WEBVTT

1
00:00:05.370 --> 00:00:07.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Boa noite a todos.

2
00:00:07.900 --> 00:00:14.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Hoje vamos iniciar nossa disciplina de seleção e uso de materiais de referência e padrões.

3
00:00:14.370 --> 00:00:16.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Meu nome é Tânia.

4
00:00:16.230 --> 00:00:24.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou dar a disciplina no dia de hoje, quinta feira, dia vinte e na próxima terça, dia vinte e cinco de Fevereiro.

5
00:00:25.110 --> 00:00:41.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: As outras duas aulas, já que essa disciplina é composta de quatro aulas, vai ser dada pela professora Alessandra. Então, vocês vão conhecê la no dia seis, onde ela vai continuar. Então, o assunto

6
00:00:42.440 --> 00:00:54.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: gostaria de me apresentar e também estar aqui as referências em relação à professora Alessandra, mas ela certamente vai se apresentar na terceira aula

7
00:00:55.050 --> 00:01:05.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como eu tinha dito. Então meu nome é Tânia. A minha formação. Eu sou química. Eu fiz uma especialização em gestão da qualidade na área ambiental,

8
00:01:05.150 --> 00:01:09.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e o meu mestrado e meu doutorado em engenharia e tecnologia de materiais.

9
00:01:09.560 --> 00:01:33.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tenho como atividades tanto além de instrutora da Spm Itptec. Sou líder da rede metrológica do Rio Grande do Sul, na Exo mil setecentos e vinte e cinco, assim como especialista da Cgec inmetro na mesma norma. Então, na mil setecentos e vinte e cinco,

10
00:01:34.160 --> 00:01:35.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

11
00:01:35.550 --> 00:01:39.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então vamos dar início ao nosso conteúdo.

12
00:01:40.120 --> 00:02:00.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É um assunto bastante interessante e questionador. O que a gente vê durante as avaliações em laboratórios. Existem algumas dúvidas em relação não só à seleção, mas também ao próprio uso desses materiais de referência.

13
00:02:01.710 --> 00:02:12.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos ver o que nós vamos falar hoje sobre o nosso conteúdo, o nosso programa dessas quatro almas.

14
00:02:12.620 --> 00:02:26.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Primeiramente, eu gostaria de dar uma pequena introdução sobre rastreabilidade meteorológica e os materiais de referência, porque essa associação é bastante importante.

15
00:02:26.460 --> 00:02:35.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Talvez vocês já tenham entrado em assuntos de raciabilidade meteorológica, mas a gente vai dar uma pequena revisada desses conceitos.

16
00:02:35.970 --> 00:02:44.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Depois, vamos falar um pouquinho sobre as considerações gerais de algumas Isos, que estão relacionadas diretamente com o material de refém certificado.

17
00:02:45.010 --> 00:02:49.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos a guia trinta de dois mil e quinze.

18
00:02:49.450 --> 00:03:09.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos a Iso trinta e três quatrocentos e um, de dois mil e vinte e quatro a trinta e três quatrocentos e três, de dois mil e dois mil e vinte e quatro, trinta e três, quatrocentos e cinco de dois mil e vinte e quatro e mais a trinta e seis, trinta e três. Desculpe, quatrocentos e seis de dois mil e vinte e quatro. Vocês veem que todas essas são do mesmo ano?

19
00:03:09.530 --> 00:03:19.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Porque antes nós tínhamos guias. Então era isso o guia também. Há trinta e um

20
00:03:19.490 --> 00:03:40.049
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trinta e quatro, trinta e cinco. Nós tínhamos uma série de guias que elas foram, digamos assim, substituídas pela isso, por essa numeração. Então nós vamos falar um pouco sobre elas,

21
00:03:40.370 --> 00:03:50.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque elas impactam diretamente no assunto que nós estamos tratando aqui nessa disciplina, que são os materiais de referência certificados.

22
00:03:52.040 --> 00:03:58.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós vamos falar também um pouquinho sobre algumas orientações da própria Cgec

23
00:03:58.220 --> 00:04:10.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sobre o uso e orientações para a seleção de materiais de referência certificadas. Então o que a Cgecl nos diz em relação a essas considerações,

24
00:04:10.450 --> 00:04:20.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e daí vamos falar um pouquinho também sobre as orientações, tanto para a utilização quanto armazenamento de materiais de referência. Daí. Nós vamos pegar os dois grandes grupos de ensaios,

25
00:04:21.060 --> 00:04:31.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: falar um pouquinho dos ensaios químicos, e os ensaios biológicos têm uma série de particularidades que vocês vão ver até com a própria professora Alessandra. Ela vai falar sobre

26
00:04:31.360 --> 00:04:34.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bastante mais sobre os ensaios biológicos.

27
00:04:34.230 --> 00:04:41.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vocês vão ver que existem, sim, algumas particularidades de uso de armazenamento desses materiais.

28
00:04:42.000 --> 00:04:57.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, assim, é uma visão bem geral. Nós vamos detalhar lógico muitas questões em cada um desses tópicos, mas é mais ou menos essa é a linha dessas quatro aulas. O que nós vamos tratar?

29
00:05:00.750 --> 00:05:06.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos lá para as nossas duas primeiras aulas, que eu vou aqui ministrar para vocês.

30
00:05:07.490 --> 00:05:08.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu,

31
00:05:09.250 --> 00:05:28.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma pergunta que nos cabe sempre é a gente fazer o que, em geral a gente vê, que também é um questionamento. Muitas vezes, como eu disse para vocês, em vários laboratórios, que a gente acaba tendo essa experiência e vivência também através das próprias avaliações

32
00:05:29.520 --> 00:05:39.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da norma setecentos e vinte e cinco. É um questionamento entre materiais, o que a associação de materiais de referência e a própria rastreabilidade metrológica.

33
00:05:39.830 --> 00:05:48.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que isso teria a ver, como digamos assim, uma relação direta desses materiais com a própria responsabilidade meteorológica.

34
00:05:48.740 --> 00:05:57.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Queria trazer um pouquinho aqui para vocês. Agora, esse conceito propriamente dito em relação a

35
00:05:58.030 --> 00:06:07.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a essa rastabilidade meteorológica o que ela significa exatamente no conceito. Para nós podermos entender um pouquinho essa relação.

36
00:06:08.050 --> 00:06:12.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos, como vocês conhecem bem

37
00:06:13.170 --> 00:06:22.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um livro, digamos assim, onde ali nós temos todo o vocabulário internacional em relação à mitologia propriamente dita.

38
00:06:22.630 --> 00:06:35.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então nós temos o nosso. Vim de dois mil e doze, onde o que ela traz como conceito primeiro, antes de falar sobre a instabilidade e a própria metrologia para a gente entender um pouquinho.

39
00:06:35.580 --> 00:06:40.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa metrologia, o que ela tem como definição, segundo o vinho

40
00:06:41.230 --> 00:06:45.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: lá está descrito o seguinte que metrologia

41
00:06:45.390 --> 00:06:49.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é a ciência da medição e suas aplicações.

42
00:06:50.080 --> 00:07:00.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que significa isto propriamente dito? Ou seja, essa medição e suas aplicações, elas envolvem. O quê?

43
00:07:00.250 --> 00:07:03.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que nós tratamos com essa medição?

44
00:07:03.440 --> 00:07:12.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, toda vez que a gente tiver uma medição, essa medição está envolvendo uma série de situações, não situações, mas de,

45
00:07:12.410 --> 00:07:19.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: digamos, considerações que devem ser dadas primeiro. No momento que a gente mexe, já está envolvendo um valor no médico.

46
00:07:19.900 --> 00:07:22.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esse valor numérico,

47
00:07:23.150 --> 00:07:32.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ele é referente a algo que nós estamos medindo, que pode ser, de repente, um analítico, um próprio ensaio, digamos, químico

48
00:07:33.310 --> 00:07:37.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou um parâmetro que nós estamos medindo,

49
00:07:37.330 --> 00:07:46.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou alguma matriz propriamente dita que está sendo envolvida. Então, assim nós temos aqui a matriz. No caso, meio ambiente, nós temos todas as

50
00:07:46.800 --> 00:07:49.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: águas efluentes, enfim, né?

51
00:07:49.780 --> 00:07:59.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Água, digamos, consumo humano. Nós temos água superficial, água subterrânea, então toda essa área ambiental,

52
00:07:59.710 --> 00:08:03.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por exemplo, eu estou pegando apenas um exemplo para vocês,

53
00:08:03.570 --> 00:08:08.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como nós temos, digamos assim, também a matriz de alimentos, que é uma outra matriz,

54
00:08:08.980 --> 00:08:20.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que também são feitos muitos ensaios. Existe toda uma legislação que o próprio mapa nos orienta. Para ser feitos os ensaios. Nós precisamos mentira,

55
00:08:20.520 --> 00:08:24.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: enfim, ensaios e questões que sejam envolvidas.

56
00:08:24.860 --> 00:08:28.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E esse valor numérico e essa matriz.

57
00:08:28.570 --> 00:08:30.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

58
00:08:30.390 --> 00:08:39.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente tem que ela nos dá uma referência de uma unidade de medida. Então nós trazemos, junto com o valor numérico, uma unidade de medida,

59
00:08:40.049 --> 00:08:54.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e essa unidade de medida, ela está associada a uma incerteza. Você sabe bem que todos os valores que nós medimos, acompanhando uma determinada unidade,

60
00:08:55.150 --> 00:09:02.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de preferência com S. E nós temos uma incerteza associada a ela.

61
00:09:02.490 --> 00:09:12.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E essa medição. O que a gente busca com todas essas considerações. É a confiabilidade que nós estamos medindo.

62
00:09:13.010 --> 00:09:20.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para a gente ter uma ideia dessa introdução, essa raciabilidade metrológica, como metrologia,

63
00:09:20.890 --> 00:09:29.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que envolve essas medições todas. Então são essas questões aqui que eu apontei para vocês.

64
00:09:30.680 --> 00:09:41.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, nessa figura, a gente consegue ver que o que nós estamos. Nós temos um sistema de medição

65
00:09:41.460 --> 00:09:50.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que vai medir o que nós queremos. Nosso mensurando nosso mensurando nada mais é do que uma grandeza que a gente quer medir.

66
00:09:51.120 --> 00:09:54.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente utiliza um sistema de medição.

67
00:09:54.440 --> 00:10:03.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esse sistema de medição vai nos dar um valor medido. Foi o que a gente viu, até a amizade anterior, e que esse valor medido

68
00:10:03.510 --> 00:10:09.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ele é comparado a um valor de referência.

69
00:10:10.180 --> 00:10:13.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Depois a gente vai dar um pouco mais da relação dos nossos patrões.

70
00:10:14.150 --> 00:10:28.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E normalmente, existe uma diferença entre aquilo que nós medimos. Um padrão conhecido e o nosso padrão de referência, onde a gente chama o nosso erro de medição.

71
00:10:28.400 --> 00:10:29.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum

72
00:10:29.390 --> 00:10:35.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa diferença é o que está associado com a nossa incerteza de medição.

73
00:10:36.880 --> 00:10:53.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, voltando aqui ao slide anterior, lembra que a gente viu que nós medimos vai dar um valor numérico de uma determinada matriz com uma unidade, e ela apresenta então essa incerteza associada.

74
00:10:53.580 --> 00:10:56.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa incerteza de medição

75
00:10:56.430 --> 00:11:07.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é o que está escrito aqui embaixo de um valor de um material de referência, empregada e um processo de medição contribuirá para a incerteza de medição final.

76
00:11:07.600 --> 00:11:27.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, a gente, lembrando que todas as nossas medições seja de qualquer matriz, de qualquer instrumento que vai ser utilizado, nós temos, sim, que trazer em consideração essa certeza que está associada a essa medição.

77
00:11:29.670 --> 00:11:37.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui a gente está vendo a questão toda de conceito de medição. Vamos dar uma olhadinha. Então, no conceito de rastreabilidade,

78
00:11:37.640 --> 00:11:54.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: segundo o nosso próprio vinho, que nós falamos de dois mil e doze, ela também nos diz aqui um conceito propriamente dito do que seria essa nossa rastabilidade metrolústica.

79
00:11:54.200 --> 00:12:00.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos dar uma olhadinha no que o Vínus diz o seguinte: é a propriedade do resultado de medição

80
00:12:00.440 --> 00:12:05.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pela qual tal resultado pode ser relacionado a uma referência

81
00:12:06.140 --> 00:12:14.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: através de uma cadeia ininterrupta e documentada de calibrações, cada uma contribuindo para a incerteza de missão.

82
00:12:15.290 --> 00:12:18.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos tentar entender esse conceito aqui,

83
00:12:19.070 --> 00:12:20.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

84
00:12:20.640 --> 00:12:24.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: toda vez que a gente vai fazer alguma medida.

85
00:12:24.460 --> 00:12:25.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tchau, tchau, tchau.

86
00:12:25.300 --> 00:12:36.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: No momento em que a gente está utilizando um material em que a gente tenha essa rastabilidade meteorológica.

87
00:12:37.090 --> 00:12:44.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que a gente consegue é através dessa medição, a gente assegurar

88
00:12:44.870 --> 00:12:48.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: algumas considerações que são importantes

89
00:12:48.750 --> 00:12:52.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do resultado final do que aquela missão representa.

90
00:12:53.410 --> 00:13:02.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Através dessa figura aqui embaixo. Vocês podem entender, nós estamos tratando evidentemente, de um sistema internacional. Então unidades de seguir

91
00:13:02.720 --> 00:13:10.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a gente entender como é que funciona essa hierarquia, desses padrões ou dessa medição propriamente dita.

92
00:13:11.790 --> 00:13:20.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então nós temos aqui em forma de pirâmide. Lá no pico, na ponta da pirâmide, nós temos que estar escrito o

93
00:13:20.320 --> 00:13:24.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o bipm, que é o nosso birô internacional de pesos e medidas,

94
00:13:24.710 --> 00:13:30.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que é um biro internacional onde ele tem os padrões internacionais,

95
00:13:31.060 --> 00:13:35.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e ele é a nossa referência de medição em qualquer lugar do

96
00:13:35.930 --> 00:13:40.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no mundo. Por isso, ele é considerado um padrão internacional

97
00:13:40.780 --> 00:13:43.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: abaixo desse padrão internacional.

98
00:13:43.950 --> 00:13:57.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos os padrões nacionais onde nós temos os nossos institutos nacionais de metrologia. Nós temos aqui o nosso inmetro. Então são padrões dos próprios institutos nacionais de metrologia,

99
00:13:58.790 --> 00:14:07.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: seguindo então a hierarquia aqui na nossa medição. Digamos que a gente estaria medindo algum,

100
00:14:07.310 --> 00:14:09.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: algum, digamos assim,

101
00:14:09.820 --> 00:14:17.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: algum equipamento, mesmo fazendo algum ensaio, seja a medição que a gente for fazer.

102
00:14:17.890 --> 00:14:28.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que a gente verifica aqui? Que abaixo desses padrões internacionais, e depois os nossos padrões nacionais,

103
00:14:28.180 --> 00:14:52.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós temos o que a gente, no caso de uma calibração, nós temos os nossos padrões de referência, que os próprios laboratórios de calibração acreditados possuem, então aqui são aquelas empresas que possuem a qualificação e a competência para realizar as calibrações dos equipamentos para.

104
00:14:52.210 --> 00:14:53.620
Giancarlo Ferraz: Casemiro de Abreu

105
00:14:54.100 --> 00:14:55.530
Giancarlo Ferraz: Casemiro de Abreu.

106
00:14:56.850 --> 00:14:57.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Alô.

107
00:14:57.320 --> 00:14:58.990
Giancarlo Ferraz: De Toledo.

108
00:14:58.990 --> 00:15:00.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Está me ouvindo bem,

109
00:15:02.600 --> 00:15:03.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a ver.

110
00:15:04.540 --> 00:15:06.510
Giancarlo Ferraz: Perdão estava aberto. O microfone.

111
00:15:06.510 --> 00:15:09.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, não tem problema. Só queria saber se estava me ouvindo bem,

112
00:15:11.150 --> 00:15:19.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então são aqueles laboratórios que possuem a competência para fazer. Então, seus.

113
00:15:19.950 --> 00:15:26.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: As calibrações dos equipamentos que nós vamos utilizar no laboratório, e ele possui seus padrões de referência

114
00:15:27.100 --> 00:15:56.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ao mesmo. São aqueles padrões que nós utilizamos nos nossos laboratórios de ensaio, que também tem padrões de referência para vários ensaios. A maioria deles, por exemplo, a gente sempre busca padrões conhecidos. Então a gente tem como aquela, tanto para fazer curvas de calibrações, ou seja o que for para fazer alguma coisa. Nós temos referências para a gente poder ter a confiabilidade. Então, daquilo que a gente está fazendo,

115
00:15:56.400 --> 00:16:00.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então os laboratórios também têm padrões de referências nos seus

116
00:16:00.650 --> 00:16:02.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para os seus ensaios.

117
00:16:02.910 --> 00:16:07.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E nós temos também os padrões de trabalho dos laboratórios em geral.

118
00:16:07.790 --> 00:16:09.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui coloquei qualquer outro setor.

119
00:16:10.290 --> 00:16:17.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês estão vendo por essa flecha que existe, o que a gente está escrito, que é escrito disseminação.

120
00:16:18.470 --> 00:16:20.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que se quer

121
00:16:20.330 --> 00:16:33.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esses padrões internacionais, são disseminados às suas informações para os demais outros padrões, onde a gente utiliza como referência o internacional.

122
00:16:33.540 --> 00:16:34.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então,

123
00:16:34.680 --> 00:16:40.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nessa questão aqui da disseminação. A gente

124
00:16:40.290 --> 00:16:51.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: precisa ter a segurança de que eles tenham rastabilidade meteorológica, para que eles possam ser disseminados.

125
00:16:52.010 --> 00:17:12.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa rastreabilidade meteorológica, como vocês veem aqui do outro lado, a flecha no sentido contrário. É justamente porque todos os nossos padrões, sejam eles padrões de trabalho, padrões de referência dos laboratórios de ensaio, padrões de referência dos laboratórios de calibração

126
00:17:12.160 --> 00:17:28.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e mesmo os nossos padrões nacionais, no caso, os padrões fornecidos pelo próprio inmetro. Eles estão referenciados ao nosso padrão ouro, digamos assim que é o padrão internacional.

127
00:17:28.650 --> 00:17:44.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por quê? Como é que nós podemos garantir isso? Através, como diz o próprio conceito aqui, uma cadeia ininterrupta e documentada, onde o que nós temos é a nossa incerteza de medição,

128
00:17:45.130 --> 00:17:50.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque todos esses padrões têm a sua incerteza de medição, inclusive o internacional.

129
00:17:50.890 --> 00:18:02.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Evidentemente que, quanto o sentido, por exemplo dessa disseminação. Até eu coloquei uma festinha aqui. A nossa incerteza de medição também vai aumentando.

130
00:18:04.330 --> 00:18:17.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, quando nós tratarmos com padrões, nós temos que ver o nosso padrão ou de trabalho ou de referência, seja em ensaios ou em calibração que nós utilizamos,

131
00:18:17.760 --> 00:18:18.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

132
00:18:18.610 --> 00:18:41.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós já temos uma incerteza associada a ele. Então nós temos que referenciar que, na nossa responsabilidade, nós também temos uma incerteza, e essa incerteza ela vai sendo, digamos assim, de uma certa forma referenciada, para saber se atende exatamente as nossas necessidades, tanto no nosso ensaio quanto os laboratórios para ensaio de calibreção.

133
00:18:41.950 --> 00:19:06.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a ideia aqui de trazer um slide anterior, aquele conceito que eu falei para vocês sobre medição propriamente dito qual é a ciência da medição, que é a metrologia, com a rastabilidade metrológica, para que a gente possa, através dessa introdução, trazer a questão de o que essa rastabilidade meteorológica impacta

134
00:19:06.890 --> 00:19:13.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no Mrc nos materiais de referência que nós vamos tratar por hoje.

135
00:19:13.610 --> 00:19:31.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se a gente pensar nesse conceito de cadeia ininterrupta. E cada uma dessas etapas contribui para uma incerteza de missão. Então a gente pode pensar qual é a importância, então,

136
00:19:31.390 --> 00:19:37.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dessa responsabilidade meteorológica? O que a gente está buscando aqui propriamente dito?

137
00:19:38.310 --> 00:19:47.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu deixei aqui escrito o seguinte: que para os resultados analíticos no caso de ensaios laboratórios de ensaios,

138
00:19:47.700 --> 00:19:55.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para que eles sejam confiáveis e aceitos de forma internacional, seja em todo mundo

139
00:19:55.470 --> 00:20:07.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a relação, da precisão e da exatidão do que nós estamos medindo, seja ensaios químicos, biológicos ou físicos, sejam eles quais forem,

140
00:20:08.010 --> 00:20:24.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ela é assegurada. Esses resultados são assegurados e devem ser evidenciadas por sua rastabilidade ao padrão de medida ou padrões de referência certificados e internacionalmente reconhecidos.

141
00:20:24.910 --> 00:20:34.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então se nós utilizamos padrões nos nossos ensaios, na realização dos nossos ensaios, nós temos uma referência

142
00:20:35.370 --> 00:21:01.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que eles tendo a sua rastabilidade, nos dão essa confiança de que os resultados que nós estamos gerando, eles são a precisão e a exatidão adequada, e nos assegura que nós temos. Estamos então com resultados, apresentando confiabilidade e comparáabilidade e universalidade dos resultados.

143
00:21:01.870 --> 00:21:06.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É isso que nós queremos. Nossos resultados. Nós fazíamos os nossos

144
00:21:07.010 --> 00:21:18.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ensaios, e o que nós precisamos garantir é que esses resultados, eles sejam confiáveis. No momento em que o laboratório emite seu relatório de ensaio

145
00:21:18.550 --> 00:21:43.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por determinada técnica, apresentando ali seu Lq, apresentando o seu limite de quantificação, o seu resultado: qualidade no sistema Si, que nós podemos garantir que eles são confiáveis. Esse sim é o grande ganho sobre a gente trabalhar com rastreabilidade meteorológica. Os nossos padrões,

146
00:21:43.130 --> 00:21:49.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sejam eles para empresas de calibressão, seja para laboratórios de ensaio,

147
00:21:50.890 --> 00:21:51.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: certo?

148
00:21:52.560 --> 00:21:53.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

149
00:21:54.390 --> 00:22:00.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por favor, fiquem bem à vontade, vocês interromperem. Se tiverem alguma. Dúvida

150
00:22:00.560 --> 00:22:04.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: podem aqui ou alguma pergunta,

151
00:22:04.550 --> 00:22:09.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por favor, uma contribuição. Fiquem à vontade de interromper. Certo,

152
00:22:11.490 --> 00:22:17.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bom, vamos ver aqui também uma questão em relação às nossas

153
00:22:17.440 --> 00:22:18.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: normas, né?

154
00:22:18.930 --> 00:22:22.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente sabe que a norma mil setecentos e vinte e cinco,

155
00:22:23.020 --> 00:22:38.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é utilizada com os requisitos básicos para laboratórios de calibração e de ensaio, assim como a mil quinhentos e oitenta e nove, que essa norma é utilizada para laboratórios de análises clínicas

156
00:22:38.810 --> 00:22:44.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que cada vez está se usando mais. Está sendo mais necessário

157
00:22:44.990 --> 00:22:48.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a implantação dessas normas nos laboratórios,

158
00:22:48.970 --> 00:23:00.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não só por questões de busca da própria qualidade como exigências de mercado. Então nós temos algumas,

159
00:23:00.900 --> 00:23:15.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: algumas questões que elas são compulsórias e mesmo para a comercialização, seja para exportação ou mesmo algumas necessidades. Os órgãos reguladores também nacionais

160
00:23:16.600 --> 00:23:44.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: estão exigindo principalmente a mil setecentos e vinte e cinco a mil quinhentos e oitenta e nove ainda não é uma norma compulsória. Infelizmente, eu digo, porque eu acho que ela seria muito útil para os laboratórios de analistas clínicas que nós temos em todo o nosso país, para a gente também implantar todo um sistema de gestão da qualidade dentro desses laboratórios.

161
00:23:44.490 --> 00:24:00.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas o que a gente tem visto que mesmo a mil quinhentos e oitenta e nove, apesar de ter uma procura bem menor do que a mil setecentos e vinte e cinco. Mas existe um uso crescente cada vez dessas duas normas.

162
00:24:00.740 --> 00:24:11.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o que acontece com essa busca pelos laboratórios. Então isso vai levando a uma maior demanda de informações.

163
00:24:11.760 --> 00:24:30.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente está necessitando cada vez entender ter mais clareza nas informações que o laboratório que os próprios requisitos da norma exigem, e também através disso, a própria rastabilidade meteorológica que nós acabamos de falar,

164
00:24:30.350 --> 00:24:41.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então essas duas normas trazem esses requisitos. Inclusive elas possuem

165
00:24:41.740 --> 00:24:53.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: itens que nós vamos ver mais adiante, basicamente, sobre essa habilidade meteorológica. Para a gente ver essa relação com o conteúdo de nossa disciplina.

166
00:24:53.610 --> 00:24:58.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essas normas, principalmente a G sete vinte e cinco,

167
00:24:59.640 --> 00:25:00.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é

168
00:25:01.250 --> 00:25:10.419
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: busca cada vez mais informações claras e de declaração para essa responsabilidade em todas as medições que são feitas.

169
00:25:11.140 --> 00:25:29.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, é muito importante a gente entender os requisitos dessas normas e também associar com o uso da rastabilidade meteorológica em nossos padrões, em nossas calibrações, os equipamentos dentro dos laboratórios

170
00:25:30.190 --> 00:25:31.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí.

171
00:25:32.900 --> 00:25:34.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

172
00:25:34.920 --> 00:25:37.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa, digamos assim, essa

173
00:25:37.410 --> 00:25:45.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a disponibilidade que exista no mercado, e a própria seleção que a gente possa fazer, desses materiais de referência.

174
00:25:45.920 --> 00:25:51.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Às vezes ainda é uma questão bastante discutida nos laboratórios.

175
00:25:51.700 --> 00:26:08.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, nós na verdade, precisamos essa demanda, digamos assim, por materiais de referência, elas cedem ofertas em termos de variedade de matrizes e disponibilidade, principalmente em algumas áreas

176
00:26:08.850 --> 00:26:31.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: onde, por exemplo, quem trabalha com matriz de alimentos e bebidas. Essa parte de alimentos é muito particular. Onde nós temos uma infinidade de alimentos, e é difícil encontrar materiais de referência em que sejam exatamente para determinada matriz.

177
00:26:32.510 --> 00:26:41.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, hoje, essa disponibilidade no mercado está excedendo a oferta.

178
00:26:41.580 --> 00:27:04.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então nós precisamos também saber, daí outras situações. Em que tipo de, digamos assim, de associação, o mais próximo possível, de determinada matriz para a gente utilizar aquele material de referência. Por isso, essa seleção dos materiais de referência, elas são o conhecimento

179
00:27:04.720 --> 00:27:11.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do que está sendo trabalhado. E a matriz que está sendo trabalhada é muito importante para se poder fazer uma seleção adequada,

180
00:27:13.110 --> 00:27:33.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como eu coloquei aqui embaixo no segundo parágrafo, eu coloquei aqui. É raro ter uma escolha de materiais de referência alternativos e o usuário deve escolher o material mais adequado e disponível. Por isso que eu falei do conhecimento do que está sendo utilizado

181
00:27:33.890 --> 00:27:44.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como matriz e o que existe no mercado disponível, então, tentar utilizar o material mais adequado possível que tenha disponível no mercado,

182
00:27:44.720 --> 00:27:45.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: né?

183
00:27:46.170 --> 00:27:55.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos. No entanto, eu coloquei aqui várias organizações que produzem muitos materiais de referência no mundo inteiro.

184
00:27:55.630 --> 00:28:03.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu coloquei aqui como uma instituição muito conhecida e renomada, que é a própria Anist,

185
00:28:04.040 --> 00:28:07.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é um instituto

186
00:28:08.470 --> 00:28:25.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dentro do Departamento de Comércio Americano, onde ela trabalha, justamente com essa produção de materiais de referência. Então o Instituto justamente procura toda a parte de,

187
00:28:26.370 --> 00:28:39.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: digamos assim, como diz isso de standard e de tecnologia. Então ela está buscando sempre a rastabilidade meteorológica e a produção de materiais de referência.

188
00:28:39.690 --> 00:28:43.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Coloquei aqui embaixo

189
00:28:43.840 --> 00:28:56.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o site do link. Na verdade, onde vocês podem procurar se, caso tenham interesse, uma série de informações sobre esses materiais de referência.

190
00:28:56.340 --> 00:29:02.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esse é um instituto renomado internacionalmente.

191
00:29:03.240 --> 00:29:17.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós precisamos. Podem ter uma busca por outros institutos também. Mas esse possui. Olha, não sei se eu estou bem enganada, mas acho que tem mais de doze mil materiais de referência

192
00:29:17.130 --> 00:29:40.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: cadastrados nesse Instituto, onde ali a gente pode fazer essa busca do que é necessário e o que tem no mercado, então, essa disponibilidade, como isso, apesar de serem, às vezes um desafio para alguns tipos de matrizes. Ela realmente nos dá esse enfoque de.

193
00:29:41.700 --> 00:29:51.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De a gente ter a segurança dos nossos resultados. A confiabilidade que nós estamos liberando em função de a gente utilizar esses padrões de referência.

194
00:29:51.640 --> 00:29:52.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

195
00:29:55.280 --> 00:30:18.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos dar uma olhadinha. Como é que os laboratórios aqui no caso, mais os laboratórios de ensaio. Vou tratar com vocês. Eles podem e devem, na verdade, atender a restabilidade meteorológica. A gente às vezes fica em dúvida. Como é que ele pode atender? Lembra que eu trouxe para vocês a isoto mil setecentos e vinte e cinco,

196
00:30:18.310 --> 00:30:26.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: onde ela própria nos ajuda muito nessa questão de como é que a gente pode atender essa restabilidade meteorológica.

197
00:30:26.620 --> 00:30:48.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o Hugo? Como é que ela vai atender. Como é que a gente vai poder atender essa restabilidade utilizando o requisito da dezassete? Porque ela própria e tem um requisito que é o nosso requisito seis.cinco, onde ela fala justamente sobre essa restabilidade meteorológica.

198
00:30:49.080 --> 00:30:57.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos dar uma olhadinha. O que ela nos diz sobre esses requisitos?

199
00:30:58.630 --> 00:31:10.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos dentro do requisito seis.cinco. Nós temos dois. O que a gente chama de subrequisitos, que é o seiscentos e cinquenta e um seiscentos e cinquenta e dois.

200
00:31:10.590 --> 00:31:24.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos dar uma olhada aqui. O que a própria normas nos orienta e nos dá essa, digamos assim, essa condição do que a gente tem, a forma como a gente deve atender essa responsabilidade meteorológica.

201
00:31:24.660 --> 00:31:41.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, lá no requisito seiscentos e cinquenta e um. Ela diz o seguinte: Nos dá orientação aqui. Você sabe muito bem que toda vez que a Norma nos usa o verbo dever. Nós não temos alternativa. A gente tem que fazer. Tem que atender esse requisito.

202
00:31:41.270 --> 00:31:42.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

203
00:31:42.210 --> 00:31:53.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então ela diz: aqui. Não sei se o laboratório deve estabelecer e manter a rastabilidade metrológica dos seus resultados de medição

204
00:31:54.490 --> 00:31:58.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui, justamente o que eu apresentei para vocês

205
00:31:59.490 --> 00:32:06.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: naquela pirâmide onde eu falei sobre a hierarquia do sistema internacional,

206
00:32:06.760 --> 00:32:21.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque ali nos dá justamente esse entendimento sobre essa hierarquia dos níveis, digamos assim, de padrões internacionais. Até o nosso padrão de trabalho,

207
00:32:21.950 --> 00:32:42.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por meio, como segue até a própria norma. Agora, usando o que nós falamos anteriormente por meio de uma cadeia ininterrupta e documentada de calibrações, cada uma contribuindo para a incerteza de medição, relacionando as uma referência apropriada,

208
00:32:43.470 --> 00:32:46.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que esse requisito nos diz

209
00:32:46.870 --> 00:32:56.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o seiscentos e cinquenta e um é justamente o que nós vimos falando nos slides anteriores a respeito do próprio conceito dessa responsabilidade meteorológica.

210
00:32:57.180 --> 00:32:58.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tchau, tchau.

211
00:32:58.410 --> 00:33:18.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Onde, aqui nós utilizamos um padrão onde nos garante justamente essa condição de a gente conhecer essa, digamos assim, essa rastrabilidade, essa cadeia que nos leva ao padrão internacional.

212
00:33:19.180 --> 00:33:37.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E conhecendo as incertezas de medições em que cada padrão. Ela contém, então essa contribuição da incerteza de medição. Ela é muito importante para que a gente possa utilizar e avaliar os nossos resultados de medição.

213
00:33:37.720 --> 00:34:00.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, como vocês veem no requisito seiscentos e cinquenta e um, a própria norma faz referência a essa responsabilidade meteorológica, que é o que eu digo, que é o próprio item da norma. Então é que ela mais fala quase como uma definição, trazendo um pouquinho o conceito de nutrição e dizendo que o laboratório deve estabelecer essa responsabilidade meteorológica.

214
00:34:00.830 --> 00:34:04.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esse olhar é muito importante para atender esse requisito

215
00:34:05.670 --> 00:34:15.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós temos depois, no requisito seiscentos e cinquenta e dois. Ela diz o seguinte: o laboratório deve assegurar,

216
00:34:15.750 --> 00:34:16.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

217
00:34:16.670 --> 00:34:19.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que os resultados então deve de novo, né?

218
00:34:20.020 --> 00:34:27.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Que os resultados de medição são rastreáveis ao sistema internacional de unidades.

219
00:34:27.630 --> 00:34:38.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês lembram que a gente viu o sistema internacional e a sua hierarquia naquele slide anterior que eu mostrei para vocês. Eu vou passar rapidamente aqui só para a gente.

220
00:34:38.960 --> 00:34:41.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para a gente voltar aqui.

221
00:34:41.130 --> 00:35:10.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A hierarquia dos padrões. Eles estão ligados ao sistema internacional e à sua hierarquia. Então, o que eu estou comentando aqui com vocês. É justamente que o laboratório tem que assegurar que os resultados de medição que vão ser liberados, digamos assim, por meio de relatório de ensaio. Eles tenham suas medições rastreáveis ao si.

222
00:35:11.140 --> 00:35:40.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí a gente pergunta: bom, mas como é que a gente faz se arrastrear o si por meio de aí, esse requisito seiscentos e cinquenta e dois. Ele nos dá três condições aqui. Tá lembrando que essa rastabilidade meteorológica. Ela é utilizada tanto para calibrações de equipamentos quanto para os próprios padrões de referência e materiais de referência identificados que nós temos hoje aqui é o assunto da nossa aula.

223
00:35:41.400 --> 00:36:10.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas a gente não vai poder deixar quando fala a calibração de fora. Quando a gente fala em restabilidade meteorológica, porque até a própria Nona nos traz sempre isso como referência também. Então, essa rastabilidade, esse sub requisito. Ele não disse que a gente tem que assegurar que sejam as medições, elas estejam o sistema internacional, o nosso si, por meio de. Vamos lá ver o que ele diz. Letra a

224
00:36:10.720 --> 00:36:14.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: calibração provida por um laboratório competente.

225
00:36:15.110 --> 00:36:25.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, o que vai ser esse laboratório competente? Esse laboratório são aqueles em que eles são acreditados

226
00:36:25.840 --> 00:36:27.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pela Cgec.

227
00:36:27.770 --> 00:36:31.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Naizo dezassete vinte e cinco.

228
00:36:31.950 --> 00:36:38.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esses laboratórios possuem os seus padrões

229
00:36:38.540 --> 00:36:59.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: utilizados para fazer as calibrações dos equipamentos e através do selo de acreditação, nós, como consumidores, podemos ficar bem tranquilos que eles possuem a rastreabilidade metrológica ao sistema Si.

230
00:37:00.360 --> 00:37:13.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então os padrões utilizados internamente pelo laboratório de calibração pela empresa competente. Para fazer essa calibração. Eles são rastreáveis até o padrão internacional.

231
00:37:14.410 --> 00:37:15.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá bom,

232
00:37:15.740 --> 00:37:25.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é isso que esse requisito aqui está dizendo, primeiro, que para a gente ter os nossos resultados de medição, rastrear o Sli.

233
00:37:25.660 --> 00:37:39.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se nós vamos calibrar os nossos equipamentos, eles têm que ser calibrados. Então, para um laboratório competente, ou seja, que seja o seu escopo seja creditado na Is7

234
00:37:41.280 --> 00:37:45.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos ver o que mais é que esse sub requisitos nos diz?

235
00:37:46.380 --> 00:37:47.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele diz o seguinte:

236
00:37:48.080 --> 00:37:56.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Valores certificados de materiais de referência, certificados providos por um produtor competente

237
00:37:58.570 --> 00:38:01.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui, um pouquinho diferente do calibressão, né?

238
00:38:02.090 --> 00:38:05.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui ela está dizendo o seguinte:

239
00:38:05.450 --> 00:38:20.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que nossa. Existe uma norma que é a Norma Iso dezassete trinta e quatro. É uma norma onde ela nos dá as diretrizes

240
00:38:20.570 --> 00:38:22.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a

241
00:38:22.570 --> 00:38:36.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não para nós, mas sim para o produtor do próprio material de referência. Ela nos dá toda orientação de como o produtor deve assegurar os requisitos dessa norma

242
00:38:36.620 --> 00:38:39.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para produzir os seus materiais de referência.

243
00:38:39.790 --> 00:38:40.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então,

244
00:38:41.450 --> 00:38:44.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se aqui no item A,

245
00:38:44.900 --> 00:38:48.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o equipamento tem que ser calibrado por um

246
00:38:48.590 --> 00:38:54.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: laboratório competente, ou seja, como acreditado na Isa mil setecentos e vinte e cinco.

247
00:38:55.060 --> 00:39:12.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aqui, os materiais de referência certificados que nós utilizamos no laboratório para os nossos ensaios. Nós temos que assegurar que o produtor seja competente. Só que daí a competência dele é na Iso dezassete trinta e quatro.

248
00:39:13.120 --> 00:39:23.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele tem que ser acreditado. Se for um produtor nacional, nós vamos ver. Durante esses quatro dias o nosso,

249
00:39:23.510 --> 00:39:34.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nossas aulas, essas quatro aulas que nós temos dessa disciplina, que nós vamos ver outros produtores de materiais de referência também internacionais.

250
00:39:35.380 --> 00:39:40.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas aqui. Falando de produtor competente, ele tem que ser acreditado. Então,

251
00:39:40.630 --> 00:39:42.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pela com selo da Cgec

252
00:39:43.230 --> 00:39:46.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na Norma mil setecentos e trinta e quatro,

253
00:39:46.520 --> 00:39:47.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá? E

254
00:39:47.470 --> 00:39:48.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então

255
00:39:48.810 --> 00:40:02.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para o laboratório assegurar que os resultados de medição sejam rastreáveis ao sistema Si. Nós já temos a condição a que é, seus equipamentos têm que ser calibrados por um laboratório

256
00:40:02.450 --> 00:40:06.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: competente, ou seja, creditado na mil setecentos e vinte e cinco,

257
00:40:06.960 --> 00:40:10.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e todos os padrões que nós utilizamos

258
00:40:10.170 --> 00:40:24.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos nossos ensaios. Eles têm que ser produzidos, providos de um produtor competente, ou seja, creditado na norma mil setecentos e trinta e quatro.

259
00:40:24.450 --> 00:40:25.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

260
00:40:25.680 --> 00:40:29.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que mais que tem na letra C? O que é a

261
00:40:29.390 --> 00:40:31.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse sub requisito nos diz

262
00:40:31.940 --> 00:40:47.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que o laboratório tem que assegurar que todos os seus resultados de medição eles sejam rastreáveis por meio da realização direta das unidades do próprio Psi,

263
00:40:48.000 --> 00:40:54.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que seja assegurada por comparação direta ou indiretamente, com padrões nacionais ou internacionais.

264
00:40:55.150 --> 00:40:56.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigado.

265
00:40:56.590 --> 00:41:06.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então nós estamos vendo aqui a condição que a própria dezassete Saf nos dá sobre essa habilidade meteorológica,

266
00:41:06.860 --> 00:41:12.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e esse conceito é muito importante para nós podermos entender

267
00:41:13.270 --> 00:41:23.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa questão toda da medição e da rastreabilidade dos resultados que nós emitimos por meio de relatório.

268
00:41:24.270 --> 00:41:34.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, como vocês veem, existe um requisito próprio sobre a rentabilidade meteorológica na mil setecentos e vinte e cinco.

269
00:41:34.610 --> 00:41:53.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas, além desse requisito, nós temos nessa revisão de dois mil e dezassete, já está quase no momento, já de provavelmente vai ser feita uma nova revisão. Agora, nos próximos tempos. Já está se pensando nessa revisão da dois mil e dezassete.

270
00:41:54.070 --> 00:42:00.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas hoje é atual. É a que está vigente. Quando foi feita essa revisão?

271
00:42:00.750 --> 00:42:04.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Foi colocado no final da norma um anexo

272
00:42:04.880 --> 00:42:09.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que antes, na revisão anterior, que era a revisão de dois mil e cinco

273
00:42:09.830 --> 00:42:17.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não existir. Então nós temos um anexo. Eu queria apresentar para vocês aqui, que é o anexo a

274
00:42:18.050 --> 00:42:22.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é específico sobre raciabilidade meteorológica.

275
00:42:23.020 --> 00:42:36.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para a gente entender a importância, justamente da rastreabilidade, a ponto que nós temos um anexo dentro da própria norma. Ou seja, não foi suficiente um requisito

276
00:42:37.080 --> 00:42:39.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: falar sobre o requisito seis.cinco,

277
00:42:39.900 --> 00:42:50.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas Sim, um anexo onde há um informativo para nos dar mais condições de entendimento do que a Norma quer.

278
00:42:50.780 --> 00:42:58.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu queria mostrar para vocês aqui mais o que foi sinalizado em.

279
00:42:59.080 --> 00:43:05.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Em amarelo para a gente poder entender um pouquinho o que é exigido.

280
00:43:05.350 --> 00:43:27.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Só vou falar rápido aqui sobre o que fala as generalidades, onde diz o seguinte ao objetivo desse anexo, então diz o seguinte: Esse anexo fornece informações adicionais sobre uma estabilidade metrológica, que é um conceito importante para assegurar a comparabilidade dos resultados de medição, tanto em âmbito nacional quanto internacional.

281
00:43:28.240 --> 00:43:29.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É isso.

282
00:43:29.270 --> 00:43:40.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vocês estão vendo cada vez que a gente vai avançando aqui nos slides, de entender essa importância dessa raciabilidade,

283
00:43:40.370 --> 00:43:48.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque nós precisamos ter confiança naquilo que nós emitimos no nosso relatório

284
00:43:49.300 --> 00:44:01.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou de calibração e através dessa razoabilidade que justamente a gente acontece, garantir isso tanto a âmbito nacional quanto internacional.

285
00:44:02.710 --> 00:44:14.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos ver assim aqui como é que se estabelece propriamente disso? Essa rastreabilidade em algumas considerações que eu coloquei aqui em Amarelo para vocês.

286
00:44:14.940 --> 00:44:16.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu

287
00:44:16.540 --> 00:44:20.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: diz o seguinte na letra A, a especificação do mensurant

288
00:44:21.320 --> 00:44:27.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então a gente fica pensando: Bom, o que seria esse mensurando

289
00:44:28.010 --> 00:44:32.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse mensurando nada mais é do que aquilo que nós queremos medir.

290
00:44:32.400 --> 00:44:39.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que nós queremos medir? Qual é a grandeza que nós queremos medir. Então nós temos que ser muito claros.

291
00:44:40.210 --> 00:44:42.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, se é uma

292
00:44:42.930 --> 00:44:44.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: medição do um,

293
00:44:44.590 --> 00:44:46.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: digamos, numa

294
00:44:46.950 --> 00:45:01.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma norma de referência que nós estamos utilizando para determinado ensaio. A gente tem que levar em consideração a medição que está sendo que é aquela Norma foi escrita,

295
00:45:01.290 --> 00:45:03.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vai conhecer um pouquinho. Então essa questão

296
00:45:04.100 --> 00:45:26.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na letra B, ela volta a dizer aquilo que nós já vimos no slide anterior. Ela diz o seguinte: lá na Nexfar, uma cadeia ininterrupta e documentada de calibrações com origem e referências declaradas e apropriadas referências apropriadas, incluem padrões nacionais ou internacionais e padrões intrínsecos.

297
00:45:26.320 --> 00:45:32.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui está, falando sobre aquela cadeia ininterrupta e documentada de calibrações,

298
00:45:33.130 --> 00:45:49.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: lembrando aqui sempre aquela pirâmide que eu mostrei para vocês, né? Então, sobre a gente vê uma flechinha onde ocorre a disseminação, até o padrão de trabalho. Mas do outro lado, a gente vê a rastreabilidade a um padrão internacional.

299
00:45:49.790 --> 00:45:50.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Amém

300
00:45:51.050 --> 00:45:54.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na letra C, ela diz incerteza de medição

301
00:45:55.040 --> 00:46:22.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para cada etapa da cadeia de responsabilidade. A incerteza de medição é avaliada de acordo com métodos acordados. Então a gente vê assim o que é essa incerteza de medição. O que nós estamos propriamente dito aqui, acompanhando e acompanhando o sentido que nós estamos medindo propriamente dito. Então, se a gente levar em consideração

302
00:46:22.840 --> 00:46:40.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que nós estamos medindo e o que está impactando cada nosso padrão com a nossa incerteza, que cada vez que a gente vai baixando mais a nossa hierarquia. Essa incerteza também tende a aumentar.

303
00:46:40.330 --> 00:46:46.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qual é a referência da nossa incerteza para o material de referência certificado, nosso padrão internacional,

304
00:46:46.550 --> 00:46:47.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

305
00:46:48.310 --> 00:46:57.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou nacional, né? Muitas vezes nacional. Também hoje já estamos produzindo materiais, Tv, certificados também nacionalmente. Já faz algum tempinho

306
00:46:58.360 --> 00:47:21.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na letra D. Cada etapa da cadeia é realizada de acordo com métodos apropriados e os resultados de medição e incertezas de associados são registrados. Lógico, se nós temos a nossa rastabilidade como uma cadeia ininterrupta de informações, nós, temos que colocar todos os resultados de medição e as suas incertezas sociais

307
00:47:23.650 --> 00:47:32.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e na letra, e os laboratórios que realizam uma ou mais etapas da cadeia de razoabilidade fornecem evidências de sua competência técnica.

308
00:47:32.860 --> 00:47:33.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tchau.

309
00:47:34.020 --> 00:47:35.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

310
00:47:36.320 --> 00:47:37.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós temos que

311
00:47:38.170 --> 00:47:42.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pensar aqui que o laboratório tem competência,

312
00:47:42.520 --> 00:47:59.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou seja, para poder fazer aquele eterno ensaio ou para fazer uma calibração de um equipamento. Seja o que for. Então, aqui, nesse anexo a no item a dois. Ela estabelece a rastabilidade meteorológica.

313
00:48:00.180 --> 00:48:13.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas como é que a gente vai demonstrar essa rastreabilidade? Então esse próprio anexo, ele ainda tem mais um item que é a demonstração da rastabilidade meteorológica.

314
00:48:13.460 --> 00:48:16.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui nós temos o a três.

315
00:48:16.210 --> 00:48:22.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu deixei aqui em amarelinho, marcado o seguinte:

316
00:48:22.870 --> 00:48:38.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que valores, certificados de materiais de referência e certificados provenientes de produtores de materiais de referência que estejam em conformidade com a Iso mil setecentos e trinta e quatro, como nós vimos anteriormente, que tem que ser

317
00:48:38.220 --> 00:48:47.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: produtores competentes, ou seja, creditados nessa norma, fornecem a estabilidade meteorológica,

318
00:48:47.800 --> 00:48:50.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então essa é a forma como a gente vai demonstrar

319
00:48:51.190 --> 00:49:00.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que os materiais que nós estamos utilizando. Nós temos a garantia que eles estão em conformidade com esta nota.

320
00:49:00.620 --> 00:49:13.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então os laboratórios, eles são responsáveis por essa responsabilidade meteorológica no momento em que ele precisa atender a Isa mil setecentos e vinte e cinco.

321
00:49:14.630 --> 00:49:30.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui, essa condição é justamente nesse anexo que a gente precisa. Desculpe, que a gente precisa ter a segurança de que todos os materiais de referência que nós utilizamos ou compramos.

322
00:49:30.730 --> 00:49:38.889
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele sim, possuem essa informação da acreditação na mil setecentos e trinta e quatro.

323
00:49:40.300 --> 00:49:41.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tchau, tchau.

324
00:49:41.950 --> 00:50:04.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês lembram que eu comentei com vocês que a responsabilidade meteorológica está vinculada. Então, a esta norma, como nós estamos vendo. Mas também há uma procura nos laboratórios de análises clínicas, a uma norma que é mil quinhentos e oitenta e nove, onde ela também fala sobre essa responsabilidade meteorológica.

325
00:50:04.770 --> 00:50:06.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É a

326
00:50:06.530 --> 00:50:25.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na mil setecentos e vinte e quatro. Nós vimos que é o item seis.cinco casualmente. É bastante similar aqui a dezassete. Ah, desculpe. A mil quinhentos e oitenta e nove, mas eu queria apresentar para vocês o que diz um requisito seiscentos e cinquenta e três. Então, que é da Nora? Tá aqui à direita. Nós temos uma foto

327
00:50:26.510 --> 00:50:38.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: onde diz justamente que ela é voltada para laboratório clínico. Então são os requisitos de qualidade e competência dos laboratórios.

328
00:50:38.700 --> 00:50:44.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E nós temos também, então nesse requisito, o subrequisito da

329
00:50:44.590 --> 00:50:52.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: desta quinhentos e oitenta e nove. Ela fala o seguinte: rastreabilidade metrológica dos resultados de medição.

330
00:50:52.750 --> 00:51:02.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Dá uma olhadinha o que diz também nessa norma diz o seguinte: o laboratório deve novamente aqui, né? Então não tem alternativa

331
00:51:03.270 --> 00:51:19.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: estabelecer e manter a razabilidade meteorológica dos seus resultados de medição por meio de uma cadeia interrupta e documentada de calibrações. Cada uma contribuindo para incerteza, especificar uma referência apropriada. Vocês veem que é o mesmo conceito

332
00:51:19.400 --> 00:51:21.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que nós lemos

333
00:51:21.220 --> 00:51:23.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na mil setecentos e vinte e cinco.

334
00:51:24.030 --> 00:51:26.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então

335
00:51:26.570 --> 00:51:45.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é interessante a gente se dar conta que esse conceito é geral sobre raciabilidade meteorológica. Ele não é particular só de uma norma. Aqui, nós estamos vendo que na mil quinhentos e oitenta e nove. Ela apresenta o mesmo conceito,

336
00:51:45.740 --> 00:51:46.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá?

337
00:51:46.980 --> 00:51:48.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ela tem uma nota

338
00:51:48.950 --> 00:51:52.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de observação. Vamos ver o que diz essa nota.

339
00:51:52.320 --> 00:52:02.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Diz o seguinte: que a documentação de rastabilidade e calibração em relação a um material de referência de ordem mais alta,

340
00:52:02.530 --> 00:52:09.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o procedimento de referência pode ser fornecida por um fabricante do sistema utilizado no exame

341
00:52:09.870 --> 00:52:18.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui, em vez de ensaio, como a gente está acostumado a dezassete,vinte e cinco. No caso de análises clínicas, são exames,

342
00:52:18.590 --> 00:52:29.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a referida documentação é aceitável, desde que o fabricante do sistema utilizado no exame e os procedimentos de calibressão sejam utilizados sem

343
00:52:31.910 --> 00:52:37.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que nós precisamos aqui. De uma certa forma, a gente entender um pouquinho.

344
00:52:38.450 --> 00:52:39.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

345
00:52:41.010 --> 00:52:57.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que está querendo dizer aqui nada mais é do que nós temos que utilizar seja exames feitos por meio de kits, por exemplo, que esse material de referência

346
00:52:57.940 --> 00:53:17.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fornecido pelo fabricante. Ele tem que manter as mesmas considerações da letra a que nós vimos dessa cadeia interrupta e documentada, porque nós precisamos ter a rastreabilidade meteorológica do que está sendo utilizado nesse kit. Por exemplo, no caso dos kits.

347
00:53:18.660 --> 00:53:21.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, se a gente

348
00:53:21.380 --> 00:53:26.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pensar dessa forma. De acordo com a figura que está aqui ao lado,

349
00:53:26.570 --> 00:53:43.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a nossa rastabilidade metrológica, que basicamente aqui nós estamos partindo primeiro de um Instituto Nacional de Metrologia. Lógico que existe ainda internacional. Mas aqui a gente deixou como um pico diferente daquele outro slide que eu mostrei para vocês o sistema é assim.

350
00:53:44.440 --> 00:53:55.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos os produtores de materiais de referência. Nós temos os produtores de conjunto de diagnóstico no caso do kit, como eu dei o exemplo para vocês e os laboratórios clínicos.

351
00:53:56.170 --> 00:54:04.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês veem que o sentido vertical para cima é justamente,

352
00:54:05.790 --> 00:54:24.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: das categorias da hierarquia dessa documentação e que os laboratórios clínicos têm que seguir a orientação dos produtores de diagnóstico no caso dos kits. E estes os padrões que são utilizados aqui ao padrão de material de referência. E esse é o Instituto

353
00:54:24.980 --> 00:54:26.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nacional de Metrologia.

354
00:54:26.960 --> 00:54:30.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, de acordo com essa.

355
00:54:31.370 --> 00:54:40.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Essa figura que foi retirada aqui do trabalho da pessoa, justamente ela. Eu achei assim, bastante interessante nesse sentido,

356
00:54:40.190 --> 00:55:03.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque ela nos dá justamente essa condição dos kits, que muitas vezes a gente fica pensando: o padrão que vem é o Kit. Ele precisa ser rastreado, não? Sim, ele precisa seguir a mesma linha de documentação de uma cadeia interrupta das informações que mantém. Então, na própria bula desse kit.

357
00:55:03.780 --> 00:55:04.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

358
00:55:05.700 --> 00:55:16.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos ainda continuar um pouquinho na mil quinhentos e oitenta e nove, para ver o que mais na letra. Falei a letra A, mas na letra B. O que ele nos diz

359
00:55:16.390 --> 00:55:33.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então está escrito lá na norma. O laboratório deve assegurar então, novamente, o deve que os resultados de medição sejam rastreáveis à maior ordem possível de rastreabilidade e o mais próximo possível do sistema internacional,

360
00:55:33.540 --> 00:55:42.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: lembrando sempre a busca ao sistema si, ou o mais próximo possível ao sistema Si por meio de.

361
00:55:42.710 --> 00:56:10.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Olha só. Repete. É a mesma coisa do que a gente viu na um7 mil calibração provida por um laboratório competente. Ou seja, como diz aqui na nota na nota um, os laboratórios de calibração que atendem aos requisitos da Iso Yek mil setecentos e vinte e cinco são considerados competentes para a recessão de calibrações. Então são todos aqueles laboratórios acreditados com seu escopo creditado?

362
00:56:10.870 --> 00:56:12.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É

363
00:56:12.880 --> 00:56:27.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para determinadas áreas, né? Então a gente tem que ficar muito atento. Em que áreas que esse laboratório de calibração é calibrado para a gente poder enviar o nosso equipamento ou solicitar uma calibração. Às vezes é in loco.

364
00:56:27.980 --> 00:56:44.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Para a gente entender que essa calibração está sendo feita de acordo com o que a própria norma nos exige. Que esse laboratório. Sim, seja creditado nessa norma mil setecentos e setenta e cinco.

365
00:56:46.070 --> 00:56:47.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, tchau. Tchau.

366
00:56:47.520 --> 00:56:58.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A própria Quinz cento e oitenta e nove está nos trazendo a referência mil setecentos e vinte e cinco, porque, em casos de equipamentos, calibrações de equipamentos, os próprios serviços de laboratório clínico necessitam.

367
00:56:59.150 --> 00:57:05.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esses equipamentos que são utilizados. Eles precisam ser calibrados por esse laboratório competente.

368
00:57:06.130 --> 00:57:06.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

369
00:57:07.320 --> 00:57:12.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que mais? Que é a quinhentos e oitenta e nove lá no requisito seiscentos e cinquenta e três, nos diz

370
00:57:12.900 --> 00:57:20.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que os valores certificados de materiais de referência certificados providos por um produtor competente

371
00:57:21.200 --> 00:57:28.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com declaração da raça, habilidade metrológica do si ao sistema internacional.

372
00:57:29.070 --> 00:57:29.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá aí

373
00:57:30.170 --> 00:57:49.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos ver o que diz a nota dois aqui para a gente poder entender o que está escrito aqui. E vocês verem que não é nada diferente do que estava na sete milhões e cinco. Diz o seguinte: Os produtores de material de referência que atendem aos requisitos da Bnt, Nbr Iso mil setecentos e trinta e quatro são considerados competentes,

374
00:57:50.240 --> 00:58:00.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, seja para laboratórios de ensaios, ensaios químicos ou biológicos, toxicológicos, enfim, outras áreas,

375
00:58:00.500 --> 00:58:20.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou seja, aqueles que trabalham com matriz, sangue, urina, lado da saúde humana, que são os laboratórios clínicos. Eles têm as mesmas considerações entre falar sobre responsabilidade meteorológica.

376
00:58:20.850 --> 00:58:24.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos que assegurar que é a calibração daqueles equipamentos

377
00:58:25.210 --> 00:58:38.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: utilizados sejam providos por um laboratório competente e que os padrões de referência utilizados sejam providos também por um produtor competente na Iso mil setecentos e trinta e quatro,

378
00:58:39.150 --> 00:58:48.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então eles sejam produzidos. O seu escopo de produção também corresponde a uma acreditação da 17h34

379
00:58:49.130 --> 00:58:50.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

380
00:58:50.880 --> 00:59:03.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós temos ainda na nota três, que diz o seguinte material de referência e certificado que atinge os requisitos da Iso quinze mil cento e noventa e quatro, é considerado adequado. Essa aqui é uma outra nota.

381
00:59:04.170 --> 00:59:06.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós não vamos entrar no mérito

382
00:59:07.180 --> 00:59:18.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dessa norma, mas só para vocês entenderem que basicamente o que eu queria trazer é essas duas normas que a gente vê que é procura,

383
00:59:18.690 --> 00:59:25.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: está acontecendo cada vez mais possível, ou seja, por

384
00:59:25.700 --> 00:59:39.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: exigência de algum órgão regulador, ou até mesmo no caso da mil quinhentos e oitenta e nove, por busca em relação ter um sistema de gestão da qualidade adequado a laboratórios clínicos

385
00:59:40.260 --> 00:59:45.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que elas falam sobre instabilidade da mesma forma

386
00:59:45.460 --> 01:00:07.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e que ambas, para qualquer tipo de, digamos, de ensaio de matrizes aqui que sejam trabalhadas, nós necessitamos materiais de referência certificados. Sim, que sejam produzidos com a rastreabilidade meteorológica, que essa rastabilidade meteorológica é garantida através

387
01:00:07.940 --> 01:00:11.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da própria acreditação na mil setecentos e trinta e quatro.

388
01:00:13.700 --> 01:00:19.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo, gente, tudo bem. Estou falando bastante. Tudo bem com vocês? Alguma pergunta?

389
01:00:21.060 --> 01:00:22.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo certo,

390
01:00:26.170 --> 01:00:27.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos estar.

391
01:00:29.010 --> 01:00:30.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos adiante aqui.

392
01:00:31.680 --> 01:00:41.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, como o nosso assunto aqui nessa questão, ainda a gente está trabalhando em relação à rastreabilidade meteorológica.

393
01:00:41.930 --> 01:01:01.049
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu acho que é muito importante antes de a gente. A primeira coisa da gente entender no momento que a gente trabalha com materiais de referência, é que existem dois grandes grupos: o material, de referência, que é o nosso Ml. Como eu coloquei aqui para vocês,

394
01:01:01.210 --> 01:01:10.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e o material de referência certificado que é o nosso Mrc. Tá? Jean Carlo. Obrigada pelo retorno.

395
01:01:11.740 --> 01:01:25.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, vamos dar uma olhadinha para a gente entender. Qual é a diferença desses dois, onde todos são materiais de referência, só que tem um que acompanha um C depois. Então ele é certificado.

396
01:01:25.910 --> 01:01:30.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos ver o que cada um deles nos diz.

397
01:01:31.490 --> 01:01:39.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O material de referência como conceito. Está escrito aqui. É um material suficientemente homogêneo

398
01:01:40.160 --> 01:01:42.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e estável

399
01:01:42.560 --> 01:01:54.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com relação a uma ou mais propriedades especificadas, que foi estabelecido como sendo adequado para o seu uso pretendido em um processo de medição,

400
01:01:54.800 --> 01:01:55.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí?

401
01:01:55.890 --> 01:02:11.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que aqui ela está nos falando? Que é muito importante a gente saber e conhecer a homogeneidade e a estabilidade daquele material que nós estamos utilizando, e ela apresentar suas propriedades especificadas.

402
01:02:13.710 --> 01:02:15.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ok, isso é um Mmr.

403
01:02:16.420 --> 01:02:18.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que diz o Mrc?

404
01:02:18.690 --> 01:02:35.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O material de referência certificado é um material de referência, então o nosso próprio Mr. É um material de referência caracterizado por um procedimento metrologicamente válido para uma ou mais propriedades especificadas,

405
01:02:35.780 --> 01:02:39.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: acompanhado de um certificado

406
01:02:40.030 --> 01:02:51.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que fornece o valor de propriedade especificada, sua incerteza associada e uma declaração de rastrabilidade meteorológica.

407
01:02:51.360 --> 01:02:55.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Opa, aqui nós já temos diferenças. Diferenças

408
01:02:55.990 --> 01:03:00.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: muito importantes, significativas.

409
01:03:01.210 --> 01:03:18.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Evidente que as informações que o Mrc nos dá, elas são muito importantes para a gente poder ter justamente o que ela fala ali. A declaração dessa responsabilidade meteorológica

410
01:03:18.620 --> 01:03:28.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: lembra no conceito que nós falamos mais cedo, que é a importância dessa responsabilidade? Porque nos dá a confiabilidade daquilo que nós estamos liberando.

411
01:03:28.820 --> 01:03:29.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá,

412
01:03:30.630 --> 01:03:32.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então a

413
01:03:33.040 --> 01:03:40.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse conceito que eu trouxe aqui para vocês. Nós temos uma.

414
01:03:40.980 --> 01:03:42.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Fiz o guia

415
01:03:42.450 --> 01:03:50.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trinta, que ela continua sendo válida tanto da Iso. A própria Benet

416
01:03:50.440 --> 01:03:59.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fez a tradução. Então nós temos a Bnt is o guia trinta, onde tem essas informações? Os conceitos sobre rastreabilidade.

417
01:03:59.850 --> 01:04:05.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui umas coisas que são fundamentais para a gente

418
01:04:06.330 --> 01:04:15.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ver é que existem, sim, diferenças entre material de referência e material de referência certificado, assim como

419
01:04:15.250 --> 01:04:19.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós temos diferenças dos seus próprios usos,

420
01:04:19.550 --> 01:04:20.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: né?

421
01:04:20.440 --> 01:04:40.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então nós vamos ver. Durante toda a nossa disciplina, em que momento que a gente usa um. Em que momento. Usa o Mr. Ou usa o outro Mrc. O que eles são importantes em determinados momentos, digamos assim,

422
01:04:40.030 --> 01:04:53.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: momentos do próprio ensaio, ou mesmo durante checagens de equipamento. Então nós precisamos saber que esse conceito ele está descrito no Iso, guia trinta

423
01:04:54.800 --> 01:05:05.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e que a grande diferença entre um e o outro é que o material de referência certificado tem uma

424
01:05:05.680 --> 01:05:16.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por ter os seus próprios certificados. Ele está declarada a sua incerteza social, onde ali a gente consegue entender toda a rastreabilidade neutralgadica.

425
01:05:17.890 --> 01:05:18.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

426
01:05:19.540 --> 01:05:26.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, a nossa disciplina aqui, ela fala sobre materiais de referência e sobre padrões.

427
01:05:27.210 --> 01:05:35.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vou falar um pouquinho para vocês antes da gente entrar detalhadamente sobre matérias de referência, assim como a gente só trouxe como conceito.

428
01:05:36.090 --> 01:05:50.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu queria trazer um pouquinho para vocês aqui rapidamente. Alguns conceitos sobre padrões. Então vamos dar uma olhadinha no próximo slide, a gente vê esse conceito de padrão, o que seria o padrão analítico propriamente dito

429
01:05:51.020 --> 01:05:54.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: foi utilizado bastante em ensaios químicos.

430
01:05:54.590 --> 01:06:02.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então diz o seguinte aqui como conceito padrão analítico, é uma substância que possui características conhecidas

431
01:06:02.960 --> 01:06:06.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como composição química, pureza,

432
01:06:06.980 --> 01:06:13.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a sua massa molar a sua estrutura molecular, entre outras características,

433
01:06:14.110 --> 01:06:19.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou seja, no padrão analítico. Nós temos que entender e conhecer

434
01:06:20.070 --> 01:06:30.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que é relevante para que ele terno ensaio, mas a sua composição, a sua pureza, essas questões de massa munar. Nós precisamos ter essa informação.

435
01:06:30.650 --> 01:06:37.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então coloquei aqui essas características são determinadas por métodos analíticos qualificados.

436
01:06:38.140 --> 01:06:39.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, não

437
01:06:39.620 --> 01:06:48.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no caso para ensaios químicos, os padrões são substâncias ou soluções com concentrações conhecidas.

438
01:06:49.030 --> 01:07:03.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, quantos padrões. Nós utilizamos quantas soluções com concentrações conhecidas nós temos dentro de um laboratório. Então, o que é nosso padrão analítico para determinado ensaio

439
01:07:04.350 --> 01:07:12.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esses padrões são importantes para garantir a precisão e a consistência dos resultados da análise,

440
01:07:13.410 --> 01:07:16.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então em que situações que a gente

441
01:07:17.010 --> 01:07:25.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: utiliza esses padrões analíticos.

442
01:07:26.030 --> 01:07:36.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós temos dois grandes grupos conhecido certamente por vocês no laboratório. A gente fala. Nós temos o padrão primário. Nós temos o padrão secundário.

443
01:07:37.090 --> 01:07:37.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então,

444
01:07:37.880 --> 01:07:42.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: rapidamente, só para a gente rever alguns conceitos aqui

445
01:07:42.450 --> 01:07:47.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sobre padrão primário e padrão secundário.

446
01:07:47.750 --> 01:08:05.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Foi algumas características do que os padrões primários incluem, como definição em geral, todos eles. Diz o seguinte: vamos ver o que está aqui. Eu coloquei para vocês aqui nesse lado, características de um padrão primário.

447
01:08:05.940 --> 01:08:12.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são essas substâncias? São os padrões primários. Primeiro, eles devem ser de fácil obtenção,

448
01:08:12.840 --> 01:08:24.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de fácil purificação dessecação, conservação e serem estáveis, então são características de padrões primários.

449
01:08:25.700 --> 01:08:33.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: As impurezas presentes nesse padrão devem ser facilmente identificáveis em ensaios qualitativos conhecidos

450
01:08:34.700 --> 01:08:35.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí.

451
01:08:35.710 --> 01:08:45.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o teor dessas impurezas? Ela não deve ser superior de um a zero,dois

452
01:08:45.479 --> 01:08:47.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em geral,

453
01:08:47.470 --> 01:09:06.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou seja, a pureza. A gente pensa. Deve ser noventa e nove. Por exemplo, a gente vai ficar pensando no padrão primário. Seria muitas vezes o ideal. Acima de noventa e nove, Letícia a um a dois,

454
01:09:07.020 --> 01:09:24.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: chegando a alguns casos, até quatro,nove. A gente fica querendo justamente como característica que ela tenha um baixo teor de impureza são considerados os padrões primários.

455
01:09:24.729 --> 01:09:31.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Essas substâncias, então os padrões primários não devem ser higroscópicas ou eflorescente.

456
01:09:32.830 --> 01:09:57.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa é uma característica que a gente tem que observar. Quando vai comprar um padrão primário. A substância deve possuir elevado Kps de modo a formar uma solução perfeita. Então a gente fica pensando quando vai comprar algum determinado

457
01:09:58.480 --> 01:10:08.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: características que a gente vai solicitar para o fornecedor. Então, entre a

458
01:10:08.860 --> 01:10:30.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um elevado percentual grau de pureza. É importante. Então a gente tem que ver qual é a situação toda dessa substância para ela não ser hidroscópica e até o próprio produto de Solidar, assim como

459
01:10:30.560 --> 01:10:32.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: importante a gente

460
01:10:32.810 --> 01:10:55.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ter presente que essa substância, esse padrão, ele deve possuir, então, um elevado peso molecular. Essa característica também. Ela é fundamental para que a gente a gente vai falar. Acho que no próximo slide um pouquinho sobre essa questão. Então essa é a característica importante também. E ela deve ser sólida.

461
01:10:56.640 --> 01:10:57.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tchau, tchau, tchau.

462
01:10:58.640 --> 01:10:59.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

463
01:11:01.590 --> 01:11:08.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando a gente fala em relação no primeiro item

464
01:11:09.100 --> 01:11:21.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que, além de ser de fácil obtenção, purificação. Eu falo sobre a estabilidade em relação a essa estabilidade dele e também ao elevado peso molecular.

465
01:11:22.200 --> 01:11:30.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que a gente observa é que é importante que o padrão primário possua alta estabilidade quanto à sua pesagem.

466
01:11:31.730 --> 01:11:47.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu coloquei aqui que isso, porque a utilização em métodos de análises quantitativas, de forma geral, é definida a partir diretamente da pesagem balança analítica e do volume de sorridente utilizado para a sua solidarização e divisão.

467
01:11:47.270 --> 01:11:58.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, no momento em que nós fazemos por ser uma substância sólida que nós precisamos utilizar uma balança analítica.

468
01:11:59.730 --> 01:12:05.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E através da linha, a gente fazer a sua pesagem né, para, poder preparar

469
01:12:05.510 --> 01:12:11.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma solução padrão

470
01:12:12.160 --> 01:12:19.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em que nós vemos que ter uma boa sorbetização, então é importante a gente

471
01:12:19.470 --> 01:12:31.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: utilizar essa pesagem de forma em que nós temos aqui o cuidado que precisamos saber sobre a substância. Então tem um elevado peso molecular

472
01:12:32.170 --> 01:12:46.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aqui a consideração também que nós falamos anteriormente, já que estamos, o assunto arrastabilidade, que a nossa balança analítica tenha sido calibrada por uma empresa competente acreditada no setecentos e vinte e cinco

473
01:12:47.050 --> 01:13:04.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e que nós fazemos todas as checagens necessárias nessa balança que ela está apropriada para se fazer essa pesagem para medir isso. Então, aqui embaixo, eu coloquei só como alguns exemplos para vocês,

474
01:13:05.180 --> 01:13:06.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

475
01:13:06.960 --> 01:13:13.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de padrões primários que são bastante utilizados nas rotinas, nos laboratórios,

476
01:13:13.300 --> 01:13:24.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em vários ensaios, principalmente na parte de meio ambiente. Então, assim alimentos também nós temos aqui para pasta de titulações.

477
01:13:24.420 --> 01:13:34.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nós utilizamos alguns padrões primários que são necessários aqui. Então, para a gente poder ter essa rastabilidade meteorológica,

478
01:13:37.460 --> 01:13:46.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós temos também a consideração aqui em relação com uma definição ao nosso padrão secundário.

479
01:13:47.560 --> 01:14:01.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quais seriam as diferenças aqui, em relação ao padrão primário? O padrão secundário é uma substância que também possui uma boa qualidade e pureza estabelecida após comparação com o padrão primário.

480
01:14:01.490 --> 01:14:17.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui nós já começamos a ver, nós comparamos o nosso padrão secundário e o nosso padrão primário. Esse padrão secundário é utilizado em atividades no laboratório, e o que a gente muitas vezes chama de nosso padrão de trabalho.

481
01:14:17.610 --> 01:14:18.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

482
01:14:18.580 --> 01:14:26.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então nós utilizamos para padronizações, dissoluções como referência em análises volumétricas.

483
01:14:26.940 --> 01:14:29.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esse padrão secundário.

484
01:14:29.620 --> 01:14:36.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele só é utilizado no laboratório quando a gente não encontra padrão primário disponível.

485
01:14:37.330 --> 01:14:45.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então deixei isso também escrito aqui embaixo que o padrão secundário é utilizado quando não há disponível um padrão primário.

486
01:14:46.150 --> 01:14:55.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esse padrão secundário porque ele já é comparado a um padrão primário e lógico que a gente dá preferência sempre para uso de padrões primários.

487
01:14:55.730 --> 01:14:56.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigado.

488
01:14:57.170 --> 01:15:00.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos dar uma olhadinha aqui como

489
01:15:01.100 --> 01:15:04.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: conceito de padrão secundário,

490
01:15:04.190 --> 01:15:21.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que diz o seguinte: o padrão secundário são substâncias que têm sua concentração determinada por análise química e também são utilizados como referência e análises volumétricas, como eu falei para vocês no estágio anterior, quando não há disponibilidade. Então de um padrão primário.

491
01:15:22.090 --> 01:15:22.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá,

492
01:15:23.030 --> 01:15:34.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós vamos usar uma solução de um reagente, que é o nosso padrão secundário, com concentração aproximada da desejada para titular uma massa conhecida de um padrão primário.

493
01:15:35.010 --> 01:15:37.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é que nós temos

494
01:15:38.010 --> 01:15:39.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa

495
01:15:39.800 --> 01:15:54.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: relação de comparar com o padrão primário, mas é utilizado. Então, num caso que não haja disponibilidade do Padrão primário. A gente vai usar esse padrão secundário

496
01:15:54.860 --> 01:15:55.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum

497
01:15:56.290 --> 01:15:59.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no caso da

498
01:15:59.170 --> 01:16:00.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: área. Assim da

499
01:16:01.220 --> 01:16:09.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente vê das atividades, eu coloquei aqui só como uma informação que é uma definição da própria anvisa

500
01:16:09.650 --> 01:16:19.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que ela diz o seguinte: que o padrão secundário, ou também chamado padrão de trabalho, como nós vimos aqui em cima que a gente falou sobre.

501
01:16:20.300 --> 01:16:21.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

502
01:16:21.320 --> 01:16:37.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: acho que foi no amizade anterior. Exato como padrão de trabalho é aquele utilizado na atividade laboratorial, cujo valor é estabelecido por comparação ao padrão de referência. Então vocês veem assim que os conceitos são bem gerais

503
01:16:37.930 --> 01:17:01.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em relação a órgãos diferentes e conceitos químicos. Eu estou trazendo como informação para a gente sedimentar um pouco essa questão do padrão primário padrão secundário, que o nosso padrão secundário é o nosso padrão de trabalho e que a gente acaba utilizando em laboratório para muitas,

504
01:17:02.220 --> 01:17:09.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: digamos assim, análises titulamétricas, análises volumétricas, e que aqui também

505
01:17:09.630 --> 01:17:13.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trouxe para vocês alguns exemplos mais

506
01:17:13.480 --> 01:17:18.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os mais conhecidos na maioria dos laboratório

507
01:17:18.770 --> 01:17:27.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que acaba sendo o nitrato de prata, o hidróxido de sódio, o Edta e o perbanato de potássio.

508
01:17:27.780 --> 01:17:28.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

509
01:17:29.100 --> 01:17:33.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sim, soraia. Fica à vontade. Pode abrir o microfone, se quiser. Eu vou escrever aqui.

510
01:17:33.810 --> 01:17:35.200
Soraya Iglésias: Boa noite.

511
01:17:35.830 --> 01:17:38.990
Soraya Iglésias: Tá, joia, tá me escutando direitinho.

512
01:17:39.370 --> 01:17:41.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu gosto. Aham, te ouço bem.

513
01:17:42.940 --> 01:17:50.800
Soraya Iglésias: Ah, então tá. Você tinha comentado ali primeiro do padrão primário. Eu uso o ácido benzoico

514
01:17:50.950 --> 01:17:52.570
Soraya Iglésias: e tchau

515
01:17:53.540 --> 01:17:58.760
Soraya Iglésias: o astro Benzoito, que nós compramos da Sigmound. Ele veio como certificado.

516
01:17:58.950 --> 01:18:03.700
Soraya Iglésias: Ele é utilizado por um equipamento que se chama de ponto de amolecimento.

517
01:18:04.060 --> 01:18:05.419
Soraya Iglésias: Só te impônde

518
01:18:05.790 --> 01:18:07.410
Soraya Iglésias: e

519
01:18:07.640 --> 01:18:10.500
Soraya Iglésias: ele vem com certificado. Então ele é um padrão primário

520
01:18:10.930 --> 01:18:15.829
Soraya Iglésias: e é de um. Não sei se eu posso falar instituto ou de algum fabricante. Enfim,

521
01:18:16.120 --> 01:18:19.000
Soraya Iglésias: que é creditado. Sem dúvida.

522
01:18:19.880 --> 01:18:22.780
Soraya Iglésias: Eu tenho também um padrão,

523
01:18:23.800 --> 01:18:30.639
Soraya Iglésias: um ácido benzoico. Mas ele não vem com certificado. Ele é um padrão, mas área que é para análise elementar.

524
01:18:30.760 --> 01:18:33.750
Soraya Iglésias: Ele, eu chamaria de um padrão secundário.

525
01:18:34.000 --> 01:18:35.999
Soraya Iglésias: Se eu comparar com o valor

526
01:18:36.160 --> 01:18:38.470
Soraya Iglésias: do Primário que eu tenho certificado.

527
01:18:38.840 --> 01:18:47.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, se tu. Utiliza como um padrão. Como teu padrão de trabalho, por exemplo esse que é certificado.

528
01:18:47.400 --> 01:18:58.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente vai ver até durante essas aulas. A gente tem uma da finalidade de a gente usar, por exemplo, para a validação de método, para fazer curvas de calibrações.

529
01:18:58.730 --> 01:19:01.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o que que.

530
01:19:01.070 --> 01:19:03.290
Soraya Iglésias: Com certificado.

531
01:19:03.290 --> 01:19:12.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o outro que não tem certificado tu pode usar como um controle interno da qualidade nos teus ensaios. Coloca na tua rotina de trabalho.

532
01:19:12.550 --> 01:19:13.800
Soraya Iglésias: Ah, sim.

533
01:19:14.620 --> 01:19:16.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí a Lídia tá checando.

534
01:19:16.810 --> 01:19:18.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, é tudo

535
01:19:18.240 --> 01:19:32.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aí. Tu pode usar dessa forma. Porque cada, digamos assim, cada rotina que tu fizeres no teu trabalho, é importante colocar um controle interno porque tu tem que estar sendo monitorando a tua qualidade.

536
01:19:32.760 --> 01:19:36.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E daí tu pode utilizar este sem o certificado.

537
01:19:36.110 --> 01:19:37.270
Soraya Iglésias: É a gente

538
01:19:39.220 --> 01:19:46.520
Soraya Iglésias: o do certificado. A gente não chama até uma calibração. A gente chama de verificação da calibração,

539
01:19:46.740 --> 01:19:57.539
Soraya Iglésias: inclusive esse método. Essa metodologia está até na norma Spm desse método. Até a utilização desse ácido benzoito tem um outro também que é benzofeno.

540
01:19:57.850 --> 01:20:03.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí a gente chama de verificação da calibração. A gente certificado e tudo mais.

541
01:20:03.370 --> 01:20:04.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum.

542
01:20:04.620 --> 01:20:16.850
Soraya Iglésias: Esse que eu chamo de padrão secundário. Que eu posso comparar com esse primário que tem certificado ele também. Além disso. Ele tem que estar na validade.

543
01:20:17.170 --> 01:20:17.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim.

544
01:20:17.720 --> 01:20:20.850
Soraya Iglésias: Mas eu posso usar ele como uma verificação interna.

545
01:20:21.400 --> 01:20:26.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Pode. Pode usar dentro do controle interno de qualidade. Pode sim. Fala.

546
01:20:26.770 --> 01:20:31.519
Soraya Iglésias: Uma pergunta que rouba aqui. Mas e se ele tiver vencido.

547
01:20:31.860 --> 01:20:32.889
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, não, não.

548
01:20:32.890 --> 01:20:35.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu consigo validar ele

549
01:20:35.460 --> 01:20:42.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não. Esse é um assunto até que nós vamos falar aqui nos slides mais adiante. Acho que vai ficar até com a professora Alessandra.

550
01:20:43.040 --> 01:20:44.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas.

551
01:20:44.240 --> 01:20:44.780
Soraya Iglésias: Boa tarde.

552
01:20:44.910 --> 01:20:48.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também tive que adiantar um pouquinho só para te dar um retorno assim. Mas ela vai ter.

553
01:20:48.710 --> 01:20:49.940
Soraya Iglésias: A melhor.

554
01:20:49.940 --> 01:21:15.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não te deixar sem resposta é o seguinte. Nós temos duas condições. Assim tá? Uma é o material de referência certificado. Aquele que tem um certificado que ele, por exemplo, ele venceu. Tá e lógico. O material já vem certificado. Tem um custo alto. Às vezes até tem que importar. Tem todas as considerações, dependendo do tipo de matriz.

555
01:21:15.450 --> 01:21:15.790
Soraya Iglésias: Sim, é.

556
01:21:15.790 --> 01:21:21.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Um custo mais alto. O que eu posso fazer? Ele venceu.

557
01:21:21.730 --> 01:21:45.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu posso continuar utilizando esse material de referência certificado. Posso. Não tem nenhum problema. Eu posso utilizar. Mas ele vai, como eu digo, se baixar de categoria, ele não vai ser mais considerado um material de M certificado. Ele vai ser utilizado como um Mr. Com uma checagem. É isso que eu estou dizendo. Como utilizar dentro do controle interno do teu ensaio.

558
01:21:45.880 --> 01:21:55.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele, baixando de categoria. Como eu digo, ele não vale mais como um Mrc como Mrr.

559
01:21:55.980 --> 01:22:15.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Essa é uma consideração. Agora eu preciso para poder utilizá lo como Mr. Eu preciso monitorar a estabilidade e homogeneidade dele. Porque eu tenho que garantir que ele continua respondendo igual. Então isso assim eu preciso estar

560
01:22:15.420 --> 01:22:15.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente

561
01:22:15.740 --> 01:22:28.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: monitorando, tá? Agora eu não posso. Um Mr. Vencido não posso usar. Eu não posso validar internamente.

562
01:22:28.090 --> 01:22:30.840
Soraya Iglésias: Esse aí eu tinha.

563
01:22:31.920 --> 01:22:32.990
Soraya Iglésias: Aham,

564
01:22:33.310 --> 01:22:37.859
Soraya Iglésias: a minha preocupação era com o que eu não tenho certificado.

565
01:22:38.250 --> 01:22:39.849
Soraya Iglésias: Ele é um quadro.

566
01:22:40.340 --> 01:22:41.320
Soraya Iglésias: Falar, né?

567
01:22:41.490 --> 01:22:45.100
Soraya Iglésias: Apenas não é para calibrar ou verificar a calibração.

568
01:22:45.380 --> 01:22:58.329
Soraya Iglésias: Mas aí ele vence. E aí eu não tenho certificado. Mas eu posso usar ele. Como continuar a usar ele como Mr. Mas como padrão interno, mesmo para verificação interna. Não que usando um certificado de qualidade com ele, não.

569
01:22:59.040 --> 01:22:59.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É essa?

570
01:22:59.610 --> 01:23:02.790
Soraya Iglésias: Fazer? O que você falou sobre estabilidade.

571
01:23:02.790 --> 01:23:15.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isto. Então, assim um Mrc vencido tu pode utilizar como Mr. Que tu garanta. É isso que eu comentei. Estabilidade e Homagenidade. Agora o Mr. Se venceu, venceu aí tu não pode mais usar,

572
01:23:16.190 --> 01:23:18.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá? Porque Mr. Tu não tem como baixar.

573
01:23:18.380 --> 01:23:18.710
Soraya Iglésias: É que.

574
01:23:18.710 --> 01:23:26.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Para mais nada. Tá aí? Esse tá vencido tem que tirar do laboratório para uso do laboratório.

575
01:23:26.830 --> 01:23:27.860
Soraya Iglésias: Tajão.

576
01:23:28.100 --> 01:23:30.289
Soraya Iglésias: Tá gente, entendi.

577
01:23:30.510 --> 01:23:42.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ela não tranquila. Fica à vontade. Vocês estão vendo meus slides? Porque eu vi que puseram no chat que não estão vendo? Aparecendo os slides, mas está bem para todo mundo

578
01:23:43.410 --> 01:23:46.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: soraia. Tá vendo? Bem, tá vendo, eu tô passando,

579
01:23:50.250 --> 01:23:54.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: espero, tô passando. Acho que está passando. Tá.

580
01:23:54.010 --> 01:23:55.890
Soraya Iglésias: Eu acho que.

581
01:23:55.890 --> 01:24:07.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É, talvez. Eu não sei se está me ouvindo ali, mas talvez é sair. Vou entrar de novo. Alguma coisa assim. Porque está passando para todo mundo? Não sei se é alguma questão

582
01:24:07.690 --> 01:24:09.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: individual ali para.

583
01:24:10.060 --> 01:24:10.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigado.

584
01:24:13.500 --> 01:24:16.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, vamos lá adiante.

585
01:24:16.360 --> 01:24:17.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

586
01:24:18.080 --> 01:24:26.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui, eu quero mostrar para vocês as publicações sobre materiais de referência. Lembra que eu disse que tinha o Iso guia

587
01:24:27.020 --> 01:24:38.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trinta e depois tem várias outras normas de referência que todas trabalham em cima da questão dos materiais de referência.

588
01:24:38.950 --> 01:24:40.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É,

589
01:24:40.500 --> 01:24:47.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu ia convidar vocês a gente dar uma paradinha de uns quinze minutinhos, pode ser? E daí? A gente volta. Fica bem para vocês.

590
01:24:52.620 --> 01:24:53.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É isso. Levanta e passa.

591
01:24:53.960 --> 01:24:54.890
Soraya Iglésias: Sim, ok.

592
01:24:55.150 --> 01:24:57.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ok, então tá até mais gente.

