WEBVTT

1
00:07:31.380 --> 00:07:38.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Olá. Tudo bem? Não temos ninguém na sala ainda. Vamos esperar uns minutinhos. A gravação já está acontecendo.

2
00:07:40.580 --> 00:07:48.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, daqui a pouquinho. Iniciamos. Vou aguardar uns cinco minutos. 19h, agora na disciplina de análises microbiológicas.

3
00:09:41.460 --> 00:09:45.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Boa noite, Silvia. Tudo bem, bem vinda.

4
00:09:45.410 --> 00:09:51.659
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu estou aguardando uns minutinhos até para esperar ver se mais alguém entra na sala.

5
00:09:52.480 --> 00:09:55.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Fique à vontade. Só um minutinho. Já iniciamos a aula

6
00:09:56.850 --> 00:09:58.080
Silvia Fernandes: Boa noite.

7
00:09:59.240 --> 00:10:01.179
Silvia Fernandes: O Marcelo já está aí? Também

8
00:10:01.500 --> 00:10:05.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Oh, beleza. Boa noite, Marcelo. Tudo bem?

9
00:10:06.870 --> 00:10:07.630
Marcelo Pimenta: Boa noite. Lessa.

10
00:10:07.630 --> 00:10:08.040
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Do que

11
00:10:08.040 --> 00:10:08.600
Marcelo Pimenta: Obrigado,

12
00:10:08.600 --> 00:10:11.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tudo bem. Estou aguardando. Então,

13
00:10:11.840 --> 00:10:21.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: oi. Agora me lembro de ti. Da disciplina da quinze joia joia, vê caras conhecidas.

14
00:10:22.810 --> 00:10:28.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O Marcelo sabe que eu gosto que fique com a câmera aberta para a gente poder conversar,

15
00:10:30.690 --> 00:10:33.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o que não me pareceu ter o nome aqui na lista.

16
00:10:36.390 --> 00:10:37.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí.

17
00:10:54.580 --> 00:10:57.019
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E vocês vão ver tudo certinho.

18
00:11:00.220 --> 00:11:10.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como é que foram as disciplinas que vocês fizeram entre a digestão de risco de equipamentos e rastreabilidade

19
00:11:10.580 --> 00:11:13.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: legal. Foi tranquilo, aproveitosa

20
00:11:13.810 --> 00:11:15.200
Marcelo Pimenta: Tudo jovem,

21
00:11:15.510 --> 00:11:25.260
Marcelo Pimenta: mas assim não sei se você acompanha as avaliações. Eu sempre falo que a gente está fazendo esse curso aqui por causa aqui em cento e oitenta e nove.

22
00:11:25.890 --> 00:11:30.650
Marcelo Pimenta: E eu sinto que é tudo muito voltado para dezassete horas, vinte e cinco

23
00:11:31.600 --> 00:11:32.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

24
00:11:32.110 --> 00:11:36.329
Marcelo Pimenta: Um pouco da nossa frustração. Eu acho que posso falar pela Silva também. Que trabalha junto

25
00:11:37.030 --> 00:11:37.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Um dia.

26
00:11:37.500 --> 00:11:42.590
Marcelo Pimenta: Mais exemplos, mais questões em relação a cento e oitenta e nove

27
00:11:43.200 --> 00:11:49.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vocês tiveram a disciplina já com a Mariley, com a

28
00:11:50.360 --> 00:11:52.140
Marcelo Pimenta: Duas professoras,

29
00:11:52.140 --> 00:11:54.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso. Ai, meu Deus!

30
00:11:54.980 --> 00:11:56.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não fugiu. O nome da colega

31
00:11:57.280 --> 00:12:00.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Jesus tá a Marilei e a

32
00:12:00.260 --> 00:12:01.500
Silvia Fernandes: É Raquel

33
00:12:01.740 --> 00:12:03.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A Raquel também

34
00:12:03.510 --> 00:12:04.480
Silvia Fernandes: Mas não

35
00:12:04.480 --> 00:12:06.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é a Raquel que eu quero falar.

36
00:12:08.400 --> 00:12:08.880
Silvia Fernandes: Milhões

37
00:12:08.880 --> 00:12:10.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Camila.

38
00:12:10.820 --> 00:12:21.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Gente me deu um branco. Sim, a disciplina com elas, que era mais específica. Voltada para as análises clínicas. Como é que foi a disciplina com os três

39
00:12:22.540 --> 00:12:23.790
Marcelo Pimenta: Foi bom. Foi boa.

40
00:12:23.900 --> 00:12:24.860
Marcelo Pimenta: Pois é. Ó,

41
00:12:25.440 --> 00:12:26.920
Marcelo Pimenta: acho que

42
00:12:27.480 --> 00:12:35.980
Marcelo Pimenta: tinha algumas referências um pouco antigas. Aquele material disponível da controlar de dois mil e dez

43
00:12:36.480 --> 00:12:36.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é

44
00:12:36.930 --> 00:12:40.580
Marcelo Pimenta: Acho que era material de referência. Eu esperava ver coisas novas,

45
00:12:41.260 --> 00:12:42.419
Marcelo Pimenta: mas assim

46
00:12:42.420 --> 00:12:48.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é bom a gente ter esse feedback para, nas próximas turmas, a gente conseguir melhorar,

47
00:12:48.130 --> 00:12:51.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: melhorar o conteúdo.

48
00:12:51.410 --> 00:12:53.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas eu acho importante

49
00:12:54.540 --> 00:12:55.430
Marcelo Pimenta: Daquiloada

50
00:12:55.430 --> 00:12:55.880
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigado,

51
00:12:56.270 --> 00:12:58.140
Marcelo Pimenta: Está controlado desde dois mil. Dez

52
00:12:58.380 --> 00:13:03.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É importante. É uma referência. Sim,

53
00:13:03.620 --> 00:13:04.370
Marcelo Pimenta: Pela Coreia

54
00:13:04.370 --> 00:13:14.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Agora, a Marilei vai voltar com a questão da amostragem. Vocês têm a disciplina de segurança do paciente com a Eloni, que trabalhou no Hospital de Clínica há muitos anos com

55
00:13:14.630 --> 00:13:33.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: questão de gestão de risco. E o Paulo Couto, que é disciplina de incerteza. O Paulo não é da área médica. O Paulo é engenheiro. Trabalhou no inmetro, mas ele que orientou o mestrado lá no inmetro relacionado

56
00:13:33.980 --> 00:13:58.310
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a incerteza da área clínica. Eu já fiz um curso com o Paulo. Eu gosto da condução dele. Então, assim vamos ver como é que vai ser isso se vai contribuir para vocês. Mas eu acho interessante ter esse feedback. Tá? E aí, na melhoria do curso, a gente pensa nesse aspecto, de a gente ter mais exemplos.

57
00:13:58.480 --> 00:14:01.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E uma questão mais específica.

58
00:14:01.570 --> 00:14:03.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se vocês tiverem, diga

59
00:14:03.820 --> 00:14:08.090
Marcelo Pimenta: Eu vou falar duas coisas que é importante também. Que valem toda a minha opinião.

60
00:14:08.200 --> 00:14:15.279
Marcelo Pimenta: Primeiro, a característica do nosso laboratório. A gente não é necessariamente um laboratório clínico.

61
00:14:15.280 --> 00:14:15.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

62
00:14:16.350 --> 00:14:33.260
Marcelo Pimenta: A gente não passa coleta. Então, às vezes, a gente comentava exemplo de laboratório clínico, mas sempre vem o mesmo tipo de resenha bioquímica, hormônio. A gente não faz isso. A gente faz coisas totalmente diferentes.

63
00:14:33.580 --> 00:14:34.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

64
00:14:34.730 --> 00:14:38.919
Marcelo Pimenta: Então são coisas que devem levar em consideração.

65
00:14:39.320 --> 00:14:40.010
Marcelo Pimenta: É assim.

66
00:14:40.010 --> 00:14:40.390
Marcelo Pimenta: É um.

67
00:14:44.740 --> 00:14:48.620
Marcelo Pimenta: Em relação à incerteza. Eu conheço o Paulo, Paul.

68
00:14:48.970 --> 00:14:51.460
Marcelo Pimenta: Eu fiz o mestrado. Meu mestrado foi no mestre também. Mas eu não fiz

69
00:14:51.460 --> 00:14:51.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

70
00:14:51.990 --> 00:14:52.950
Marcelo Pimenta: Na época,

71
00:14:53.220 --> 00:14:53.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

72
00:14:53.600 --> 00:14:54.740
Marcelo Pimenta: É.

73
00:14:56.050 --> 00:15:01.000
Marcelo Pimenta: Eu vou tentar também ver com ele. Não sei qual foi a

74
00:15:01.310 --> 00:15:05.959
Marcelo Pimenta: a dissertação de Mestrado que ele orientou,

75
00:15:06.100 --> 00:15:13.850
Marcelo Pimenta: mas o maior interesse em relação à incerteza de medição é basicamente em relação aos Estados

76
00:15:14.630 --> 00:15:15.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aham!

77
00:15:15.490 --> 00:15:19.400
Marcelo Pimenta: Certeza de uma edição de.

78
00:15:19.620 --> 00:15:21.219
Marcelo Pimenta: É uma biologia molecular,

79
00:15:22.050 --> 00:15:26.110
Marcelo Pimenta: como eu faço de uma microbiologia. É isso que a gente

80
00:15:26.110 --> 00:15:32.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A incerteza da microbiologia. Eu estou trazendo o documento. O cinquenta e três aqui hoje

81
00:15:32.910 --> 00:15:33.530
Marcelo Pimenta: Sim,

82
00:15:33.530 --> 00:15:37.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Na verdade, eu estou trazendo um exemplo lá do Docs Jack

83
00:15:37.450 --> 00:15:38.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: cinquenta e um

84
00:15:38.190 --> 00:15:39.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e três aqui hoje

85
00:15:39.430 --> 00:15:39.810
Marcelo Pimenta: Bom dia.

86
00:15:39.810 --> 00:15:40.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não é.

87
00:15:41.820 --> 00:15:43.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

88
00:15:44.050 --> 00:15:44.550
Marcelo Pimenta: É de

89
00:15:44.740 --> 00:15:45.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E a questão

90
00:15:45.370 --> 00:15:45.849
Marcelo Pimenta: Estamos de acordo.

91
00:15:45.850 --> 00:16:00.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Dos exemplos. Desculpa, Marcelo. Só quando a gente estruturou o curso, a gente não sabia qual é o público que a gente ia atingir. Então aí os exemplos acabam sempre para os tradicionais. Realmente pode ser que não se aplique para vocês.

92
00:16:00.820 --> 00:16:05.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu estou falando. Isso exatamente? É uma característica diferente.

93
00:16:05.410 --> 00:16:06.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia,

94
00:16:06.700 --> 00:16:11.910
Marcelo Pimenta: No Brasil. São vinte e sete laboratórios. São vinte e sete latentes,

95
00:16:11.910 --> 00:16:12.270
Marcelo Pimenta: Uhum

96
00:16:12.270 --> 00:16:14.160
Marcelo Pimenta: repórter:

97
00:16:14.470 --> 00:16:16.160
Marcelo Pimenta: mas

98
00:16:16.270 --> 00:16:18.410
Marcelo Pimenta: tem que deixar registrado lá que também

99
00:16:18.410 --> 00:16:19.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim,

100
00:16:19.010 --> 00:16:19.600
Marcelo Pimenta: E aí

101
00:16:19.600 --> 00:16:20.580
Marcelo Pimenta: tá certo.

102
00:16:20.710 --> 00:16:24.930
Marcelo Pimenta: Nossa, inclusive eu. Não sei se eu já falei. Já falei com você.

103
00:16:25.830 --> 00:16:42.060
Marcelo Pimenta: Talvez possa até deixar de ser registrado. Depois, acho que, de repente, valeria a pena vocês investirem a Sociedade Brasileira de Metodologia. Até vi que tem, mas não está ativo. Curso de Formação de Trabalhador na quinta e nove com aquela parceria com a Cagec,

104
00:16:42.330 --> 00:16:50.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tu. Já tinha comentado comigo. Eu falei rapidamente com o Alexandre, mas a gente não desenvolveu o assunto.

105
00:16:50.130 --> 00:16:55.879
Marcelo Pimenta: Eu já fiz esse especialista. Fiz o de líder. Fiz outros

106
00:16:55.880 --> 00:16:56.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O mundo

107
00:16:56.590 --> 00:16:57.610
Marcelo Pimenta: Cursos deles,

108
00:16:57.850 --> 00:17:03.030
Marcelo Pimenta: Ead: e eu era extremamente preconceituoso com a Ead. Mas o curso da

109
00:17:03.330 --> 00:17:11.139
Marcelo Pimenta: a Sbm realmente é muito bem estruturada. Acho que valer a pena. Eu inclusive estou comprando para a minha instituição.

110
00:17:11.359 --> 00:17:20.329
Marcelo Pimenta: Espero que dê certo. É verdade. Estou comprando uma instituição, mais vinte participações, mais vinte avaliadores no meu laboratório na dezassete anos, vinte e cinco.

111
00:17:20.450 --> 00:17:21.379
Marcelo Pimenta: Se tivesse negócio,

112
00:17:21.380 --> 00:17:23.569
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Anotar novamente

113
00:17:23.579 --> 00:17:26.059
Marcelo Pimenta: Tivesse aqui em cento e oitenta e nove, eu cobraria

114
00:17:26.260 --> 00:17:27.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Entendeu?

115
00:17:29.340 --> 00:17:30.190
Marcelo Pimenta: De repente,

116
00:17:30.190 --> 00:17:33.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Para eu falar de novo com o Alexandre.

117
00:17:36.740 --> 00:17:37.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso

118
00:17:38.580 --> 00:17:39.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

119
00:17:41.560 --> 00:17:43.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sujeque, né?

120
00:17:43.820 --> 00:17:45.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E quinze.

121
00:17:47.300 --> 00:17:48.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

122
00:17:48.650 --> 00:17:50.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

123
00:17:50.540 --> 00:17:52.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E que eu ia te perguntar

124
00:17:55.040 --> 00:18:09.349
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ontem, segunda, terça e quarta. Eu dei um curso para o Lacen do mato grosso da 1cinco. A Joyce entrou em contato comigo. Acho que ela tinha feito um curso da Sbm.

125
00:18:09.360 --> 00:18:09.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí

126
00:18:09.860 --> 00:18:19.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da rede meteorológica. E aí eu estudei um curso para dar. Acho que tinham quarenta e cinco pessoas do acidente do Mato grosso.

127
00:18:20.880 --> 00:18:25.660
Marcelo Pimenta: Eu não sei se é mato grosso que já acreditava

128
00:18:25.660 --> 00:18:27.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, eles já passaram por

129
00:18:27.430 --> 00:18:28.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ditadura.

130
00:18:28.250 --> 00:18:35.940
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, então aí não receberam ainda o certificado? Não foi homologado ainda, mas eles já tiveram a avaliação

131
00:18:35.940 --> 00:18:36.860
Marcelo Pimenta: Ah, que bom.

132
00:18:36.860 --> 00:18:44.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o escopo deles não é tão grande assim. Mas, enfim, eles já estão trabalhando para a ampliação do escopo

133
00:18:44.750 --> 00:18:47.790
Marcelo Pimenta: O teu laboratório também é acreditado.

134
00:18:48.930 --> 00:18:52.980
Marcelo Pimenta: Quarenta e três na 1cinco? Ainda não

135
00:18:55.630 --> 00:19:01.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E vocês têm planos. Tem já planos para acreditação?

136
00:19:02.010 --> 00:19:05.530
Marcelo Pimenta: Minha intenção é solicitar,

137
00:19:05.770 --> 00:19:10.650
Marcelo Pimenta: na melhor hipótese final desse ano, ou até o primeiro semestre do ano que vem.

138
00:19:11.150 --> 00:19:11.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

139
00:19:11.900 --> 00:19:14.409
Marcelo Pimenta: Aí. Tem que fazer alguns ajustes.

140
00:19:14.410 --> 00:19:15.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

141
00:19:15.490 --> 00:19:17.420
Marcelo Pimenta: A gente enfrenta muita,

142
00:19:17.850 --> 00:19:19.130
Marcelo Pimenta: muita epidemia.

143
00:19:19.760 --> 00:19:20.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

144
00:19:20.300 --> 00:19:28.699
Marcelo Pimenta: Aí. É complicado. Então, toda hora a gente bate o recorde. Maior epidemia de arbovírus da história do estado.

145
00:19:29.680 --> 00:19:30.350
Marcelo Pimenta: Tá bom,

146
00:19:31.150 --> 00:19:31.660
Marcelo Pimenta: é uma

147
00:19:31.660 --> 00:19:38.699
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nesse meio para pagar o incêndio, fica difícil estruturar, focar na acreditação.

148
00:19:39.290 --> 00:19:40.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá, tá, sim.

149
00:19:40.980 --> 00:19:56.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente está sempre apagando incêndio? Eu não sei. O sistema de gestão da qualidade. A gerência da qualidade acaba tendo tempo para focar, estruturar a documentação. Você já tem, porque você já tenha dezassete.

150
00:19:56.230 --> 00:19:58.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas a

151
00:19:59.040 --> 00:20:18.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque senão sempre vai acontecer isso porque nunca vai parar as questões, epidemias ou novas doenças, ou novas situações acontecendo de repente, aí é pensar numa estratégia de deixar alguém bem mais focado nisso. O quadro de vocês é muito restrito

152
00:20:19.140 --> 00:20:20.150
Marcelo Pimenta: Como é que é

153
00:20:20.150 --> 00:20:23.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O quadro de colaboradores acaba, que é restrito

154
00:20:24.670 --> 00:20:27.880
Marcelo Pimenta: A gente sempre acha que tem pouco

155
00:20:27.970 --> 00:20:28.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

156
00:20:29.840 --> 00:20:32.090
Marcelo Pimenta: Mas assim

157
00:20:32.260 --> 00:20:36.310
Marcelo Pimenta: tem muito tempo. Não tem concurso. Tem muita contratação.

158
00:20:36.310 --> 00:20:36.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Administrativa

159
00:20:36.720 --> 00:20:38.930
Marcelo Pimenta: Até dois anos.

160
00:20:39.130 --> 00:20:40.899
Marcelo Pimenta: Mas acho que

161
00:20:41.060 --> 00:20:42.570
Marcelo Pimenta: dessa vez vai,

162
00:20:42.880 --> 00:20:46.820
Marcelo Pimenta: porque o pessoal sempre tinha um preconceito.

163
00:20:47.450 --> 00:20:49.760
Marcelo Pimenta: O pessoal da Epilepsologia da Fundação

164
00:20:49.760 --> 00:20:50.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isabel

165
00:20:50.210 --> 00:20:52.580
Marcelo Pimenta: Da parte epidemiológica,

166
00:20:52.700 --> 00:20:53.780
Marcelo Pimenta: sem falar

167
00:20:53.960 --> 00:20:59.909
Marcelo Pimenta: dezassete, vinte e cinco ou quinze cento e oitenta e nove tinha um pouco de preconceito, porque a gente já fez certificado Onu,

168
00:21:00.530 --> 00:21:03.270
Marcelo Pimenta: e a Una

169
00:21:03.400 --> 00:21:04.260
Marcelo Pimenta: é

170
00:21:04.260 --> 00:21:08.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É um outro jeito. Eu já fui avaliadora da Onu.

171
00:21:08.400 --> 00:21:10.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O foco é diferente, né?

172
00:21:10.740 --> 00:21:14.889
Marcelo Pimenta: Eu brinco que ela é uma R nove.um, um pouquinho mais apertada.

173
00:21:15.190 --> 00:21:16.100
Marcelo Pimenta: Obrigado.

174
00:21:16.100 --> 00:21:20.240
Marcelo Pimenta: Técnica. Como avaliação de competência técnica,

175
00:21:20.240 --> 00:21:21.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, sim,

176
00:21:21.360 --> 00:21:22.260
Marcelo Pimenta: Então,

177
00:21:22.260 --> 00:21:41.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Fora o tempo de avaliação. A gente tem às vezes fazer uma avaliação no hospital. Estamos em cinco avaliadores e fica ali dois dias. Três dias. Não tem como avaliar um hospital inteiro na complexidade. E os requisitos também não aprofundando tanto o laboratório de análises clínicas. Às vezes eu ficava três horas.

178
00:21:42.320 --> 00:21:44.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não tem condições, né?

179
00:21:44.110 --> 00:21:48.520
Marcelo Pimenta: Eu acho que a Onu é muito boa para hospital, para laboratório.

180
00:21:49.290 --> 00:21:50.450
Marcelo Pimenta: Não acho legal

181
00:21:51.500 --> 00:22:04.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu também concordo contigo. Era a minha percepção da gente dar um selo de acreditação, de um serviço que a gente não tinha conseguido dar a profundidade necessária

182
00:22:05.500 --> 00:22:08.019
Marcelo Pimenta: Acho que para hospital. Muito bom, mas para laboratório.

183
00:22:08.250 --> 00:22:08.940
Marcelo Pimenta: Obrigado.

184
00:22:09.240 --> 00:22:11.409
Marcelo Pimenta: Aí, Paris. A gente mudou e tá

185
00:22:11.830 --> 00:22:15.489
Marcelo Pimenta: nessa luta. Agora, daqui em cento e oitenta. Mas enfim, eu já tomei muito seu tempo.

186
00:22:15.490 --> 00:22:36.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É bom, porque a gente fica papel, como começa a ver as particularidades de cada serviço. Mas eu compreendo. O serviço de vocês é muito particular e aí tem situações. E acho que foi isso. Sabe, quando a gente foi pensado nesse curso, a gente não sabia de onde vinha o público.

187
00:22:36.020 --> 00:22:47.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí agora, entendendo um pouquinho melhor, provavelmente nas próximas turmas a gente vai conseguir pensar abrir um pouquinho, sair um pouquinho da caixa e melhorar

188
00:22:47.170 --> 00:22:49.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: melhorar os exemplos

189
00:22:49.580 --> 00:22:51.320
Marcelo Pimenta: Inclusive

190
00:22:51.470 --> 00:22:52.740
Marcelo Pimenta: tem o.

191
00:22:52.990 --> 00:22:53.770
Marcelo Pimenta: É isso aí.

192
00:22:54.040 --> 00:23:01.269
Marcelo Pimenta: Se você conhece que dentro do Ministério da Saúde, você tem a coordenação geral de laboratório de saúde pública

193
00:23:01.570 --> 00:23:04.809
Marcelo Pimenta: que mexe especificamente com essa parte da

194
00:23:05.060 --> 00:23:05.770
Marcelo Pimenta: de De.

195
00:23:05.910 --> 00:23:08.270
Marcelo Pimenta: Vamos botar aqui de epidemiologia

196
00:23:08.700 --> 00:23:09.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

197
00:23:09.480 --> 00:23:21.069
Marcelo Pimenta: E eles estão. Também há um interesse deles. Da acreditação e da dotação do sistema de gestão da qualidade de todos os lacentos, porque o nível de qualidade de Lassex é diferente

198
00:23:21.180 --> 00:23:22.530
Marcelo Pimenta: entre os estados.

199
00:23:23.250 --> 00:23:27.700
Marcelo Pimenta: De repente, eu já até comentei com o pessoal de lá

200
00:23:27.700 --> 00:23:28.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De um

201
00:23:28.070 --> 00:23:35.250
Marcelo Pimenta: De repente, quem sabe quando faz uma parceria entre Sbm, seja lá montar alguma coisa específica para isolacense.

202
00:23:35.730 --> 00:23:36.900
Marcelo Pimenta: E hoje

203
00:23:36.900 --> 00:23:37.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

204
00:23:37.460 --> 00:23:47.529
Marcelo Pimenta: Hoje, um dos projetos. Até o pessoal da África veio. O pessoal também dos Estados Unidos,

205
00:23:47.970 --> 00:23:51.500
Marcelo Pimenta: para implantar uma metodologia que chama Slipta,

206
00:23:52.320 --> 00:24:02.339
Marcelo Pimenta: que é uma metodologia da Oms, que foi devolvida para o pessoal da África, que a ideia é um passo a passo até chegar aqui da estação. Aqui em cento e oitenta e nove

207
00:24:02.340 --> 00:24:03.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

208
00:24:03.100 --> 00:24:08.499
Marcelo Pimenta: Mas de repente, a Sbm, junto com a Fegec

209
00:24:08.750 --> 00:24:09.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

210
00:24:09.510 --> 00:24:10.720
Marcelo Pimenta: Pode ser alguma coisa

211
00:24:10.970 --> 00:24:13.119
Marcelo Pimenta: depois eu posso te passar contato de alguém.

212
00:24:13.120 --> 00:24:36.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É, e até porque se a gente pega o escopo que é comum, os ensaios se aprofundam. A gente sai daquele exemplo comum e traz para a necessidade. Porque, por exemplo, aqui eu estou trazendo hoje vou dar um spoiler. Estou trazendo aqui os documentos que são da cegecre, então o setenta e oito, o cinquenta e três,

213
00:24:36.020 --> 00:24:43.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que, na verdade, os exemplos que estão aqui não são exemplos de validação, de método e de incerteza de medição para os ensaios que você desenvolve,

214
00:24:43.560 --> 00:24:44.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

215
00:24:44.360 --> 00:24:53.769
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então não é específico. Então, se a gente tem uma atividade mais focada e estuda a metodologia. Onde é que estão as dificuldades

216
00:24:54.020 --> 00:24:59.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando a gente vai trazer os exemplos, a gente trabalha em cima do que é a dificuldade.

217
00:24:59.270 --> 00:25:13.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E outra questão, às vezes que acontece, por exemplo, aqui é disciplina. A gente não tem o feedback, não tem alguém que traga um exemplo que traga uma pergunta com alguma dificuldade específica. A gente também não tem como desenvolver.

218
00:25:13.360 --> 00:25:36.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, muitas pessoas assistem as aulas depois e a gente perde esse momento de trazer uma questão mais concreta e discutir como se faria? Como se avaliaria naquela situação específica. Por isso que eu acho interessante essa tua ideia. Quem sabe ter um projeto específico. E aí sim, se estuda ali o escopo

219
00:25:36.940 --> 00:25:49.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e as metodologias, os ensaios, e a partir disso, se desenvolvem os requisitos baseados naquilo que é a demanda de vocês? Acho que sim. Realmente ficaria mais interessante.

220
00:25:49.410 --> 00:25:53.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu vou levar essa ideia para o Alexandre, para o Rodrigo,

221
00:25:53.740 --> 00:26:04.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e quem sabe a gente possa fazer uma parceria que fique um pouquinho mais interessante que supra as necessidades de vocês. Mais direcionada,

222
00:26:04.410 --> 00:26:17.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque você não fica muito naqueles exemplos que tem nos documentos da Cgecre, que dizem que se aplicam, mas os exemplos que eles trazem aqui, muitos são de ensaios de alimentos. Então acaba que não aplica para vocês.

223
00:26:17.560 --> 00:26:33.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu trouxe assim vou te dar o spoiler que pode ser que esteja um pouco de decepção, porque eu trouxe os exemplos que estão ali na Cgec. Mas, enfim, fica à vontade para trazer a tua situação específica e a gente poder discutir

224
00:26:33.210 --> 00:26:36.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e tentar que seja um pouco mais proveitoso para vocês.

225
00:26:36.770 --> 00:26:41.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo, então deixa eu fazer o compartilhamento da minha tela

226
00:26:41.570 --> 00:26:44.639
Marcelo Pimenta: A última coisa. O material não está no site.

227
00:26:45.280 --> 00:26:46.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não,

228
00:26:46.250 --> 00:26:46.640
Marcelo Pimenta: Não,

229
00:26:46.640 --> 00:26:48.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Era para estar.

230
00:26:48.170 --> 00:26:53.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Até é bom, porque eu fiz uns ajustes que estavam uma referência errada.

231
00:26:54.830 --> 00:26:57.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nem o da Tânia

232
00:26:57.980 --> 00:26:59.700
Marcelo Pimenta: Estou falando da sua aula.

233
00:26:59.700 --> 00:27:24.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, tá. O meu não está estranho porque era já para estar. Mas eu fiz uns ajustes porque, por exemplo, a nit ridícula trinta estava com a revisão de dois mil e treze. Já está em dois mil e treze. Não estava na Revisão treze. E agora, atualmente, ela já está na revisão quinze, né? Então, quando eu dei uma revisada que eu vi que tinha umas inconsistências, então, se não está lá, é bom, porque vai a versão mais atualizada.

234
00:27:26.860 --> 00:27:34.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, então a Tânia semana passada conversou sobre amostragem, instalações e condições ambientais, biossegurança

235
00:27:34.820 --> 00:27:44.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aprovação de insumos. E a ideia, então que, nessas próximas duas aulas, a gente fale sobre validação, rastreabilidade metrológica,

236
00:27:44.630 --> 00:27:54.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na validação, incluindo também a avaliação de incerteza de medição. Claro que o Paulo Couto vai voltar a falar sobre o método do Gam,

237
00:27:54.420 --> 00:27:59.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é o que ele tem. Conhecimento e profundidade. E também.

238
00:28:05.090 --> 00:28:05.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí,

239
00:28:05.980 --> 00:28:06.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: isso aí.

240
00:28:07.670 --> 00:28:10.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho que isso aí deu um.

241
00:28:10.870 --> 00:28:20.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Voltou. Provavelmente. Então ele vai abordar também a vinte e novecentos e catorze, que é a

242
00:28:20.710 --> 00:28:24.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a norma internacional de incerteza para laboratório clínico.

243
00:28:24.580 --> 00:28:38.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui eu estou trazendo os documentos, como eu já falei para o Marcelo, os documentos que são da Cgecre. Porque tanto eles valem para R um7 mil quanto para eles. Fazem referência lá no site,

244
00:28:38.430 --> 00:29:02.389
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas tragam ali situações que são mais específicas. E a gente vai construindo. E aqui, falando sobre equipamentos e checagens. Os equipamentos que são mais usuais ali, nos laboratórios de microbiologia sistemáticas, o que é importante, de atentar quanto calibração e checagem de equipamentos.

245
00:29:02.630 --> 00:29:06.960
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é isso que a gente vai desenvolver hoje e na semana que vem,

246
00:29:08.940 --> 00:29:14.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: garantia da validade dos resultados, ferramentas da qualidade e participação de proficiência

247
00:29:14.960 --> 00:29:31.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui na proficiência. Eu vou passar um vídeo para vocês. Eu pedi para o Felipe Albano, que foi o gerente foi o gerente da qualidade e responsável pelos ensaios de proficiência da rede metrológica do Rio Grande do Sul.

248
00:29:31.270 --> 00:29:58.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele esteve na frente da rede por muitos anos. E a rede tem vários programas de proficiência. A rede do Rio Grande do Sul e a gente sabe que as proficiências do setor da microbiologia têm algumas particularidades. Então eu trouxe e pedi para o Felipe gravar um depoimento na época que ele ainda estava na rede. Agora ele já saiu. Está no Ipr, no laboratório aqui da Puc.

249
00:29:59.040 --> 00:30:19.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Hoje em dia, eles são provedor de também um produtor de material de referência. Então acho que o Felipe tinha bastante propriedade enquanto Provedor, para trazer ali as dificuldades. Então, além de falar do requisito da nit ridícula vinte e seis, eu quis trazer para vocês também a experiência do Felipe.

250
00:30:19.920 --> 00:30:22.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então isso que vai ficar para semana que vem.

251
00:30:24.350 --> 00:30:34.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, a gente vai falar sobre validação de método com o foco dos documentos da Cgecre. Inclusive nos exemplos. Eu trouxe aqui os exemplos da Cgec.

252
00:30:36.190 --> 00:30:48.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eu acho que para o Marcelo aqui é chover no molhado. Mas, enfim, a gente tem sempre trazer a questão de validação. A diferenciação de validação e verificação de método.

253
00:30:48.890 --> 00:31:15.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, normalmente, a gente faz verificação de método quando a gente está trabalhando com um método oficial internacionalmente conhecido e que é aplicado nos nossos laboratórios, na íntegra, com pouquíssimas modificações. E ali. A gente estabelece então parâmetros para garantir que a gente está nas nossas condições, desenvolvendo o método que foi proposto da forma adequada

254
00:31:16.080 --> 00:31:37.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e quando a gente depois a gente vai detalhar um pouquinho só em linhas gerais, quando a gente está trabalhando com o método que a gente está desenvolvendo ou que é um método que não é normalizado, oficial ou a gente está fazendo adaptações. A gente faz então um estudo mais completo, mais aprofundado para validar. Então, aquela metodologia nas nossas condições.

255
00:31:38.400 --> 00:31:46.480
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui a definição que está no na mil setecentos vinte e cinco de validação. Então, que é a confirmação

256
00:31:46.610 --> 00:31:58.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por exame e fornecimento de evidências objetivas na profundidade, na variabilidade das matrizes, na profundidade das diferenças de equipamento que se tem

257
00:31:59.540 --> 00:32:29.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também no que a gente está ali investigando. Então, no caso ali, de ensaios microbiológicos, a gente tem que pensar se a gente está ali, no setor hospitalar, quais são os micro organismos que estão ali, que normalmente aparecem ali naquele ambiente. Então, ali, na situação de vocês, quais são os vírus? Quais são os agentes que a gente está identificando? Quais as metodologias que a gente

258
00:32:29.450 --> 00:32:32.059
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem ali, a disposição para utilizar

259
00:32:32.240 --> 00:32:43.719
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e ali, estabelecendo programas e um planejamento concreto e eficiente para a gente evidenciar o atendimento aos requisitos específicos

260
00:32:44.220 --> 00:32:46.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para um determinado uso pretendido

261
00:32:48.780 --> 00:33:08.390
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e verificação também é um fornecimento, então, de evidências objetivas. A gente faz o planejamento e executa obtém dados com o número de repetições suficientes para ter, estatisticamente, um valor que fornece essa evidência, de que os dados

262
00:33:08.500 --> 00:33:16.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e esses itens satisfazem os parâmetros que se estabeleceu, que vão fornecer as evidências

263
00:33:16.790 --> 00:33:39.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para o uso pretendido e a confirmação de que essas propriedades e o desempenho atendem ao método que foi proposto, então isso definido também pelo vídeo. Dei aqui uma interpretada no texto, mas trazer aqui o texto, tanto do vocabulário internacional de metrologia quanto o texto da mil setecentos e vinte e cinco.

264
00:33:41.110 --> 00:33:42.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, como eu já falei,

265
00:33:43.130 --> 00:34:05.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: validação, esse processo mais completo, mais aprofundado, com obtenção de dados maior, às vezes mais repetições, com um número maior de evidências. Então, quando a gente está trabalhando com um método que não é oficial, que não é internacionalmente conhecido, que não é normalizado,

266
00:34:05.560 --> 00:34:11.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou a gente está criando ou desenvolvendo um método próprio, ou adaptando

267
00:34:12.460 --> 00:34:22.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou ampliando um método que já é proposto por um objetivo, e a gente vai propor ele para outro fim, com outro equipamento, com uma outra matriz.

268
00:34:24.020 --> 00:34:32.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, métodos normalizados fora do escopo, métodos que utilizam matrizes diferentes do que foi realizada na validação inicial,

269
00:34:33.050 --> 00:34:39.249
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: métodos onde a gente está utilizando outros equipamentos ou substituindo equipamentos,

270
00:34:39.540 --> 00:34:52.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a validação deve ser suficientemente abrangente para atender às necessidades e a determinação do fim. Qual é o objetivo que a gente está propondo na validação?

271
00:34:55.300 --> 00:35:10.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Verificação de método. Então a gente está utilizando um método oficial internacionalmente conhecido e verificando se nas nossas condições. Com a nossa equipe, os nossos equipamentos, condições ambientais. A gente está conseguindo

272
00:35:11.010 --> 00:35:12.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

273
00:35:13.100 --> 00:35:21.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: evidenciar resultados satisfatórios, frente a parâmetros que são definidos a priori critérios de aceitação

274
00:35:21.950 --> 00:35:51.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pequenos desvios, então um meio de cultura que tem o mesmo objetivo e a mesma característica. Mas é uma marca diferente. É um meio um pouco diferente. A gente tem diluições um pouco diferentes do que são propostas no método oficial, às vezes temperatura de incubação que não tem um grande impacto ou uma grande diferença. Também a gente pode pequen esses pequenos desvios, então a gente também estrutura no processo de verificação,

275
00:35:52.460 --> 00:36:04.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e devem ser então avaliadas para demonstrar que essas pequenas alterações ainda produzem resultados válidos. Com objetivo proposto na metodologia oficial.

276
00:36:09.430 --> 00:36:37.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aqui eu estou trazendo o exemplo da mil setecentos vinte e cinco. Devia ter trazido também o texto da quinze, que foi a disciplina que eu também dei para vocês. Acho que até ficou aqui. Bom, enfim, na dezassete. Então fala que o laboratório deve utilizar métodos e procedimentos adequados para todas as atividades. Isso a quinze também fala e que o laboratório deve verificar que é capaz de realizar os métodos adequadamente.

277
00:36:37.330 --> 00:36:56.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Existe um requisito semelhante na quinze, que também solicita que se realize. Isso era uma discussão e a gente sempre recebia essa questão nas auditorias. Ah, mas eu uso um método normalizado, um método oficial. Então eu não preciso validar um método.

278
00:36:56.680 --> 00:37:04.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente tem essas duas abordagens da validação de método de verificação e, sim, a gente precisa comprovar

279
00:37:04.570 --> 00:37:12.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que, nas nossas condições e com os nossos analistas, a gente consegue desenvolver o método adequadamente

280
00:37:14.000 --> 00:37:15.649
Marcelo Pimenta: E quando a gente.

281
00:37:16.080 --> 00:37:22.349
Marcelo Pimenta: Só uma coisa que eu lembrei. Engraçado que a sete-86 só pode validação

282
00:37:23.810 --> 00:37:26.610
Marcelo Pimenta: na Rdc setecentos e oitenta e seis

283
00:37:27.140 --> 00:37:28.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É que, na verdade,

284
00:37:28.220 --> 00:37:29.910
Marcelo Pimenta: A implantação

285
00:37:30.250 --> 00:37:31.770
Marcelo Pimenta: é que eu

286
00:37:31.770 --> 00:37:34.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Vários termos da setecentos e oitenta e seis.

287
00:37:34.540 --> 00:37:38.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: São confusos ali. Os termos metrológicos não estão bem empregados

288
00:37:40.210 --> 00:38:08.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na própria quinze cento e oitenta e nove. A questão de avaliação externa da qualidade comparação interlaboratorial foi traduzir, ficou a tradução não ficou a tradução correta, então, eu acho que sim. O primeiro texto, a primeira proposta da atualização da Rdc trezentos e cinco. Antes de ter a consulta pública já tinha um texto todo atrapalhado. Acho que melhorou. Agora

289
00:38:08.590 --> 00:38:18.030
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: sim. Alguns termos ainda faltaram ficar melhor escritos. Então não trouxe essa questão de ter validação e verificação de método,

290
00:38:19.900 --> 00:38:45.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas é importante que tu traga aqui e é importante que, nessas atualizações da legislação nacional, a gente consiga trazer os termos metrológicos da maneira correta de empregar. Até na tradução da mil setecentos vinte e cinco, eu me lembro que eu não participei de todas as reuniões da dezassete, não da 15o. Falo tanto na dezassete que.

291
00:38:45.570 --> 00:39:06.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas na nacionalização da quinze, eu me lembro que várias vezes, porque, como a gente tem naquele grupo, gente que trabalha com metrologia e gente que não trabalha com metrologia, está no dia a dia. Tem um conhecimento técnico profundo, mas não trabalha com metrologia.

292
00:39:06.640 --> 00:39:15.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Às vezes, na tradução do termo em inglês para o português não ficava uma tradução correta e aí se tinha que

293
00:39:15.970 --> 00:39:38.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que conseguir casar os termos corretos. A estratégia foi buscar sempre o texto da dezassete, para garantir que também eles falassem o mesmo idioma, porque a tradução da dezassete foi uma tradução muito discutida, muito cuidadosa. Então se buscava sempre essa referência na mil setecentos, vinte e cinco,

294
00:39:39.170 --> 00:39:50.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas na Rdc setecentos e oitenta e seis, a gente. Não sei como é que foi? Como é que era a equipe? Qual era a profundidade do conhecimento dos termos metrológicos? Então pode ser que.

295
00:39:50.830 --> 00:39:54.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Que realmente tem realmente faltando muita coisa ali.

296
00:39:55.450 --> 00:40:04.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E eu vejo também da compreensão dos termos de exatidão, precisão, muitas confusões que as pessoas fazem

297
00:40:05.060 --> 00:40:07.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quando vão ler o texto.

298
00:40:09.150 --> 00:40:11.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, seguindo aqui,

299
00:40:12.360 --> 00:40:35.119
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então os processos tanto de validação e verificação, então devem estar descritos em um relatório de validação, e os estudos para determinar os parâmetros devem ser realizados com equipamentos e instrumentos dentro das especificações e funcionamento correto e calibrado. Então, o que a gente vê também é

300
00:40:35.360 --> 00:40:41.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: essa estruturação do processo de validação não ser um processo

301
00:40:41.880 --> 00:40:50.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: pensado e planejado. Então, às vezes, a gente tem os resultados sem ter um planejamento. O critério de aceitação não foi definido a priori,

302
00:40:50.310 --> 00:41:12.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí os resultados ficam soltos. Então, sem uma estruturação de um processo de validação para a gente avaliar mesmo se esse processo de verificação, mesmo de verificação, atende todas as matrizes que a gente está trabalhando no caso aqui, de uma instituição hospitalar. Se eu estou pensando numa identificação de um organismo, em todos

303
00:41:12.990 --> 00:41:23.959
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os microrganismos que estão aparecendo os testes de sensibilidade. Se eu estou utilizando se eu estou prevendo as resistências daquela instituição,

304
00:41:23.960 --> 00:41:49.980
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então quando faz o planejamento tem que pensar em tudo isso. Quais são as repetições? Quais são os parâmetros? Os parâmetros são adequados, os equipamentos. A gente às vezes tem sistemas de medição diferentes. Então estamos comparando kits, marcas diferentes que podem aparecer. Então, às vezes a gente não prevê, porque não sei. O laboratório de vocês provavelmente compra por licitação. Pode ser que uma hora vem uma marca, outra hora. Vem outra marca.

305
00:41:50.040 --> 00:42:03.300
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí essas marcas. Esses sistemas de medição são comparáveis. Então isso tem que estar previsto quando não foi previsto da primeira vez. Então a gente tem que fazer uma complementação.

306
00:42:03.630 --> 00:42:20.899
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que eu vejo bastante é o problema de planejamento muito grande, registros, uma fragilidade muito grande nos registros. Então, mais do que propriamente executar. Eu acho que a etapa do planejamento é fundamental,

307
00:42:21.390 --> 00:42:32.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é onde eu vejo maior dificuldade depois que tu obtém os dados. Tu não tem o que espremer ali os dados. É o que tu tem.

308
00:42:33.420 --> 00:42:40.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se não foi bem planejado, desenvolvido o que você vai ter no final. E pode ser que não consiga concluir muita coisa.

309
00:42:41.290 --> 00:42:58.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, aqui eu estou trazendo a foto de alimentos. Mas a gente também tem algumas dificuldades operacionais. Então, questões de matriz, até de obtenção de amostra. Então, em ensaios, por exemplo, de hemocultura. Então, às vezes, a gente não tem

310
00:42:59.250 --> 00:43:12.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma quantidade de organismos. Resultados muito positivos. Então a gente tem que às vezes fazer coletas em duplicata, então ter outras estratégias, porque são características da matriz do que a gente está obtendo

311
00:43:12.840 --> 00:43:31.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a estabilidade e a disponibilidade de materiais e referência certificado nos ensaios microbiológicos, então existem hoje em dia cepas acreditáveis dezassete.trinta e quatro de várias coleções, inclusive o documento a nitidicla da Cgeclam

312
00:43:32.050 --> 00:43:37.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a coleção britânica que a Control Lab está vendendo.

313
00:43:38.530 --> 00:43:49.009
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então acredito que material de referência para microbiologia para bactérias não seja um problema? Não sei. Na tua área, Marcelo. Quando a gente chegar nisso,

314
00:43:49.040 --> 00:44:17.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente pode discutir um pouquinho. E tu traz ali a tua experiência. Então, em alguns setores, trago aqui de ensaios microbiológicos que não são inhumanos. Por exemplo, ensaio de fitossanidade. Eu avaliei um laboratório aqui de Porto Alegre. E eles não são cepas a Tcc, mas não são acreditadas para aquelas bactérias que eles ali encontram nas doenças de vegetais.

315
00:44:17.740 --> 00:44:20.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então eles inclusive,

316
00:44:20.400 --> 00:44:40.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eles trabalham com biologia molecular. Também eles, como são? Laboratório de referência nessa área, acabaram criando um material de referência deles. Então, hoje em dia, eles vendem material de referência, porque como? Eles recebiam as amostras, identificavam, tinham o setor de biologia molecular. Eles acabaram desenvolvendo. Então o banco.

317
00:44:40.850 --> 00:44:52.859
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eles têm vários bancos, porque eles trabalham também com nematóides, fungos. Então eles têm materiais em referência, porque eles acabam recebendo amostras do mundo inteiro.

318
00:44:53.020 --> 00:45:09.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, graças a Deus, na área dos ensaios humanos microbiológicos para doenças em humanos, a gente tem materiais e referências certificados. Então isso facilita quando a gente está fazendo um processo de validação, porque a gente está ali com um organismo que.

319
00:45:10.210 --> 00:45:11.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Que tem rastrabilidade.

320
00:45:12.420 --> 00:45:25.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, falando aqui no planejamento, então o documento da Cgecre, eu acho que é o que engloba os conceitos de uma maneira mais completa. É o Doc Segecri oito que ele se aplica mais para ensaios químicos.

321
00:45:25.510 --> 00:45:50.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas enfim, é o que tem o mais completo. E depois a gente tem um específico para os ensaios microbiológicos. Mas, enfim, aqui fala dos critérios como a gente estruturar, planejar, registrar e para conseguir os resultados ou chegar a uma conclusão confiável que o nosso processo então tanto na validação quanto na verificação

322
00:45:50.420 --> 00:45:56.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do desempenho realizou da forma adequada, então definição de objetivos

323
00:45:56.460 --> 00:46:02.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e os escocos no método, então, para o uso pretendido, para que serve aquela metodologia,

324
00:46:03.120 --> 00:46:30.670
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: definição de parâmetros. Então, quando é qualitativo o que a gente precisa? Quais são os parâmetros que vão ser necessários? Que a gente evidencia sensibilidade, especificidade, falso positivo, falso negativo. Depois a gente vai falar um pouquinho nisso. E quando são resultados quantitativos. Então, aqui para a físico, química tem linearidade, efeito matriz, exatidão, precisão

325
00:46:30.670 --> 00:46:38.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse texto, então, definição de quais parâmetros a gente tem que avaliar para

326
00:46:39.370 --> 00:46:48.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que, no final, a gente possa verificar se o resultado é válido para o uso que a gente está dando para aquela metodologia.

327
00:46:49.020 --> 00:47:11.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Definição dos critérios de aceitação a priori. Então eu vejo muito a régua ser estabelecida. Depois a gente tem que estabelecer o parâmetro antes. Não dá para mexer na régua depois, só para depois estragular ali os dados que a gente tem, então sempre a definição dos parâmetros e dos critérios a priori.

328
00:47:11.500 --> 00:47:30.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Claro que, dependendo da matriz, a gente vai ter que flexibilizar, às vezes ser um pouquinho mais generoso. Então, flexibilizar um pouquinho o critério de aceitação. Às vezes, a gente consegue ser um pouco mais crítico, mas, enfim, sempre essa definição de critério a priori.

329
00:47:32.730 --> 00:47:58.350
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele fala também das características do desempenho dos equipamentos que são necessárias, então por isso que a gente traz aqui quais os equipamentos que são usuários nos laboratórios de microbiologia e critérios. O que a gente precisa ter que eles sejam calibrados, quais as faixas de calibração, quais as necessidades dos equipamentos, porque, enfim, a gente, para conseguir

330
00:47:58.920 --> 00:48:11.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ter resultados confiáveis. Então a gente precisa ter rastreabilidade naquela medição e garantir que aquela exatidão naquela faixa de medição. O equipamento traga a exatidão requerida

331
00:48:12.150 --> 00:48:12.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí

332
00:48:15.090 --> 00:48:20.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: padrões. Então a gente precisa para ter resultados,

333
00:48:20.810 --> 00:48:29.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: principalmente de exatidão, mas também conseguir avaliar a precisão. É necessário que a gente tenha padrões materiais de referência,

334
00:48:29.990 --> 00:48:45.160
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque esse é o valor verdadeiro, o que é o valor que é considerado verdadeiro ou, às vezes, quando a gente não tem material de referência, a gente precisa de uma proficiência que o valor do consenso vai ser a nossa referência.

335
00:48:46.230 --> 00:48:56.169
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, planejar os experimentos, o tratamento estatístico, o número das amostras, se precisa ser feito, o duplicata triplicata,

336
00:48:57.600 --> 00:49:04.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: executar o planejamento conforme ele foi pensado, considerar

337
00:49:05.160 --> 00:49:26.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os analistas. Então é importante que a gente tenha a não ser feito a tomada de dados por uma pessoa. Porque isso não é o que vai acontecer na rotina. Então a gente sempre tem mais do que um analista executando aquela atividade. E isso vai influenciar na incerteza daquela medição. Isso tem que ser considerado na validação.

338
00:49:27.140 --> 00:49:31.570
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, realizar o processo da obtenção dos dados

339
00:49:31.920 --> 00:49:37.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e depois fazer a análise estatística e a análise crítica dos resultados e, a partir disso,

340
00:49:38.140 --> 00:49:57.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tirar uma conclusão de tudo o que foi tido nesse processo. Então, ao longo do tempo, eu vejo resultados, tanto planejamentos quanto relatórios e conclusões mais robustas. Mas isso, um tempo atrás

341
00:49:57.630 --> 00:50:13.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: era bem bagunçado. Então acho que os laboratórios que entram no sistema de gestão estão se educando no sentido, e essa turma que eu conversei, o que eles me disseram? Alguns profissionais já

342
00:50:13.640 --> 00:50:25.669
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem essa questão da validação um pouco mais desenvolvida e outros profissionais precisam muito ainda de treinamento. Nesse aspecto, eu não sei qual é a tua experiência, Marcelo, mas foi o relato ali que eu consegui coletar.

343
00:50:27.650 --> 00:50:28.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se isso quer colocar

344
00:50:28.800 --> 00:50:31.149
Marcelo Pimenta: Mas você diz, em relação a quinze ou dezessete

345
00:50:31.150 --> 00:50:41.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A validação. Não, não a validação em geral. Não há o requisito da norma em si. Métodos de validação. Como estruturar uma validação.

346
00:50:41.780 --> 00:50:47.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eles me disseram que alguns profissionais ainda têm um pouquinho de dificuldade

347
00:50:48.340 --> 00:50:53.660
Marcelo Pimenta: A gente tem algumas referências dentro do laboratório que fazem

348
00:50:53.660 --> 00:50:54.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

349
00:50:54.590 --> 00:51:04.300
Marcelo Pimenta: Por exemplo, muito com a matriz e medicamentos. Então não é bem validação, é verificação. Então já é um pouco mais simples

350
00:51:04.650 --> 00:51:05.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E.

351
00:51:05.060 --> 00:51:07.030
Marcelo Pimenta: Mas assim

352
00:51:07.550 --> 00:51:12.330
Marcelo Pimenta: como é rotina, não tem tanta para a parte de vigilância sanitária.

353
00:51:12.470 --> 00:51:14.830
Marcelo Pimenta: Já o pessoal já entende mais

354
00:51:15.260 --> 00:51:15.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

355
00:51:15.710 --> 00:51:19.589
Marcelo Pimenta: A parte clínica que a gente tem dificuldade um pouco maior em relação a isso,

356
00:51:20.110 --> 00:51:22.839
Marcelo Pimenta: mas o pessoal já entende. Bem,

357
00:51:24.400 --> 00:51:28.749
Marcelo Pimenta: talvez é um pouquinho mais complicado. É o desenvolvimento do método

358
00:51:28.750 --> 00:51:29.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

359
00:51:29.220 --> 00:51:35.040
Marcelo Pimenta: Tem bom ver o método. Por exemplo, a gente tem um laboratório lá, que é de análise de micro componentes

360
00:51:35.470 --> 00:51:39.969
Marcelo Pimenta: que não é validação nem verificação, é desenvolver o método

361
00:51:39.970 --> 00:51:40.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

362
00:51:40.720 --> 00:51:41.060
Marcelo Pimenta: Então tá,

363
00:51:41.060 --> 00:51:49.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí. Realmente, o buraco é mais embaixo porque tu precisa de referências. Algumas referências para saber por onde seguir.

364
00:51:50.030 --> 00:51:52.809
Marcelo Pimenta: Aí o tal do você de fazer o

365
00:51:53.370 --> 00:51:57.989
Marcelo Pimenta: um protocolo do desenvolvimento

366
00:51:57.990 --> 00:51:58.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Obrigado,

367
00:51:58.400 --> 00:51:59.260
Marcelo Pimenta: Você muda o

368
00:51:59.260 --> 00:51:59.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

369
00:51:59.710 --> 00:52:02.080
Marcelo Pimenta: Se você muda, você tem que realizar o protocolo

370
00:52:02.080 --> 00:52:02.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

371
00:52:02.880 --> 00:52:03.770
Marcelo Pimenta: Pago o mesmo.

372
00:52:04.110 --> 00:52:06.280
Marcelo Pimenta: Sim, mas a muitas é

373
00:52:06.280 --> 00:52:14.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Saber essa abrangência ali, do número de amostras. Quais são as características que você precisa avaliar,

374
00:52:14.670 --> 00:52:29.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: definir mesmo o protocolo, o planejamento. Eu acho a questão mais difícil, porque depois que está planejada, a execução tem uma situações que a gente tem dificuldades, custos, validação custa muito,

375
00:52:29.210 --> 00:52:32.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque a gente precisa de uma profundidade muito grande.

376
00:52:32.890 --> 00:52:39.579
Marcelo Pimenta: Trabalhoso. Porque se dá uma coisa. Se você mudar, você tem que revisar o protocolo

377
00:52:39.580 --> 00:52:42.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí começa tudo de novo.

378
00:52:43.780 --> 00:53:03.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí não é qualquer um que faz isso, não é qualquer um que tem a capacidade técnica. Por isso, o requisito de pessoas fala especificamente que as pessoas responsáveis por validação, principalmente de verificação de método, precisam ser autorizadas a fazer essa atividade. Porque não é qualquer um que vai fazer

379
00:53:04.780 --> 00:53:07.969
Marcelo Pimenta: Ou seja, a minha experiência diz que a maioria que faz desenvolvimento é tímica

380
00:53:09.720 --> 00:53:12.080
Marcelo Pimenta: mais fora da curva, mesmo

381
00:53:12.080 --> 00:53:12.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aham!

382
00:53:12.930 --> 00:53:15.979
Marcelo Pimenta: Aí depois, eu sou bastante normalmente

383
00:53:16.280 --> 00:53:18.410
Marcelo Pimenta: quase mais questão do desenvolvimento

384
00:53:18.430 --> 00:53:24.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É porque acho que a formação é mais amigável

385
00:53:25.180 --> 00:53:28.379
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para o desenvolvimento.

386
00:53:28.820 --> 00:53:30.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Enfim, vamos seguindo aqui.

387
00:53:32.100 --> 00:53:57.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui, eu trouxe os parâmetros. Trouxe algumas referências. Então tem o próprio Docserject, o Doxage oitenta e nove, que a gente vai falar um pouquinho mais na sequência o livro do Felipe Albano, que é de validação e garantia da validade dos resultados eu não sei se conhece. Está na segunda edição, o Felipe, que era da rede, trouxe aqui o

388
00:53:57.840 --> 00:54:03.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a referência desse livro de validação para alimentos.

389
00:54:03.230 --> 00:54:06.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E depois tem o

390
00:54:07.430 --> 00:54:31.290
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o do Ministério da Saúde, que é aquele livro que fala sobre microbiologia clínica. Também na parte da infecção, na assistência à saúde. Tem um capítulo que fala. Não está aqui. Tá como referência. Mas eu não botei aqui. Só estou trazendo aqui que depois eu fui ver outras referências. Tem o livro?

391
00:54:32.190 --> 00:54:40.919
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Esse aqui. O que eu tenho em físico? Ele não está na última versão. Eu tenho ele eletrônico. É esse de microbiologia clínica. Opa,

392
00:54:41.680 --> 00:54:45.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: microbiologia clínica para

393
00:54:46.460 --> 00:54:55.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da Carmen. Paz também tem um capítulo. Até na quarta revisão, ele detalha mais sobre

394
00:54:56.460 --> 00:55:00.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: validação de método e microbiologia.

395
00:55:01.680 --> 00:55:20.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Existem várias referências, mas enfim, esses parâmetros que estão aqui são os parâmetros normais para ensaios químicos. E depois lá no Doc Cgec oitenta e nove. A gente vai falar, o que é específico. A Cgec lhe deixa de referência para os ensaios microbiológicos. Enfim,

396
00:55:20.490 --> 00:55:24.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no geral. No mínimo, a gente tem que avaliar a exatidão e precisão.

397
00:55:24.830 --> 00:55:37.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, que são os parâmetros essenciais para a gente avaliar se a gente consegue desenvolver um método adequadamente na nossa rotina. Se ele for um método oficial

398
00:55:37.960 --> 00:55:40.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: normalizado,

399
00:55:41.530 --> 00:55:56.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então aqui eu já trago a referência mesmo do Dodoxage oitenta e nove. O que eles destacam ali, que é essencial que, na hora do planejamento, que se leve em consideração, então que se demonstre

400
00:55:57.060 --> 00:56:07.890
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e se confirme se tem condições e operar aquele método adequadamente, e que normalmente você só tem algum método que não seja oficial

401
00:56:10.270 --> 00:56:14.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou tenha sido desenvolvido por vocês. Ou adaptado

402
00:56:14.950 --> 00:56:17.590
Marcelo Pimenta: A gente tem algumas validações, né?

403
00:56:18.040 --> 00:56:22.769
Marcelo Pimenta: Mas a grande maioria é verificação e pouco desenvolvimento.

404
00:56:23.210 --> 00:56:23.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

405
00:56:23.790 --> 00:56:24.380
Marcelo Pimenta: Tchau,

406
00:56:24.720 --> 00:56:31.820
Marcelo Pimenta: o Laboratório para Desenvolvimento. Mas é o que eu comentei. O laboratório de parte de vigilância sanitária

407
00:56:32.120 --> 00:56:32.590
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

408
00:56:32.590 --> 00:56:35.910
Marcelo Pimenta: De epidemiologia tem muito o pessoal

409
00:56:36.230 --> 00:56:38.569
Marcelo Pimenta: troca, né? Fala Metod Game House.

410
00:56:38.880 --> 00:56:39.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

411
00:56:39.360 --> 00:56:42.730
Marcelo Pimenta: Energia molecular. É basicamente quase tudo método em House.

412
00:56:43.000 --> 00:56:43.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

413
00:56:43.790 --> 00:56:45.620
Marcelo Pimenta: Aí você vê a validação.

414
00:56:45.820 --> 00:56:55.499
Marcelo Pimenta: Mas na parte de vigilância sanitária, a maior parte é verificação de métodos. Tem muita farmacoteia. Essas coisas

415
00:56:55.500 --> 00:56:56.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum

416
00:56:56.430 --> 00:57:07.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na parte da biologia molecular em alimentos, já tem bastante método que é considerado oficial. As metodologias da Oac

417
00:57:07.320 --> 00:57:07.840
Marcelo Pimenta: Uhum,

418
00:57:07.840 --> 00:57:11.609
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então ele já tem bastante coisa

419
00:57:12.420 --> 00:57:22.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que é considerada aceita como método oficial, mas enfim, quem tem que desenvolver metodologia complica bastante.

420
00:57:23.060 --> 00:57:50.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Como eu já tinha falado, de pequenos desvios, dos métodos esses que são oficiais. A gente pode estruturar como uma verificação. Também as mais comuns são meios de cultura que não diferem do objetivo que foi pensado inicialmente, principalmente se são kits, então a gente vê ali muito em alimentos. Às vezes os petrifilmes. Então tem um petrifilma. Tem uma outra marca

421
00:57:50.790 --> 00:57:59.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: com outro kit. Então não é uma mudança significativa. É só um ajuste. Às vezes, de marca.

422
00:58:00.640 --> 00:58:02.930
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O objetivo do meio também não mudou

423
00:58:03.290 --> 00:58:09.069
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: diluições, como já tinha falado temperaturas, então isso deve ser verificado.

424
00:58:09.200 --> 00:58:17.049
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Já vi em laboratórios, às vezes, de desenvolver várias metodologias onde a temperatura de incubação era

425
00:58:17.070 --> 00:58:44.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a maioria das temperaturas era trinta e cinco, mais ou menos um. E aí eu tinha um outro método, que era trinta e seis, mais ou menos um. E aí naquele mais ou menos um. Eu tenho um grau que às vezes fica para fora. Se eu não tenho muitas estufas à disposição. Às vezes eu preciso avaliar se aquele grau ali vai fazer diferença no resultado. Então, nessas situações, também é bem comum que a gente faça uma verificação.

426
00:58:44.750 --> 00:58:48.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso é bem comum, mesmo

427
00:58:49.500 --> 00:58:57.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: métodos qualitativos. Então, o que o documento estabelece que são os parâmetros mínimos que devem ser avaliados:

428
00:58:57.830 --> 00:59:05.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: especificidade, sensibilidade, precisão, taxa de falso positivo e taxa de falso negativo

429
00:59:07.630 --> 00:59:10.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e para métodos quantitativos,

430
00:59:10.640 --> 00:59:13.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: repetitividade e reprodutibilidade.

431
00:59:18.410 --> 00:59:20.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então o documento pede

432
00:59:20.880 --> 00:59:38.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que a gente seleciona amostras representativas do escopo do laboratório. Então, quando a gente está falando de amostras, por exemplo, do universo hospitalar, que a gente tem muitos organismos ali envolvidos, muitas matrizes que a gente vai

433
00:59:39.500 --> 00:59:48.140
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ter que identificar aquele organismo. Então, que a gente selecione o número de amostras e os agentes que a gente vai identificar

434
00:59:48.300 --> 01:00:14.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: numa forma que isso seja representativa de todas as análises ou de todas as amostras que a gente vai receber. Os exemplos que ele traz são exemplos mais simples de ensaios de uma identificação específica. Mas enfim, quando a gente está estruturando um processo, a gente tem que avaliar qual é a amplitude, então a abrangência daquele ensaio.

435
01:00:14.750 --> 01:00:24.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então amostras devem ser abrangentes e demonstrando a aplicabilidade do método avaliado em diferentes tipos de produtos ou tipos de matrizes

436
01:00:25.580 --> 01:00:28.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que eu vou analisar,

437
01:00:30.540 --> 01:00:59.559
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que se utilize culturas ou materiais e referências certificados, porque ali eu vou conseguir garantir a rastreabilidade metrológica daquela medição e, no caso de ensaios microbiológicos, bactérias, fungos. A gente precisa que aquele organismo apresente as características fenotípicas, genotípicas, sorológicas que a gente está buscando. E se eu não estou trabalhando com material de referência. Pode ser

438
01:00:59.560 --> 01:01:05.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que aquela característica não se apresente e eu não consigo identificar.

439
01:01:05.890 --> 01:01:20.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Não porque o meu método não é válido porque aquele organismo, que é um organismo vivo, não está ali, apresentando aquela característica de uma maneira adequada. Então, por isso a gente precisa de um material de referência certificado.

440
01:01:22.650 --> 01:01:31.610
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Estou trazendo aqui essa tabelinha que eu acho ela bem facinha, que é do standard. Métodos que não é do ensaio clínico,

441
01:01:31.690 --> 01:01:41.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas, enfim, só para evidenciar que depende o ensaio que a gente está trabalhando. A gente tem que ter amostras positivas. Então a gente vai ter que trabalhar com

442
01:01:41.340 --> 01:02:06.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o alvo. O organismo alvo, e também com organismos interferentes, porque é assim que a amostra vai vir para nós. Então, às vezes a amostra está contaminada. Tem alguns interferentes ali. Tem muitos métodos e meios de cultura, que são meios seletivos. Então eles vão estar inibindo o crescimento de alguns organismos e propiciando o crescimento de outros. Então a gente precisa ter o interior

443
01:02:06.310 --> 01:02:11.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: interferente ali presente para conseguir ver se a gente consegue diferenciar

444
01:02:11.520 --> 01:02:14.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o organismo alvo do organismo, interferência

445
01:02:15.220 --> 01:02:25.050
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e essa tabelinha, eu acho bem prática, apesar de ser a análise de água e não biológico em análises clínicas,

446
01:02:29.090 --> 01:02:36.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então, avaliar o desempenho de todas as etapas do procedimento.

447
01:02:36.590 --> 01:02:54.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente tem ali. Extrações aqui. Como eles falam todas as etapas do processo. Então, às vezes, se a amostra tem que ser processada de alguma maneira. O teste, a validação, a verificação tem que passar por todas as etapas do processo

448
01:02:55.200 --> 01:03:11.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que se faça, então também a mostra em branco, porque a gente sabe que pode estar contaminando aquele meio de cultura. Então garantir que aquele organismo que está sendo ali isolado e identificado. Não seja a contaminação do material.

449
01:03:11.840 --> 01:03:14.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Estão correndo uma amostra em branco.

450
01:03:16.930 --> 01:03:24.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Em algumas situações, é importante que a gente tenha duplicata. Então, para conseguir avaliar se

451
01:03:25.690 --> 01:03:37.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como é que o resultado acontece na mesma amostra? A gente tem resultados de duplicatas que podem identificar o problema no nosso processo analítico.

452
01:03:37.910 --> 01:03:53.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Culturas então, materiais de referência certificado, culturas de referência certificadas, diluições. Então, às vezes, a gente precisa depende da carga microbiana daquela matriz. A gente precisa testar em qual diluição eu vou, por exemplo, conseguir fazer uma contagem,

453
01:03:53.280 --> 01:03:56.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque se tem ali naquela placa.

454
01:03:56.880 --> 01:04:12.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma diluição pequena, poucas diluições. Tem uma carga microbiana tão grande que eu não consigo ver a característica da colônia. Então eu preciso estabelecer qual é a diluição que é ideal, às vezes, na metodologia, propor mais do que uma diluição,

455
01:04:14.310 --> 01:04:30.529
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque, enfim, às vezes a gente conhece a característica da amostra. E às vezes não. Então a gente tem que ali conseguir ter mais do que uma diluição para que a gente consiga detectar aquele organismo e também contar, caso

456
01:04:30.680 --> 01:04:36.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a carga microbiana seja grande, então propor ali ou pensar nas diluições

457
01:04:39.710 --> 01:04:49.099
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e todos esses parâmetros, essas características definidas, monitoradas e controladas e as condições, então não só

458
01:04:49.930 --> 01:04:55.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o ensaio mas enfim, os equipamentos calibrados condições ambientais adequadas.

459
01:04:56.220 --> 01:05:03.479
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se a amostra não for coletada e não for armazenada de forma correta, então a gente vai ter problema de

460
01:05:04.040 --> 01:05:16.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de crescimento, ou a gente pode estar contaminando as amostras na guarda dos insumos. Então, todas as condições controladas, os equipamentos, as estufas, os banhos Maria

461
01:05:17.730 --> 01:05:37.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e o ambiente também. Que a gente garanta que o ambiente não esteja contaminando as amostras e nem as amostras contaminando os analistas. Então, a Tânia falou um pouquinho do ambiente. Também é uma questão crítica nos ensaios microbiológicos, na biologia molecular, nem se fala, então porque a gente tem uma.

462
01:05:38.000 --> 01:05:47.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma sensibilidade maior desse tipo de exame. Então, o que a gente pode estar detectando ali pode ser um contaminante, não na própria amostra,

463
01:05:50.590 --> 01:06:15.360
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então é importante que a gente tenha o controle de qualidade de todos os processos para garantir que o resultado seja efetivamente do que a gente busca, então não é necessário acompanhar os controles de qualidade, então, para as validações e confirmações e desempenho importante que se tenha um Mrc, o material de referência certificado.

464
01:06:15.470 --> 01:06:26.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Por isso que eu já falei das características daquele organismo possam se apresentar, mas na rotina no dia a dia, nos controles de processo,

465
01:06:26.790 --> 01:06:43.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é necessário que a gente utilize uma cepa, Mrc. Então aqui eles deixam claro nesse documento que, nos controles de qualidade da rotina, não é necessário acompanhamento com uma cultura de referência artificada, podendo a mesma ser somente uma cultura de referência.

466
01:06:44.530 --> 01:07:00.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui é uma pergunta que todo mundo fala, que tem no documento da Cgeclinanitidicla trinta e no Doc Cegne dezasseis. Eu acho que no trinta e três também, que se eu posso utilizar o material de referência a certificado vencido

467
01:07:01.110 --> 01:07:20.519
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como material de referência. Então essa é uma coisa que todo mundo. Ah, eu já ouvi falar que pode, né? Então, a Cgec, nesses documentos. A Nitricla trinta dezasseis. E eu acho que no trinta e três também tem. Acho que eu devo ter trazido aqui que sim. Então é possível, desde que a gente garanta

468
01:07:20.520 --> 01:07:31.129
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que aquele organismo ainda esteja desempenhando as características, porque mesmo que a gente esteja acompanhando a rotina. A gente precisa evidenciar

469
01:07:31.450 --> 01:07:37.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para ele ser um controle. Ele tem que demonstrar as características que a gente está buscando no resultado.

470
01:07:37.400 --> 01:07:50.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí a gente avalia isso. Esse material de referência. Quanto tempo ele mantém aquele desempenho, mas sim, é possível utilizar um Mrc

471
01:07:50.430 --> 01:07:55.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vencido como um Me, e ele pode ser utilizado no controle de qualidade.

472
01:07:58.530 --> 01:08:02.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, como eles estão trazendo aqui

473
01:08:06.740 --> 01:08:10.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma proposta de estruturação de

474
01:08:10.240 --> 01:08:16.729
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: confirmação de desempenho. Avaliação de desempenho para ensaios qualitativos microbiológicos.

475
01:08:18.700 --> 01:08:33.939
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, que se avaliem, no mínimo dez amostras. Então, dez amostras em branco, dez amostras sem a contaminação sem carregar o micro organismo ao Mrc

476
01:08:34.609 --> 01:08:40.029
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e dez amostras, contaminando com o organismo alvo e o organismo de referência.

477
01:08:41.000 --> 01:08:46.770
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então essa é a proposta do documento. Existem outras referências, tanto

478
01:08:47.240 --> 01:09:03.180
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do capítulo da Carmen: paz aqui na microbiologia clínica, quanto nesse material do Ministério da saúde. Em algumas situações, a gente precisa de mais amostra, então depende do que a gente está trabalhando

479
01:09:03.420 --> 01:09:19.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. Então eles estão trazendo que, no mínimo, a gente trabalhe com dez amostras. Então, partindo de uma mesa, preparar então, separadamente duas porções. Uma delas deve ser analisada diretamente. Então seu controle negativo. Amostra bruta,

480
01:09:19.840 --> 01:09:25.810
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a outra, contaminada artificialmente com o micro organismo alvo, a C. Mrc.

481
01:09:26.189 --> 01:09:28.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se ela estiver à disposição,

482
01:09:29.100 --> 01:09:37.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e também um organismo interferente para a gente conseguir diferenciar o alvo do interferência,

483
01:09:38.979 --> 01:09:46.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: o micro organismo alvo. Então o ideal é que se trabalhe numa concentração próxima do limite de detecção

484
01:09:46.870 --> 01:09:51.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e o organismo interferente numa concentração acima,

485
01:09:52.130 --> 01:10:02.549
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: uma carga um pouquinho maior do nível do micro organismo alvo para, justamente, estressar a situação

486
01:10:02.710 --> 01:10:14.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e garantir que a gente, mesmo em situações onde aquele organismo esteja presente naquela amostra, em concentrações bem pequenas consiga detectar

487
01:10:17.430 --> 01:10:29.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e, paralelamente, então, utilizar um meio de cultura não inoculado, então em branco, para garantir que a gente evidencia que naquele processo não teve contaminação

488
01:10:34.650 --> 01:10:55.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. Eu trouxe de novo aquela tabelinha. Então, de exemplos, situações que a gente tem ali, o que são organismos alvo e organismos interferentes. Então, aqui o exemplo dos termotolerantes, todos os coliformes totais, o termotolerante é um coliforme total. Então a gente tem que conseguir diferenciar

489
01:10:55.700 --> 01:11:20.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: os organismos. Então, o que se propõem as metodologias? Normalmente, elas propõem? Qual é o organismo alvo propostas de organismo alvo e os interferentes, justamente de uma maneira que a gente estresse, aquela situação e as características onde a gente pode ter dificuldade de diferenciação.

490
01:11:20.720 --> 01:11:23.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso nos ensaios,

491
01:11:24.650 --> 01:11:46.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: por exemplo, de acarologia ou a entomologia. Então, às vezes, a identificação, quando a gente está identificando um organismo, às vezes lá. É uma pata. É uma antena. É uma coisa muito pequena que diferencia. Então, às vezes trazer uma lâmina, uma lâmina onde está trazendo aquele ponto que vai ter dificuldade de identificação.

492
01:11:46.520 --> 01:12:05.380
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então é isso que é importante aqui, que é o que está querendo. A ideia que está trazendo aqui. Então, qual é aquela estrutura? E aqui a gente tem a identificação de células ou de organismos, que é um pequeno detalhe que vai fazer essa diferença da identificação.

493
01:12:05.490 --> 01:12:17.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui é importante. Não sei, Marcelo. Se tu tem alguma situação que tu acha ali dos teus ensaios, as tuas metodologias, que é um problema,

494
01:12:17.830 --> 01:12:26.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: esse processo de identificação, ou que na estruturação da validação seja importante, eu acho que seja um exemplo interessante aqui

495
01:12:28.400 --> 01:12:29.550
Marcelo Pimenta: O exemplo que eu.

496
01:12:29.890 --> 01:12:35.530
Marcelo Pimenta: Que a gente tem não é da parte clínica.

497
01:12:35.720 --> 01:12:38.280
Marcelo Pimenta: Microscopia de alimentos

498
01:12:38.280 --> 01:12:38.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

499
01:12:38.850 --> 01:12:44.120
Marcelo Pimenta: Acaba que a gente que desenvolveu o laboratório que desenvolveu as lâminas

500
01:12:44.120 --> 01:12:44.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

501
01:12:44.550 --> 01:12:45.480
Marcelo Pimenta: De referência.

502
01:12:46.510 --> 01:12:47.359
Marcelo Pimenta: Você não tem

503
01:12:47.360 --> 01:12:55.469
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sai de sujidade e macroscópica e microscópica. É um estresse, né? Porque tu tem que ter um analista muito capacitado

504
01:12:56.270 --> 01:12:57.490
Marcelo Pimenta: Exatamente.

505
01:12:57.850 --> 01:13:00.350
Marcelo Pimenta: E acaba que sai de proficiência

506
01:13:00.860 --> 01:13:03.490
Marcelo Pimenta: que a gente conhece.

507
01:13:03.650 --> 01:13:07.160
Marcelo Pimenta: Só existe um no mundo que é o bipeia

508
01:13:07.670 --> 01:13:11.750
Marcelo Pimenta: conseguiu. Finalmente participaram dos ensaios dele.

509
01:13:11.910 --> 01:13:12.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

510
01:13:12.640 --> 01:13:21.009
Marcelo Pimenta: Ao longo dos anos,

511
01:13:21.320 --> 01:13:22.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum

512
01:13:23.750 --> 01:13:25.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é a

513
01:13:25.480 --> 01:13:54.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as lâminas. Eu acho que montar o banco de imagens banco de lâminas eu acho que é o essencial. Se você é um laboratório de referência, como vocês são, e vocês recebem muitas amostras diferentes. Então você vai acabar montando esse banco de barulho aqui. Mas se você é um laboratório privado, a maioria das amostras que vem para você são negativas, então não são amostras positivas. Vocês recebem, não, o que os outros não conseguem identificar vai para vocês.

514
01:13:55.030 --> 01:14:08.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E a equipe de vocês é forçada a se especializar a se estruturar. Mas para um laboratório privado, às vezes é um problema, porque ele não recebe na rotina amostras que são positivas

515
01:14:08.750 --> 01:14:28.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí é complicado. Eu vejo muito, por exemplo, sementes, que é outro exemplo, que não é das análises clínicas, mas que também então, se ele for um laboratório de referência, ele vai vir a mostra do mundo inteiro. E aí ele vai ter lá um banco. E também precisa ter uma pessoa muito especializada para conseguir diferenciar,

516
01:14:29.740 --> 01:14:48.739
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: diferenciar essas estruturas. E às vezes, essa pessoa, vocês também são de uma unidade pública. As pessoas são concursadas. Elas ficam ali a vida inteira. Agora pensa num laboratório privado onde a pessoa gira. Ah, eu recebi uma proposta melhor. Eu faço aí eu tenho que treinar a pessoa. Tudo de novo começa lá do zero.

517
01:14:49.190 --> 01:15:10.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ou, por exemplo, se ela está trabalhando num hospital também. Que ela vai receber amostra clínica. E aí ela vai ali. Hematologia. Tem muito disso. Da gente receber e conseguir treinar o analista para identificar as células. Agora, se eu não sou de um laboratório que não é um laboratório de referência,

518
01:15:10.360 --> 01:15:14.179
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e gira muitas pessoas aí. É um problema

519
01:15:14.360 --> 01:15:20.050
Marcelo Pimenta: Eu lembrei agora de um exemplo do clínico que é parastologia.

520
01:15:20.310 --> 01:15:21.500
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim, exatamente.

521
01:15:21.500 --> 01:15:30.530
Marcelo Pimenta: A gente teve um pequeno problema com a questão profissional que faz as leituras de lama de Leishmani

522
01:15:31.060 --> 01:15:32.010
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

523
01:15:32.030 --> 01:15:39.290
Marcelo Pimenta: Então acabou que esse profissional mudou. Saiu do laboratório. Nosso laboratório de referência foi para outro laboratório dentro da Funed

524
01:15:39.290 --> 01:15:39.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

525
01:15:39.950 --> 01:15:46.300
Marcelo Pimenta: Treinar e capacitar todo o pessoal para ter todo o conhecimento que ele tem. Está sendo penoso ainda.

526
01:15:46.660 --> 01:15:49.460
Marcelo Pimenta: E essa pessoa rodava o Brasil inteiro treinando,

527
01:15:50.060 --> 01:15:50.490
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Sim,

528
01:15:50.490 --> 01:15:51.560
Marcelo Pimenta: Laboratório

529
01:15:53.140 --> 01:16:16.240
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí essa é a especialista que às vezes vai certificar os bancos, as lâminas, o banco que algum outro constrói. E eu vejo essas pessoas cada vez mais raras. A pessoa é um professor de uma universidade. Ele já se aposentou, mas lá é a sumidade naquele setor.

530
01:16:16.240 --> 01:16:28.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É importante a gente tentar pegar o conhecimento, construir e botar isso. Às vezes no sistema, essas lâminas, com a avaliação dessa pessoa, porque esse conhecimento, daqui a pouco não tem mais

531
01:16:29.060 --> 01:16:35.959
Marcelo Pimenta: É que nem entomologia teve uma equipe da funasa que foi agregada ao pessoal da Funed

532
01:16:36.500 --> 01:16:37.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom dia.

533
01:16:37.000 --> 01:16:41.079
Marcelo Pimenta: O pessoal que daqui no máximo cinco anos, eles vão aposentar

534
01:16:41.900 --> 01:16:43.340
Marcelo Pimenta: o conhecimento

535
01:16:44.270 --> 01:16:50.049
Marcelo Pimenta: imenso. Aí montou um laboratório. Então a equipe está treinando com eles e eles fazem trabalho,

536
01:16:50.500 --> 01:16:59.809
Marcelo Pimenta: fazem a coleta. Depois vão para o laboratório, fazem a identificação. Tiveram um trabalho muito bacana nesses desastres que tiveram aqui em minas

537
01:17:00.030 --> 01:17:00.520
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

538
01:17:00.930 --> 01:17:05.899
Marcelo Pimenta: As coletas após o desastre, para identificar se teve um aumento de

539
01:17:06.330 --> 01:17:12.920
Marcelo Pimenta: de determinados insetos e relacionados com a questão das epidemias de arboviroses

540
01:17:13.480 --> 01:17:13.920
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uhum,

541
01:17:13.920 --> 01:17:15.300
Marcelo Pimenta: São os chamados

542
01:17:16.010 --> 01:17:43.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu nesse laboratório de entomologia, carologia, que eu fui. A pessoa analista também é uma pessoa que agora acabou de se aposentar. Ela foi treinada por um. Não sei qual universidade. Acho que era daqui, de Portal da Urgs. Mesmo, professor. E depois ela foi fazer um curso na Espanha e ela trouxe o caderno dela do curso. Então, ela tinha aquilo com uma coisa preciosa. E era mesmo porque tinham alguns detalhes de alguns organismos que são mais raros

543
01:17:44.230 --> 01:17:50.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que só ela só tinha visto uma vez ou só viu naquele treinamento.

544
01:17:51.090 --> 01:18:17.000
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então agora ela vai se aposentar. Eu acho que o pessoal deve ter ali tinha. Ela já tinha treinado uma outra pessoa que já estava assumindo o serviço que já tinha experiência. Mas eu vejo que são coisas muito específicas e que tem que segurar o analista e só consegue ter uma especialidade. Um serviço como o de vocês, porque o laboratório privado, a coisa fica mais complicada. A amostra nem chega para eles, ou as amostras são todas negativas.

545
01:18:19.310 --> 01:18:38.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom, enfim. Então a questão é a gente estar aqui no planejamento, estruturando tanto no organismo alvo. Quanto interferentes numa situação onde seja difícil a gente identificar aquela situação. Então, se eu conseguir, eu convoco teoricamente conseguir reproduzir

546
01:18:38.760 --> 01:18:40.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: da minha rotina.

547
01:18:43.570 --> 01:18:58.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, dos parâmetros que são propostos, então as definições que trazem aqui no documento, então, sensibilidade, habilidade, do método em detectar as variações leves na contagem dos organismos ou na identificação dos organismos

548
01:18:58.800 --> 01:19:02.999
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de uma matriz. Então por isso que a gente tem que

549
01:19:03.640 --> 01:19:18.429
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: contaminar aquele organismo alvo numa concentração baixa, porque a gente precisa garantir que, nessas pequenas presenças, pequenas variações de contagem, inclusive a gente consiga detectar

550
01:19:21.020 --> 01:19:31.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a especificidades, então a probabilidade de uma amostra negativa pelo método de referência ser corretamente detectada como negativa, então a gente conseguir

551
01:19:32.670 --> 01:19:44.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: identificar o negativo como o negativo e o positivo como positivo, então a probabilidade do negativo ser detectado como negativo pelo método teste, então essa é a definição que traz

552
01:19:45.230 --> 01:20:10.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui no documento. Precisamos, então, o grau de concordância entre os resultados dos testes que a gente está desenvolvendo, independente de obtidos em condições nas condições estipuladas, então a gente se reproduzia aquele método de concordância entre os resultados entre os resultados dos diferentes analistas. Por isso que a gente, quando está fazendo o planejamento, é importante que a gente

553
01:20:11.960 --> 01:20:26.109
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: coloque ali mais do que um analista. Esses que estão na rotina para se confrontar, porque a gente precisa garantir que esses resultados ou demonstrar que essa concordância entre os resultados,

554
01:20:28.280 --> 01:20:37.830
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um outro parâmetro. Então as taxas de falso negativo. Então a fração de resultados negativos observados incorretamente

555
01:20:38.100 --> 01:20:44.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e os falsopositivos, a fração de resultados positivos observados incorretamente.

556
01:20:49.310 --> 01:20:50.850
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui,

557
01:20:52.230 --> 01:20:54.650
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para resultados,

558
01:20:54.800 --> 01:21:24.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para ensaios qualitativos. Então, como a gente vai ter o quadro de identificação das amostras, os resultados que são esperados e os resultados obtidos. Então, quando a gente consegue resultados positivos, falso negativos falsos, positivos e verdadeiros negativos, aí a gente vai estabelecer então, sensibilidade, especificidade, precisão, taxa de falso positivo e falso negativo.

559
01:21:24.610 --> 01:21:44.789
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Os critérios de aceitação estão definidos, então, o que o documento considera como um critério aceitável, então, sensibilidade aceitável que se tenha noventa e oito de sensibilidade nas detecções dos métodos. Especificidade, considera se

560
01:21:45.470 --> 01:21:49.090
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aceitável então noventa de especificidade,

561
01:21:49.760 --> 01:22:00.459
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: menos que dois de falso negativo, menos de nove, dez aqui de falso positivo e mais de noventa e quatro de precisão.

562
01:22:00.520 --> 01:22:29.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vejo que nas nossas outras referências aqui da Carmen, paz desse do Ministério da Saúde. Os critérios aqui são um pouquinho diferentes. Eles falam mais como concordância, exatidão, precisão, noventa. Então essas taxas, esses critérios, é desta referência do documento. Então depende de onde a gente vai ver a referência os critérios desde que a gente diga de onde a gente tirou a referência como um critério de aceitação e seja uma referência aceitável,

563
01:22:29.660 --> 01:22:32.640
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então acho que é tranquilo.

564
01:22:35.480 --> 01:22:37.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

565
01:22:40.180 --> 01:22:45.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, como a gente, trazendo aqui uma estrutura

566
01:22:45.770 --> 01:22:56.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de resultados, então, um exemplo de um ensaio que seja qualitativo, que a gente tem ali. Amostras de presença e ausência de um organismo que está

567
01:22:57.220 --> 01:23:08.879
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: um ensaio com o organismo, algo que está se pretendendo analisar. Então a estrutura que a gente vai montar para esse ensaio do planejamento

568
01:23:09.280 --> 01:23:18.710
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para a execução dos ensaios, então, dez amostras. Então variar essas matrizes que a gente está analisando

569
01:23:19.870 --> 01:23:35.900
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui, eu estou falando de um organismo alvo. Então aqui essa tabela é para cada organismo alvo. Por isso que ela é complexa. É dez para cada organismo alvo. Se eu tenho ali na minha probabilidade de alvos. Sei lá, cinquenta

570
01:23:36.360 --> 01:23:57.840
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que são impossibilidades. A gente vai ter que estabelecer uma tabela dessas para cada alvo e pensar ali. Qual é o interferente que vai estar presente naquela matriz? Qual é o que vai gerar maior confusão entre aquele organismo? Alvo então, aqui. Essa tabela é por organismo alto,

571
01:23:58.460 --> 01:24:25.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então isso pode ser multiplicado. Por isso que ela é complexa, multiplicada em muito. Então, se eu tenho. Se eu estou ali num meio que eu tenho, sei lá, muitos organismos, alvos que eu tenho que trabalhar. E eu tenho que priorizar, porque eu não tenho materiais de referência para tudo. O ideal é que a gente pense quais são os organismos que são de maior risco para o paciente, ou quais são os organismos que são mais frequentes

572
01:24:25.440 --> 01:24:28.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que apareçam ali no meu laboratório?

573
01:24:28.860 --> 01:24:34.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quais os organismos que eu tenho maior dificuldade de diferenciação.

574
01:24:35.120 --> 01:24:41.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, a partir dali, a gente vai por isso, lá naquela etapa do planejamento,

575
01:24:42.360 --> 01:24:50.819
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: é que a gente vai definir. Então, quais são os alvos que vão ser investigados que vão fazer parte da minha confirmação de desempenho

576
01:24:51.310 --> 01:24:58.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e quais os interferentes que vão garantir que eu consiga fazer essa avaliação

577
01:24:58.430 --> 01:25:01.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: dessa capacidade de identificação

578
01:25:01.570 --> 01:25:10.049
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do que é algo e do que é interferência. Então aqui eu estou trazendo uma planilha que isso pode lá no meu planejamento. Se multiplicar em muitas.

579
01:25:10.240 --> 01:25:18.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a primeira coluna que vai trabalhar com aquele meio de cultura, aquele reagente, aquele insumo em branco.

580
01:25:19.660 --> 01:25:30.499
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, trazendo aqui cada analista vai realizar a amostra em duplicat. Então, para a gente conseguir avaliar a precisão daquela informação daquele dado.

581
01:25:30.670 --> 01:25:40.359
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, cada analista, gerando tanto para o branco quanto para a mostra. Sem o contaminante, o contaminante é algo interferente,

582
01:25:41.120 --> 01:25:43.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que vai ser o controle negativo

583
01:25:43.780 --> 01:25:54.299
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a nossa amostra positiva, que vai ser a nossa amostra com o material de referência atificado e o interferência

584
01:25:56.200 --> 01:26:05.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a partir dos resultados que a gente vai obter então desses dados de presença, identificação, presença ou ausência, ou a característica que a gente está

585
01:26:05.610 --> 01:26:08.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: avaliando.

586
01:26:08.610 --> 01:26:17.809
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A gente vai fazer os cálculos. Então, de sensibilidade, especificidade, falso, positivo e negativo. Tem alguma contribuição aqui, Marcelo que tu gostaria de fazer.

587
01:26:19.300 --> 01:26:20.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É um

588
01:26:20.220 --> 01:26:21.350
Marcelo Pimenta: Isso mesmo.

589
01:26:24.400 --> 01:26:34.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Bom aí. Dos exemplos do exemplo que eu trouxe aqui. Então vocês veem que para a mostra em branco, tinha um positivo aqui na mostra três.

590
01:26:34.270 --> 01:27:03.450
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, tem a presença? Não pintei ele aqui, mas dá para identificar. Então não foi cem das amostras em branco que deveriam ser todas ausentes. A gente teve a presença. Então isso vai gerar um dado. A gente vai ter que avaliar dos controles negativos. A gente teve também aqui na mostra três. Uma presença na mostra oito, também uma presença. Então não se esperava porque não se esperava crescimento de organismos aqui,

591
01:27:03.640 --> 01:27:18.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que teve oito na primeira duplicata da mostra dez. Então a gente aqui teve uma situação de identificar um organismo, uma amostra que não se esperaria crescimento microbi

592
01:27:20.430 --> 01:27:30.680
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e no controle positivo. As amostras que foram inoculadas com o organismo alvo. Mas o interferente nós tivemos. Então

593
01:27:31.340 --> 01:27:32.709
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí?

594
01:27:32.900 --> 01:27:34.839
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Na mostra dois.

595
01:27:34.970 --> 01:27:36.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Uma ausência,

596
01:27:36.890 --> 01:27:37.760
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é?

597
01:27:38.000 --> 01:27:46.860
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Acho que foi só na mostra dois da segunda duplicata do analista dois teve aqui não crescimento dos organismos.

598
01:27:47.470 --> 01:28:05.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Claro que quando a gente chegou nessa etapa, aquele meio de cultura já foi testado. Então, já teve lá? Foi produzido. Foi testado quanto? Se ele estava esterilizado, se já tinham sido feitos testes de produtividade, seletividade,

599
01:28:05.110 --> 01:28:17.909
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então já se sabia que aquele meio era seletivo, que aquele meio crescia, o que queria que crescesse não crescia, o que não queria que crescesse. Então ele chegou aqui. Já estava testado. Então aqui, quando a gente tem uma ausência,

600
01:28:17.920 --> 01:28:21.599
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente teve alguma falha. Alguma coisa aconteceu de errado aqui.

601
01:28:24.140 --> 01:28:30.649
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí a gente traz. Então calcula. Então nós tínhamos trinta e nove

602
01:28:30.810 --> 01:28:40.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: amostras verdadeiras positivas. Não há da nossa tabelinha aqui anterior, o letra A eram os verdadeiros positivos.

603
01:28:41.140 --> 01:28:47.060
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A mostra B, então os falsos ou negativos? Então a gente

604
01:28:49.020 --> 01:28:55.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: era negativo, mas na verdade, a gente deveria ter encontrado amostras.

605
01:28:55.610 --> 01:28:57.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A letra C.

606
01:28:57.700 --> 01:29:00.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Falso positivo.

607
01:29:00.780 --> 01:29:09.759
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Apareceu um positivo, mas na verdade, era negativo e na letra D verdadeiro negativo. Não tinha que ter nada lá dentro. E efetivamente não cresceu nada.

608
01:29:10.020 --> 01:29:12.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, voltando para cá

609
01:29:14.330 --> 01:29:21.110
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: do nosso exemplo, nós tínhamos trinta e nove verdadeiros positivos. Um falso negativo,

610
01:29:21.720 --> 01:29:28.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quatro falso positivos e setenta e seis verdadeiros negativos. Então, a partir

611
01:29:28.800 --> 01:29:30.420
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: desses dados,

612
01:29:30.680 --> 01:29:35.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: isso, como eu falei para cada organismo alvo

613
01:29:37.540 --> 01:29:39.689
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: de sensibilidade. Então

614
01:29:41.160 --> 01:29:45.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nós tivemos noventa e sete,cinco de sensibilidade.

615
01:29:45.890 --> 01:29:50.239
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Qual que era o nosso critério? Noventa e oito de sensibilidade.

616
01:29:51.080 --> 01:29:56.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui a gente vai ter que tomar uma decisão. A gente aceita ou não aceita

617
01:29:59.510 --> 01:30:17.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: especificidade noventa e cinco de especificidade. Então, qual que era o critério noventa? Então a sensibilidade não foi a capacidade da gente detectar

618
01:30:19.100 --> 01:30:28.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aquele organismo alvo em situações onde ele está presente de uma maneira às vezes pequena. Então a gente teve algum problema?

619
01:30:28.960 --> 01:30:31.139
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Especificidade foi. Ok,

620
01:30:31.960 --> 01:30:34.989
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: vamos ver o falso positivo e falso negativo.

621
01:30:35.640 --> 01:30:38.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: A precisão noventa e cinco.

622
01:30:39.400 --> 01:30:43.539
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O critério era noventa e quatro, então. Ok.

623
01:30:44.640 --> 01:30:48.829
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E o falso positivo? Ok, e o falso negativo também.

624
01:30:51.560 --> 01:30:53.199
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ah, aqui eu tinha tudo.

625
01:30:54.100 --> 01:30:55.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí?

626
01:30:55.730 --> 01:30:58.260
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então aqui a gente tem problema

627
01:30:58.390 --> 01:31:03.149
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na sensibilidade. Então aqui a gente vai ter que tomar uma decisão

628
01:31:03.480 --> 01:31:26.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui. Eu estou trazendo para um organismo alvo. Se isso aconteceu para um organismo alvo e a metodologia é a mesma. Então aqui a gente tem que fazer um. Eu quis trazer uma situação assim porque a gente acontece isso na vida. Então a gente vai jogar tudo fora e começar tudo de novo. Quando a gente tem uma situação dessas.

629
01:31:26.390 --> 01:31:50.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a gente tem que analisar, olhar. Às vezes o planejamento. Se eu planejei de uma maneira adequada, como é que foram os meus controles? Os equipamentos estavam bem. Os meios de cultura foram testados. Eu tinha ali vários organismos que tinham sido testados. Aquela metodologia se aplica para todos. Então, nessa situação, do meu ponto de vista, eu posso aceitar,

630
01:31:50.900 --> 01:31:53.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque isso aqui é um resultado.

631
01:31:53.210 --> 01:31:55.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu tenho que pensar no todo.

632
01:31:56.860 --> 01:32:14.410
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se eu tenho umas. Se esse é o meu único ensaio. Às vezes eu vou ter que repetir. Então eu vou aumentar o número de repetições. E aí eu vou analisar. Vou ter que ver caso a caso, como eu vou tratar esse resultado, que não foi cem conforme o que eu esperava.

633
01:32:14.540 --> 01:32:38.039
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Porque na vida real é assim. Tem situações que são adversas e a gente tem que olhar os dados e ter a capacidade técnica. Por isso que não é qualquer um que pode fazer, não é qualquer um que pode chegar à conclusão. E aí, o que o avaliador vai esperar nessa situação que lá na análise crítica da conclusão, eu justifique por que eu aceitei isso aqui

634
01:32:38.340 --> 01:32:45.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é simplesmente. Eu deixo lá os noventa e sete,cinco. O meu critério era noventa e oito e eu simplesmente aceito.

635
01:32:45.630 --> 01:33:01.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu vou lá. E eu argumento, fiz a análise crítica dos insumos, os equipamentos. Estavam ok, os analistas estavam treinados, os controles da rotina estavam ok. Os outros ensaios foram compatíveis, e aí por isso que eu estou chegando à conclusão.

636
01:33:02.370 --> 01:33:04.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Isso faz parte do processo.

637
01:33:05.050 --> 01:33:16.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E isso eu acho que é totalmente incompreensível. Não sei, Marcelo. Me diga ali a tua posição como avaliador também da dezassete. Mas eu acho que a gente tem que olhar ser realista com os dados

638
01:33:16.870 --> 01:33:22.190
Marcelo Pimenta: A gente perguntar exatamente isso. Se você aceitaria ou não, que eu também aceitaria

639
01:33:22.190 --> 01:33:22.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: É. Eu.

640
01:33:22.970 --> 01:33:24.559
Marcelo Pimenta: Quarenta e oito,

641
01:33:24.790 --> 01:33:27.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu não aceitaria se a pessoa não justificasse

642
01:33:27.200 --> 01:33:28.520
Marcelo Pimenta: Sim, sim.

643
01:33:29.690 --> 01:33:31.970
Marcelo Pimenta: Ah, os outros hinos estão bons.

644
01:33:32.270 --> 01:33:38.940
Marcelo Pimenta: Zero,cinco. Então, popótese é uma coisa relacionada até mesmo a um equipamento instrumento.

645
01:33:39.110 --> 01:33:39.720
Marcelo Pimenta: Alguma coisa

646
01:33:39.720 --> 01:33:42.409
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Coisa daquela situação específica.

647
01:33:43.630 --> 01:33:49.159
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, assim eu acho que a gente também não pode ser assim, né? Botar uma vizeira

648
01:33:49.330 --> 01:34:14.990
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: como avaliadora. Eu tenho sempre pensado no bom senso. A gente tem que olhar as coisas com bom senso. Se o registro está bem planejado. Se a gente vê que está ali no relatório, os controles daqueles insumos, o treinamento dos analistas blá, tudo está ali bem direitinho, e a conclusão foi bem argumentada. Eu aceito. Eu acho que é bem possível a gente aceitar uma situação dessas

649
01:34:15.820 --> 01:34:16.360
Marcelo Pimenta: Tá,

650
01:34:16.360 --> 01:34:17.180
Marcelo Pimenta: também. Deixa,

651
01:34:18.040 --> 01:34:27.460
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu acho que é importante a gente trazer uma situação dessas, porque eu acho que os avaliadores também

652
01:34:27.610 --> 01:34:32.289
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tem tido um pouco mais de sensibilidade. Não sei da tua experiência, Marcelo,

653
01:34:32.580 --> 01:34:42.780
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas assim eu acho que a gente tem que também ter um pouco de bom senso quando está avaliando as situações. Se tu vê que o laboratório simplesmente está jogando aqueles dados,

654
01:34:43.270 --> 01:34:48.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: isso a gente capta na auditoria. E quando a gente pega os registros, a gente vê.

655
01:34:49.290 --> 01:35:01.580
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas se não é uma pessoa que trouxe aqui o processo de uma maneira consistente. E no final, ela obteve um resultado que não é cem ali satisfatório. Mas ela argumentou. Ela sabia do que ela estava fazendo?

656
01:35:01.940 --> 01:35:06.440
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Eu acho que é bem possível a gente aceitar uma situação assim.

657
01:35:07.510 --> 01:35:08.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá bom,

658
01:35:09.160 --> 01:35:12.579
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque é assim que acontece na vida real,

659
01:35:13.020 --> 01:35:13.790
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: não é

660
01:35:15.410 --> 01:35:21.190
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para os ensaios qualitativos então quantitativos. Desculpa

661
01:35:21.760 --> 01:35:28.799
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para os ensaios quantitativos, o que o documento da Cgec lhe traz também então eles estão propondo que

662
01:35:30.260 --> 01:35:35.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: que, nas contagens, a gente avalia dez amostras.

663
01:35:35.320 --> 01:35:46.510
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Preferência mostra naturalmente, contaminada com o organismo. Mas a gente sabe que na rotina a gente normalmente faz uma inoculação com o organismo alvo.

664
01:35:47.080 --> 01:35:58.049
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O ideal é que a gente trabalhe com amostras naturalmente contaminadas. Se a gente tem. A gente consegue caracterizar, padronizar aquela contagem para depois testar,

665
01:35:59.240 --> 01:36:06.969
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque ali, naquela amostra naturalmente contaminada, vão ter interferências às vezes da matriz que a gente precisa conhecer.

666
01:36:08.510 --> 01:36:23.720
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E também, né? E se a amostra não estiver disponível? E se eu puder testar as duas também eu acho que é importante testar as amostras naturalmente contaminadas e amostras artificialmente contaminadas com os materiais e referência a certificados,

667
01:36:23.920 --> 01:36:32.419
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: até porque uma amostra que, naturalmente contaminada. Às vezes, o organismo é estressado. Ele não expressa todas as características.

668
01:36:32.680 --> 01:36:54.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se é uma amostra que vem do material de referência certificado. Ela vem bonitinha, nutrida, alimentada. Ela vai apresentar tudo. Tudo que aquele ensaio, aquele meio de cultura, até avaliações, resultados sorológicos além dos fenotípicos. Fica mais fácil da gente ver.

669
01:36:55.220 --> 01:36:56.970
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Tá bom.

670
01:36:58.020 --> 01:37:06.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Estão contaminadas artificialmente e também com os interferentes da mesma maneira, porque a gente tem que conseguir diferenciar uma coisa da outra

671
01:37:07.570 --> 01:37:16.330
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e realizar, paralelamente a contagem do organismo em questão para garantir a concentração, então, principalmente, se for

672
01:37:16.500 --> 01:37:26.320
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a mostra naturalmente contaminada, a gente precisa produzir uma amostra que a gente saiba quanto a gente esperaria contar daquele organismo.

673
01:37:28.520 --> 01:37:31.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Preparar as amostras em duplicata.

674
01:37:31.740 --> 01:37:36.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, para a gente poder avaliar a precisão dos dados

675
01:37:36.610 --> 01:37:52.150
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e considerar avaliações das condições de análise, então, para a gente conseguir avaliar a reprodutibilidade. Dias diferentes, analistas diferentes, equipamentos diferentes no nível que a gente estiver utilizando.

676
01:37:52.200 --> 01:38:17.950
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se eu tenho lá duas estufas que têm a mesma temperatura. O ideal é que a gente consiga, porque até no ambiente das estufas, por isso que é importante a gente trazer equipamentos. Às vezes, a gente tem que garantir que, naquela área, o organismo seja exposto àquela temperatura e àquela avaliação que o método propõe, então? Por isso que a gente é importante que avalie equipamentos diferentes.

677
01:38:18.270 --> 01:38:22.560
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Se é um equipamento, por exemplo, a gente precisa lá. Uma placa

678
01:38:23.830 --> 01:38:45.210
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui, os meios de cultura, uma placa de marcas diferentes, ou tem meios de cultura diferentes, que eu posso utilizar. Petrifilme, mídia pad, uma marca de um meio de cultura ou outra marca. É importante que a gente teste no caso de vocês, que podem comprar de marcas diferentes. É importante que a gente teste também marcas diferentes,

679
01:38:47.130 --> 01:38:56.079
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: utilizar um meio de cultura não inoculado para garantir os resultados em branco. Então, da mesma forma que a gente fez lá nos qualitativos.

680
01:38:59.820 --> 01:39:07.369
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, situações. Então a gente vai testar repetitibilidade. Então, condições de repetitibilidade.

681
01:39:07.500 --> 01:39:19.630
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, mesmo analista, utilizando os mesmos procedimentos, o mesmo equipamento nas mesmas condições ou num curto período de tempo. Então aqui a gente vai avaliar uma situação de repetitibilidade.

682
01:39:22.440 --> 01:39:27.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí? Então a gente faz contagens

683
01:39:28.010 --> 01:39:43.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aí. Aqui a gente está avaliando um analista aqui é uma tabelinha, e aí a gente vai ter que ser tão mais colunas aqui, conforme os analistas aqui que a gente estiver analisando, incluindo

684
01:39:43.500 --> 01:39:45.400
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: na nossa análise.

685
01:39:46.960 --> 01:39:57.439
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a primeira duplicata, a placa um e a placa dois. E ali, assim a gente faz para todas as amostras. Eu peguei o exemplo que estava lá no Docs Jackley,

686
01:39:57.720 --> 01:40:21.600
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: porque fica mais fácil até se a pessoa quisesse conferir. Depois eu trouxe aqui. Fica mais fácil, porque eu fiz a conta. Eu vou trazer aqui um Excel depois, se vocês quiserem, eu disponibilizo junto com o material. A minha planilha Excel, porque eu peguei exatamente um exemplo da Cge que botei numa planilha Excel para ter ali a programação, caso alguém tenha dificuldade.

687
01:40:22.850 --> 01:40:31.620
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí. Então, depois desse planejamento e execução, nessas condições, a gente vai avaliar qual é

688
01:40:32.970 --> 01:40:35.370
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ao resultado da repetitibilidade.

689
01:40:37.010 --> 01:40:53.120
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, nesse caso, o coeficiente de variação que foi calculado aqui, o desvio padrão de repetibilidade foi calculado como zero,21 então, considerando o coeficiente de variação dois,oitenta e um

690
01:40:55.780 --> 01:41:08.220
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: então aqui ele trouxe a fórmula e depois a gente vai reproduzir isso no Excel. Então, valores para dez contagens. Opa, aqui já é a reprodutividade. Desculpa.

691
01:41:09.180 --> 01:41:11.489
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que a gente tem que considerar

692
01:41:12.220 --> 01:41:14.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: aqui da repetibilidade? Tudo bem.

693
01:41:15.210 --> 01:41:18.889
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Depois acho que eu vou com a planilha. Fica mais fácil.

694
01:41:22.710 --> 01:41:39.530
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o cálculo da reprodutibilidade. Então a gente vai considerar da mesma maneira as dez contagens, no mínimo dez contagens analistas diferentes. Então, aqui era um analista, porque era uma condição de repetitibilidade.

695
01:41:44.010 --> 01:41:46.070
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Analistas diferentes

696
01:41:46.300 --> 01:41:54.949
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: utilizando o mesmo procedimento em dias diferentes. Eu posso considerar também equipamentos diferentes. Então, como a gente tinha falado antes,

697
01:41:57.930 --> 01:42:02.080
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí a fórmula da reprodutibilidade

698
01:42:03.390 --> 01:42:18.280
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: estão aqui as contagens da primeira coluna. Então aqui é um analista e o outro analista. Aqui, a gente na verdade, vai estabelecer as condições. Então esta é a primeira condição.

699
01:42:18.780 --> 01:42:22.339
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O X. E A é a primeira condição.

700
01:42:22.360 --> 01:42:37.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E a segunda é a segunda condição. Em cada uma das condições. Então a gente vai ter. Qual é a variabilidade que vai ter nessa primeira condição? Um analista, um equipamento dia dez.

701
01:42:37.430 --> 01:42:57.100
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Nessa segunda condição é outro analista, outro equipamento, outro dia, para conseguir que, nessas duas condições, a gente consiga ter toda a variabilidade possível. Então essa é a ideia que, na condição A e na condição B, a gente consiga estabelecer

702
01:42:57.260 --> 01:43:04.690
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a maioria da variabilidade que aquela amostra vai passar. Então, quanto mais variabilidade.

703
01:43:05.860 --> 01:43:11.449
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Mas a gente vai garantir que a gente vai demonstrar que a gente vai ser reprodutível.

704
01:43:11.740 --> 01:43:15.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Quanto menor for a variabilidade, melhor.

705
01:43:16.330 --> 01:43:20.639
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aí a gente calcula então o desvio padrão de reprodutividade.

706
01:43:23.090 --> 01:43:30.200
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E aqui, nos estudos de reprodutilidade, é que eu vejo a maior problema

707
01:43:30.380 --> 01:43:33.629
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no estabelecimento dessas duas condições.

708
01:43:34.110 --> 01:43:39.089
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então as pessoas não descrevem direito, ou não testam toda a variabilidade.

709
01:43:39.460 --> 01:43:59.209
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então a conta é o mínimo problema. O problema que a gente vê é no estabelecimento das condições. Então, às vezes tu não percebe que a pessoa efetivamente avaliou condições de variabilidade para conseguir depois ter o resultado da reprodutibilidade.

710
01:44:00.000 --> 01:44:06.430
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: E este método é a maneira que a gente calcula a incerteza da medição.

711
01:44:06.680 --> 01:44:24.329
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Aí, a incerteza não vai ser bem estimada, porque a gente não está estabelecendo essa máxima variabilidade que a gente pode ter no ensaio, então esse que eu vejo, o problema? A conta é fácil de fazer. A gente bota no Excel calcula para a gente,

712
01:44:25.260 --> 01:44:30.219
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: mas estabelecer as condições é que são elas,

713
01:44:31.330 --> 01:44:32.250
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: tá?

714
01:44:32.390 --> 01:44:41.279
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então por isso que eu acho que a primeira etapa, ou a etapa mais crucial, é o planejamento. Eu consegui estabelecer

715
01:44:42.300 --> 01:44:45.550
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: ou definir o que realmente importa,

716
01:44:45.660 --> 01:44:47.929
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: para que eu consiga avaliar

717
01:44:48.370 --> 01:44:53.730
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: as diferenças, as condições que vão

718
01:44:53.970 --> 01:44:56.619
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: provocar diferenças no meu resultado.

719
01:44:56.910 --> 01:44:59.230
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, aqui, nesse exemplo,

720
01:44:59.840 --> 01:45:01.170
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e aí,

721
01:45:01.660 --> 01:45:07.470
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: nesse caso, o desvio padrão de reprodutibilidade foi catorze,oito

722
01:45:10.980 --> 01:45:12.869
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: no documento.

723
01:45:13.190 --> 01:45:16.130
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Ele não traz um critério de aceitação.

724
01:45:16.870 --> 01:45:18.750
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: O documento da Cgecl.

725
01:45:19.430 --> 01:45:28.189
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então, o que eu busquei? Uma referência internacional que trouxesse o que eu vou considerar como aceitável.

726
01:45:28.510 --> 01:45:39.259
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Então o documento do Felipe. O livro do Felipe traz um conceito do repetibilidade e reprodutibilidade, que é considerável como aceitável

727
01:45:39.530 --> 01:45:55.979
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e tem esse guia internacional que fala de todas as metodologias, independente da metodologia, o que eu posso considerar como aceitável ou não aceitável para estudos de repetitividade e reprodutibilidade,

728
01:45:56.240 --> 01:46:03.309
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: e a ideia então que Rr menor que dez, se considere como aceitável.

729
01:46:04.750 --> 01:46:15.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: De dez a trinta. A gente precisa estabelecer sistemáticas de melhoria no nosso processo e acima de trinta,

730
01:46:15.570 --> 01:46:23.020
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: a gente deveria considerar inaceitável. E aí trabalhar para que essas variabilidades sejam menores.

731
01:46:24.480 --> 01:46:30.509
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Certo, eu tenho aqui o Excel que eu tenho uns exemplos. Deixa eu parar aqui esse

732
01:46:32.920 --> 01:46:36.340
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: antes da gente ver o exercício. Vocês querem tomar uma aguinha,

733
01:46:36.460 --> 01:46:37.540
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Marcelo,

734
01:46:39.330 --> 01:46:42.270
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: eu falo contigo porque eu estou interagindo, né,

735
01:46:43.250 --> 01:46:45.060
Marcelo Pimenta: Acho que a gente pode

736
01:46:45.230 --> 01:46:48.319
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: Pode, né? Antes da gente trazer o Excel, acho que vão tomar uma água

737
01:46:48.570 --> 01:46:50.820
Sociedade Brasileira de Metrologia SBM: quinze minutinhos. Então,

738
01:46:51.090 --> 01:46:51.900
Marcelo Pimenta: Santa Catarina,

