WEBVTT

1
00:00:19.160 --> 00:00:33.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Dezanove horas na disciplina de análises microbiológicas. Ainda não entrou ninguém aqui na gravação. Eu vou esperar mais uns minutinhos, porque na hora passada a gente teve a presença do Marcelo e da Silvia.

2
00:00:33.940 --> 00:00:39.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu vou guardar um minutinho. E daqui a pouquinho, a gente inicia aula. Mesmo que não tenha ninguém,

3
00:00:39.670 --> 00:00:46.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente deixa aqui o material gravado para quem for assistir. Depois mais uns minutinhos.

4
00:03:18.190 --> 00:03:20.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Boa noite, Silvia. Tudo bem.

5
00:03:21.250 --> 00:03:24.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Estava aguardando uns minutinhos para ver se o pessoal entrava

6
00:03:24.830 --> 00:03:26.320
Silvia Fernandes: Boa noite. Tudo bem.

7
00:03:26.320 --> 00:03:27.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo bem. Tudo certo.

8
00:03:27.650 --> 00:03:28.450
Silvia Fernandes: Bom dia.

9
00:03:28.850 --> 00:03:29.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

10
00:03:30.170 --> 00:03:42.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então já temos dezanove horas e três minutos. Acho que a gente pode começar. De repente, o Marcelo chega mais tarde ou mais algum colega mas aí. Também a gente respeita a tua pontualidade.

11
00:03:42.950 --> 00:03:43.709
Silvia Fernandes: E aí?

12
00:03:45.020 --> 00:03:46.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos lá

13
00:03:50.630 --> 00:03:57.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então. A aula passada, a gente estava falando dos materiais. Deixa eu só puxar aqui os participantes e o chat caso

14
00:03:58.570 --> 00:04:01.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu consigo visualizar alguma pergunta,

15
00:04:03.860 --> 00:04:04.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: coisa que

16
00:04:05.450 --> 00:04:07.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse boca nele.

17
00:04:07.700 --> 00:04:36.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente conversou um pouquinho na aula passada sobre materiais e referência e materiais e referência e certificados. Os documentos da Cgec já indicam a necessidade, então, de a gente utilizar materiais e referência a certificado para validar método e verificar método também. Calibrar equipamentos, curvas e calibração, justamente porque, nessas situações, a gente precisa garantir a rastreabilidade metrológica,

18
00:04:36.500 --> 00:04:37.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

19
00:04:38.430 --> 00:05:01.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nesses ensaios, ou atribuir valor a algum material, em outras situações, que é, em situações de controle de qualidade, controle de precisão. A gente vai utilizar os materiais de referência do nosso dia a dia, que, no caso, a maioria dos nossos materiais de referência para os ensaios microbiológicos. Vão ser cepas padrão dos diferentes. Olha, o Marcelo chegou ali

20
00:05:03.030 --> 00:05:05.080
Marcelo Pimenta: Boa noite, Marcelo. Tudo bem,

21
00:05:05.370 --> 00:05:06.210
Marcelo Pimenta: joia

22
00:05:06.610 --> 00:05:13.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo certo. Estava só fazendo uma recapitulação da onde a gente parou na aula passada,

23
00:05:13.930 --> 00:05:22.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a gente dar continuidade. Alguma questão que vocês queiram retomar da aula passada? Eu já comecei falando sobre os materiais.

24
00:05:24.070 --> 00:05:25.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não está tranquilo.

25
00:05:29.110 --> 00:05:39.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente já falou sobre os diferentes materiais de referência, os diferentes bancos de consulta também para os materiais de referência,

26
00:05:39.860 --> 00:06:04.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas aqui também nesse caso, sempre se preocupar do universo que a gente está trabalhando. Se a questão do nosso método vai ser desenvolvido num ambiente hospitalar, então sempre se preocupar a utilizar materiais de referência que são pertinentes ao tipo de amostra que a gente vai trabalhar. A questão epidemiológica, também da instituição,

27
00:06:05.220 --> 00:06:27.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque a validação e os controles de qualidade vão ter que repercutir todos os micro organismos que a gente possa vir identificar. Então, nesses materiais biológicos dos nossos ambientes. Então vai depender qual é a realidade da nossa instituição? O tipo de metodologia que a gente vai desenvolver

28
00:06:28.610 --> 00:06:44.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se existe a necessidade, então, de a gente trabalhar com organismos resistentes. Quais são os organismos resistentes? Quais são as nossas prioridades para quando a gente estiver fazendo as variações e confirmações de método, e também os controles de qualidade que a gente seja representativo

29
00:06:44.820 --> 00:06:52.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do que a gente vai analisar, então isso é importante que a gente tenha essa preocupação

30
00:06:54.650 --> 00:07:20.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e nos ambientes, principalmente em hospitais terciários e mais complexos, então a variabilidade de micro organismos tanto positivos quanto negativos. E as matrizes sangue, urina líquor também vão diferenciar bastante. Então, por isso, a gente tem que nas validações prevê uma gama de organismos mais significativa quando a gente está fazendo a validação dos métodos.

31
00:07:21.580 --> 00:07:28.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tem um livro que eu não tinha deixado aqui nas referências. Eu tenho ele impresso

32
00:07:28.380 --> 00:07:35.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na versão anterior, na edição anterior. É esse de microbiologia clínica da Carmen, passa. Não sei se vocês conhecem.

33
00:07:37.730 --> 00:07:52.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele é bem completo. E nessa última versão, acho que é na quarta edição. Eles fizeram um upgrade bem significativo nos capítulos. Então, até nos capítulos de validação de método, nos capítulos das diferentes

34
00:07:53.920 --> 00:08:21.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: hemocultura, diferentes exames as diferentes, matrizes que vão se trabalhar no ambiente hospitalar. Então eu achei principalmente essa última versão desse livro. Muito significativa. Então, quando a gente está pensando nos controles de qualidade, também se a gente entende um pouquinho aquele universo, e ela também trabalha com questões. O livro são vários autores.

35
00:08:21.260 --> 00:08:34.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O livro também leva em consideração a questão tecnológica em hospitais muito grandes, em laboratórios grandes. A gente tem muitas automações. Então, também quando a gente está programando os controles de qualidade

36
00:08:35.169 --> 00:08:41.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem que levar em consideração. Então, se a gente vai utilizar uma automação, como é que a gente vai fazer a validação da automação,

37
00:08:42.000 --> 00:08:48.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, bem significativo. A gente prevê toda essa variabilidade que vai se trabalhar

38
00:08:51.160 --> 00:08:53.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trazendo um pouquinho. Oi,

39
00:08:53.790 --> 00:09:04.450
Silvia Fernandes: Esse livro que eu tinha pedido para a Tânia uma referência de alguns slides da primeira aula escaneado. É desse livro, hein?

40
00:09:04.910 --> 00:09:10.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tendência, mas não, eu acho que eu tirei daqui. É um outro. Deixa eu pegar. Aqui.

41
00:09:17.670 --> 00:09:24.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É dos cento e cinquenta perguntas de microbiologia clínica. Deixa eu ver se foca aqui.

42
00:09:24.710 --> 00:09:28.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A Carmen também é coautora

43
00:09:29.330 --> 00:09:40.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do Caio Márcio Mendes e da Carmen. Paz da cássia. Maria Zuccoli tem vários autores. É cento e cinquenta perguntas e respostas da microbiologia clínica.

44
00:09:41.150 --> 00:09:48.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Foi dali que a gente tirou aqueles slides, porque eu não tinha a versão digital

45
00:09:48.230 --> 00:09:48.970
Silvia Fernandes: Uhum,

46
00:09:48.970 --> 00:09:52.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eu peguei aquele material desse físico aqui

47
00:09:52.960 --> 00:09:53.540
Silvia Fernandes: E aí

48
00:09:53.540 --> 00:09:55.809
Silvia Fernandes: que eu tinha perguntado para ela, ela ficou de olhar

49
00:09:55.810 --> 00:10:01.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim, é. Esses cento e cinquenta perguntas e respostas da microbiologia clínica

50
00:10:01.990 --> 00:10:03.000
Silvia Fernandes: Obrigada,

51
00:10:03.240 --> 00:10:04.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nada.

52
00:10:04.590 --> 00:10:12.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então esses dois materiais, eu acho que eles são bem bons e completos, porque aqui a gente acaba que não consegue abordar

53
00:10:12.470 --> 00:10:40.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: toda a gama. Exames que a gente faz nas análises clínicas, na microbiologia, porque aqui é muito vasto e a realidade de cada laboratório também é muito diferente, porque quando a gente está num laboratório muito pequenininho. Então a gente vai fazer aqueles exames básicos. Exame ali. Os parasitológicos básicos também. Então não existe tanto conhecimento e tantas necessidades. Não tem automação. As coletas são feitas ali

54
00:10:40.500 --> 00:10:48.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos materiais e incubados em placas. Normalmente, as placas não se preparam a meio de cultura. Os meios já vêm preparados.

55
00:10:48.900 --> 00:11:09.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Agora, quando a gente vai para uma estrutura mais complexa hospitalar, onde a gente tem um universo maior de exames, maior de possibilidades e micro organismos naqueles ambientes. A questão fica bem mais complexa. Então o material de suporte também ajuda bastante na hora de pensar. Toda a questão metrológica

56
00:11:10.010 --> 00:11:15.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que está envolvida naquele ambiente. Todos os controles de qualidade que a gente precisa fazer.

57
00:11:15.330 --> 00:11:29.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se a gente está fazendo análise de alimentos, é um universo diferente vocês ali também depende do tipo de ensaio que vocês realizam. É um pouquinho diferente. Então cada uma das realidades tem que ser estudadas, porque

58
00:11:30.710 --> 00:11:36.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a análise de matriz humana. Existem muitas possibilidades de a gente trabalhar.

59
00:11:37.150 --> 00:11:56.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esses documentos da Segecre acabam atendendo um pouco mais, ou respondendo. Acho que um pouco mais para as análises que são microbiológicas de água e de alimentos, porque é o que eles têm de maior escopo nos laboratórios da Segecre. Então acho que quando as análises clínicas vierem mais

60
00:11:56.800 --> 00:12:11.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para ensaios reconhecidos da Cge, criar questões vão ter que ser discutidas aqui. Esses documentos provavelmente vão ganhar outras características e outras demandas que agora não chegaram aqui nos documentos. Então eu vejo que eles atendem mais

61
00:12:11.750 --> 00:12:16.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: análises microbiológicas, que são de águas e de alimentos,

62
00:12:16.560 --> 00:12:18.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e nem tanto

63
00:12:18.450 --> 00:12:32.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: até laboratórios, por exemplo, de fitossanidade. Também eles acabam que contemplam mais. Não sei, Marcelo. Da tua visão dos documentos da Cgec, mas eu não sinto que eles conversam tanto com as análises clínicas

64
00:12:33.550 --> 00:12:34.789
Marcelo Pimenta: Nada. Com certeza

65
00:12:35.400 --> 00:12:36.659
Marcelo Pimenta: fala nada, né?

66
00:12:38.840 --> 00:12:42.039
Marcelo Pimenta: Parar de pensar, até mesmo quando você pega

67
00:12:43.690 --> 00:12:47.669
Marcelo Pimenta: a mídia ridícula vinte e seis

68
00:12:47.670 --> 00:12:48.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigado,

69
00:12:48.610 --> 00:12:54.250
Marcelo Pimenta: Até o exemplo que dá de passar. Não fala nada da parte clínica

70
00:12:55.300 --> 00:13:02.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas todos esses documentos são referência também para quinze, e a gente tem que utilizar eles.

71
00:13:02.590 --> 00:13:08.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Até quando a gente vai falar, chegar lá na questão do controle externo da qualidade.

72
00:13:08.890 --> 00:13:22.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu peguei o escopo aqui da Control Lab e do Pnq. Eu até achei que o Pnq não fosse acreditado na Cgecre. Eles já têm um escopo bem grande de parâmetros acreditados

73
00:13:23.090 --> 00:13:49.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na parte da identidade. É bem amplo. Então eles não são específicos para o micro organismo. Então ele fala lá. Bom, depois, quando a gente chegar lá, que eu compartilho o escopo com vocês. A gente dá uma olhadinha, mas ele não conversa com essa área. Enfim, são pouquíssimos laboratórios que são acreditados. As demandas. As dificuldades não vieram para os documentos. Porque no momento que a gente tiver mais laboratórios aqui com dúvidas,

74
00:13:49.320 --> 00:13:53.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esses documentos da Cgec vão ter que esclarecer essas dúvidas. E aí

75
00:13:53.990 --> 00:14:09.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vão ficar mais ricos. Esses documentos relacionados também às análises clínicas. Não sei se tem alguma demanda que vocês tenham dos laboratórios de vocês, que é específica, que acaba que vocês não têm referência. Não consigam se enxergar nos documentos da Cgu,

76
00:14:11.390 --> 00:14:12.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Silvia e Marcelo

77
00:14:13.840 --> 00:14:17.849
Marcelo Pimenta: É porque a gente já discutiu algumas vezes, né?

78
00:14:18.820 --> 00:14:20.509
Marcelo Pimenta: Os Mrcs, né?

79
00:14:21.090 --> 00:14:21.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

80
00:14:23.050 --> 00:14:27.219
Marcelo Pimenta: Para a parte clínica para pensar molecular.

81
00:14:27.320 --> 00:14:28.830
Marcelo Pimenta: Alguns outros,

82
00:14:29.960 --> 00:14:31.960
Marcelo Pimenta: principalmente pelo gênero molecular.

83
00:14:32.080 --> 00:14:35.960
Marcelo Pimenta: Tenho dificuldade

84
00:14:36.560 --> 00:14:39.250
Marcelo Pimenta: até mesmo você. Pega sei lá,

85
00:14:40.030 --> 00:14:42.379
Marcelo Pimenta: Hiv, automação

86
00:14:42.380 --> 00:14:42.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

87
00:14:42.970 --> 00:14:49.259
Marcelo Pimenta: Você já tem um kit. Você já vem lá com outros controles. E aí eu sei que existe material de

88
00:14:49.260 --> 00:14:49.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

89
00:14:50.310 --> 00:14:51.979
Marcelo Pimenta: Procurando. Já achei material de referência.

90
00:14:51.980 --> 00:14:52.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

91
00:14:52.530 --> 00:14:55.670
Marcelo Pimenta: Hiv. Mas e aí? Só essas coisas?

92
00:14:55.670 --> 00:15:05.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu até não sei, aqui, porque, por exemplo, a Controlabl. E eu acho que o Pnq também tem a proficiência para Hiv e é em biologia molecular.

93
00:15:05.360 --> 00:15:05.920
Marcelo Pimenta: Não é.

94
00:15:05.920 --> 00:15:07.030
Marcelo Pimenta: A gente fala,

95
00:15:07.030 --> 00:15:16.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, mas eu não sei qual é a referência que eles usam como material de referência dos programas, entendeu? Porque provavelmente quando eles foram fazer

96
00:15:17.600 --> 00:15:24.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a acreditação do programa e validar as metodologias. Eles se basearam com material de referência artificial

97
00:15:24.310 --> 00:15:41.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e nos documentos da Cgecri. A gente sabe que se existe material de referência certificado disponível, a gente deveria adquirir para validar os métodos na questão da acreditação do teu laboratório. Então, teoricamente, seria exigido um Mrc na validação dos métodos.

98
00:15:42.220 --> 00:15:53.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, como é que a disponibilidade desse material para compra vai ser cobrado ou a exatidão via uma proficiência vai ser considerada suficiente

99
00:15:53.250 --> 00:15:53.960
Marcelo Pimenta: Bom,

100
00:15:53.960 --> 00:15:58.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são questões que eu acho que a gente tem que avaliar caso a caso.

101
00:15:59.960 --> 00:16:05.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não sei como é que foi aqui a avaliação do programa de Hiv

102
00:16:06.200 --> 00:16:20.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por biologia molecular que a Cgecre fez da Control Lab e do Plcq. Porque acho que os dois têm no programa. Enfim, eu acho que essas questões não ficam muito refletidas nos documentos da Cgec. A gente tem um pouco de dificuldade

103
00:16:22.050 --> 00:16:42.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: até hoje, eu estava numa reunião do Comitê do Cb trinta e seis, não da Sbm da Sociedade de Metrologia, porque está se voltando a possibilidade de a gente lançar um material didático que já foi publicada há uns anos atrás, mas voltado para a área da saúde

104
00:16:43.490 --> 00:17:00.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e estar se retomando a ideia de reeditar esse material aí de uma maneira mais ampla, também, incluindo as análises clínicas. Então, assim, eu acho que nesse grupo, agora a gente vai ter que conversar sobre isso, porque tem questões que são

105
00:17:00.670 --> 00:17:26.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e como é muito amplo e são muitos ensaios muito diferentes. Então tem muitas situações que não sei se a gente vai conseguir contemplar tudo. Tem agora o vinho novo. Então, a quarta edição do vinho. Então, são novidades? E o que eu vejo muito na área também é que agora, com o Rdc setecentos e oitenta e seis. O material que tem na Internet, é muito, assim como fazer os Pops para cumprir a norma,

106
00:17:27.349 --> 00:17:37.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas não discutir a fundo questões que eu acho que são críticas. Equipamentos, materiais de referência, as proficiências. Até acho que a gente está bem servido,

107
00:17:38.430 --> 00:17:43.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas tem questões metrológicas que a gente tem, ainda que esclarecer.

108
00:17:43.390 --> 00:18:03.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então acho que é importante que os laboratórios públicos. Acho que sempre os laboratórios públicos vão liderar, porque a gente consegue fazer essas acreditações. Eu acho que, como são as referências, é importante que sejam laboratórios acreditados. E aí todo o resto do mercado vai junto ou por exigência ou por comparação.

109
00:18:03.430 --> 00:18:16.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas enfim, vamos trazer aqui o Doc Sejekre setenta e oito. O que ele fala? Mas eu sinto que ele não conversa tanto como eu falei com esse tipo de setor com essa área,

110
00:18:17.380 --> 00:18:34.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eles falam, começam falando, que são as culturas de referência. Então são derivadas de culturas de células, como a gente já falou das diversas coleções aqui, eles fazem referência à Tcc, mas lá na net ridícula trinta, eles dão referência a outras coleções. Que são aceitáveis.

111
00:18:36.440 --> 00:18:47.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Falam que os materiais de referência biológicos nem todos dados de incerteza, de medição expandida são disponíveis porque ali a gente está avaliando mais uma característica e uma matriz

112
00:18:48.150 --> 00:18:52.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é aquele meio ou aquele material de referência, é disponibilizado.

113
00:18:53.760 --> 00:19:10.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O documento deixa claro então que é possível repicar esse organismo, porque é assim que a gente vai utilizar ele no dia a dia. A gente recebe ali um liofilizado das células hidrata. Multiplica elas, faz ali um estoque e depois

114
00:19:10.710 --> 00:19:25.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: reproduz ela numa cela de trabalho para conseguir utilizar no dia a dia. Tanto para as confirmações de método como os controles de qualidade dos insumos dos meios de cultura, os frascos de hemocultura

115
00:19:27.200 --> 00:19:42.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e todo o material, as placas, por exemplo, na parte de alimentos, as placas de Petrifilme, mídia Pad, as colorações para a gente fazer os controles e qualidade dos diferentes tipos de coloração de célula.

116
00:19:42.970 --> 00:19:59.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, enfim, a gente pode repicar e utilizar como cultura de trabalho na rotina para garantir a validade dos ensaios e também utilizar para treinamentos para o treinamento dos colaboradores, identificação das culturas, identificação das células dos organismos,

117
00:20:06.240 --> 00:20:17.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: referência que os materiais de referência certificados devem ser fornecidos por um produtor acreditado. Como já tinha dito na nitidicla trinta, fica claro

118
00:20:17.570 --> 00:20:26.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e que ela só pode ser utilizada como Mrc dentro da data de validade. Então, já estava dito isso na Net Ridicla, trinta

119
00:20:27.110 --> 00:20:40.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no Docs Secre Xvi e no trinta e três também. Então, para garantir a rastreabilidade meteorológica, a confiabilidade e a comparabilidade, o produtor garante aquela característica dentro do prazo de validade.

120
00:20:42.080 --> 00:21:07.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E uma outra coisa também, que é destacada nos documentos todos que esse material só pode ser utilizado como material de referência até a quinta passagem, porque até a quinta passagem, aquele microrganismo vai expressar as características fenotípicas e genotípicas esperadas. Então aí também a gente vai garantir

121
00:21:08.060 --> 00:21:14.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a comparabilidade dos resultados e a rastreabilidade daquele microrganismo,

122
00:21:14.680 --> 00:21:34.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ter que atentar normalmente, quando a gente vai fazer uma confirmação de desempenho e uma validação. Os laboratórios compram cepas de primeira passagem. Então são células que elas mantêm. Expressam todas as características de uma maneira

123
00:21:35.620 --> 00:21:36.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ideal

124
00:21:36.970 --> 00:21:40.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para todos os parâmetros que a gente vai analisar.

125
00:21:40.700 --> 00:22:01.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: São mais caras. Elas têm um maior cuidado. A gente tem que ter um maior cuidado no transporte, no armazenamento e na manipulação, para também que a gente não contamine e no armazenamento que a gente não promova mutações ou perdas da característica daquelas células

126
00:22:07.040 --> 00:22:17.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no Docs Ejecre trinta e três também fala que é possível utilizar Mrcs com prazo de validade superior ao definido pelo produtor,

127
00:22:17.940 --> 00:22:26.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas que esse material não seja utilizado para a finalidade de rastrabilidade metrológica,

128
00:22:26.460 --> 00:22:50.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou seja, a gente pode utilizar para controles internos da qualidade, porque a gente sabe que a gente vai multiplicar aqueles organismos e avaliando ou garantindo que a gente mantenha a homogeneidade e estabilidade, a gente pode utilizar aquele material. Ela vai continuar crescendo, expressando aquelas características. Então, para controles internos da qualidade, controle

129
00:22:51.350 --> 00:23:02.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de processos para controle de qualidade de insumos. Eu prefiro ainda que se utilize material de referência certificado

130
00:23:02.150 --> 00:23:21.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a gente garantir que aquela característica fique expressa de uma maneira para a gente estar avaliando ou aprovando aquele lote de novos insumos, mas não que não seja permitido, porque o que exige no documento da nitidicla e do Doc seja aquele de orientação. É para

131
00:23:21.540 --> 00:23:24.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: validação de método, verificação de método,

132
00:23:24.770 --> 00:23:41.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas eu acho mais prudente utilizar uma cepa Mrc, que a gente garante que as características, conforme o produtor pensou, aquele material, ficam preservadas. Então a gente está trabalhando sempre com um organismo vivo

133
00:23:41.850 --> 00:23:46.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e tanto na manipulação, no armazenamento, a gente pode estar

134
00:23:47.890 --> 00:23:52.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: provocando ali alguma situação que não é tão adequada,

135
00:23:52.760 --> 00:24:04.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: enfim, mas garantindo que a homogeneidade e a estabilidade sejam preservadas, é possível a gente utilizar esses materiais vencidos como materiais de referência,

136
00:24:04.930 --> 00:24:16.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mesmo fora do prazo de validade. Mas isso eu sempre reforço e vejo que as pessoas fazem isso. Utilizam como Mr. Mas não registram.

137
00:24:17.110 --> 00:24:23.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então partiu do momento. Eu rebaixo o Mrc para a Mrr.

138
00:24:23.370 --> 00:24:37.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu sei que eu posso utilizar, mas eu não deixo nenhum registro. Então, a partir daquele momento, eu tenho que garantir acompanhar aquele material que aquelas características estão sendo expressas da maneira que eu preciso para os controles de qualidade.

139
00:24:37.300 --> 00:25:00.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu estou acompanhando de tanto em tanto tempo. Eu faço todos os testes que aqueles organismos exigem para me demonstrar que ele mantém as características que o Provedor estabeleceu. E aí eu dou lá seis meses. Três meses? Depende da situação. Ou um ano. Eu vou testando, sabendo o quanto que eu posso utilizar aquele material.

140
00:25:01.100 --> 00:25:10.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é assim. Simplesmente passou o prazo de validade. Ela passa de um Mrc para um Mr. Eu continuo utilizando e não registro em lugar nenhum.

141
00:25:10.720 --> 00:25:22.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso é passível de não conformidade, porque eu não sei se aquele material foi avaliado e aprovado para a troca do uso, porque isso é sempre do uso pretendido. Eu passei de uma função para outra.

142
00:25:22.440 --> 00:25:26.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E eu tenho que garantir que aquelas características se mantenham, que eu posso utilizar.

143
00:25:29.520 --> 00:25:35.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não sei. Vocês têm essa prática de utilizar Mr. Ser vencido como Mr.

144
00:25:36.800 --> 00:25:40.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tem laboratórios que optam não fazer. Não querem utilizar

145
00:25:40.810 --> 00:25:47.349
Marcelo Pimenta: Na verdade, eu acho que isso é muito perigoso. O que está escrito aí? Porque gera uma grande confusão. Acho que a gente chegou a discutir isso na

146
00:25:47.670 --> 00:25:49.950
Marcelo Pimenta: naquele modo aqui em cento e oitenta e nove.

147
00:25:50.510 --> 00:25:52.280
Marcelo Pimenta: Porque

148
00:25:52.580 --> 00:25:59.680
Marcelo Pimenta: a confusão é você não pode usar o material vencido. De acordo com a Rdc setecentos e oitenta e seis,

149
00:25:59.680 --> 00:26:00.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

150
00:26:00.360 --> 00:26:02.849
Marcelo Pimenta: Eu acho que talvez o que

151
00:26:03.140 --> 00:26:05.529
Marcelo Pimenta: o Doc Sergipe, ele quer dizer é que

152
00:26:05.810 --> 00:26:13.000
Marcelo Pimenta: na maioria dessas cepas desses Mrcs, ele tem um tempo de validade depois de aberta.

153
00:26:13.450 --> 00:26:20.669
Marcelo Pimenta: Então, por exemplo, um Mr. Sei lá. Sei lá, Statilocox, qualquer coisa. Aquele Clandzel.

154
00:26:21.070 --> 00:26:30.159
Marcelo Pimenta: A validade dela vai até dois mil e trinta. Mas depois de aberta, ela é válida por seis meses.

155
00:26:30.390 --> 00:26:36.510
Marcelo Pimenta: Então eu acho que o que o Doc Sergipe quis dizer é que é essa validade de três meses.

156
00:26:36.700 --> 00:26:40.139
Marcelo Pimenta: Então essa validade rotulada de alguns anos,

157
00:26:40.300 --> 00:26:43.219
Marcelo Pimenta: e eu acho que isso acaba gerando uma confusão. Porque.

158
00:26:43.220 --> 00:26:50.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas sabe que eu recebi essa orientação até em cursos de cursos para avaliadores

159
00:26:50.330 --> 00:26:53.529
Marcelo Pimenta: Pois é. Mas os avaliadores são inspetores.

160
00:26:54.690 --> 00:26:58.250
Marcelo Pimenta: Então chega uma inspeção sanitária.

161
00:26:58.610 --> 00:26:59.640
Marcelo Pimenta: Você está usando

162
00:26:59.640 --> 00:27:02.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim. Vencida. Sim, sim,

163
00:27:02.320 --> 00:27:05.570
Marcelo Pimenta: Eu acho que está escrito. É muito perigoso.

164
00:27:05.820 --> 00:27:08.670
Marcelo Pimenta: E acho que é para cima de discussão

165
00:27:09.120 --> 00:27:09.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

166
00:27:09.510 --> 00:27:16.150
Marcelo Pimenta: Se você for ver. Eu já tinha. Não lembro qual o organismo. A gente comprou o Mrq

167
00:27:16.690 --> 00:27:18.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quem? Não

168
00:27:18.460 --> 00:27:26.729
Marcelo Pimenta: Na pula dele. Ele falava que ele garantia. Depois de aperta o produtor garantia a rastreabilidade por duas horas

169
00:27:27.520 --> 00:27:28.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não se

170
00:27:28.470 --> 00:27:30.350
Marcelo Pimenta: Então assim? E aí?

171
00:27:31.740 --> 00:27:33.210
Marcelo Pimenta: Ah,

172
00:27:33.660 --> 00:27:34.390
Marcelo Pimenta: você vai

173
00:27:34.390 --> 00:27:37.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Provavelmente o produto não era barato, porque

174
00:27:37.020 --> 00:27:37.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse tipo

175
00:27:37.770 --> 00:27:39.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de material tão específico. Ele é

176
00:27:39.580 --> 00:27:42.050
Marcelo Pimenta: Eu não lembro qual o membro do organismo dele.

177
00:27:43.100 --> 00:27:48.980
Marcelo Pimenta: Mas enfim, então eu acho que cabe. Eu acho que caberia uma explicação melhor

178
00:27:49.160 --> 00:27:51.500
Marcelo Pimenta: da Cgec? Porque

179
00:27:52.100 --> 00:27:54.239
Marcelo Pimenta: eu acho que não é por aí. Não

180
00:27:55.650 --> 00:27:56.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É, e

181
00:27:56.240 --> 00:27:57.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é

182
00:27:57.600 --> 00:28:26.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no mínimo, que a pessoa. Mas é assim. É engraçado, porque a gente tem essa orientação difundida em vários meios que a gente pode utilizar. E realmente, aquele organismo vai expressar as características. Então, assim como um controle interno da qualidade, até porque quando eu pego, eu não tenho material de referência, um Mrc disponível. E eu vou isolar ele internamente. Eu não vou ter dado uma validade para ele.

183
00:28:28.300 --> 00:28:34.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então assim eu vou identificar, caracterizar. Eu vou manter ele no meu.

184
00:28:34.510 --> 00:28:37.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: No meu hall de controles de qualidade interno

185
00:28:38.280 --> 00:28:44.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por o tempo que ele for, expressando aquela característica, que é exatamente o que vai acontecer nessa situação.

186
00:28:44.460 --> 00:28:46.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando eu deixei de ser

187
00:28:46.690 --> 00:28:52.170
Marcelo Pimenta: A gente controla a quantidade de passagem

188
00:28:52.170 --> 00:28:53.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

189
00:28:53.510 --> 00:28:54.380
Marcelo Pimenta: Nós vamos

190
00:28:54.380 --> 00:28:54.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso,

191
00:28:54.800 --> 00:28:59.029
Marcelo Pimenta: Da parte clínica. Enquanto eu tiver expressão

192
00:28:59.320 --> 00:29:00.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum, mas já

193
00:29:00.230 --> 00:29:05.220
Marcelo Pimenta: Maneira geral, para parte acreditada. A gente. Não lembro

194
00:29:05.480 --> 00:29:07.339
Marcelo Pimenta: a quantidade de passagem,

195
00:29:07.570 --> 00:29:11.840
Marcelo Pimenta: mas não deve ser superior a cinco anos

196
00:29:13.330 --> 00:29:23.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É? E tu? Vê na Rdc. Ela não fala. Não, não tem nenhuma especificação também de passagens. Ela não tem essa preocupação de caracterizar como é que

197
00:29:24.070 --> 00:29:24.949
Marcelo Pimenta: Não. Desculpa, mas

198
00:29:25.340 --> 00:29:26.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, não pode falar

199
00:29:26.990 --> 00:29:30.100
Marcelo Pimenta: Na verdade, a Rdc não fala de Mrc.

200
00:29:30.920 --> 00:29:31.580
Marcelo Pimenta: Tá bom,

201
00:29:31.590 --> 00:29:37.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ela não explica como é que são os materiais que a gente usa para controle. Fala dos materiais e controle.

202
00:29:37.840 --> 00:29:38.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é

203
00:29:38.450 --> 00:29:38.860
Marcelo Pimenta: E aí?

204
00:29:38.860 --> 00:29:39.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente.

205
00:29:39.640 --> 00:29:42.890
Marcelo Pimenta: Na verdade, fala só de material de referência, de certificado.

206
00:29:42.890 --> 00:29:44.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certificado

207
00:29:44.380 --> 00:29:49.300
Marcelo Pimenta: Da mesma história que ela não diferencia validação de verificação de meta

208
00:29:49.300 --> 00:29:51.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De verificação de método

209
00:29:51.030 --> 00:29:51.560
Marcelo Pimenta: Eu só. Fala,

210
00:29:51.560 --> 00:29:57.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então são vários detalhes e termos que são cruciais. Que a gente fica ali um pouco solto.

211
00:29:58.320 --> 00:30:04.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí a gente usa nesses documentos da Cgec para tentar suprir um pouquinho dessa.

212
00:30:04.690 --> 00:30:34.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Dessa deficiência da norma sanitária, digamos assim. Mas aqui, eu não sei. Eu tenho interpretado dessa maneira. Eu entendo o que tu está falando. Que depois da validade, mas eu tenho aceitado das pessoas utilizarem os materiais de referência, as ceas que são Mrcs. Depois do prazo de validade, claro, se elas comprovarem continuarem fazendo todos os testes daquele organismo, e eles expressarem as suas características.

213
00:30:34.810 --> 00:30:41.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas eu também. Eu acho que para algumas situações, por exemplo, validar insumos, a gente precisa ter alguns tipos de cuidado.

214
00:30:42.220 --> 00:30:55.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que acontece às vezes é que a pessoa faz isso. Transforma. Usa esses materiais de referência fora da validade e também para outras funções que não é assim só fazer treinamento de pessoal, controle de processo

215
00:30:56.590 --> 00:31:01.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: faz para validar. Insumo que daí seria um pouquinho mais temerário.

216
00:31:01.230 --> 00:31:07.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é um pouquinho de cuidado com como a gente utiliza esses materiais e esses textos.

217
00:31:07.660 --> 00:31:09.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu acho que é importante,

218
00:31:12.400 --> 00:31:20.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: assim como na área química. Então as pessoas usam os materiais de referência vencidos para fazer checagem de curva, por exemplo,

219
00:31:21.260 --> 00:31:23.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como um controle interno.

220
00:31:24.070 --> 00:31:33.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, assim, isso aqui realmente dá uma dupla interpretação de como a gente vai considerar essa situação. Tu tens visto algum avaliador

221
00:31:34.010 --> 00:31:41.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da segecre, dando não conformidade, tendo essa orientação pelo material ser vencido

222
00:31:41.330 --> 00:31:42.120
Marcelo Pimenta: Não,

223
00:31:42.950 --> 00:31:45.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, né? Eu não tenho conhecimento disso.

224
00:31:48.120 --> 00:31:49.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É, mas aí

225
00:31:49.340 --> 00:31:50.129
Marcelo Pimenta: Boa no processo

226
00:31:50.130 --> 00:31:51.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A questão da

227
00:31:51.060 --> 00:31:53.500
Marcelo Pimenta: Da parte de clínica. É engraçado, até porque

228
00:31:53.940 --> 00:31:55.580
Marcelo Pimenta: o pessoal, eles.

229
00:31:55.860 --> 00:31:57.810
Marcelo Pimenta: Eu entendo todos os motivos.

230
00:31:58.860 --> 00:32:01.580
Marcelo Pimenta: Toda a questão da revalidação

231
00:32:01.980 --> 00:32:02.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

232
00:32:02.420 --> 00:32:18.470
Marcelo Pimenta: Por causa desse Doc também. Então por que eu não posso fazer para outras coisas? Para revalidar o Mrc? Teoricamente, eu posso usar vencido como Mr. Por isso que eu falo. É temerário que está escrito

233
00:32:18.470 --> 00:32:19.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

234
00:32:19.220 --> 00:32:20.539
Marcelo Pimenta: Esse documento. Acho que precisaria

235
00:32:20.540 --> 00:32:28.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E não é só nesse documento. Eu acho que no dezasseis também está. E na Litidicla trinta. Também tem um texto que fala sobre essa questão aqui,

236
00:32:29.930 --> 00:32:33.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a nitidicla trinta, por exemplo, é documento normativo.

237
00:32:35.190 --> 00:32:42.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, lá a gente pode ou não pode dar uma não conformidade aqui. É uma questão de orientação.

238
00:32:42.660 --> 00:32:55.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas se eu não me engano na net ridícula trinta também fala dessa questão de tu não usar Mrc. Poder usar, mas, claro, não com a função de transmitir rastreabilidade metrológica

239
00:32:55.620 --> 00:32:57.840
Marcelo Pimenta: Agora depois, por curiosidade,

240
00:32:58.010 --> 00:33:04.169
Marcelo Pimenta: dá uma olhada em um certificado de Mrc. Essa questão da validade, depois de aberta

241
00:33:04.690 --> 00:33:05.610
Marcelo Pimenta: e a validade

242
00:33:05.610 --> 00:33:06.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E um.

243
00:33:07.250 --> 00:33:07.779
Marcelo Pimenta: Aí a

244
00:33:07.780 --> 00:33:13.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E nesses danos dos microbiológicos. Eu não me lembro do tempo

245
00:33:13.390 --> 00:33:15.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: deles falarem. Tem?

246
00:33:16.500 --> 00:33:20.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vou ver se eu encontro algum aqui e vou dar uma olhada

247
00:33:20.290 --> 00:33:23.430
Marcelo Pimenta: Dá um olhar do que a gente fala depois de aberto. É tanto tempo.

248
00:33:23.980 --> 00:33:26.650
Marcelo Pimenta: Mas assim ele vale três anos. Mas depois de aberta

249
00:33:26.650 --> 00:33:27.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

250
00:33:27.100 --> 00:33:27.679
Marcelo Pimenta: E aí?

251
00:33:29.740 --> 00:33:31.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É até porque

252
00:33:31.730 --> 00:33:52.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que eu vejo dos laboratórios. Eles fazem as ceas de estoque, cepas de trabalho para um ano. Então, se a cepa de trabalho de um ano daquele material que foi aberto, então ele já não está mais válido. E isso olha, noventa e oito dos laboratórios fazem isso.

253
00:33:52.640 --> 00:33:53.430
Marcelo Pimenta: Pois é melhor

254
00:33:53.430 --> 00:33:54.150
Marcelo Pimenta: fazia.

255
00:33:54.150 --> 00:33:55.049
Marcelo Pimenta: Está tomando a receita

256
00:33:55.050 --> 00:33:56.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, não com a Mrc

257
00:33:56.740 --> 00:33:57.820
Marcelo Pimenta: Essa é.

258
00:33:59.960 --> 00:34:03.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Utilizam aquelas cepas aí utilizam como Mc. Também

259
00:34:03.340 --> 00:34:06.240
Marcelo Pimenta: Essa questão do

260
00:34:06.500 --> 00:34:09.659
Marcelo Pimenta: hoje é minha microbiologia.

261
00:34:10.260 --> 00:34:15.910
Marcelo Pimenta: A primeira lembrança que eu tenho foi de dois mil e doze, porque foi a primeira vez que efetivamente nos cobraram.

262
00:34:16.510 --> 00:34:20.830
Marcelo Pimenta: Inclusive era confusão, porque os próprios trabalhadores não concordavam

263
00:34:21.639 --> 00:34:33.979
Marcelo Pimenta: que havia necessidade de ser Mrc. A gente está registrando essa novidade, porque agora está na Anistica e tal. Foi bem nessa virada que antes não era compulsória. Depois começou a ser

264
00:34:33.989 --> 00:34:34.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De um bom

265
00:34:34.460 --> 00:34:35.090
Marcelo Pimenta: Doze.

266
00:34:35.659 --> 00:34:45.060
Marcelo Pimenta: Tanto é que o Mcqs ofertava padula seis. Não sei se eles chegavam a comercializar a Cplg. Mr. Mc

267
00:34:45.670 --> 00:34:46.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

268
00:34:46.070 --> 00:34:48.389
Marcelo Pimenta: Sempre as referências.

269
00:34:48.530 --> 00:34:51.130
Marcelo Pimenta: Depois disso, eles até pararam de ofertaram

270
00:34:51.590 --> 00:34:53.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, assim

271
00:34:53.420 --> 00:35:03.629
Marcelo Pimenta: Na época, eu lembro que foi uma grande confusão, porque uma grande discussão, uma grande discussão, porque os próprios avaliadores, eles questionavam essa real necessidade.

272
00:35:03.740 --> 00:35:13.499
Marcelo Pimenta: Eu tentei no comitê técnico falar que não tinha necessidade, acabou vencido e agora a gente tem que cobrar.

273
00:35:13.970 --> 00:35:16.210
Marcelo Pimenta: Agora está difundido

274
00:35:17.740 --> 00:35:22.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma outra coisa que eu acho complicada da questão dos materiais é, por exemplo,

275
00:35:22.610 --> 00:35:37.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu tenho ali um micro organismo muito específico. Eu tenho uma não conformidade do meu processo de validação, verificação de método. E eu não tenho, naquele momento, um Mrc daquele organismo que não é muito comum. Não vou utilizar muito.

276
00:35:38.450 --> 00:35:48.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eu vou ter que adquirir. Só que eu vou ter que atender a não conformidade ali no prazo dos sessenta dias. E às vezes eu tenho um processo de aquisição para fazer

277
00:35:48.410 --> 00:35:57.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que no primeiro momento. Eu não acho um problema. Isso é o pegar emprestado um Mrc fechado de uma outra instituição,

278
00:35:57.410 --> 00:36:06.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí eu trabalhar. Mas ele não é de minha propriedade. A gente recebeu uma orientação que isso aí não é possível. Não é? A Cgec não aceita.

279
00:36:06.770 --> 00:36:17.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Foi uma orientação que a gente recebeu. Mas se aquele produto está lacrado dentro da validade, foi armazenado em condições. Eu não entendo porque não posso ser

280
00:36:17.560 --> 00:36:24.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pego emprestado de não ser da minha propriedade. Mas, enfim, tenho uma orientação que não é aceita.

281
00:36:25.670 --> 00:36:34.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu inclusive. Em alguns momentos até orientei. Eu digo, mas se você tem um laboratório parceiro que você consegue, depois você compra e devolve para ele.

282
00:36:35.460 --> 00:36:40.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eu me surpreendi com a orientação que isso não seria aceito.

283
00:36:40.580 --> 00:36:44.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não sei. Vocês têm. Teve alguma situação dessas

284
00:36:45.120 --> 00:36:50.940
Marcelo Pimenta: A gente já pegou algumas vezes, só que faz todo um processo de doação.

285
00:36:51.180 --> 00:36:57.120
Marcelo Pimenta: Pega Doa gera todo o registro da mesma forma que a gente também já

286
00:36:57.490 --> 00:36:59.140
Marcelo Pimenta: já doou. Parou no seu laboratório.

287
00:36:59.140 --> 00:36:59.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum

288
00:37:00.920 --> 00:37:19.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é quando me passaram essa orientação. Claro que tu não vai fazer emprestar ele aberto, já manipulado. Isso sim. Agora uma embalagem fechada bem armazenada com todos os registros do certificado. Com as análises críticas feitas do recebimento daquele produto.

289
00:37:20.130 --> 00:37:25.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não veria problema nisso só porque ele não foi adquirido para aquela instituição.

290
00:37:26.440 --> 00:37:29.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas, enfim,

291
00:37:30.230 --> 00:37:35.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente já recebia essa situação. Já vi essa situação e foi uma questão de não conformidade.

292
00:37:38.150 --> 00:37:39.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, vamos seguir aqui.

293
00:37:41.370 --> 00:37:52.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aqui. Só a gente já falou nisso. Na lançada. Apenas materiais em referência com valor atribuído, incerteza podem ser utilizadas para calibração e controle de veracidade. Então isso aqui a gente já disse,

294
00:37:54.210 --> 00:38:17.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e os materiais de referência podem então ser utilizados para precisão. E aí, na microbiologia, a gente utiliza tanto as Ceas quanto outros materiais certificados para as calibrações e checagens dos equipamentos que a gente vai ali utilizar. Depois a gente vai falar um pouquinho da questão dos equipamentos. Os que são mais

295
00:38:18.600 --> 00:38:20.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: utilizados

296
00:38:21.390 --> 00:38:31.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então para os ensaios microbiológicos, para evidenciar a autenticidade do material de referência esticada e do material de referência, também então devem ser realizados o acompanhamento

297
00:38:31.810 --> 00:38:57.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: desses organismos, então a expressão das características, tanto morfológicas das colônias bioquímicas, então elas responderem conforme as provas bioquímicas de cada um desses organismos e também questões sorológicas, que tem alguns ensaios que a identificação sorológica é importante e faz parte do processo, então a gente precisa garantir

298
00:38:57.360 --> 00:39:13.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: evidenciar a autenticidade desses organismos. Por isso que a gente estava falando antes da questão da validade. Quando ela está fora da validade. A gente tem que garantir que todas essas características se mantenham em algumas situações. Questões, Genotípolis,

299
00:39:13.740 --> 00:39:21.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque a gente sabe que, conforme as passagens ou alguma situação que possa gerar mutação. A gente pode ter prejuízo também

300
00:39:22.960 --> 00:39:26.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a expressão das características genotípicas,

301
00:39:28.720 --> 00:39:42.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, na ausência dos materiais e referência certificado. O laboratório deve adquirir materiais de referência de produtores que disponibilizam informações relevantes. A Nitidicla trinta descreve ali quais são

302
00:39:42.950 --> 00:40:04.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as culturas, os bancos de células e micro organismos, bactérias, fungos que são aceitáveis. As Atcc são as mais conhecidas. A Nctc, que a controlar. Está comercializando. Tem as coleções alemãs. Então as que são aceitas estão lá na Mitidika

303
00:40:04.920 --> 00:40:10.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trinta, caso a gente não tenha Mrc, essas coleções são as seis.

304
00:40:11.200 --> 00:40:25.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Em algumas outras situações, a gente não tem. É mais difícil, porque ali é bem completo. Esse banco é bem completo. Mas a gente sabe que em algumas situações, ainda não é possível. Então, às vezes, a gente trabalha com

305
00:40:25.670 --> 00:40:30.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com materiais que às vezes, a gente faz identificação ali nos nossos laboratórios

306
00:40:31.950 --> 00:40:42.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para demonstrar então a rastreabilidade, o laboratório deve utilizar cepas de micro organismos de referência obtidos diretamente de uma coleção nacional internacional.

307
00:40:43.360 --> 00:40:48.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como alternativa, a gente pode utilizar as culturas comerciais.

308
00:40:49.640 --> 00:40:57.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os laboratórios clínicos usam muito o. Ai meu. Deus agora me fugiu. O nome da marca

309
00:41:01.360 --> 00:41:02.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: verdade.

310
00:41:02.490 --> 00:41:05.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma marca que eu sempre vejo nos laboratórios

311
00:41:10.350 --> 00:41:12.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é da Bioklim,

312
00:41:13.770 --> 00:41:26.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é uma Cepa Tcc, que é produzida internamente por esse fornecedor. Então, às vezes a gente pode utilizar essas para algumas situações.

313
00:41:27.210 --> 00:41:42.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Labor clean a Labor Clean tem cepas, né? Que eles vendem. E é muito comum nos laboratórios de microbiologia dos laboratórios de análises clínicas que são cepas que a gente. Se for olhar a bula ali do produto. É uma cepa Pcc

314
00:41:43.190 --> 00:41:50.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que eles adquiriram e produzem os materiais internamente e vendem para controle de qualidade interna

315
00:41:51.180 --> 00:41:54.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos materiais, nos laboratórios clínicos

316
00:41:55.060 --> 00:42:16.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bem comerciais. Eu não vejo utilização de Cpmrc. Isso é sempre uma questão de não conformidade. A maioria, eu vejo. São cepas da lavorclínio ou cepas que são, Mr. Então não tem ainda preocupação ou conhecimento de usar uma Cpmrc,

317
00:42:17.000 --> 00:42:20.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: inclusive para a questão de validação e para

318
00:42:20.900 --> 00:42:23.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: teste de insumos.

319
00:42:24.520 --> 00:42:37.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então e aqui no documento fala. Caso não esteja disponível, a gente pode buscar então fazer essa preparação em House, isolar o organismo e utilizar como controle interno,

320
00:42:39.100 --> 00:42:46.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sempre orientando que a gente tem que avaliar o uso pretendido. Qual é a finalidade que a gente está dando para aquele material?

321
00:42:49.310 --> 00:43:10.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que está relacionado, como a gente busca a rastreabilidade meteorológica para os micro organismos que eles sejam derivados de subcultivos que não sejam derivados de subcultivos excessivos, que podem introduzir então mutações. Então, por isso que a gente precisa testar. Porque nessa manipulação, a gente pode estar

322
00:43:11.520 --> 00:43:17.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: produzindo organismos que não expressam as características que a gente espera, ou que a gente está buscando nos testes.

323
00:43:19.150 --> 00:43:26.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A questão da autenticidade então vem dos produtores. Então essas coleções, que são internacionalmente conhecidas

324
00:43:27.200 --> 00:43:47.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e os produtores fazem esses testes lote a lote. Por isso, que também é uma coisa que eu tenho visto muito. Às vezes, a rastreabilidade da informação, da utilização daquele material aparece só com o nome do organismo e a Tcc dela. O código do Atcc não é o lote.

325
00:43:47.760 --> 00:43:56.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente precisa ter rastreabilidade também ao lote, porque os testes que os produtores fazem é lote a lote para garantir, então

326
00:43:57.350 --> 00:44:04.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que não tem a contaminação. Não tem a expressão de mutações, ou a gente está ali,

327
00:44:04.500 --> 00:44:13.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: falando daquele material de referência específico. Então, inclusive nos registros, a rastreabilidade de toda a informação tem que ser explicitado,

328
00:44:17.030 --> 00:44:27.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que essas características, então essa identificação identifica exatamente que aquele organismo é puro que ele expressa. Todas as características que ele tem que expressar.

329
00:44:29.760 --> 00:44:42.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, a gente vai falar de alguns equipamentos, tá? Não todos, mas que alguns equipamentos que esse universo dos ensaios microbiológicos a gente encontra e o que é esperado

330
00:44:44.030 --> 00:44:49.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: metrologicamente para o acompanhamento desses equipamentos,

331
00:44:49.610 --> 00:45:02.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: caso a gente não traga algum aqui que seja relevante que vocês considerem relevante. Traga uma situação e a gente pode discutir se algum equipamento que eu já tenha visto

332
00:45:02.780 --> 00:45:08.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou acompanhado em alguma avaliação, a gente discute o que seria relevante para essa situação.

333
00:45:10.460 --> 00:45:25.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, tanto a dezassete quanto a 1cinco. Tem requisitos nas disciplinas específicas. Vocês já viram os requisitos que falam sobre equipamentos, mas enfim, a gente tem que ter todos os equipamentos disponíveis.

334
00:45:25.230 --> 00:45:28.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Garantir que o equipamento tenha

335
00:45:28.750 --> 00:45:32.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: garanta que aquela medição seja feita com exatidão requerida

336
00:45:33.320 --> 00:45:51.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e que esses equipamentos, também sejam feitas as checagens para todos os parâmetros, o que for relevante para cada um. Então aqui o que diz a dezassete e também requisitos que estão relacionados com a quinze cento e oitenta e nove que se aplicam mais aqui para os nossos ensaios.

337
00:45:51.950 --> 00:46:01.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente precisa ter, todos eles disponíveis, calibrados por laboratórios competentes que alcancem a exatidão da medição que a gente está fazendo,

338
00:46:04.740 --> 00:46:15.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também o requisito da dezassete, que fala sobre a questão das checagens intermediárias. Então, aqui nas análises clínicas, a maioria dos equipamentos que a gente tem

339
00:46:16.860 --> 00:46:22.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que utiliza. A gente consegue calibração em laboratório competente.

340
00:46:23.010 --> 00:46:45.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, algumas automações para hemoculturas. A gente não tem como não são equipamentos calibráveis, mas na maioria, as estufas, os pagamentos, os condutivímetros, as cabines. Então, não é uma área difícil. Esse tipo de dificuldade. A gente não tem aqui. Então a gente consegue atender

341
00:46:45.590 --> 00:46:58.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os requisitos que falam então sobre ter disponibilidade de equipamentos e que a gente consiga calibrar eles garantir que a exatidão daquela medição seja atendida.

342
00:46:58.950 --> 00:47:08.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O requisito que fala sobre checagens intermediárias. É possível a gente garantir, realizar, acompanhar a checagem dos equipamentos. Na maioria das situações,

343
00:47:10.390 --> 00:47:14.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a periodicidade da checagem vai depender,

344
00:47:14.400 --> 00:47:32.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: assim como a calibração vai depender do nosso. Uso. Então a gente vai falar de alguns equipamentos. Então falamos especificamente. Tem que calibrar todo ano? Depende. Então depende de caso a caso. Acho que vamos para situações específicas.

345
00:47:34.080 --> 00:47:42.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu já apresentei. Eu acho que para vocês, na aula, eu já falei da minha nitidica doze que fala dos equipamentos

346
00:47:43.540 --> 00:47:53.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da nitidicla oitenta e três. Depois ela vai vir aqui, que ela fala sobre o uso de material de referência nos equipamentos.

347
00:47:53.230 --> 00:48:01.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tanto para calibração, as demandas de calibração e de checagem. Depois a gente volta aqui. Mas eu queria mostrar para vocês que eu acho que quem não.

348
00:48:01.840 --> 00:48:10.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não tem tanto contato com documentos da rede metrológica do Rio Grande do Sul. Pode ser que vocês não conheçam esse documento. Aqui está em revisão.

349
00:48:11.690 --> 00:48:28.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele tinha esse formato. E quando a rede meteorológica do Rio Grande do Sul adotou os documentos da Cgec como documentos tanto orientativos como normativos que a gente tinha. Correu em paralelo. Documentos da Cgec e documentos da rede. Quem tinha acreditação

350
00:48:29.510 --> 00:48:42.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tanto Segecre quanto rede às vezes tinha conflito de informação na Cegecre. Estamos exigindo isso aqui nos documentos da rede. Não tem essa profundidade. Ou está falando outra coisa.

351
00:48:42.670 --> 00:48:44.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a rede decidiu

352
00:48:44.930 --> 00:49:00.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: migrar para os documentos da Cgec. Algumas situações especiais. A gente manteve documentos, esse, particularmente porque a gente não encontrava algumas informações que a gente achava que juntava vários documentos da Cgec num só.

353
00:49:01.460 --> 00:49:09.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele está na revisão aqui. Eu trouxe para vocês a Revisão cinco, tá? Mas ele já foi revisado por mim e pela Tânia.

354
00:49:10.110 --> 00:49:13.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu só não sei se ele já foi publicado no site.

355
00:49:13.870 --> 00:49:24.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente melhorou um pouquinho. Manteve algumas coisas que ainda se mantinham aqui. Mas ampliou essa tabela, ampliou um pouquinho as informações que estão aqui.

356
00:49:25.460 --> 00:49:31.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então quem não conhece e quiser dar uma olhada lá no site da rede, está disponível para baixar.

357
00:49:32.480 --> 00:49:37.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E eu acho que acha bem interessante. Tanto que os avaliadores também sentiram falta quando a gente tirou.

358
00:49:38.350 --> 00:50:00.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então muitas situações que estão já nos outros documentos da Cge, que só estão compilados aqui. E fica mais fácil para os laboratórios se guiarem no que fazer. Então aqui eu destaquei só equipamentos que são comuns os laboratórios de microbiologia, o ph metro e condutivímetro. Então, aqui a gente sempre tem o problema

359
00:50:00.850 --> 00:50:27.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da calibração. Às vezes do condutivímetro fora da Faixa de Uso, porque normalmente os condutivímetros são utilizados para análise de água água reagente. Então, a gente vê calibrações lá numa faixa de medição que não é para aquela finalidade. Então, aqui é importante de ter em mente da calibração na faixa da exatidão requerida para aquilo que a gente vai utilizar. O equipamento,

360
00:50:27.610 --> 00:50:36.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as checagens. Então, às vezes tinha calibração lá naquela faixa baixa de cinco, um micros Siemens.

361
00:50:36.450 --> 00:50:43.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu acho que a menor calibração do condutivímetro é um. Se eu não me engano, tem alguns laboratórios que fazem,

362
00:50:45.170 --> 00:50:56.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas aí, a pessoa fazia. O laboratório fazia checagem lá em um.quatrocentos ou em quatrocentos e pouco. E aí não tem nada a ver com aquela medição, aquela finalidade que eu dou para o equipamento.

363
00:50:57.220 --> 00:51:11.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é importante que a gente evidencia que o equipamento, quais equipamentos que são necessários de calibração, ou usava um condutivímetro que não era calibrado, porque achava que era um tipo de etapa do processo que eu não precisava de um equipamento calibrado.

364
00:51:11.390 --> 00:51:21.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vamos falar um pouquinho agora sobre questões particulares, coisas que eu vejo nas avaliações também, Marcelo, se tu quiser contribuir do que tu. Tem visto.

365
00:51:22.550 --> 00:51:29.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Dos equipamentos que se ali são mais comuns no universo dos laboratórios de microbiologia.

366
00:51:30.110 --> 00:51:35.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Estufas, né? Então, estufas que a gente utiliza lá para todas as incubações.

367
00:51:36.390 --> 00:51:46.729
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é uma câmara térmica que a gente vai utilizar em diferentes temperaturas. Se usa lá na fisicoquímica também para temperaturas mais altas. Cento e cinquenta, cento e oitenta.

368
00:51:47.930 --> 00:52:11.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aqui na microbiologia, a gente tem uma gama grande de temperaturas que podem utilizar, que ficam ali entre vinte graus para ensaios da micologia trinta e cinco quarenta e cinco. Então a gente vai utilizar em faixas mais baixas. Enfim, a gente tem diferentes tipos de micro organismos e metodologias com diferentes temperaturas.

369
00:52:11.010 --> 00:52:20.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, pode ser aqui no nosso laboratório. A gente vai precisar mais do que um equipamento. E a gente tem que garantir que a gente tenha equipamento para todos os ensaios que a gente está desenvolvendo,

370
00:52:20.690 --> 00:52:27.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou um equipamento calibrado nas diferentes faixas, que a gente possa atender todos os ensaios

371
00:52:27.640 --> 00:52:38.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e saber naquele momento, qual é o micro organismo que está ali, que a gente regula o equipamento na temperatura correta, ou a gente vai ter mais do que um equipamento cada um.

372
00:52:39.720 --> 00:52:41.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah,

373
00:52:41.650 --> 00:52:48.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: calibrado, utilizado numa temperatura específica. E atendendo a faixa de medição específica daquele ensaio,

374
00:52:49.390 --> 00:53:13.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é uma câmara isolada que permite então que a temperatura seja mantida estável e uniformemente distribuída para atender aquela tolerância daquele método. Então, existe um documento da Cgec que fala sobre calibração de câmara térmica, porque em toda aquela área daquele equipamento, a gente tem que garantir que aquele microrganismo

375
00:53:13.180 --> 00:53:20.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vai ficar encubado por aquele período que a metodologia diz na temperatura correta e na faixa na variação,

376
00:53:21.040 --> 00:53:30.419
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque aquele ambiente é essencial para que a gente tenha o crescimento do micro organismo e a expressão daquela característica que a gente está buscando,

377
00:53:31.540 --> 00:53:36.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é necessário que a gente faça a calibração desse equipamento.

378
00:53:37.120 --> 00:53:46.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tanto a questão da qualificação térmica, então, entender como é aquela distribuição de calor dentro daquele equipamento,

379
00:53:47.010 --> 00:54:08.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque a gente pode botar ali tanto os meios de cultura em cima, no meio, atrás, no canto. E pode ser que ela não tenha a distribuição de calor igual em toda a Câmara e aquelas áreas que ela não tem. A temperatura ideal, que não atinge aquela faixa da metodologia. A gente não pode utilizar o equipamento naquele ponto específico.

380
00:54:09.200 --> 00:54:23.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Depende do tamanho do equipamento. Isso diz o documento. É um número maior ou menor de sensores. Então, ali o laboratório de calibração competente vai saber. Vai estar baseado. Vai fazer o estudo conforme o tamanho daquele equipamento.

381
00:54:24.450 --> 00:54:37.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E na faixa de temperatura que a gente está utilizando. Então, se você é um laboratório que utiliza em cinco temperaturas diferentes. A calibração tem que ser na faixa em toda a Faixa de Uso.

382
00:54:38.640 --> 00:54:43.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E se eu utilizo ela para uma faixa, eu posso calibrá la numa faixa só

383
00:54:44.710 --> 00:54:54.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, além de entender essa questão da distribuição do calor e essa periodicidade da qualificação térmica, o estudo térmico.

384
00:54:54.590 --> 00:55:02.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O Doc Ceg vinte e oito orienta que ela pode ser feita a cada três anos. Bem, no finalzinho do documento, diz isso.

385
00:55:02.870 --> 00:55:08.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Já vi laboratório que faz esse perfil térmico, essa qualificação térmica todo ano.

386
00:55:09.220 --> 00:55:12.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E já vi laboratórios que fazem a cada dez anos.

387
00:55:14.280 --> 00:55:21.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esse documento não é um documento normativo, é um documento orientativo. Então, nesse laboratório que faz a cada dez anos,

388
00:55:22.700 --> 00:55:45.729
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu estava fazendo auditoria interna deles. Então eu estava deixando uma não conformidade para eles, porque eu não entendo. Fazer isso a cada dez anos, porque esse equipamento vai sofrer variação de uso até de variação de eletricidade, que pode ter impacto. Então não acho que seja compreensível a gente fazer a cada dez anos.

389
00:55:46.460 --> 00:55:53.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O argumento deles é que a Cgec tinha passado lá e não tinha dado não conformidade, que tinha sido uma discussão

390
00:55:54.070 --> 00:56:03.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e que eles não tinham deixado não conformidade, justamente porque o Docg vinte e oito fala que é orientação a cada três anos.

391
00:56:04.160 --> 00:56:09.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: No final das contas, nós chegamos num consenso e eu deixei como uma observação.

392
00:56:10.100 --> 00:56:26.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não deixamos como não conformidade, mas a gente tem que também usar o bom senso quando a gente vai estabelecer a frequência? Nem tanto ao céu, nem tanto à Terra. Então a justificativa. A gente tem um monte aqui de estufas. A gente vai fazer a cada dez anos, porque o custo é muito alto.

393
00:56:27.230 --> 00:56:35.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho que ali é um meio termo. Acho que a Cgec tem bom senso quando fala a cada três anos, que é um tempo

394
00:56:35.390 --> 00:56:40.419
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: razoável para a gente garantir que aquele equipamento fique,

395
00:56:41.300 --> 00:56:50.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se mantenha, né? Que a gente consiga entender qual é a qualidade daquele equipamento? Não sei, Marcelo. Qual é a tua leitura disso

396
00:56:51.720 --> 00:56:52.770
Marcelo Pimenta: É?

397
00:56:53.760 --> 00:56:56.969
Marcelo Pimenta: Eu tive algumas discussões sobre isso, porque

398
00:56:57.610 --> 00:57:02.359
Marcelo Pimenta: até onde eu pesquisei, só existe

399
00:57:03.070 --> 00:57:05.139
Marcelo Pimenta: calibração de meio de término

400
00:57:05.970 --> 00:57:13.030
Marcelo Pimenta: Rbc só existe com a câmara vazia. E isso é qualificação de instalação.

401
00:57:13.370 --> 00:57:15.460
Marcelo Pimenta: Então, para mim, eu

402
00:57:15.720 --> 00:57:25.329
Marcelo Pimenta: faz pouquíssimas calibrações de meio tempo, porque para mim não faz sentido eu esvaziar a minha estufa e calibrar no meio tempo só para cumprir o requisito da loja

403
00:57:25.730 --> 00:57:26.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

404
00:57:26.500 --> 00:57:31.940
Marcelo Pimenta: A gente normal. Na maioria dos nossos meios térmicos, a gente calibra

405
00:57:32.970 --> 00:57:36.230
Marcelo Pimenta: sensor de monitoramento e a malha

406
00:57:36.230 --> 00:57:36.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo bem.

407
00:57:36.710 --> 00:57:38.250
Marcelo Pimenta: Ratificação,

408
00:57:38.450 --> 00:57:42.759
Marcelo Pimenta: a qualificação técnica, não a calibração de meio externa

409
00:57:42.760 --> 00:57:46.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, aí a qualificação dela com ela. Com carga

410
00:57:46.970 --> 00:57:48.260
Marcelo Pimenta: Tocar Bocardo.

411
00:57:48.630 --> 00:57:53.830
Marcelo Pimenta: Eu tenho um quarto estufa. Eu não vou esvaziar meu quarto, estufa para dizer ela vazia porque eu usava cheia

412
00:57:53.830 --> 00:57:54.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim,

413
00:57:54.930 --> 00:58:06.830
Marcelo Pimenta: Eu já tive algumas discussões. Nunca tomei oportunidade. Justamente que eu falei isso aí teve uma avaliadora e fala. Não, mas tem laboratório do Rbl que faz isso? Quando foi Rbc?

414
00:58:07.400 --> 00:58:08.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

415
00:58:08.050 --> 00:58:11.919
Marcelo Pimenta: Eu sigo essa linha.

416
00:58:12.420 --> 00:58:19.150
Marcelo Pimenta: Já me contaram várias histórias. Parece que foi uma confusão danada que a Cge arrumou com essa questão da calibração de meios térmicos.

417
00:58:19.340 --> 00:58:24.569
Marcelo Pimenta: Existe laboratório da Rbler que faz serviços com carga, mais calibração

418
00:58:25.280 --> 00:58:25.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

419
00:58:25.720 --> 00:58:32.770
Marcelo Pimenta: Resolver colocar lá na lente giga doze que tem com carga

420
00:58:32.770 --> 00:58:33.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum

421
00:58:34.050 --> 00:58:34.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

422
00:58:35.690 --> 00:58:45.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: das câmaras térmicas. Eu acho que, no mínimo, para a gente entender aquele universo,

423
00:58:45.960 --> 00:58:53.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mesmo que seja sem carga. Estou pensando assim numa sala, numa câmara térmica, que é uma sala inteira.

424
00:58:53.650 --> 00:59:00.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É importante que a gente faça. Entenda como é que está a distribuição de calor naquela câmara

425
00:59:00.250 --> 00:59:05.409
Marcelo Pimenta: As qualificações. A gente faz anualmente de tudo. A gente faz a calibração

426
00:59:05.410 --> 00:59:06.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, sim,

427
00:59:06.510 --> 00:59:09.460
Marcelo Pimenta: A qualificação com cargas faz anualmente.

428
00:59:09.640 --> 00:59:11.749
Marcelo Pimenta: A gente não faz a calibração para ela fazer

429
00:59:11.750 --> 00:59:12.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim,

430
00:59:12.390 --> 00:59:13.170
Marcelo Pimenta: Da República

431
00:59:13.360 --> 00:59:15.779
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim. Tu faz só na instalação do equipamento

432
00:59:15.780 --> 00:59:17.350
Marcelo Pimenta: Bom bicho.

433
00:59:17.610 --> 00:59:26.830
Marcelo Pimenta: O equipamento do equipamento antigo não faz nem sentido. Acho que fez, quando incluiu na legislador, incluiu essa questão das câmeras térmicas. A gente fez alguma

434
00:59:26.830 --> 00:59:27.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ebc

435
00:59:27.600 --> 00:59:32.900
Marcelo Pimenta: Mas ela baseia

436
00:59:33.240 --> 00:59:33.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

437
00:59:33.750 --> 00:59:34.360
Marcelo Pimenta: Eu. Já voltou?

438
00:59:34.360 --> 00:59:35.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É isso?

439
00:59:35.560 --> 00:59:44.770
Marcelo Pimenta: Então, por exemplo, tem alguns que estão fazendo para análise de medicamentos, e você coloca lá um cadinho.

440
00:59:45.360 --> 00:59:45.880
Marcelo Pimenta: Então, isso

441
00:59:46.200 --> 00:59:51.360
Marcelo Pimenta: em relação à incerteza que o problema é a incerteza. Black,

442
00:59:51.360 --> 00:59:51.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

443
00:59:51.700 --> 00:59:53.939
Marcelo Pimenta: Essa calibração de militância.

444
00:59:54.090 --> 00:59:57.040
Marcelo Pimenta: Então, nesse equipamento, a gente até faz calização de meio término.

445
00:59:57.430 --> 01:00:05.680
Marcelo Pimenta: Mas usou estufa Boi Maria, quarta estufa. A gente faz a qualificação. Faz as calibrações, né? A calibração de

446
01:00:05.850 --> 01:00:08.880
Marcelo Pimenta: tanto da malha quanto

447
01:00:08.880 --> 01:00:10.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Controlador da temperatura

448
01:00:10.760 --> 01:00:11.850
Marcelo Pimenta: Ponto de prato.

449
01:00:12.810 --> 01:00:20.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí o controlador de temperatura. Vocês têm um termômetro de máxima e mínima também nele

450
01:00:20.940 --> 01:00:22.280
Marcelo Pimenta: Sim, aí a Zeca

451
01:00:22.280 --> 01:00:22.720
Marcelo Pimenta: está boa.

452
01:00:22.720 --> 01:00:25.040
Marcelo Pimenta: A palha e

453
01:00:25.490 --> 01:00:30.969
Marcelo Pimenta: calibrar a malha e o sensor de monitoramento

454
01:00:31.470 --> 01:00:42.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma outra coisa aqui, que às vezes eu vejo os laboratórios não utilizarem um termômetro de máxima e mínima para monitorar a temperatura. Só usam o sensor, o controlador,

455
01:00:43.010 --> 01:00:49.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque daí eu não consigo garantir que todo o período de incubação ali daquele organismo a temperatura está sendo monitorada.

456
01:00:52.270 --> 01:01:15.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eu acho também um problema, porque a gente precisa garantir que todo aquele período o equipamento seja monitorado. A gente garanta que aquela faixa de temperatura do estudo foi cumprido. Então, nesse tipo de equipamento, eu vejo também, às vezes, essa situação de usar ali só o controlador de temperatura como monitoramento do ensaio

457
01:01:15.920 --> 01:01:17.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e não

458
01:01:17.770 --> 01:01:28.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um equipamento que possa me dar todo o período de incubação. E eu consigo evidenciar que toda faixa foi atendida. Então isso é uma coisa que a gente vê também

459
01:01:30.190 --> 01:01:40.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui dos Banhos Maria. Então, uma outra situação é para os ensaios onde tem a tolerância do método bem pequeno. Então, tipo o ensaio de termo tolerante

460
01:01:41.550 --> 01:01:57.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é quarenta e quatro,cinco. Mais ou menos dois. Então, às vezes eu não tenho um equipamento que consiga atingir aquela variação da metodologia, e às vezes eu não tenho um laboratório de calibração

461
01:01:57.580 --> 01:02:03.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que também faça calibração nessa faixa. Que eu preciso. Então é um problema

462
01:02:03.420 --> 01:02:12.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tanto para estufas trinta e cinco, mais ou menos cinco que a faixa cinco. Às vezes também tem equipamentos que não conseguem.

463
01:02:12.750 --> 01:02:15.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E eu estou contratando um serviço também

464
01:02:16.730 --> 01:02:22.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de uma empresa de calibração que tem uma incerteza maior que cinco. E aí eu preciso

465
01:02:23.150 --> 01:02:31.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: considerar, às vezes, de primeira coisa: trocar o fornecedor da calibração, porque daí a incerteza já é maior

466
01:02:31.700 --> 01:02:35.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do que a minha tolerância do método. Às vezes, o problema é o próprio equipamento,

467
01:02:36.490 --> 01:02:42.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: equipamento que não tem como reproduzir aquilo ou não chegar naquela faixa de medição.

468
01:02:42.960 --> 01:02:45.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui também, quando a gente tem que,

469
01:02:46.390 --> 01:03:00.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando for selecionar esse tipo de equipamento, conviver a metodologia que a gente vai desenvolver. Então, às vezes, a gente precisa de um equipamento melhor. E contratar empresas de calibração também. Que tenham uma incerteza que estejam dentro da tolerância do método.

470
01:03:01.850 --> 01:03:06.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E isso também, às vezes é um pouquinho que as pessoas têm que entender.

471
01:03:06.860 --> 01:03:23.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Claro que se eu tenho um equipamento e uma empresa de calibração que ali no certificado. Tem uma incerteza que está dentro da minha tolerância. Eu posso o erro. Eu posso compensar, porque todo mundo faz isso como erro com incerteza e confronta com a tolerância do método.

472
01:03:23.690 --> 01:03:30.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se eu tenho uma incerteza daquela medição que está dentro da tolerância, o erro, eu consigo corrigir.

473
01:03:30.720 --> 01:03:37.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, ali a gente faz um ajuste no equipamento. Corrige o erro da medição, mas garante

474
01:03:38.610 --> 01:03:41.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a incerteza da medição está dentro do

475
01:03:43.200 --> 01:03:58.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: daquela faixa da tolerância do método. Só que daí a gente vai ter que atender. Normalmente, a gente trabalha com um terço, um décimo, um quinto da tolerância do método. Só que ali a nossa tolerância já é muito apertada.

476
01:03:58.870 --> 01:04:04.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, se eu for ainda considerar que o erro mais a incerteza tem que ser

477
01:04:04.690 --> 01:04:21.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um terço da minha medição. Eu não vou conseguir encontrar, nunca, nem equipamento, nem laboratório de calibração. Então aqui eu considero aceitável a gente considerar a tolerância da metodologia. Marcelo, vocês têm algum tipo de insight? Essa dificuldade, vocês fazem água? Termo tolerantes

478
01:04:23.010 --> 01:04:31.390
Marcelo Pimenta: A água. A gente estava com essa dificuldade? Não, mas a gente está em alimentos recente. Inclusive era quarenta e dois, mais ou menos. Era dois.

479
01:04:32.640 --> 01:04:33.360
Marcelo Pimenta: E aí

480
01:04:34.890 --> 01:04:35.799
Marcelo Pimenta: aí acaba aquela

481
01:04:35.800 --> 01:04:37.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Da qual ensaio

482
01:04:37.130 --> 01:04:38.100
Marcelo Pimenta: Na.

483
01:04:38.520 --> 01:04:39.829
Marcelo Pimenta: Eu não vou lembrar de cabeça

484
01:04:40.180 --> 01:04:41.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

485
01:04:42.440 --> 01:04:46.030
Marcelo Pimenta: Aí, a situação era o seguinte: que era um banho relativamente pequeno

486
01:04:46.550 --> 01:04:47.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

487
01:04:47.130 --> 01:04:48.150
Marcelo Pimenta: E

488
01:04:48.570 --> 01:04:49.930
Marcelo Pimenta: tanto. O

489
01:04:50.350 --> 01:04:53.199
Marcelo Pimenta: a malha dele contra o controle de temperatura

490
01:04:53.800 --> 01:04:58.320
Marcelo Pimenta: que a gente utiliza para controlar a temperatura dele. Calibrado. Rbc

491
01:04:58.320 --> 01:04:58.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

492
01:04:59.510 --> 01:05:04.710
Marcelo Pimenta: Atendia o nosso critério. Ficava atento do critério, mas não passava na qualificação

493
01:05:05.290 --> 01:05:08.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí. A gente fez duas, três vezes a qualificação. No ano passado,

494
01:05:09.000 --> 01:05:14.520
Marcelo Pimenta: Só que, analisando os dados, todos os resultados de ensaios de proficiência

495
01:05:14.840 --> 01:05:22.489
Marcelo Pimenta: estavam satisfatórios. Mudou todos os controles que a gente utiliza. Ok, também não teve problema

496
01:05:22.970 --> 01:05:29.250
Marcelo Pimenta: aí a decisão também. Para de qualificar, porque não está fazendo sentido.

497
01:05:29.930 --> 01:05:32.339
Marcelo Pimenta: Eu já consigo cercar

498
01:05:33.550 --> 01:05:37.609
Marcelo Pimenta: de forma eficiente a nossa metodologia para

499
01:05:37.610 --> 01:05:38.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Todo mundo,

500
01:05:38.500 --> 01:05:41.100
Marcelo Pimenta: Para garantir. A gente. Está com

501
01:05:41.100 --> 01:05:46.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí você registra ali a tua tomada de decisão. Aquela mentalidade de risco

502
01:05:47.230 --> 01:05:50.830
Marcelo Pimenta: Na verdade, a gente abriu um trabalho para esse

503
01:05:50.830 --> 01:05:51.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

504
01:05:51.420 --> 01:05:52.170
Marcelo Pimenta: Tá, Amém

505
01:05:52.330 --> 01:05:56.959
Marcelo Pimenta: aí. Estava esperando o resultado da qualificação e não passou de novo

506
01:05:57.380 --> 01:05:58.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não vai ter jeito

507
01:05:59.070 --> 01:06:04.879
Marcelo Pimenta: Vamos lá com essa qualificação. Mesmo porque assim o volume desse by Mind é pequeno.

508
01:06:05.270 --> 01:06:06.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

509
01:06:06.400 --> 01:06:13.500
Marcelo Pimenta: Às vezes é uma questão da circulação torçada ali. Não sei. Ou a própria qualificação

510
01:06:13.740 --> 01:06:14.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nossa

511
01:06:14.890 --> 01:06:17.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: qualificação. Vocês fazem internamente,

512
01:06:17.970 --> 01:06:19.049
Marcelo Pimenta: Não, não. A gente mostra

513
01:06:19.050 --> 01:06:24.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Contratam serviço porque tem laboratório que faz a qualificação internamente.

514
01:06:24.650 --> 01:06:25.270
Marcelo Pimenta: É sim.

515
01:06:25.270 --> 01:06:31.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Contrata serviço, sei lá, com uma periodicidade X. E as intermediárias fazem internamente

516
01:06:32.160 --> 01:06:35.410
Marcelo Pimenta: A gente, inclusive na penúltima

517
01:06:35.580 --> 01:06:39.050
Marcelo Pimenta: qualificação. Em geral, o problema são

518
01:06:39.560 --> 01:06:52.829
Marcelo Pimenta: os padrões do laboratório. Para fazer a qualificação. Trouxeram teoricamente melhores padrões desses

519
01:06:52.830 --> 01:06:53.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Padrões

520
01:06:53.570 --> 01:06:57.459
Marcelo Pimenta: A qualificação, os melhores. Termômetros

521
01:06:57.460 --> 01:06:58.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

522
01:06:58.280 --> 01:07:00.480
Marcelo Pimenta: Não diminui a incerteza.

523
01:07:00.790 --> 01:07:03.360
Marcelo Pimenta: Não passou aí. Pensava: Não tem jeito

524
01:07:03.940 --> 01:07:05.759
Marcelo Pimenta: falar sobre esse risco.

525
01:07:06.170 --> 01:07:24.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim. Nesse caso, você assume o risco. Baseado nos dados que você tem, que é nos controles internos na participação de proficiência, ficando tudo registrado. Eu considero também que está Ok, você fez o estudo e está garantindo que o resultado final está satisfatório.

526
01:07:25.160 --> 01:07:30.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O problema é quando as pessoas não registram todo esse passo a passo.

527
01:07:30.930 --> 01:07:35.470
Marcelo Pimenta: A gente também vai tentar trocar metodologia, porque essa variação dois

528
01:07:35.650 --> 01:07:36.699
Marcelo Pimenta: é de mais nada.

529
01:07:37.150 --> 01:07:37.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele matar

530
01:07:38.320 --> 01:07:39.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é cruel.

531
01:07:40.380 --> 01:07:41.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É cruel.

532
01:07:42.330 --> 01:07:52.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É que, às vezes as pessoas desistem de argumentar, de estudar. Primeiro, desistem e não fazem todo esse caminho que vocês fizeram.

533
01:07:52.840 --> 01:08:04.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E quando chegam à conclusão que, enfim, está tudo ok, porque os resultados estão reproduzindo. Participou do Pepe está satisfatório, não registra, não fazem registros completos.

534
01:08:04.810 --> 01:08:13.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí não é que a situação, aquele trabalho, não conforme aquela situação tem prejuízo para o ensaio, porque a gente não consegue ver o.

535
01:08:13.830 --> 01:08:19.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O fundamento todo para aquela tomada de decisão. Então isso eu vejo muito de registro incompleto.

536
01:08:23.439 --> 01:08:42.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, aqui é outro equipamento que é bem de uso dos laboratórios de microbiologia, clínicas autoclares. Então, situações de esterilização, de material, tanto material limpo que a gente vai utilizar para os ensaios. Quanto descontaminação do material sujo,

537
01:08:42.450 --> 01:08:53.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que são os materiais que foram para os nossos ensaios e tem ali crescimento microbiana. A gente vai ter que fazer o descarte entre o descarte. Ele vai ser descontaminado.

538
01:08:53.229 --> 01:09:06.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a primeira situação aqui é a gente ter equipamentos que a gente consiga separar, os processos processos limpos e processos sujos. O ideal é que a gente tenha dois equipamentos separados. Para isso.

539
01:09:07.040 --> 01:09:11.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vejo que, às vezes, em estruturas muito pequenas, isso não é possível.

540
01:09:13.029 --> 01:09:28.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui a primeira coisa é garantir que a gente tenha etapas de higienização entre um processo e outro para garantir que a gente faça primeiro a esterilização do material limpo

541
01:09:28.520 --> 01:09:50.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: garante e depois processe o material sujo para descontaminação e faça a limpeza a higienização toda para depois conseguir fazer higienização também novamente, de material limpo, porque senão a gente estaria contaminando os nossos materiais, meios de cultura. Isso é o primeiro problema desse tipo de equipamento.

542
01:09:52.460 --> 01:10:03.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Depois é garantir que as medições que a gente garanta aquelas condições para esterilizar tanto todos os tipos de material que a gente está utilizando aqui,

543
01:10:04.180 --> 01:10:10.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, garantir que a temperatura seja atingida e a pressão necessária para

544
01:10:10.630 --> 01:10:17.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para que aquele processo seja realizado da melhor maneira. Então calibrar os mananômetros para garantir que a pressão

545
01:10:18.980 --> 01:10:25.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: seja atingida conforme necessário, e monitorar a temperatura de esterilização.

546
01:10:25.890 --> 01:10:42.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui a calibração do manômetro. É esperada a qualificação. Também não sei, Marcelo. Como é que isso está sendo exigido de vocês. Qualificação das autoclaves. Eu vejo laboratórios que fazem

547
01:10:43.760 --> 01:10:49.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e laboratórios que não fazem. Vocês são cobrados por qualificação das autoclaves

548
01:10:49.500 --> 01:10:50.380
Marcelo Pimenta: A gente faz a nota

549
01:10:50.380 --> 01:10:52.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Instalação, hã?

550
01:10:52.130 --> 01:10:54.240
Marcelo Pimenta: A gente faz a qualificação anual também

551
01:10:56.020 --> 01:11:02.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Com a instalação, a calibração Rbc e depois a qualificação anual

552
01:11:02.940 --> 01:11:04.190
Marcelo Pimenta: Com carne e sem carga.

553
01:11:04.510 --> 01:11:15.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas aí, aquela anual que eles estão exigindo que seja para uma organização também acreditada, essa qualificação anual. Vocês não fazem

554
01:11:15.350 --> 01:11:17.990
Marcelo Pimenta: Essa. Essa.

555
01:11:18.280 --> 01:11:23.419
Marcelo Pimenta: Essa exigência. A gente nunca teve. Não de dar qualificação por Rbl. Não

556
01:11:23.860 --> 01:11:27.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu já vi laboratórios que tiveram situações de cobrança.

557
01:11:28.540 --> 01:11:29.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

558
01:11:30.260 --> 01:11:34.839
Marcelo Pimenta: Meu argumento é sempre assim. Não está na nitidadoso.

559
01:11:34.960 --> 01:11:37.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é Rbc, não é Rbc.

560
01:11:37.860 --> 01:11:39.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E sim, é.

561
01:11:39.440 --> 01:11:45.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas eu já vi situações que o laboratório foi cobrado. Levou uma conformidade

562
01:11:45.310 --> 01:11:47.120
Marcelo Pimenta: Mas eu sou chato. Não é isso

563
01:11:47.980 --> 01:11:48.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

564
01:11:48.690 --> 01:11:49.710
Marcelo Pimenta: Eu falei

565
01:11:50.440 --> 01:11:52.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente vê de tudo

566
01:11:52.820 --> 01:12:01.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é porque às vezes, o avaliador também não é tão experiente. Não consegue entender aquela argumentação e fica fechado

567
01:12:01.430 --> 01:12:13.440
Marcelo Pimenta: E também por causa da nossa estrutura, a gente tem uma central que é de produção de meio de cultura, produção de meio de cultura, soluções e também tem uma parte de estabilização de materiais

568
01:12:13.600 --> 01:12:14.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

569
01:12:14.290 --> 01:12:21.610
Marcelo Pimenta: Então tudo que vem deles, os meios de cultura. A gente considera como fornecedor externo

570
01:12:21.610 --> 01:12:23.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Externa

571
01:12:23.300 --> 01:12:30.359
Marcelo Pimenta: Raramente eles querem ir lá ver a auditoria do City quadro

572
01:12:30.360 --> 01:12:31.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, é.

573
01:12:32.040 --> 01:12:33.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, que interessante.

574
01:12:33.530 --> 01:12:37.749
Marcelo Pimenta: Ano passado teve uma variadora que foi? Quis ver e tal, mas

575
01:12:37.920 --> 01:12:40.870
Marcelo Pimenta: que acaba, que não é ensai. É produção de medicultura

576
01:12:41.100 --> 01:12:41.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nem dizer

577
01:12:41.620 --> 01:12:42.400
Marcelo Pimenta: Da pessoa

578
01:12:43.170 --> 01:12:43.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

579
01:12:43.500 --> 01:12:44.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não, mas aqui

580
01:12:44.210 --> 01:12:54.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é uma etapa crítica do processo. Aí você, quando compra, digamos assim, desse fornecedor, você faz a análise que eles emitem laudo para vocês.

581
01:12:54.730 --> 01:12:58.140
Marcelo Pimenta: Exatamente aí. É como se a gente fizer

582
01:12:58.270 --> 01:13:03.709
Marcelo Pimenta: usando o termo da versão dois mil e cinco. É um insumo crítico.

583
01:13:03.710 --> 01:13:04.100
Marcelo Pimenta: Sim,

584
01:13:04.100 --> 01:13:05.900
Marcelo Pimenta: faz toda a avaliação

585
01:13:05.900 --> 01:13:08.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A avaliação daquele insumo

586
01:13:08.240 --> 01:13:13.090
Marcelo Pimenta: Em produção de meio de cultura não tem essa intervenção, produção,

587
01:13:13.090 --> 01:13:20.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí vocês fazem teste de esterilidade, teste de produtividade e seletividade internamente.

588
01:13:20.770 --> 01:13:25.329
Marcelo Pimenta: O laboratório. Ele produz. Ele faz alguns testes, dependendo

589
01:13:25.570 --> 01:13:28.740
Marcelo Pimenta: do uso do meio de cultura.

590
01:13:28.860 --> 01:13:34.050
Marcelo Pimenta: O laboratório, quando vai fazer o ensaio quando ele recebe. Ele pode repetir alguns testes

591
01:13:34.610 --> 01:13:35.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

592
01:13:35.720 --> 01:13:37.220
Marcelo Pimenta: Como se fosse. Fornece dois. Terra,

593
01:13:37.220 --> 01:13:54.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim. Mas por exemplo, se eu estou comprando um fornecedor externo no meu laboratório por lote, eu deveria fazer esterilidade para garantir que aquele meio está Ok, seu meio seletivo, fazer seletividade e produtividade. Então é como se fosse comprado um provedor externo, exatamente a mesma coisa

594
01:13:55.080 --> 01:13:55.880
Marcelo Pimenta: Uhum,

595
01:13:56.300 --> 01:13:57.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

596
01:13:57.380 --> 01:14:09.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: beleza? Bom, aqui a questão: para quem tem essa parte do processo interno no laboratório. Então esses testes são feitos internamente ou ali, naquela unidade que faz a produção dos meios de cultura.

597
01:14:10.290 --> 01:14:13.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o ideal que a gente faça verdade? Sim,

598
01:14:13.120 --> 01:14:25.909
Marcelo Pimenta: Teve até uma vez que a gente estava tentando. Eu acho que até a Cage que não existe mais tem o Clr tem uma acreditação que é para laboratório de contor de qualidade de fábrica.

599
01:14:26.430 --> 01:14:27.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

600
01:14:27.330 --> 01:14:33.579
Marcelo Pimenta: A gente tinha um projeto de acreditar. O laboratório de produtor de qualidade da produção de medicultura.

601
01:14:33.830 --> 01:14:37.109
Marcelo Pimenta: Justamente, o laboratório não tem que fazer toda essa análise

602
01:14:37.110 --> 01:14:37.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O mesmo plano.

603
01:14:37.740 --> 01:14:38.570
Marcelo Pimenta: Fosse entregue.

604
01:14:38.850 --> 01:14:45.580
Marcelo Pimenta: Mas me parece que essa acreditação. Eles não estão fazendo mais.

605
01:14:45.850 --> 01:14:47.180
Marcelo Pimenta: Mas era. Eu acho

606
01:14:47.180 --> 01:14:48.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não sei.

607
01:14:48.570 --> 01:14:50.329
Marcelo Pimenta: Depois que você entrava na Live,

608
01:14:50.840 --> 01:14:56.630
Marcelo Pimenta: no site da Rblr. Você vai lá nas modalidades, tem crl e tal. Tem lá

609
01:14:56.630 --> 01:14:57.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

610
01:14:57.410 --> 01:14:59.849
Marcelo Pimenta: Uma sigla que a gente contou de qualidade no laboratório

611
01:14:59.990 --> 01:15:01.450
Marcelo Pimenta: de papo. Assim

612
01:15:02.090 --> 01:15:02.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

613
01:15:02.980 --> 01:15:07.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu nunca olhei assim. Não sei.

614
01:15:08.860 --> 01:15:22.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, só para terminar aqui, fechar aqui a questão do que é necessário para esse tipo de equipamento. Então, todos os testes de verificação da esterilidade. A gente precisa utilizar os indicadores químicos

615
01:15:23.110 --> 01:15:49.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para verificar tanto se a temperatura que é ideal seguida para esse tipo de metodologia de esterilização foi atingida. Então tem os indicadores de parâmetro único, temperatura, e também os multiparam, que conseguem evidenciar que tempo e temperatura do processo de esterilização foi atingida e também indicadores biológicos, para garantir

616
01:15:49.450 --> 01:15:59.419
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou que também micro organismos mais difíceis de serem eliminados. Enfim, se comprove que

617
01:15:59.820 --> 01:16:09.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que foram eliminados no processo de esterilização, então, se utiliza ali os indicadores biológicos. A frequência também

618
01:16:10.320 --> 01:16:24.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dos indicadores biológicos no processo de sinalização. Já vi ser feito de n maneiras. Depende do tamanho da produção, normalmente grandes produções de meio de cultura fazem, utilizam o indicador biológico com uma frequência maior.

619
01:16:25.010 --> 01:16:45.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: No lote do dia, utilizam, uma vez por dia, pessoas que produzem meio de cultura numa frequência menor, num volume menor fazem às vezes semanal. Às vezes fazem um controle do indicador biológico mensal. Então, depende do volume da produção. E a frequência que a gente faz. Esterilização de material também.

620
01:16:46.810 --> 01:17:10.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Enfim, é importante que a gente tenha esses registros todos, principalmente de todos os lotes, todas as esterilizações dos indicadores químicos, e também a utilização dos termômetros que a gente chama os termômetros de trava de mercúrio para garantir que a temperatura ali no equipamento estava adequada,

621
01:17:10.590 --> 01:17:13.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: foi atingida. Então ali o registro da temperatura.

622
01:17:13.930 --> 01:17:21.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E como é que foi o desempenho do indicador químico? E quando o indicador biológico se ele foi, também

623
01:17:21.760 --> 01:17:25.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: citava positivo ali, aquele tipo de teste.

624
01:17:26.090 --> 01:17:35.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma coisa que eu vejo para indicador biológico de dificuldade. Às vezes, as pessoas trocam de marca do indicador biológico e não incubam

625
01:17:36.070 --> 01:17:57.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na temperatura. Não se preocupam em olhar. A temperatura que o fabricante daquele indicador biológico indica que ele fala ali de cinquenta e cinco a sessenta graus, outros de cinquenta a sessenta graus. Então eu também tenho que ter uma estufa adequada para fazer aquela incubação. Então esse é um problema que às vezes eu vejo

626
01:17:58.160 --> 01:18:20.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outra coisa. Não fazem o teste conforme o fabricante indica que o ideal é que a gente coloque um indicador biológico dentro da autoclave. Passe pelo processo de esterilização e um fica fora. Eu comparo. Incubam os dois e comparo os desempenho. Então também vejo muitos laboratórios que não fazem o teste conforme o fabricante indica.

627
01:18:22.110 --> 01:18:36.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E às vezes, os fabricantes fornecem aquelas incubadoras pequenininhas que tu bota lá. E aí não tem nenhum termômetro calibrado que eu vá conseguir evidenciar que a temperatura daquela incubadora

628
01:18:37.060 --> 01:18:55.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: foi monitorada durante o processo. Então eu só vejo que sim. O teste virou. Foi positivo. Então que está tudo ok, então são pequenos cuidados que fazem diferença na interpretação do teste com o indicador biológico.

629
01:18:55.200 --> 01:19:05.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente tem que seguir a orientação do fabricante e garantir que todos os equipamentos, inclusive esses que vão fazer a incubação do indicador biológico, sejam feitas da maneira adequada.

630
01:19:05.660 --> 01:19:08.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui eu também já vi de tudo.

631
01:19:08.770 --> 01:19:13.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Laboratórios que são menores, que têm um pouquinho mais de dificuldade

632
01:19:14.650 --> 01:19:17.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: desse tipo de cuidado,

633
01:19:17.600 --> 01:19:18.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: né? Então

634
01:19:19.840 --> 01:19:21.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí?

635
01:19:21.750 --> 01:19:32.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho que da autoclave. Não sei se tem mais alguma coisa que outra situação, Marcelo, tu tenha visto aqui, mas eu acho que a gente contemplou tudo tudo que eu já vi nesses anos

636
01:19:33.910 --> 01:19:38.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de dificuldades com esse tipo de equipamento,

637
01:19:40.500 --> 01:19:48.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bom os piagômetros. Então a gente utiliza bastante nos laboratórios de microbiologia, na produção do preparo dos meios de cultura,

638
01:19:50.490 --> 01:19:54.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque cada meio de cultura tem um ph ideal

639
01:19:54.680 --> 01:20:03.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e que está ali descrito no rótulo. E aquele ambiente, aquele ambiente, que o organismo vai estar

640
01:20:03.980 --> 01:20:14.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: incubado, vai propiciar o crescimento? Sim ou não? Então, o ph é importante. O ph daquele meio é importante para aquele microrganismo. Cresça

641
01:20:14.740 --> 01:20:44.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e expresse as suas características da forma adequada. Então, lá nos preparos de meio de cultura. É um equipamento. Não é um equipamento. Fim do ensaio. Não é um ensaio de ph. Mas ele precisa também ser um equipamento disponível nas condições ideais, para que a gente garanta que aquele meio de cultura seja produzido da forma adequada, então a gente precisa que aquele pagâmetro esteja calibrado.

642
01:20:46.180 --> 01:20:56.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente precisa que aquele equipamento seja checado na periodicidade do uso então garantir que eu calibre com o laboratório competente.

643
01:20:56.390 --> 01:21:15.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esse tipo de equipamento também exige que a gente faça calibrações internas. Então, com alguma periodicidade que eu vou definir. Tem equipamentos que pedem que eu faça calibração sempre antes que eu use. E aí então eu vou utilizar o material de referência certificado para fazer essa calibração.

644
01:21:15.860 --> 01:21:37.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outros equipamentos mantêm a calibração por mais tempo. Eu vou estabelecer a frequência ali, conforme eu considero, sei lá, semanal mensal. Ou só quando o material de referência de checagem indica que o equipamento não esteja ok, então a frequência aqui da calibração interna. A gente estabelece conforme o tipo de equipamento que a gente tem

645
01:21:37.640 --> 01:21:39.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a nossa frequência de uso.

646
01:21:41.420 --> 01:21:53.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é importante que para a calibração. Então a gente está atribuindo valores e a gente tem que garantir a restabilidade meteorológica. Por isso a calibração tem que ser feita sempre com o Mrc.

647
01:21:53.440 --> 01:22:00.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E eu já vi muitas vezes as calibrações sendo feitas com material com Mr. E não com Mrc

648
01:22:02.090 --> 01:22:16.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e as checagens, então também a gente precisa garantir que esse equipamento esteja desempenhando adequadamente, que a precisão seja mantida ao longo das medições, então é necessário que a gente faça verificações

649
01:22:17.020 --> 01:22:20.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. Sim, a gente pode utilizar o material de referência

650
01:22:21.810 --> 01:22:28.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou um material de referência certificado de um lote diferente ou de uma marca diferente do que foi utilizada para calibração.

651
01:22:29.580 --> 01:22:40.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui também eu já vi situações onde as pessoas invertem, calibram com o Mr. E fazem a checagem com o Mrc. Então, calibração sempre com material de referência certificado.

652
01:22:41.460 --> 01:23:06.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A checagem, como a gente vai utilizar vários meios de cultura. A gente vai checar todos os níveis ali, Ph sete, quatro ou dez dependem do que eu estou utilizando. Então a gente vai ver quais os meios que a gente está preparando. E qual é a faixa de medição que a gente está fazendo ali, então eu preciso fazer nos três níveis dependem. Quais são as medições que eu faço?

653
01:23:06.760 --> 01:23:10.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então pode ser que eu possa fazer a verificação só

654
01:23:11.260 --> 01:23:14.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: num nível só no Sec.

655
01:23:14.970 --> 01:23:25.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui também existem documentos orientativos que falam sobre a seleção e o uso dos materiais de referência que é o Doc Sejeque dezasseis,

656
01:23:26.080 --> 01:23:34.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o Doc, sejecrei vinte e dois. O documento que orienta questões relacionadas à calibração desse tipo de equipamento. E o Doc? Se Cri

657
01:23:35.130 --> 01:23:37.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: oitenta deixa eu estar aqui

658
01:23:37.980 --> 01:23:48.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: oitenta e três, que fala sobre a utilização dos materiais de referência que está aqui no Grupo C, que determina que a gente faça calibrações externas

659
01:23:49.190 --> 01:24:00.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em laboratório competente, mas também o equipamento exige necessita que a gente faça calibrações internas com a frequência de utilização do equipamento.

660
01:24:02.880 --> 01:24:09.729
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também é importante que a gente nesse tipo de equipamento avalie o desempenho do eletrodo. Então faça

661
01:24:09.920 --> 01:24:15.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma avaliação ali do Slope do eletrodo para garantir que aquele instrumento, então está

662
01:24:16.380 --> 01:24:21.049
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a qualidade daquele equipamento daquele instrumento de medição está.

663
01:24:21.470 --> 01:24:31.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Está adequada. A vida útil daquele eletrodo está adequada, então é importante também que a gente faça com alguma periodicidade, a avaliação

664
01:24:33.020 --> 01:24:41.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do Slope do eletrônico. Então, para garantir, a gente precisa fazer trocas. E aí aquele equipamento vai continuar

665
01:24:41.450 --> 01:24:47.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sendo controlado para o tipo de medição que a gente está realizando.

666
01:24:48.490 --> 01:24:53.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho que aqui não tem nenhuma dificuldade. É um equipamento que as pessoas conhecem,

667
01:24:53.400 --> 01:25:00.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a única coisa que eu vejo nos laboratórios de microbiologia é utilizar o material de referência invertido

668
01:25:01.320 --> 01:25:06.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou utilizar o mesmo material de referência para calibrar e para checar, que isso é bem comum

669
01:25:08.360 --> 01:25:23.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou não utilizar ali todas as faixas necessárias para a checagem. Então, se eu faço medições nas faixas ácidas neutras e básicas, é importante que a gente também faça a checagem nos três níveis

670
01:25:23.610 --> 01:25:28.110
Marcelo Pimenta: Eu já vi. Laboratório calibrado, só produção elétrica. Não com Mrc.

671
01:25:28.380 --> 01:25:31.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, sim, Sim, isso também. Sim, isso também

672
01:25:33.610 --> 01:25:37.310
Marcelo Pimenta: Dependendo da faixa, é difícil você ter o Mrc

673
01:25:37.480 --> 01:25:40.560
Marcelo Pimenta: às vezes fica até em pauta no mercado

674
01:25:40.560 --> 01:25:41.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

675
01:25:42.020 --> 01:26:01.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tem equipamentos que não permitem calibração elétrica? Porque é por chip. Tem alguma especificação? Então algumas marcas não permitem, porque a calibração deve ser feita. Os dois parâmetros da calibração elétrica com o Mrc que isso tem ali na Nitidicle vinte e dois

676
01:26:01.880 --> 01:26:13.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a calibração completa é obtida com a calibração elétrica e com Mrc, mas tem algum tipo de equipamento que não permite calibração elétrica.

677
01:26:13.930 --> 01:26:22.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E tem uma nota. Não faz muito tempo que eu tive essa situação num equipamento que eu não tinha como,

678
01:26:22.400 --> 01:26:37.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a gente buscou no certificado. O laboratório de calibração identificou que não era possível por características do equipamento. E também Botou na nota. Qual é o item aqui do Docs Jack, que fala dessa situação,

679
01:26:37.820 --> 01:26:47.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que, nesse tipo de equipamento não é possível fazer calibração elétrica. Por isso que ela não está completa. Como é a orientação da Segecre.

680
01:26:48.370 --> 01:27:01.729
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então também tem esse tipo de situação. Mas o contrário. Não fazer com Mrc não dá, né? Fazer só a elétrica aí é uma coisa equivocada. É um erro. Já tive questões nesse sentido também.

681
01:27:02.010 --> 01:27:03.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí é não conformidade.

682
01:27:07.850 --> 01:27:10.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho que aqui de phâmetro está tranquilo,

683
01:27:11.610 --> 01:27:23.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Silvia. Eu fico falando aqui com o Marcelo, porque tu tá sem câmera, tá? Se tem alguma coisa que tu queira colocar numa situação que tu viveu ou alguma dúvida

684
01:27:23.600 --> 01:27:24.270
Silvia Fernandes: Não, beleza,

685
01:27:24.270 --> 01:27:25.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

686
01:27:25.250 --> 01:27:26.240
Silvia Fernandes: Tranquilo,

687
01:27:26.760 --> 01:27:27.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá bem,

688
01:27:31.990 --> 01:27:35.749
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bom. Balanças também. A gente utiliza aqui

689
01:27:36.650 --> 01:27:41.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos laboratórios de microbiologia, tanto

690
01:27:41.510 --> 01:27:53.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para amostras quanto para o preparo de meias e cultura. E aí a gente precisa ter o número de balanças suficientes nos ambientes. Cada uma dessas áreas,

691
01:27:53.830 --> 01:28:02.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque a calibração é feita em loco. Então a calibração. Eu não vou ficar mexendo a balança de lugar, porque senão ali é aquela calibração.

692
01:28:03.460 --> 01:28:29.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não reproduz a gente não garante que aquela calibração se mantenha. Se eu troco o equipamento de lugar. Então a instalação do equipamento aqui, é importante também instalar as balanças no ambiente adequado, que não tem ali bancadas que tenham vibração. Então eu estou fazendo ali uma bancada onde tem uma homogeneização ali de meio do lado, e a balança está na mesma bancada, sem estar estabilizada.

693
01:28:29.530 --> 01:28:32.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui é uma outra situação.

694
01:28:33.140 --> 01:28:42.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Existem balanças. Marcas de balanças também. Que exigem instalação de controle de temperatura e umidade. Então a gente tem que instalar no ambiente

695
01:28:43.290 --> 01:28:50.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: adequado, tanto de estabilidade da bancada, quanto de condições do ambiente

696
01:28:50.630 --> 01:29:02.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: calibrar na faixa de uso, porque aqui a gente pode também pesar grandes quantidades ou pequenas quantidades, então, garantir que a calibração esteja feita

697
01:29:02.240 --> 01:29:05.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: em toda a faixa que a gente utilizar.

698
01:29:06.140 --> 01:29:30.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E existem outras situações que são aqueles Dilumats, que são equipamentos na área de alimentos, que são balanças acopladas com o diluidor. Então aquilo também é uma balança. Então, garantir que a gente garanta a calibração também desse tipo de equipamento aqui nas análises clínicas, não tem esse equipamento automatizado de

699
01:29:31.060 --> 01:29:38.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de diluição. Não é uma coisa que eu tenha visto. Mas na parte de alimentos, a gente encontra

700
01:29:39.580 --> 01:29:46.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, além da calibração em laboratório competente, feita em loco na faixa de uso.

701
01:29:47.510 --> 01:29:59.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente precisa fazer checagens intermediárias. Existe o documento da Cgecre, que é o Doc sejeque oitenta e três. Desculpa, trinta e seis,

702
01:29:59.670 --> 01:30:05.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que fala sobre orientações sobre checagem intermediária de balanças.

703
01:30:05.800 --> 01:30:07.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A periodicidade.

704
01:30:08.890 --> 01:30:16.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente também estabelece normalmente se a gente utiliza aquele equipamento todos os dias. O ideal é que a gente cheque aquele equipamento antes do uso,

705
01:30:16.630 --> 01:30:20.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também utilizando os pesos padrão calibrados

706
01:30:21.140 --> 01:30:38.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na faixa de medição que a gente está utilizando aquele equipamento. Então, se eu posso. Existem uma gama grande de massas que eu estou utilizando ali, pesando ali. O ideal é que a gente faça a verificação e controle a tendência. Então a gente vai falar um pouquinho, depois eu vou mostrar umas cartas de controle.

707
01:30:38.330 --> 01:30:40.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Controle a tendência

708
01:30:40.660 --> 01:30:44.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: desse equipamento para garantir que as medições estão

709
01:30:45.200 --> 01:30:47.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: precisas.

710
01:30:47.730 --> 01:30:56.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esse tipo, acho que de situação balanças. Eu não vejo nenhum problema muito grande nos laboratórios de microbiologia.

711
01:30:57.080 --> 01:30:58.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Todos eles

712
01:30:58.550 --> 01:31:01.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: seguem as orientações.

713
01:31:02.060 --> 01:31:08.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esse tipo de orientação está ok, então deixei também aqui o Docs Jack noventa e sete,

714
01:31:08.220 --> 01:31:12.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que dá orientações para a calibração de balanças.

715
01:31:13.240 --> 01:31:17.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês tiveram alguma situação de balanças que seja significativa

716
01:31:20.290 --> 01:31:22.020
Marcelo Pimenta: Não,

717
01:31:22.020 --> 01:31:25.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho que balanço é um equipamento mais tranquilo.

718
01:31:25.490 --> 01:31:30.210
Marcelo Pimenta: Agora. O interessante trinta e seis

719
01:31:30.650 --> 01:31:31.680
Marcelo Pimenta: é.

720
01:31:31.840 --> 01:31:43.340
Marcelo Pimenta: Tem uns pontos que ele coloca, que na verdade, você não precisa fazer a checagem com peso padrão. Você pode usar qualquer outro material de referência, uma tampa de caneta. Você pode usar desde que você sempre se utiliza.

721
01:31:43.970 --> 01:31:53.300
Marcelo Pimenta: E quando eles revisarem esse talk, aquela grande dúvida, muitas balanças fazem. O autocal

722
01:31:53.540 --> 01:31:59.000
Marcelo Pimenta: tem aquelas que tem um peso interno e aquelas outras que pedem para você colocar o peso

723
01:31:59.270 --> 01:32:03.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De acordo com o Doc Sergec, como você faz isso?

724
01:32:03.670 --> 01:32:06.510
Marcelo Pimenta: O ideal é que, quando vai

725
01:32:06.750 --> 01:32:12.570
Marcelo Pimenta: o laboratório vai calibrar a sua balança, ele utiliza esse peso padrão seu

726
01:32:13.240 --> 01:32:19.680
Marcelo Pimenta: justamente para não invalidar. Depois a calibração, o autocal que você fizer

727
01:32:20.800 --> 01:32:21.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

728
01:32:22.850 --> 01:32:41.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sim, é interessante esses detalhes que trazem o documento. Mas eu não vejo aqui também que os laboratórios tenham muito problema com isso. É um equipamento que é mais tranquilo. Os anteriores que a gente comentou têm mais variabilidades ou mais questões que são relevantes.

729
01:32:44.240 --> 01:33:11.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, aqui os refrigeradores que a gente utiliza tanto refrigeradores pequenos, o ideal que sejam refrigeradores específicos para laboratório, porque aí tem toda uma vedação que é diferente a estabilidade desse tipo de equipamento. Acho que aqui o problema é que muitos laboratórios utilizavam refrigeradores comerciais domésticos em laboratório. E aí a gente sabe que a variabilidade da temperatura maior, porque

730
01:33:12.980 --> 01:33:23.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ele não é para isso. Então a gente não consegue estabilizar tanto a temperatura num equipamento doméstico. Então esta é a primeira situação.

731
01:33:25.380 --> 01:33:36.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Depois, aqui, a questão do ajuste da temperatura, então depende cada tipo de insumo. A gente tem ali condições que a gente precisa manter de temperatura. Então garantir

732
01:33:36.670 --> 01:33:57.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que ele esteja regulado para conseguir atender então tanto? Todos os insumos que estão ali armazenados. Se forem amostras também garantir que a gente armazene na temperatura das amostras de conservação daquele tipo de amostra. Então aqui, tanto para refrigeradores quanto para freezeres, então, garantir

733
01:33:57.400 --> 01:34:14.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a gente esteja regulando a temperatura do equipamento no ideal de uso para insumos. Então, se a gente armazena diferentes tipos de insumos e marcas diferentes, às vezes a gente tem uma gama grande de variação de temperatura.

734
01:34:14.880 --> 01:34:17.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então não é tudo de dois a oito

735
01:34:18.810 --> 01:34:27.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a gente normalmente vê, as pessoas regulam e não olham o rótulo, a embalagem ali para ver o que está armazenado lá dentro.

736
01:34:27.580 --> 01:34:43.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então depende também se é material de referência o que o fabricante orienta para a conservação daquele tipo de material. Então, garantir que aquela temperatura tenda, tudo, todas as situações que estão ali armazenadas,

737
01:34:45.410 --> 01:35:00.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ter um equipamento, um instrumento que faça o monitoramento daquele equipamento em toda a faixa de uso. Ou seja, eu preciso ter aqui só o controlador de temperatura daquele equipamento não garante que em todas as vinte e quatro horas,

738
01:35:00.670 --> 01:35:15.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a temperatura fica estabilizada. A gente pode ter uma queda de energia elétrica, e aí a gente tenha uma variação maior de temperatura. Existem equipamentos mais modernos, aqueles data logers que fazem até gráfico. Emitem alerta

739
01:35:15.630 --> 01:35:16.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e.

740
01:35:17.560 --> 01:35:24.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí a gente acompanha bem de perto em que momento o equipamento falhou e possa ter alguma ação.

741
01:35:24.310 --> 01:35:36.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas o importante é que a gente tenha um instrumento de medição que dê ali o panorama das vinte e quatro horas para garantir que tudo que está lá dentro fique armazenado da forma adequada.

742
01:35:37.330 --> 01:35:42.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então refrigeradores que são em salas

743
01:35:43.450 --> 01:36:02.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou que são cabines grandes. Então, a questão da qualificação, garantir que aquele equipamento seja verificado também na questão de toda aquela área, então equipamentos muito grandes. Se a pessoa não faz um estudo térmico para garantir se toda aquela área mantenha a temperatura. Também pode ser que a gente tenha algum problema.

744
01:36:03.280 --> 01:36:14.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso eu vejo bastante das pessoas não se preocuparem em fazer qualificação térmica de câmara fria ou salas que fazem refrigeração

745
01:36:15.960 --> 01:36:21.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para geladeiras pequenas, geladeiras desse tamanho. Como está na foto?

746
01:36:22.090 --> 01:36:27.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não costumo exigir qualificação. Não sei, Marcelo. Vocês fazem nas geladeiras. E vocês? Qualificação

747
01:36:28.110 --> 01:36:28.810
Marcelo Pimenta: Sim,

748
01:36:29.430 --> 01:36:30.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

749
01:36:30.350 --> 01:36:31.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é. Não vejo

750
01:36:34.500 --> 01:36:38.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: todo mundo fazer. Tá para câmaras frias, grandes.

751
01:36:39.450 --> 01:36:45.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu acho que é essencial, porque aí é uma área muito grande. A gente precisa entender.

752
01:36:45.810 --> 01:36:48.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas para as geladeiras menores,

753
01:36:49.730 --> 01:36:54.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é todo mundo que tem esse tipo de preocupação.

754
01:36:56.340 --> 01:37:12.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Outra questão que eu vejo bem, importante é nos registros de temperaturas que passam da temperatura de controle. Vamos falar ali dos dois a oito graus aí só tem lá no registro a porta aberta. Limpeza.

755
01:37:12.500 --> 01:37:16.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente não sabe se teve algum impacto.

756
01:37:17.340 --> 01:37:25.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se é uma temperatura oito,um. Realmente, a gente não tem

757
01:37:25.830 --> 01:37:30.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um impacto. Mas às vezes a gente tem temperaturas que fogem um pouquinho mais

758
01:37:30.190 --> 01:37:37.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí eu não consigo saber se é muito tempo, se é pouco tempo que ficou naquela temperatura fora.

759
01:37:37.200 --> 01:37:54.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o que estava lá dentro é crítico. Não é crítico. Então a gente precisa ter um pouquinho de registros mais elaborados. Eu boto ali vários registros. Porta aberta, porta aberta. Porta aberta. Então pode ser que aquilo que estava armazenado ali naquele refrigerador tenha sido prejudicado.

760
01:37:55.250 --> 01:38:05.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, isso é uma outra dificuldade. Tem um laboratório que eu avaliei no laboratório de biologia molecular. Eles tinham um equipamento que era bom,

761
01:38:06.530 --> 01:38:08.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas no freezer,

762
01:38:09.330 --> 01:38:15.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eles não conseguiam manter a temperatura, porque realmente ela abria e fechava a porta o tempo inteiro.

763
01:38:15.960 --> 01:38:22.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eles tiveram que fazer um estudo de impacto daquela temperatura variar

764
01:38:23.460 --> 01:38:31.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mais do que era o esperado para aquele tipo de ensaio, porque ela realmente não conseguia manter na temperatura ideal.

765
01:38:31.930 --> 01:38:53.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Indicado na metodologia. Não me lembro se era para os insumos que eram armazenados. Então eles fizeram um estudo de impacto para garantir que aquela variação de temperatura maior do que estava prevista. Não tinha repercussão na qualidade do ensaio, mas isso acontece. Ela disse: Não, eu não sei mais o que fazer. Trocaram equipamento,

766
01:38:54.660 --> 01:39:15.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: trocaram o instrumento que estava fazendo o monitoramento e continuava a situação. Então, às vezes, a gente precisa fazer uma compreensão maior, entender se eu. Não consigo manter se aquela variação maior está impactando no meu ensaio. Naquele caso, não tinha. Não tinha nenhum impacto. Eles conseguiam manter a qualidade.

767
01:39:15.750 --> 01:39:23.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Estava tudo ok, mas aí justificava todos aquelas registros justificativas, além da temperatura de controle.

768
01:39:24.850 --> 01:39:26.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

769
01:39:28.730 --> 01:39:34.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma outra situação, principalmente para laboratórios pequenos, que eu acho relevante é misturar

770
01:39:34.580 --> 01:39:55.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: amostra com insumo. Então também é uma coisa que é complicado. O ideal é que a gente separe amostras num refrigerador e insumos materiais de consumo daquele ensaio, reagentes e placas no outro refrigerador,

771
01:39:56.780 --> 01:40:07.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e mesmo nessa segregação de amostras, insumos nas de amostras. Então, se eu tenho amostras que são muito carregadas, se eu puder também separar

772
01:40:07.580 --> 01:40:18.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de matrizes mais limpas de amostras mais limpas também seria o ideal em alimentos e águas. Acontece muito isso de misturar efluente com água

773
01:40:20.530 --> 01:40:40.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou um material, que é um alimento que é mais contaminado, mais passível de contaminação do que de um outro material que é pouco água e carne, por exemplo. Então o ideal é que a gente consiga fazer uma segregação também das amostras

774
01:40:40.650 --> 01:41:01.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para insumos. Os materiais de referência, as ceas padrão, também elas vão ter que ser segregadas em algum outro refrigerador. Então a segregação também nesse tipo de equipamento é importante que a gente fale, porque já a gente já vê situações que. E no caso de eu não ter alternativa.

775
01:41:02.360 --> 01:41:17.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, por exemplo, eu só tenho uma geladeira para mostra que a gente coloca o material mais carregado embaixo e o material mais limpo em cima. Se eu consigo colocar em caixas. Então o maior tipo de segregação que eu possa fazer. Eu ia falar alguma coisa?

776
01:41:21.620 --> 01:41:22.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não,

777
01:41:28.510 --> 01:41:33.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aí também acho que quem é menor tem um pouquinho de dificuldade maior nesse sentido,

778
01:41:34.900 --> 01:41:42.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e às vezes não é nem de complexidade do laboratório. É de área física. Mesmo eu tenho um lugar que é muito apertado

779
01:41:42.840 --> 01:41:45.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e eu não tenho como colocar mais do que uma geladeira.

780
01:41:47.090 --> 01:41:52.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente às vezes precisa segregar dentro do mesmo.

781
01:41:52.500 --> 01:41:53.910
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Do mesmo equipamento.

782
01:41:57.990 --> 01:42:02.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Alguma coisa de refrigeradores que vocês queiram comentar. Sílvia,

783
01:42:06.540 --> 01:42:07.810
Silvia Fernandes: Não,

784
01:42:07.810 --> 01:42:08.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tchau,

785
01:42:14.690 --> 01:42:27.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outra coisa. Agora me lembrei dessas salas. Essas câmaras frias que são salas. Às vezes, a gente precisa botar mais do que um sensor, porque às vezes, se eu boto um sensor, só.

786
01:42:27.350 --> 01:42:33.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu só estou pegando um ponto. Isso é uma área muito grande. O ideal é que eu monitore ali, que eu tenha um.

787
01:42:35.080 --> 01:42:41.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Um termômetro com mais do que um sensor para garantir que a gente consiga monitorar toda a área.

788
01:42:41.440 --> 01:42:47.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso eu já vi. Também era uma sala bem grande. Só que eles não estavam conseguindo monitorar tudo.

789
01:42:47.920 --> 01:42:58.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E também nesse tipo de situação, o ideal que a gente não coloque material no chão. Então tem vários cuidados. Quando a gente está naquele ambiente,

790
01:42:58.230 --> 01:43:02.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é um refrigerador, mas que é uma sala, não é um equipamento assim.

791
01:43:02.780 --> 01:43:18.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E também a questão da segregação. Às vezes, a gente precisa até o material de armazenamento de contraprovas. Então, garantir que a gente consiga localizar aquele material quando a gente faça o armazenamento, mas são outras situações que, independente da

792
01:43:18.440 --> 01:43:20.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de questões metrológicas.

793
01:43:21.710 --> 01:43:25.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas é importante que a gente consiga manter aquele material bem armazenado

794
01:43:29.970 --> 01:43:32.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bom as micropipetas.

795
01:43:32.270 --> 01:43:38.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, as micropipetas que o volume vai impactar

796
01:43:40.660 --> 01:43:51.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no resultado do meu ensaio, que é uma etapa crítica do processo. Então precisa que esse tipo de micro pipeta seja calerado em laboratório competente,

797
01:43:51.560 --> 01:44:06.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: micropipetas ou dispensadores, que é só uma transferência que o volume não interfira. A gente não precisa calibrar. Então a gente precisa calibrar todas as micropipetas? Não depende qual é a função dela no processo

798
01:44:07.640 --> 01:44:13.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tão importante além da calibração que a gente faça periodicamente checagens

799
01:44:15.100 --> 01:44:32.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: intermediárias. Como é um tipo de equipamento que a gente manda calibrar, ela vai. Tem o transporte. O ideal é que, quando ela volte a gente faça uma checagem e periodicamente entre uma calibração e outra também. Esse equipamento passe por algum tipo de verificação

800
01:44:35.000 --> 01:44:39.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui, também essa questão de frequência eu já vi

801
01:44:39.510 --> 01:44:53.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: das mais diversas maneiras. Já vi checagens, depois o retorno. E depois, com frequência mensal. Já vi com frequência trimestral semestral e não fazer.

802
01:44:53.520 --> 01:44:56.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não sei como é que vocês fazem ali internamente

803
01:45:00.810 --> 01:45:02.710
Marcelo Pimenta: A parte da

804
01:45:03.410 --> 01:45:04.170
Marcelo Pimenta: Tchau. Tchau,

805
01:45:04.800 --> 01:45:09.809
Marcelo Pimenta: parte clínica. Vamos chamar assim. A gente não faz as checagens intermediárias.

806
01:45:09.990 --> 01:45:13.799
Marcelo Pimenta: As nossas calibrações são anuais

807
01:45:14.180 --> 01:45:16.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí,

808
01:45:16.870 --> 01:45:18.289
Marcelo Pimenta: Realmente a gente. Não,

809
01:45:18.290 --> 01:45:21.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Porque são ensaios qualitativos. Por isso,

810
01:45:22.220 --> 01:45:22.570
Marcelo Pimenta: E aí?

811
01:45:22.570 --> 01:45:25.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ela não tem impacto.

812
01:45:25.050 --> 01:45:25.720
Marcelo Pimenta: É

813
01:45:25.880 --> 01:45:28.660
Marcelo Pimenta: diferente da parte de vigilância sanitária. Hoje tem a dezassete da.

814
01:45:28.660 --> 01:45:29.070
Marcelo Pimenta: Bom dia.

815
01:45:29.070 --> 01:45:37.449
Marcelo Pimenta: Mas, de uma maneira geral, na parte clínica. A gente tem essa dificuldade também. O pessoal não entende essa necessidade,

816
01:45:37.940 --> 01:45:39.969
Marcelo Pimenta: mas o que a gente se apega também,

817
01:45:40.250 --> 01:45:44.510
Marcelo Pimenta: por exemplo, já fosse o ditado. Hoje eu falo.

818
01:45:45.350 --> 01:45:52.180
Marcelo Pimenta: As calendações são anuais. Os controles internos estão dentro, disparando e os nossos resultados da deficiência são.

819
01:45:52.410 --> 01:46:03.150
Marcelo Pimenta: São satisfatórios. Não vejo necessidade de a gente fazer todo esse procedimento de checagem trabalhoso por causa disso. Se a gente tivesse uma velocidade de calibração maior. Um ano e meio

820
01:46:03.150 --> 01:46:04.570
Marcelo Pimenta: em dois anos,

821
01:46:04.990 --> 01:46:06.070
Marcelo Pimenta: talvez.

822
01:46:06.250 --> 01:46:08.100
Marcelo Pimenta: Certo? Seria mais

823
01:46:08.250 --> 01:46:21.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ou se a etapa do processo, por exemplo, se fosse um ensaio quantitativo, fosse uma etapa crítica do processo, então, por isso que a Pib, um universo que depende da situação que a gente está utilizando o equipamento.

824
01:46:22.890 --> 01:46:23.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

825
01:46:24.340 --> 01:46:40.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: isso que nem tu disse isso é a frequência é anual. Se considera que o tipo de ensaio e a frequência das calibrações dispensam a questão da checagem. Por isso que a gente já vê de tudo aqui em questões de checagem intermediária de micropeto, porque dependem de cada situação.

826
01:46:41.140 --> 01:46:42.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

827
01:46:42.600 --> 01:46:48.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas enfim, aqui eu trouxe uma sistemática e um documento que fala sobre

828
01:46:49.940 --> 01:47:00.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: verificação. Eu não botei aqui o Doc. Sigject, que fala sobre medição de volume? Não sei. Tu lembra de cabeça, Marcelo? Tem o Docjet que fala

829
01:47:01.040 --> 01:47:02.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sobre uma edição de volume

830
01:47:03.090 --> 01:47:06.299
Marcelo Pimenta: Bom ali naquela lista da

831
01:47:07.530 --> 01:47:24.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De documentos da Cgec tem naquele Rm setenta e nove lá da rede. A gente está fazendo o link dos documentos da Cgecre que tem a ver com aquele tipo de equipamento. Eu acho que lá foi colocado. Então, se alguém não encontrar lá na lista de documentos da Cgecre.

832
01:47:24.530 --> 01:47:46.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eles falam de situações que devem ser consideradas quando a gente faz calibração, mas também a checagem tem que garantir que a gente faça que as checagens são por método gravimétrico. Então aquela balança que faz a checagem tem que ser uma balança calibrada. Ela tem que ser calibrada na faixa da medição que a gente vai fazer ali

833
01:47:46.750 --> 01:47:51.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o ambiente. Então a gente tem que garantir temperatura

834
01:47:51.850 --> 01:48:16.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: adequada, porque vai ter interferência ali na avaliação da densidade. Então a gente precisa ter a temperatura da água e a temperatura do ambiente garantida, para que aquela checagem seja feita da forma ideal, o ideal, então que a gente faça em três volumes, no volume mínimo daquele equipamento no volume médio e no volume máximo,

835
01:48:18.850 --> 01:48:20.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

836
01:48:20.710 --> 01:48:33.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também garanta o número de repetições daquelas medições para garantir que a checagem garanta uma precisão suficiente para aquela medição.

837
01:48:35.110 --> 01:48:46.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Já vi também as pessoas não se atentarem dessa questão da balança ser calibrada, ou se ela era calibrada, elas não se preocuparam em saber a faixa de medição. Então isso é um problema

838
01:48:48.680 --> 01:48:53.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. Eu só deixei um exemplo de uma planilha

839
01:48:54.530 --> 01:48:59.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de verificação de micro app. Tem um critério de aceitação aqui da aprovação.

840
01:49:00.390 --> 01:49:05.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, considerar aqui os volumes aqui. Eu só deixei num volume.

841
01:49:05.640 --> 01:49:12.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então vão ser três planilhas que a gente vai ter três volumes e dez repetições para cada uma

842
01:49:13.560 --> 01:49:19.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da faixa da medição, e aí também na frequência que a gente considera

843
01:49:22.070 --> 01:49:25.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: necessária da

844
01:49:25.950 --> 01:49:27.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para aquele tipo de.

845
01:49:29.450 --> 01:49:32.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Do equipamento do uso que a gente está dando para o equipamento

846
01:49:36.700 --> 01:49:52.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outro equipamento que a gente utiliza muito. Então, dependendo do tipo de micro organismo que a gente está manipulando, são as cabines de segurança biológica, então existem alguns microorganismos que é necessário que a gente manipule em um ambiente

847
01:49:53.210 --> 01:49:58.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que garanta a segurança tanto do colaborador quanto do material.

848
01:50:01.300 --> 01:50:02.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

849
01:50:03.740 --> 01:50:22.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente está trabalhando ali num ambiente estéreo. Então a gente tem que garantir que aquela utilização das lâmpadas Uv para garantir aquela esterilização. A higienização da cabine previamente da utilização. Acho que eu botei aqui mais na sequência,

850
01:50:22.690 --> 01:50:30.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente vai escolher o tipo de cabine de segurança biológica, dependendo do tipo de organismo que a gente está manipulando ali,

851
01:50:31.800 --> 01:50:33.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no ambiente

852
01:50:34.530 --> 01:50:40.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: das análises clínicas. Então, a gente normalmente

853
01:50:40.510 --> 01:51:04.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: está manipulando com organismos aqui de grupo do risco um e dois, na maioria das vezes, mas tem alguns laboratórios que então tem, agentes patogênicos com maior risco. Então, com bactérias, vocês, eu acho que da área de vocês, vocês têm riscos maiores aqui. Eu não sei. Vocês trabalham com risco quatro. Não sei

854
01:51:04.320 --> 01:51:06.509
Marcelo Pimenta: Não, a gente tem um Nb3

855
01:51:08.980 --> 01:51:14.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então as cabines que vocês utilizam normalmente são de classe dois ou três.

856
01:51:19.170 --> 01:51:21.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou botar a referência aqui, que eu acho que está mais.

857
01:51:22.560 --> 01:51:24.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Essa aqui é a referência de

858
01:51:24.570 --> 01:51:26.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: alimentos.

859
01:51:27.030 --> 01:51:31.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês usam o cabine de classe dois

860
01:51:32.550 --> 01:51:34.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: B um ou B dois

861
01:51:38.540 --> 01:51:41.669
Marcelo Pimenta: De cabeça. Eu gosta de falar.

862
01:51:41.970 --> 01:51:43.139
Marcelo Pimenta: Pois é, a gente

863
01:51:43.140 --> 01:51:44.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo bem. Mas assim que

864
01:51:44.160 --> 01:51:44.730
Marcelo Pimenta: Eu sou

865
01:51:44.730 --> 01:51:51.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Que são normalmente os organismos que a gente tem de maior

866
01:51:51.520 --> 01:51:54.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de risco médio, digamos assim.

867
01:51:55.490 --> 01:52:17.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí as cabines de classe três exigem que elas sejam fechadas, que elas são herméticas. O fluxo do ar não reflui para o ambiente. Ele é todo com exaustão para garantir que a gente não tenha contaminação do analista.

868
01:52:18.950 --> 01:52:31.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, depende aqui. Eu quis deixar, mas depende o tipo de organismo que a gente estiver trabalhando, a gente também ter que ter o cuidado do tipo de cabine de segurança biológica que a gente está utilizando

869
01:52:31.840 --> 01:52:37.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui também a questão da calibração, né? Porque calibração Rbc

870
01:52:38.250 --> 01:52:44.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente tem qualificação, não é um estudo, não é uma calibração.

871
01:52:44.700 --> 01:52:47.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui.

872
01:52:48.890 --> 01:53:05.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que eu vejo que está se exigindo que a calibração seja feita por um laboratório competente. A Cgec tem pedido que as qualificações sejam feitas por uma empresa acreditada? Não sei. Vocês têm desse tipo de cobrança.

873
01:53:07.030 --> 01:53:08.080
Marcelo Pimenta: Não,

874
01:53:08.360 --> 01:53:09.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não,

875
01:53:09.480 --> 01:53:10.750
Marcelo Pimenta: Passagem.

876
01:53:10.750 --> 01:53:11.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

877
01:53:11.600 --> 01:53:15.230
Marcelo Pimenta: A nossa última reavaliação da vinte e cinco foi ano passado.

878
01:53:15.940 --> 01:53:17.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não exigiram.

879
01:53:17.460 --> 01:53:20.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu já vi avaliador que exige

880
01:53:20.600 --> 01:53:23.710
Marcelo Pimenta: Mas tem calibração de

881
01:53:23.710 --> 01:53:28.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não, não. Calibração não seja feita por uma empresa

882
01:53:28.010 --> 01:53:28.440
Marcelo Pimenta: Uhum,

883
01:53:28.440 --> 01:53:31.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Crl, não um Rpc

884
01:53:31.550 --> 01:53:32.210
Marcelo Pimenta: Tudo,

885
01:53:33.150 --> 01:53:36.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso. Sim, o que eu tenho visto. Eles pedindo? Não pediram para vocês

886
01:53:37.540 --> 01:53:37.960
Marcelo Pimenta: É um

887
01:53:38.280 --> 01:53:49.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A rede meteorológica não pede que seja um fornecedor de estudo de qualificação acreditado que seja Crl

888
01:53:49.990 --> 01:53:56.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a empresa que faça. Mas eu vi alguns laboratórios me relatando que a Cgecl vem pedindo

889
01:53:58.200 --> 01:54:04.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: se. Não pediram de vocês. Isso está sendo ainda meio de avaliador para o valedor. Não, calibração não tem

890
01:54:05.710 --> 01:54:15.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Rbc, não tem? É, mas é ensaio. Ensaio desse tipo de equipamento. Então vai vir o celular,

891
01:54:17.860 --> 01:54:20.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a rede meteorológica. A gente não pere,

892
01:54:21.700 --> 01:54:26.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas eu já vi vários laboratórios que têm acreditação da cgeclipse.

893
01:54:28.310 --> 01:54:44.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, outras situações aqui de laboratórios clínicos. Então, são automações, tanto para a hemocultura, para a leitura de antibiógrama, para a identificação de micro organismos. E aí aqui a gente vai precisar

894
01:54:45.990 --> 01:54:47.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nos processos de

895
01:54:48.220 --> 01:55:04.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: validação do método de verificação, garantir que a gente contemple toda a variabilidade e garanta que esses equipamentos façam essas automações, reproduzam o que seria feito de uma maneira tradicional,

896
01:55:05.040 --> 01:55:20.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então questões de meios de cultura, incubação, volume. Então cada um desses materiais, sendo utilizado de forma adequada quando está fazendo leitura de aula, por exemplo, para fazer uma leitura manual,

897
01:55:20.180 --> 01:55:25.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: confrontando com uma leitura da automação, então, validar esse processo

898
01:55:26.780 --> 01:55:44.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e na identificação dos organismos. Da mesma maneira, garantir que a gente tenha um processo, uma validação desse tipo de automação de uma maneira adequada, porque se eu vou liberar resultado só da automação, eu tenho que garantir que isso seja feito da forma adequada

899
01:55:44.730 --> 01:56:00.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para as automações de coloração de Gran, então também que a gente consiga fazer a validação da coloração para garantir que, depois, quando chegue na etapa da identificação e da leitura. Eu tenho um material, uma lâmina

900
01:56:00.850 --> 01:56:10.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: adequada, porque senão esse processo fica interrompido. Então, garantir que todas essas automações sejam só colocadas em uso.

901
01:56:11.160 --> 01:56:15.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês têm automação para esse tipo de é que vocês não fazem esse tipo de ensaio

902
01:56:17.350 --> 01:56:25.619
Marcelo Pimenta: Molecular e algumas questões de sonologia também

903
01:56:25.620 --> 01:56:25.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

904
01:56:25.950 --> 01:56:30.259
Marcelo Pimenta: Marketing. Então, alguns equipamentos nós temos na parte clínica

905
01:56:31.170 --> 01:56:43.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui, para os processos de validação. Vocês também fazem fazem comparação de métodos manuais e automação. Quando for instalada a automação. Provavelmente foi feito

906
01:56:43.990 --> 01:56:45.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a validação do método

907
01:56:45.770 --> 01:56:46.830
Marcelo Pimenta: Nome.

908
01:56:47.450 --> 01:56:53.830
Marcelo Pimenta: Existe uma grande experiência entre a nossa parte de vigilância sanitária e a parte clínica,

909
01:56:53.970 --> 01:56:57.670
Marcelo Pimenta: a validação, eu não

910
01:56:58.150 --> 01:57:08.379
Marcelo Pimenta: ou ter certeza de dizer que foi feita essa comparação entre o manual e o automatizado, mas que ele passou por qualificação. Todas as qualificações do fornecedor

911
01:57:08.380 --> 01:57:09.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

912
01:57:09.080 --> 01:57:09.900
Marcelo Pimenta: Seguramente. Sim,

913
01:57:09.900 --> 01:57:10.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum

914
01:57:12.990 --> 01:57:16.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é provavelmente vocês não têm esse ensaio acreditado.

915
01:57:17.040 --> 01:57:17.730
Marcelo Pimenta: Não,

916
01:57:18.110 --> 01:57:36.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não teria que também ver os registros de como é que foi feita esse tapa de instalação do equipamento, validação para uso se cumpriu. Se foi feita a comparação? Sim ou não, mas principalmente quando a gente está passando de um processo mais manual para o automatizado,

917
01:57:36.700 --> 01:57:47.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou quando, por exemplo, a gente tem contadores automáticos de colônias. Então a gente fazia anteriormente.

918
01:57:47.950 --> 01:57:59.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Fazia anteriormente de um método manual. Então é importante que a gente consiga comparar a contagem que seria feita por uma pessoa, do que o equipamento está fazendo

919
01:57:59.490 --> 01:58:03.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para garantir que os resultados sejam reproduzidos.

920
01:58:07.400 --> 01:58:19.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A questão da microscopia. Então a que passa também pela coloração da gente ter uma coloração das lâminas bem feita para quando a gente passe para a identificação,

921
01:58:19.190 --> 01:58:23.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: consiga se identificar as estruturas corretamente.

922
01:58:23.730 --> 01:58:53.419
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Depois, a questão das manutenções dos microscópios, então, manutenções periódicas aqui, a calibração nas análises clínicas, a gente não precisa. Se por acaso a gente tivesse alguma régua que medisse alguma estrutura e isso fosse parte do ensaio, aí a gente precisaria ter o microscópio com a régua calibrada, mas eu acho que nos ensaios de Análises Clínicas não tem nenhuma desse tipo de situação que a gente precise calibrar a régua do equipamento,

923
01:58:53.700 --> 01:59:01.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as manutenções e as limpezas que são feitas periodicamente pelos laboratórios.

924
01:59:02.220 --> 01:59:10.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas, enfim, acho que aqui não tem. A questão mais crítica aqui é ter um colaborador treinado

925
01:59:10.680 --> 01:59:17.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para conseguir fazer as identificações e as leituras da melhor maneira. Então, aqui o controle de qualidade é

926
01:59:17.800 --> 01:59:26.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o treinamento. As análises em duplicata por um avaliador de referência

927
01:59:27.190 --> 01:59:44.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e um outro profissional que isso seja feito periodicamente. Amostras cegas que já foram avaliadas em algum momento, que a gente possa então refazer aquela análise para garantir que aquele analista consiga fazer a identificação da mesma maneira que a gente consiga reproduzir

928
01:59:45.100 --> 01:59:49.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aquele tipo de resultado de identificação.

929
01:59:50.410 --> 01:59:59.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Às vezes comparações também com fotos com bancos de imagens, bancos de lâminas que a gente possa ter ali para poder comparar.

930
02:00:00.210 --> 02:00:09.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui passa mais pela qualificação do analista do que propriamente pelo equipamento. Claro que a gente tem que ter o equipamento em condições

931
02:00:10.400 --> 02:00:16.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: adequadas e consiga ter ali o aumento ideal para que a gente faça aquela identificação.

932
02:00:17.000 --> 02:00:21.729
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas aqui é muito mais do treinamento do analista do que qualquer coisa.

933
02:00:22.130 --> 02:00:33.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui os controles internos e qualidade, de garantir que as leituras ou as identificações sejam feitas as interpretações da mesma maneira por todos os analistas

934
02:00:33.510 --> 02:00:36.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que estão realizando aquele ensaio.

935
02:00:39.330 --> 02:00:43.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Alguma coisa que vocês queriam trazer aqui? Silvia, não sei se trabalha com microscopia

936
02:00:46.790 --> 02:00:49.889
Silvia Fernandes: Não. Eu trabalho com o Marcelo na qualidade

937
02:00:50.260 --> 02:00:51.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Hummm

938
02:00:51.290 --> 02:00:52.960
Silvia Fernandes: E aí?

939
02:00:53.900 --> 02:00:56.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então está concordando com tudo que ele está dizendo?

940
02:00:56.520 --> 02:00:57.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

941
02:00:57.490 --> 02:00:59.060
Silvia Fernandes: Exatamente

942
02:00:59.270 --> 02:01:01.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá bom. Então tá bom.

943
02:01:03.130 --> 02:01:04.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

944
02:01:07.680 --> 02:01:08.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aqui também.

945
02:01:08.150 --> 02:01:08.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É impossível.

946
02:01:08.580 --> 02:01:09.620
Marcelo Pimenta: Não.

947
02:01:09.940 --> 02:01:11.779
Marcelo Pimenta: Você pode fazer um intervalo assim.

948
02:01:12.140 --> 02:01:18.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Claro. Sim, é que eu já estava terminando aqui. Por isso que eu estava tocando. Só falta. Acho que mais duas lâminas. Mais essa aqui.

949
02:01:19.490 --> 02:01:20.430
Marcelo Pimenta: Tchau

950
02:01:20.430 --> 02:01:22.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A ideia é, a gente faz o intervalo

951
02:01:23.710 --> 02:01:43.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. Eu só queria trazer essa questão dos termocicladores, da biologia molecular e dos blocos de gestores que até nem botei a foto aqui. Então os termocicladores estão lá na nitidicla doze. Então são equipamentos passíveis de calibração. Eu acho que está lá. Desde dois mil e vinte e um que ele passou a ser um equipamento

952
02:01:44.130 --> 02:01:49.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: passível de calibração. Só tem uma empresa no Brasil que faz calibração de termociclador.

953
02:01:50.270 --> 02:01:52.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então os laboratórios ficam à mercê

954
02:01:53.890 --> 02:01:58.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: desta empresa. Então, teve uma situação que a empresa teve

955
02:01:59.180 --> 02:02:02.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o equipamento que eles calibram, os equipamentos quebrou.

956
02:02:03.490 --> 02:02:11.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eles tinham que mandar lá para a Dinamarca consertar. E aí quem precisava de calibração naquele período ficou prejudicado.

957
02:02:12.370 --> 02:02:25.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é uma situação porque a gente, Ah, se eu tenho cinco termocicladores, eu tenho que calibrar todo mundo. Sim, se tem impacto. Se é um ensaio que está ali no teu escopo de reconhecimento, Sim, porque é uma etapa crítica do processo.

958
02:02:26.140 --> 02:02:39.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E é um problema. Já vi muito laboratório questionando: Ah, mas é um problema se já ter acreditado um fornecedor de calibração. Se um laboratório, eu fico à mercê, eles podem me cobrar quanto eles quiserem. E é verdade,

959
02:02:40.120 --> 02:02:42.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas a gente, enquanto

960
02:02:42.750 --> 02:02:53.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: avaliador, também entende que isso é uma etapa crítica do processo e precisa garantir que seja feita com equipamento calibrado.

961
02:02:53.600 --> 02:03:02.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, a partir do momento que tu dissesse se tem na mitidatrinta, argumento que se tem, se está lá, ele é passivo de exigência.

962
02:03:02.260 --> 02:03:06.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mesmo que só tenha um fornecedor no mercado

963
02:03:08.590 --> 02:03:32.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e os blocos. Então um que não está aqui, os blocos também, que se utiliza bastante na biologia molecular também garantir que eles sejam calibrados, que a temperatura seja calibrada nas etapas do processo. Então os blocos variam ali de cem aos noventa e cinco. Então que eu tenho ali. A calibração do bloco e do termômetro, que faz o monitoramento daquele equipamento.

964
02:03:32.280 --> 02:03:38.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, às vezes, a gente vê que as pessoas esquecem os blocos de aquecimento, de calibrar ali os.

965
02:03:38.870 --> 02:03:42.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os termômetros e os controladores de temperatura.

966
02:03:43.710 --> 02:03:45.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O que é isto?

967
02:03:45.890 --> 02:03:51.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os extratores? Não, o extrator não tem calibração, mas os termocicladores mesmo.

968
02:03:51.840 --> 02:03:57.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E a gente tem encontrado um pouquinho de dificuldade das pessoas calibrarem esse tipo de equipamento.

969
02:03:59.960 --> 02:04:03.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo, vamos fazer um intervalinho. Então, quinze minutinhos.

970
02:04:38.870 --> 02:04:40.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos voltando.

971
02:04:45.000 --> 02:04:45.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

972
02:04:47.680 --> 02:04:50.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Desculpa ficar tossindo, mas a minha garganta hoje,

973
02:04:54.460 --> 02:04:56.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: meu nome está ajudando.

974
02:05:06.450 --> 02:05:08.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Já está por aí, Marcelo.

975
02:05:16.540 --> 02:05:17.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

976
02:07:15.160 --> 02:07:19.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: podemos retomar. Mas se eu não sei, a Silvia saiu.

977
02:07:21.630 --> 02:07:23.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

978
02:07:27.700 --> 02:07:31.889
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu vou seguindo, senão a gente não vai conseguir chegar até o final aqui

979
02:07:33.010 --> 02:07:34.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do material

980
02:07:52.180 --> 02:07:54.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bom

981
02:07:56.190 --> 02:07:59.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: chegando. E falando um pouquinho, está entrando ali.

982
02:08:00.300 --> 02:08:02.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu ia começar aqui na

983
02:08:02.960 --> 02:08:05.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a Silvia? Não sei. Acho que saiu.

984
02:08:05.490 --> 02:08:10.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vou retomando aqui para a gente conseguir vencer o conteúdo até o final.

985
02:08:11.230 --> 02:08:16.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom para a garantia que está seguindo ali, no nosso raciocínio,

986
02:08:17.430 --> 02:08:26.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tudo o que a gente tem que se preocupar para garantir que os ensaios microbiológicos das amostras e análises clínicas sejam

987
02:08:27.720 --> 02:08:40.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: atendidas, que o resultado seja confiável, válido. A gente chega aqui no requisito de garantia da validade dos resultados que, tanto para ensaios microbiológicos da área

988
02:08:40.290 --> 02:08:47.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: das áreas que atendem a dezassete a vinte e cinco águas efluentes, alimentos, mas também aqui para as análises clínicas

989
02:08:48.640 --> 02:09:05.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na quinhentos e oitenta e nove. Os requisitos do texto das duas normas é bem similar. Então busca que a gente no processo de garantia da validade dos resultados. Tenha um procedimento, então

990
02:09:06.520 --> 02:09:19.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que monitore a validade dos resultados nos aspectos e controles internos e externos, e que esses dados, que a gente colete, consigam detectar, então tendências

991
02:09:20.210 --> 02:09:42.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que os resultados às vezes estão dentro dos limites de controle, mas possam indicar que, em algum momento, aquele resultado vá sair do controle. Então a gente precisa garantir monitorar os nossos processos para também evidenciar tendências, não só se ele está dentro ou fora do que é estabelecido como um limite de controle

992
02:09:45.300 --> 02:10:03.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de garantias da validade dos resultados para qualquer tipo de ensaio aqui, para os ensaios microbiológicos. Então, a gente tem que avaliar toda a complexidade. Desde a seleção dos fornecedores. Então a gente falou um pouquinho dos meios de cultura dos insumos. Então, no nosso caso,

993
02:10:03.950 --> 02:10:18.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tantos materiais têm que estar. Têm que ser produtos estéreis, insumos estéreis, mas também que os meios de cultura garantam as condições, forneçam os nutrientes necessários para que ele microrganismo cresça.

994
02:10:19.150 --> 02:10:42.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, na seleção desses fornecedores, a gente precisa também avaliar a qualidade na seleção dos equipamentos. Então tudo que a gente vem falando todos esses dias. Então, tanto no que a gente adquire nas metodologias que a gente vai selecionar. Se foram feitas validações, se for utilizado material de referência. Se a gente está utilizando os padrões

995
02:10:42.650 --> 02:11:03.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mrc e Mr. De coleções, que são internacionalmente conhecidas para ensaios, por exemplo, que são feitos em automação. Se foram feitos testes de instalação daquele equipamento de comparação com métodos tradicionais. Tudo isso que a gente já falou até agora vão garantir

996
02:11:04.310 --> 02:11:21.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a validade dos resultados no final do meu processo. Aqui nos ensaios microbiológicos, a gente sempre tem a questão da gestão de pessoas como uma coisa muito crítica, porque são ensaios. Muitas vezes, a etapa que é realizada por um indivíduo é a mais crítica do processo.

997
02:11:23.500 --> 02:11:35.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui, a questão da gestão de pessoas, treinamento, monitoramento de competência, garantir que, se várias pessoas fazem aquela análise que todas elas façam da mesma maneira.

998
02:11:36.880 --> 02:11:42.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso tudo faz parte da garantia da validade dos resultados.

999
02:11:42.250 --> 02:11:53.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí a gente vê a comprovação nos controles internos, na utilização de padrões, mas também na comparação externa. Então a participação dos ensaios e proficiência,

1000
02:11:53.600 --> 02:12:19.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então a dezassete tem todos aqueles requisitos que falam dos itens que a gente deve analisar criticamente para garantir essa validade dos resultados. Então, o que eu já falei até agora. Materiais de referência, equipamentos, checagem da funcionalidade dos equipamentos, as checagens intermediárias, calibrações recalibrações

1001
02:12:19.940 --> 02:12:35.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: intral, laboratoriais. Então essas comparações entre analistas entre os materiais de referência a amostras cegas. Tudo isso que eu já tinha dito. Isso, que vem da dezassete a vinte e cinco e a quinze cento e oitenta e nove, também que é a norma específica

1002
02:12:36.790 --> 02:12:45.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: das análises clínicas. Aqui traz uma questão que é importante nesse meio, que é o que eu falei no início da aula, a questão da aplicação clínica,

1003
02:12:46.340 --> 02:13:12.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é importante garantir que aqueles controles, aquelas validações sejam aplicáveis na profundidade daquele ambiente. Para aquele público que a gente esteja trabalhando. Então, o que a gente estava falando dos meios hospitalares. Então, que a gente utilize os materiais ou faça as validações para toda aquela gama de organismos que a gente pode identificar naquele ambiente.

1004
02:13:12.230 --> 02:13:16.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A questão das resistências que a gente faça. A avaliação dos

1005
02:13:16.790 --> 02:13:32.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dos testes, por exemplo, de resistência também para os antibióticos que a gente tem à disposição naquele meio. Então isso traz a aplicação clínica daqueles ensaios para aquele ambiente que a gente vai estar fornecendo resultado. Então ele tem que se aplicar para aquela instituição,

1006
02:13:33.800 --> 02:13:35.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque senão não faz sentido.

1007
02:13:36.600 --> 02:13:38.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

1008
02:13:39.000 --> 02:13:57.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a questão aqui da detecção de controle de qualidade na variação de lotes. A gente sabe que os insumos são utilizados. A gente faz aquisições de grande volume ou também de pequenas quantidades. Então, garantir que a gente consiga comparar aqui de um lote para outro, ou às vezes,

1009
02:13:58.320 --> 02:14:01.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dentro do mesmo lote, a gente consiga perceber variações.

1010
02:14:02.110 --> 02:14:05.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, é um ponto importante.

1011
02:14:06.120 --> 02:14:12.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aqui a gente também tem muitas produção de material de meios de cultura.

1012
02:14:12.540 --> 02:14:35.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então o Marcelo disse que na instituição dele é uma produção mais numa escala industrial, mas tem laboratórios que são menores ou compram numa empresa terceirizada que aí também tem um controle maior. Ou às vezes faz produções internas. Então é desde o armazenamento do insumo que vem do fabricante,

1013
02:14:36.250 --> 02:14:43.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e todos esses controles de pequenas produções. Eu produzo pouco, mas eu tenho que tirar um lote para fazer controle de qualidade,

1014
02:14:44.850 --> 02:15:08.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mesmo que eu faça produções menores e sistemáticas. Então, sempre garantir que a gente faça controle de qualidade e veja essas variações também entre um insumo e outro. Então ali é mais crítico, conforme o tipo da complexidade que a gente tem e como é que a gente tem ali condições de armazenamento de produção de controle

1015
02:15:10.420 --> 02:15:22.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para laboratórios pequenos que compram e nas análises clínicas, eu vejo nos laboratórios comerciais, eles considerarem que o laudo que vem do fabricante é suficiente

1016
02:15:22.510 --> 02:15:28.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de não fazer testes de esterilidade, produtividade e seletividade internamente.

1017
02:15:28.820 --> 02:15:55.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então confiam que aquele laudo que vem é o insumo que vem do fabricante. E eu estou considerando como Ok a gente. Então tenha os requisitos que dizem que não, que a gente precisa fazer a validação daquele insumo que é crítico para o meu processo. A gente tem que garantir que daquele material seja aplicado, garantir que ele esteja com a qualidade necessária para o desenvolvimento do meu ensaio. Então isso é um requisito. A gente tem que garantir.

1018
02:16:01.010 --> 02:16:02.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

1019
02:16:04.630 --> 02:16:07.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é o que fala aqui também na sequência

1020
02:16:08.720 --> 02:16:22.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a participação dos ensaios de proficiência como um controle externo, tanto na mil setecentos e vinte e cinco, quanto na 1cinco cento e oitenta e nove tem um requisito que fala da gente participar

1021
02:16:23.110 --> 02:16:34.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do ensaio de proficiência ou se não está disponível uma comparação interlaboratorial para garantir e demonstrar que os nossos resultados são válidos, são comparáveis

1022
02:16:34.440 --> 02:16:47.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com outros laboratórios, de preferência quando tem disponível a gente busque. Depois a gente vai olhar a Nitticla vinte e seis, um provedor que seja creditado na dezassete.quarenta e três

1023
02:16:47.910 --> 02:16:51.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para os laboratórios de análises clínicas,

1024
02:16:52.879 --> 02:16:56.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tanto o Palk quanto o dique,

1025
02:16:56.889 --> 02:17:25.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o Pnq e a Control Lab, que são os dois maiores provedores de ensaio de proficiência. Hoje em dia, já são acreditados pela Cgecre. Então até peguei aqui, baixei o escopo de acreditação dos dois, que são os dois maiores. E eles oferecem bastante. Antigamente, o Pnq não era creditado. O palco já está há bastante tempo até para outras áreas. Água, os alimentos

1026
02:17:25.629 --> 02:17:31.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na área de alimentos. A gente tem o Pepssenai, que é bem atuante com as proficiências.

1027
02:17:32.719 --> 02:17:56.399
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas agora. A gente tem ali o Pnq, também com um escopo bem interessante. E a frequência também é mensal ou trimestral. Depende do tipo de programa e do tipo de matriz. Então a gente consegue. É uma área que a gente tem disponibilidade de programas. Então a gente consegue cumprir aqui, na maioria das vezes, tranquilamente, a participação

1028
02:17:57.700 --> 02:18:05.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a questão aqui da avaliação análise crítica dos resultados. Isso aqui já foi visto. Estou passando rapidinho porque o requisito já foi visto.

1029
02:18:06.870 --> 02:18:08.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

1030
02:18:10.040 --> 02:18:19.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui na quinhentos e oitenta e nove, o termo, como a gente já falou na aula da quinze. O termo ficou traduzido de uma maneira errada,

1031
02:18:19.940 --> 02:18:41.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas o ideal que pede o requisito é que a gente participe de uma avaliação externa da qualidade, de preferência de um provedor que atenda a dezassete.quarenta e três e também a mitidicla vinte e seis tem ali todas as definições do que é exigido da participação no ensaio de proficiência,

1032
02:18:44.180 --> 02:18:50.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então a garantia da validade dos resultados passa então, portanto, na

1033
02:18:50.540 --> 02:18:58.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na mil setecentos e vinte e cinco, quanto na 1cinco cento e oitenta e nove por processos de controle de validade interna e externo.

1034
02:18:59.490 --> 02:19:23.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: As proficiências, quando disponíveis ensaios de proficiência acreditados são o que a norma pede que a gente atenda, mas, no caso de que não seja disponível, não esteja disponível, a gente pode lançar mão de comparações interlaboratoriais num processo. Depois, quando a gente chegar lá na Netid, como a gente fala num processo estruturado

1035
02:19:23.750 --> 02:19:29.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de comparação. O que a gente via? Antigamente, eu analisava, mandava para um terceiro,

1036
02:19:30.230 --> 02:19:34.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não considerava uma agilidade e estabilidade da mostra.

1037
02:19:34.660 --> 02:19:52.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Pegava os dois resultados. Eu mesmo analisava e chegava a uma conclusão. O que a gente tem aqui na norma é ensaio de proficiência, de preferência acreditável que esteja disponível, que se entende disponível em qualquer parte lugar do mundo,

1038
02:19:52.890 --> 02:20:00.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e no caso de não ter ou estruturar uma comparação interlaboratorial com um ou mais laboratórios

1039
02:20:01.710 --> 02:20:07.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na área de vocês tem algum problema, Marcelo para conseguir atender. Vocês são provedores também, né?

1040
02:20:07.770 --> 02:20:13.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De atendimento de requisito de avaliação externa da qualidade

1041
02:20:15.090 --> 02:20:18.629
Marcelo Pimenta: A gente tinha uma dificuldade em relação particular

1042
02:20:18.810 --> 02:20:24.470
Marcelo Pimenta: na parte de vigilância sanitária de alguns ensaios de profissionais internacionais.

1043
02:20:24.850 --> 02:20:31.089
Marcelo Pimenta: Mas esse ano, a gente conseguiu superar. Final do ano passado. A gente conseguiu superar essa barreira.

1044
02:20:31.400 --> 02:20:34.190
Marcelo Pimenta: Então, por exemplo, para alérgios

1045
02:20:34.520 --> 02:20:38.599
Marcelo Pimenta: que é ofertado pelo fapas. Então, hoje a gente já participa.

1046
02:20:39.130 --> 02:20:39.530
Marcelo Pimenta: De facto,

1047
02:20:39.530 --> 02:20:40.430
Marcelo Pimenta: daqui

1048
02:20:40.430 --> 02:20:42.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E ele é um desse provedor

1049
02:20:42.630 --> 02:20:43.660
Marcelo Pimenta: Inglaterra.

1050
02:20:44.630 --> 02:20:49.399
Marcelo Pimenta: Então a gente participe de uma série de ensaios de deficiência do farpas, principalmente de alérgicos

1051
02:20:49.710 --> 02:20:50.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

1052
02:20:51.570 --> 02:20:55.309
Marcelo Pimenta: Também de agrotóxicos,

1053
02:20:56.640 --> 02:21:06.190
Marcelo Pimenta: mas de biologia molecular, de produtos de higiene

1054
02:21:06.770 --> 02:21:07.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

1055
02:21:07.260 --> 02:21:10.889
Marcelo Pimenta: Participa de sujidade de alimentos da França,

1056
02:21:10.890 --> 02:21:12.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, isso. Tu tinha falado que

1057
02:21:12.590 --> 02:21:12.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a

1058
02:21:12.990 --> 02:21:14.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse

1059
02:21:14.950 --> 02:21:15.700
Marcelo Pimenta: E outros.

1060
02:21:15.700 --> 02:21:16.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não conheço

1061
02:21:16.700 --> 02:21:26.960
Marcelo Pimenta: A gente vai participar. Mas a mostra parada em campinas na alfândega, que é de Ogm, e ele é da Alemanha

1062
02:21:28.010 --> 02:21:33.320
Marcelo Pimenta: na parte clínica. A gente tem. Não tem site de proficiência para raiva. A gente faz raiva

1063
02:21:33.320 --> 02:21:33.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

1064
02:21:34.150 --> 02:21:39.790
Marcelo Pimenta: Aí. O nosso controle é junto com a referência nacional que é o Instituto Pasteur

1065
02:21:39.790 --> 02:21:43.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês têm ele como uma referência

1066
02:21:43.570 --> 02:21:47.439
Marcelo Pimenta: É, na verdade, pelo Ministério da Saúde. Ele é referência nacional

1067
02:21:47.640 --> 02:21:48.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

1068
02:21:48.070 --> 02:21:54.289
Marcelo Pimenta: De tempos em tempos, a gente manda algumas amostras para eles. Algumas coisas para eles avaliarem os nossos resultados.

1069
02:21:54.610 --> 02:21:55.250
Marcelo Pimenta: É

1070
02:21:55.250 --> 02:21:58.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando a gente chegar ali na mitidic. Lá vamos voltar nesse assunto.

1071
02:21:58.930 --> 02:21:59.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso não é isso.

1072
02:21:59.290 --> 02:22:04.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ter o exemplo ali, né? Porque essa é a questão de como estruturar o programa

1073
02:22:05.380 --> 02:22:10.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de comparação interlaboratorial, né? E não fazer de uma maneira

1074
02:22:10.790 --> 02:22:26.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: isso como um programa estruturado. Então, em algumas áreas, por exemplo, que eu estava comentando, acho que na aula passada de fitossanidade, todos os ensaios daquele laboratório não tem nenhum ensaio de proficiência.

1075
02:22:26.130 --> 02:22:50.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, tanto para bactérias, fungos, biologia molecular, e todos os ensaios que ele faz, a carologia e a entomologia. Eles não conseguem participar. Não tem ninguém que faça. Não tem nenhum lugar que tenha ensaios de proficiência. Então eles acabam. Que tem que estruturar uma comparação que no início era feita de uma maneira. Desta maneira, eu pego as amostras e mando

1076
02:22:50.630 --> 02:22:59.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí eles foram cobrados pela Cgecre de fazer uma comparação mais estruturada. Então, bom, não vamos dar spoiler

1077
02:23:00.800 --> 02:23:23.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa lâmina que a gente só colocou, porque tudo que a gente falou até agora nesses dias fazem parte do controle interno da qualidade, questões do ambiente, a questão da qualidade das cepas, inclusive o armazenamento da cepas, manipulação, checagem das características

1078
02:23:24.290 --> 02:23:35.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da reprodução, das características dos materiais e referência o controle da água reagente que é utilizado também para o preparo dos meios de cultura, a produção e qualidade dos meios de cultura

1079
02:23:36.310 --> 02:23:37.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

1080
02:23:38.340 --> 02:23:49.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: comparações interlaboratoriais então brancos, duplicatas, cartas, controle para avaliar a precisão de balanças, phâmetros, condutivímetros. Tudo isso que a gente falou. Até agora,

1081
02:23:49.990 --> 02:23:54.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: também a gente fala dos controles internos da qualidade.

1082
02:23:55.120 --> 02:24:05.740
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o que a gente vai falar um pouquinho mais agora também dos ensaios de proficiência. Só quis tomar aqui o slide, para não perder o raciocínio.

1083
02:24:06.530 --> 02:24:11.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Controles ambientais. A gente já falou.

1084
02:24:11.470 --> 02:24:34.849
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Estruturar um processo de garantia que o ambiente não está contaminando as amostras. Isso. Acho que a Tânia já tinha falado na primeira aula só para retomar um pouquinho. Faz parte do processo de garantia da validade dos resultados. Então, garantir que o ambiente para todos os tipos de organismos, então, bactérias e fungos

1085
02:24:36.490 --> 02:24:43.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e todas as salas e os ambientes que a gente está utilizando. A gente garanta que não estão contaminando.

1086
02:24:43.540 --> 02:24:46.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não sejam propícios e contaminação das amostras.

1087
02:24:48.440 --> 02:25:06.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O controle de qualidade da higienização das mãos, porque, às vezes, a gente está manipulando a mão da gente que está contaminada. Então é importante que a gente consiga garantir que a higienização das mãos esteja sendo feita de uma maneira adequada.

1088
02:25:07.670 --> 02:25:19.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também é importante que a gente faça ali suave de equipamentos, então, para garantir que o equipamento não seja a fonte de contaminação, e aí a periodicidade vai depender

1089
02:25:19.450 --> 02:25:23.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de quanto a gente utiliza aquele ambiente.

1090
02:25:24.890 --> 02:25:27.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os controles de qualidade

1091
02:25:28.120 --> 02:25:38.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da utilização da lâmpada Uv que são utilizadas nos fluxos nas cabines de segurança biológica nos fluxos luminários,

1092
02:25:39.050 --> 02:25:47.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o controle do número de horas das lâmpadas Uv para garantir a eficiência da

1093
02:25:47.630 --> 02:25:54.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da desinfecção daqueles ambientes. Também é importante que a gente faça esse tipo de controle.

1094
02:25:57.630 --> 02:26:26.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Questões de controle de qualidade da água reagente. Então, tanto o controle da produção da água reagente com verificação dos parâmetros que cada uma das normas pede, então controles microbiológicos, mas também de condutividade. E aí é uma questão que, às vezes, eu vejo bastante problema é que a condutividade nem sempre é feita após a produção da água

1095
02:26:26.370 --> 02:26:32.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a Iso cento e onze trinta e três na área de alimentos, o standard, métodos, fala

1096
02:26:33.060 --> 02:26:45.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e das análises clínicas. Eu não me lembro. Agora. Farmacopeia deve falar também do quanto que o controle da condutividade ou resistividade deva ser feito sempre. Depois que eu produzo a água.

1097
02:26:45.750 --> 02:26:50.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, se eu produzo água todo dia, eu tenho que avaliar a condutividade todos os dias,

1098
02:26:50.760 --> 02:26:58.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí para outros tipos de parâmetros. Então a gente tem outras periodicidades que cada uma dessas referências vai trazer

1099
02:27:01.490 --> 02:27:17.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ali a questão do controle biológico também. Qual é o parâmetro máximo? Qual é o de contagem que eu possa evidenciar na água reagente. Então é importante que a gente estabeleça qual é o tipo de água que a gente vai utilizar naquela produção.

1100
02:27:17.220 --> 02:27:19.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Preparo

1101
02:27:20.630 --> 02:27:25.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também quais são os parâmetros de controle de qualidade e a frequência que a gente vai fazer

1102
02:27:25.970 --> 02:27:27.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para cada um desses parâmetros,

1103
02:27:32.160 --> 02:27:36.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: todos os controles que a gente já falou. Para as ceas.

1104
02:27:36.680 --> 02:27:48.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tanto de manipulação. Preparo o que a gente precisa atentar quando a gente compra a cultura de referência, seguir as orientações do fabricante de como hidratar,

1105
02:27:48.390 --> 02:27:55.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: armazenar e utilizar, porque período, quais os testes que a gente tem que fazer

1106
02:27:56.090 --> 02:28:11.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para verificação então morfológica, testes de grã provas bioquímicas. A gente precisa congelar ou manter em temperatura de refrigeração em cada uma dessas culturas de estoque de trabalho.

1107
02:28:16.950 --> 02:28:32.049
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Parte do processo de controle de qualidade também é o que a gente já falou. Então, comparações entre analistas, comparações, tanto de identificação da quantitativa, as contagens também

1108
02:28:32.150 --> 02:28:33.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a

1109
02:28:34.090 --> 02:28:58.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: estruturar, então aquelas cepas de trabalho, numa contagem também que eu possa caracterizar a quantidade de organismos que depois eu possa comparar os analistas e estabelecer quais são os parâmetros de variabilidade que a gente possa ter nas contagens. Porque se eu tenho muitos analistas fazendo aquele tipo de atividade, a gente não pode ter uma variabilidade muito grande nas contagens.

1110
02:28:58.480 --> 02:29:17.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E é o que eu trouxe antes também. Se eu tenho contagens feitas por contadores automáticos e analistas, então eu também tenho que estabelecer. Qual é a variabilidade? Porque pode ser que o equipamento fale em algum momento. E aí aquele ensaio que era feito por uma máquina vai ser feito por uma pessoa.

1111
02:29:17.690 --> 02:29:27.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente precisa garantir que esses processos tenham um limite de variabilidade aceitável para a emissão dos resultados

1112
02:29:29.290 --> 02:29:52.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na questão. Aqui eu botei de Grã, mas na identificação, por exemplo, na parasitologia ou na identificação dos organismos, na entomologia, por exemplo, em algumas áreas que a gente usa a Chave Taxonômica. Eu consigo ir até gênero. Eu vou até espécie. Então, às vezes até com biologia molecular. A gente não consegue ir até espécie

1113
02:29:52.660 --> 02:30:07.419
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou com sorologia. Às vezes, a gente faz análise por sorologia. Então, até onde a gente consegue ir. E como a gente consegue comparar esses resultados, então é importante que a gente faça esse tipo de

1114
02:30:07.830 --> 02:30:09.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de avaliação

1115
02:30:10.500 --> 02:30:17.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e calibre as pessoas também, para poder que esses resultados sejam comparáveis.

1116
02:30:19.260 --> 02:30:20.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

1117
02:30:23.030 --> 02:30:29.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bom monitoramento, com controles positivos com material de referência. Acho que a gente já explorou bastante,

1118
02:30:31.360 --> 02:30:49.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque aqui, na comparação entre analistas, é importante às vezes, que a gente tenha uma Sepa, não só um controle interno, mas um material de referência que vai expressar todas as características e o número de repetições que a gente faça também nessa comparação

1119
02:30:50.230 --> 02:31:06.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que vá avaliar a precisão dos nossos resultados. Então não só ter uma seca de referência que vai trazer a exatidão da medição, mas também o número de repetições adequadas para que a gente consiga avaliar a precisão do processo

1120
02:31:12.430 --> 02:31:25.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí, principalmente, nas contagens, a gente consegue utilizar aqueles valores para avaliar as tendências. Se a gente está fazendo contagens,

1121
02:31:25.820 --> 02:31:47.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: caracterizando aquele material de referência num valor que eu posso que eu esteja avaliando a reprodução. A gente consegue colocar isso, fazer disso um controle estatístico de processo. Então, acompanhar por uma carta, controle para avaliar tendências, porque lá ali, no requisito da norma, pede que a gente faça então a avaliação da tendência dos nossos processos

1122
02:31:49.750 --> 02:31:58.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a carta de controle. Então é uma maneira, uma ferramenta de avaliar tanto ensaios. Se a gente tem um ensaio quantitativo

1123
02:31:58.250 --> 02:32:05.660
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quanto o desempenho dos processos de equipamentos, condutivímetros, balanças, piagômetros,

1124
02:32:06.710 --> 02:32:12.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para garantir que a gente consiga manter os nossos processos sob controle

1125
02:32:15.540 --> 02:32:18.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e, às vezes, identificar problemas

1126
02:32:18.850 --> 02:32:32.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de trocas, por exemplo, de analistas. Então, se a gente tem uma carta, controle estabelecida, se tem alguma situação que mudou, a gente consegue ou não deveria mudar o controle do processo.

1127
02:32:33.120 --> 02:32:59.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se alguma coisa da carta controle saiu fora do controle ou está atendendo. Pode ser um problema do equipamento. Pode ser um problema de uma descarga elétrica que o equipamento vai ter um desvio. Ou, às vezes pode ser um insumo novo que foi introduzido no processo. Às vezes é um analista. Então esse tipo de controle garante que a gente consiga fazer algum tipo de raciocínio e alguma relação com alguma mudança que pode ter acontecido ao longo do processo,

1128
02:33:01.530 --> 02:33:15.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou também estabelecer oportunidades de melhoria. Eu tenho um equipamento. Tenho uma variabilidade muito grande naquele processo. Se eu fizer algum ajuste, algum treinamento, eu compre um equipamento melhor. Aquela variabilidade diminua,

1129
02:33:16.100 --> 02:33:23.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: principalmente nessa comparação entre analistas, a gente pode, às vezes, nos controles dos processos do desempenho,

1130
02:33:23.450 --> 02:33:29.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: garantir, alinhar para que os analistas leiam ou façam da mesma maneira.

1131
02:33:33.570 --> 02:33:45.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E quando a gente vai falar sobre controle estatístico de processo Carta controle, eu acho essa referência do Felipe Albano e da Maria Thereza. Bem, bom. Não sei se vocês conhecem esse livro

1132
02:33:47.160 --> 02:33:57.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do Felipe. Ele é bem bom. Então eu trouxe aqui, como eles dão exemplos de fazer cartas, controle de médio e de amplitude. Os exemplos são desse livro.

1133
02:33:58.290 --> 02:34:03.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele é bem prático. Também tem exemplos para

1134
02:34:04.440 --> 02:34:12.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ensaios qualitativos. Então, avaliações, ensaios qualitativos. Então, se vocês não conhecem, essa é uma referência bem legal,

1135
02:34:12.710 --> 02:34:14.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

1136
02:34:14.290 --> 02:34:22.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e traz uma maneira prática para a gente fazer controle estatístico de processo, construir cartas, controle,

1137
02:34:22.560 --> 02:34:24.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e eles dão então

1138
02:34:25.970 --> 02:34:36.870
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: critérios de avaliação das cartas, controle, existem várias maneiras de fazer controle estatístico nos ensaios bioquímicos. Por exemplo, a gente usa Westgart

1139
02:34:37.160 --> 02:34:47.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para estabelecer os critérios do controle estatístico do processo, porque as cartas já vêm lá embutidas nos equipamentos, e aí os critérios, os parâmetros são um pouquinho diferentes

1140
02:34:48.300 --> 02:35:05.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para linhas gerais. A gente pode utilizar para os ensaios mais simples. A gente pode utilizar os critérios de estabelecimento para a média para a Carta de Média, a média, os desvios padrão e pontos ascendentes, descendentes acima ou abaixo da média, como os critérios de aceitação.

1141
02:35:06.050 --> 02:35:08.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele traz no livro

1142
02:35:09.160 --> 02:35:21.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a construção das cartas. Aí vamos dar um exemplo aqui. Uma carta controle de ph. Então estou fazendo o controle estatístico de um processo de medições com o phâmetro

1143
02:35:21.730 --> 02:35:23.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui, utilizando

1144
02:35:23.850 --> 02:35:26.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um material de referência

1145
02:35:27.200 --> 02:35:31.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no Ph sete. Então, como eu vou fazer? Construir uma carta

1146
02:35:32.000 --> 02:35:38.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para depois monitorar o processo. Então, aqui, voltando para construir a carta, controle

1147
02:35:38.880 --> 02:35:45.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o ideal que a gente faça. Então vinte medições, análises em duplicata

1148
02:35:46.010 --> 02:35:58.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para poder estabelecer então os limites de controle superior e inferior. Então eu faço vinte medições em duplicata, calculo. Então, qual é a média

1149
02:35:58.520 --> 02:36:04.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e os limites de controle superior e inferior, estabelecendo como limite de controle

1150
02:36:06.570 --> 02:36:18.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: superior três desvios a mais do valor da média e limite de controle inferior. Três desvios para baixo. Então aqui, eu estabeleço

1151
02:36:18.660 --> 02:36:26.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a minha linha central de tendência central. A minha linha de limite superior e inferior.

1152
02:36:27.950 --> 02:36:33.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quando eu construí, estabeleci esses valores. Depois eu continuo. Vou coletando

1153
02:36:33.670 --> 02:36:37.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os dados com os padrões,

1154
02:36:38.920 --> 02:36:59.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com a periodicidade que eu vou estabelecer no meu processo. Se eu faço ali edições de ph todos os dias, eu coleto, coleto. Faço as checagens do meu equipamento todos os dias. E aí eu vou coletando esses processos. E vou plotando aqui no gráfico. E vou avaliando o desempenho do meu equipamento

1155
02:37:00.720 --> 02:37:07.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nesse exemplo aqui do ph. Então a gente tem situações, duas situações que o resultado

1156
02:37:09.520 --> 02:37:31.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: está abaixo do limite de controle inferior. Então são situações que o processo extrapolou o meu critério de aceitação. Mas também tenho linhas de tendência. Então, aqui na metade do nosso controle, a gente tem um, dois, três, quatro, cinco valores. Então a gente já estava vendo

1157
02:37:31.850 --> 02:37:34.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que os resultados tendiam

1158
02:37:35.270 --> 02:37:39.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para sair fora do limite de controle. Ele estabelece como

1159
02:37:40.850 --> 02:37:45.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: critérios de aceitação sete pontos ascendentes ou descendentes.

1160
02:37:45.900 --> 02:37:51.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, nesse caso, do ph. Aqui, se eu tivesse aqui a gente teve

1161
02:37:52.200 --> 02:38:01.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quatro pontos. Cinco pontos, começando com esse primeiro aqui, da que estava na média, tendendo para baixo

1162
02:38:01.920 --> 02:38:12.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ponto, que se eu ainda estivesse dentro do limite de controle. Eu iria acompanhar. E se eu considerasse que o sétimo ponto estava fora, eu já tenho que fazer uma ação

1163
02:38:13.120 --> 02:38:38.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nesse processo. Então, entender ou trocar o controle. Pode ser que ali a gente fracione aquele material de referência. Ele já não esteja em condições de uso, ou a gente está com um problema no equipamento, ou a gente está com algum problema no analista? Então esse tipo de metodologia de avaliar a tendência, ajuda a gente a fazer controlar os processos. Aqui, eu botei um.

1164
02:38:38.610 --> 02:38:41.889
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Um outro exemplo da dureza,

1165
02:38:43.560 --> 02:38:56.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que demonstra que, mesmo dentro dos limites de controle, às vezes a gente consegue evidenciar tendências de subida ou de descida ou de desvio do processo.

1166
02:39:01.530 --> 02:39:15.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, nesse tipo de sistemática de controle de tendência, a gente consegue visualizar, então situações que podem, antes que o processo saia de controle,

1167
02:39:16.460 --> 02:39:18.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fazer algum tipo de intervenção.

1168
02:39:20.300 --> 02:39:22.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu passei em alguma situação

1169
02:39:23.720 --> 02:39:39.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. É um outro tipo de carta que é uma carta de amplitude. Então, se a gente não tem um material de referência, então a gente tem que usar amostra como um controle. Então eu faço amostras em duplicata resultados em duplicata,

1170
02:39:40.570 --> 02:39:53.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou se eu estou comparando resultados. Por exemplo, de analistas, eu faço contagem de um resultado feito por um analista e a outra feita por outro analista. E aí eu consigo comparar os resultados.

1171
02:39:54.170 --> 02:39:56.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí eu construo uma carta

1172
02:39:57.850 --> 02:40:05.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de duplicado. Então também ele propõe a construção da Carta com vinte resultados,

1173
02:40:07.920 --> 02:40:14.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o cálculo da média e o estabelecimento dos limites superiores e inferiores.

1174
02:40:16.310 --> 02:40:18.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é o valor da média,

1175
02:40:20.130 --> 02:40:32.229
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: multiplicado com o valor de uma constante para limites superiores. Eu multiplico pelo D4 que é a constante,

1176
02:40:32.490 --> 02:40:38.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: conforme o número se é duplicata ou triplicata ou quadruplicata.

1177
02:40:39.920 --> 02:40:44.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E para o limite inferior, eu multiplico a média pela constante de três

1178
02:40:46.660 --> 02:40:54.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é uma constante tabelada em função do número de replicatas que eu faço o meu processo.

1179
02:40:55.400 --> 02:41:12.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E assim eu vou conseguir avaliar. Então, como está o desempenho do meu processo quando eu não estou utilizando valores de material de referência, e sim, avaliação entre as medições.

1180
02:41:12.790 --> 02:41:17.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma outra maneira, então, de a gente ter que fazer o controle estatístico do processo.

1181
02:41:17.240 --> 02:41:21.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês utilizam o Marcelo carta de amplitude para alguma situação

1182
02:41:23.410 --> 02:41:24.670
Marcelo Pimenta: Amplitude? Não,

1183
02:41:25.900 --> 02:41:27.849
Marcelo Pimenta: mas é carta de bom

1184
02:41:29.130 --> 02:41:31.620
Marcelo Pimenta: pensar. Não,

1185
02:41:32.070 --> 02:41:34.779
Marcelo Pimenta: Alessandra, eu acho que não

1186
02:41:36.130 --> 02:41:39.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Para alimentos. A gente usa bastante

1187
02:41:39.630 --> 02:41:44.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque, por exemplo, ensaio de umidade. A gente não tem material de referência

1188
02:41:45.070 --> 02:41:45.730
Marcelo Pimenta: É legal.

1189
02:41:45.730 --> 02:41:46.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente

1190
02:41:46.260 --> 02:41:46.880
Marcelo Pimenta: Bom dia.

1191
02:41:47.180 --> 02:41:59.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É então, nesses casos que a gente não tem material de referência, a gente tem. A única maneira de fazer é com a própria amostra. Então, em alimentos é bem comum a gente utilizar

1192
02:41:59.680 --> 02:42:09.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: carta de amplitude, porque daí a gente faz repetições daquela amostra. E aí a gente utiliza esse tipo de carta para avaliar a tendência

1193
02:42:10.210 --> 02:42:21.700
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nas análises clínicas. Eu não vejo muitas pessoas fazerem controle estatístico de processo, tirando a bioquímica e a imuno essas outras áreas que o equipamento

1194
02:42:21.840 --> 02:42:23.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: traz a carta, controle

1195
02:42:24.820 --> 02:42:37.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente pode para a contagem de micro organismos. Contagem de colônias, eu acho bem interessante para o processo. O controle estatístico do processo do ensaio.

1196
02:42:38.090 --> 02:42:49.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é uma coisa legal para fazer. Normalmente, a gente tem para cartas de ph. Cartas de controle de ph metro de condutivismo de balanças. A gente vê utilização de controle estatístico de processo.

1197
02:42:51.370 --> 02:42:52.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

1198
02:42:52.900 --> 02:43:02.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: carta de amplitude. Eu vejo menos a utilização, mas dá para fazer quando a gente está fazendo contagem para a comparação dos analistas, por exemplo.

1199
02:43:02.440 --> 02:43:05.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu comparo aqueles resultados.

1200
02:43:07.030 --> 02:43:16.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é só alguma maneira da gente visualizar possibilidades, e fazer controle estatístico também nas análises microbiológicas

1201
02:43:18.450 --> 02:43:21.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e no ambiente de ensaios micro ideológicos.

1202
02:43:22.520 --> 02:43:39.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então os benefícios desse tipo de controle de estatístico de tendência utilizando carta. Controle. Então a gente é uma maneira visual da gente conseguir avaliar aquele processo, principalmente quando a gente tem alguma mudança

1203
02:43:39.540 --> 02:44:01.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do processo. Que a gente consiga visualizar graphicamente como isso repercutiu no processo. Então, a gente fez alguma mudança significativa de analista de equipamento. Como é que isso repercute no processo. Então, graficamente, tudo que é visual é mais fácil de a gente até saber o quanto foi o impacto,

1204
02:44:03.360 --> 02:44:15.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e então também torna possível perceber as diferenças entre as variações causadas por causas comuns ou aquelas que são derivadas de fatores mais específicos, que é isso que eu tinha falado até agora,

1205
02:44:18.300 --> 02:44:19.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

1206
02:44:20.940 --> 02:44:24.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outros controles. Outras questões que a gente

1207
02:44:26.100 --> 02:44:29.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é importante, que a gente

1208
02:44:29.150 --> 02:44:32.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: outras etapas do processo, que são

1209
02:44:32.540 --> 02:44:56.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fontes importantes, são nas auditorias internas. Então controle de qualidade também a gente consegue fazer ali, quando, naquela checagem, a gente consegue identificar alguma situação que é crítica. Então é um momento do sistema de gestão que a gente visualiza as auditorias internas. Então, na frequência que a gente vai estabelecer no nosso sistema de gestão,

1210
02:44:57.920 --> 02:45:12.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na microbiologia, eu vejo muito check list também. Então, uma vez por mês, se estabelecer uma sistemática que se avalie os controles, o fluxo

1211
02:45:12.180 --> 02:45:32.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do trabalho da higienização dos equipamentos do armazenamento das amostras, então as auditorias internas são os processos mais amplos que se avaliam todos os requisitos, mas a gente pode também estabelecer auditorias de processo. Então, com ferramentas

1212
02:45:32.760 --> 02:45:41.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de registro, que a gente passe por etapas críticas do processo para garantir que aquilo está transcorrendo da maneira adequada.

1213
02:45:43.630 --> 02:46:02.269
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: No momento da análise crítica da gerência, a gente vai fazer então o fechamento de todos aqueles indicadores que foram estabelecidos de todos os resultados das proficiências, os resultados dos controles internos. Ali, a gente pode estabelecer uma frequência maior ou menor, conforme os resultados que a gente está vendo ali.

1214
02:46:02.680 --> 02:46:23.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esse é o teu métier, né, Marcela? Acho que quando a gente faz esses fechamentos finais, e se a análise crítica é bem feita e bem detalhada. A gente às vezes faz mudanças estruturais do processo, porque a gente vê que alguma coisa ali, nos indicadores ou naqueles resultados, não estão ok,

1215
02:46:23.800 --> 02:46:28.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: às vezes faz mudanças até físicas. Propõe ali

1216
02:46:28.930 --> 02:46:50.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: construção de laboratório maior, ou quando vê que alguns. Por exemplo, aqui, eu estava falando da questão do armazenamento de ter geladeiras. Às vezes eu tenho uma área física muito pequenininha. Eu vou mantendo por um tempo. Eu vi que os controles já estão. Eu estou no limite. Então se propõe, às vezes mudanças maiores, mas é importante que a gente vá coletando

1217
02:46:51.590 --> 02:46:57.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: todas as informações para depois a gente na análise crítica da gerência,

1218
02:46:57.300 --> 02:47:03.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: fazer todos esses direcionamentos e reestruturações, às vezes um pouco maiores.

1219
02:47:04.170 --> 02:47:12.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A análise então dos indicadores de desempenho. Uma outra forma da gente avaliar se o indicador foi bem estruturado.

1220
02:47:14.060 --> 02:47:18.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente vai ter respostas para poder fazer essas ações

1221
02:47:18.900 --> 02:47:39.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ações corretivas e trabalhos não conformes. Isso que tu tinha falado da questão do equipamento. Então, se foi feito um bom registro e uma análise crítica, a análise de causa daquele trabalho, não conforme, então a gente faz proposições de controle da qualidade.

1222
02:47:41.300 --> 02:47:56.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E às vezes a gente faz como vocês fizeram. Aceita aquela situação, porque foi na análise e verificado que todas as condições foram atendidas. O resultado não teve nenhum impacto. E aí a gente aceita aquele tipo de situação.

1223
02:47:58.930 --> 02:48:04.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O restante. Acho que a gente já explorou bastante a avaliação de fornecedores.

1224
02:48:05.010 --> 02:48:14.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Controle de suprimentos, equipamentos. Acho que a questão da gestão de risco aqui nas análises clínicas. Eu acho que é bem importante, né?

1225
02:48:14.130 --> 02:48:20.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Porque a gente está lidando com organismos que são patogênicos. Então, se a gente está

1226
02:48:21.160 --> 02:48:38.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no ambiente hospitalar. A gente tem micro organismos ali, que são multirresistentes, então, que podem também ter problemas para o analista. A gente tem questões que são relacionadas com contaminação do ambiente das amostras. Então, aqui, a gestão de risco

1227
02:48:38.730 --> 02:49:01.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é dupla. Então a gestão de risco do processo analítico, então, garantir que seja tanto na aquisição na tomada daquele tipo de requisição da análise na hora que a gente aceita o contrato para garantir que a gente consiga operar de uma maneira adequada, mas também

1228
02:49:03.070 --> 02:49:15.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: questões relacionadas a risco do paciente e risco do ambiente e dos colaboradores. Então, aqui, a gestão de risco é dupla para as atividades do laboratório e

1229
02:49:15.910 --> 02:49:24.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para os analistas, e na microbiologia, é mais. Então tem que avaliar bastante a partogenicidade com o que a gente está trabalhando.

1230
02:49:24.810 --> 02:49:28.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui, a questão de biossegurança é bem crítica

1231
02:49:32.630 --> 02:49:51.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e eu vou para encerrar. Aqui. Já estou uma hora. Eu queria passar aquele vídeo do Felipe que fala sobre ensaio e proficiência, mas rapidinho. A gente tem que falar um pouquinho da nitidicla vinte e seis, que é a nitidicla que fala sobre os requisitos de participação da atividades de ensaio e proficiência.

1232
02:49:51.680 --> 02:50:04.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso a gente já falou bastante. Quais são os benefícios de participar, além de ser um requisito obrigatório da R mil cento e oitenta e nove.

1233
02:50:05.420 --> 02:50:12.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Também é uma maneira da gente demonstrar para o nosso cliente que o nosso desempenho é satisfatório

1234
02:50:12.440 --> 02:50:28.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também fazendo todos os controles internos, garantir que os controles são realizados da melhor. Mas a questão mais relevante é garantir a comparabilidade, então, saber que os nossos resultados são válidos e que são comparáveis

1235
02:50:28.360 --> 02:50:32.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com laboratórios de outras instituições.

1236
02:50:33.500 --> 02:50:36.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Existem questões de participação mínima.

1237
02:50:38.080 --> 02:50:44.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, quando a gente faz a solicitação, a gente precisa ter tido desempenho satisfatório

1238
02:50:44.960 --> 02:50:52.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e no máximo, dois anos anteriores, na parte significativa do escopo.

1239
02:50:53.000 --> 02:51:05.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso, Marcelo já domina. Mas enfim, as outras pessoas que estão aqui. Não sei se conhecem esse documento. É importante dar uma lida, bem detalhada,

1240
02:51:05.580 --> 02:51:15.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é importante que a gente na solicitação tenha pelo menos um ensaio para cada grupo

1241
02:51:16.540 --> 02:51:21.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: analítico com participação satisfatória nos dois anos anteriores

1242
02:51:22.040 --> 02:51:35.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e depois a gente vai. Depois que a gente tem. Já está na acreditação. A gente precisa estabelecer, então um escopo significativo e pensar, a questão de mentalidade de risco. Então, agrupar

1243
02:51:36.260 --> 02:51:45.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as metodologias e ter pelo menos um representante daquela metodologia com participação satisfatória a cada

1244
02:51:45.310 --> 02:51:46.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quatro anos.

1245
02:51:47.650 --> 02:51:52.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sempre pensar em atender a frequência

1246
02:51:52.520 --> 02:51:59.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de participação para o escopo significativo. A cada quatro anos que a gente consiga atender

1247
02:52:00.460 --> 02:52:02.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aquela matriz, aquele ensaio,

1248
02:52:03.310 --> 02:52:04.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e.

1249
02:52:05.510 --> 02:52:17.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E como a gente vai proceder quando a gente tem resultados questionáveis ou insatisfatórios, porque a gente vai precisar garantir que, naquele ciclo, a gente consiga demonstrar

1250
02:52:18.340 --> 02:52:26.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que os nossos resultados voltem para o controle do processo. Então, se eu tenho a participação

1251
02:52:26.420 --> 02:52:28.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma vez a cada quatro anos,

1252
02:52:28.890 --> 02:52:32.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e o meu resultado foi questionável.

1253
02:52:32.660 --> 02:52:36.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não vou esperar até o próximo ciclo

1254
02:52:36.720 --> 02:52:57.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para saber como é que foi o meu desempenho. Então a gente precisa entender primeiro, qual é o problema que está acontecendo ali? E às vezes, se eu não tenho como participar do ensaio de proficiência. Eu preciso de uma comparação entre o laboratorial para garantir como é que está o controle do meu processo. Então, fazer uma investigação aprofundada

1255
02:52:57.710 --> 02:53:04.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e, às vezes, usar um mecanismo de comparação para resolver esse tipo de situação.

1256
02:53:06.140 --> 02:53:09.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Pede que se mantenha registro de participação,

1257
02:53:09.500 --> 02:53:12.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas eu acho que, como a gente está

1258
02:53:13.020 --> 02:53:18.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: apertado de tempo, acho que é importante que a gente fale de,

1259
02:53:18.450 --> 02:53:31.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nessas situações, onde não existe ensaio de proficiência, o que a gente precisa fazer para estabelecer uma comparação que seja válida, então o bilateral

1260
02:53:31.680 --> 02:53:36.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que tenha uma função de comparação interlaboratorial para avaliar o desempenho.

1261
02:53:36.620 --> 02:53:41.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Retomando aquele teu exemplo, Marcelo, vocês,

1262
02:53:41.670 --> 02:53:55.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como é que vocês estruturaram esta comparação foi feita por uma pessoa que era isenta do processo, que caracterizou a mostra que avaliou a homogeneidade e estabilidade. Diferente do analista que estava executando

1263
02:53:55.740 --> 02:53:59.660
Marcelo Pimenta: Na verdade, esse não é um bom exemplo, porque

1264
02:53:59.970 --> 02:54:11.069
Marcelo Pimenta: as referências nacionais definidas pela coordenação geral de laboratório do Ministério da saúde. Ela que define então o estudo Pasteur como referência

1265
02:54:11.200 --> 02:54:16.970
Marcelo Pimenta: a forma de controle de todos os laboratórios de raiva é

1266
02:54:16.970 --> 02:54:17.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

1267
02:54:17.530 --> 02:54:25.600
Marcelo Pimenta: Não é um interlaboratorial. Ele só baliza o resultado de tempos intensos. Manda a quantidade da mesma forma que nós somos

1268
02:54:25.860 --> 02:54:29.390
Marcelo Pimenta: laboratório de referência para leishmaniose.

1269
02:54:29.750 --> 02:54:31.910
Marcelo Pimenta: A gente tem que analisar o

1270
02:54:32.210 --> 02:54:36.459
Marcelo Pimenta: as lâminas de todo o Brasil. Eles mandam para a gente. É uma prática já

1271
02:54:36.460 --> 02:54:39.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas não é o ensaio que vocês são acreditados.

1272
02:54:39.110 --> 02:54:40.200
Marcelo Pimenta: Não, não,

1273
02:54:40.200 --> 02:54:40.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não tá,

1274
02:54:40.900 --> 02:54:41.520
Marcelo Pimenta: Bom dia.

1275
02:54:41.520 --> 02:54:45.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É porque se vocês fossem acreditados nesse ensaio,

1276
02:54:45.220 --> 02:54:50.679
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vocês poderiam usar esse programa como uma comparação interlaboratorial

1277
02:54:51.140 --> 02:54:51.980
Marcelo Pimenta: Tchau

1278
02:54:52.280 --> 02:54:57.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí vocês iam estruturar ela de uma maneira. Só que daí quem manda mostra. Vocês mandam para eles

1279
02:54:57.610 --> 02:54:58.330
Marcelo Pimenta: Não, não,

1280
02:54:59.320 --> 02:55:00.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eles mandam uma

1281
02:55:01.000 --> 02:55:04.619
Marcelo Pimenta: O fluxo definido pelo Ministério é eles mandados para a gente.

1282
02:55:05.860 --> 02:55:06.989
Marcelo Pimenta: Aliás, o.

1283
02:55:07.180 --> 02:55:09.810
Marcelo Pimenta: Os laboratórios mandaram para dar referência

1284
02:55:10.150 --> 02:55:10.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

1285
02:55:11.200 --> 02:55:17.910
Marcelo Pimenta: Então, no caso do, é o Arraiba, a gente manda para o Instituto Pasteur, o nosso de referência

1286
02:55:18.820 --> 02:55:27.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas nesse caso, vocês poderiam usar essa comparação e estabelecer. Vocês só podem mandar uma amostra, ou vocês poderiam mandar

1287
02:55:28.590 --> 02:55:39.970
Marcelo Pimenta: Não tem uma quantidade. É definido pelo ministério. Tem a Peru validar, avaliar o resultado

1288
02:55:41.000 --> 02:55:50.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E é uma amostra da rotina. Porque eu estou pensando assim. Que vocês poderiam, se fossem acreditados e não tivessem um Pep. Nesse caso, não tem

1289
02:55:50.080 --> 02:56:13.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de usar esse fluxo, que já é um fluxo determinado, como um processo de comparação só teria que estruturar. Como é que vai ser essa seleção das amostras? Quem que vai fazer essa seleção? Quem que vai coletar os resultados e fazer análise crítica, que não poderia ser os próprios envolvidos naquela atividade. Para fazer isso,

1290
02:56:14.030 --> 02:56:18.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para que isso tenha um critério isento,

1291
02:56:19.020 --> 02:56:25.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí isso Sim, ser um programa de comparação interlaboratorial, já que ele já é ali disponível para vocês.

1292
02:56:26.750 --> 02:56:29.610
Marcelo Pimenta: É uma obrigação de arretar as referências

1293
02:56:30.920 --> 02:56:38.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim, mas é uma obrigação. Mas é que também vocês poderiam usar como uma maneira de cumprir esse requisito,

1294
02:56:38.390 --> 02:56:39.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é,

1295
02:56:40.380 --> 02:56:45.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: já que isso já é uma coisa que é disponível para vocês, mas no caso

1296
02:56:45.470 --> 02:57:02.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de não ter de não existir esse tipo de fluxo. Então o laboratório que vai ter que contatar um parceiro? Porque às vezes é isso. Eu só tenho os meus parceiros. São pessoas que são meus concorrentes, às vezes. Então, como é que eu vou fazer

1297
02:57:03.160 --> 02:57:15.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para estruturar uma questão que é um programa que seja isento e que eu possa. Porque às vezes tem que ser o interessante para os dois lados, para alguém querer participar comigo.

1298
02:57:15.900 --> 02:57:36.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se eu só tenho concorrentes da minha área. É importante que a gente demonstre que é uma comparação imparcial. Então alguém, ou às vezes eu tenho que contratar uma empresa terceira para gerenciar esse programa. Fazer a caracterização da amostra, garantir a homogeneidade e estabilidade,

1299
02:57:36.960 --> 02:57:46.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ver quais são os números de repetição. Quantas amostras a gente tem que fazer uma amostra? Ou às vezes eu posso ter mais do que uma amostra. Como vai ser as repetições.

1300
02:57:46.350 --> 02:57:52.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Manda então para os participantes, que pode ser um ou outro dois laboratórios se comparando ou mais do que um

1301
02:57:53.680 --> 02:58:17.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e depois se define a priori. Qual vai ser a análise estatística daqueles resultados? E aí esta pessoa isenta do meu laboratório. Um terceiro que eu contratei. Então faz a análise estatística dos resultados e emita as conclusões, então é importante também que não só eu tenha as conclusões. Mas o laboratório que participou comigo também consiga

1302
02:58:18.850 --> 02:58:24.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ter o feedback dos resultados. Aí eu tenho esta comparação de uma maneira estruturada.

1303
02:58:25.880 --> 02:58:46.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma outra questão que eu queria destacar aqui, que, tanto para mil setecentos e vinte e cinco quanto para 1cinco, se o processo é feito pela rede metrológica do Rio Grande do Sul. A gente flexibiliza porque existem programas da rede metrológica que não são acreditados. Uma rede tem bastante programas acreditados. Mas se eu sou

1304
02:58:46.900 --> 02:59:03.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um provedor de reconhecimento de competência, e eu tenho um programa. Eles não exigem que todos sejam acreditados em sete.quarenta e três. Se a rede tem um programa, o laboratório quer reconhecido pela rede, participa a rede aceita,

1305
02:59:04.120 --> 02:59:10.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: diferente da Cgecre que eu tenho que sempre buscar um programa acreditado,

1306
02:59:12.800 --> 02:59:16.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu queria mostrar para vocês.

1307
02:59:16.230 --> 02:59:18.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Só o

1308
02:59:19.350 --> 02:59:21.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: deixa eu ver se eu consigo botar aqui

1309
02:59:23.890 --> 02:59:28.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o Pnq. Ai não? Estou conseguindo puxar

1310
02:59:30.130 --> 02:59:32.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que eu achei bem,

1311
02:59:33.000 --> 02:59:36.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sempre fui parar aqui e passar para outra tela.

1312
02:59:40.740 --> 02:59:42.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

1313
02:59:42.380 --> 02:59:46.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o escopo do Pnq das proficiências.

1314
02:59:47.030 --> 02:59:49.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu achei ele bem

1315
02:59:50.530 --> 02:59:51.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: complexo.

1316
02:59:52.540 --> 02:59:54.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por que ele não está vindo?

1317
02:59:55.270 --> 02:59:56.729
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Só porque a gente está.

1318
02:59:58.980 --> 03:00:00.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vamos embora.

1319
03:00:08.770 --> 03:00:12.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Porque eu fazia tempo que eu não olhava

1320
03:00:13.710 --> 03:00:17.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o escopo deles de acreditação. Olha, está bem

1321
03:00:18.120 --> 03:00:28.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: completo ali. Tem bastante opções aqui do programa que são acreditados. Então, bioquímica tem bastante coisa

1322
03:00:29.500 --> 03:00:31.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dermatologia.

1323
03:00:32.770 --> 03:00:49.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a Controlabl já era um provedor que já tinha uma gama, um portfólio grande de ensaios acreditados, um programa creditado. Mas agora o Plnq também tem bastante

1324
03:00:50.060 --> 03:00:53.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: bastante opções aqui para Zoologia.

1325
03:00:55.440 --> 03:01:07.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui o programa do Pernicq é mensal. O da Controlábia é trimestral. Então a gente consegue cumprir toda a frequência de participação que a Cgecre tem como

1326
03:01:08.860 --> 03:01:10.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: critério sem problema,

1327
03:01:11.520 --> 03:01:12.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí.

1328
03:01:14.870 --> 03:01:23.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas existem algumas áreas mais específicas que a gente não tem. Não tem proficiência, e a gente lança a mão das comparações

1329
03:01:23.270 --> 03:01:29.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: interlaboratoriais antes da gente terminar, que a gente já está bem adiantado. Eu queria passar um vídeo do Felipe

1330
03:01:29.680 --> 03:01:37.800
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a rede metrológica. O Felipe era na época. Ele é especialista. Ele fez mestrado e doutorado

1331
03:01:37.950 --> 03:01:42.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: relacionado com os programas de proficiência.

1332
03:01:43.070 --> 03:01:52.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então acho que é interessante o relato dele como pessoa que organizou o programa da rede metrológica por muito tempo. Então, vocês estão vendo o vídeo? Só vou botar aqui e rodar.

1333
03:01:53.130 --> 03:01:54.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não tava aí.

1334
03:01:56.990 --> 03:01:58.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá vendo? Não,

1335
03:01:58.760 --> 03:02:00.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a imagem está aparecendo.

1336
03:02:00.770 --> 03:02:01.320
Silvia Fernandes: E aí?

1337
03:02:01.840 --> 03:02:02.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não,

1338
03:02:02.850 --> 03:02:03.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ué

1339
03:02:04.270 --> 03:02:05.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: só um pouquinho.

1340
03:02:06.900 --> 03:02:08.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Deixa eu ver o que vai acontecer.

1341
03:02:18.900 --> 03:02:20.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu descobri.

1342
03:02:20.770 --> 03:02:22.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É um problema do operador

1343
03:02:24.870 --> 03:02:26.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: agora. Sim,

1344
03:02:29.010 --> 03:02:31.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sim. Então vou botar a rodar.

1345
03:02:32.760 --> 03:02:34.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês estão escutando

1346
03:02:36.040 --> 03:02:37.470
Silvia Fernandes: Não tem.

1347
03:02:37.470 --> 03:02:38.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não,

1348
03:02:38.310 --> 03:02:39.100
Silvia Fernandes: Não,

1349
03:02:39.100 --> 03:02:40.589
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, meu Deus.

1350
03:02:42.030 --> 03:02:43.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Era para eu estar escutando.

1351
03:02:45.350 --> 03:02:46.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não,

1352
03:02:48.540 --> 03:02:49.410
Silvia Fernandes: Não,

1353
03:02:49.660 --> 03:02:53.680
Marcelo Pimenta: Alessandra de repente faz o horário. Eu estou vendo que o vídeo é três

1354
03:02:53.680 --> 03:02:56.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou mandar. Eu vou botar para vocês. Eu vou mandar para vocês

1355
03:02:56.680 --> 03:02:57.830
Marcelo Pimenta: Realmente

1356
03:02:59.020 --> 03:02:59.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim.

1357
03:02:59.990 --> 03:03:07.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, não. Não adianta se ficar ali. Esse lenga lenga não adianta. Esse material ficou com vocês

1358
03:03:07.970 --> 03:03:08.320
Silvia Fernandes: Bom dia.

1359
03:03:08.320 --> 03:03:08.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A forma

1360
03:03:09.340 --> 03:03:10.870
Marcelo Pimenta: Não tem nenhum material disponível

1361
03:03:10.870 --> 03:03:11.750
Silvia Fernandes: Está disponível.

1362
03:03:11.990 --> 03:03:14.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o da aula da Tânia. Tá

1363
03:03:14.600 --> 03:03:16.769
Silvia Fernandes: Sim, só da primeira aula.

1364
03:03:16.770 --> 03:03:27.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu vou fazer assim. Eu vou mandar de novo para o pessoal do Sbm botar esse material aqui. Aquela planilha da Excel da aula passada. E esse vídeo do Felipe

1365
03:03:27.470 --> 03:03:33.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que daí vocês ficam com o material completinho estranho, porque já tinha ido para eles esse material tá,

1366
03:03:33.960 --> 03:03:36.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas de qualquer forma,

1367
03:03:36.400 --> 03:03:39.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu mando de novo. E aí vocês vão ter o material completo.

1368
03:03:41.070 --> 03:03:51.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Desculpa, passamos no horário, mas eu acho que eu queria só fazer esse fechamento. Falar de novo sobre essa questão das comparações interlaboratoriais, porque eu acho que é?

1369
03:03:51.660 --> 03:04:15.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tem algumas situações aqui dos ensaios que são biológicos, que a gente tem um pouquinho mais de dificuldade aos alguns tipos. A Control Lab tem programas que têm resistência de micro organismos. Então é interessante. Eu não botei aqui, mas tem programas de micro organismos também resistentes, que é importante que a gente tenha, porque na área hospitalar, isso faz diferença,

1370
03:04:15.940 --> 03:04:25.889
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: certo? Espero que tenha sido produtivo para vocês. Não sei se todo mundo que se vai assistir depois. Tem mais alguma dúvida? Pode me passar

1371
03:04:26.820 --> 03:04:38.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: algum questionamento e eu estou à disposição. Eu deixei no meu material. Tem o meu e mail, o meu e mail da Tânia. Se vocês quiserem alguma complementação, é só perguntar.

1372
03:04:39.100 --> 03:04:44.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo, pessoal, obrigada. Desculpe o horário adiantado ali,

1373
03:04:44.930 --> 03:04:46.669
Marcelo Pimenta: Obrigado, Alessandra

1374
03:04:47.300 --> 03:04:47.740
Silvia Fernandes: Obrigada,

1375
03:04:47.740 --> 03:04:48.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É isso?

1376
03:04:48.620 --> 03:04:49.700
Silvia Fernandes: Boa noite.

