:31:37.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui, como eu já disse, são materiais em referência mais difíceis no Brasil, pouquíssimos laboratórios utilizam materiais em referências certificados. Normalmente, os produtores de kits que, quando fazem a validação dos kits de ensaio para as análises clínicas fazem essa validação utilizando materiais em referências certificados, ou deveriam fazer

808
02:31:37.610 --> 02:31:49.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: muitas vezes nesses kits, não vem trazendo a rastreabilidade metrológica dos padrões internos do Kit, porque normalmente, o que se usa nas análises clínicas,

809
02:31:49.880 --> 02:31:53.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: controles que vêm dentro dos kits

810
02:31:53.670 --> 02:32:07.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou controles que a gente compra do Provedor de ensaio de proficiência. Controles externos, mas não são Mrcs não garante rastreabilidade metrológica por esse organismo internacional de medicina laboratorial.

811
02:32:07.810 --> 02:32:16.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então por isso que é uma área que é bem complicada. A gente conseguir ver a utilização dos Mrcs na rotina

812
02:32:18.380 --> 02:32:33.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: deveriam utilizar, porque a R mil cento e oitenta e nove também tem um requisito que fala sobre rastrabilidade meteorológica, que deve se buscar e garantir a rastreabilidade dos resultados, também a comparabilidade, assim como para outras áreas também.

813
02:32:34.300 --> 02:32:44.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas é uma área que ainda tem que ter um olhar mais crítico e uma evolução bem grande. A parte das análises clínicas em medicina laboratorial.

814
02:32:47.780 --> 02:32:56.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente dicla trinta fala também que, na falta de materiais e referência a certificados disponíveis, porque, às vezes a gente não consegue comprar, não tem

815
02:32:56.850 --> 02:32:58.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: disponível,

816
02:32:58.750 --> 02:33:00.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

817
02:33:01.010 --> 02:33:12.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e visando assegurar a rastreabilidade meteorológica, os Oacs, que são os organismos que vão passar por acreditação, os laboratórios que vão ser acreditados

818
02:33:12.740 --> 02:33:27.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou as instalações, testes da Adpl das boas práticas de laboratório devem adquirir materiais de referência de produtores que disponibilizem informações relevantes quanto à incerteza associada àquele valor do certificado

819
02:33:27.640 --> 02:33:45.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a rastreabilidade metrológica ao valor atribuído ao material de referência. Então a gente precisa de algumas informações para garantir que aquele material pode ser utilizado principalmente para a validação de método e avaliação da exatidão

820
02:33:46.400 --> 02:33:55.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dos resultados comparações interlaboratoriais. Então tem alguns usos pretendidos que eu preciso de um rigor maior,

821
02:33:55.120 --> 02:34:07.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, garantir a atribuição de valor, garantir a homogeneidade, garantir a estabilidade, ter uma incerteza associada e uma rastreabilidade metrológica, uma comparabilidade

822
02:34:07.930 --> 02:34:09.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: entre os padrões.

823
02:34:10.190 --> 02:34:23.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é importante que a gente, mesmo que não tenha um Mrc acreditado que atenda, que seja creditado em dezassete.trinta e quatro ou por outro, organismo internacional que a gente tenha informações do certificado

824
02:34:24.000 --> 02:34:30.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: alguns exemplos, algumas áreas que não existem. Mrcs dezassete.trinta e quatro.

825
02:34:32.630 --> 02:34:37.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Alguns fármacos devem seguir

826
02:34:38.450 --> 02:34:58.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: padrões ou diretrizes de farmacopeia brasileira ou outra farmacopeia autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária ou a comercializar substâncias químicas de referência. Então, na área farmacêutica, então existem alguns

827
02:34:58.700 --> 02:35:03.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: parâmetros, alguns ensaios que eu não tenho, Mrc.

828
02:35:03.910 --> 02:35:12.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas enfim, eu tenho que buscar um padrão farmacope ou farmacopeia brasileira ou farmacopeia internacional reconhecida pela Anvisa

829
02:35:13.180 --> 02:35:22.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nas análises microbiológicas. Muitos materiais de referência ou muitos micro organismos culturas de referência

830
02:35:24.340 --> 02:35:39.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: são de coleções que são certificadas dezassete.trinta e quatro. Os produtores têm acreditação na R sete,trinta e quatro, mas algumas não têm. Então eu tenho que, no mínimo, buscar,

831
02:35:41.400 --> 02:35:43.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah,

832
02:35:44.300 --> 02:35:50.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: produtores de material de referência que são internacionalmente conhecidos. Então, por exemplo,

833
02:35:50.730 --> 02:36:08.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a Tcc, então, culturas de referência, coleções de culturas Atcc para micro organismos são muito conhecidas, muito seguras, então são consideradas ok, para ser utilizadas, mesmo que elas não sejam dezassete.trinta e quatro.

834
02:36:08.650 --> 02:36:12.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ser aquele microrganismo que é de rotina,

835
02:36:12.350 --> 02:36:16.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tenha acreditação na 17h30trinta e quatro. Eu tenho que buscar

836
02:36:17.070 --> 02:36:26.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aquele acreditado, caso não tenha acreditação, é que eu posso só utilizar uma C para Tcc sem C, Mrc

837
02:36:28.550 --> 02:36:44.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e outras coleções. Não é só a coleção, porque a Tcc é uma coleção americana. Existe uma coleção alemã que tem essa Dsnz. Essa outra coleção também é internacionalmente conhecida e nessa última revisão

838
02:36:46.090 --> 02:37:00.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da nitidicla trinta, eles incluíram essa coleção britânica que a Control Lab está comercializando no Brasil, que é essa coleção Nacional de Culturas.

839
02:37:00.540 --> 02:37:05.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eles têm de bactérias de vírus e células. Que é essa Nctc,

840
02:37:06.460 --> 02:37:17.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que são culturas em referência, que tem culturas dezassete.trinta e quatro que, como eu falei, a controlar, habita comercializando, e aí eles incluíram nesse documento nessa última revisão,

841
02:37:17.920 --> 02:37:44.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e entende se que, por serem organizações de ampla utilização por outros produtores para a produção de material de referência. Os Oacs podem ser laboratórios ou instalações teste podem utilizar materiais de referência comercializados pela Atcc, Dsmz e Nctc. Mesmo que não sejam incluídos no esporte de acreditação da R7.34

842
02:37:45.390 --> 02:37:54.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se tiver dezassete.trinta e quatro. Eu vou ter que usar dezassete.trinta e quatro se não tiver essas aqui estão ok? Para serem utilizadas.

843
02:37:58.180 --> 02:38:00.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo certo. O Soraia até aqui.

844
02:38:04.450 --> 02:38:05.920
Soraya Pereira: Sim, sim.

845
02:38:06.390 --> 02:38:10.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Na tua área tranquilo. Tem material de referência certificado.

846
02:38:11.830 --> 02:38:21.410
Soraya Pereira: Sim, é. A gente não tem problema na compra. Tem dificuldade na compra.

847
02:38:21.410 --> 02:38:23.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Exatamente fala. Sim.

848
02:38:23.410 --> 02:38:25.589
Soraya Pereira: Não, não é nem financeiramente. É.

849
02:38:31.380 --> 02:38:54.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Beleza. Mas é isso que eu falei em algumas áreas, é muito difícil. Por exemplo, na entomologia, não tem um inseto padrão. Não consigo comprar um material de referência, que é um inseto ou uma semente ou um nematóide para lá não tem um chulo numa larva. Então tem algumas áreas

850
02:38:55.160 --> 02:38:59.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é muito difícil, ou mesmo na virologia, na virologia.

851
02:38:59.880 --> 02:39:08.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Às vezes, os materiais de referência são bancos de Dna, bancos de Rna. Então a gente não consegue o vírus.

852
02:39:08.510 --> 02:39:17.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Existem alguns vírus que são disponíveis e às vezes, a gente tem uma sequência de Dna, às vezes, por exemplo.

853
02:39:18.550 --> 02:39:18.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E

854
02:39:18.990 --> 02:39:26.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o material de referência são chaves. Chaves de identificação.

855
02:39:26.990 --> 02:39:37.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tem áreas. Que é mais complicado, né? Então é bom que nas áreas mais comuns, a gente consiga matéria de referência, às vezes são muito caras, mas a gente consegue.

856
02:39:38.740 --> 02:39:44.610
Soraya Pereira: Lá. A gente só tem mesmo um problema com chegada. Ou chega errado ou demora muito. Nem dá merda.

857
02:39:44.610 --> 02:39:44.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah.

858
02:39:44.970 --> 02:39:49.380
Soraya Pereira: Demais quando vem de fora. Aí demora bastante.

859
02:39:49.490 --> 02:39:50.990
Soraya Pereira: Mas caso.

860
02:39:50.990 --> 02:39:52.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas quando é importante.

861
02:39:52.090 --> 02:39:52.750
Soraya Pereira: Na verdade.

862
02:39:52.750 --> 02:39:58.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Às vezes ficar parado no porto. E aí está, comendo prazo invalidado. Então tem algumas coisas que.

863
02:39:58.020 --> 02:39:58.980
Soraya Pereira: É bom.

864
02:39:59.790 --> 02:40:02.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Que são chatas, mas vocês conseguem comprar.

865
02:40:03.210 --> 02:40:05.870
Soraya Pereira: Os nossos são poucos. Não são tantos.

866
02:40:06.390 --> 02:40:07.550
Soraya Pereira: São bem poucos.

867
02:40:08.510 --> 02:40:09.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Beleza,

868
02:40:10.900 --> 02:40:23.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: seguindo aqui, então que fala na norma, caso seja necessário utilizar materiais de referência oriundos e produtores que não atendam o requisito oitocentos e trinta e um-oitocentos e trinta e dois. Aqueles que a gente falou anteriormente,

869
02:40:24.240 --> 02:40:31.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tais materiais podem ser considerados como insumos críticos como esses casos, que eu estava dando exemplo. Agora,

870
02:40:31.500 --> 02:40:37.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vírus, sementes,

871
02:40:39.410 --> 02:40:46.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sugidades, por exemplo, um ensaio de sugidades que são objetos ou animais que ficam

872
02:40:46.570 --> 02:41:11.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: naquele alimento. Então, às vezes, a gente está na indústria, na indústria alimentícia. Quando a gente vai fazer n tipos de alimentos de sujidade pode ter pelo de rato. Pode ter uma fibra de um tecido. Pode ter antena de barata, pode ter várias coisas. E para esse tipo de ensaio. Eu não tenho material de referência, porque tem N. Coisas que podem estar dentro

873
02:41:11.140 --> 02:41:20.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: daquele alimento. Então é esse tipo de situação. Eu não tenho um insumo crítico. Então, às vezes eu tenho bancos de imagens.

874
02:41:20.300 --> 02:41:26.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, patas de insetos. Às vezes pode se confundir com uma fibra,

875
02:41:27.810 --> 02:41:45.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma fibra de tecido. Então, às vezes, bancos de imagem são os materiais de referência que a gente utiliza. Então eles saem desse escopo de coisas que a gente consegue definir como material de referência certificado, e a gente tem que lançar mão de outras

876
02:41:45.580 --> 02:41:56.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outros materiais ou outros subterfúgios, para serem as nossas referências. Então, nesse caso, em algumas situações, são considerados insumos críticos

877
02:41:56.800 --> 02:42:17.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e os laboratórios devem demonstrar que cada material de referência atende ao propósito, como requerido para os seguintes requisitos: então, calibração de equipamentos, os requisitos lá da 1725 que é o quatro de equipamentos, o seis-cinco-dois, que é o de rastreabilidade meteorológica

878
02:42:18.960 --> 02:42:22.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também atender ao anexo

879
02:42:22.610 --> 02:42:25.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a lá da mil setecentos vinte e cinco,

880
02:42:25.850 --> 02:42:41.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: assim como atender a 1cinco. Os requisitos correspondentes. Aqui fala da nitidicla trinta e cinco. Eu trouxe, assim como está a nitidicla? Trinta e cinco. Mas eu olhei

881
02:42:41.390 --> 02:42:52.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o site do inmetro e eu acho que foi tirado a net ridícula trinta e cinco. Não tem mais nos documentos da Cgec. Então, às vezes tem alguns documentos que são

882
02:42:53.010 --> 02:42:54.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: cancelados.

883
02:42:55.230 --> 02:43:02.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho que a gente indica trinta e cinco não está mais disponível. E não foi atualizado aqui no documento.

884
02:43:02.850 --> 02:43:07.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu nem me lembro qual esse documento. O que é sanitismo?

885
02:43:11.630 --> 02:43:15.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como eu estava falando aqui para vocês,

886
02:43:16.340 --> 02:43:17.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa

887
02:43:17.870 --> 02:43:24.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: cultura de micro organismos, esse novo fornecedor aqui, essa.

888
02:43:25.750 --> 02:43:48.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Essa coleção foi incluída nessa versão da Nitidla trinta. Essa versão do ano passado, porque a Control Lab passou a comercializar no Brasil e são acreditados sete.trinta e quatro. E essa coleção tem tanto para bactérias, fungos, vírus e células.

889
02:43:48.330 --> 02:44:00.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu acho que a Control Lab, pelo que eu vi, comercializa só a coleção de bactérias. E lá eu deixei aqui tanto site

890
02:44:01.920 --> 02:44:13.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do Nctc quanto o site da Controlave. Para quem tiver interesse e quiser consultar. Quais são as bactérias ali. A coleção de

891
02:44:13.710 --> 02:44:19.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a cultura de micro organismos que são acreditados em sete.trinta e quatro são disponíveis no Brasil

892
02:44:20.120 --> 02:44:27.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque, antigamente, a gente só tinha a Tcc dezassete.trinta e quatro, que é comercializada pela Plastic Labore,

893
02:44:27.910 --> 02:44:37.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é a Tcc da Microbiologics. Então, sempre que tem concorrência. A gente tem. Não sei se é muito mais barato.

894
02:44:37.220 --> 02:44:47.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também a Merk tem comercialização de culturas e micro organismos, que são dezassete.trinta e quatro. Então a gente tem

895
02:44:48.180 --> 02:44:56.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: três opções de culturas de microlibatéis que são disponíveis R um7.trinta e quatro.

896
02:44:58.670 --> 02:45:27.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui A Nitidicla deixa. Então informações? Onde a gente tem que buscar informações de referência certificado. Então a gente precisa fazer validação de método, avaliar a exatidão ou o provedor de ensaio de proficiência precisa de um material de referência para que seja homogêneo estável. Para lançar um programa no mercado, onde a gente vai buscar essa informação. Se existe um material de referência certificado disponível,

897
02:45:27.280 --> 02:45:32.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então aqui tem organismos internacionais.

898
02:45:34.130 --> 02:45:37.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O site do Bipn

899
02:45:37.420 --> 02:45:45.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que há informações sobre materiais e referências produzidos pelo Instituto Nacional de Meteorologistas, que são signatários do acordo de mútuo reconhecimento,

900
02:45:46.880 --> 02:45:53.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é o banco de dados e chaves de comparação lá do bipm. Que é esse primeiro site ali,

901
02:45:54.230 --> 02:46:01.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: depois na net ridícula trinta traz as informações dos materiais e referência produzidos pelo inmetro.

902
02:46:01.790 --> 02:46:23.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Agora não me lembro qual é o material de referência certificado, mas quando a gente começou a cobrar para os ensaios titulétricos, que, quando a gente faz a padronização, a rastreabilidade metrológica dos ensaios de titulação vem da padronização do titulante que é onde a gente vai obter a concentração do nosso analítico

903
02:46:23.850 --> 02:46:26.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando eu estou padronizando o titulante para

904
02:46:26.790 --> 02:46:37.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para o ensaio ter rastabilidade. Eu preciso que nessa padronização o material de referência que faz a padronização seja certificado

905
02:46:37.720 --> 02:46:59.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e eu não me engano, não me lembro agora qual é o Mrc? O inmetro produz. Eles têm esse Mrc disponível no Brasil porque os laboratórios, mas não tem disponível para a gente comprar o material de referência. O inmetro produz. A única desvantagem que eu fiquei sabendo nesses processos de avaliação é que o inmetro não fornece não envia

906
02:47:00.150 --> 02:47:07.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esses materiais de referência. Então o cliente tem que dar um jeito de,

907
02:47:07.210 --> 02:47:12.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de ou buscá la no inmetro ou de conseguir uma transportadora que vá lá buscar.

908
02:47:12.200 --> 02:47:15.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas enfim, existe esse local para consulta,

909
02:47:16.110 --> 02:47:23.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: caso vocês queiram tenham uma dificuldade e queiram saber se o inmet produz ou não ali, no site tem à disposição

910
02:47:25.050 --> 02:47:32.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: produtores de material de referência que são acreditados. Existe uma lista de produtores acreditados que tem nesse

911
02:47:34.090 --> 02:47:37.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nesse terceiro link aqui,

912
02:47:37.410 --> 02:47:52.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que, por exemplo, a Control Lab, a Digimed, o Ipr, aqui do Rio Grande do Sul, estão ali como laboratórios que são acreditados como produtores e material de referência,

913
02:47:53.280 --> 02:47:58.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: assim como o site da Rbc, e tem o site,

914
02:47:58.780 --> 02:48:00.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: produtores acreditados.

915
02:48:02.450 --> 02:48:11.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E também esse último link ali é para produtores de material de referência acreditados por outros organismos de acreditação

916
02:48:11.990 --> 02:48:17.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do acordo de mútuo reconhecimento do acordo Lilac.

917
02:48:19.990 --> 02:48:23.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Alguma dúvida? Soraia

918
02:48:24.050 --> 02:48:29.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que tu. Tem alguma dúvida de onde consultar tranquilo até aqui.

919
02:48:30.270 --> 02:48:34.849
Soraya Pereira: Não, não. Eu estou adotando. O que você está falando de questão de Norma,

920
02:48:35.170 --> 02:48:35.770
Soraya Pereira: tá bom.

921
02:48:35.770 --> 02:48:42.960
Soraya Pereira: É tudo novo. É tudo novo. Essas normas aí, né? Eu já tinha conhecimento. Mas eu nunca fui lá. Baixei, né?

922
02:48:42.960 --> 02:48:43.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí.

923
02:48:44.430 --> 02:48:55.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E a gente vai aprendendo. Assim, a gente leu uma vez porque elas são muito detalhadas e às vezes difíceis de compreender. Às vezes, a gente tem que ler várias vezes para ler as entrelinhas.

924
02:48:57.370 --> 02:49:13.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por isso que nessas aulas, a gente destaca o que às vezes é uma nota que não está muito claro que a gente não entendeu, na primeira leitura, porque é ali que a gente pode ser pego no contrapé, ter uma não conformidade, ter alguma dificuldade de enfrentamento.

925
02:49:14.210 --> 02:49:30.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Um outro banco de busca de material de referência certificado. Então, informações que estão disponíveis lá no banco comar. Então é um outro local que a gente pode buscar. Aonde tem um produtor de material de referência certificado.

926
02:49:30.810 --> 02:49:40.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, às vezes tem algumas situações mais complicadas. Por isso que é importante a gente trazer para vocês, todos esses sites e locais de consulta.

927
02:49:40.960 --> 02:49:48.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esse banco é bem conhecido, referentes a materiais de referência disponíveis internacionalmente,

928
02:49:51.070 --> 02:50:03.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também outros sites que são mais para a cultura de células, micro organismos, bactérias, fungos e vírus. É a coleção de culturas da

929
02:50:03.920 --> 02:50:11.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da Federação Internacional de coleções de culturas, que é um outro site para

930
02:50:11.270 --> 02:50:14.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ensaios biológicos e microbiológicos.

931
02:50:16.690 --> 02:50:35.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aqui, eu peguei emprestado esse slide de uma colega lá do Ipe é o Instituto da Puc do Rio Grande do Sul, que é produtor de material de referência. Ela trouxe aqui um panorama global dos principais produtores de material de referência no Brasil. O único

932
02:50:35.880 --> 02:50:42.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: produtores principais não produtores de materiais de referência. Desculpa

933
02:50:42.350 --> 02:50:57.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os organismos de acreditação de produtores de material de referência. Então, no Brasil, o organismo nacional de acreditação, tanto para laboratório para calibração quanto para produtores de material de referência é o inmetro.

934
02:50:57.400 --> 02:51:04.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, no Brasil, o inmetro faz acreditação na mil setecentos vinte e cinco para laboratórios, ensaios e calibração

935
02:51:04.890 --> 02:51:07.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e para produtores de material de referência.

936
02:51:09.510 --> 02:51:25.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E, enfim, existem nos Estados Unidos outros organismos de acreditação existem. O Nist, a Anab, a Doisla, no Canadá, tem o Instituto de Acreditação, também

937
02:51:26.450 --> 02:51:29.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: agência institutos de acreditação na Europa,

938
02:51:30.030 --> 02:51:41.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na Oceania, na Ásia, então aqui é um panorama geral de institutos de acreditação de produtores e material de referência

939
02:51:42.380 --> 02:51:55.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no hemisfério sul. Existem poucas opções no hemisfério norte. Então a gente tem mais por isso que, às vezes, a gente tem que olhar o certificado dos materiais de referência,

940
02:51:55.950 --> 02:52:13.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tanto os materiais de referência quanto das calibrações, porque esses organismos internacionais fazem parte desse acordo de mútuo reconhecimento, então não tem o selo do inmetro, mas faz referência a outros institutos de acreditação e dá ali a rastreabilidade inmetrológica.

941
02:52:13.540 --> 02:52:30.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então acho que com esses logotipos, e com essas carinhas, fica mais fácil. Vocês podem ter reconhecido algum instituto de acreditação internacional que às vezes vem os certificados tanto de calibração quanto de material de referência.

942
02:52:33.070 --> 02:52:34.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo,

943
02:52:36.340 --> 02:52:42.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por hoje eu vou encerrando por aqui semana que vem. Estão na dia treze,

944
02:52:42.810 --> 02:52:45.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é na próxima quinta feira.

945
02:52:46.520 --> 02:52:53.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente continua. Se vocês tiverem alguma dúvida. Não sei se soraia ficou alguma dúvida da aula de hoje?

946
02:52:54.500 --> 02:52:56.690
Soraya Pereira: Não, não. Tá tudo certo.

947
02:52:57.000 --> 02:52:58.850
Soraya Pereira: Compreendendo.

948
02:52:58.850 --> 02:53:18.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se a. Gente puder ajudar, a gente ajuda quem estiver assistindo a aula Gravada e tiver alguma dúvida que possa trazer na última aula na quinta feira, ou também depois eu vou deixar aqui o meu contato, o contato da Tânia, e vocês podem tirar dúvidas conosco

949
02:53:19.140 --> 02:53:20.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em momentos posteriores.

950
02:53:20.990 --> 02:53:40.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo, então acho que é bastante coisa bastante informação. A gente divide pouquinho em pouquinho. Fica mais fácil de digerir, né? E às vezes, a gente num primeiro momento não tem dúvida. Mas quando for assistir de novo olhar de novo, às vezes as dúvidas aparecem. E se vocês quiserem trazer também

951
02:53:40.140 --> 02:53:51.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: experiências que passaram em avaliações, em ensaios específicos, que às vezes a gente vai aprendendo conforme a gente vai se confrontando com as dificuldades.

952
02:53:52.260 --> 02:54:10.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo, então agradeço a Soraya por estar comigo nessa noite. Eu sempre gosto quando tem alguém para a gente conversar. Fica mais fácil. Fiquei bem feliz quando eu vi que tinha um aluno ali, presente e presencial síncrono, né?

953
02:54:10.850 --> 02:54:16.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Espero vocês na aula da semana que vem. Tá bom. Um abraço e boa noite.

954
02:54:17.230 --> 02:54:18.969
Soraya Pereira: Boa noite. Tchau, Tchau.

955
02:54:18.970 --> 02:54:20.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Boa noite. Tchau, Tchau.

