WEBVTT

1
00:00:00.000 --> 00:00:01.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso aqui.

2
00:00:03.740 --> 00:00:04.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ok,

3
00:00:05.050 --> 00:00:17.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então vamos lá então. Uma boa noite a todos. Vamos hoje dar a nossa segunda aula dessa disciplina de materiais de referência e padrões.

4
00:00:17.730 --> 00:00:42.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nessa nossa segunda aula, a gente vai dar continuidade ao que a gente conversou na aula anterior, que foram. Nós falamos um pouquinho sobre rastabilidade meteorológica. A importância dela em relação aos padrões de referência. Falando sobre os padrões propriamente ditos primários secundários, a própria solução de trabalho,

5
00:00:43.070 --> 00:00:50.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as diferenças entre materiais de referência e materiais de referência e certificados,

6
00:00:50.960 --> 00:01:06.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e daí nós trouxemos uma série de publicações onde a gente viu que tem normas brasileiras, as quais foram traduzidas. Então a Bnt, como eu estou apresentando aqui no slide para vocês no mil setecentos e trinta e quatro,

7
00:01:06.920 --> 00:01:18.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas que nós vemos que tem algumas normas que ainda não foram traduzidas, que nós continuamos usando aquelas isugias, né? Vamos voltar a uns slides aqui. Está andando, Slide,

8
00:01:20.990 --> 00:01:23.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: só para saber se ele está andando.

9
00:01:24.100 --> 00:01:25.809
edevane mance de Sousa: Não está andando. Mexe aí!

10
00:01:25.810 --> 00:01:26.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigado.

11
00:01:26.930 --> 00:01:28.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É. Não, ele está parado.

12
00:01:28.980 --> 00:01:29.750
edevane mance de Sousa: Uhum.

13
00:01:30.180 --> 00:01:34.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá? Então vamos fazer o seguinte. Eu vou parar. Vamos

14
00:01:34.850 --> 00:01:39.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: colocar de novo que às vezes dá uma. Vamos ver se. Agora ele anda,

15
00:01:39.880 --> 00:01:41.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vê se. Chega aí para vocês.

16
00:01:42.220 --> 00:01:45.750
edevane mance de Sousa: Eu estou vendo um triângulo azul.

17
00:01:45.750 --> 00:01:46.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

18
00:01:46.420 --> 00:01:46.920
edevane mance de Sousa: É isso aí.

19
00:01:46.920 --> 00:01:51.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E agora vou te perguntar se ele.

20
00:01:51.630 --> 00:01:56.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou passar. E daí? Pergunto se está andando só para saber se a gente andou, mudou.

21
00:01:56.090 --> 00:01:57.230
edevane mance de Sousa: Andou.

22
00:01:57.230 --> 00:02:14.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá bom. Então, só para a gente retomar um pouquinho da aula passada, que eu apresentei para vocês uma série de publicações sobre os materiais de referências que todos eles têm conexões entre. Eu digo conexões entre si, porque todos eles têm informações

23
00:02:14.810 --> 00:02:17.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que são muito importantes, justamente

24
00:02:18.170 --> 00:02:42.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tanto para a fabricação quanto para a rotulação de uma embalagem de material de referência, referências importantes que a gente vai ver aqui em relação. Desculpe, em relação ao que nós precisamos para entender esse mundo dos materiais de referência, porque sempre é uma coisa bastante significativa

25
00:02:42.600 --> 00:02:45.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para, várias, digamos,

26
00:02:45.810 --> 00:02:50.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: situações diferentes no laboratório que a gente utiliza o material de referência.

27
00:02:52.740 --> 00:03:17.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, quando eu apresentei esse slide na aula passada. Era só para explicar rapidamente, passando só para uma lembrança para vocês. Do que já foi realmente traduzido para o Português pela Bnt, e o que ainda nós utilizamos no nosso país como isobia. Então hoje nós vamos começar falando sobre trinta e quatro, que realmente

28
00:03:18.680 --> 00:03:32.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é uma norma de referência que fala os requisitos gerais sobre os materiais, sobre os produtores de materiais de referência. Então, antigamente, nós temos a guia, a Isugia trinta e quatro, que hoje já foi traduzida.

29
00:03:33.050 --> 00:03:53.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas nós temos outras duas normas: a Iso trinta e três quatrocentos e um e a Iso trinta e três quatrocentos e cinco, que nós também vamos falar hoje, e essas. Elas ainda não foram traduzidas. Então nós temos o conteúdo válido no nosso país. É da Isugia.

30
00:03:53.000 --> 00:04:07.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas lógico que eu vou referenciar para vocês o que existe já na Isa trinta e três quatrocentos e cinco, que, com certeza ela vai ser traduzida ou este ano, imagino, no início do próximo, porque ela foi

31
00:04:07.210 --> 00:04:29.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: elaborada. Como vocês veem aqui em dois mil e vinte e quatro. Então ela é muito recente, onde a gente pode estar aí a partir dali, ver todas as informações que constam. É isso que nós vamos falar, que não deixa de ser diferente do que está no riso guia. É apenas uma questão de atualização de alguns conteúdos de tradução.

32
00:04:29.300 --> 00:04:33.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos ver aqui no nosso conteúdo de hoje,

33
00:04:33.740 --> 00:04:35.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: só voltando

34
00:04:35.260 --> 00:04:52.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que nós vamos falar sobre os requisitos gerais da competência de produtores de materiais de referência. Vocês veem que essa aqui é a primeira edição que foi feita a tradução em dois mil e dezassete do Iso guia trinta e quatro.

35
00:04:52.930 --> 00:05:06.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos ver um pouquinho o que consta nesse zum. Ela fala sobre algumas etapas que são necessárias, da produção de um material de referência.

36
00:05:07.250 --> 00:05:36.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Muitos de vocês podem ser apenas usuários, evidentemente, do material de referência, mas eu acho, que para esse tipo de disciplina que nós estamos hoje, o assunto esse assunto dessa disciplina melhor dito. Eu acho que é bastante interessante vocês entenderem as normas que trabalham com ele. Então nós vamos ver um pouquinho às etapas dessa produção. Como é que é produzido esse material de referência?

37
00:05:36.630 --> 00:05:50.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por que, para a gente, esse material tem um peso bastante significativo em muitas etapas dos nossos ensaios. Então vamos ver o que a própria mil setecentos e trinta e quatro

38
00:05:50.250 --> 00:05:55.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ela nos fala em relação à produção desse material de referência.

39
00:05:56.390 --> 00:05:57.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ela diz o seguinte:

40
00:05:58.220 --> 00:06:06.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é a especificação do material de referência. Então aqui a gente está tratando, ou seja, a própria Matriz.

41
00:06:06.590 --> 00:06:08.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então,

42
00:06:08.750 --> 00:06:10.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trazendo um pouquinho

43
00:06:10.800 --> 00:06:14.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os laboratórios que eu já tenho. A dezassete e cinco,

44
00:06:14.500 --> 00:06:35.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a própria norma de referência nos diz o seguinte: que o sistema de gestão implantado são para áreas de meio ambiente onde o meio ambiente, aqui, nós estamos tratando não só de águas em geral, a matriz, água,

45
00:06:35.950 --> 00:06:48.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente compete toda a água, coleta de água superficial, água subterrânea, a própria água de consumo humano como seus efluentes,

46
00:06:48.450 --> 00:06:55.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como também nós estamos tratando aqui a água da área da saúde, ou é a água de

47
00:06:55.860 --> 00:07:24.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Desculpe a hemodiálise. Eu que falei para a hemodiálise. Então a água que é utilizar na hemodiálise. Ela também é importante que seja feita toda uma análise. Então, a mil setecentos e cinco contempla essa questão, esse tipo de matriz, mas também ela contempla todos os laboratórios que trabalham com emissões atmosféricas. E Devane, como é o caso do laboratório de vocês,

48
00:07:24.290 --> 00:07:34.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, ela contempla toda essa parte. Então é que o que nós precisamos, né? Nós precisamos deu uma pulada aqui. Nós precisamos

49
00:07:34.350 --> 00:07:46.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: entender qual é o tipo de material de referência que nós vamos utilizar porque ela precisa atender às matrizes dos ensaios que nós utilizamos.

50
00:07:46.340 --> 00:07:52.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, por isso, essa especificação é muito importante

51
00:07:52.680 --> 00:08:14.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a especificação em relação às propriedades a serem caracterizadas e seus níveis desejados de acordo com o uso pretendido no material de referência. Por que isso é importante aqui. Nós precisamos ter a nossa incerteza avaliada. Então, se nós fazemos ensaios,

52
00:08:15.010 --> 00:08:24.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por exemplo, de um laboratório que trabalha com matriz, águas. Ela não pode trabalhar com materiais de referência

53
00:08:25.040 --> 00:08:44.049
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em relação a um laboratório que trabalha com, por exemplo, uma matriz, bebidas e alimentos. Então essas especificações são muito importantes, porque cada matriz que é trabalhada, ela tem as suas particularidades, e ela tem que trabalhar.

54
00:08:44.330 --> 00:09:06.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ter a compra de um material de referência que condiz com aquela matriz. Porque o que nos interessa é saber o valor que é declarado no certificado e a sua incerteza respectiva daquele material de referência. Então tem que ter uma relação direta com a matriz que nós trabalhamos.

55
00:09:07.880 --> 00:09:22.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outra questão que também na dezassete se era trinta e quatro, ela fala nessas etapas. Ela diz que deve existir um projeto de um procedimento para a obtenção do material.

56
00:09:22.870 --> 00:09:38.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou voltar atrás aqui só também um slide que eu apresentei na aula passada, só para a gente retomar um pouquinho de entendimento sobre isso. Onde eu finalizei a aula, falando sobre um esquema de um projeto de material de referência, que é uma

57
00:09:38.370 --> 00:10:01.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse fluxo que está descrito. Fluxograma está escrito aqui. Ele é retirado da Iso trinta e três.quatrocentos e cinco onde aqui fala sobre a especificação que eu disse para vocês o material de referência. Onde é que é importante a gente entender essa aquisição desse material propriamente dito. Só queria retomar um pouquinho isso aqui. Para vocês.

58
00:10:01.800 --> 00:10:02.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Opa,

59
00:10:03.120 --> 00:10:04.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui.

60
00:10:04.750 --> 00:10:06.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então,

61
00:10:06.810 --> 00:10:09.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como é que nós vamos obter esse material?

62
00:10:09.740 --> 00:10:17.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como é que nós vamos. Qual é o material que nós vamos utilizar dentro do nosso processo? No nosso laboratório,

63
00:10:18.640 --> 00:10:28.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também a produção de material de referência está ligado a um procedimento de fabricação ou de preparação,

64
00:10:28.790 --> 00:10:48.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: onde aqui passa por várias etapas toda essa questão de como nós vamos preparar esse material a ponto de fabricá lo. Como é que, quais são as condições que são necessárias para essa questão?

65
00:10:48.540 --> 00:11:02.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, essa trinta e quatro. Ela nos dá esse embasamento. De como é que a gente também vai fazer esse processo todo de fabricação propriamente dito,

66
00:11:02.670 --> 00:11:14.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: até chegar também às questões de embalagem e rotulagem. Ela nos dá toda essa orientação, como devem ser as embalagens utilizadas

67
00:11:14.670 --> 00:11:29.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para materiais de referência, então a gente vê quando nós compramos, que são alguns materiais que são em plásticos, digamos assim, transparentes.

68
00:11:29.080 --> 00:11:54.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O âmbar, outros são em frascos de vidro. Nós temos aqui uma figura que eu coloquei nesse slide, onde tem vários modelos diferentes. Então, como é que deve ser essa embalagem. De acordo com as características, as propriedades desse próprio material de referência que já foram sim, estudados as próprias propriedades aqui que eu comentei com vocês.

69
00:11:54.370 --> 00:11:55.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah,

70
00:11:55.540 --> 00:12:00.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e toda essa embalagem tem que ter um rótulo, evidentemente, com

71
00:12:00.260 --> 00:12:05.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as informações pertinentes àquele material de referência.

72
00:12:05.370 --> 00:12:09.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que é importante a gente colocar nesse rato.

73
00:12:09.750 --> 00:12:12.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Existe uma orientação também de norma

74
00:12:13.060 --> 00:12:15.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do que deve constar ali

75
00:12:15.500 --> 00:12:21.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: escrito naquele voto. Nós vamos ver um pouquinho mais adiante essas especificações melhor.

76
00:12:21.920 --> 00:12:27.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas é que o que nós precisamos saber. Nós precisamos

77
00:12:27.710 --> 00:12:36.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: entender que todo o ambiente, onde o material de referência é produzido.

78
00:12:36.480 --> 00:12:42.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele precisa ser monitorado, assim como nós monitoramos,

79
00:12:42.130 --> 00:12:46.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: caso haja exigência no próprio método de alguns ensaios,

80
00:12:47.010 --> 00:12:58.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então tanto ensaios químicos quanto ensaios, principalmente neurobiológicos. A gente fez especificações de uma forma descrita no próprio método.

81
00:12:58.220 --> 00:13:11.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quais são as considerações em relação à temperatura à umidade, as situações mais comuns da gente, ver todos os métodos

82
00:13:12.190 --> 00:13:30.419
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que realmente estão descritas essas considerações, mas podem haver outras considerações ambientais onde, de uma vez descritas, nós temos que monitorar. Então, com certeza, vocês nos laboratórios fazem um monitoramento de alguns ensaios. Então fazem um monitoramento

83
00:13:30.570 --> 00:13:42.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: das condições da sala onde é realizada em sala, fazendo um paralelo para quem produz o material de referência não é diferente. Então nós temos que ter algumas.

84
00:13:42.840 --> 00:14:01.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não só a manutenção do ambiente quando higienização e cuidados nesse aspecto, de eventualmente, se precisar algo específico para algum tipo de material de referência que é mais sensível. Então vai depender lógico da matriz que eu estou trabalhando,

85
00:14:01.850 --> 00:14:09.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas que tem que ter esse ambiente adequado, mas é que contempla também as considerações em relação

86
00:14:09.940 --> 00:14:18.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também a temperatura desse material para a produção desse material ou das situações todas,

87
00:14:19.130 --> 00:14:35.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também de umidade. Então, somente trabalhando com algum pó, então pesagem, enfim, lógico vai ser as particularidades de cada situação específica. Estou falando aqui bem em linhas gerais,

88
00:14:36.150 --> 00:14:55.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que nós. Está dizendo? Que sim? Vocês também têm o controle de temperatura e umidade acaba sendo levando uma condição necessária para atender os ensaios que vocês fazem nos laboratórios. Com certeza

89
00:14:56.790 --> 00:15:24.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós temos ainda na norma de escrito que, no momento que a gente vai produzir um material de referência, então, lógico, isso aqui é especificamente para produtores de materiais de referência, mas, como eu disse, é importante a gente entender também um pouquinho. Como é que esse material é produzido. Eles têm que ter uma seleção de procedimentos de medição apropriados para poder fazer uma caracterização daquele material

90
00:15:24.490 --> 00:15:32.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de homogeneidade e de estabilidade para que, a partir dali a gente possa Sim, conhecer aquele material,

91
00:15:32.850 --> 00:15:38.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: conhecer o que nós estamos. Com que material nós estamos trabalhando?

92
00:15:40.400 --> 00:15:46.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o que nós precisamos aqui

93
00:15:47.020 --> 00:15:58.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trazer em consideração toda a rastabilidade metrológica para cada propriedade que a gente vai medir. Então nós falamos bastante na primeira aula sobre a rastabilidade metrológica

94
00:15:58.650 --> 00:16:14.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e essa raciabilidade declarada que a gente falava na aula anterior. É justamente essa consideração que é importante para a gente entender as propriedades, que são medidas e as particularidades de cada material de referência.

95
00:16:16.450 --> 00:16:30.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ainda nessa norma, ela fala sobre uma avaliação de homogeneidade que nós vamos falar nos próximos slides e uma avaliação de estabilidade

96
00:16:30.740 --> 00:16:43.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do material de referência todo e uma avaliação da comutatividade, se for necessário, então esses três itens, nós vamos falar um pouquinho mais detalhado nos próximos slides.

97
00:16:44.130 --> 00:16:48.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o que a gente precisa que tem em consideração.

98
00:16:48.980 --> 00:16:57.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos que fazer toda uma validação do procedimento de medição, assim como a gente faz uma validação dos ensaios,

99
00:16:58.010 --> 00:17:10.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: principalmente daqueles ensaios onde nós fazemos alguma modificação ou que às vezes é um método que o próprio laboratório desenvolveu

100
00:17:10.400 --> 00:17:19.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. Nesse caso, também nós precisamos validar o procedimento que nós estamos produzindo, aquele material de referência.

101
00:17:20.500 --> 00:17:21.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

102
00:17:22.020 --> 00:17:27.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para produzir, também são utilizados vários equipamentos.

103
00:17:27.839 --> 00:17:52.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui eu deixei nesse balãozinho em azul. A lembrança do que a gente, além da calibração do equipamento, com as mesmas considerações calibrados, equipamentos que eles sejam acreditados por empresa competente. Nós temos que lembrar das nossas verificações, nossas checagens intermediárias que devem ser feitas nesse equipamento.

104
00:17:53.090 --> 00:18:03.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu estou só fazendo um paralelo aqui com o laboratório, que talvez fique mais fácil para vocês entenderem que existem algumas necessidades comuns

105
00:18:03.950 --> 00:18:18.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do que se utiliza no laboratório para atendimento. Quem tem acreditação da mil setecentos e vinte e cinco e também na produção de material de referência, porque esses produtores devem ter a dezassete a zero.

106
00:18:18.930 --> 00:18:29.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui nós temos essa consideração. Que, em função disso que eu falei para vocês fazerem esse paralelo, para vocês poderem

107
00:18:29.160 --> 00:18:50.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: entender que as necessidades também partem do próprio material necessário de produção do material de referência, as necessidades de algumas coisas que são bastante similares: uma validação de método, as necessidades de ter o cuidado com a calibração dos equipamentos, com os insumos que são utilizados,

108
00:18:51.370 --> 00:18:52.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tchau.

109
00:18:53.220 --> 00:19:06.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que mais nós temos descrito nesse item como etapas que estão descritas na norma para a produção do material de referência, nós temos também

110
00:19:06.930 --> 00:19:31.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a própria caracterização do material. Então, a gente já viu um pouquinho que ela já citou isso num item anterior. Mas aqui é um item que ela fala. Bom, temos que caracterizar. Ela falava sobre as propriedades, o material de referência. Então assim nós temos que conhecer, na verdade, o que nós temos como material utilizado para o preparo desses materiais de referência,

111
00:19:32.200 --> 00:19:52.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que mais que nós vemos descrito na norma, a norma fala que existe como uma combinação dos resultados de homogeneidade, estabilidade e para materiais de referência certificados, a avaliação da incerteza de medição dos valores certificados

112
00:19:52.590 --> 00:20:01.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. Como eu disse para vocês, nós vamos falar um pouquinho dessa questão de homogeneidade, mas imagino que

113
00:20:01.790 --> 00:20:09.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: já comecem a entender a importância dessa avaliação,

114
00:20:09.310 --> 00:20:16.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: assim como da própria estabilidade. Queremos usar um material que seja estável, com certeza como padrão.

115
00:20:16.530 --> 00:20:20.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, assim, toda essa combinação desses estudos,

116
00:20:21.100 --> 00:20:27.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: elas são importantes para a gente poder produzir um material de referência.

117
00:20:27.270 --> 00:20:37.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E trazendo aquele conceito da aula passada do material de referência certificado, porque ele tem um certificado que acompanha o material.

118
00:20:37.900 --> 00:20:54.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ali consta a avaliação da incerteza. Então, para esse material de repente certificado. Nós também temos que avaliar o que a Norma diz a incerteza de medição, porque ela tem que estar declarada no próprio certificado.

119
00:20:56.480 --> 00:20:59.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que nós temos ainda,

120
00:20:59.460 --> 00:21:12.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a preparação do próprio certificado ou uma ficha de informação do produto que normalmente nos Mrs. Vem uma informação do produto e nos Mrcs, como eu falei agora no item anterior, vem o certificado

121
00:21:12.770 --> 00:21:27.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e se for o caso de um relatório sobre a produção e a certificação, conforme a fornecido na Isa trinta e três quatrocentos e um que eu falei na aula. Passada essa Iso nos dá toda orientação

122
00:21:28.010 --> 00:21:38.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de como é que nós fazemos esse relatório ou essa certificação, então é bem específico. Ali tem as etapas, o que deve constar

123
00:21:39.520 --> 00:21:42.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que mais que nós temos citado como etapas.

124
00:21:43.130 --> 00:21:48.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos a especificação das condições de armazenamento e transporte

125
00:21:48.800 --> 00:21:50.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e da vida útil prevista.

126
00:21:51.440 --> 00:21:56.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos olhar um pouquinho isso aqui. Quando nós compramos o material de

127
00:21:56.480 --> 00:21:58.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de referência,

128
00:21:58.430 --> 00:21:59.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

129
00:22:00.200 --> 00:22:09.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ele vem nas condições. Ele deve vir nas condições, conforme as exigências do próprio produtor, ou seja,

130
00:22:10.070 --> 00:22:19.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é a temperatura ambiente que deve ser guardado. É a temperatura de refrigeração que deve guardada. E qual é esta temperatura

131
00:22:19.510 --> 00:22:21.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de refrigeração?

132
00:22:21.410 --> 00:22:27.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De acordo com o produtor, nós temos que seguir tal e qual essa orientação,

133
00:22:28.700 --> 00:22:39.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e ela deve ser feita durante todo o transporte e a sua vida útil prevista também deve estar constando como especificações,

134
00:22:40.260 --> 00:22:45.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou seja, durante esse período de

135
00:22:45.840 --> 00:23:01.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: transporte e armazenamento e todo o período em que tiver o material de referência. Desculpe válido, nós temos que estar atentos. Toda a orientação das condições de armazenamento.

136
00:23:02.130 --> 00:23:10.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se a temperatura que está descrito no rótulo, se é questões de umidade. Então está descrito no rótulo ou alguma outra consideração,

137
00:23:10.720 --> 00:23:20.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é muito importante a gente, essas especificações estarem de forma clara, para que possa haver esse entendimento

138
00:23:20.920 --> 00:23:25.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em relação às condições, principalmente de temperatura.

139
00:23:25.890 --> 00:23:45.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós vamos falar de algumas considerações. Por que eu estou frisando isso? Porque até durante avaliações. Eu já tive a oportunidade de uma falta, digamos assim, de cuidado em alguns laboratórios. Evidentemente que não são em todos, mas eu já tive uma.

140
00:23:45.690 --> 00:24:04.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Um acompanhamento em alguma consideração. Em que ficou isso, digamos assim, de uma forma não muito atenta. E comecei a cometer erros aqui, o que acaba prejudicando às vezes, a estabilidade do próprio material de referência.

141
00:24:05.740 --> 00:24:17.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Falando estabilidade, o que o próprio mais uma etapa é o monitoramento dessa estabilidade após a produção, então deve existir um estudo

142
00:24:18.040 --> 00:24:23.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de que esse material de referência é estável.

143
00:24:23.170 --> 00:24:39.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por quanto tempo, então, assim, até para poder ver verificar qual é a vida útil propriamente dita desse material de referência. Então essa estabilidade é muito importante após o período da produção.

144
00:24:40.090 --> 00:24:41.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outra consideração

145
00:24:41.890 --> 00:25:02.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é garantia de um serviço de posse de distribuição adequada para os usuários materiais de referência. Então ele é distribuído e como é que esse serviço chega para os próprios laboratórios, então ele tem que garantir um bom serviço nesse sentido.

146
00:25:02.400 --> 00:25:15.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso também é uma exigência da própria mil setecentos e trinta e quatro. Esse atendimento de excelência também, que é o que se busca

147
00:25:15.530 --> 00:25:21.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: após a distribuição desse material de referência.

148
00:25:24.640 --> 00:25:25.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom,

149
00:25:25.770 --> 00:25:28.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tudo certo. Gente alguma pergunta?

150
00:25:30.440 --> 00:25:32.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Stephanie, está tudo bem.

151
00:25:34.330 --> 00:25:34.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então.

152
00:25:34.880 --> 00:25:38.010
edevane mance de Sousa: Tudo ótimo. É tudo que a gente faz aqui.

153
00:25:38.010 --> 00:25:43.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ótimo. Isso. Continue bem à vontade de interromper e falar quando quiseres, tá.

154
00:25:44.250 --> 00:25:45.949
edevane mance de Sousa: Tá bem. Obrigada.

155
00:25:46.220 --> 00:25:47.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Imagina.

156
00:25:47.520 --> 00:25:58.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, o que eu quero trazer para vocês. Então lembra que eu disse que a gente tem uma Aliana mil setecentos e trinta e quatro. Fala justamente sobre uma avaliação de homogeneidade e de estabilidade.

157
00:25:58.870 --> 00:26:06.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então existe uma Isugia que é a atual vale no nosso país,

158
00:26:06.770 --> 00:26:35.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: onde ali fala justamente sobre como é que os produtores de materiais de referência devem fazer essa avaliação dessa homogeneidade da estabilidade como internacionalmente. Nós já temos uma norma. Vamos ver o que então a Iso trinta e três quatrocentos e cinco apresenta para nós em relação a essas duas abordagens, tanto da avaliação de homogeneidade quanto também da avaliação de estabilidade.

159
00:26:36.360 --> 00:26:38.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos dar uma olhadinha aqui

160
00:26:38.450 --> 00:26:44.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: diz o seguinte: então eu trouxe, retirando informações dessa própria norma,

161
00:26:46.140 --> 00:27:14.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que esse documento. Então a 3quatrocentos e cinco, ela fornece abordagens para os seguintes aspectos da produção de materiais de referência. Então nós somos usuários, mas a gente quer entender o que é importante. Como é que chega esse material até nós. O que é importante lá? O produtor do próprio material. Ele levar isso em consideração,

162
00:27:14.390 --> 00:27:22.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para que a gente possa ficar bem tranquilo em relação a questões que são importantes para nós, que somos usuários.

163
00:27:23.600 --> 00:27:26.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele fala na trinta e três quase cinco

164
00:27:27.040 --> 00:27:32.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quatrocentos e cinco. Avaliação da homogeneidade. Então nós vemos nas duas normas essa referência,

165
00:27:33.200 --> 00:27:49.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a avaliação da estabilidade. Ele fala de uma outra coisa que, para nós, aqui, agora é nova. Não é a primeira vez que eu falo para vocês. Uma gestão dos riscos associados a possíveis problemas de estabilidade relacionados às propriedades de interesse.

166
00:27:50.890 --> 00:27:56.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é interessante a gente ver, porque,

167
00:27:57.630 --> 00:28:03.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fazendo paralelo com os laboratórios acreditados no mil setecentos e vinte e cinco,

168
00:28:03.440 --> 00:28:10.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente vê que todas as normas acabam tendo seus pontos em comum,

169
00:28:11.050 --> 00:28:11.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

170
00:28:12.070 --> 00:28:22.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui o produtor de material de referência. Está preocupado, evidentemente, com o produto que ele está produzindo,

171
00:28:22.310 --> 00:28:43.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas ele tem que fazer lá no seu sistema de gestão, uma avaliação também, que pode ocorrer problemas com essa estabilidade. Então, às vezes é um lote que sai com algum problema. Então, como é que a gente consegue manter as propriedades daquele material de referência

172
00:28:43.540 --> 00:28:55.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: estáveis, de acordo com o certificado, com as especificações do certificado, de acordo com o que está declarado lá no certificado, tem que ter uma estabilidade para o seu usuário.

173
00:28:56.060 --> 00:29:09.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, se a gente parte do princípio que tem uma estabilidade metrológica e esse, digamos assim, ao nosso padrão de referência como um todo. A gente precisa de um material que seja

174
00:29:09.670 --> 00:29:14.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: muito estável e que a gente tenha uma boa hemogeneidade.

175
00:29:14.290 --> 00:29:15.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, tá.

176
00:29:16.030 --> 00:29:34.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então está descrito também que a caracterização e atribuição do valor das propriedades de um Mr. Também devem ser fornecidas também e avaliadas por esse documento. Fala disso, assim como a avaliação da incerteza lá nos seus certificados,

177
00:29:34.220 --> 00:29:58.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: lembrando que toda a restabilidade metrológica dos valores certificadas estão bem estabelecidas. Então vocês veem que tem muitas coisas que são comuns. Parece que isso tudo já foi falado um pouquinho lá na mil setecentos e trinta e quatro, mas existe uma norma que trabalha unicamente com os aspectos da produção.

178
00:29:58.900 --> 00:30:05.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esses aspectos têm que ser contemplados e atendidos pelo produtor material de referências.

179
00:30:06.850 --> 00:30:11.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, vamos dar uma olhadinha. Como é que é feita essa avaliação da homogeneidade?

180
00:30:12.150 --> 00:30:29.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós vamos agora detalhar um pouquinho a homogeneidade, a estabilidade e ver quais são os cuidados, digamos assim, que o produtor tem que ter o olhar que ele tem que ter. De que forma a própria norma nos orienta como deve ser também,

181
00:30:30.790 --> 00:30:32.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então a norma diz o seguinte:

182
00:30:32.930 --> 00:30:36.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a homogeneidade é um requisito importante

183
00:30:36.970 --> 00:30:44.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para todos os materiais de referência e inclui a homogeneidade dentro. E entre as unidades,

184
00:30:44.540 --> 00:30:52.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos dar uma olhadinha. O que ela quer dizer com essa homogeneidade dentro e entre as unidades.

185
00:30:52.640 --> 00:31:12.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente tem que ter o olhar aqui, pensando que o produtor produz um lotes. Então vem ali a referência no nosso rótulo do lote, porque ele tem também uma série de avaliações que ele faz naquele lote.

186
00:31:12.640 --> 00:31:13.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo,

187
00:31:13.900 --> 00:31:33.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos ver o que acontece com essa avaliação. Como é que ele faz essa avaliação? Que a gente possa ficar seguro que nós, como usuários, nós estamos adquirindo aquele material, e utilizando como padrão de referência nossos ensaios.

188
00:31:34.250 --> 00:31:38.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele disse que a homogeneidade entre unidades

189
00:31:38.950 --> 00:31:46.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é importante para garantir que cada unidade de material de referência tem o mesmo valor para cada propriedade.

190
00:31:46.560 --> 00:31:48.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente fica pensando:

191
00:31:49.330 --> 00:31:55.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente compra um material de referência do lote tal.

192
00:31:55.490 --> 00:32:02.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E daí? A gente às vezes compra mais do que um frasco, digamos, compra dois frascos do mesmo lote

193
00:32:02.850 --> 00:32:05.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de um determinado material de referência.

194
00:32:05.600 --> 00:32:21.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como é que eu posso ficar tranquilo? Digamos, como usuário, que existe uma homogeneidade de informações entre esses dois frascos e todo lote que foi adquirido. Desculpa, que foi produzido.

195
00:32:21.470 --> 00:32:27.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa homogeneidade entre cada frasco ele deve fazer,

196
00:32:27.970 --> 00:32:31.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque ele tem que assegurar que exista,

197
00:32:31.360 --> 00:32:54.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque eu compro, digamos, dois frascos para o meu laboratório. O outro laboratório. Eu compro mais dois. Enfim, como é que eu vou garantir que cada laboratório que está recebendo, ele recebe as mesmas condições de homogeneidade da minha produção. Ele precisa fazer esse teste antes de conseguir colocar isso disponível para comercializar

198
00:32:55.040 --> 00:32:55.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é nada.

199
00:32:56.320 --> 00:33:01.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E a mesma coisa. Ele tem que garantir que a homogeneidade dentro de cada frasco

200
00:33:02.450 --> 00:33:14.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dentro da unidade é importante, onde as amostras podem ser tomadas para medição pelos usuários de material. O que ele está querendo dizer aqui?

201
00:33:15.070 --> 00:33:25.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quantos de nós muitas vezes pegar um ensaio que é bastante comum. A maioria dos laboratórios possuem um

202
00:33:26.010 --> 00:33:28.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um medidor de ph,

203
00:33:28.790 --> 00:33:30.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: seja para

204
00:33:31.430 --> 00:33:44.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do ensaio propriamente dito, ou utiliza esse medidor de ph para fazer, por exemplo, ensaios biológicos, e tem preparo de meios. Então utiliza esse

205
00:33:45.000 --> 00:33:49.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: medidor de ph para ver como está o ph dos seus meios de cultura.

206
00:33:50.230 --> 00:33:54.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ou faz o ensaio propriamente dito. A determinação de ph.

207
00:33:55.460 --> 00:34:01.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós sabemos que a gente tem que fazer. Uma das exigências

208
00:34:01.740 --> 00:34:03.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de um requisito da Norma.

209
00:34:04.030 --> 00:34:13.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se eu estou bem lembrando, é o seiscentos e quarenta e dez, onde ele diz que tem que fazer checagens sempre quando for necessário. Checagem intermediária em seus equipamentos. Então, nessa situação,

210
00:34:14.090 --> 00:34:18.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós precisamos de um material de referência

211
00:34:18.550 --> 00:34:25.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para poder fazer essa checagem intermediárias. E, às vezes, a gente possui mais de um

212
00:34:25.980 --> 00:34:42.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: equipamento dentro do laboratório ou laboratórios que fazem vão a campo e fazem, por exemplo, amostragens em águas em matriz, águas. Então tem que levar o equipamento para fazer suas medições no local

213
00:34:43.250 --> 00:35:03.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: seja diversas condições em que nós compramos um material de referência. Então, por exemplo, uma solução tampão de ph sete, a gente normalmente acaba fazendo, comprando para a calibração interna, aquela checagem, a verificação interna. E depois nós temos um outro,

214
00:35:04.220 --> 00:35:13.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou uma outra faixa ou um lotes diferentes para fazer esse monitoramento da nossa checagem intermediária.

215
00:35:13.740 --> 00:35:20.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós não vamos usar o frasco. Digamos mãe, que a gente compra. Normalmente, a gente acaba fazendo alíquotas,

216
00:35:20.890 --> 00:35:21.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

217
00:35:22.010 --> 00:35:35.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Até para evitar possível contaminação do nosso próprio frasco humano. Então a gente prepara alíquotas para usar dentro do laboratório ou alíquotas que a gente leva a campo.

218
00:35:35.840 --> 00:35:36.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

219
00:35:37.070 --> 00:35:52.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então a gente não deixam de ser sub amostras. Eu estou lembrando para você. Como é que a gente pode garantir que todas as nossas subamostras também apresentam essa homogeneidade necessária.

220
00:35:53.000 --> 00:36:08.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aqui nós estamos. Eu estou fazendo um paralelo com o ensaio lógico que aqui o olhar é da produção. Mas para a gente entender um pouquinho essa importância da homogeneidade entre as unidades e dentro da própria unidade.

221
00:36:09.340 --> 00:36:22.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos dar uma olhadinha. Então, como é que realmente essa homogeneidade acaba acontecendo em relação a.

222
00:36:23.050 --> 00:36:42.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A essas diferenças. Nós vamos apresentar um esquema que a própria norma apresenta, mas acho que um pouquinho. Acho que uns dois slides ou um slide para baixo. Mas assim essas considerações são importantes, tá? Entre as unidades e dentro da própria unidade, nós vamos ver um pouquinho mais o que ela nos diz

223
00:36:42.390 --> 00:36:54.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para avaliar essa homogeneidade. Ela diz o seguinte: que a maioria dos materiais de referência são preparadas em lotes de unidades.

224
00:36:55.170 --> 00:37:06.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que são esses lotes de unidades aqui para a produção, elas exemplos como garrafas, frascos, itens de testes ou é usado para outras considerações como peças de teste.

225
00:37:07.600 --> 00:37:09.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eles consideram comunidades

226
00:37:10.850 --> 00:37:26.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ainda para a avaliação da homogeneidade. Diz o seguinte: a não. Os resultados da medição. Para cada valor da propriedade de todas as unidades distribuídas concordem com o valor do certificado e sua incerteza

227
00:37:26.470 --> 00:37:32.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: lembra que a gente declarou uma incerteza no nosso certificado.

228
00:37:32.370 --> 00:37:33.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então

229
00:37:33.560 --> 00:37:45.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: todos os resultados que a gente obtém de ver edições de diversas unidades. Enfim, todas elas. A gente tem que garantir que aquele valor

230
00:37:45.680 --> 00:38:05.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: daquela propriedade que foi declarada falando não é só da incerteza, mas pureza. Enfim, tem uma série de acordos com a matriz de cada Mr. O tipo de considerações que estão declaradas no certificado que a gente tem que garantir que aquelas sejam reproduzidas em cada uma das unidades

231
00:38:05.400 --> 00:38:06.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de forma angélica.

232
00:38:09.170 --> 00:38:25.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ainda está descrito, que, na maioria dos casos, é necessário um estudo experimental para cada propriedade. Nós vamos fazer experimentos. Nós não o produtor, para a gente poder ter essa segurança das propriedades que são declaradas.

233
00:38:25.720 --> 00:38:43.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Diz ainda que a homogeneidade deve ser quantificada como uma contribuição para a incerteza do valor certificado, então o que é necessário ali que a gente deve quantificar para poder declarar então essa incerteza do material de

234
00:38:43.810 --> 00:38:45.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de referência

235
00:38:46.990 --> 00:38:53.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando o material for produzido em lotes múltiplos,

236
00:38:53.770 --> 00:39:07.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que a gente tem que ser. São vários lotes, né? A gente tem que assegurar também a gente como produtor, mas o produtor de matérias de referência tem que

237
00:39:07.350 --> 00:39:30.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: garantir a equivalência entre os lotes. Então ele vai testar se isso realmente acontece porque essa equivalência tem que acontecer. Caso contrário, a homogeneidade de cada lote deve ser avaliada separadamente. Então a gente, vendo qual é a importância dessa,

238
00:39:30.890 --> 00:39:41.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a avaliação da homogeneidade, justamente porque ela acaba nos dando uma série de, digamos assim, de segurança que são feitas

239
00:39:41.380 --> 00:39:54.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essas avaliações para que a gente como usuário possa ficar, digamos, tranquilo de que elas são. Sim, homogêneas. Então passa por uma série de avaliações

240
00:39:54.330 --> 00:40:13.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: falando aqui só da homogeneidade. Então a gente como os horários, ok, os produtores de matérias diferentes fazem avaliações e o que está declarado no certificado. Ele é válido

241
00:40:13.160 --> 00:40:24.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para lotes múltiplos para unidades. Nós podemos ficar tranquilos, digamos, em relação do que está declarado no próprio certificado.

242
00:40:25.250 --> 00:40:32.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos dar uma olhadinha. Como é que a própria nona nos orienta para o produtor fazer essa avaliação?

243
00:40:33.200 --> 00:40:36.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Lá na Iso três mil trezentos e quatrocentos e cinco.

244
00:40:36.620 --> 00:40:43.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele faz uma avaliação de acordo com a homogeneidade entre as unidades.

245
00:40:43.620 --> 00:40:45.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que é essa avaliação?

246
00:40:45.970 --> 00:40:51.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui a gente pode ver. Tem isso aqui. Foi retirado da própria norma.

247
00:40:51.250 --> 00:41:04.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma orientação. Se nós tivermos, por exemplo, um lote com eu coloquei aqui. Eu coloquei. Não, a própria Iso fala como um frasco. Dois n frascos, né?

248
00:41:04.370 --> 00:41:07.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, como é que ela faz essa avaliação

249
00:41:08.150 --> 00:41:25.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de cada um desses frascos se faz uma subamostragem, porque essa subamostragem pode ser feita assim, com um com dois e também cada um deles com N. Frascos já formam com o volume que foi preparado, evidentemente.

250
00:41:25.520 --> 00:41:29.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, se faz sub amostras

251
00:41:30.050 --> 00:41:31.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: daquela,

252
00:41:31.600 --> 00:41:37.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é daquele frasco inicial, e assim é repetido por cada um dos frascos

253
00:41:37.530 --> 00:41:48.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que não é que seja cada um, mas de acordo com o lote, o número de frascos de lote. Existe, estatisticamente um n

254
00:41:48.920 --> 00:41:54.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é significativo, que se faz justamente essa

255
00:41:55.220 --> 00:42:10.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa avaliação, porque o que a gente precisa, a partir desses números de frascos é ver a contribuição da possível variação que existam entre eles, que é o que se é observado, se ela é uma variação significativa

256
00:42:10.870 --> 00:42:26.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a ponto que vai interferir naquele lote produzido ou não. Estatisticamente, é feita uma avaliação e aquela pequena variação possível, porque na variação, ela realmente não impacta na homogeneidade.

257
00:42:26.980 --> 00:42:27.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá,

258
00:42:28.210 --> 00:42:38.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas então vamos ver. Assim, pegamos um para a gente entender. Aqui pegamos um frasco. Dividimos de acordo com o volume desse frasco em subamostras.

259
00:42:39.110 --> 00:42:39.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom,

260
00:42:40.450 --> 00:42:58.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a partir dessas subamostras aqui, nós vamos fazer uma preparação de acordo com o tipo de matriz com o que é necessário de cada um deles num volume pequeno, para que a gente possa daí, a partir dali, fazer as avaliações necessárias.

261
00:42:59.360 --> 00:43:04.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós vamos daqui fazer uma medição.

262
00:43:04.510 --> 00:43:09.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente tenha aqui, digamos assim,

263
00:43:10.230 --> 00:43:16.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as especificações que estão próprias descritas na Norma. Não vou descrever aqui como é que é feita essa medição para vocês.

264
00:43:17.140 --> 00:43:21.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas se tem a partir dessa medição, uma avaliação

265
00:43:22.030 --> 00:43:42.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dessa homogeneidade entre unidades. Então vocês veem que estão feitas em várias unidades, onde aqui a gente pode então fazer essa avaliação dessa forma, para que se possa, estatisticamente, se ver se tem alguma contribuição significativa, então para a homogeneidade, ou se está tudo ok,

266
00:43:43.870 --> 00:43:51.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem uma outra forma. Então que a norma a isso, trinta e três quatrocentos e cinco nos mostra

267
00:43:52.030 --> 00:44:10.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é uma avaliação. Então, dentro de uma mesma unidade. Então, aqui entre unidades. Mas vamos dar uma olhadinha dentro de uma própria unidade. Qualquer norma nos diz. Elas apresentam então um layout alternativo de um estudo de homogeneidade entre as unidades

268
00:44:10.290 --> 00:44:11.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui,

269
00:44:11.410 --> 00:44:27.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vocês veem que é diferente da que eu apresentei anterior no estádio anterior. Nós temos um frasco onde temos, então uma subamostra, uma única. Subamostra

270
00:44:27.760 --> 00:44:47.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: onde, a partir daqui, nós temos a medição. Tem a preparação. Como eu tinha dito para vocês e as medições. Então, individualmente, de cada uma delas, faz a sua subamostragem. Vai depender aqui, da mesma forma do número de amostras

271
00:44:47.540 --> 00:44:50.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: daquele lote, o volume que foi produzido.

272
00:44:51.270 --> 00:45:08.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que diz aqui na norma, é que apenas uma subamostra de cada uma das unidades de Mr. É retirada e preparada para medição e n. Medições são feitas na porção de testes preparados.

273
00:45:10.000 --> 00:45:28.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esse procedimento irá resultar em uma estimativa maior de variância entre unidades entre as unidades. Com esse teste, a gente está buscando aqui avaliar o quanto aquele material de referência. Ele é homogêneo.

274
00:45:28.760 --> 00:45:52.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por quê? Por que é importante o produtor saber isso? Porque ele vai, de alguma forma, fazer todas as avaliações, os estudos, como a gente vai ver outros estudos. Mas esse da homogeneidade vai reunir informações para poder declarar lá no seu certificado ou na sua ficha de informações. Sessão de um Me.

275
00:45:52.970 --> 00:46:04.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que é importante para o usuário, o que o usuário deve saber e qual é a tranquilidade que o usuário vai ficar em relação às informações?

276
00:46:05.040 --> 00:46:06.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

277
00:46:06.940 --> 00:46:17.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que estão descritas ali, naquele certificado, que vai garantir, então a utilização desse material no seu próprio ensino.

278
00:46:18.010 --> 00:46:18.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá

279
00:46:19.570 --> 00:46:20.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tudo certo.

280
00:46:23.220 --> 00:46:29.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Alguma informação que vocês queiram ainda em relação ao slide anterior,

281
00:46:31.990 --> 00:46:32.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

282
00:46:33.510 --> 00:46:35.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como é que estão indo as coisas?

283
00:46:38.610 --> 00:46:39.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo certo.

284
00:46:42.990 --> 00:46:43.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom,

285
00:46:44.480 --> 00:46:49.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos ainda ver aqui que a própria.

286
00:46:50.730 --> 00:46:59.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A própria norma nos faz a relação que isso aqui retirei da Isa que eu apresentei para vocês.

287
00:46:59.520 --> 00:47:00.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

288
00:47:01.680 --> 00:47:06.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em relação ao estudo de homogeneidade dentro de uma única,

289
00:47:06.700 --> 00:47:08.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

290
00:47:08.990 --> 00:47:19.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Digamos, dentro de uma unidade usando uma única amostra, uma única unidade, né? Que eu mostrei no slide anteriores. Aqui a gente vê que foi vários

291
00:47:20.240 --> 00:47:39.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: frascos, mas eventualmente, a gente também vai fazer em uma única unidade. Como é que a gente faz essa avaliação a gente não, né? Como é que o produtor? Eu falo? A gente volta, e mesmo. Mas é o produtor de referência do material de referência. Ele vai fazer esse tipo de avaliação.

292
00:47:39.680 --> 00:47:46.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui a própria norma nos dá também um esquema de orientação

293
00:47:46.970 --> 00:48:10.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que o produtor deve seguir, porque, como eu falei para vocês, o próprio produtor tem que seguir todas as normas de referência em atendimento a mil setecentos e trinta e quatro, para poder ser creditado e poder comercializar esse produto de materiais de referência. Então ele vai seguir o esquema que está na própria Isugia, que é o caso da

294
00:48:10.590 --> 00:48:17.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: internacionalmente já está na isso em relação ao que nós,

295
00:48:18.260 --> 00:48:44.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que o laboratório não, mas o que o produtor necessita para a sua orientação. Então aqui nós temos essa questão. Como eu disse para vocês, da própria homogeneidade. Isso da homogeneidade dentro de uma unidade. Então ele também vai fazer aquelas subamostragens que nós falamos nas lives anterior. Também vai ter a preparação e seus resultados de leitura.

296
00:48:44.730 --> 00:49:00.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Onde aqui nós temos. A gente pode ver aqui essa letra e que eu coloquei o respondente aqui embaixo que essa parte aqui são as operações que contribuem para a variação observada dentro da unidade entre subamostas,

297
00:49:00.930 --> 00:49:09.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: lembrando que a gente está querendo a maior homogeneidade de resultados possíveis no momento em que se faça sub amostragem.

298
00:49:09.280 --> 00:49:26.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui, nessa outra parte, onde tem toda a preparação e os ensaios são feitos propriamente dito das medições não ensaios das próprias medições. A gente vê operações que contribuem para a variação observada dentro de uma mostra.

299
00:49:26.990 --> 00:49:44.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que a gente está levando em consideração? Nós estamos vendo variações observadas dentro da unidade, entre subamostras e a variação observada dentro de uma subamostra. Esse é o intuito desse toda essa variação que é feita.

300
00:49:45.410 --> 00:49:55.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui, mostrando para vocês. Estudos de homogeneidade dentro da unidade, usando múltiplas unidades de materiais de referência.

301
00:49:56.710 --> 00:50:06.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então todas essas considerações estão descritas na própria norma e que o produtor tem que seguir.

302
00:50:09.400 --> 00:50:35.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos dar uma olhadinha. Então, em relação agora à avaliação da estabilidade aqui, eu passei rapidamente esse esquema para vocês. Que lógico. Não somos produtores de matérias de referência. É mais para vocês entenderem a importância do material que vocês utilizem. E o que está como informações declaradas para vocês. O que é feito pelo produtor de material de referência para vocês.

303
00:50:35.540 --> 00:50:47.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui nós temos a avaliação da estabilidade, que é outra avaliação muito importante. Essa avaliação da estabilidade. A gente coloca como

304
00:50:47.550 --> 00:51:06.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um fator muito relevante para nós usuários, porque o que a gente precisa assegurar também que aquele resultado que nós obtivemos daquele nosso ensaio, a gente pode confiar naquele valor atribuído.

305
00:51:06.490 --> 00:51:09.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então nós utilizamos isso como nosso padrão.

306
00:51:09.920 --> 00:51:27.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Seja para um uso dentro de uma rotina de trabalho que a gente coloca um padrão para a gente assegurar aquele resultado. Os resultados todos daquela batelada, ou seja, para o material de referência

307
00:51:27.650 --> 00:51:54.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: certificado, em que nós fazemos toda uma calibração, uma curva de calibração de um determinado ensaio. A gente tem que assegurar que aquele valor que é atribuído naquele momento em que nós estamos utilizando aquele material de referência que ele possui a mesma estabilidade e que está declarada como um valor atribuído no seu certificado.

308
00:51:54.800 --> 00:52:01.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O intuito dessas avaliações é justamente para a gente poder, nós, como usuários, confiar naquele resultado

309
00:52:01.830 --> 00:52:02.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tchau.

310
00:52:03.090 --> 00:52:23.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Normalmente, é importante considerar que essa estabilidade de longo prazo. Ou seja, nós compramos material de referência onde ele está declarado no seu rótulo. Qual é a validade dele? Que, ao longo desse prazo todo em que está estabelecido ali, como a validade dele.

311
00:52:23.700 --> 00:52:33.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Evidentemente que, sob condições de armazenamento que também ele declara como devem ser as condições de transporte

312
00:52:34.130 --> 00:52:39.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também as condições de armazenamento do usuário,

313
00:52:40.060 --> 00:52:54.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: elas sendo atendidas, que aquela estabilidade está ok, ela não vai sofrer nenhum tipo de alteração, desde que também essas condições aqui sejam

314
00:52:54.820 --> 00:53:05.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: atendidas. Então, por isso que é tão importante a gente ficar atento a possíveis considerações de

315
00:53:06.380 --> 00:53:09.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de temperatura de material de referência.

316
00:53:10.400 --> 00:53:17.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu já em avaliações já acompanhei laboratórios. Sempre comprou um material de referência da mesma marca

317
00:53:18.200 --> 00:53:22.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e já estava acostumado a deixar a temperatura ambiente.

318
00:53:22.780 --> 00:53:31.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele ficava guardado lá num armário na temperatura ambiente do laboratório.

319
00:53:32.870 --> 00:53:44.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Só que por alguma questão, durante a produção ou mudança de alguma algo que não sabemos o quê. O próprio produtor de material de referência fez uma alteração

320
00:53:45.500 --> 00:53:58.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: deixando de ser uma temperatura ambiente para passar uma temperatura de refrigeração. O que aconteceu com o usuário? Já estava acostumado com a compra do mesmo material

321
00:53:58.370 --> 00:54:12.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e não ficou atento lá no certificado. E nem no rotta do produto. Alteração do armazenamento no laboratório onde deveria armazenar as condições de armazenamento.

322
00:54:13.200 --> 00:54:37.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que acontece que isso vai impactar é um risco enorme, porque eu não estou atendendo à questão de escrita no próprio, estabelecida pelo próprio produtor do material de referência, a estabilidade do produto, então eu não sei até quanto eu não tenho a garantia de que aquela variedade de uso, a estabilidade vai ocorrer.

323
00:54:38.060 --> 00:55:02.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essas considerações, após também a abertura do material de referência, o tempo da validade e respeitando as considerações todas de armazenamento do laboratório, eu tenho que ficar muito tranquila de que. O que, se eu atender de forma adequada, essa estabilidade vai acontecer

324
00:55:02.790 --> 00:55:10.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: até o uso final do próprio. Meu material de referência.

325
00:55:10.540 --> 00:55:11.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá lá,

326
00:55:11.770 --> 00:55:15.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então essas considerações são bastante importantes.

327
00:55:16.680 --> 00:55:21.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos ver um pouquinho

328
00:55:21.470 --> 00:55:26.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essas algumas considerações. Assim,

329
00:55:28.140 --> 00:55:38.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em relação ao próprio produtor do material de referência, então a gente falou aqui dessas considerações de

330
00:55:38.570 --> 00:55:40.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de tempo,

331
00:55:40.570 --> 00:55:41.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: né?

332
00:55:41.880 --> 00:55:52.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De validade, de transporte, de temperaturas de armazenamento. Vamos ver o que está escrito lá

333
00:55:52.470 --> 00:55:53.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em relação

334
00:55:54.600 --> 00:55:56.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, ao

335
00:55:58.450 --> 00:56:00.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: produtor de material de referência.

336
00:56:00.660 --> 00:56:01.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá,

337
00:56:01.490 --> 00:56:03.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então vamos ver o que diz assim. Ele diz assim:

338
00:56:03.820 --> 00:56:10.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o material de referência. O produtor deve ficar muito atento

339
00:56:10.810 --> 00:56:14.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a fazer testes experimentais.

340
00:56:15.130 --> 00:56:25.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esses testes experimentais. É justamente porque a gente tem que avaliar, como eu disse na cidade anteriores, essa estabilidade. Mas as demais propriedades que sejam relevantes aí,

341
00:56:25.870 --> 00:56:26.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

342
00:56:27.820 --> 00:56:29.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

343
00:56:29.580 --> 00:56:37.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o armazenamento. Ela diz o seguinte: que nós temos que selecionar as condições de um pré tratamento

344
00:56:38.300 --> 00:56:47.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da embalagem e do armazenamento propriamente dito, de acordo com os resultados da própria avaliação que eles obtiveram.

345
00:56:47.860 --> 00:57:12.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eles fazem todas essas avaliações experimentais, e a partir dos resultados dessas avaliações experimentais, que vão ficar definidas essas considerações em relação ao próprio armazenamento, então elas são fundamentais para poderem justamente definirem o que vai ser estabelecido lá no certificado, no rótulo do próprio produto,

346
00:57:14.490 --> 00:57:19.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não só o armazenamento, mas também do próprio transporte,

347
00:57:20.220 --> 00:57:31.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então aqui nós temos que selecionar todas as condições em que condições de temperatura

348
00:57:31.730 --> 00:57:38.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: devem ser feitos o transporte desse material diferente até chegar ao

349
00:57:38.290 --> 00:57:53.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ao consumidor, ao laboratório, que o usuário propriamente dita, que garanta essa estabilidade, que foi avaliada anteriormente, então, assim, é muito importante a gente entender que essas

350
00:57:53.660 --> 00:58:03.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esses experimentos, essa avaliação experimental, vão definir justamente essas considerações que vão ser declaradas um certificado,

351
00:58:04.390 --> 00:58:11.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o produtor de Mrr. De materiais de referência, então vai estabelecer qualquer recomendação

352
00:58:12.600 --> 00:58:39.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para o armazenamento e o uso desse material, porque ele precisa justamente, manter aquilo que nós falamos anteriormente. Essa avaliação da estabilidade lá nas instalações do usuário. Então, lá no laboratório propriamente dito, assim como selecionar um esquema de monitoramento da estabilidade dos materiais mantidos em armazenamento, que é aqueles que estão mantidos, digamos, há mais tempo a longo prazo,

353
00:58:39.930 --> 00:58:44.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que permita detectar prontamente qualquer tipo de alteração,

354
00:58:44.810 --> 00:59:05.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é muito importante que essas avaliações sejam todas feitas, justamente para que se possa, no momento em que sejam declaradas um certificado, o produtor de material de referência tenha feito. Então

355
00:59:05.930 --> 00:59:11.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: todos esses testes para ter a tranquilidade das informações que estão colocadas ali.

356
00:59:11.690 --> 00:59:12.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigado.

357
00:59:13.820 --> 00:59:23.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Dentro da questão de estabilidade. Nós temos a consideração aqui que está escrita na norma

358
00:59:23.460 --> 00:59:51.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: considerações relevantes na produção desses materiais. Um, ele fala sobre estabilidade a longo prazo desse material, como a gente citou rapidamente ali no estádio anterior. Quer dizer o seguinte: que essa estabilidade do material durante o período de validade sobre condições de armazenamentos especificadas. Então é todo aquele período

359
00:59:51.240 --> 01:00:03.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em que nós utilizamos o nosso material de referência dentro da validade, o que a gente deve avaliar que ele se mantém

360
01:00:03.460 --> 01:00:14.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: estável, né? Antes da distribuição para o próprio usuário. Então eu tenho que ter a certeza de que ele. Sim, ele encontra se estável

361
01:00:14.580 --> 01:00:18.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com as mesmas propriedades em que ele foi produzido.

362
01:00:18.980 --> 01:00:24.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu tenho que garantir, como produtor de matérias de referência essas considerações,

363
01:00:25.470 --> 01:00:41.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outra que a estabilidade sobre condições razoavelmente esperadas de transporte, então estabilidade de transporte que a gente falou, então aquela estabilidade, digamos assim, mais a curto prazo, que ela também seja atendida.

364
01:00:42.890 --> 01:00:58.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então diz o seguinte: na norma, que a estabilidade de transporte é frequentemente referida como estabilidade a curto prazo e que a avaliação da estabilidade pode ser conduzida para avaliar a instabilidade sobre condições mais extremas

365
01:00:58.830 --> 01:01:04.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do que aquelas esperadas com base nas condições planejadas de armazenamento e transporte,

366
01:01:04.610 --> 01:01:30.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou seja, ele também faz uma avaliação da estabilidade em condições, digamos assim mais extremas, porque ele também tem que avaliar a estabilidade em que momento ela se perde, digamos assim, essa estabilidade. Então essa avaliação também é importante, porque ele está produzindo esse material, e ele tem que entender qual é a condição mais extrema

367
01:01:31.190 --> 01:01:52.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que ele pode atender. Ainda a avaliação da estabilidade a partir de um determinado experimento em que essa condição extrema do material de referência, ele deixa de ser estável, então, digamos, seria o limite de atendimento das condições em que esse

368
01:01:53.350 --> 01:02:00.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse material de referência ele se mantém. Então essas considerações são importantes.

369
01:02:00.560 --> 01:02:04.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, partindo no que nós falamos ao longo prazo,

370
01:02:04.610 --> 01:02:22.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ele faz algumas considerações na própria norma. Diz que é a estabilidade material durante o período de validade sobre condições específicas de armazenamento, então é o que é feito. Vários testes são feitos para poder ter essa consideração a longo prazo,

371
01:02:22.940 --> 01:02:34.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: assim como a estabilidade sob condições de transporte, como nós vimos em trânsito de transporte e a estabilidade a longo prazo de um material de referência está associado ao comportamento do mesmo

372
01:02:34.790 --> 01:02:36.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na prateleira do produtor

373
01:02:37.040 --> 01:02:40.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou quando armazenado de acordo com as condições

374
01:02:40.590 --> 01:02:51.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: prescritas pelo usuário. Então nós temos assim várias condições de avaliação. Aquela que é feita aqui pelo produtor.

375
01:02:51.280 --> 01:02:54.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quanto às condições de

376
01:02:55.170 --> 01:03:13.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: armazenamento interno, quando ele produz depois as avaliações que ele faz em relação à estabilidade. Então, durante o transporte, em que condições deve ser, e ele também pensa nas condições que o próprio usuário vai ter.

377
01:03:13.560 --> 01:03:26.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele acaba fazendo experimentos para poder entender um pouquinho qual é o máximo de estabilidade que possui o próprio material que ele produziu.

378
01:03:27.410 --> 01:03:32.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos também descrito nessa norma a estabilidade a curto prazo,

379
01:03:32.290 --> 01:03:48.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse a curto prazo, seriam alguns casos onde não é possível manter aquelas condições adequadas que estão descritas como o próprio ideal de estabilidade, digamos, durante um transporte

380
01:03:48.770 --> 01:04:01.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e, nesse caso, a gente tem que levar em consideração alguma incerteza extra que possa estar avaliada lá nos certificados.

381
01:04:02.110 --> 01:04:05.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nessas considerações, em que

382
01:04:05.360 --> 01:04:20.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a essa estabilidade acaba a curto prazo, sendo atingida o próprio produtor de matéria de referência, tem que, antes da própria distribuição, ou seja, da comercialização

383
01:04:20.390 --> 01:04:30.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para chegar até o próprio usuário. Ele vai avaliar então a estabilidade de cada propriedade de interesse daquele material

384
01:04:31.120 --> 01:04:45.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em relação, evidentemente, ao transporte. Estou falando aqui só agora essa questão de estabilidade de transporte. E para chegar até o usuário. Então ele tem que fazer essas considerações, para ele assegurar,

385
01:04:45.380 --> 01:04:53.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: justamente, que o que foi produzido por ele vai chegar com a mesma estabilidade para o próprio usuário.

386
01:04:53.560 --> 01:04:54.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá,

387
01:04:54.740 --> 01:05:19.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então foi o que foi dito lá. No a longo prazo, também ele vai fazer aquela avaliação quase que do extremo, nas condições mais extremas para poder entender até qual é o limiar entre a estabilidade, as considerações que podem ter aquele material armazenado. Desculpa, que é transportado

388
01:05:19.540 --> 01:05:39.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e qual é, digamos, a linha de corte? Em que momento, que isso fica realmente inviável e instável, inviável, no sentido de manter essa estabilidade. Então, que acaba acontecendo essa situação de que ele coloque as considerações. O quê? As mesmas sociedades se mantêm estáveis até essa consideração.

389
01:05:39.720 --> 01:06:02.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente fica. A gente acaba só utilizando esse material. E já está tudo descrito como a gente deve utilizar em relação ao próprio armazenamento no laboratório. Mas é só trazendo para você a quantidade de testes e olhares que tem que ter o próprio produtor para ele poder garantir o que ele está declarando no próprio

390
01:06:02.790 --> 01:06:05.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: certificado de,

391
01:06:05.660 --> 01:06:06.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

392
01:06:07.090 --> 01:06:08.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, nesse sentido,

393
01:06:08.840 --> 01:06:20.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós temos ainda. Então a gente viu a avaliação da estabilidade e da homogeneidade. Lembra que eu mostrei no slide hoje que ainda nós tínhamos ainda a comutatividade.

394
01:06:21.000 --> 01:06:30.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Essa comunitatividade está descrita daí numa outra Isugia, que é a Isugia trinta que tem lá no item dois.um20

395
01:06:30.870 --> 01:06:50.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ela fala um pouquinho sobre essa comutividade para a gente entender o que ela é. Que tipo de propriedade? O que ela nos diz. Então diz o seguinte: que é uma propriedade e um material de referência demonstrada pela equivalência das relações matemáticas entre os resultados dos diferentes procedimentos de medição para um me

396
01:06:50.770 --> 01:07:08.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e para amostras representativas do tipo que se pretende medir. Então aqui nós temos que entender. Assim, ela tem que ser equivalente para várias situações, porque às vezes a gente compra um material de referência. Cada laboratório vai fazer, por exemplo, de um método diferente.

397
01:07:08.980 --> 01:07:28.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E será que ela responde da mesma forma. Então essa conotividade é importante também para a gente entender porque é feito várias avaliações de equivalências. Enfim, como fala aqui de relações matemáticas, os resultados diferentes em que o que foi declarado

398
01:07:29.240 --> 01:07:35.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no certificado tem que atender o método que o laboratório. O laboratório está seguro

399
01:07:35.810 --> 01:07:50.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de que. Ok, ele vai responder de acordo com o que está declarado ali, então nós temos aqui na Iso trinta e três quatrocentos e cinco. Ele diz o seguinte: que a Comunidade está relacionada à capacidade do material de referência

400
01:07:50.670 --> 01:08:09.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: caracterizada por um procedimento de medição de atuar como um calibrador ou material de. Ou como um controle de qualidade, que é o que nós usamos na nossa rotina. Então ele vai usar, ou ele vai ser usado como um calibrador, como eu disse para vocês,

401
01:08:09.690 --> 01:08:20.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou para calibrar o equipamento, ou nós vamos utilizar esse material de referência para fazer uma curva de calibração. A gente faz as diluições dentro da nossa

402
01:08:20.520 --> 01:08:40.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: atender a nossa curva dentro da faixa de trabalho que nós temos ali declarado no nosso escopo, no nosso limite de quantificação também, ou nós utilizamos simplesmente como material de referência para monitorar a qualidade da rotina que nos dá segurança. Ok, aquela batelada

403
01:08:40.359 --> 01:08:52.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem além do branco aquelas coisas que nós fazemos todas brancos duplicadas. Enfim, de acordo com o ensaio, mas nós temos um padrão e que o patrão está respondendo de acordo com o que está declarado no nosso certificado.

404
01:08:53.010 --> 01:09:00.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa contra atividade aqui está relacionada para a gente. Tem que garantir essas situações.

405
01:09:01.000 --> 01:09:17.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E também diz o seguinte: lá na nota, é importante quando diferentes procedimentos medição podem responder de forma muito diferente a diferentes tipos de materiais de teste. Nós temos também que avaliar a importância

406
01:09:17.080 --> 01:09:38.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dos resultados para diferentes situações aqui, de tipos de materiais diferentes, materiais de teste que nós fazemos? Como é que eles batem os resultados entre si? Dos procedimentos de medição? É um pouquinho que eu falei no momento anterior em relação, até diferentes

407
01:09:38.670 --> 01:09:47.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: medições, digamos, ensaios diferentes que são feitos não ensaios, mas métodos utilizados pelo laboratório.

408
01:09:48.090 --> 01:09:59.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então diz o seguinte: que essa avaliação de como atividade não é necessária para todos os Ms: Enfim, tem alguns que são específicos só para determinado método, mas aqueles que são em aberto

409
01:09:59.860 --> 01:10:12.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e que fica assim aquele, digamos, aquela necessidade de fazer essa avaliação, uma vez que não é definido aquele material de referência para um método específico,

410
01:10:13.300 --> 01:10:13.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: né?

411
01:10:14.200 --> 01:10:23.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, às vezes nós temos materiais de referência que são utilizados só para Icp, por exemplo, ok, ele está garantindo para aqueles ali. Mas tem uns que não nos diz

412
01:10:23.190 --> 01:10:36.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, nessas considerações, o próprio produtor tem que fazer essa avaliação para poder deixar em aberto e garantir que o usuário possa, sim, usar para várias metodologias diferentes.

413
01:10:38.410 --> 01:10:54.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui a gente acaba fechando um pouquinho nessa questão que eu estou falando, que ele diz justamente quando é que a gente vai avaliar a quantidade? Então

414
01:10:54.670 --> 01:11:14.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a Iso trinta e três quatrocentos e cinco. Ela nos diz duas situações. Aqui, ela fala na letra A, que o uso pretendido requer com muita atividades de materiais de calibração ou controle de qualidade, como estava descrito no slide anterior, por exemplo, medições biológicas.

415
01:11:15.100 --> 01:11:16.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui

416
01:11:16.540 --> 01:11:37.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu só trouxe para vocês que aqui está em cinza. Eu não sei se vocês recordam, mas na aula anterior eu trouxe que existe uma produção a indexedente da demanda, mas em função de duas iscas que estão crescendo bastante,

417
01:11:37.620 --> 01:11:51.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que uma é um7 vinte e cinco para diferentes matrizes. E aqui essa norma, a quinhentos e oitenta e nove, que é específica para análises, laboratórios clínicos de análises clínicas,

418
01:11:51.950 --> 01:12:05.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então que ela também utiliza, necessita de materiais de referência e aqui a comutatividade. Nesse caso, também está descrita na própria norma,

419
01:12:05.760 --> 01:12:17.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: onde a norma a quinhentos e oitenta e nove é que ela fala o seguinte: que o material de referência é geralmente um calibrador. E os outros materiais especificados geralmente são amostras de rotina.

420
01:12:18.290 --> 01:12:46.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então nós vamos usar essa situação aqui, em que o material de referência, onde nós temos que temos a segurança, digamos assim, quem garante ao produtor que é feita se requer com muita atividade. Então eu só coloquei aqui como exemplo, algumas considerações, e que a norma diz o seguinte:

421
01:12:47.020 --> 01:13:03.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nesse item que uma declaração de computatividade é restrita aos procedimentos de medição, conforme especificados em uma comparação especificada, então ela mesma fala que existe uma declaração de computatividade e ela é restrita aos procedimentos de medição.

422
01:13:03.470 --> 01:13:19.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se a gente for abrir a quinhentos e oitenta e nove. Ela está descrita situações lá, onde ela cita a própria comutatividade, o material de referência que nós utilizamos em situações em que a gente tem que estar.

423
01:13:19.520 --> 01:13:24.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ficamos assegurados de que o próprio produtor fez esse tipo de avaliação.

424
01:13:24.420 --> 01:13:25.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá,

425
01:13:25.510 --> 01:13:34.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aqui ela diz que o produtor Gmr garante que o material é adequado para aquele uso pretendido. Então, até essas situações

426
01:13:34.150 --> 01:13:59.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em que a gente acaba, avaliando aquela situação, que o próprio produtor garante que aquele material é adequado para o uso de. Então, ele diz: Qual é o uso pretendido? E ali a gente precisa como usuário, realmente ficar tranquilos e seguros de que essa avaliação foi feita.

427
01:14:00.010 --> 01:14:01.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo, gente?

428
01:14:02.750 --> 01:14:05.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Devane, Soraya, alguma pergunta?

429
01:14:07.630 --> 01:14:11.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Estou indo muito rápido. Está claro para vocês?

430
01:14:14.790 --> 01:14:15.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo bem.

431
01:14:17.980 --> 01:14:20.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos parar uns dez minutinhos,

432
01:14:20.910 --> 01:14:24.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente fazer o intervalo. A gente volta em seguida, pode ser.

433
01:14:29.200 --> 01:14:30.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É tudo.

434
01:14:32.040 --> 01:14:33.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Voltamos em seguida. Então,

435
01:14:34.200 --> 01:14:35.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: até mais gente.

