WEBVTT

1
00:00:06.890 --> 00:00:12.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Reiniciar aqui a nossa no nosso treinamento no último dia.

2
00:00:13.120 --> 00:00:15.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Analisar aqui com chave de ouro hoje, né?

3
00:00:16.710 --> 00:00:22.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos nós. Ontem a gente parou. Acho que aqui, nesse.

4
00:00:22.580 --> 00:00:25.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse slide, falando sobre

5
00:00:25.770 --> 00:00:31.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza de medição. E o que está lá declarado no Doc Cgecre cinquenta e sete.

6
00:00:32.810 --> 00:00:39.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele diz que declarar a incerteza como uma incerteza relativa

7
00:00:39.460 --> 00:00:43.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porcentagem do valor de referência convém

8
00:00:44.390 --> 00:00:49.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não significa que é mandatório, mas convém que seja declarado isso.

9
00:00:50.550 --> 00:00:51.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Beleza.

10
00:00:53.120 --> 00:00:54.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos continuar aqui.

11
00:00:56.410 --> 00:01:00.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, a incerteza. A gente viu que tem a ver com a questão da

12
00:01:01.080 --> 00:01:07.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da repetibilidade de medição é um item de incerteza.

13
00:01:07.780 --> 00:01:11.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A repetibilidade é só para reforçar.

14
00:01:12.140 --> 00:01:16.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a precisão da medição sobre um conjunto de condições de repetibilidade

15
00:01:17.260 --> 00:01:24.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é a variação, a precisão. A gente viu que tem a ver com a dispersão dos valores, então é a precisão

16
00:01:25.280 --> 00:01:26.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de um conjunto.

17
00:01:27.040 --> 00:01:34.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que a gente chama de condições de repetibilidade é quando você mantém as características, as condições estáveis,

18
00:01:34.150 --> 00:01:41.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mesmo procedimento, mesmo instrumento, mesmo método, mesmo, mas umas situações controladas ali.

19
00:01:42.900 --> 00:01:53.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se eu tiver, por exemplo, leituras aqui três leituras e tal, e se os erros forem esses indicados. Quer dizer, fazendo a comparação com o padrão. Eu tenho ali

20
00:01:53.490 --> 00:01:55.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: condição de avaliar a tendência.

21
00:01:56.030 --> 00:02:01.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí de novo aqui. Considerando a média, a tendência com a média dos erros, o desvio padrão.

22
00:02:02.030 --> 00:02:04.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu posso pilotar, né?

23
00:02:04.830 --> 00:02:07.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, ó, qual é o erro para aquela

24
00:02:07.830 --> 00:02:12.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aquela leitura, para aquela condição. E, claro, quando eu faço

25
00:02:13.050 --> 00:02:22.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma calibração em vários pontos, eu acabo fazendo. É vendo a curva de calibração, montando aqui a curva de calibração.

26
00:02:22.470 --> 00:02:27.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, considerando aqui os erros de medição

27
00:02:27.420 --> 00:02:39.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, eu fiz uma curva montando aqui a relação vazão do medidor sobre calibração com o padrão. Você tem aqui a curva de

28
00:02:40.570 --> 00:02:44.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: checa checa aqui para a gente checar, inclusive a linearidade dele.

29
00:02:44.700 --> 00:02:52.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem esse instrumento aqui que tem uma vazão mínima. Isso é um exemplo de um,nove a sete.sessenta e três, sete por hora.

30
00:02:53.610 --> 00:03:04.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem uma linearidade aqui, nessa calibração que a gente fez em termos de comparação, isso é simulação, né? E aqui é a função dela,

31
00:03:05.370 --> 00:03:07.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a figura.

32
00:03:07.550 --> 00:03:18.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui eu já fiz outros gráficos, colocando e aí os erros de medição nas condições de repetibilidade.

33
00:03:19.980 --> 00:03:21.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, só para.

34
00:03:22.420 --> 00:03:28.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, quando a gente vai fazer a calibração, a gente vai fazendo esse tipo de coisa.

35
00:03:28.760 --> 00:03:36.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As leituras, as leituras então marcadas aqui e aí. Depois eu fiz.

36
00:03:37.190 --> 00:03:46.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considerando a média das leituras, fiz aqui a curva de vazão, considerando a média.

37
00:03:46.820 --> 00:03:53.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que aqui já aqui, os erros de medição e aqui a média dos erros. Então está aqui a covardia

38
00:03:53.860 --> 00:03:57.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa aqui é a curva de calibração que acaba você vendo nos

39
00:03:57.940 --> 00:04:02.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: certificados de calibração, levantamento do erro de medição

40
00:04:04.990 --> 00:04:11.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de vazão volumétrica. Então, por isso que se coloca aqui, em termos de valor percentual, também

41
00:04:11.480 --> 00:04:18.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o erro de medição, e aí, só para a gente

42
00:04:18.810 --> 00:04:29.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: comparar, por exemplo, se a gente estiver em uma condição de característica do medidor em termos de atendimento

43
00:04:29.890 --> 00:04:38.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse aqui, seria tipo o máximo dele em termos de especificação, dito pelo fornecedor fabricante

44
00:04:38.280 --> 00:04:44.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do erro máximo em termos de limite inferior a limite superior em torno do erro.

45
00:04:44.900 --> 00:04:47.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está falando aqui, de mais ou menos meio por cento

46
00:04:47.870 --> 00:04:55.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de erro máximo de medição. E aí, em função daquela curva de calibração ali, a gente colocou boa

47
00:04:55.970 --> 00:04:57.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele aqui, então, tudo bem.

48
00:04:58.110 --> 00:05:01.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele ainda está dentro da faixa de erro, mas a gente pode perceber

49
00:05:03.210 --> 00:05:14.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é talvez esse instrumento aqui numa próxima calibração, eu já tenha problema

50
00:05:14.640 --> 00:05:21.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dele atingir ou ultrapassar aqui a, o limite superior dos erros,

51
00:05:21.430 --> 00:05:27.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa curva, que mostra que talvez esse instrumento precise de uma.

52
00:05:27.400 --> 00:05:34.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um cuidado maior, talvez uma intervenção, uma manutenção, uma limpeza, alguma coisa nesse sentido,

53
00:05:35.660 --> 00:05:44.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que eu possa trazer de volta isso para uma situação mais próxima do ideal aqui.

54
00:05:44.710 --> 00:05:48.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Trazer isso mais próximo do zero.

55
00:05:49.070 --> 00:05:50.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas ainda

56
00:05:50.480 --> 00:05:59.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é viável. Mas ele se mandou. Tem um padrão. Por exemplo, se mandou calibrar e ele vem com uma curva dessas. Poxa

57
00:05:59.870 --> 00:06:05.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: seria já interessante que eu fizesse uma uma intervenção nele

58
00:06:05.510 --> 00:06:11.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: antes de botar ele para em uso. Porque pode dar.

59
00:06:11.300 --> 00:06:17.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês não sabem quanto tempo isso aqui pode ultrapassar o limite de erro.

60
00:06:17.300 --> 00:06:23.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, só calibrando. Aqui a gente consegue identificar essa essa situação.

61
00:06:25.170 --> 00:06:27.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A arranjabilidade,

62
00:06:27.710 --> 00:06:32.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que a gente já tinha comentado antes, mas não é bom. Sempre a gente falar é um termo no inglês.

63
00:06:33.220 --> 00:06:47.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vendo português, português no inglês, porque a palavra chama ranger é faixa, alcance ranger, Billy. Se alcançabilidade,

64
00:06:47.110 --> 00:06:49.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não existe a palavra em português, né?

65
00:06:49.390 --> 00:06:55.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Faixa habilidade, mas tudo bem, a gente pode entender como uma faixa de medição.

66
00:06:55.570 --> 00:07:05.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que, nessa área de invasão, a gente considera essa arranjabilidade como a faixa de medição que o instrumento

67
00:07:06.010 --> 00:07:14.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele atende àquela especificação do erro masso. Então esse exemplo que a gente está vendo aí vazão mínima

68
00:07:14.610 --> 00:07:17.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de um,nove. A máxima de sete.sessenta e três

69
00:07:19.080 --> 00:07:21.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: significa que ela tem uma arranjabilidade

70
00:07:22.550 --> 00:07:27.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de um para quatrocentos, ou seja, dentro dessa faixa de um,nove a sete.sessenta e três.

71
00:07:28.160 --> 00:07:36.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem que atender o erro máximo especificado. Tudo bem. A gente viu aqui esse exemplo nessa simulação que ele atendeu aqui.

72
00:07:37.050 --> 00:07:39.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O erro máximo especificado.

73
00:07:40.080 --> 00:07:47.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Apesar que está muito próximo, que ele pode estar no programa, esse mesmo instrumento, ou se eu tivesse,

74
00:07:47.860 --> 00:07:51.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo, uma arranjabilidade menor.

75
00:07:51.740 --> 00:07:57.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É assim. A gente fica uma especificação lá com uma arranjabilidade menor.

76
00:07:58.450 --> 00:08:07.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Significaria que ele só atenderia essa especificação. Por exemplo, numa faixa de setenta e seis a sete.sessenta e três. Se é uma vazão máxima,

77
00:08:09.390 --> 00:08:11.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é em torno de setecentos

78
00:08:11.740 --> 00:08:22.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por hora com arranjabilidade. Um para dez você está dividindo por um0 para a vazão mínima, ou seja, o anterior, que tem uma arranjabilidade maior,

79
00:08:23.130 --> 00:08:34.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele estaria limitado, então ele estaria trabalhando somente numa faixa aqui, por exemplo, de setenta até a

80
00:08:34.850 --> 00:08:40.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: setecentos. Esse aqui já consegue atender numa faixa má?

81
00:08:40.460 --> 00:08:43.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É maior de quase

82
00:08:44.200 --> 00:08:50.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os mandantes dois metros cúbicos por hora. Tudo bem que nesse início, aqui a gente percebe que ele tem um erro maior,

83
00:08:50.750 --> 00:08:56.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas mesmo assim atende ainda a especificação atende o erro máximo.

84
00:08:57.090 --> 00:09:05.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, a questão da arranjabilidade de um instrumento de medição é importante só para lembrar.

85
00:09:07.110 --> 00:09:17.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Talvez a gente só para voltar aqui rapidinho, só para a gente lembrar essa questão da arranjabilidade. Porque eu mostrei uma tabela.

86
00:09:19.230 --> 00:09:21.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É que tinha isso.

87
00:09:22.490 --> 00:09:27.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos voltar aqui. Que fica mais fácil só para.

88
00:09:27.810 --> 00:09:36.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ficava tudo aqui. Eu volto aqui. Lembra que aqui, ó essa tabelinha aqui,

89
00:09:37.340 --> 00:09:39.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: me mostra aqui um pouco aqui, ó,

90
00:09:39.730 --> 00:09:43.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os tipos de medidores em termos de rangibilidade,

91
00:09:46.030 --> 00:09:53.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os medidores de elementos de pressão diferencial aqui, com arranjo de habilidade baixa 4x1 4x1 3x para um.

92
00:09:53.720 --> 00:10:06.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você já começa a aumentar um pouco aqui. A turbina vinte para um veste para um Magnette quarenta para um e tal. Os outros aqui. Então você tem uma arranjabilidade maior aqui.

93
00:10:07.980 --> 00:10:08.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

94
00:10:14.080 --> 00:10:24.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então arranjabilidade. É. Isso é o que a gente fala em termos de a capacidade do medidor de conseguir atender a especificação.

95
00:10:25.000 --> 00:10:40.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considerando uma vazão é máxima e uma vazão mínima dentro da da faixa de de erro aceitável.

96
00:10:41.570 --> 00:10:46.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dentro da faixa do erro máximo especificado.

97
00:10:49.070 --> 00:10:50.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A linearidade.

98
00:10:51.320 --> 00:10:56.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Também é possível. A gente checar essa linearidade com a calibração,

99
00:10:56.860 --> 00:11:00.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a linearidade e a definição é uma característica que

100
00:11:01.100 --> 00:11:05.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente pode perceber. O que a gente chama. A resposta.

101
00:11:05.790 --> 00:11:09.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estímulo de vazão em relação a.

102
00:11:09.620 --> 00:11:12.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A entrada, a linearidade.

103
00:11:13.200 --> 00:11:26.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela representa essa distância entre a curva de fato do medidor e, por exemplo, a reta ou a função

104
00:11:26.980 --> 00:11:29.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui no caso, está falando sobre uma reta

105
00:11:30.470 --> 00:11:35.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos métodos mínimos quadrados, a aproximação linear

106
00:11:35.980 --> 00:11:39.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou aproximação através de uma função. Então

107
00:11:39.260 --> 00:11:48.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui a gente vê, quanto mais próximo essa função for dos pontos reais de calibração, melhor essa

108
00:11:48.830 --> 00:11:54.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é menor essa distância, melhor a linearidade do instrumento.

109
00:11:56.170 --> 00:12:02.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho aqui, por exemplo, aquele medidor ali, que a gente viu, que tem essa curva de erro aqui,

110
00:12:02.990 --> 00:12:09.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: passando todos os pontos. Eu tento ajustar isso aqui por uma função

111
00:12:09.630 --> 00:12:15.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: lógico. Se botar linear, isso aqui vai dar um ajuste horrível.

112
00:12:15.930 --> 00:12:21.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, uma função aqui que é justa, melhor é uma função exponencial.

113
00:12:21.340 --> 00:12:26.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que tem aqui um R de zero,noventa e cinco aproxima. Bem, e aí você tem

114
00:12:27.550 --> 00:12:30.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a curva em preta. O que é a curva de aproximação?

115
00:12:30.810 --> 00:12:32.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você consegue ver qual é o

116
00:12:33.090 --> 00:12:40.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: qual é a característica em termos de linearidade, qual é o ponto que tem a maior distância? Como é que isso funciona

117
00:12:40.310 --> 00:12:47.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de comparação com uma reta ajustada. Então, qual é a

118
00:12:47.980 --> 00:12:52.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: maior tendência da faixa calibrada menor?

119
00:12:52.210 --> 00:12:54.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qual é a amplitude

120
00:12:55.390 --> 00:13:02.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação aqui? A média. A gente está falando aqui dos erros. Eu estou fazendo uma plotagem dos erros

121
00:13:02.360 --> 00:13:03.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de medição.

122
00:13:05.210 --> 00:13:11.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E vendo aqui a linearidade, quer dizer, comparando ver qual é o maior desvio em relação a isso?

123
00:13:19.270 --> 00:13:24.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, vamos ver um apresentar aqui alguns métodos.

124
00:13:24.680 --> 00:13:26.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Métodos de calibração.

125
00:13:28.030 --> 00:13:30.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o medidor de invasão.

126
00:13:31.710 --> 00:13:37.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele pode ser calibrado. Então, se tem uma função de totalização,

127
00:13:37.540 --> 00:13:40.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pode calibrar essa função de totalização,

128
00:13:42.710 --> 00:13:46.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou você pode calibrar a função de vazão instantânea.

129
00:13:46.820 --> 00:13:52.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou você pode fazer a calibração das duas coisas. E elas, então você não pode considerar

130
00:13:52.800 --> 00:13:58.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você calibrar, por exemplo, na vazão instantânea, a função totalização

131
00:13:58.720 --> 00:14:04.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porção totalização está calibrada também. Então são coisas distintas.

132
00:14:04.510 --> 00:14:13.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São procedimentos distintos e você tem valores distintos que podem dar incertezas, erros, inclusive distintos.

133
00:14:14.880 --> 00:14:20.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, calibrar invasão não significa que você está calibrando em totalização e vice versa.

134
00:14:21.120 --> 00:14:22.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você pode calibrar

135
00:14:23.550 --> 00:14:31.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na função totalização que aí você vai checar justamente a totalização indicada por ele. Se ele tem lá um display, ou então,

136
00:14:31.840 --> 00:14:36.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: através uma saída de pulso, um totalizador de pulso.

137
00:14:38.710 --> 00:14:41.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser que permitindo isso lá,

138
00:14:42.290 --> 00:14:47.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: contabilizando o total de pulsos gerados naquele

139
00:14:47.790 --> 00:14:50.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerando aquele fator pulsos por metro cúbico,

140
00:14:52.190 --> 00:15:00.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou fazendo a calibração na vazão instantânea a vazão que você vai definir um determinado tempo, né?

141
00:15:01.330 --> 00:15:09.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E vai ver o volume que ele deslocou. Ele passou ali nele e vai trabalhar com essa vazão. Então você pode também checar.

142
00:15:09.680 --> 00:15:14.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Existem muitos medidores que têm a indicação no local.

143
00:15:14.790 --> 00:15:20.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou você pode ver a saída em corrente. Se ele tem saída em corrente,

144
00:15:20.960 --> 00:15:23.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como a gente viu ontem um exemplo

145
00:15:23.980 --> 00:15:28.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: lendo a saída em corrente e vendo o quanto representa o valor em.

146
00:15:29.330 --> 00:15:31.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em invasão instantânea.

147
00:15:33.010 --> 00:15:38.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então tem que analisar essas duas situações.

148
00:15:41.210 --> 00:15:47.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem alguns métodos de coleta de leitura de valores.

149
00:15:48.800 --> 00:15:54.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você pode ter o que a gente chama de metodinâmico,

150
00:15:54.750 --> 00:16:01.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também conhecido como Underfly. Quer dizer, em voo em operação.

151
00:16:01.560 --> 00:16:02.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí também.

152
00:16:03.960 --> 00:16:09.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tanto faz. Aí as duas funções. Você pode calibrar tanto também a totalização quanto

153
00:16:10.840 --> 00:16:15.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vazão instantânea. A gente vai ver um pouquinho essa diferença um pouquinho daqui a pouco, aí

154
00:16:16.160 --> 00:16:17.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o método on the Fly

155
00:16:19.370 --> 00:16:26.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diz que significa que você não para o fluxo que está passando ali. Eva pelo instrumento.

156
00:16:26.460 --> 00:16:33.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você define não uma hora de início uma hora de término. Mas sem interromper

157
00:16:33.950 --> 00:16:43.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de novo. Você pode fazer a função totalização fazendo a leitura de saída de pulsos aqui, fazendo essa contagem,

158
00:16:43.960 --> 00:16:47.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou também através da vazão instantânea ou através, né?

159
00:16:48.420 --> 00:16:53.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como a gente viu ali, da leitura de corrente ou um outro

160
00:16:53.630 --> 00:16:57.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: método de coleta de dados, que é

161
00:16:57.430 --> 00:17:01.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que a gente chama de parada partir de parada no inglês start stop.

162
00:17:01.920 --> 00:17:06.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você dá o início. Você está sem fluxo. Dá o início.

163
00:17:07.099 --> 00:17:08.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E depois você para.

164
00:17:09.480 --> 00:17:11.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí também você pode.

165
00:17:11.349 --> 00:17:17.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As duas funções, tanto totalização quanto vazão instantânea podem ser feitas dessa maneira.

166
00:17:22.140 --> 00:17:28.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, aqui, só para relembrar, acho que a gente já viu essa figurinha ali atrás.

167
00:17:29.030 --> 00:17:31.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso tem lá na

168
00:17:31.870 --> 00:17:40.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na Nbr. Iso quarenta e um quarenta e um oitenta e cinco, na Iso oitenta e três,um6 fala sobre esses métodos de

169
00:17:40.450 --> 00:17:52.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de calibração. Então, basicamente, a gente vai falar sobre esses três métodos de calibração grave. Meta o volume ético

170
00:17:53.980 --> 00:17:55.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é que você tem.

171
00:17:55.550 --> 00:18:07.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem uma figura aqui. A bomba, o medidor enchendo o tanque. Aí você vai fazer a comparação. Aqui está enchendo o reservatório. Vai ver a massa ou

172
00:18:08.230 --> 00:18:13.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: comparativo, o medidor e referência medidor sobre calibração e o padrão,

173
00:18:14.610 --> 00:18:19.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: principalmente no caso de invasão de gases, essas coisas é você medir

174
00:18:20.260 --> 00:18:24.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as pressões e temperaturas, pressão na entrada

175
00:18:25.260 --> 00:18:28.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do medidor sobre calibração e do padrão.

176
00:18:29.300 --> 00:18:35.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí, antes que você pergunte novo. Mas só para reforçar. Tudo bem. A ordem aqui não muda. Não tá,

177
00:18:35.470 --> 00:18:43.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então tá aqui, Msc padrão. Mas pode ser o contrário. Padrão do Msc, sem.

178
00:18:43.470 --> 00:18:44.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sem nenhum problema.

179
00:18:47.450 --> 00:18:50.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os cuidados aqui é que você só tem que ter a.

180
00:18:50.980 --> 00:18:57.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As distâncias mínimas entre os medidores para poder garantir a questão da trechos retos antes e depois,

181
00:18:58.990 --> 00:19:02.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que não atrapalhe o outro.

182
00:19:03.990 --> 00:19:09.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não pode botar um grudado no outro, porque, de repente, aqui, um pode atrapalhar no outro

183
00:19:10.590 --> 00:19:12.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de turbulência, aqui no

184
00:19:12.980 --> 00:19:23.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do perfil de escoamento. Não é o fato do perfil ser turbulento? Não, mas ainda há uma turbulência no perfil. Então, cuidados com

185
00:19:23.360 --> 00:19:24.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as distâncias.

186
00:19:28.310 --> 00:19:35.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, o método grave médico, o método grave método ele é

187
00:19:36.560 --> 00:19:41.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usando o sistema de pesagem. Então o método que a massa do líquido é coletada

188
00:19:42.450 --> 00:19:48.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e é deduzida das pesagens antes e depois do líquido desviado para o tanque de pesagem

189
00:19:48.340 --> 00:19:50.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: durante um intervalo de tempo.

190
00:19:52.720 --> 00:19:56.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cara, dependendo do tipo de função do medidor que você vai calibrar

191
00:19:58.230 --> 00:20:09.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que você pode fazer a medida por volume, ou se você pode até inclusive também calibrar a invasão, porque eu posso ver a massa e depois ir pelo tempo que isso encheu. E ver

192
00:20:09.190 --> 00:20:12.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e ver isso em invasão também.

193
00:20:14.840 --> 00:20:20.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De acordo com a Norma Nbr quarenta e um e trinta e cinco.

194
00:20:21.210 --> 00:20:28.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele recomenda que esse método tenha uma Cmc de zero,um.

195
00:20:30.420 --> 00:20:40.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O sistema tem que ter um método, uma incerteza mínima de Cmc de zero,um, de acordo com a norma Iso quarenta e um oitenta e cinco,

196
00:20:41.290 --> 00:20:43.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é essa nova de referência aqui,

197
00:20:44.020 --> 00:20:48.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quarenta e um oitenta e cinco. Ela detalha lá como fazer essas coisas.

198
00:20:49.450 --> 00:20:53.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Existe também um documento que é interessante.

199
00:20:53.840 --> 00:20:59.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês podem baixar. Vocês podem ter acesso da internet, que é o

200
00:20:59.890 --> 00:21:06.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A Norma. Você não consegue baixar na Internet. Você tem que comprar a norma aí para.

201
00:21:06.280 --> 00:21:07.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para ter acesso.

202
00:21:07.790 --> 00:21:14.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas esse aqui do Deuromatic Calibration Guide, número dezanove. Ele está disponível. Você pode baixar

203
00:21:15.800 --> 00:21:17.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e tem uma nova lá de mel também

204
00:21:18.240 --> 00:21:20.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de mil quarenta e cinco. Também

205
00:21:20.880 --> 00:21:24.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: está disponível para você usar como referência.

206
00:21:24.920 --> 00:21:28.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se for utilizar esse método grave e métrico.

207
00:21:28.630 --> 00:21:33.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas eu não acredito que é o casco de vocês, né? Vocês aí, você basicamente trabalham aí com a

208
00:21:33.580 --> 00:21:36.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: comparação, né? Método de comparação.

209
00:21:37.320 --> 00:21:48.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Montar um sistema desse custa cara. É meio sofisticado, meio complicado. Isso aí quiser.

210
00:21:48.830 --> 00:21:53.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Também tem que ter conhecimento, ter acesso. E essa documentação é interessante.

211
00:21:54.870 --> 00:22:01.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, o método gravimétrico. Você tem aqui três formas que você pode fazer.

212
00:22:04.110 --> 00:22:10.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem aqui um sistema que a gente chama do sistema fechado.

213
00:22:11.000 --> 00:22:15.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem aqui um reservatório.

214
00:22:15.700 --> 00:22:17.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é para líquido, né?

215
00:22:17.750 --> 00:22:22.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Lógico, o pavimento para gás é mais complicado, né?

216
00:22:23.450 --> 00:22:25.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem como pesar isso aqui, né?

217
00:22:25.770 --> 00:22:30.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem um reservatório aqui, um tanque.

218
00:22:30.940 --> 00:22:35.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí isso passa aqui pelo né?

219
00:22:35.780 --> 00:22:37.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pelo medidor.

220
00:22:39.340 --> 00:22:42.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí isso vai para o tanque de pesagem. Aqui

221
00:22:44.700 --> 00:22:49.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: encheu, parou. Sistema. Você conta depois daqui.

222
00:22:50.880 --> 00:22:52.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você volta para cá.

223
00:22:53.000 --> 00:22:57.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui fica um sistema fechado. Você pode realimentar esse negócio, né? Então é uma bomba.

224
00:22:57.510 --> 00:22:58.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É?

225
00:22:59.440 --> 00:23:05.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Antes de você começar. Por exemplo, o sistema pode estar finalmente funcionando. Você tem aqui a bombinha

226
00:23:05.570 --> 00:23:08.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tanque aqui em cima jogando pra cá e aqui, né?

227
00:23:09.010 --> 00:23:16.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vim para cá. Isso aqui pode ficar recirculando uma hora que você comandar o negócio.

228
00:23:16.610 --> 00:23:22.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para começar a a jogar a água aqui dentro do tanque.

229
00:23:22.820 --> 00:23:26.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode dar a partida no sistema.

230
00:23:28.410 --> 00:23:33.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É gente o que saiu escrito aqui em cima.

231
00:23:33.650 --> 00:23:40.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Coleta de leitura estático. Isso aqui, dizendo tudo.

232
00:23:42.150 --> 00:23:44.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu dei errado. Esse negócio aqui

233
00:24:04.030 --> 00:24:05.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é.

234
00:24:08.070 --> 00:24:11.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o sisteminha está

235
00:24:11.550 --> 00:24:18.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é uma bomba aqui funcionando e tal. Aqui está cheio de líquido. Mas isso aqui está fechado ainda.

236
00:24:19.280 --> 00:24:24.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, na hora que você dá a partida está o start.

237
00:24:25.200 --> 00:24:28.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você libera e vem aqui.

238
00:24:28.330 --> 00:24:37.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando atingiu uma capacidade de pesagem aqui seminha para

239
00:24:37.720 --> 00:24:46.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí. Ele volta aqui a ficar recirculando. E aí você vai fazer a contagem. Você pode fazer. Você pode ter o time para ver o tempo e tal,

240
00:24:47.050 --> 00:24:56.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e ver também além de volume. Você pode checar volume. Você pode checar também a vazão, considerando o

241
00:24:57.170 --> 00:24:58.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o tempo, né?

242
00:24:58.800 --> 00:25:03.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui já tem uma outra configuração que ele também entra aqui.

243
00:25:03.710 --> 00:25:10.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem um contador aqui que vai atuar tanto aqui na do sistema de válvula.

244
00:25:10.670 --> 00:25:18.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fica parado aqui. Pronto, beleza. Aí você tem uma válvula aqui, inclusive que controla a vazão. Você pode.

245
00:25:18.660 --> 00:25:28.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser manual. Pode ser a válvula. Controle automático aí para você modular a vazão. E você consegue inclusive fazer calibrações

246
00:25:29.210 --> 00:25:34.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de invasões diferentes, não só em termos de

247
00:25:35.120 --> 00:25:38.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de volume. Você consegue medir invasões diferentes

248
00:25:38.960 --> 00:25:42.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, também, né? Não está mostrando aqui, mas pode ser uma válvulinha

249
00:25:44.150 --> 00:25:49.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de controle. É porque, na verdade, eu fiz o seguinte. Só para ficar uma figura mais

250
00:25:50.760 --> 00:25:53.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bonitinha. O desenho dele mostra.

251
00:25:54.160 --> 00:25:56.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos lá uma.

252
00:25:58.000 --> 00:26:02.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A válvula que o medidor. Uma válvula de controle. É o que coloquei o

253
00:26:04.150 --> 00:26:10.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medidor no meio do caminho aqui, mas tem uma válvulinha de controle ali que você também pode.

254
00:26:11.260 --> 00:26:15.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou botar aqui. Porque não fica em cima da válvula?

255
00:26:17.130 --> 00:26:20.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode também, né?

256
00:26:20.620 --> 00:26:25.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Controlar a vazão que passa por aqui.

257
00:26:27.540 --> 00:26:31.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui. Mesma coisa aqui. Então você tem um comando.

258
00:26:31.980 --> 00:26:37.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode selecionar aqui aqui o próprio instrumento aqui que se for o caso, ele pode também comandar.

259
00:26:38.190 --> 00:26:46.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem uma saída de comando. Você pode configurar essas coisas para quando dá a partida.

260
00:26:46.460 --> 00:26:52.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Abrir a válvula ideal é que seja um comando externo. Você abre a válvula,

261
00:26:52.320 --> 00:26:55.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: comanda. E aí a bomba que vai

262
00:26:55.210 --> 00:26:59.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vai deixar passar o fluido vai encher aqui e vai parar esse caso aqui.

263
00:27:00.080 --> 00:27:04.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você não tem sistema de recirculação igual esse daqui também, né?

264
00:27:08.610 --> 00:27:12.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então é basicamente desse jeito que você faz.

265
00:27:13.060 --> 00:27:18.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Começa, encheu, mediu, pesou.

266
00:27:19.250 --> 00:27:27.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Compara o volume ou você pode ter também uma contagem de tempo. Em quanto tempo encheu aquele reservatório?

267
00:27:28.250 --> 00:27:32.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí viu a vazão.

268
00:27:33.340 --> 00:27:35.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você pode modular essa vazão

269
00:27:36.020 --> 00:27:43.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e fazer calibração usando o próprio método de grave métrico também para controlar,

270
00:27:43.580 --> 00:27:46.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para você ter uma calibração em termos de.

271
00:27:46.910 --> 00:27:48.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De vazão.

272
00:27:50.470 --> 00:28:00.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É relativamente simples, mas é um método mais sofisticado, porque envolve equipamentos mais sofisticados. Porque balanças não são baratas,

273
00:28:00.740 --> 00:28:08.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dependendo da capacidade do instrumento em termos de capacidade de medição, talvez você tenha que ter mais

274
00:28:09.180 --> 00:28:16.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: balanças que você pega uma balança. Uma quantidade de um valor muito grande para medir um volume pequeno.

275
00:28:16.930 --> 00:28:21.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai ter uma incerteza maior. Então talvez você tenha que ter

276
00:28:21.460 --> 00:28:30.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tanques diferentes, balanças diferentes para você poder calibrar sistemas instrumentos com volumes e

277
00:28:30.940 --> 00:28:35.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: invasões menores ou maiores. Então fica uma coisa assim mais

278
00:28:37.230 --> 00:28:40.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais complicada. Eu inclusive nem sei.

279
00:28:41.180 --> 00:28:45.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente pode até ver se tem laboratórios.

280
00:28:46.920 --> 00:28:52.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu acho que de repente, pode até ter que tem os sistemas gravnéticos para fazer.

281
00:28:53.000 --> 00:28:55.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É calibração.

282
00:28:55.770 --> 00:28:57.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Talvez o Ipt tenha.

283
00:28:59.030 --> 00:29:02.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu não lembro. Acho que tem aqui uma.

284
00:29:03.870 --> 00:29:10.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, acho que aqui tem. Aproveitei que eu falei. Vamos dar uma olhada aqui no

285
00:29:11.370 --> 00:29:18.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em métodos. Laboratório da Rbc se tem algum que tenha

286
00:29:24.170 --> 00:29:34.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: grupos, serviço de calibração, você tem frequência mencionada, Vasco e o mar, você estaria em massa,

287
00:29:35.310 --> 00:29:37.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: invasão em velocidade e fluidos.

288
00:29:37.790 --> 00:29:39.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou Lui, massa específica.

289
00:29:43.290 --> 00:29:45.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos ver. Vamos começar por aqui.

290
00:29:46.640 --> 00:29:48.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Invasão e velocidade de fluidos.

291
00:30:03.480 --> 00:30:15.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Totalizador de massa método comparativo, com totalizador máximo. Então, isso aqui é comparativo. Método comparativo, método comparativo,

292
00:30:24.770 --> 00:30:32.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: método comparativo comparativo. Opa, aqui tem o método grave método. Esse laboratório tem

293
00:30:32.440 --> 00:30:37.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: laboratório Aqui Acci. Serviço de calibração. Invasão de densidade

294
00:30:38.040 --> 00:30:44.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em São Paulo sem um pedaço do campo, que é o método gravimético estático de partida e parada.

295
00:30:45.070 --> 00:30:51.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles têm, sim. Totalizador de volume de água de outros líquidos, exceto hidrocarboneto numa faixa

296
00:30:52.250 --> 00:30:56.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que vai até setecentos e dez metros cúbicos por hora.

297
00:30:57.030 --> 00:30:58.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É interessante.

298
00:31:00.210 --> 00:31:05.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Num Cmc aqui de zero,vinte e quatro.

299
00:31:10.760 --> 00:31:17.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma vazão mais baixa já tem uma certeza menor, zero,oito.

300
00:31:23.270 --> 00:31:25.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então tem um aqui que tem

301
00:31:26.490 --> 00:31:30.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é, vamos ver se esse outro aqui. Ó a Gal.

302
00:31:31.580 --> 00:31:43.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Calibração de gás não gás não deve ter All Monty. Laboratório não método comparativo.

303
00:31:51.980 --> 00:31:59.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Everie Averry. Acho que é Evelyn. Acho que Averry, sei lá. Como é. Que o nome

304
00:32:02.090 --> 00:32:04.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Polo Metro Start Stop

305
00:32:08.300 --> 00:32:09.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos ver aqui digital.

306
00:32:10.460 --> 00:32:13.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é uma empresa de porte grande

307
00:32:14.210 --> 00:32:20.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: comparativo. A arte e método, também método grave, método dinâmico com válvula desviadura método comparativo com o totalizador de

308
00:32:21.190 --> 00:32:23.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: grave método dinâmico com válvula desviado.

309
00:32:32.610 --> 00:32:50.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Entendi isso chama de válvula desviadora, porque tem um outro desenho que a gente vai ver aqui de uma outra maneira. É uma válvula que ela fica jogando para um lado, e de repente, quando você está um. Ela desvia e deixa entrar no tanque que você vai pesar. E quando atinge o ponto um, ela volta o fluxo não para.

310
00:32:50.980 --> 00:33:01.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas aí ele joga para um lado e para o outro, esse tipo de tem coisas.

311
00:33:02.670 --> 00:33:05.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É esse aqui.

312
00:33:07.270 --> 00:33:11.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse aqui é o método start stop. Esse outro aqui

313
00:33:11.690 --> 00:33:16.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usa o dinâmico que chama Underfly com uma válvula.

314
00:33:16.810 --> 00:33:20.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o desviadora.

315
00:33:25.190 --> 00:33:27.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês entenderam esse daqui, né?

316
00:33:27.350 --> 00:33:28.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para

317
00:33:29.930 --> 00:33:41.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele vai? Não está fazendo nada. Aí começa, parou. E esse outro método aqui que pega a coleta dinâmica também chamada Underline.

318
00:33:41.130 --> 00:33:48.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem uma válvulazinha desviadora aqui. Isso aqui, ó um deverters em inglês.

319
00:33:49.930 --> 00:33:53.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o fluxo. Você tem aqui um.

320
00:33:53.330 --> 00:34:01.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma bomba joga para cima, passa pelo instrumento. Aí vem para cá. Então isso aqui fica passando direto,

321
00:34:02.310 --> 00:34:06.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: rodando, rodando na hora que você começa o processo, você dá

322
00:34:06.900 --> 00:34:21.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de qualquer forma, tem uma hora que você tem que dar uma partida. Mas só que ele é dinâmico. O que a gente chama é que o fluido não para ele não está parado pelo medidor. Ele está passando pelo medidor naquele outro caso. O fluido está parado também. Ele está cheio.

323
00:34:23.290 --> 00:34:26.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui está tudo cheio. Mas aqui está fechado

324
00:34:27.110 --> 00:34:33.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na hora que você dá o start. Pronto, ele começa aqui. Não, o fluido está passando.

325
00:34:34.110 --> 00:34:36.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido que está passando aqui.

326
00:34:37.130 --> 00:34:41.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que essa válvula diversão está do lado de cá.

327
00:34:41.810 --> 00:34:43.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido vem para aqui. Faz isso

328
00:34:44.989 --> 00:34:48.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na hora que você dá o o comando.

329
00:34:48.460 --> 00:34:50.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí ele vai. Joga para cá

330
00:34:51.020 --> 00:34:53.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de diversão muda. E aí eu.

331
00:34:53.909 --> 00:35:00.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele vem pra cá pro tanque atingiu o valor de pesagem.

332
00:35:00.990 --> 00:35:04.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O sistema comanda de novo. Ela vai para lá.

333
00:35:05.450 --> 00:35:14.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, ele volta para cá e o fluido continua caindo por aqui dinamicamente. Está para cá.

334
00:35:19.820 --> 00:35:28.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É que esse sisteminha aqui. Ele é até mais interessante do que o outro. Porque como você tem um fluxo que está aqui, sempre contínuo.

335
00:35:28.860 --> 00:35:39.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você não tem o problema de estar com ele parado aqui e você dá uma partida. E aí você ter uma turbulência inicial aqui, no início.

336
00:35:39.610 --> 00:35:41.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui não. O fluido está.

337
00:35:42.250 --> 00:35:47.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou uma vazão constante aqui.

338
00:35:48.010 --> 00:35:55.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, de repente, quando você joga por lá de carro, porque ele. Inventei de vir para cá. Ele vai cair no tanque. Que vai fazer a pesagem

339
00:35:57.800 --> 00:36:02.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando ele retorna para a posição, é

340
00:36:02.780 --> 00:36:11.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de repouso. Aqui, entre aspas para cá, ele continua passando, se esvazia aí pode. Depois de novo,

341
00:36:12.250 --> 00:36:22.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fazer uma outra medição, esvazia de novo. Faz uma terceira medição. Então você pode fazer uma calibração, mas é

342
00:36:22.500 --> 00:36:34.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais interessante, mais rápida, menos perturbação no fluido. Concordam comigo do que aqui.

343
00:36:34.780 --> 00:36:43.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você está aqui parado aí. Abriu esse aqui está vazio.

344
00:36:45.200 --> 00:36:50.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí. Você tem um sol avão. Cozinha no início, aqui e tal. Encheu

345
00:36:50.540 --> 00:36:54.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí quando você para tudo bem, ela interrompe

346
00:36:54.860 --> 00:36:58.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, fica cheio. Verdade aqui vai esvaziar

347
00:36:59.240 --> 00:37:02.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí você começar de novo. Então você tem essa.

348
00:37:02.990 --> 00:37:06.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse início aqui, render o medidor, começar a medir

349
00:37:08.070 --> 00:37:11.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí, começar a pesar. Você tem um gapzinho, né?

350
00:37:12.550 --> 00:37:14.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem um gapzinho

351
00:37:17.430 --> 00:37:23.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. Você já tem um gap menorzinho, mas aqui você tem uma Delayzinho.

352
00:37:24.700 --> 00:37:27.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse outro aqui já não.

353
00:37:27.590 --> 00:37:31.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o fluxo está constantemente em movimento.

354
00:37:31.760 --> 00:37:38.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele é até um pouco melhor para você fazer a coleta dos dados

355
00:37:40.430 --> 00:37:43.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente viu ali nesse laboratório. Aqui.

356
00:37:46.460 --> 00:37:54.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse aqui é o método grave. Método dinâmico com válvula desviadora. O outro ali que a gente viu.

357
00:37:54.980 --> 00:38:08.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O outro laboratório era aquele start top que ele tinha. Lembra que a gente viu isso.

358
00:38:09.820 --> 00:38:14.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acho que foi o açaí, né? Não,

359
00:38:15.000 --> 00:38:18.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: h. Agora não não foi h. Não, porque h é de gás.

360
00:38:18.700 --> 00:38:20.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acho que foi esse daqui, né?

361
00:38:20.970 --> 00:38:22.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aceitei

362
00:38:25.120 --> 00:38:30.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: método médico estático de partida e parada diferente do outro.

363
00:38:30.520 --> 00:38:32.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o outro tem essa válvula.

364
00:38:32.900 --> 00:38:35.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você mandava água diversa.

365
00:38:41.890 --> 00:38:43.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Entenderam a diferença dos dois.

366
00:38:49.510 --> 00:38:50.680
TARCISIO NOGUEIRA: Sim, sim.

367
00:38:51.020 --> 00:38:54.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse sistema você tem, né?

368
00:38:54.630 --> 00:39:01.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A parte de pesagem, dependendo do tanque e tal. Por isso que eu falei que é mais que eu puxado aqui. Você tem,

369
00:39:01.420 --> 00:39:05.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo, uma figura que mostra um tanquezinho

370
00:39:07.150 --> 00:39:15.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que, na verdade, o sistema de pesagem aqui utiliza. Nesse caso, você pode ter uma balança realmente

371
00:39:15.460 --> 00:39:23.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um prato. O balanço, por exemplo, o padrão que eu montei na minha dissertação lá na Puc. Foi.

372
00:39:23.690 --> 00:39:31.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Era um tanque em cima. Era isso aqui. Era exatamente isso. Era um tanque em cima de uma balança

373
00:39:32.960 --> 00:39:35.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: apoiada em cima do prato da balança.

374
00:39:36.510 --> 00:39:41.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele aqui está mostrando uma figura de um tanque apoiado em cima de células de carga.

375
00:39:44.320 --> 00:39:50.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí é esse sistema que ele vai coletar os esforços, né?

376
00:39:50.630 --> 00:39:54.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que esse tanque dá em cima de cada célula de carga.

377
00:39:55.820 --> 00:39:58.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí isso tem que estar muito bem distribuído.

378
00:39:59.330 --> 00:40:07.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Geralmente, essas células de carga têm que ter uma fixação, de modo que, se houver alguma vibração

379
00:40:08.570 --> 00:40:21.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no tanque na hora que está enchendo ou que está esvaziando. Você não danifique a célula de carga, porque a célula de carga. Não sei se vocês já viram uma célula de carga? Sabe como funciona.

380
00:40:21.730 --> 00:40:27.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela funciona com a pressão exercida na superfície dela,

381
00:40:28.830 --> 00:40:35.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas tem que ser uma força perpendicular noventa graus

382
00:40:36.450 --> 00:40:43.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a resultante dos esforços de noventa graus. Então, se você tiver vibrações,

383
00:40:43.320 --> 00:40:54.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pode ter forças que não estejam perpendiculares. E aí essa célula de carga têm que estar montada em algum dispositivo que possa

384
00:40:55.080 --> 00:40:59.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ter uma certa mobilidade, de modo que esse esforço,

385
00:40:59.960 --> 00:41:04.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como se fosse, tipo, um esforço lateral nela seja

386
00:41:05.050 --> 00:41:13.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: evitado para que ela não se degrade que ela não se estrague.

387
00:41:13.320 --> 00:41:20.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela tem que ser submetida a uma força de compressão ou ultrassão. A célula de carro provavelmente funciona desse jeito. Ou você tem

388
00:41:21.030 --> 00:41:25.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o sistema de tração ou de compressão,

389
00:41:28.230 --> 00:41:39.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque geralmente essas células de carga, o mais usual é você ter um sensor de pressão,

390
00:41:40.450 --> 00:41:51.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tipo um sensor que chama peso elétrico. Não, não é peso elétrico ou cristal. Uma fita chama Strangage.

391
00:41:52.400 --> 00:41:59.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma resistência que ela muda o valor da resistência,

392
00:41:59.890 --> 00:42:03.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo fato de na verdade, toda a resistência

393
00:42:04.190 --> 00:42:11.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem essa propriedade. A resistência depende do comprimento da peça. Ali.

394
00:42:12.160 --> 00:42:14.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: R é guaulys.

395
00:42:14.670 --> 00:42:22.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alguma coisa aí? Agora esqueci. Mas o cumprimento da resistência, o cumprimento físico da resistência.

396
00:42:22.480 --> 00:42:26.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele impacta no valor da resistência ômica.

397
00:42:27.470 --> 00:42:33.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esses Strange são células, são resistências em geral, ela parece tipo

398
00:42:33.130 --> 00:42:38.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: formato de uma mola, mas ela fica presa, fixa

399
00:42:38.880 --> 00:42:44.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: colada nessa chapa metálica nessa cela.

400
00:42:44.300 --> 00:42:47.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E à medida que você tem o esforço de pressão

401
00:42:48.120 --> 00:42:54.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou de compressão ou tração nesse material. Aí a resistência vai

402
00:42:54.930 --> 00:43:01.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esticar, ou ela vai comprimir. Então imagina você estar com ou uma.

403
00:43:02.210 --> 00:43:03.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma chapa.

404
00:43:05.350 --> 00:43:09.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei se vocês já viram ou alguma vez o

405
00:43:10.820 --> 00:43:16.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma célula de carga nesse sentido é o que eu estou falando.

406
00:43:16.410 --> 00:43:23.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela representa como se fosse. Você tem uma chapa? Vocês estão conseguindo ver aqui a minha mão está meio escura

407
00:43:23.160 --> 00:43:26.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí, aqui, nessa chapa, você tem um esforço.

408
00:43:26.750 --> 00:43:35.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem a célula de carga. Com esforço perpendicular, pode ser de compressão ou de tração. Tudo bem. Pode ser de compressão.

409
00:43:35.500 --> 00:43:54.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, nessa superfície, você tem uma resistência colada aqui, que quando você se mete a uma pressão. Essa chapa dá uma certa deformação no que ela deforma, o valor da resistência muda, e essa deformação, essa variação da resistência é proporcional a essa deformação física.

410
00:43:55.570 --> 00:43:59.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E então essas células de carro, você mede essa variação de resistência.

411
00:44:00.360 --> 00:44:06.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui, como você está aí? O circuito de medição normalmente é uma ponte de resistores e tal,

412
00:44:07.160 --> 00:44:13.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e você procura manter o equilíbrio e esse desequilíbrio acontece quando você tem a variação da da.

413
00:44:13.760 --> 00:44:14.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Da carga.

414
00:44:15.170 --> 00:44:19.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui você tem quatro para você poder medir os esforços aqui da

415
00:44:20.410 --> 00:44:25.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as quatro pernas aqui, né? Se você tivesse mais pernas, você teria em cada perna aí mais

416
00:44:25.750 --> 00:44:30.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da célula de carga para poder, é,

417
00:44:31.100 --> 00:44:35.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí você mede a resistência elétrica dessa

418
00:44:36.310 --> 00:44:44.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nesse trengage preso nessa cela de carga. Converte isso no valor de massa.

419
00:44:46.220 --> 00:44:49.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem aqui os

420
00:44:52.510 --> 00:45:06.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os elementos que você vai, os instrumentos e os equipamentos que você vai precisar ter no sistema de pesagem cronômetro. A balança em si, o tanque de pesagem, as células. Você pode ter o prato da balança.

421
00:45:06.830 --> 00:45:15.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Edição de temperatura, umidade, densidade, se você quiser também medir.

422
00:45:16.690 --> 00:45:22.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sim, está medindo massa, mas precisa converter em volume. Você tem que ter uma.

423
00:45:23.130 --> 00:45:28.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma missão da densidade. Então aqui está mostrando o decímetro.

424
00:45:28.990 --> 00:45:32.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês já tinham visto um decreto de flutuação. Alguma vez já viram.

425
00:45:35.330 --> 00:45:36.960
TARCISIO NOGUEIRA: Já. Basicamente já vi.

426
00:45:37.190 --> 00:45:38.430
Rosangela Rajoy: O posto de gasolina.

427
00:45:41.750 --> 00:45:43.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É de quê? Desculpa.

428
00:45:43.710 --> 00:45:44.370
Rosangela Rajoy: Dormir, né?

429
00:45:44.370 --> 00:45:46.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, imposto de gasolina. Tinha antigamente.

430
00:45:47.220 --> 00:45:49.350
Rosangela Rajoy: Você já tem aqui no rio?

431
00:45:49.620 --> 00:45:50.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

432
00:45:51.830 --> 00:45:59.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só que ele tem só uma marcação, né? Ela é vermelha, verde e tal, para ver se a densidade lá do

433
00:46:00.090 --> 00:46:02.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: principalmente do etanol, né?

434
00:46:03.710 --> 00:46:05.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se está adequada ou não.

435
00:46:05.630 --> 00:46:08.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o Stacy tem aqui uma arte graduada aqui.

436
00:46:09.520 --> 00:46:14.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você faz a leitura. Você coloca ele aqui dentro, e aí ele flutua.

437
00:46:16.850 --> 00:46:18.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você faz a leitura aqui.

438
00:46:19.440 --> 00:46:24.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse é o método mais simples. Mas você tem que ter cuidado aqui, né?

439
00:46:24.890 --> 00:46:26.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E fazer uma leitura bem

440
00:46:27.300 --> 00:46:35.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na posição correta. Aí tem. Problema do menisco. Você tem que tomar cuidado na leitura aqui na posição e tal,

441
00:46:35.370 --> 00:46:38.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou então fazer uma medida

442
00:46:38.820 --> 00:46:49.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usando coletar material, fazer uma leitura, um piquenômetro lá, um piquenômetro medindo a densidade ou usar um. Se for mais sofisticado. Botar um

443
00:46:49.470 --> 00:46:53.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem cima, tem linha lá. O medidor

444
00:46:54.620 --> 00:46:57.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: curiosas lá para medir a densidade do fruto.

445
00:46:57.560 --> 00:46:58.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem uma.

446
00:47:00.170 --> 00:47:04.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma medição mais apurada aí da questão da

447
00:47:05.920 --> 00:47:13.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a densidade do líquido que está fazendo, a passando pelo medidor a ter medida volumeária.

448
00:47:18.470 --> 00:47:22.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então esse é o método gravimento.

449
00:47:23.070 --> 00:47:30.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O modelo matemático tem essa equação aqui, onde considera

450
00:47:30.790 --> 00:47:34.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: modelo mais sofisticado. Você faz a

451
00:47:34.880 --> 00:47:41.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o modelo, a referência. Você considera na temperatura de vinte graus, que é a temperatura de referência.

452
00:47:42.420 --> 00:47:43.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse G vinte.

453
00:47:44.320 --> 00:47:49.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o volume que você vai converter para fazer na temperatura de referência.

454
00:47:50.430 --> 00:47:53.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem os valores das massas.

455
00:47:54.540 --> 00:47:58.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a massa do tanque cheio, menos a massa do tanque vazio.

456
00:47:58.480 --> 00:48:02.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode fazer essa massa vazia aqui.

457
00:48:03.090 --> 00:48:05.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode é

458
00:48:05.990 --> 00:48:16.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fazer a Tara da balança antes de fazer a pesagem zero que aí ele vai zerar o que tiver em cima dele, vazio

459
00:48:17.420 --> 00:48:20.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou tudo bem, você pode medir e fazer essa diferença.

460
00:48:20.830 --> 00:48:24.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem as outras.

461
00:48:24.770 --> 00:48:33.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os outros valores aqui de compensação, a massa específica do líquido, a massa específica do ar.

462
00:48:35.770 --> 00:48:41.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque você está com uma balança ali. Você tem a influência do impulso do ar ali

463
00:48:42.710 --> 00:48:45.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no prato da balança e tal,

464
00:48:46.850 --> 00:48:54.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nessas balanças de células de carga ou aquelas outras ali. Já basicamente, isso é.

465
00:48:55.540 --> 00:48:58.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É praticamente desprezível.

466
00:49:01.380 --> 00:49:09.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem aqui a também a massa específica, caso você use um peso

467
00:49:09.680 --> 00:49:16.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de referência usada na medição, ou de repente, você pode usado na calibração da balança.

468
00:49:18.300 --> 00:49:22.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser que isso pode existir ou não.

469
00:49:22.810 --> 00:49:29.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se tiver que complementar a balança lá com determinado peso para você, é

470
00:49:30.650 --> 00:49:38.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de repente a quantidade que você vai medir não é bem adequada para você. Em função da

471
00:49:38.710 --> 00:49:46.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da exatidão da balança, da incerteza, você pode usar também a medição da temperatura

472
00:49:47.870 --> 00:49:52.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também. A temperatura do medidor que você está calibrando ali.

473
00:49:53.010 --> 00:50:02.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você aí consegue. A princípio, você vai considerar que essa temperatura é a mesma do líquido que você está usando ali. Então você mede a temperatura do líquido,

474
00:50:03.590 --> 00:50:10.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e você considera que o fluido que vai passar ali pelo medidor,

475
00:50:10.630 --> 00:50:19.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a temperatura dele vai estar igual. E o Alfa é o coeficiente de expansão térmica do material do medidor aqui, então a equação mais

476
00:50:21.050 --> 00:50:28.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais completa. Considerando esses, essas esses parâmetros de influência,

477
00:50:28.960 --> 00:50:32.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a massa específica do líquido, a massa específica do ar,

478
00:50:33.850 --> 00:50:38.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a massa específica de um peso de referência, caso você esteja utilizando.

479
00:50:39.650 --> 00:50:45.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a temperatura da da do líquido.

480
00:50:46.450 --> 00:50:50.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você está é passando ali.

481
00:50:50.820 --> 00:50:58.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Temperatura de de operação, e aí o erro de medição que vai ser

482
00:50:58.960 --> 00:51:01.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o valor indicado, menos o valor de referência.

483
00:51:02.110 --> 00:51:04.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Somos valores de referência de cem. O erro

484
00:51:05.370 --> 00:51:11.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde o que eu falo de referência vai ser o esse valor aqui, né?

485
00:51:13.730 --> 00:51:14.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Calculado

486
00:51:15.210 --> 00:51:21.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a partir das pesagens, o valor indicado é o valor que o instrumento vai estar indicando em termos de

487
00:51:22.220 --> 00:51:24.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de volume.

488
00:51:26.370 --> 00:51:33.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se for um medidor máximo, você já vai direto ver

489
00:51:33.580 --> 00:51:35.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a questão dos valores em massa.

490
00:51:36.250 --> 00:51:40.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui, sabe, está fazendo a correção

491
00:51:41.270 --> 00:51:48.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no caso, considerando o volume, se for massa, se você está medindo a massa. Você precisa fazer essas

492
00:51:48.630 --> 00:51:56.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: compensações aqui de volume, pressão, temperatura, densidade. Porque a massa não muda

493
00:51:58.380 --> 00:52:00.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se você está calibrando em massa.

494
00:52:00.880 --> 00:52:03.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem, você vai calibrar em volume.

495
00:52:04.400 --> 00:52:11.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem que fazer essas compensações, essas correções em função dessas características.

496
00:52:14.010 --> 00:52:21.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então esse é o modelo matemático que você precisa usar. Então imagine a incerteza disso. Você vai fazer aquelas derivadas

497
00:52:23.490 --> 00:52:31.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as derivadas parciais, tal em relação desses componentes,

498
00:52:32.520 --> 00:52:38.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: derivada do volume em relação às massas derivada do volume em relação Ah,

499
00:52:38.810 --> 00:52:45.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a massa específica do líquido em relação a massa específica do ar em relação ao coeficiente de

500
00:52:46.780 --> 00:52:53.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de dilatação térmico, expansão térmica, temperatura. Você vê que tem uma série de

501
00:52:54.550 --> 00:53:02.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de componentes que você vai precisar considerar na avaliação da incerteza desse procedimento de calibração e volume.

502
00:53:07.880 --> 00:53:14.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O método volumétrico é o que a gente usa uma, né?

503
00:53:14.600 --> 00:53:16.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Medida materializada.

504
00:53:25.610 --> 00:53:27.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mandar água aqui para.

505
00:53:28.750 --> 00:53:30.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou olhar a garganta.

506
00:53:30.490 --> 00:53:35.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O método volume médico, medida materializada. Então, nesse método, você tem

507
00:53:36.900 --> 00:53:40.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma água lá é que está escoamento da linha

508
00:53:41.430 --> 00:53:47.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sob uma determinada vazão. Então você coleta num vaso calibrado que também

509
00:53:47.970 --> 00:53:50.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você chama isso de uma medida materializada de volume.

510
00:53:51.120 --> 00:54:00.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem o volume de referência dessa água de medição que vai ser comparado com o volume totalizado lá indicado pelo instrumento de calibração.

511
00:54:01.950 --> 00:54:08.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Também o que se espera em termos de Cmc desse método é algo em torno de zero,um,

512
00:54:09.400 --> 00:54:19.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de certeza minha, é algumas referências normativas. Você tem aí um guia

513
00:54:20.080 --> 00:54:25.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da Euromet Cg vinte e um. Também. A Euromet disponibiliza esses guias

514
00:54:26.960 --> 00:54:33.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: guia para calibração de padrões de medição de capacidade usando o método Volumet.

515
00:54:35.480 --> 00:54:37.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí tem também o.

516
00:54:38.470 --> 00:54:41.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O senã tem o guia técnico o senã é o

517
00:54:42.280 --> 00:54:48.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como se fosse o inmetro mexicano. O Centro Nacional de Mitologia do México

518
00:54:48.540 --> 00:54:57.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele tem esse guia técnico sobre rastreabilidade e incerteza na calibração de vendedores de fluxo de líquidos, empregando como referência

519
00:54:58.130 --> 00:55:09.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um padrão volumétrico, então quem também tiver querer se aprofundar mais nesse assunto. Pode

520
00:55:09.700 --> 00:55:19.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: consultar esses documentos. As linhas que tem lá muita informação para a montagem do Metropolitik.

521
00:55:20.370 --> 00:55:26.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, você também pode usar esse método de duas formas.

522
00:55:30.290 --> 00:55:36.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, basicamente, acho que esse é o de parada e dinâmico. Não

523
00:55:38.680 --> 00:55:42.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é muito adequado. Não é o método de

524
00:55:42.500 --> 00:55:46.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: parada stop. Então você tem basicamente isso. Aqui tem um tanque.

525
00:55:47.090 --> 00:55:48.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem o medidor.

526
00:55:49.960 --> 00:55:53.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí isso aqui fica tudo cheio de líquido.

527
00:55:53.660 --> 00:56:00.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o tanquezinho que você vai encher, que é a medida volumétrica. Ele está aqui,

528
00:56:01.550 --> 00:56:07.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí num determinado instante, você dá a partida nele aí

529
00:56:10.980 --> 00:56:12.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por que que eu não estou indo?

530
00:56:13.000 --> 00:56:14.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá, aí começou.

531
00:56:15.630 --> 00:56:18.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É só encher. O medidor. Está contando.

532
00:56:20.790 --> 00:56:27.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí chega. No final, para aí você vai ver o volume que encheu aqui com

533
00:56:27.950 --> 00:56:33.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o valor que ele mediu, medindo mere as temperaturas,

534
00:56:33.870 --> 00:56:35.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para ver se está tudo direitinho.

535
00:56:36.060 --> 00:56:38.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você faz a comparação.

536
00:56:40.500 --> 00:56:41.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente é isso.

537
00:56:43.190 --> 00:56:46.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Zero. Aí começa. Vai enchendo.

538
00:56:47.290 --> 00:56:48.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está enchendo.

539
00:56:48.940 --> 00:56:50.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá enchendo?

540
00:56:51.230 --> 00:56:52.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma hora.

541
00:56:52.800 --> 00:56:59.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Encheu lá parou. Claro, só que está muito simples, né? Você tem que ter um sistema digitinho para

542
00:56:59.550 --> 00:57:02.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é ver lá qual é a posição que você vai

543
00:57:02.990 --> 00:57:13.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ler que é o volume do tanque e parar para não transbordar o teu sisteminha. Tem que estar mais.

544
00:57:14.220 --> 00:57:17.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui está bem simples, hein?

545
00:57:17.860 --> 00:57:23.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só para mostrar aqui, vamos ensinar de novo aqui, certo?

546
00:57:24.950 --> 00:57:30.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí começou a encher. Viu? Tá enchendo? Vai enchendo. Vai enchendo, enchendo.

547
00:57:30.320 --> 00:57:35.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente chegou aqui. Põe essa válvula que fecha. Parou de encher

548
00:57:36.150 --> 00:57:39.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí depois se fecha. Aí vai drena.

549
00:57:40.530 --> 00:57:43.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alivia tudo para cá. Começa de novo

550
00:57:47.590 --> 00:57:49.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. É basicamente um desenho.

551
00:57:50.840 --> 00:57:55.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, não é um desenho de um tanque com mais

552
00:57:55.580 --> 00:58:01.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os respectivos Mmv, medida materializada volométrica.

553
00:58:01.980 --> 00:58:09.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem. Que está em inglês aqui, mas tem a basicamente os componentes desse tanque.

554
00:58:11.360 --> 00:58:15.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma coisa que depois a gente vai ver aí daqui a pouco.

555
00:58:15.900 --> 00:58:19.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É que esse tanque tem que estar bem.

556
00:58:20.240 --> 00:58:22.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É nivelado direitinho.

557
00:58:23.830 --> 00:58:31.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque se você tiver qualquer desnível nele, uma inclinação, a leitura. Aqui. Você tem esse trezinho aqui. Ó

558
00:58:31.970 --> 00:58:35.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Host. Assembleia é o conjunto de

559
00:58:36.150 --> 00:58:45.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de visualização. É um visorzinho de nível que ele é que vai te dar a leitura correta

560
00:58:47.260 --> 00:58:55.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do volume que tem aqui dentro. Você, que tem uma graduaçãozinha, um visorzinho. Acho que a linha graduada, e você vai fazer a leitura aqui.

561
00:58:56.170 --> 00:59:03.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você vê qual é o volume que de fato está aqui dentro por essa leiturazinha.

562
00:59:03.530 --> 00:59:06.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso é calibrado.

563
00:59:06.410 --> 00:59:13.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É essa medida é arqueada. Ela é calibrada direitinho.

564
00:59:14.430 --> 00:59:19.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem a rastreabilidade dela. Tem que ter porque isso aqui é o teu padrão.

565
00:59:20.100 --> 00:59:22.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O seu padrão tem que ser calibrado.

566
00:59:23.120 --> 00:59:28.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas a leitura é feita aqui, no num visorzinho de vidro.

567
00:59:29.110 --> 00:59:34.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí tem as incertezas relacionadas a essa leitura aqui. Porque isso aqui

568
00:59:35.040 --> 00:59:46.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem problema de menisco e tal. Aí você tem algumas coisas aqui, mas é um visorzinho que aqui é o que tem a graduação que te dá o ajuste fino do volume que está aqui dentro.

569
00:59:48.180 --> 00:59:59.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se isso aqui tiver uma certa inclinação. Se essa superfície desse líquido aqui, tem que estar na horizontal. Se uma certa inclinação, você vai ter

570
00:59:59.640 --> 01:00:04.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma leitura errada, né? Então isso aqui tem que estar bem nivelado, direitinho.

571
01:00:05.390 --> 01:00:06.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

572
01:00:06.840 --> 01:00:17.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque senão isso é uma fonte de incerteza. Se a gente vai ver isso aí. Então essa medida materializada de volume permite que você tenha isso. Claro que aí você vai ter,

573
01:00:17.340 --> 01:00:19.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dependendo do

574
01:00:19.590 --> 01:00:28.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quantidade de instrumentos que você quer montar, calibrar. Então a gente vai ter que ter volumes diferentes, medidas materializadas,

575
01:00:28.520 --> 01:00:39.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de tamanhos volumétricos diferentes, porque imagina um tanque muito grande para você fazer uma calibração no mediador. Muito pequeno,

576
01:00:40.680 --> 01:00:44.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é, não tem muito sentido.

577
01:00:46.460 --> 01:00:51.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De repente, você teria que ter um tempo muito grande para poder fazer essa.

578
01:00:52.190 --> 01:00:54.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa calibração.

579
01:00:56.970 --> 01:01:03.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem. Que vai passar pelo medidor ali uma hora. Você vai encher. Mas quanto tempo, né?

580
01:01:03.900 --> 01:01:09.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em termos de capacidade de volume e de invasão que você tem que passar em termos de tempo,

581
01:01:12.600 --> 01:01:13.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o modelo.

582
01:01:14.110 --> 01:01:18.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu não sei porque deu uma desconfigurada aqui nesse negócio.

583
01:01:24.230 --> 01:01:25.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Modelo má.

584
01:01:26.150 --> 01:01:26.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí,

585
01:01:30.360 --> 01:01:32.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: matemático

586
01:01:35.250 --> 01:01:39.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: modelo matemático é esse daqui. Ó

587
01:01:41.890 --> 01:01:51.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o volume lá no padrão. Quer dizer, no vaso, é considerado o volume de base. É na temperatura, nas condições de referência.

588
01:01:52.740 --> 01:01:58.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí que vai modificar uma vez. Três vezes esse.

589
01:02:00.120 --> 01:02:05.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esqueci o nome dessa letra grega. Meu Deus do céu! Delta, acho que é Delta. Não, não é delta

590
01:02:06.650 --> 01:02:17.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: gama. Sei lá, esqueci isso. Aí representa o coeficiente de dilatação volumétrica lá do do vaso. Material do vaso.

591
01:02:17.830 --> 01:02:24.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem a temperatura de operação. Você vê aqui que você tem uma leitura? Você faz a temperatura aqui.

592
01:02:26.040 --> 01:02:27.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Do que está?

593
01:02:28.700 --> 01:02:36.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É lógico, a temperatura do fluido que está ali dentro. Que vai ser? A gente chama a temperatura do vaso ali,

594
01:02:37.180 --> 01:02:43.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: menos a temperatura de referência. Essa temperatura de base é sempre. A gente considera vinte graus.

595
01:02:44.770 --> 01:02:50.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o volume também é o volume a vinte graus, tá?

596
01:02:51.920 --> 01:02:54.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem a.

597
01:02:54.600 --> 01:02:55.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o.

598
01:02:57.250 --> 01:03:00.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A minha vazão. Então que vai ser considerada

599
01:03:00.970 --> 01:03:06.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de referência? Não é? Vazamos volume de referência. Pega esse volume aqui desse padrão,

600
01:03:06.260 --> 01:03:11.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí você vai ver. Aí você vai jogar aqui para ver o.

601
01:03:12.280 --> 01:03:17.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a diferenças de temperatura. Você entra com a diferença de temperatura do

602
01:03:17.900 --> 01:03:28.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do medidor e da temperatura do vaso, mais a eficiente datação biolométrica do líquido. E aí você calcula aqui.

603
01:03:29.020 --> 01:03:35.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí o volume nas condições de de calibração.

604
01:03:39.580 --> 01:03:43.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse é o modelo matemático que você utiliza nesse modelo volumétrico.

605
01:03:45.450 --> 01:03:52.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O método comparativo é o método mais mais rápido, mais fácil, né?

606
01:03:53.390 --> 01:03:58.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse método comparativo é o que a gente chama da comparação com o medidor de referência.

607
01:03:59.110 --> 01:04:05.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem o escoamento de um fluido aqui. Nesse método, você não tem um conduto forçado.

608
01:04:05.850 --> 01:04:08.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Escoamento de um fluido conhecido

609
01:04:09.490 --> 01:04:15.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com uma vazão definida. Uma vazão específica. Ele passa através desse medidor. Você vai calibrar

610
01:04:15.140 --> 01:04:18.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: posicionado em série esse medidor é um padrão.

611
01:04:19.680 --> 01:04:26.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você procura manter sempre um regime estável de escoamento,

612
01:04:26.800 --> 01:04:32.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí você vai comparar as vazões ou a totalização de ambos os métodos.

613
01:04:32.780 --> 01:04:37.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, nesse caso, a Cmc do método.

614
01:04:37.810 --> 01:04:43.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não tem a ver. Não tem nenhuma norma definindo isso, vai ser

615
01:04:43.560 --> 01:04:50.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: definido lá pelo laboratório. Quer dizer, o laboratório é que vai declarar em função da

616
01:04:50.340 --> 01:04:55.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do padrão que ele tem da montagem e tal, alguma coisa vai validar.

617
01:04:55.630 --> 01:04:59.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qual é a Cnc dele? Então, se você olhar

618
01:05:00.000 --> 01:05:04.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente viu aqui, por exemplo, em alguns laboratórios,

619
01:05:05.490 --> 01:05:09.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aumento comparativo com o medidor de vazão volumétrico de referência,

620
01:05:13.730 --> 01:05:18.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí. Eu não sei. Eu acredito que que

621
01:05:19.530 --> 01:05:22.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse valor aqui seja relativo a esse

622
01:05:24.130 --> 01:05:27.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e de baixo seria esse. Eu não sei exatamente,

623
01:05:27.820 --> 01:05:32.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas vamos pegar isso aqui. Aumento comparativo com o medidor de vazão máscara

624
01:05:33.160 --> 01:05:47.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero,vinte método comparativo com o medidor de vazão volumetrica zero,vinte esse aqui o medidor de vazão máximo de referência zero,quatro. Esse laboratório aqui é o laboratório da

625
01:05:48.130 --> 01:05:59.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acessei aí um outro laboratório esse de cima. Aqui Adem. Ele já tem uma outra incerteza declarada aqui, zero,um7

626
01:05:59.730 --> 01:06:02.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: método comparativo totalizado ao máximo.

627
01:06:02.910 --> 01:06:12.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse aqui é o metro totalizador volumétrico zero,um8 você vê que o os Icms

628
01:06:12.660 --> 01:06:21.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não são exatamente iguais. Vou pegar, por exemplo, aqui da Anders House, que é o fabricante, inclusive,

629
01:06:22.970 --> 01:06:24.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas é que ele já está?

630
01:06:25.090 --> 01:06:27.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um outro.

631
01:06:28.610 --> 01:06:30.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma outra Cmc que é até maior.

632
01:06:33.340 --> 01:06:40.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas aqui também é pra tonelada. É, tá bom aqui já é para metro cúbico, zero,três.

633
01:06:41.470 --> 01:06:44.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse aqui é tudo zero,três da Endless House.

634
01:06:45.320 --> 01:06:49.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vê que cada laboratório tem a sua.

635
01:06:50.050 --> 01:06:54.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos ver o Da. Elas tem vários laboratórios aqui, né?

636
01:06:54.590 --> 01:06:58.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cada um tem a sua Cnc declarada aí.

637
01:06:58.970 --> 01:07:00.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Zero vírgula.

638
01:07:00.320 --> 01:07:04.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse aqui é método gravemétrico. Tudo bem. Gravemético, método comparativo,

639
01:07:07.570 --> 01:07:11.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: método comparativo com o vazão volume zero,cinco.

640
01:07:14.400 --> 01:07:23.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, nesse caso, você não tem uma norma que define é

641
01:07:23.960 --> 01:07:33.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um valor mínimo igual as outras que se tinha ali a norma Iso, ou mesmo no primeiro caso, tem uma Bnt, mas acaba seguindo a Iso,

642
01:07:34.220 --> 01:07:37.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: definindo lá uma Cmc.

643
01:07:38.390 --> 01:07:39.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, não tem?

644
01:07:40.310 --> 01:07:46.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Depende do da competência do laboratório. Da maneira que ele

645
01:07:46.430 --> 01:07:50.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: conduz esse tipo de coisa, ele monta isso.

646
01:07:51.790 --> 01:07:52.920
Rosangela Rajoy: Professor.

647
01:07:53.120 --> 01:07:53.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

648
01:07:53.910 --> 01:07:55.910
Rosangela Rajoy: A mesma coisa para gases, né?

649
01:07:57.810 --> 01:07:59.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quem tem? Desculpa.

650
01:07:59.870 --> 01:08:02.040
Rosangela Rajoy: É essa?

651
01:08:02.040 --> 01:08:04.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês vão.

652
01:08:04.920 --> 01:08:05.620
Rosangela Rajoy: Sim.

653
01:08:06.320 --> 01:08:07.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sim.

654
01:08:09.840 --> 01:08:17.909
Rosangela Rajoy: Professor. Eu tenho uma dúvida. É que eu não sei se você vai falar para frente. Eu não olhei aqui toda a apresentação. Se você vai falar especificamente de gases.

655
01:08:19.729 --> 01:08:21.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou mostrar um exemplo.

656
01:08:22.099 --> 01:08:25.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tinha uma medição de uma medida.

657
01:08:25.969 --> 01:08:28.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O estúdio caixa.

658
01:08:28.160 --> 01:08:28.740
Rosangela Rajoy: De.

659
01:08:28.740 --> 01:08:32.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sim, eu tenho um escopo aqui que eu queria tirar uma dúvida.

660
01:08:32.790 --> 01:08:39.409
Rosangela Rajoy: Um escopo de um laboratório. Que faz aqui um serviço para a gente e ele especifica.

661
01:08:40.319 --> 01:08:45.489
Rosangela Rajoy: É temperatura e pressão. É isso.

662
01:08:46.880 --> 01:08:50.020
Rosangela Rajoy: Eu não estou achando aqui agora. Daqui a pouquinho. Eu.

663
01:08:50.029 --> 01:08:51.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, tudo bem.

664
01:08:51.080 --> 01:08:51.770
Rosangela Rajoy: Não atrasar.

665
01:08:51.779 --> 01:08:57.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Depois, se for o caso, a gente. A gente vê isso. Você não abordar o que você está falando? Depois você lembra.

666
01:08:57.890 --> 01:08:58.630
Rosangela Rajoy: Tá bom. Obrigada.

667
01:08:58.630 --> 01:09:00.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para a gente conversar sobre isso.

668
01:09:00.680 --> 01:09:08.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou mostrar um pouquinho aqui, inclusive um estudo de caso aqui na área de gases na área de medição de gás

669
01:09:09.160 --> 01:09:10.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é

670
01:09:13.600 --> 01:09:17.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é interessante, mas também na parte de gás.

671
01:09:18.100 --> 01:09:21.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Depois eu posso até te falar. Existe também uma.

672
01:09:21.800 --> 01:09:26.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma associação chamada Abegás. Não sei se você já ouviu falar.

673
01:09:27.859 --> 01:09:33.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Associação de brasileiros. Você já ouviu falar nessa associação, Abegás?

674
01:09:37.950 --> 01:09:39.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Já ouviu, não.

675
01:09:39.170 --> 01:09:40.500
Rosangela Rajoy: Não, eu nunca ouvi.

676
01:09:41.420 --> 01:09:48.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela tem uma norma, uma norma técnica. Quer dizer, um documento, um guia tal falando sobre as

677
01:09:48.490 --> 01:09:51.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sobre medição de gases.

678
01:09:51.350 --> 01:09:54.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um scope muito grande, bem detalhado.

679
01:09:55.090 --> 01:10:03.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E depois. Até depois. Eu tenho essa aqui. Que é esse guia? Acho que aqui eu não vou entrar em detalhes dele, mas eu tenho esse guia. Eu posso até depois disponibilizar

680
01:10:04.680 --> 01:10:07.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para você aqui. Eu coloco no.

681
01:10:08.210 --> 01:10:08.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Achei.

682
01:10:08.690 --> 01:10:09.520
Rosangela Rajoy: Obrigada.

683
01:10:09.520 --> 01:10:12.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode baixar, porque ele é muito completo.

684
01:10:13.120 --> 01:10:14.170
Rosangela Rajoy: Uhum.

685
01:10:14.170 --> 01:10:18.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De repente, eu vou até fizer aqui o nosso intervalinho. Daqui a pouquinho,

686
01:10:19.080 --> 01:10:22.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu vou olhar ele aqui e

687
01:10:22.580 --> 01:10:25.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: procurar ele aqui. Eu disponibilizo ele para você.

688
01:10:26.300 --> 01:10:27.189
Rosangela Rajoy: Tá bom. Obrigada.

689
01:10:27.190 --> 01:10:36.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Obrigado. Todos os todos os componentes de incerteza, as diversas aplicações, as áreas

690
01:10:36.680 --> 01:10:39.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: especificar. Olha, é muito completo esse documento

691
01:10:39.990 --> 01:10:45.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: abegás sobre o uso de invasão de gases. Vou mostrar depois.

692
01:10:46.560 --> 01:10:47.240
Rosangela Rajoy: Obrigada.

693
01:10:47.890 --> 01:10:49.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É?

694
01:10:53.140 --> 01:10:54.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos lá.

695
01:11:00.360 --> 01:11:08.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Cmc. Então, desses métodos de medição de referência não tem definido. É o laboratório que especifica.

696
01:11:09.670 --> 01:11:17.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem alguns documentos normativos aqui da de novo aqui

697
01:11:20.160 --> 01:11:26.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: guia, senão tal a Docs Ejec noventa. Fala sobre incerteza de medição

698
01:11:26.890 --> 01:11:31.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nessa área de invasão e velocidade e fluidos e endrômetros. Ajuda.

699
01:11:32.130 --> 01:11:37.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que o foco dele aqui, por exemplo, é de líquido Bengás

700
01:11:38.550 --> 01:11:44.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso, aqui a gente estava até olhando dos laboratórios desse é,

701
01:11:46.260 --> 01:11:53.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e esse método aí você também pode ter aqui. Nesse caso, você consegue ter a coleta

702
01:11:53.800 --> 01:11:56.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de duas formas. Que é esse start stop?

703
01:11:57.420 --> 01:12:01.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, como é que ele funciona aqui? Então você tem

704
01:12:01.740 --> 01:12:04.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um medidor que você vai calibrar.

705
01:12:04.630 --> 01:12:06.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o teu padrão.

706
01:12:07.040 --> 01:12:11.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, sistema que tá? Você tem um reservatório.

707
01:12:12.200 --> 01:12:15.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, válvula fechada e tal.

708
01:12:16.330 --> 01:12:20.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você uma hora, você manda começar

709
01:12:21.410 --> 01:12:27.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: definindo uma determinada vazão de calibração ajustada que você vai.

710
01:12:28.210 --> 01:12:29.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

711
01:12:29.650 --> 01:12:38.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: claro que isso aqui está muito esquemático. Uma maneira definir, ajustar essa vazão de calibração. E aí começar a fazer

712
01:12:40.640 --> 01:12:45.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a leitura. Então você tem o padrão. Você tem o medidor,

713
01:12:46.290 --> 01:12:49.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse aumento está tudo zerado. Não está marcando nada óbvio.

714
01:12:50.040 --> 01:12:52.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí abre as válvulas. E aí começa.

715
01:12:53.270 --> 01:12:55.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sistema by passando.

716
01:12:57.600 --> 01:13:04.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai passando, valendo tal tal num determinada hora que você definir pelo

717
01:13:04.960 --> 01:13:11.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo tempo razoável. Aí, pronto, o sistema fecha aí. Você faz a comparação.

718
01:13:12.590 --> 01:13:15.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dá leitura final

719
01:13:15.710 --> 01:13:23.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos meios do medidor padrão. E aí você levanta o erro de medição. Claro que isso aqui é uma aí você repete. Faz

720
01:13:24.190 --> 01:13:29.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais uma medição na mesma

721
01:13:29.530 --> 01:13:43.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mesma situação. Lógico que aqui vai dar igual, porque o meu sistema aqui ele está repetindo. Só que você vai fazer isso pelo menos umas três vezes de leitura, para poder fazer a média dos erros

722
01:13:43.650 --> 01:13:49.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o teu sisteminha poder fazer vazões diferentes.

723
01:13:49.840 --> 01:13:54.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, um, comparando com o outro, pedindo

724
01:13:55.110 --> 01:13:59.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: principalmente mais importante no caso de gás, medida de pressão e temperatura,

725
01:14:00.760 --> 01:14:07.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para depois precisar fazer a compensação. Então esse é o método que chama aqui de start top.

726
01:14:08.330 --> 01:14:14.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você não tem fluxo nenhum passando. Mas na hora que você dá o Start pum. Ele começa

727
01:14:16.350 --> 01:14:18.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o método dinâmico.

728
01:14:18.250 --> 01:14:25.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que acontece? Metodinâmico? Você faz a a contagem,

729
01:14:26.540 --> 01:14:31.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: basicamente aqui pelo sinal de saída. Estou vendo. Aqui tem um.

730
01:14:32.090 --> 01:14:34.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um sinalzinho que está aberto aqui.

731
01:14:34.760 --> 01:14:36.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido está passando.

732
01:14:36.860 --> 01:14:40.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o dinâmico que você está dinamicamente fazendo aqui,

733
01:14:43.300 --> 01:14:46.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí na hora que você começa.

734
01:14:48.520 --> 01:14:51.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele vai contacto está ali.

735
01:14:53.280 --> 01:14:54.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai

736
01:14:56.810 --> 01:15:13.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no final. Tudo bem. A gente chama que é dinâmico porque o fluido está permanentemente passando aqui pelo medidor. Mas uma hora que você tem que começar a contagem e parar a contagem. Então você vê que agora aqui. Interrompi aqui a.

737
01:15:14.090 --> 01:15:20.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O sinal de saída de medição que pode ser pulso. Pode ser em corrente.

738
01:15:21.780 --> 01:15:29.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu faço a comparação também entre as duas medições.

739
01:15:30.090 --> 01:15:45.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mesmo jeito dos equipamentos utilizados, você tem os medidores padrões, as suas referências e demonstrando magnético, pedidão de ultrassom

740
01:15:45.980 --> 01:15:54.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: totalizadores são perímetros, termigrombo, termômetros manobra. São os equipamentos que vão ser utilizados.

741
01:15:54.970 --> 01:15:58.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E todos eles que estão envolvidos nisso aqui.

742
01:15:59.350 --> 01:16:00.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De alguma forma,

743
01:16:01.470 --> 01:16:10.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se você principalmente gases que você vai ler pressão, temperatura, e de repente tem que fazer as compensações.

744
01:16:11.210 --> 01:16:17.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai ter depois as suas respectivas fontes de incerteza, impactando

745
01:16:18.520 --> 01:16:21.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente. Vai mostrar dois estudos de

746
01:16:22.060 --> 01:16:30.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: caso hoje, no final do dia, pai da tarde, sistema de óleo e gás,

747
01:16:30.930 --> 01:16:32.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é uma edição de líquido,

748
01:16:32.850 --> 01:16:40.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sistema de medição de derivado de petróleo. E na medição de evasão de gás.

749
01:16:41.250 --> 01:16:44.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vê todos os ali,

750
01:16:44.350 --> 01:16:48.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os fatores, os componentes que entram nesse processo,

751
01:16:49.300 --> 01:16:51.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: inclusive quando você está falando sobre gás natural,

752
01:16:52.030 --> 01:17:02.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é a medição que está vendo ali sobre gás natural. Aí tem. Entra inclusive a análise cromatográfica dos gases, porque essas coisas também influenciam

753
01:17:02.670 --> 01:17:09.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a composição do gás natural, a composição do gás. Ela também

754
01:17:09.390 --> 01:17:16.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem fatores de compreensibilidade. Tem uma série de considerações que são mais sofisticadas, que precisam ser vistas,

755
01:17:17.420 --> 01:17:22.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas a gente vai ver esse estúdio de casa. Bem detalhado, tá?

756
01:17:23.910 --> 01:17:29.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o método de calibração. Basicamente, o que a gente viu são esses três.

757
01:17:29.390 --> 01:17:36.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E nesse caso, você tem. Então também as equações. Aí você tá,

758
01:17:37.130 --> 01:17:38.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você vai ver o erro, né?

759
01:17:39.990 --> 01:17:46.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a gente já tinha visto essa equação do modelo

760
01:17:46.560 --> 01:17:52.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de volume padrão e da. Vendo a questão da

761
01:17:52.850 --> 01:17:56.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: compreensibilidade ali, do fluido da água.

762
01:17:56.820 --> 01:18:03.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se você tem pulso, então você tem esse V aqui em termos de vazão

763
01:18:04.450 --> 01:18:07.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de volume, ou seja, é o número de pulsos

764
01:18:08.150 --> 01:18:12.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pela relação de pulsos. Vai dar o volume, não é isso. Porque fator K?

765
01:18:12.830 --> 01:18:19.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Repulsos por metro cúbico. Então é o contrário. Metro cúbico em volume.

766
01:18:19.640 --> 01:18:22.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o nível de pulso pelo fator K.

767
01:18:24.590 --> 01:18:32.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se é invasão, então você vai ver aqui sinceramente, como vai fazer o erro em função dessa vazão.

768
01:18:35.520 --> 01:18:37.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a gente tem um exemplo.

769
01:18:38.790 --> 01:18:41.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na verdade, são dois exemplos.

770
01:18:43.120 --> 01:18:44.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dez e vinte.

771
01:18:45.880 --> 01:18:52.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente podia dar o nosso fazer o nosso intervalinho agora é dez minutinhos.

772
01:18:53.990 --> 01:18:59.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a gente vê esses exemplos aqui. Depois pode ser.

773
01:19:00.690 --> 01:19:01.930
TARCISIO NOGUEIRA: Pode ser tranquilo.

774
01:19:01.930 --> 01:19:02.779
Rosangela Rajoy: Tchau, Tchau, Professor.

775
01:19:03.520 --> 01:19:05.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando a gente

776
01:19:05.330 --> 01:19:11.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dá uma olhada aqui depois nesse exemplo. Então vamos dar uma paradinha aí eu aproveitar e vou procurar esse negócio que eu falei para você aí

777
01:19:11.750 --> 01:19:13.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e coloque no chat.

778
01:31:17.440 --> 01:31:27.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, pessoal, vamos lá. Eu disponibilizei aí no disponibilizei no chat. Não só para. Usam para quem quiser. Aí está. No

779
01:31:28.180 --> 01:31:30.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tá no chat. Não sei se vocês viram.

780
01:31:31.190 --> 01:31:34.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma. Eu falei sobre uma nota técnica.

781
01:31:35.180 --> 01:31:39.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma nota técnica aqui da abegás. Vou até abrir aqui

782
01:31:41.940 --> 01:31:45.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa nota. Tecla abegás. Estão vendo?

783
01:31:46.770 --> 01:31:52.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aegaz é a Associação brasileira das Empresas Distribuidoras de gás canalizada.

784
01:31:54.310 --> 01:32:00.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nossa nota técnica é bastante técnica. Chama diretrizes

785
01:32:00.630 --> 01:32:06.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diretrizes para a estimativa da incerteza de medição na distribuição de gás natural.

786
01:32:08.840 --> 01:32:10.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ela tem.

787
01:32:11.090 --> 01:32:19.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É só. Foi editada essa versão dois mil e vinte e dois. Não teve mais,

788
01:32:20.200 --> 01:32:22.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas ela é bastante interessante.

789
01:32:23.680 --> 01:32:30.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você teve aí, ó várias empresas que participaram da elaboração desse documento.

790
01:32:32.260 --> 01:32:42.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí tem toda uma metodologia, estimativa das medição, terminologia, documentação de referência

791
01:32:42.350 --> 01:32:48.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das grandezas de entrada e tal, as incertezas todas, a incerteza

792
01:32:48.510 --> 01:32:54.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nos volumes das condições de vazão, certeza de calibração certeza do fruto pessoal. Então ela é bastante.

793
01:32:55.340 --> 01:32:57.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que tem muita coisa,

794
01:32:58.700 --> 01:33:04.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: detalhamente, de todas as forças, de todas as expressões e tal

795
01:33:05.160 --> 01:33:10.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o uso, com certeza, da pressão atmosférica, fluência.

796
01:33:10.910 --> 01:33:18.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem a conversão de energia, apresentação de resultado, terminologia.

797
01:33:18.930 --> 01:33:28.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E tem uma coisa que é interessante que você tem aqui.

798
01:33:28.770 --> 01:33:32.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está chegando esse negócio aqui. Aí você tem as equações.

799
01:33:34.450 --> 01:33:38.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Detalhe um pouco aqui sobre o método Gam. Como é que você calcula

800
01:33:38.840 --> 01:33:43.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: grau de liberdade? Tudo que a gente viu tem aqui um resuminho da tabela.

801
01:33:43.190 --> 01:33:50.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele estuda te por cento e sensibilidade, tudo isso que a gente viu das derivadas,

802
01:33:51.060 --> 01:33:54.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os erros e aparecem os modelos matemáticos.

803
01:33:55.660 --> 01:33:58.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente vai ver isso depois. Nos exemplos ali.

804
01:33:58.490 --> 01:34:01.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Modelo de referência aqui para as condições de referência.

805
01:34:02.290 --> 01:34:11.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então tem todas as situações. Como é que você faz a análise aí? Entra com é

806
01:34:12.190 --> 01:34:14.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o poder calorífico do gás.

807
01:34:15.850 --> 01:34:17.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fator de compreensibilidade.

808
01:34:19.450 --> 01:34:23.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Umas equações bem sofisticadas aqui.

809
01:34:24.010 --> 01:34:27.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E mostra interessante.

810
01:34:28.620 --> 01:34:33.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele classifica em termos de tipos de menção.

811
01:34:34.130 --> 01:34:43.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deixa eu ver onde está isso eu tenho certeza. Para medição do tipo C que tem um local. Acho que passei sem ver. Quer dizer, o que são essas

812
01:34:44.550 --> 01:34:49.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esses tipos de de medição?

813
01:34:51.490 --> 01:34:53.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei. Se conectar

814
01:34:57.220 --> 01:34:58.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você está.

815
01:35:02.270 --> 01:35:05.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele dá uma classificação por, tipo,

816
01:35:07.530 --> 01:35:17.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tipo A, tipo B, tipo C. Engraçado. Onde foi que eu vi isso? Porque dependendo da classe aí que ele chama, em termos de medição

817
01:35:19.550 --> 01:35:31.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é, você tem deixa eu fazer uma procura aqui? Tipo de medida? Tipo de medição, é,

818
01:35:34.070 --> 01:35:36.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não entra aqui mesmo que eu vou procurar.

819
01:36:01.500 --> 01:36:06.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É porque você tem a primeira edição que chama tipo A, tipo B, tipo C.

820
01:36:09.550 --> 01:36:12.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu não estou conseguindo ver onde é que está isso?

821
01:36:24.610 --> 01:36:33.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei se está aqui. É branquinha, terminologia, porque você tem o tipo de incerteza, tipo C, tipo B,

822
01:36:34.800 --> 01:36:38.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e eu não sei se eu classifico só depois,

823
01:36:38.720 --> 01:36:46.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tipo A. E dependendo do tipo de medidor, você tem incertezas diferentes,

824
01:36:51.860 --> 01:36:54.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas ele é bastante completo. Isso

825
01:36:59.390 --> 01:37:00.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deixa eu ver.

826
01:37:01.080 --> 01:37:02.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dá para ver o que. Que

827
01:37:12.230 --> 01:37:14.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: energia? Abrangência.

828
01:37:19.060 --> 01:37:21.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, era aqui.

829
01:37:21.960 --> 01:37:28.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Medição, tipo a medição. Tipo a quando o teu sistema de medição. Ele tem.

830
01:37:28.390 --> 01:37:31.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Contei medidor, um computador de vazão e um cromatógrafo

831
01:37:32.220 --> 01:37:50.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tipo B, medição que contém medidor de vazão, conversor de volume ou conversão de energia obtida a partir da estimativa para o local. Isso medidor tipo C seja uma dimensão que contém somente o medidor, sendo as conversões de volume para condição base de energia obtida por estimativa para o local, vai sendo comércio, residência e tal.

832
01:37:50.920 --> 01:37:53.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse, daqui, por exemplo, a medição tipo A

833
01:37:53.950 --> 01:38:02.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é mais completa. Você tem aqui, por exemplo, o uso intermelétrico Sit Gates e tal que aí você tem um medidor, um computador de vazão associado

834
01:38:03.550 --> 01:38:11.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e um cromatógrafo online. Pelo que eu falei, para ver, a questão da composição do gás,

835
01:38:13.960 --> 01:38:15.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medição tipo C.

836
01:38:16.560 --> 01:38:25.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem o medidor e pode ter também é um conversor de volume e um conversor de energia.

837
01:38:26.700 --> 01:38:30.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem os indústrias postos de Nv e tal,

838
01:38:31.360 --> 01:38:41.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o medidor tipo C, que é o mais comum, só tem o medidor e aí usado em comércio, existência e tal que é o gasômetro mais residencial. Então, por exemplo, a medição tipo C,

839
01:38:42.940 --> 01:38:49.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí que é o mais comum, a medição tipo C, o mais simples.

840
01:38:49.750 --> 01:38:54.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem aqui o quadro. Resumo das fontes de incerteza.

841
01:38:55.020 --> 01:38:59.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem a medição, o volume das condições de medição,

842
01:39:00.190 --> 01:39:11.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a conversão em termos de valor de medição de pressão, temperatura, compreensibilidade, poder calorífico no gás,

843
01:39:11.990 --> 01:39:20.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medição tipo C. Então você tem aqui o balanço. As grandezas de entrada aqui, ó módulo de medição

844
01:39:21.250 --> 01:39:26.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: efeito do circuito gasoso, calibração da deriva do medidor em termos de volume

845
01:39:26.400 --> 01:39:29.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para cálculo da incerteza, o modo de medição tipo C,

846
01:39:30.180 --> 01:39:33.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou aí você também tem outras incertezas. Se você tem

847
01:39:34.400 --> 01:39:45.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a questão do modo de conversão de volume. Aí tem. Entra com a temperatura, a compreensibilidade do gás, o valor da pressão. Aí você entra também com essas condições.

848
01:39:47.300 --> 01:39:51.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se você tiver modo de conversão de energia?

849
01:39:51.550 --> 01:39:56.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem aqui, ó, entra também com essas outras grandezas aqui.

850
01:39:57.370 --> 01:40:00.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a Kit está bem completa.

851
01:40:01.290 --> 01:40:03.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Talvez aquilo que você

852
01:40:04.170 --> 01:40:21.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tenha perguntado, você consiga achar aí tirar dúvida com esse documento aqui que fala sobre essas componentes e tem um detalhamento. Então, de como é que você pode usar essas influências? Eu estou olhando rápido aqui. Mas depois você

853
01:40:22.240 --> 01:40:27.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: procura. Anda com mais com mais tranquilidade aqui.

854
01:40:27.660 --> 01:40:32.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Certeza tipo C que essa é mais comum. Aí

855
01:40:32.450 --> 01:40:40.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí vem as graninhas de entrada, os quadros, resumo, o detalhamento das fontes de incerteza, a incerteza nas condições de medição.

856
01:40:44.620 --> 01:40:49.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí a gente já pulou o objeto para cá. Aí você tem as equações aqui

857
01:40:49.680 --> 01:40:54.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: relacionado à calibração do medidor deriva e outras deteriorações e tal.

858
01:40:55.450 --> 01:40:57.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem aqui os cálculos,

859
01:40:58.410 --> 01:41:05.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os erros máximos adversíveis para medidores de vazão de turbina e rotativo em função da classe de exatidão.

860
01:41:05.920 --> 01:41:08.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Segundo a portaria aqui do inmetro.

861
01:41:09.410 --> 01:41:14.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá para verificação inicial e para verificação subsequente.

862
01:41:15.820 --> 01:41:18.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então está bem. Interessante.

863
01:41:19.880 --> 01:41:25.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É interessante. Bastante detalhado. Esse.

864
01:41:25.880 --> 01:41:32.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse negócio aqui, consegui é baixar isso aí do chat.

865
01:41:38.680 --> 01:41:39.959
TARCISIO NOGUEIRA: Eu passei aqui.

866
01:41:42.000 --> 01:41:42.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Conseguiu, né?

867
01:41:45.070 --> 01:41:46.029
TARCISIO NOGUEIRA: A seguir. Sim.

868
01:41:47.780 --> 01:41:49.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A Rosângela conseguiu pegar.

869
01:41:53.010 --> 01:41:55.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está presente aí, Rosângelo? Acho que não, né?

870
01:41:55.260 --> 01:41:55.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá lá.

871
01:41:55.790 --> 01:41:58.050
Rosangela Rajoy: Consegui. Sim, professor. Obrigada.

872
01:41:58.080 --> 01:41:59.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aham, tá máximo.

873
01:41:59.300 --> 01:42:10.219
Rosangela Rajoy: É porque assim eu tenho várias dúvidas em relação à parte de gases que é o que eu estou precisando. E aí eu estou olhando até que

874
01:42:10.500 --> 01:42:19.029
Rosangela Rajoy: as minhas dúvidas para poder tirar. Porque na parte da tarde, eu não vou conseguir ficar o tempo todo no curso. Eu tive uma emergência aqui. Familiar.

875
01:42:19.030 --> 01:42:20.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, entendi.

876
01:42:20.010 --> 01:42:25.500
Rosangela Rajoy: Aí. Eu estou aproveitando para ver o que eu tenho de dúvida para tirar logo.

877
01:42:26.370 --> 01:42:32.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É se eu não conseguir ajudar. Mas eu acredito que esse documento que eu te passei aí, que está bem completo.

878
01:42:32.250 --> 01:42:34.150
Rosangela Rajoy: É bastante coisa, né?

879
01:42:34.150 --> 01:42:41.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Focado na área de gás. Eu acredito que aí você consiga esclarecer com mais detalhes.

880
01:42:41.310 --> 01:42:44.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você está precisando aí.

881
01:42:44.210 --> 01:42:51.889
Rosangela Rajoy: Verdade, eu vou lhe mandar aqui um escopo que eu fiquei aqui na dúvida. Não sei se foi aqui no chat agora.

882
01:42:52.480 --> 01:42:56.770
Rosangela Rajoy: Ah, eu printei. Ó, tem esse escopo aqui.

883
01:42:57.590 --> 01:43:02.500
Rosangela Rajoy: E que o laboratório delimita os gases

884
01:43:03.740 --> 01:43:09.079
Rosangela Rajoy: frutos utilizados em nitrogênio ou ar sintético.

885
01:43:11.470 --> 01:43:20.410
Rosangela Rajoy: E aí eu fiquei um pouco na dúvida quando falar sintético, como eu trabalho com ar, eu teria que trabalhar com ar sintético ou não.

886
01:43:24.010 --> 01:43:36.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Razões declaradas, referenciadas condições. É fluido utilizado, gás, nitrogênio ou ar sintético compressão. É porque o ar sintético. Ele. Tem. Eu acho que não deve ter a umidade.

887
01:43:37.070 --> 01:43:37.990
Rosangela Rajoy: Aham!

888
01:43:37.990 --> 01:43:45.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É pelo problema da questão de você ter um controle de umidade do gás.

889
01:43:46.620 --> 01:43:47.050
Rosangela Rajoy: Sim, só.

890
01:43:47.050 --> 01:43:48.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Com a cabeça.

891
01:43:49.880 --> 01:43:54.780
Rosangela Rajoy: Não é? Porque, por exemplo, eu tenho um método para a calibração de rotâmetro

892
01:43:55.110 --> 01:43:58.140
Rosangela Rajoy: que ele mostra essa configuração aqui.

893
01:43:59.500 --> 01:44:02.010
Rosangela Rajoy: E aí

894
01:44:05.230 --> 01:44:17.220
Rosangela Rajoy: eu puxo o ar do ambiente. E aí fiquei na dúvida: se eu estou fazendo certo, se eu estou fazendo errado, parece assim, é uma dúvida muito básica. Mas ao mesmo tempo, eu tive essa dúvida.

895
01:44:18.010 --> 01:44:20.910
Rosangela Rajoy: Eu faço essa configuração que está aí.

896
01:44:21.390 --> 01:44:22.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uhum.

897
01:44:22.680 --> 01:44:25.610
Rosangela Rajoy: Só que eu puxo o ar do laboratório.

898
01:44:26.080 --> 01:44:35.790
Rosangela Rajoy: E aí, quando eu vi que um laboratório especificou dessa forma, eu fiquei me perguntando se eu deveria estar injetando o ar sintético.

899
01:44:37.800 --> 01:44:41.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque eu acho que é só por.

900
01:44:41.490 --> 01:44:47.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas por causa de você ter uma seco com uma especificação

901
01:44:47.850 --> 01:45:03.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: padrão normal, porque o ar, em termos de umidade varia em relação à sua condição de ambiental. Mas você mede a umidade do ar, mede.

902
01:45:04.390 --> 01:45:05.120
Rosangela Rajoy: Essa unidade.

903
01:45:05.820 --> 01:45:08.010
Rosangela Rajoy: A pressão de vapor também.

904
01:45:08.010 --> 01:45:24.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então acho que se você declarando essas condições que você faz essa calibração, você faz declarando: qual é a umidade que você fez? Estou bem. Você está dando uma referência. Não vejo nenhum problema. Não.

905
01:45:24.510 --> 01:45:29.549
Rosangela Rajoy: Não tem uma forma, uma padronização de como fazer esse caso.

906
01:45:29.550 --> 01:45:37.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, eu não estou vendo nenhum problema para você fazer esse tipo de coisa. Não, só relata, só relata aí a

907
01:45:37.370 --> 01:45:42.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o ideal é você ter o desumidificador, um controle da.

908
01:45:42.530 --> 01:45:45.669
Rosangela Rajoy: A umidade do teu laboratório.

909
01:45:45.900 --> 01:45:46.770
Rosangela Rajoy: Sim.

910
01:45:46.770 --> 01:45:55.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Manter ela controlada, estável, direitinho. E aí você só declara qual é a pressão e a umidade que você

911
01:45:55.930 --> 01:45:57.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pediu, né?

912
01:45:58.090 --> 01:46:00.649
Rosangela Rajoy: E medir ponto a ponto, né.

913
01:46:00.650 --> 01:46:01.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a.

914
01:46:01.400 --> 01:46:02.050
Rosangela Rajoy: Obrigado.

915
01:46:02.050 --> 01:46:12.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu particularmente não conhecia esse medidor de gasometro úmido que você chama.

916
01:46:12.180 --> 01:46:13.910
Rosangela Rajoy: Exato.

917
01:46:15.290 --> 01:46:17.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Legal. Não conheci ele. Não.

918
01:46:17.630 --> 01:46:26.920
Rosangela Rajoy: Pois é aí. Às vezes eu fico assim. Nossa, eu tô com dúvidas tão básicas que eu falei: Acho que fico medo de estar fazendo errado, né?

919
01:46:27.270 --> 01:46:29.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, tudo bem. Não está.

920
01:46:29.210 --> 01:46:38.039
Rosangela Rajoy: Porque não tem um procedimento padrão de calibração. É meio que cada um faz o seu. Tem uma referência, mas tem algumas modificações.

921
01:46:38.090 --> 01:46:39.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

922
01:46:39.120 --> 01:46:44.910
Rosangela Rajoy: É meio esse método que eu lhe mandei aqui dessa imagem é da Stm.

923
01:46:46.460 --> 01:46:47.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Da Stm, né.

924
01:46:47.990 --> 01:46:48.660
Rosangela Rajoy: É a.

925
01:46:49.620 --> 01:46:51.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a Sdm. É.

926
01:46:52.000 --> 01:46:54.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É padrão americano, né?

927
01:46:54.480 --> 01:46:55.880
Rosangela Rajoy: É. Pois é.

928
01:46:56.000 --> 01:46:58.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não estou vendo nenhum problema. Não.

929
01:46:58.750 --> 01:47:00.839
Rosangela Rajoy: Aham, tá legal, professor. Obrigada.

930
01:47:02.730 --> 01:47:03.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí.

931
01:47:03.800 --> 01:47:06.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas eu não conhecia esse tipo de medidora. Não,

932
01:47:07.350 --> 01:47:21.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: depois vou até procurar mais detalhes dele. Conhecia? Não, legal é bom.

933
01:47:22.240 --> 01:47:23.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos ver aqui

934
01:47:29.450 --> 01:47:36.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ampliar aqui. Peraí eu tenho. Então um exemplo aí da aplicação daquelas

935
01:47:36.810 --> 01:47:42.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com ações que a gente viu aí. Eu quero calibrar um medidor pelo método comparativo aqui.

936
01:47:42.490 --> 01:47:55.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa calibração deve ser feita pela função totalização do medidor sobre calibração. Então o meu cliente aí solicitou que essa calibração seja feita observando a saída de pulso do medidor,

937
01:47:55.490 --> 01:47:57.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já que ele está é

938
01:47:58.590 --> 01:48:15.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fazendo, vamos dizer a comparação. Então a gente tinha visto ali, em termos de equação de totalização. Já que eu estou falando de totalização, eu tenho que entrar com a equação em termos de volume, que é a relação de pulsos,

939
01:48:15.360 --> 01:48:21.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: número de pulsos e relação de pulso. Então a função que eu vou avaliar

940
01:48:21.640 --> 01:48:25.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é essa que está aqui do erro. Função totalização. Aqui,

941
01:48:26.500 --> 01:48:34.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o volume do medidor sobre calibração, menos o volume do meu padrão em relação aqui, a

942
01:48:34.230 --> 01:48:42.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a impossibilidade da água, as temperaturas, é basicamente entrar com com a equação,

943
01:48:42.630 --> 01:48:51.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os dados e fazer as leituras. Então os dados de calibração. Então suporte meu medidor está lá

944
01:48:51.860 --> 01:49:04.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: numa temperatura de vinte e três,quatro. O meu padrão tem uma temperatura um pouquinho diferente. É medindo, medindo as temperaturas. Deu uma diferença só para poder ficar.

945
01:49:05.140 --> 01:49:16.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Entrar com as contas aqui. Uns valores indiferentes. Temperatura: vinte e três,quatro. Outro deu vinte e dois,oito sem dilatação volumétrica da água,

946
01:49:17.250 --> 01:49:23.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: especificação da água lá um,três vezes um0 a menos quatro por grau Celsius.

947
01:49:23.730 --> 01:49:31.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O meu medidor tem uma relação de dez pulsos por litro. E o padrão também. Dez pulsos por litro.

948
01:49:32.410 --> 01:49:39.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu vou fazer a leitura, né, vazão calibrada, determina uma determinada vazão que eu vou passar.

949
01:49:39.500 --> 01:49:56.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí faço a leitura. Então eu tenho a minha primeira leitura. Pulso totalizado pelo medidor em calibração pelo meu padrão de trabalho. Aí eu vejo por essa relação pulso e tal volume totalizado. Então, pelo medidor em calibração em termos de litro,

950
01:49:56.810 --> 01:50:02.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dá um.cinco litros e o o padrão.

951
01:50:02.250 --> 01:50:04.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mil litros.

952
01:50:04.970 --> 01:50:10.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então faço outras leituras. Vou fazendo outras leituras e tenho então aqui

953
01:50:10.560 --> 01:50:21.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os valores. E no final, eu vou calcular o erro de medição em termos de porcentagem, considerando aquela equação lá,

954
01:50:21.540 --> 01:50:26.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é do erro de medição. Volume do padrão.

955
01:50:26.790 --> 01:50:28.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou falou com o volume do

956
01:50:29.280 --> 01:50:41.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: meio de doze sobre calibração e o outro aqui. Vou fazer as contas. Considerando o volume do padrão e mais esses dados aqui da vazão volumétrica, menos as diferenças de temperaturas. E com isso, eu tenho

957
01:50:42.130 --> 01:50:44.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esses valores aqui

958
01:50:45.110 --> 01:50:55.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: totalizados no padrão de trabalho. Esse valor aqui já está corrigindo essas equações. E no final, a gente calcula o erro de medição em relação a isso

959
01:50:55.960 --> 01:50:58.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso para totalização. Mas eu podia usar também

960
01:50:59.020 --> 01:51:06.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no caso, esse outro exemplo. Agora, aqui já está falando aqui sobre a vazão instantânea. Aí é a equação

961
01:51:07.050 --> 01:51:11.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é parecida. Só que aí eu estou falando em termos de vazão,

962
01:51:12.900 --> 01:51:28.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu vou só corrigir em vez de ser. Não vou entrar com a questão da totalização em si. Vou entrar com as leituras, invasão, e faço da mesma forma essa correção

963
01:51:29.010 --> 01:51:33.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tá uma coisa que às vezes você pode até perguntar

964
01:51:34.360 --> 01:51:41.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação a uma coleta de leitura. Quando eu quero calibrar, por exemplo, uma totalização

965
01:51:42.550 --> 01:51:53.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é, por exemplo, usando o método dinâmico que fica mais fácil que ele está ali no The Fly Dinâmico. Então você faz a contagem. Quer dizer que tempo

966
01:51:53.580 --> 01:52:01.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: seria o ideal? Bom, eu diria que não o tempo ideal, mas, em termos de contagem de pulsos,

967
01:52:01.760 --> 01:52:09.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o ideal, uma contagem mínima de impulsos aqui é considerada adequada em torno de dez mil pulsos,

968
01:52:09.850 --> 01:52:16.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dez mil pulsos. É uma boa contagem. Porque se eu perder um pulso,

969
01:52:16.630 --> 01:52:22.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso pode acontecer, né? Você pode perder um pulso, tipo, no início, isso a gente vai ver, inclusive no

970
01:52:23.980 --> 01:52:32.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o estúdio de caso que fala sobre uso aí de um uma turbina de contagem.

971
01:52:32.910 --> 01:52:41.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí esse estúdio de caso foi desenvolvido pelo Ipt. Pesquisa de São Paulo

972
01:52:41.410 --> 01:52:44.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para a Petrobras. O sistema de aplicação

973
01:52:44.220 --> 01:52:47.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na medição de invasão de óleo e de gás.

974
01:52:48.270 --> 01:52:55.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele estima que você pode ter uma perda de dois pulsos,

975
01:52:56.720 --> 01:53:03.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerando, tipo, no início, que você vai começar a contagem. E no final, você pode de repente citar, perder,

976
01:53:03.930 --> 01:53:10.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: interromper o instrumento está gerando um determinado pulso para você começar a contagem, você pode perder um pulso

977
01:53:11.010 --> 01:53:16.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no início e no final. Então, nessa situação, aqui, por exemplo, se eu tenho

978
01:53:17.760 --> 01:53:20.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é uma quantidade de dez mil pulsos,

979
01:53:20.940 --> 01:53:24.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que se isso representa, tipo, cinco metros cúbicos por hora.

980
01:53:24.990 --> 01:53:33.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, numa frequência de um hertz, eu tenho mais ou menos um pulso por segundo, ou seja, dez mil pulsos. Eu tenho aqui

981
01:53:33.560 --> 01:53:40.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dez mil segundos, quase três horas para poder ter esse expulso.

982
01:53:41.150 --> 01:53:48.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se eu perder algum pulso nessa morte, se eu tenho um erro bem baixo zero,um

983
01:53:48.930 --> 01:53:52.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de um em relação a um0.zero.

984
01:53:53.180 --> 01:54:01.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, mas aí o que acontece se essa frequência é de um resto bem baixa?

985
01:54:01.190 --> 01:54:07.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou aí ter praticamente quase três horas para fazer essa calibração.

986
01:54:08.050 --> 01:54:15.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O ideal é que lógico. Se eu puder ficar essas horas, tudo bem. Mas

987
01:54:15.150 --> 01:54:23.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não necessariamente precisaria isso. Então o interessante seria você ter uma frequência maior.

988
01:54:24.710 --> 01:54:28.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você aumentar essa frequência de geração de impulsos

989
01:54:28.670 --> 01:54:32.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que eu diminua no meu tempo, né? Porque eu tenho uma relação

990
01:54:33.030 --> 01:54:48.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pulso por metro cúbico. Então um Hertz dá cinco metros cúbicos por hora, aproximadamente zero,zero cúbicos por segundo. Então essa relação de um pulso por essa vazão.

991
01:54:48.440 --> 01:54:52.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa frequência, eu tenho setecentos e vinte,

992
01:54:53.370 --> 01:54:56.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: provavelmente setecentos puros por metro cúbico,

993
01:54:57.000 --> 01:55:04.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cinco metros cúbicos por hora, dois,sete hora, dez mil pulsos, setecentos e vinte.

994
01:55:04.290 --> 01:55:08.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pulso por metro cúbico, treze.oitocentos metros cúbicos,

995
01:55:08.670 --> 01:55:20.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: simplesmente fazendo essas contas aqui nesse período, então para você fazer uma redução desse negócio sem perder a qualidade

996
01:55:20.760 --> 01:55:32.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é, eu consegui mexer na frequência. Então, por exemplo, se eu estou aqui fazendo uma frequência de um hertz.

997
01:55:32.550 --> 01:55:37.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho, em trinta minutos um.oitocentos Pulse

998
01:55:38.520 --> 01:55:56.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a dois Hertz, três.seiscentos pulsos a dez Hertz dezoito mil pulsos. Então aqui seria interessante, porque eu estou falando que o número mínimo era dez mil pulsos para você fazer a contagem. Dezoito mil pulsos. Está com um número adequado, ou seja, eu trabalhar.

999
01:55:56.720 --> 01:56:01.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, a a frequência de geração, né?

1000
01:56:01.750 --> 01:56:06.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De geração de esse número de pulsos

1001
01:56:06.540 --> 01:56:09.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: trabalhar numa frequência aqui de dez hertz

1002
01:56:09.630 --> 01:56:14.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e você ter. Então você consegue reduzir esse tempo de calibração

1003
01:56:14.720 --> 01:56:20.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de três horas para trinta minutos sem perder.

1004
01:56:21.140 --> 01:56:26.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, a qualidade da medição. Sem você trabalhar com

1005
01:56:26.820 --> 01:56:36.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com um valor baixo, porque, por exemplo, se você. Se a frequência de geração de pulso dez Hz. Eu for trabalhar com

1006
01:56:36.670 --> 01:56:41.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um tempo pequeno, eu estou aqui com seiscentos pulsos. Então, perder pulso aqui já é muita coisa.

1007
01:56:42.660 --> 01:56:45.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um pulso perdido. Aqui tem uma proporção muito grande.

1008
01:56:47.030 --> 01:56:49.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aí eu aumento um pouco mais

1009
01:56:50.420 --> 01:56:53.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o tempo, e aí eu vejo a

1010
01:56:53.660 --> 01:56:57.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para poder trabalhar aqui em meia hora. É um valor razoável.

1011
01:57:00.000 --> 01:57:12.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma outra pergunta que às vezes pode ser feita, principalmente, faz o seguinte: eu posso calibrar o medidor com fluido diferente do fluido utilizado em operação. Tudo bem, pode. Mas eu vou precisar corrigir, compensar

1012
01:57:13.370 --> 01:57:17.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é porque a massa específico.

1013
01:57:20.030 --> 01:57:23.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido é uma relação de massa volume.

1014
01:57:23.370 --> 01:57:26.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a gente já viu que ele entra em busca.

1015
01:57:26.430 --> 01:57:31.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Entra como característica fator que você utiliza para

1016
01:57:31.560 --> 01:57:35.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nas medições, principalmente você estava falando de medição volométrica

1017
01:57:36.910 --> 01:57:42.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na medição de massa, acaba influenciando muito. Mas na medição volumétrica. Você tem,

1018
01:57:43.080 --> 01:57:45.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: principalmente se for na parte de gases.

1019
01:57:46.810 --> 01:57:54.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Com relação à questão da compreensibilidade e a expansão volumétrica em si, então a gente pode medir.

1020
01:57:54.960 --> 01:58:00.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a massa específica no laboratório, usando, né?

1021
01:58:00.550 --> 01:58:04.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu já tinha falado ali do piquenômetro. O piquenômetro é uma.

1022
01:58:04.860 --> 01:58:07.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma vidraria nesse sentido aqui. Ó,

1023
01:58:08.060 --> 01:58:14.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não sei se consegue ver porque está muito pequenininha aqui, mas é uma vidrariazinha. Parece uma vida de perfumezinho, né?

1024
01:58:14.970 --> 01:58:26.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um vizinho de perfume aqui. E aí ela tem uma capacidade, né? Cada um. Essa é pequenininha aqui. Talvez eu não consiga ler, mas é dez mililitros. Essa daqui já é cinquenta mililitros.

1025
01:58:27.320 --> 01:58:32.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você enche com o líquido que você quer medir, enche mesmo.

1026
01:58:33.140 --> 01:58:39.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você coloca a tampinha aqui em cima. No que você coloca a tampinha, ele vai transbordar,

1027
01:58:41.090 --> 01:58:46.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: transbordou. Significa que aqui realmente está tudo cheio e tem essa capacidade

1028
01:58:46.670 --> 01:58:50.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: volumétrica aqui completa. Garante que você está com

1029
01:58:50.990 --> 01:58:54.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os cinquenta mililitros ou dez mililitros de fluido aqui dentro.

1030
01:58:56.370 --> 01:59:03.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí coloca numa balança e pesa a outra. Se você tiver um densível medo de flutuação, ou você usar um medidor máscara

1031
01:59:03.900 --> 01:59:08.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para você medir a densidade. Então é interessante você ver porque

1032
01:59:09.090 --> 01:59:19.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a massa especípica pode ser medida durante a calibração sem medida durante a calibração, ou você pode também caracterizar

1033
01:59:19.990 --> 01:59:23.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o produto. Tem uma curva. Massa específico. É a temperatura.

1034
01:59:24.390 --> 01:59:38.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem um polenômeno. Quer dizer um polinômeo. Mas o problema é que tudo bem, você está inserindo mais uma componente de incerteza ali. Apesar que você está meio medindo.

1035
01:59:39.010 --> 01:59:44.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a massa específico você tem a incerteza também do método de medição.

1036
01:59:45.400 --> 01:59:54.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você pode usar esse polinoma. A gente viu a incerteza da regressão.

1037
01:59:54.270 --> 01:59:57.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se usar esse tipo de coisa.

1038
01:59:57.940 --> 02:00:00.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a correção da massa específica,

1039
02:00:00.950 --> 02:00:05.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela pode ser importante, porque a gente já viu que entra é

1040
02:00:06.350 --> 02:00:09.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em algumas equações aqui que a gente viu.

1041
02:00:13.240 --> 02:00:17.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Massa específica. Entra aqui no volume.

1042
02:00:18.140 --> 02:00:21.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O cálculo da massa específica do líquido entra aqui.

1043
02:00:29.300 --> 02:00:42.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu já tinha comentado. Mas aqui eu estou reforçando. Quando eu calibre invasão, posso considerar calibrei em totalização. Não são funções distintas que podem apresentar comportamentos meteorológicos distintos

1044
02:00:42.840 --> 02:00:50.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é: façam as calibrações separadas. Ah, se o instrumento só tem indicação,

1045
02:00:51.210 --> 02:00:54.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: invasão ali. E tal o volume, tudo bem,

1046
02:00:54.630 --> 02:00:59.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se ele tem uma função que pode totalizar também.

1047
02:00:59.580 --> 02:01:03.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Faça calibrações distintas da vazão.

1048
02:01:03.760 --> 02:01:06.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Volume ou da totalização.

1049
02:01:06.690 --> 02:01:09.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não acha que um calibra o outro?

1050
02:01:09.770 --> 02:01:16.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso não é verdade o.

1051
02:01:17.610 --> 02:01:20.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos dar uma olhada no Doc Cgec

1052
02:01:20.850 --> 02:01:28.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Doctorject cinquenta e sete, que fala sobre dar orientações para apresentação e expressão de resultado de calibração

1053
02:01:29.110 --> 02:01:31.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de medidores de invasão e totalizadores de fluido.

1054
02:01:32.520 --> 02:01:35.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse documento é um documento.

1055
02:01:35.870 --> 02:01:38.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando se chama Doc, é documento orientativo,

1056
02:01:38.940 --> 02:01:44.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: troca um documento orientativo. São orientações para apresentação. Não é mandatório, mas

1057
02:01:45.350 --> 02:01:52.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como ele é orientativo e metido pelo Organismo Instituto de Metrologia e tal,

1058
02:01:53.380 --> 02:02:02.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da coordenadoria geral de acreditação. É interessante usar usá lo como referência.

1059
02:02:04.250 --> 02:02:17.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse documento, como eu disse aqui, foi desenvolvido com o objetivo de padronizar e harmonizar as informações fornecidas em certificado de calibração pelos laboratórios de calibração acreditados

1060
02:02:17.730 --> 02:02:25.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pela coordenação geral de acreditação do inmetro, a área de vazão e velocidade de fluidos. Ou seja, é um documento orientativo,

1061
02:02:25.280 --> 02:02:28.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas acaba sendo quase que

1062
02:02:29.090 --> 02:02:37.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mandatório para os laboratórios que estão acreditados ali pela Cgec nessa área de invasão e velocidade.

1063
02:02:39.000 --> 02:02:46.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí ele dá algumas definições do que é um totalizador do que é um medidor de vazão, né?

1064
02:02:47.100 --> 02:02:48.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É,

1065
02:02:48.160 --> 02:02:56.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então deixa bem claro que são coisas distintas. Não totaliza o volume. O outro mede a taxa de deslocamento, que é a vazão.

1066
02:02:57.280 --> 02:03:02.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso. Até que a gente falou ali calibrar em mim.

1067
02:03:03.510 --> 02:03:08.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Invasão não significa calibração e totalização e vice versa.

1068
02:03:10.740 --> 02:03:15.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, no processo de calibração, ele cita lá que você tem

1069
02:03:16.860 --> 02:03:24.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa figurinha não tem no documento. Não, eu que coloquei aqui, basicamente essa que a gente já viu ali. Você tem um medidor

1070
02:03:24.760 --> 02:03:28.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você quer calibrar o teu master e tal.

1071
02:03:28.430 --> 02:03:35.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você passa pelo medidor e passa pelo master. Ou, pelo contrário, passa pelo Master e passa pelo medidor,

1072
02:03:35.670 --> 02:03:41.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medindo pressão e temperatura nos dois lados. Aqui dos dois medidores.

1073
02:03:42.560 --> 02:03:48.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É esse desenho aqui. Não representa a realidade de uma montagem

1074
02:03:49.970 --> 02:03:54.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no campo. Aqui. Por quanto menos curva você tenha, melhor, né?

1075
02:03:55.060 --> 02:03:58.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui. Aqui. A figura só

1076
02:03:58.970 --> 02:04:06.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esquemática. O ideal é que isso aqui fosse uma reta. Você tem um trecho reto antes, depois, né?

1077
02:04:06.430 --> 02:04:09.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que esteja em linha e não fazendo esse monte de cor aqui,

1078
02:04:10.480 --> 02:04:16.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse conheço de um monte de curva. Significa que você precisaria ter um trecho reto maior, inclusive

1079
02:04:16.620 --> 02:04:22.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por causa desses acidentes que você está colocando aqui. Então isso é só.

1080
02:04:23.500 --> 02:04:25.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só assim esquemático, tá?

1081
02:04:26.130 --> 02:04:30.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não representa fisicamente a montagem de uma bancada? Não,

1082
02:04:31.830 --> 02:04:40.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas então o que o documento secreto diz? O processo de calibração de um medidor de vazão,

1083
02:04:40.690 --> 02:04:46.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: processo de calibração de um medidor de vazão ou de um totalizador

1084
02:04:47.110 --> 02:04:54.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de volume ou de massa consiste basicamente na determinação de um ou mais parâmetros de desempenho meteorológico

1085
02:04:55.640 --> 02:04:57.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: seja um erro de indicação.

1086
02:04:57.830 --> 02:05:03.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fator do medidor que chama de meter factor, lembrando

1087
02:05:04.420 --> 02:05:09.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que existe a diferença entre fator de medidor e fator K. Lembram o que é um e o que é outro

1088
02:05:11.220 --> 02:05:12.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a gente comentou ontem?

1089
02:05:15.370 --> 02:05:23.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fator do medidor é diferente do fator K do instrumento aqui. Esse K não é do fator de abrangência. De certeza não é o fator,

1090
02:05:25.150 --> 02:05:30.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o fator de relação, pulso, volume

1091
02:05:30.970 --> 02:05:33.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o fator medidor. O que era mesmo.

1092
02:05:37.030 --> 02:05:40.560
ENAIELLY CRUZ: O volume do padrão sobre o volume do medidor, sobre carimação.

1093
02:05:40.600 --> 02:05:46.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a relação, exatamente a relação dos volumes entre o valor lido e o valor do padrão, né?

1094
02:05:46.820 --> 02:05:54.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a relação do outro dos dois da medição.

1095
02:05:54.800 --> 02:05:58.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o desempenho meteorológico pode ser o erro de indicação.

1096
02:05:59.690 --> 02:06:07.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fator medidor, o fator K ou qualquer outro parâmetro. A incerteza também pode ser declarada

1097
02:06:08.600 --> 02:06:15.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do medidor sobre calabração por meio da comparação entre o valor da grandeza medida ou vazão ou massa,

1098
02:06:15.310 --> 02:06:23.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o volume e tal fornecida pelo medidor de calibração e do padrão.

1099
02:06:23.780 --> 02:06:26.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele está falando aqui na.

1100
02:06:26.930 --> 02:06:39.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na medição, por comparação não é apresentação no medidor digitalização, considerando que basicamente, há nesse processo aqui da

1101
02:06:39.660 --> 02:06:40.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da comparação.

1102
02:06:41.470 --> 02:06:47.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então diz que o desempenho meteorológico desses meio de dois de vazão dos totalizadores dependem da vazão de operação.

1103
02:06:48.140 --> 02:06:51.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Obviamente, o desempenho depende da vazão.

1104
02:06:53.200 --> 02:06:59.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, inclusive recomendo aqui as vazões. Eu recomendo que você faça a calibração, né?

1105
02:06:59.990 --> 02:07:06.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nas vazões usuais de operação definida pelo cliente. Porque isso pode ser

1106
02:07:06.820 --> 02:07:19.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o cliente do laboratório. Você como cliente, pode solicitar que o laboratório calibra em algumas faixas de invasão os valores de vazão. Porque de repente podem ser aqueles que você mais utiliza nas suas aplicações

1107
02:07:20.400 --> 02:07:26.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é, ou em situações indefinidas em normas técnicas, alguma coisa

1108
02:07:27.090 --> 02:07:35.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: agora, quando isso não está definido, o que um documento recomenda é que as calibrações sejam feitas,

1109
02:07:35.590 --> 02:07:38.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo menos nessas vazões. Vazão mínima

1110
02:07:39.760 --> 02:07:55.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: três vezes a vazão mínima. Dez da vazão máxima vinte, quarenta, sessenta e na vazão máxima. Considerando essa questão de mínimo e máximo pela arranjabilidade do instrumento de medição,

1111
02:07:56.100 --> 02:08:02.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então onde a evasão mínima. A evasão máxima não está, respectivamente, a evasão mínima e massa de operação do medidor.

1112
02:08:03.500 --> 02:08:10.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, quando você faz a calibração, o laboratório vai declarar qual é? Quais são esses pontos que foram

1113
02:08:11.100 --> 02:08:14.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: feitas essas medições?

1114
02:08:15.980 --> 02:08:16.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom,

1115
02:08:17.190 --> 02:08:24.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ainda o documento fala o seguinte: que a calibração de um medidor de invasão de fluido ou de um tutorizador.

1116
02:08:24.640 --> 02:08:31.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela não inclui. Deixa bem claro que não inclui a calibração de outros dispositivos adicionais.

1117
02:08:31.680 --> 02:08:47.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, tudo bem, eu estou calibrando ali meu medidor comparando com o Master, mas eu tenho medida de temperatura. Tenho medida de pressão. Não necessariamente. Significa que, quando eu estou fazendo essa calibração ali, os resultados têm a ver com o

1118
02:08:47.310 --> 02:08:48.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: hoje.

1119
02:08:48.290 --> 02:08:56.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É com dispositivos adicionais utilizados como sensores, indicadores e tal.

1120
02:08:56.450 --> 02:08:59.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O resultado da calibração.

1121
02:08:59.770 --> 02:09:18.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Simplesmente, se você vai compatibilizar, você vai contar, você vai corrigir. Você usa esses dados, mas a calibração do medidor de vazão não inclui calibração de outros dispositivos. O resultado ali está aplicado para aquele medidor específico

1122
02:09:19.750 --> 02:09:38.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não significa que quando você vai, por exemplo, utilizar ele na sua operação, que você tem a sua medição de pressão e temperatura, e que uma vez esse medidor foi calibrado. Ele está considerando que essas outras medições adicionais ali que você tem

1123
02:09:38.970 --> 02:09:42.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: estejam calibradas também não.

1124
02:09:44.280 --> 02:09:50.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí diz aqui. Avaliar a incerteza de medição associada a esses valores é

1125
02:09:51.400 --> 02:10:03.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medido por esse tema de medição que empregue tais dispositivos adicionais cabe ao usuário considerar os erros e incertezas provenientes da utilização de cada instrumento no processo de medição.

1126
02:10:05.110 --> 02:10:10.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse é o documento Cgecre cinquenta e sete. Aí depois que a gente vai ver,

1127
02:10:10.470 --> 02:10:13.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem um documento do Cg noventa

1128
02:10:14.380 --> 02:10:19.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que fornece orientações para a avaliação da incerteza da medição nessa calibração.

1129
02:10:20.960 --> 02:10:26.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse aqui é um documento de orientação para você declarar os resultados

1130
02:10:27.010 --> 02:10:30.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos resultados da carretação, e depois a gente vai ver aqui o noventa

1131
02:10:31.230 --> 02:10:35.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que fala sobre a avaliação da incerteza que entra com

1132
02:10:35.650 --> 02:10:44.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as equações e os componentes de incerteza do medição que devem ser considerados para calibrar na área de vazão e de velocidade fluide

1133
02:10:45.220 --> 02:10:49.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse documento zero,noventa, talvez também, e você consiga

1134
02:10:50.050 --> 02:10:55.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esclarecer algumas dúvidas com relação a isso que tem

1135
02:10:56.500 --> 02:10:59.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. Eu vou mostrar a parte dele,

1136
02:11:00.720 --> 02:11:11.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas tem o documento completo. Você consegue ter acesso no inmetro ali na Cgec. Documento da Cgec.

1137
02:11:13.150 --> 02:11:16.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei se vocês têm esse documento ou não.

1138
02:11:22.660 --> 02:11:23.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

1139
02:11:23.950 --> 02:11:30.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu acho que até tenho aqui também posso. Depois. Até disponibilizar no chat, eu acho. Não tenho certeza. Eu tenho esses dois documentos.

1140
02:11:31.120 --> 02:11:39.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cinquenta e sete e o noventa. Vou disponibilizar para vocês também aqui. Não sei se vocês têm,

1141
02:11:43.420 --> 02:11:45.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas eu vou disponibilizar.

1142
02:11:47.780 --> 02:11:53.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então, uma vez feito essa o documento o zero

1143
02:11:55.090 --> 02:12:04.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essas calibrações, essas invasões. Você tem a apresentação dos resultados. De que forma? Os laboratórios devem apresentar os resultados

1144
02:12:04.640 --> 02:12:06.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na calibração do medidor.

1145
02:12:08.090 --> 02:12:09.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa tabela.

1146
02:12:09.790 --> 02:12:16.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela dá uma referência de como é que você. Como é que vamos lá? Você é usuário,

1147
02:12:17.080 --> 02:12:27.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cliente de um laboratório. Deve receber as informações. A calibração do seu instrumento de uma forma padronizada.

1148
02:12:27.910 --> 02:12:29.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você não está.

1149
02:12:29.640 --> 02:12:35.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês estão recebendo coisa que não está exatamente dessa forma, exige um que venha.

1150
02:12:35.520 --> 02:12:39.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essas são que atendam essa recomendação.

1151
02:12:41.540 --> 02:12:48.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa tabela dá um resumo de como é que o laboratório deve apresentar os dados.

1152
02:12:50.110 --> 02:12:54.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vê ali, na primeira coluna, chama vazão de calibração.

1153
02:12:55.570 --> 02:13:00.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa vazão de calibração é um ponto. Seria a vazão ideal.

1154
02:13:01.900 --> 02:13:07.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cinco, dez, vinte, quarenta, sessenta, oitenta, cem. Esse exemplo é desculpa por hora.

1155
02:13:08.510 --> 02:13:13.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, nessa coluna, convém que ser utilizada uma unidade de grandeza de vazão volumétrica

1156
02:13:14.670 --> 02:13:22.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou vazão máscara? Claro, se você estiver usando a vazão máscara do fluido,

1157
02:13:22.820 --> 02:13:28.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então você vê, aqui é o tipo, a gente chama ali do ponto de calibração.

1158
02:13:31.120 --> 02:13:40.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que aí depois você vai no valor indicado, você vai relatar. E no de referência. Você vai indicar realmente, por exemplo,

1159
02:13:41.540 --> 02:13:45.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o ponto de calibração seria em vinte metros cúbicos por hora.

1160
02:13:46.300 --> 02:13:54.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o instrumento leu dezanove,nove e o padrão deu vinte,cinco. Então você vai lá.

1161
02:13:55.100 --> 02:13:58.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O valor indicado pelo medidor e no valor em referência,

1162
02:13:58.490 --> 02:14:06.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: convêm que sejam utilizadas unidades de medida, o que representa, mensurando, que pode ser evasão volumétrica com vazão máscara

1163
02:14:06.480 --> 02:14:13.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: igual se for totalizada do fruto. Então você tem ali o valor citado,

1164
02:14:15.160 --> 02:14:20.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque depois o erro você vai comparar, digamos, foi o erro.

1165
02:14:20.690 --> 02:14:28.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é? Em relação a essa varão de calibração. O erro vai ser em função do indicado pelo medidor e o valor de referência

1166
02:14:30.080 --> 02:14:34.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é em função da vazão de calibração.

1167
02:14:35.870 --> 02:14:41.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É em relação à referência que você tem como padrão

1168
02:14:44.860 --> 02:14:51.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com o então essas colônas, valor indicado e valor de referência tem aí.

1169
02:14:51.760 --> 02:14:52.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora é.

1170
02:14:52.900 --> 02:14:53.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

1171
02:14:54.680 --> 02:15:05.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ambos os valores indicados, que estaria pelo medidor sobre calibração, como o valor de referência, devem estar referidos a mesmas condições de pressão e temperatura, normalmente

1172
02:15:05.430 --> 02:15:12.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nas condições do fluido de calibração no médio indústria, sobre calibração ou nas condições de base ou de referência. Então, claro,

1173
02:15:12.990 --> 02:15:28.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você está comparando as coisas na mesma situação. Então o valor indicado número dois do valor de referência. Quando você relatar na calibração, você tem que considerar que você está nas mesmas condições de pressão e temperatura, ou converter

1174
02:15:28.480 --> 02:15:41.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para a condição de referência de vinte graus Celsius de temperatura e pressão atmosférica são as condições de referência. Aí você também teria que citar em que condições foram feitas isso,

1175
02:15:42.430 --> 02:15:54.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas eu dizia, quais são quais os valores de pressão e temperatura que foram feitas. Essas calibrações na coluna?

1176
02:15:55.160 --> 02:15:57.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está ali. Parâmetro de desempenho metrológico.

1177
02:15:58.890 --> 02:16:09.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Claro que, por exemplo, no certificado, você não vai vir. Parâmetro e desempenho meteorológico. O laboratório vai dizer ali qual é o parâmetro que ele está colocando,

1178
02:16:10.080 --> 02:16:20.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então pode ser declarada a tendência. O fator do medidor, o fator K, o outro, o que foi calibrado. Então, se for no caso, aqui, por exemplo, a tendência

1179
02:16:22.210 --> 02:16:31.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: provavelmente é isso. Quer dizer, vamos pegar um valor aqui, sei lá. Nesse ponto, de quarenta. Aqui, trinta e nove,

1180
02:16:31.820 --> 02:16:34.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: trinta e nove, vírgula.

1181
02:16:35.580 --> 02:16:45.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau, setenta e nove,oito menos quarenta,vinte e dois

1182
02:16:45.580 --> 02:16:52.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero,zeroquarenta e dois dividido por outro quarenta, vinte e dois.

1183
02:16:55.200 --> 02:17:08.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso aí vezes cem, um,zeroquatro, um,quatro. Isso aqui é o erro em porcentagem da

1184
02:17:10.080 --> 02:17:13.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: leitura do medidor em relação ao valor de referência.

1185
02:17:14.760 --> 02:17:20.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É esse menos esse dividido, por esse vezes cem para dar em porcentagem.

1186
02:17:21.629 --> 02:17:27.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é que esse parâmetro que foi colocado nesse exemplo é o o erro.

1187
02:17:28.110 --> 02:17:30.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem. A gente sabe que

1188
02:17:30.570 --> 02:17:39.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: princípio é a tendência por causa que esses valores aqui normalmente você vai colocar a média

1189
02:17:39.650 --> 02:17:46.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos valores obtidos e a média da referência, e vai calcular o erro em relação à média,

1190
02:17:47.080 --> 02:17:52.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou seja, a tendência do do seu instrumento.

1191
02:17:52.870 --> 02:18:11.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou poderia ser o fator do medidor. Você colocar a relação entre a Vazão Unida e o valor do padrão, ou se for uma turbina, um fator K, outro parâmetro no caso. Aqui, ele botou o.

1192
02:18:13.150 --> 02:18:18.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o o erro ou a melhor tendência.

1193
02:18:19.600 --> 02:18:24.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí tem outra coluna que fala. Desvie o padrão do parâmetro

1194
02:18:24.930 --> 02:18:29.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de desempenho metrológico. Então, aqui, nessa coluna de via padrão

1195
02:18:30.059 --> 02:18:33.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do parâmetro de desempenho você tem que deixar claro,

1196
02:18:33.870 --> 02:18:40.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele recomenda se você está considerando o desvio padrão das medidas

1197
02:18:42.290 --> 02:18:46.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou o seu desvio padrão da média, não é?

1198
02:18:46.940 --> 02:18:49.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Saiu também desconfigurado tudo aqui. Mas

1199
02:18:50.010 --> 02:18:54.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui é o S de X Barra. E aqui é s sobre a higiene, tá?

1200
02:18:56.680 --> 02:19:00.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei por que deu a sente configurada toda aqui também.

1201
02:19:00.170 --> 02:19:07.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas é isso. Aqui é o S daquele X barra, tá?

1202
02:19:08.139 --> 02:19:13.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, não vou mexer nisso agora. Aqui? Não, mas eu digo padrão da média, tá gente? E aqui é o S

1203
02:19:15.080 --> 02:19:21.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dividido por raio de N, rec dividindo o.

1204
02:19:23.660 --> 02:19:24.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A higiene.

1205
02:19:30.530 --> 02:19:38.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é bem S. De X? Não, mas é o Sx Barda fica menos pior aqui.

1206
02:19:38.490 --> 02:19:41.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei se eu vou conseguir fazer aqui. Deixa eu ver aqui.

1207
02:19:41.670 --> 02:19:50.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Inserir equação é, e eu fazer.

1208
02:19:52.010 --> 02:19:57.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sabe o que não é isso aí.

1209
02:20:01.900 --> 02:20:07.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cadê a barra? Essa daqui barra s de X barra.

1210
02:20:15.770 --> 02:20:21.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Foi muito legal. Não, mas tudo bem. É o Sx barra, tá,

1211
02:20:29.750 --> 02:20:32.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, doutor, Olá, tudo bem, beleza?

1212
02:20:32.260 --> 02:20:36.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Espero que seja. Tudo bem aí com o seu problema pessoal? Está tudo resolvido aí.

1213
02:20:37.140 --> 02:20:38.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Obrigado pela atenção.

1214
02:20:42.790 --> 02:20:43.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

1215
02:20:52.840 --> 02:20:53.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então aqui.

1216
02:20:55.710 --> 02:20:59.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem. Considera aqui que é o X, Barney

1217
02:20:59.530 --> 02:21:01.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o ateliê o s sobre raiz de A.

1218
02:21:02.110 --> 02:21:11.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é importante também que isso seja declarado ali, né? Se é o padrão da medida, ou dividir o padrão da média.

1219
02:21:13.970 --> 02:21:19.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma outra coisa também é importante formar o número de medições realizada em cada vazão calibrada.

1220
02:21:20.710 --> 02:21:26.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se você vai declarar, por exemplo, dividir o padrão da média,

1221
02:21:27.000 --> 02:21:37.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você dizer quantas medidas você fez ali para saber para que você tenha ideia de qual foi o

1222
02:21:37.480 --> 02:21:40.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: número de medições que foram realizadas.

1223
02:21:41.870 --> 02:21:56.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Convém ainda que, para cada condição de vazão calibrada, a incerteza expandida seja declarada como uma porcentagem do valor de referência. Isso a gente começou hoje um dia de começou o dia de hoje. Falando sobre isso, quem terminou o dia de ontem, falando

1224
02:21:56.820 --> 02:22:03.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a incerteza expandida seja declarada como a porcentagem do valor de referência, então essa incerteza expandida aqui

1225
02:22:04.740 --> 02:22:09.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um aumento porcentual percentual dessa referência. Aqui

1226
02:22:13.470 --> 02:22:20.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então a gente sabe, que Ah, é zero,cinquenta e oito de quatro,nove

1227
02:22:20.520 --> 02:22:28.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero,quarenta e cinco de nove,oito. Então, em porcentagem.

1228
02:22:35.390 --> 02:22:36.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E é o fator K, né?

1229
02:22:37.130 --> 02:22:44.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que esse fator cara aqui de abrangência é diferente se você tiver desempenho meteorológico ali, que é o fator K, que é a relação

1230
02:22:44.180 --> 02:22:49.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pulso por volume. Então esse aqui é o fator de abrangência da

1231
02:22:49.660 --> 02:22:54.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da incerteza expandida e o grau de liberdade.

1232
02:22:58.150 --> 02:22:58.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá

1233
02:23:10.120 --> 02:23:10.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bom.

1234
02:23:11.230 --> 02:23:12.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O.

1235
02:23:13.680 --> 02:23:17.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma coisa que também é interessante aqui, que ele fala depois, no final é o seguinte:

1236
02:23:18.570 --> 02:23:21.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que pode acontecer, por exemplo, que o instrumento de medição,

1237
02:23:22.780 --> 02:23:29.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a unidade dele, o sistema que ele mede pode ser no sistema inglês.

1238
02:23:29.570 --> 02:23:39.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode estar medindo um instrumento, por exemplo, em galões por minuto ou pé cúbico por hora.

1239
02:23:39.850 --> 02:23:46.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alguma coisa nesse sentido que não é do sistema internacional. Então, o que ele diz? O certificado de calibração.

1240
02:23:47.110 --> 02:23:52.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deverão ser utilizadas unidades e medida vigente no sistema internacional de unidade.

1241
02:23:53.700 --> 02:23:58.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No caso de medidores com indicações em unidades diferentes dos si,

1242
02:23:59.410 --> 02:24:05.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: convém adotar o seguinte procedimento: então, apresentar a indicação do instrumento na unidade do instrumento.

1243
02:24:06.220 --> 02:24:13.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se o instrumento mede em galões por minuto, você vai colocar ele lá em galões por minuto.

1244
02:24:13.620 --> 02:24:21.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se é pé cúbico por hora, pé cúbico. O segundo você vai colocar lá por hora o segundo alguma coisa assim. Só que

1245
02:24:22.810 --> 02:24:33.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele recomenda que você faça o seguinte: apresentar o valor de referência expresso nos dois sistemas, tanto

1246
02:24:34.310 --> 02:24:40.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: naquele que o instrumento que você está Calibrando é ele

1247
02:24:41.330 --> 02:24:50.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem a unidade de medição. Então, por exemplo, se ele está calibrando um medidor, que a indicação dele é em Gpm galã por minuto.

1248
02:24:51.270 --> 02:24:53.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Galão americano por minuto.

1249
02:24:53.740 --> 02:24:57.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um galão representa aproximadamente três,oito litros.

1250
02:24:57.480 --> 02:25:07.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alguma coisa assim é, então você colocar também a sua referência nessa mesma unidade

1251
02:25:07.140 --> 02:25:16.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para você poder fazer as comparações, os erros expressos na característica, mas declarar também

1252
02:25:16.360 --> 02:25:32.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o valor de referência na unidade internacional e apresentar. Qual é o fator de conversão que você está considerando? Então, por exemplo, ele bota até um exemplo. Se a medição é em pé cúbico por segundo. O fator de conversão

1253
02:25:32.610 --> 02:25:37.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para metro cúbico por segundo, que é a unidade do semi internacional metro cúbico,

1254
02:25:38.140 --> 02:25:48.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é zero,zero, vinte e oito trezentos e dezasseis metro cúbicos por segundo. Então declarar a unidade do sistema internacional.

1255
02:25:53.600 --> 02:25:55.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá, então o.

1256
02:25:56.590 --> 02:26:06.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essas são as orientações do Doc Cgec cinquenta e sete para apresentação e expressão de resultado de calibração,

1257
02:26:06.480 --> 02:26:10.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o Docs Jack cita o noventa,

1258
02:26:11.010 --> 02:26:19.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que fala sobre a avaliação da incerteza da medição em calibrações nessa área de invasão e velocidade e fluide.

1259
02:26:22.110 --> 02:26:34.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o Doc Sege noventa está ali. Orientação para a estimativa da incerteza de medição e expressão da capacidade de medição e calibração na área de vazão e velocidade de fluidos.

1260
02:26:35.850 --> 02:26:46.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele começa a incerteza de missão deve ser expressa na unidade, em medida do mensurando,

1261
02:26:46.990 --> 02:26:50.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou como um termo relativo ao valor declarado mensurado

1262
02:26:51.490 --> 02:26:58.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o cinquenta e sete. Ele fala para você recomenda que você.

1263
02:26:58.990 --> 02:27:05.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que é até parece engraçado, né? Mas parece até meio conflitante, porque ele aqui

1264
02:27:06.050 --> 02:27:18.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele recomenda. Convém que, para cada condição de vazão calibrada, a incerteza expandida seja declarada com uma porcentagem do valor de referência, e ele cita aqui o documento noventa como

1265
02:27:19.040 --> 02:27:28.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: orientações para avaliação da incerteza e o documento noventa ele fala que a incerteza e medição deve ser expressa na unidade de medida do mensurado

1266
02:27:29.160 --> 02:27:31.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou como um termo relativo.

1267
02:27:31.200 --> 02:27:32.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele

1268
02:27:32.470 --> 02:27:49.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: começa a declarar na unidade, mensurando. Mas depois ele também diz sobre um termo relativo. Quer dizer certeza relativa percentual. O outro lado. Ele recomenda que você declare percentagem. Você vê que tem um certo conflito. Mas

1269
02:27:51.010 --> 02:27:51.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tudo bem.

1270
02:27:52.120 --> 02:27:59.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso é normal a gente encontrar. Às vezes os próprios documentos do inmetro, essas essas coisas.

1271
02:28:01.500 --> 02:28:03.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí ele pera que o exemplo

1272
02:28:04.070 --> 02:28:11.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na calibração do medidor de invasão, volume ética, tanto na indicação do instrumento a ser calibrado quanto de referência, ou seja, invasão,

1273
02:28:12.080 --> 02:28:13.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo,

1274
02:28:13.810 --> 02:28:30.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo, quatrocentos e oitenta metros por hora. Então, na vazão volumétrica, e a incerteza também expressar na unidade de invasão volumétrica, por exemplo, um,dois metros por hora ou com uma porcentagem dessa vazão zero,2cinco da vazão. Então,

1275
02:28:31.210 --> 02:28:35.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tudo bem, ela também diz que você pode apresentar como termo relativo.

1276
02:28:35.960 --> 02:28:49.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que a outra diz que o ideal é que você apresente como relativo. Então a ordem deveria estar ao contrário. A certeza deve ser expressa em valor relativo ou

1277
02:28:49.280 --> 02:28:52.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na unidade de mensurado lógico.

1278
02:28:53.330 --> 02:29:02.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acho que dá para entender, né? Você pode declarar na unidade de medição ou de valor percentual da

1279
02:29:03.170 --> 02:29:07.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da referência e na calibração, a mesma coisa,

1280
02:29:09.950 --> 02:29:16.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tanto na medição aqui de vazão ou também na totalização, você pode colocar em.

1281
02:29:16.700 --> 02:29:24.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É em porcentagem ou direto na unidade de volume.

1282
02:29:28.520 --> 02:29:33.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí ele fala aqui sobre velocidade de ar na parte de

1283
02:29:34.340 --> 02:29:37.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de gases do ar, também você pode ter

1284
02:29:38.120 --> 02:29:43.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a velocidade absoluta, tal ou também em porcentagem.

1285
02:29:46.440 --> 02:29:48.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E ele apresenta alguns exemplos.

1286
02:29:49.050 --> 02:29:53.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é basicamente um exemplo das fontes de incerteza

1287
02:29:54.780 --> 02:29:59.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na área de invasão e calibração de fluidos, e

1288
02:30:00.230 --> 02:30:11.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele faz uma comparação. Ele usa uma comparação com um totalizador de referência, que é a calibração de um totalizador de volume

1289
02:30:12.330 --> 02:30:17.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com um totalizador de referência. Então, nesse meia, tem uma comparação direta.

1290
02:30:18.350 --> 02:30:23.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Método de calibração por comparação, é o exemplo

1291
02:30:24.120 --> 02:30:28.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de incertezas que você deve considerar

1292
02:30:28.840 --> 02:30:34.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí o que ele fala no método? Ele diz: Como é que você faz essa calibração?

1293
02:30:35.030 --> 02:30:38.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem o fluido de calibração e escoamento na linha,

1294
02:30:38.150 --> 02:30:49.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: numa determinada vazão que você totaliza simultaneamente em ambos os lados. Isso a gente já tinha comentado tanto no calibração quanto no padrão montada em série ao outro.

1295
02:30:49.300 --> 02:30:57.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E vi que aqui se é insere tanto faz. Tem um sentido tipo, Ah, tem que ter o padrão antes e o outro depois. Não é um inséri.

1296
02:31:00.030 --> 02:31:02.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai passar por um. Vai passar pelo outro. Então, tudo bem.

1297
02:31:04.310 --> 02:31:14.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O modelo matemático, o volume de referência, ou seja, o volume do recita aí o hidrocarboneto líquido. Mas é o do fluido que passa pelo padrão,

1298
02:31:15.520 --> 02:31:18.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele então tem essa seguinte expressão matemática:

1299
02:31:19.560 --> 02:31:26.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde o volume de referência vai ser igual a essa expressão. Aqui Vp, Cts, P

1300
02:31:26.700 --> 02:31:38.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Romper sobre Roem C a, dizendo que cada coisa dessa aí, então o volume de referência, que é o

1301
02:31:38.580 --> 02:31:52.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o volume do hidrocarboneto que passa pelo padrão referida naquelas condições de escoamento, ele então é igual ao volume

1302
02:31:53.550 --> 02:32:04.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de hidrocarboneto líquido medido pelo padrão que é o Vp determinado a partir do número de pulsos. Aqui está pegando o exemplo de uma totalização.

1303
02:32:05.010 --> 02:32:11.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se não é de uma totalização, o volume é o volume que ele vai estar lendo lá.

1304
02:32:12.290 --> 02:32:22.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se é totalizado, então o volume medido pelo padrão determinado pelo número de pulsos dividido pelo fator do padrão.

1305
02:32:23.660 --> 02:32:25.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse Kfp

1306
02:32:25.560 --> 02:32:34.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é um fator de abrangência de incerteza, não é aquela relação. Pulsos por volume, o metro culto. Então o Vp

1307
02:32:34.870 --> 02:32:43.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: está ali. Ó volume medido pelo padrão. É o número de pulsos dividido pelo padrão.

1308
02:32:47.310 --> 02:32:53.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Ctsp é um fator de correção devido à expansão térmica do medidor padrão.

1309
02:32:53.760 --> 02:33:03.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, como você está trabalhando numa condição de referência, você faz o cálculo para a temperatura padrão

1310
02:33:04.160 --> 02:33:12.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de referência, que é vinte graus, por isso que tem ali tem menos vinte. Então, Ctsp é um mais

1311
02:33:13.850 --> 02:33:16.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alfa P Alpha, e,

1312
02:33:17.180 --> 02:33:18.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh, uh,

1313
02:33:18.950 --> 02:33:22.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: coeficiente de expansão térmica do medidor, tá?

1314
02:33:24.100 --> 02:33:29.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele não define aqui, define se coeficiente de dilatação térmica do material do medidor padrão.

1315
02:33:30.680 --> 02:33:32.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele definiu um pouco mais

1316
02:33:32.440 --> 02:33:38.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais à frente aqui, mas é o coeficiente de dilatação térmica do material do medidor padrão. Esse Alfa P

1317
02:33:40.190 --> 02:33:49.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tp é temperatura do da medição Atp. Temperatura medida no medidor padrão.

1318
02:33:51.210 --> 02:33:58.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o ouvinte é temperatura de vinte graus. Então, se você tiver, por exemplo, se a tua temperatura

1319
02:33:59.530 --> 02:34:04.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de calibração. O teu produto lá tá, é vinte graus.

1320
02:34:04.720 --> 02:34:07.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse coeficiente é igual a um, porque

1321
02:34:08.420 --> 02:34:13.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vinte menos vinte.zero Ctsp vai ser igual a um. Ou seja, você não precisa corrigir nada.

1322
02:34:13.880 --> 02:34:18.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas se a temperatura do fluido não está em vinte graus,

1323
02:34:19.620 --> 02:34:27.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então você tem uma determinada correção que você tem que fazer em função da temperatura. Ali tá,

1324
02:34:27.890 --> 02:34:40.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: gerou esse valor também bem baixo, porque o coeficiente de dilatação térmica acaba sendo muito com valor pequeno. Então, basicamente, esse. Ctsp:

1325
02:34:40.570 --> 02:34:46.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estamos sendo muito próximo de um a outra,

1326
02:34:46.880 --> 02:34:53.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o outro fator de correção, todas as outras coisas que tem ali depois são fatores de correções.

1327
02:34:53.700 --> 02:34:57.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a relação Hoppe sobre Roem, onde hoopê

1328
02:34:57.600 --> 02:35:08.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é a massa específica do líquido ali, nas condições de pressão e temperatura do padrão, e o Roem é massa específica. Nas condições do medidor,

1329
02:35:08.920 --> 02:35:13.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é em calibração. Então se você também

1330
02:35:13.890 --> 02:35:20.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: analisa aí. Se você tiver os dois medidores nas mesmas condições de pressão e temperatura.

1331
02:35:21.810 --> 02:35:26.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se o produto que entra entra no padrão

1332
02:35:26.960 --> 02:35:30.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: está numa determinada condição de pressão e temperatura.

1333
02:35:30.330 --> 02:35:32.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o que esquenta no

1334
02:35:32.640 --> 02:35:38.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no meio de dor também está na mesma condição de pressão e temperatura significa que essa relação também é igual a um.

1335
02:35:38.830 --> 02:35:44.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se não, você vai fazer uma pequena correção aí também

1336
02:35:44.410 --> 02:35:48.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função dessa variação de pressão e temperatura do fluido.

1337
02:35:51.670 --> 02:35:55.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As outras duas relações ali também. O Cpl,

1338
02:35:56.610 --> 02:35:59.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é a correção devido à compreensibilidade do líquido,

1339
02:36:00.040 --> 02:36:06.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tanto do padrão quanto no mês de dois de calibração. Tem a ver também com a questão de pressão.

1340
02:36:07.800 --> 02:36:10.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse P é pressão.

1341
02:36:11.130 --> 02:36:14.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então Ip é pressão no padrão Ipm é pressão

1342
02:36:14.500 --> 02:36:22.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no medidor de calibração, e o Fp é o fator de compressibilidade do líquido.

1343
02:36:24.410 --> 02:36:33.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse fator de compreensibilidade do líquido que, se as condições forem iguais,

1344
02:36:33.930 --> 02:36:40.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se eu tiver tudo sem controle em termos de pressão e temperatura, essa relação também vai ser igual a um

1345
02:36:41.050 --> 02:36:53.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se tiver qualquer tipo. Se a pressão que entra no medidor for diferente da pressão que entra no padrão. Você tem uma correção que esse fator de compreensibilidade depende

1346
02:36:53.810 --> 02:37:02.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de que depende da temperatura e depende da massa específica aqui da densidade.

1347
02:37:03.670 --> 02:37:11.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se essas temperaturas forem iguais, é massa específica também.

1348
02:37:12.120 --> 02:37:16.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem que essa relação entre eles vai ser igual a um,

1349
02:37:17.230 --> 02:37:20.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas de qualquer maneira, tem a expressão geral aqui.

1350
02:37:20.720 --> 02:37:25.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como é que você calcula o fator de compreensibilidade desse fluido?

1351
02:37:25.400 --> 02:37:29.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é uma. É elevado. Essa

1352
02:37:29.660 --> 02:37:31.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desculpa falar essa porra toda aqui

1353
02:37:33.150 --> 02:37:50.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é elevada a menos um. Subsí, só que essa massa específica aqui é calculada para quinze graus Celsius, que é uma outra condição de referência

1354
02:37:55.240 --> 02:37:57.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a temperatura.

1355
02:37:59.460 --> 02:38:03.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas se essas condições forem iguais,

1356
02:38:03.530 --> 02:38:08.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pressão temperatura, tal a massa específica vai ser igual também.

1357
02:38:08.360 --> 02:38:13.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então acaba sendo essa relação igual. Mas tem a expressão mais geral aí.

1358
02:38:14.280 --> 02:38:27.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que é que dá essa equação gigantesca aqui, porque, olha só. Np: sobre K um mais Alfa T, os dois Rois e essas duas expressões matemáticas ali, porque é Cpl

1359
02:38:28.120 --> 02:38:40.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do padrão e o Cpl do medidor. Então você tem essas duas situações gigantescas. Eu diria que se essas condições forem iguais, Pp é igual a Pm: Tp É igual A. Pm:

1360
02:38:41.660 --> 02:38:43.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é tudo igual,

1361
02:38:44.810 --> 02:38:52.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: senão você tem uma pequena diferença para corrigir. Aí vai dizer que é pequena porque você não vai ter uma diferença de temperatura gigantesca,

1362
02:38:55.680 --> 02:38:57.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: espera se que não tenha nenhuma

1363
02:38:58.730 --> 02:39:08.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no laboratório. O ideal é que esteja tudo numa situação mais controlada. Temos de uma calibração e uma temperatura e pressões iguais.

1364
02:39:13.470 --> 02:39:22.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Provavelmente você não vai ter uma temperatura, por exemplo de vinte graus Celsius mais difícil. Às vezes você tem uma temperatura num ambiente desse de calibração, numa bancada

1365
02:39:23.000 --> 02:39:26.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de vazão, você ter o ambiente a vinte graus.

1366
02:39:26.940 --> 02:39:33.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem aí? A correção desse fator aqui, em função da temperatura ambiente,

1367
02:39:33.700 --> 02:39:38.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é mais razoável que você aplique, mas também é uma diferença pequena.

1368
02:39:38.970 --> 02:39:44.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma correção pequena. Agora, esses outros fatores aqui, provavelmente você vai ter igual.

1369
02:39:45.100 --> 02:39:56.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A variação da massa específica não vai mudar a massa específica. Não vai alterar, passar por um instrumento e depois passar no outro logo em seguida,

1370
02:39:58.440 --> 02:40:00.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e nem as condições de pressão e temperatura.

1371
02:40:01.340 --> 02:40:11.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, de uma forma mais simples, eu diria que essa equação gigantesca acaba ficando somente

1372
02:40:11.720 --> 02:40:19.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é desprezando esses outros aqui o volume do padrão

1373
02:40:19.700 --> 02:40:27.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o coeficiente de expansão térmica, porque essa temperatura aqui provavelmente não é vinte.

1374
02:40:27.310 --> 02:40:33.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Também. Se você conseguir colocar em vinte fica somente a relação.

1375
02:40:33.670 --> 02:40:37.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O volume do hidrocarboneto líquido pelo padrão.

1376
02:40:37.280 --> 02:40:42.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É para você comparar com o instrumento que você está calibrando.

1377
02:40:45.470 --> 02:40:50.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, aí você tem ali os os outros, né?

1378
02:40:50.760 --> 02:40:56.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem aquelas nomenclaturas? Número de pulso no medidor padrão, número de pulso no medidor em calibração.

1379
02:40:57.310 --> 02:41:08.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É porque ali. Aquela equação aqui é do volume de referência do padrão. Vale do medidão e calibração. Vai ser o número de pulsos

1380
02:41:09.310 --> 02:41:15.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: totalizado no medidor, dividido pelo fator do medidor.

1381
02:41:17.050 --> 02:41:23.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o número de impulsos do medidor padrão, O outro, Nm, o número de impulsos do medidor de calibração.

1382
02:41:24.260 --> 02:41:26.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Temperatura no medidor.

1383
02:41:26.980 --> 02:41:29.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem calibração? Aquilo que a gente já viu.

1384
02:41:29.940 --> 02:41:34.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, além dessas variáveis, isso aí são as variáveis que

1385
02:41:34.490 --> 02:41:44.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente está falando em termos de é que vão impactar na grandeza volume

1386
02:41:44.590 --> 02:41:48.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: agora, na incerteza, você tem outros componentes.

1387
02:41:49.280 --> 02:42:00.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é muito comum você escrever de repente uma equação mais completa aqui, com esses Delttas, onde a gente diz que esses valores nominalmente são zero.

1388
02:42:01.530 --> 02:42:07.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o que é esse Delta? Pp? Correção em função da perda de postos.

1389
02:42:08.210 --> 02:42:10.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O valor nominal dele é zero,

1390
02:42:10.790 --> 02:42:25.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas ele entra na incerteza. Então isso aqui é uma componente de incerteza. Eu não gosto muito de escrever assim. Não, mas. Tudo bem, isso é muito comum você ver isso aqui é uma componente de incerteza. É uma correção em função de perda de pulso.

1391
02:42:26.270 --> 02:42:35.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A correção em função da resolução do medidor padrão e do medidor em calibração aqui do medidor,

1392
02:42:37.220 --> 02:42:43.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o Delta Rp: correção em função da repetibilidade da diferença de indicação

1393
02:42:44.910 --> 02:42:52.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o Delta Cv. Correção em função do volume morto entre o medidor em calibração e padrão.

1394
02:42:52.550 --> 02:42:54.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o que é o volume morto? Gente.

1395
02:42:56.690 --> 02:43:02.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a distância que eu tenho entre o meu medidor e o meu padrão, aquele volume,

1396
02:43:04.220 --> 02:43:12.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que isso vai impactar pouco também, né? Dependendo do volume que você está medindo,

1397
02:43:13.330 --> 02:43:20.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que é chamado de volume morto. Você tem um instrumento em série com o outro. Então, por exemplo,

1398
02:43:21.590 --> 02:43:24.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos supor que o teu padrão está antes do

1399
02:43:24.300 --> 02:43:41.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou o contrário? Sei lá. O teu medidor padrão está antes do teu medidor, você vai calibrar. Então entre o teu padrão e teu medidor tem uma tubulação que tem um fluido. Aí, então, quando você começar a passar a vazão e começar a contar a partir do teu padrão.

1400
02:43:42.580 --> 02:44:00.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O teu medidor ali deslocou alguma coisa. Também mediu. Teoricamente, ele vai acabar medindo um pouquinho mais. Mas só que quando você interromper também aquele volume vai ser interrompido do mesmo jeito. Ele não vai contar. Então esse volume morto

1401
02:44:01.080 --> 02:44:09.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é praticamente desprezível você considerar nesse ponto, você sabe até qual é. Pode calcular e ver quanto isso vai representar

1402
02:44:09.960 --> 02:44:13.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: percentualmente em relação ao volume do

1403
02:44:13.980 --> 02:44:18.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você vai estar totalizando. Você vai ver que é praticamente desprezível isso.

1404
02:44:19.830 --> 02:44:28.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, basicamente, as outras parcelas que vão entrar na avaliação da incerteza de medição, além

1405
02:44:28.500 --> 02:44:36.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da incerteza do seu padrão de calibração e mais, as suas contagens. Aqui

1406
02:44:37.140 --> 02:44:43.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entra com a temperatura, a medição da temperatura e mais aqui, a correção

1407
02:44:43.590 --> 02:44:53.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função da pena de pulso da resolução e a própria incerteza, tipo a da repetibilidade da da medição.

1408
02:44:57.420 --> 02:45:02.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, as fontes de incerteza basicamente

1409
02:45:02.970 --> 02:45:05.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são em relação a essas coisas que a gente estava falando.

1410
02:45:06.140 --> 02:45:17.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí ele agrupa essas fontes em algumas classes. Aqui, em relação ao método, a instalação medidor, calibração fluído,

1411
02:45:17.440 --> 02:45:21.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os padrões e o pessoal.

1412
02:45:22.000 --> 02:45:30.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí ele começa a citar as principais fontes de incerteza que afetam a confiabilidade dos resultados das calibrações,

1413
02:45:31.390 --> 02:45:36.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bem, a fonte de incerteza associada ao medidor padrão

1414
02:45:36.890 --> 02:45:44.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aos instrumentos de medição auxiliares. Em relação ao padrão e instrumentos auxiliares,

1415
02:45:48.130 --> 02:45:56.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então associado ao resultado de calibração do padrão. Isso é óbvio. Se eu estou fazendo uma calibração por comparação,

1416
02:45:58.070 --> 02:46:03.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o resultado de calibração do meu padrão influencia.

1417
02:46:03.790 --> 02:46:07.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E eu tenho que ver lá no certificado de calibração,

1418
02:46:07.920 --> 02:46:17.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: normalmente expressa na forma como você esteja expandida. Como ia dizer, normalmente para cá é igual A, dois. Mas não necessariamente. É igual a cá. É igual a dois.

1419
02:46:19.010 --> 02:46:28.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai ver lá qual é o fator de abrangência que parece no certificado vai dividir e vai usar essa fonte de incerteza. Divido no padrão.

1420
02:46:30.140 --> 02:46:35.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma outra pode ser decorrente da dispersão dos valores medidos no uso do padrão

1421
02:46:35.420 --> 02:46:38.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em cada vazão de operação calibrada do totalizador.

1422
02:46:39.680 --> 02:46:45.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu estou comparando as medições, então você tem uma dispersão de medidas.

1423
02:46:46.600 --> 02:46:50.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem a incerteza tipo A e a dispersão.

1424
02:46:51.330 --> 02:46:57.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem que definir como o próprio documento fala. Se você vai avaliar

1425
02:46:57.330 --> 02:47:03.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se você vai declarar isso. Se é uma condição bem estável, direitinho, controlada. Se você vai declarar

1426
02:47:03.910 --> 02:47:07.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa incerteza como uma incerteza,

1427
02:47:08.010 --> 02:47:14.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é uma certeza tipo A. Mas você vai declarar se é o devio padrão, ou se você vai usar o devido padrão da média.

1428
02:47:17.900 --> 02:47:26.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você usar o desvio padrão da média, você está diminuindo essa fonte de certeza. Se você usar o desvio padrão das medições, você está aumentando um pouco

1429
02:47:27.840 --> 02:47:30.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa incerteza.

1430
02:47:33.200 --> 02:47:43.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Olha, outra fonte de incerteza tem a ver aí com os instrumentos de missão auxiliares associada à eventual influência dos parâmetros ambientais, do tipo de temperatura,

1431
02:47:44.890 --> 02:47:48.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vento, vibração mecânica, isso, laçanha e tal.

1432
02:47:48.400 --> 02:47:53.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é muito fácil de medir. Temperatura. Tudo bem.

1433
02:47:53.310 --> 02:47:55.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para insolação, vento, vibração.

1434
02:47:58.180 --> 02:48:00.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é muito simples avaliar, não, mas

1435
02:48:02.960 --> 02:48:07.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sobre o desempenho do padrão e dos instrumentos de mendição usados.

1436
02:48:14.070 --> 02:48:18.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma outra é a questão da

1437
02:48:19.030 --> 02:48:21.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: resolução do dispositivo mostrador do padrão

1438
02:48:23.200 --> 02:48:34.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser obtido diretamente na escala do mostrador e padrão. Você vê que aqui esse documento do inmetro fala também de você considerar

1439
02:48:35.010 --> 02:48:41.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a resolução de leitura do padrão do mostrando é, mas

1440
02:48:41.890 --> 02:48:46.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí foi a discussão que a gente já teve antes. Se você tem

1441
02:48:46.400 --> 02:49:01.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um certificado desse padrão, essa resolução desse padrão já foi incorporada na incerteza declarada lá no certificado de calibração. Então você usar de novo ela aqui.

1442
02:49:02.440 --> 02:49:08.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode estar colocando duas vezes, porque ela já está incorporada lá na calibração,

1443
02:49:09.260 --> 02:49:17.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas ele diz aqui, decorrente da limitação de resolução. Pode ser que se de repente for uma meu nome,

1444
02:49:17.820 --> 02:49:22.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a resolução analógica, um ponteiro ou

1445
02:49:22.850 --> 02:49:30.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de repente dá totalização. Que, se você está usando lá da totalizadão, totalização, pode dar uma certa dúvida

1446
02:49:30.380 --> 02:49:38.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da totalização. Lá se fica entre um número e outro você usar um dígito lá de resolução.

1447
02:49:38.310 --> 02:49:44.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem. É questão de avaliar se você vai usar ou não essa resolução de novo.

1448
02:49:47.220 --> 02:49:51.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outra companhia. A gente fala. Que incerteza relativa à correção.

1449
02:49:54.260 --> 02:50:03.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A correção imperfeita da medida obtida para uso do instrumento de milição feita com o uso da equação da linha de tendência determinada a partir do resultado da calibração do instrumento.

1450
02:50:04.190 --> 02:50:15.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Caso você vá usar aquilo que a gente fazer. Uma equação da linha de ajuste é você é.

1451
02:50:15.920 --> 02:50:22.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você vai fazer isso, você vai fazer uma interpolação. Se você vai usar essa função

1452
02:50:23.080 --> 02:50:24.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí, você tem uma.

1453
02:50:25.560 --> 02:50:32.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma influência que isso pode gerar. Nós uma fonte de dúvida.

1454
02:50:34.890 --> 02:50:54.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A outra é a incerteza associada à eventual deriva instrumental apresentada pelo padrão. Então, a partir de histórico de calibração, pode ser que você tenha esse padrão pode apresentar derivas ao longo do tempo em termos de uso. E aí você entra com essa deriva. Considerando uma distribuição retangular,

1455
02:50:54.310 --> 02:51:05.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você vai pegar a maior deriva que você tem ao longo das últimas calibrações passadas. Para comparar os erros de medição, você vai pegar o maior erro entre calibrações.

1456
02:51:06.380 --> 02:51:18.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E considera isso, então uma distribuição retangular para você usar como uma uma fonte de incerteza também

1457
02:51:20.080 --> 02:51:25.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: incerteza associada a efeito de Esterese, caso exista em padrão,

1458
02:51:26.660 --> 02:51:37.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou se você pode de repente corrigir esse valor. Mas se você não corrigir, você considera, caso a esterese existe e não seja corrigida. Se você tem e não faz essa correção na leitura,

1459
02:51:37.990 --> 02:51:43.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pode considerar como uma fonte de incerteza. E aí também você vai pegar asterese, que é o maior valor.

1460
02:51:44.120 --> 02:51:47.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai usar como uma distribuição retangular.

1461
02:51:48.810 --> 02:51:56.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Use sempre a distribuição retangular nesses casos, porque ela não é como a gente já diz. Ela é conservadora. Você não está priorizando nenhum valor.

1462
02:51:57.640 --> 02:52:07.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então deriva. É estereese influência de variações de temperatura ou outra grandeza,

1463
02:52:07.700 --> 02:52:11.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: variações de pressão e tal. Você considera essas

1464
02:52:11.520 --> 02:52:15.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essas contribuições com a distribuição retangular que ficam mais fácil.

1465
02:52:19.610 --> 02:52:28.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Incerteza é referente à possibilidade de perda de pulsa pelo medidor padrão estimada a partir do número de pulsos, pode ser perdida no início ao final da repetição.

1466
02:52:31.180 --> 02:52:35.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então também eu digo que você pode estimar isso para

1467
02:52:36.020 --> 02:52:45.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo menos dois pulsos. Considera que você tem saída pulsada, e você pode perder um pulso no início. E um pulso no final da Compaj.

1468
02:52:46.800 --> 02:52:51.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considera esse valor aí também atribuindo dois pulsos.

1469
02:52:52.050 --> 02:53:03.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Lógico, você vai pegar o quanto representa cada pulso em termos de vazão x metros cúbicos. Aí por é

1470
02:53:04.150 --> 02:53:10.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de perda. E considera isso, uma instituição retangular também

1471
02:53:12.090 --> 02:53:21.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: incerteza associada ao valor do coeficiente de dilatação térmica do material, também considere isso como uma distribuição retangular,

1472
02:53:23.160 --> 02:53:28.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com certeza decorrente da utilização do padrão sobre condições de juros diferentes das de calibração

1473
02:53:28.720 --> 02:53:37.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função de tipo de fluide viscosidade. Se você vai considerar qualquer situação dessa também use como uma instituição retangular

1474
02:53:39.470 --> 02:53:44.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e outras se associa. Bom, então essas são as

1475
02:53:44.360 --> 02:53:50.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fontes de incertezas associadas ao medidor padrão e aos instrumentos medição auxiliares.

1476
02:53:50.250 --> 02:53:55.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Depois, ele fala aqui sobre o próprio instrumento de medição submetido à calibração.

1477
02:54:01.860 --> 02:54:07.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Faltam cinco minutos. Para o almoço é.

1478
02:54:08.430 --> 02:54:13.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem muita coisa aqui para a gente falar. Acho que melhor a gente é

1479
02:54:14.160 --> 02:54:16.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deixar isso aqui para a gente

1480
02:54:17.620 --> 02:54:21.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: falar depois do almoço. E depois é

1481
02:54:22.350 --> 02:54:25.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também tem bastante assunto para a gente ver aí, depois do almoço,

1482
02:54:26.270 --> 02:54:37.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vou passar rapidamente isso aqui, porque também o material que você já tem aí. Instrumentos metido à calibração. Você vai ver que muita coisa que tem a ver lá. Que fala sobre a resolução,

1483
02:54:37.290 --> 02:54:47.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sobre a influência dos parâmetros ambientais, temperatura, insolação. Sobre a questão de perda de pulso que tem a ver se você está falando de totalização.

1484
02:54:48.080 --> 02:54:57.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Questão de dilatação térmica, efeito de esterese tudo isso do padrão. Se o instrumento tiver também você deve considerar,

1485
02:54:58.260 --> 02:55:04.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é incerteza de que a gente é dispersão dos valores, então a incerteza tipo A.

1486
02:55:04.520 --> 02:55:14.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As outras incertezas aqui de influência de condições ambientais, de resolução, perda de pulso, dilatação térmica, esterese

1487
02:55:14.510 --> 02:55:16.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação ao fluido.

1488
02:55:16.320 --> 02:55:23.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você também tem as influências que podem ter com relação à variação de, por exemplo, temperatura

1489
02:55:24.080 --> 02:55:25.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do padrão e do medidor.

1490
02:55:27.450 --> 02:55:30.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em relação à questão de pressão,

1491
02:55:31.920 --> 02:55:40.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: variação de pressão também na entrada da saída do padrão. O ideal é que você mantenha essas condições estáveis

1492
02:55:41.020 --> 02:55:44.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação à massa específica do fluido.

1493
02:55:45.310 --> 02:55:46.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí,

1494
02:55:46.470 --> 02:55:57.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se houver variação. Mas espera se também que você controlando as pressões, as condições de pressão e temperatura, massa específica, não seja tão influenciada assim.

1495
02:55:57.830 --> 02:56:05.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um outro efeito que ele chama aqui é efeito de armazenamento de massa. Isso aí a gente vai ver com mais detalhes, um pouquinho mais para frente. Ali.

1496
02:56:05.900 --> 02:56:13.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso acontece muito quando você está enchendo, por exemplo, um tanque e tal. Você está acumulando massa. Você pode variar a temperatura da

1497
02:56:13.690 --> 02:56:15.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do líquido que está ali dentro.

1498
02:56:17.880 --> 02:56:23.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A fonte de certeza associada às condições de operação instalação.

1499
02:56:23.950 --> 02:56:30.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vem com relação a trechos, retos de tubulação, né? Então

1500
02:56:30.280 --> 02:56:47.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: todas essas outras fontes, se você conseguir minimizar, reduzir, elas são desprezíveis. Trecho reto de tubulação insuficiente para a estabilização do perfil. Ora, bola. Se eu estou fazendo uma bancada para fazer calibração, por que eu vou deixar a coisa

1501
02:56:47.880 --> 02:56:51.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: perturbar essa minha calibração?

1502
02:56:52.040 --> 02:57:09.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos considerar um projeto adequado com os trechos retos adequados. Direitinho, evitar que você tenha problemas de pulsação. Bolhas, vamos fazer uma montagem para evitar esse tipo de coisa.

1503
02:57:10.890 --> 02:57:26.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Incertezas associadas às manobras de válvula, caso seja utilizar a técnica startup. Então você também tem que minimizar essas condições para que essas ações sejam as mais rápidas possíveis para você não ter esse tipo de problema.

1504
02:57:26.510 --> 02:57:41.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estabilidade de vazão na linha. Então é ótimo. E você tenha isso, senão você vai ter que de repente fazer um teste os ensaios e ver qual é a sua melhor condição de estabilidade e usar esse. Qual é essa

1505
02:57:41.320 --> 02:57:55.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e instabilidade igual você tem, por exemplo, para o banho térmico. Vamos falar para a temperatura por melhor que sem esse banho térmico, ele sempre vai apresentar uma certa estabilidade quando você atinge o ponto de controle, uma certa oscilação

1506
02:57:55.920 --> 02:58:02.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na temperatura. Mesmo que você tenha lá naquele ponto de. Principalmente se for um banho. Vamos dizer um banho,

1507
02:58:02.700 --> 02:58:07.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não um forno de bloco seco que aí já é mais fácil de você controlar.

1508
02:58:08.970 --> 02:58:18.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai usando um óleo, um fluido aqui mesma coisa. Você de repente vai ensaiar essa sua bancada para ver qual é a melhor condição de estabilidade.

1509
02:58:18.680 --> 02:58:35.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por exemplo, trinta da vazão máxima da bancada da minha estação tem uma oscilação ali de mais ou menos zero,um. Então você vai usar isso como também uma contribuição na incerteza da sua calibração,

1510
02:58:36.960 --> 02:58:47.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: incerteza decorrente do método. Aí a gente vai ver aqui um pouco mais novamente. Quais são os fatores de incerteza e função do uso de método grave métrico, o volume México,

1511
02:58:47.570 --> 02:58:49.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o comparativo.

1512
02:58:51.790 --> 02:59:05.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E depois, caso você tenha associado a cálculos e tratamento de dados realizado na calibração, isso porque você tem ali usando equações, modelos matemáticos. Tal para calcular volumes. Isso pode

1513
02:59:05.320 --> 02:59:14.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é trazer algumas incertezas em relação a isso. Às vezes você tem problemas de mudanças de normas. Às vezes você está.

1514
02:59:14.350 --> 02:59:15.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Norma Api,

1515
02:59:15.920 --> 02:59:34.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é da American Petrol Instituto ou da Iso, que você tem que converter uma informação e outra. Você usa a densidade em grau Api, que usa temperaturas de referência em grau Faren Night. Aí você tem alguns fatores de conversão ali que podem dar algumas incertezas.

1516
02:59:37.260 --> 02:59:42.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então, gente, vamos dar para o nosso intervalo para o almoço. Meio dia. Agora,

1517
02:59:43.480 --> 02:59:45.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí o mil e quinze, a gente volta.

1518
02:59:46.140 --> 02:59:48.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a gente vai finalizar nosso curso.

1519
02:59:50.570 --> 02:59:52.040
TARCISIO NOGUEIRA: Combinado, professor.

1520
02:59:52.380 --> 02:59:52.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a.

1521
02:59:52.810 --> 02:59:54.240
TARCISIO NOGUEIRA: Beleza.

1522
02:59:54.530 --> 02:59:55.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau.

1523
02:59:55.560 --> 02:59:57.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um bom almoço para vocês aí.

1524
02:59:57.620 --> 02:59:58.889
TARCISIO NOGUEIRA: Obrigado, senhor. Também.

1525
03:00:32.760 --> 03:00:37.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom. Vamos lá, pessoal. Vamos voltando aqui do almoço,

1526
03:00:38.190 --> 03:00:41.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: animados aqui, que a gente já está na reta final.

1527
03:00:43.150 --> 03:00:46.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí vamos nós.

1528
03:00:50.010 --> 03:00:54.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como a gente tem que terminar até as três horas. Porque depois de três às quatro, tem uma provinha para vocês.

1529
03:00:55.700 --> 03:00:59.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma hora aí para fazer uma prova poder depois ter o diploma.

1530
03:00:59.650 --> 03:01:00.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá bom.

1531
03:01:02.720 --> 03:01:05.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Brincadeira, gente, brincadeira.

1532
03:01:06.660 --> 03:01:09.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estão presentes animados aí.

1533
03:01:09.750 --> 03:01:10.880
TARCISIO NOGUEIRA: Estamos na área.

1534
03:01:11.930 --> 03:01:14.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na área, beleza. Então vamos nós. Aqui

1535
03:01:14.940 --> 03:01:23.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos ver aqui sobre os métodos. As fontes de incerteza. As principais fontes de incerteza. São os métodos de calibração que a gente viu.

1536
03:01:24.360 --> 03:01:35.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Apesar que a gente terminou aí antes do almoço falando. Também são algumas fontes de certezas que tem lá no certificado de calibração certificado. Não, desculpa. No documento do Inmet da Cgec

1537
03:01:36.080 --> 03:01:43.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e fala sobre, basicamente ali ele cita método de comparação direta

1538
03:01:43.230 --> 03:01:50.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de dois instrumentos. Ele cita várias fontes de incerteza. Aqui a gente também vai falar algumas, mas também vai mostrar sobre alguns outros métodos,

1539
03:01:50.720 --> 03:01:56.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o gravimétrico e o volumétrico. As principais fontes de incerteza

1540
03:01:56.200 --> 03:02:02.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que existem basicamente, elas estão grupadas dentro dessas categorias. Aqui,

1541
03:02:02.720 --> 03:02:07.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o método em si, a instalação, o medidor sob calibração,

1542
03:02:08.110 --> 03:02:11.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: influência do fluido, padrões, instrumentos auxiliares,

1543
03:02:12.180 --> 03:02:14.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os profissionais aqui, para o pessoal, envolvido.

1544
03:02:15.320 --> 03:02:22.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo isso que pode acabar impactando no resultado da medição da incerteza, ou também no erro de medição?

1545
03:02:24.300 --> 03:02:28.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos lá vamos começar. Aí é

1546
03:02:29.820 --> 03:02:38.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bom. As incertezas geral, independente do método, como dizia, aplicado para qualquer método de calibração, são as avaliações das incertezas tipo a

1547
03:02:39.980 --> 03:02:43.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que a gente viu sobre certeza. Tipo A,

1548
03:02:43.160 --> 03:02:48.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as fontes de incerteza, a dispersão dos erros de indicação,

1549
03:02:48.700 --> 03:02:52.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dispersão dos valores, medidas e calculando os erros.

1550
03:02:53.520 --> 03:02:57.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem então a incerteza dos erros, a dispersão disso

1551
03:02:58.710 --> 03:03:02.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a melhor estimativa que a gente viu é o desvio padrão experimental,

1552
03:03:03.640 --> 03:03:18.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a estimativa, desvio padrão experimental. E a gente chama aqui do divisor. Ou seja, é a melhor estimativa. Eu vou dividir por raiz, higiene. Lembra que é isso aqui? Raiz, higiene representa.

1553
03:03:18.440 --> 03:03:20.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Hoje vi o padrão da média

1554
03:03:22.000 --> 03:03:31.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: adotando então uma distribuição normal para esse tipo de distribuição, considerando uma instituição

1555
03:03:31.770 --> 03:03:39.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tomar uma entre aspas, trabalhando naquela Tv, estudant para um grau de liberdade igual n menos um lembrando, entrando lá na tabela, teria estudant

1556
03:03:40.270 --> 03:03:42.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um grau de liberdade N menos um

1557
03:03:42.940 --> 03:03:45.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a incerteza tipo A para isso.

1558
03:03:46.380 --> 03:03:56.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então serve para qualquer método que eu faça as medidas. Então eu tenho de vir o padrão. Então, por exemplo, se eu estou calibrando um determinado totalizador volume México,

1559
03:03:57.110 --> 03:04:07.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então ela tem aqui a primeira, segunda, terceira totalização. O valor indicado pelo padrão, o valor indicado pelo totalizado

1560
03:04:07.580 --> 03:04:11.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo medidor subcalibração. Aí você tem um erro.

1561
03:04:12.000 --> 03:04:18.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem a média dos erros e o desvio padrão desses erros aqui, zero,zero. Então desvio padrão

1562
03:04:18.720 --> 03:04:27.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da repetibilidade. Então vai ser esse desvio padrão obtido aqui dividido por raio de três. No caso aqui, eu fiz três medições.

1563
03:04:27.760 --> 03:04:35.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu teria, nessa situação um exemplo aqui de zero,zero, quinhentos7 metros cúbicos por hora.

1564
03:04:35.950 --> 03:04:37.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá considerando

1565
03:04:38.160 --> 03:04:44.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quem eu vou aqui adotar o desvio padrão da média da repetibilidade que é o desvio padrão da média.

1566
03:04:45.080 --> 03:04:59.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, para um totalizador volumétrico, ou se você quisesse fosse uma vazão volumétrica, o princípio é o mesmo tempo de coleta, por exemplo, para cada dois segundos, coleta feita de forma visual. O registro feito nessa planilha cinco medições,

1567
03:05:00.300 --> 03:05:08.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então os valores obtidos pela leitura do padrão, pelo medidor sob calibração.

1568
03:05:09.730 --> 03:05:21.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu tenho aqui os erros de medição, a média desses erros, o desvio padrão desses valores.

1569
03:05:22.710 --> 03:05:30.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí é onde vi o padrão. Então da repetibilidade. Pegando isso aí, dividindo por raiz de cinco.

1570
03:05:32.160 --> 03:05:36.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho ele aqui é calculado aqui.

1571
03:05:38.630 --> 03:05:45.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, é se eu considerar agora.

1572
03:05:46.760 --> 03:05:49.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então a incerteza tipo, é isso.

1573
03:05:49.900 --> 03:05:52.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como a gente já viu, é dispersão dos resultados.

1574
03:05:53.150 --> 03:05:57.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Calculando, devia padrão experimental. E se eu foda

1575
03:05:58.240 --> 03:06:01.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o desvio padrão experimental? Tudo bem, se eu for usar

1576
03:06:02.580 --> 03:06:10.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerando a melhor estimativa, como o desvio padrão da média. Eu pego o divido por raio, higiene e tenho então a incerteza da

1577
03:06:11.390 --> 03:06:12.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: repetibilidade.

1578
03:06:16.350 --> 03:06:21.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então, eu tenho agora aqui é uma outra.

1579
03:06:22.420 --> 03:06:24.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um tipo de influencer,

1580
03:06:24.740 --> 03:06:32.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aplicável ao método grave métrico que a gente viu, né? Método grave métrico. Um deles fala sobre aquele diversor.

1581
03:06:32.370 --> 03:06:41.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aquele mecanismo de diversão aqui que você tem é a entrada aqui. Ó,

1582
03:06:42.810 --> 03:06:48.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando você aciona, ele pode jogar. Ele está normalmente. Por exemplo, vamos supor que está normalmente para esse lado.

1583
03:06:48.770 --> 03:06:53.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando eu aciono isso aqui, pula para lá. O líquido vem e cai aqui dentro.

1584
03:06:54.980 --> 03:06:57.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é isso aqui.

1585
03:06:58.860 --> 03:07:11.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você está caindo para o lado de cá. Quando eu posiciono isso aqui no outro lado. Aqui. Isso aqui, desloca. Ele. Vem para o lado de cá. Você pode ser assim. Ou pode ser desse jeito aqui.

1586
03:07:11.450 --> 03:07:19.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele pode ter um diverso dessa forma. Ou pode ter um diversor desse jeito aqui.

1587
03:07:19.530 --> 03:07:25.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a fonte de incerteza é a repetibilidade desse sistema inversor.

1588
03:07:25.720 --> 03:07:31.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí. Você tem lá nessa norma. Na quarenta mil cento e oitenta e cinco.

1589
03:07:32.290 --> 03:07:35.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fala sobre uma incerteza

1590
03:07:36.270 --> 03:07:46.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: padrão lá para sessenta e oito. Sabe quem seis é padrão nesse item da norma seis.dois. Ponto dois.dois dessa norma:

1591
03:07:47.770 --> 03:07:49.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quarenta e oito, trinta e cinco.

1592
03:07:49.940 --> 03:07:59.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Diz lá como você deve atribuir a incerteza desse tema diversor.

1593
03:08:00.150 --> 03:08:02.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você vai considerar como

1594
03:08:03.610 --> 03:08:11.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um divisor por um aqui. Por quê? Porque se eu estou trabalhando aqui com incerteza padrão. Já a norma já define qual é o

1595
03:08:11.430 --> 03:08:19.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o valor dessa incerteza que você deve considerar para sessenta e oito para um de mil padrão,

1596
03:08:19.180 --> 03:08:29.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: atribuindo então uma distribuição normal. Então, quando eu uso esse sistema inversor, eu posso usar a referência da norma quatro mil cento e oitenta e cinco de dois mil e nove

1597
03:08:29.530 --> 03:08:30.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para avaliar isso.

1598
03:08:35.420 --> 03:08:42.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, todas essas outras incertezas aqui a gente falou primeiro, inicialmente sobre incerteza tipo A, e aí

1599
03:08:43.520 --> 03:08:47.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso aqui também seria uma incerteza também tipo a

1600
03:08:48.790 --> 03:08:53.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é avaliado através da repetibilidade desse sistema diversor.

1601
03:08:54.350 --> 03:09:02.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Faz alguns testes lá e experimentalmente, você avalia a incerteza dele

1602
03:09:03.230 --> 03:09:08.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e as demais. Agora que a gente vai ver, são avaliações.

1603
03:09:08.330 --> 03:09:18.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quem chama da incerteza tipo B são outras que a gente vai incorporar no incorporar no bom sentido,

1604
03:09:18.460 --> 03:09:27.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: incorporar aqui na contribuição aqui da contribuição das incertezas. Então as avaliações

1605
03:09:27.450 --> 03:09:35.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem certeza, tipo B, então, também para qualquer método de medição, as pessoas envolvidas, os técnicos,

1606
03:09:36.100 --> 03:09:42.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eles podem contribuir para para essa fonte de incerteza.

1607
03:09:44.790 --> 03:09:50.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí o que a gente fala. O pessoal que faz as calibrações tem que ter o treinamento

1608
03:09:52.220 --> 03:09:57.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem que ter um acompanhamento das calibrações atividades bem definidas.

1609
03:09:57.680 --> 03:10:06.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você pode e deve periodicamente, fazer essas comparações dentro do seu laboratório com os técnicos envolvidos

1610
03:10:06.920 --> 03:10:11.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é definir, calcular qual é o erro.

1611
03:10:11.660 --> 03:10:21.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Chamou erro normalizado em relação dos técnicos em relação a uma referência definida que se espera.

1612
03:10:22.090 --> 03:10:28.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem aqui o erro normalizado que é.

1613
03:10:29.840 --> 03:10:31.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É bom. A

1614
03:10:32.150 --> 03:10:43.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medição feita pelo técnico com relação a uma medição de referência, que pode ser, tipo, uma média de resultados obtidos pelos vários técnicos da calibração.

1615
03:10:43.550 --> 03:10:52.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você com isso, tem lá. De repente, uma incerteza associada para esse conjunto de técnicos, considerando um padrão.

1616
03:10:53.140 --> 03:11:00.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E então você pode ver em função do teu profissional. Como é que ele se encaixa? Então, isso

1617
03:11:01.140 --> 03:11:05.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é. Pode ser considerado ou não?

1618
03:11:05.870 --> 03:11:07.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se esse erro

1619
03:11:07.580 --> 03:11:16.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de um determinado profissional está maior do que deve. O interessante é que você tem uma equipe homogênea que vai fazer as calibrações

1620
03:11:16.120 --> 03:11:22.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que não haja essa influência, dependendo de quem faz

1621
03:11:22.760 --> 03:11:33.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o ensaio ou quem faz a calibração. Você considerar isso como uma fonte de incerteza. Mas tem aí uma indicação de como é que você pode avaliar

1622
03:11:33.460 --> 03:11:36.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dentro da sua equipe, da sua estrutura?

1623
03:11:37.810 --> 03:11:46.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outras fontes aplicáveis também em qualquer método de calibração, são os padrões de medição

1624
03:11:46.470 --> 03:11:50.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e instrumentos que a gente chama dos instrumentos auxiliares.

1625
03:11:51.600 --> 03:11:56.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí esses momentos auxiliares são os outros que você, de alguma forma está envolvido.

1626
03:11:56.980 --> 03:12:08.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Termos de medicina de pressão, temperatura, umidade, massa, densidade, tudo o que for, outras medidas auxiliares que de alguma maneira podem

1627
03:12:08.700 --> 03:12:15.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é influenciar no valor da medição, nas correções que você tem que fazer.

1628
03:12:16.180 --> 03:12:22.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, de uma forma geral, algumas. A gente já viu, inclusive antes do almoço.

1629
03:12:23.060 --> 03:12:27.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A incerteza herdada lá do certificado de calibração.

1630
03:12:27.870 --> 03:12:32.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Geralmente, o certificado vai estar com uma incerteza expandida

1631
03:12:33.080 --> 03:12:36.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: declarada lá como fator de abrangência.

1632
03:12:37.210 --> 03:12:45.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fator K não é isso de abrangência, e com isso, a gente adota

1633
03:12:46.370 --> 03:12:54.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a probabilidade como uma distribuição normal. Mas se o fator de abrangência for igual a dois, tudo bem. Se o fator de abrangência é diferente de dois,

1634
03:12:54.600 --> 03:13:06.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente está sabendo que foi considerada lá um uma distribuição T. Studio, e que você vai

1635
03:13:07.830 --> 03:13:12.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de qualquer maneira, vai pegar essa certeza expandida e dividir pelo fratura de abrangência.

1636
03:13:12.660 --> 03:13:15.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E sendo uma distribuição terrestuda, a gente tem

1637
03:13:16.010 --> 03:13:20.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um grau de liberdade lá diferente de infinito, né?

1638
03:13:22.140 --> 03:13:26.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você vai depois considerar no cálculo ali daquela

1639
03:13:26.850 --> 03:13:32.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: certeza combinada, aquela coisa toda do grau de liberdade lá, da incerteza combinada.

1640
03:13:33.880 --> 03:13:40.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bem, então você tem certeza do certificado de calibração. Você tem o desvio padrão das leituras,

1641
03:13:41.570 --> 03:13:43.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os erros de indicação.

1642
03:13:48.910 --> 03:13:54.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem o desvio padrão dessas leituras admitidas basicamente aqui. Nesse caso, ele está falando sobre os

1643
03:13:55.200 --> 03:14:02.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os instrumentos padrões, porque se for do padrão de menção,

1644
03:14:03.960 --> 03:14:13.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acaba sendo considerado ali ou do instrumento que está sendo calibrado, caso aí padrão. Se fosse o caso, entra com uma incerteza tipo A.

1645
03:14:13.890 --> 03:14:28.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui está entrando como uma incerteza, tipo B, porque foram resultados de leituras obtidas anteriormente, das medições ali de

1646
03:14:28.850 --> 03:14:42.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de A pressão, a temperatura. Alguma coisa assim, outra é fonte aplicável seria, caso exista, né?

1647
03:14:42.570 --> 03:14:49.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A deriva instrumental obtida no histórico de calibração do padrão é o módulo

1648
03:14:49.960 --> 03:14:56.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre a maior tendência no certificado atual e a maior tendência presente no último certificado.

1649
03:14:57.510 --> 03:15:00.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu vou ver é

1650
03:15:01.870 --> 03:15:03.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se existe ou não essa deriva,

1651
03:15:04.300 --> 03:15:13.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: existindo, como se aplica. Considera que tem uma distribuição de probabilidade retangular e aí, divisor raiz de doze é,

1652
03:15:16.450 --> 03:15:21.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então é uma fonte possível de incerteza também

1653
03:15:22.220 --> 03:15:27.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do limitação do indicador do padrão do resolução.

1654
03:15:27.870 --> 03:15:33.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você pode ter o problema da resolução. Pode estar lá na menor divisão,

1655
03:15:35.260 --> 03:15:42.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: provavelmente aqui, sem estar falando de padrões que acabam usando

1656
03:15:43.070 --> 03:15:48.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: indicadores digitais. Então, usando lá a menor divisão, resolução,

1657
03:15:48.940 --> 03:15:53.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dividido também usando uma instituição retangular dividido por raiz de doze

1658
03:15:54.540 --> 03:16:00.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a influência dos parâmetros ambientais no desempenho de meridores de vazão e auxiliares.

1659
03:16:01.480 --> 03:16:07.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem que fazer uma análise, um estudo dessa influência, dessas condições ambientais,

1660
03:16:08.790 --> 03:16:16.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e essa influência vai atuar lá, como também uma distribuição retangular.

1661
03:16:16.450 --> 03:16:19.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que basicamente, a gente usa praticamente

1662
03:16:19.660 --> 03:16:26.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a distribuição retangular para qualquer outro fator de influências da incerteza tipo B,

1663
03:16:28.020 --> 03:16:34.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: utilização de padrão e condição diferente das relatadas pelo certificado de calibração, essas coisas que a gente tinha visto,

1664
03:16:35.020 --> 03:16:38.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: inclusive lá também no documento Segecler. Sobre isso,

1665
03:16:39.960 --> 03:16:46.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então essa aqui é a influência dos parâmetros ambientais no desempenho de emissores de invasão.

1666
03:16:46.410 --> 03:16:51.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em algumas considerações que a gente pode fazer, que, de repente, você tem

1667
03:16:53.130 --> 03:17:03.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: talvez a influência maior talvez seja isso, tipo, a temperatura ambiente elevada. Quando eu faço, por exemplo, calibrações em campo, calibrações em campo, não tem como controlar a temperatura.

1668
03:17:04.430 --> 03:17:10.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu tenho que medir. Tenho que ver essa temperatura.

1669
03:17:10.480 --> 03:17:25.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para poder entrar naquelas compensações daquelas equações de compensação, porque talvez aí você tenha que ver quanto está de diferença. Se a tua temperatura de referência normalmente é vinte graus, que é o.

1670
03:17:25.960 --> 03:17:29.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A temperatura padrão usada como referência.

1671
03:17:29.280 --> 03:17:34.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu estou trabalhando em campo lá de fora.

1672
03:17:35.320 --> 03:17:37.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Temperatura: vinte graus. Você não vai ter, né?

1673
03:17:38.560 --> 03:17:40.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Normalmente não vai ter,

1674
03:17:40.470 --> 03:17:46.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a não ser que você esteja em um lugar que seja mais frio. Mas normalmente a temperatura lá fora é mais alta.

1675
03:17:48.790 --> 03:17:54.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente que está no Rio de Janeiro sabe que às vezes pode dar

1676
03:17:54.970 --> 03:17:57.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: trinta e cinco, trinta e cinco, quarenta.

1677
03:18:00.070 --> 03:18:03.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você precisa fazer essa compensação.

1678
03:18:03.830 --> 03:18:09.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outra também. Consideração que pode também, principalmente se você tiver, é

1679
03:18:09.860 --> 03:18:16.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também fora campo alguma coisa. É questão de umidade, ambiente com umidade muito elevada,

1680
03:18:16.970 --> 03:18:23.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: instrumentos, por exemplo, como eletrônica sensíveis. É isso que não tem proteção. Você ter problema de oxidado

1681
03:18:23.780 --> 03:18:26.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de oxidação e tal.

1682
03:18:27.480 --> 03:18:29.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aterramento inadequado.

1683
03:18:32.880 --> 03:18:38.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Lembra que a gente falou sobre o medidor magnético que você precisa fazer um aterramento adequada nele.

1684
03:18:38.810 --> 03:18:43.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na hora de fazer a medição na calibração. Também eu tenho quanto fazer ele aterrado ali no aborto.

1685
03:18:44.300 --> 03:18:50.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Condutividade não controlada. Então essas fontes de incerteza. Nem sempre vai ter fácil. Não?

1686
03:18:51.230 --> 03:18:56.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, avaliar essas fontes, estudar manuais, estudos e casos,

1687
03:18:56.850 --> 03:19:03.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: experiências, avaliação experimental, essas coisas nem sempre é muito fácil. Não, o ideal é que eu pudesse eliminar

1688
03:19:03.990 --> 03:19:09.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a existência desses fatores de risco. Nem sempre muito fácil de quantificar isso.

1689
03:19:11.900 --> 03:19:17.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A temperatura ainda é, não é?

1690
03:19:17.360 --> 03:19:21.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ainda é mais fácil. É umidade também, que você pode medir ali temperatura e umidade,

1691
03:19:23.040 --> 03:19:29.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: várias questões de aterramento, condutividade do fluido e tal. Isso já é mais difícil de controlar.

1692
03:19:30.290 --> 03:19:36.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma outra que a gente falou anteriormente aqui foi a utilização de padrão em condições diferentes.

1693
03:19:36.390 --> 03:19:38.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí é.

1694
03:19:38.530 --> 03:19:41.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode ter a questão de

1695
03:19:41.570 --> 03:19:50.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se o, por exemplo, o método de calibração que eu estou usando para o meu padrão foi diferente do método que ele foi calibrado.

1696
03:19:51.230 --> 03:19:56.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então pode ser que tenha alguma consideração que eu tenha que avaliar

1697
03:19:57.090 --> 03:20:00.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de montagem, conexões e flanches e tal

1698
03:20:01.230 --> 03:20:05.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dispositivos auxiliares que possam ter conversor

1699
03:20:05.620 --> 03:20:12.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dedicado ao fornecido pelo laboratório que realiza um serviço. A calibração realizada pela saída de frequência. E o padrão

1700
03:20:13.090 --> 03:20:20.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não tem. Isso é indicação local. Então essas coisas podem mudar. Está os cuidados, temperatura e pressão de trabalho.

1701
03:20:21.130 --> 03:20:25.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O editor lá foi submetido. Então tem algumas considerações que você precisa

1702
03:20:25.800 --> 03:20:29.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: avaliar em relação daquilo que foi que o teu padrão, principalmente,

1703
03:20:30.130 --> 03:20:33.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: foi recalibrado ver se na condição que você está

1704
03:20:34.010 --> 03:20:39.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: colocando ele para funcionar lá. Você tem algumas implicações nesse sentido.

1705
03:20:39.940 --> 03:20:46.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa figura mostra alguns cuidados. Por exemplo, você, que tem um padrão de massa

1706
03:20:47.240 --> 03:20:51.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e usa. Você usa um medidor padrão de massa

1707
03:20:52.940 --> 03:20:56.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cuidado na hora que você for montar.

1708
03:20:56.430 --> 03:21:02.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu acredito que basicamente ele deva estar montado numa linha horizontal, mas.

1709
03:21:02.550 --> 03:21:03.950
TARCISIO NOGUEIRA: Horizonte.

1710
03:21:03.950 --> 03:21:10.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, mas também o cuidado aqui. Você não ter exatamente logo depois dele.

1711
03:21:10.510 --> 03:21:11.210
TARCISIO NOGUEIRA: Uhum.

1712
03:21:11.210 --> 03:21:14.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alguma coisa, você manter um determinado trecho reto.

1713
03:21:14.720 --> 03:21:21.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas ele pode ser usado também em linhas ascendentes, numa calibração, não em linhas descendentes

1714
03:21:22.320 --> 03:21:28.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por causa do problema aqui de lembro que isso aqui tem uma vibração. Isso aqui pode de repente,

1715
03:21:28.760 --> 03:21:33.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ter uma certa descontinuidade no flui do que está aqui dentro.

1716
03:21:33.950 --> 03:21:38.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí isso pode alterar um pouco essa oscilação.

1717
03:21:38.900 --> 03:21:49.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outros cuidados, na hora de montar aqui. Bem simples questão de desalinhamento das conexões, que isso também pode perturbar.

1718
03:21:50.020 --> 03:21:51.100
TARCISIO NOGUEIRA: Sem fruto.

1719
03:21:51.100 --> 03:21:51.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é?

1720
03:21:52.020 --> 03:21:53.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso tem que tomar cuidado

1721
03:21:54.030 --> 03:22:00.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com esses alinhamentos. A coisa tem que estar muito bem. Alinhadinha direitinho. Então, quanto menos

1722
03:22:01.170 --> 03:22:09.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: possibilidades de intervenções quer dizer, de perturbações você inclui no sistema melhor.

1723
03:22:10.340 --> 03:22:18.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se a gente vai montar uma estrutura, uma bancada para fazer calibração. Vamos fazer uma coisa que

1724
03:22:18.390 --> 03:22:25.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tenha em termos de instalação e de montagem, tenha a menor influência possível no resultado da da medição.

1725
03:22:27.820 --> 03:22:35.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, com relação isso aqui a gente viu com relação a padrões e instrumentos auxiliares.

1726
03:22:35.680 --> 03:22:38.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos dar uma olhada com relação agora,

1727
03:22:38.360 --> 03:22:42.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo, há um método volumétrico específico do método volumétrico.

1728
03:22:42.920 --> 03:22:46.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho uma incerteza associada.

1729
03:22:47.150 --> 03:22:51.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, Ah, o coeficiente de dilatação volumética do material do vaso.

1730
03:22:52.370 --> 03:22:57.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na equação que a gente viu tinha lá. O coeficiente de dilatação volumétrica.

1731
03:22:58.320 --> 03:23:04.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, ele tem um uma certeza em função da variação de temperatura.

1732
03:23:04.700 --> 03:23:16.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se esse controle de temperatura é bem estável, apesar que a gente sabe, é uma outra coisa que a gente vai ver aqui, que é o que chama o efeito.

1733
03:23:16.800 --> 03:23:24.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está aqui. O efeito de armazenamento de massa. Porque à medida que você vai colocando massa. Você tem uma variação de temperatura. Mas depois de chegar lá.

1734
03:23:25.030 --> 03:23:33.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas tudo bem. A gente pode comparar esse efeito em função do fluido de armazenamento de massa à medida que você vai. Por exemplo, você está enchendo

1735
03:23:33.840 --> 03:23:50.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque tudo bem. Pode ser uma balança, mas consideramos aquele vaso. Você está enchendo ele. Esse fluido vem numa determinada temperatura. Você começa a encher botar mais produtos. A tendência é que essa temperatura aqui vá se alterando.

1736
03:23:50.890 --> 03:23:56.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai ganhando massa. Você vai podendo ter uma variação de temperatura.

1737
03:23:57.040 --> 03:24:10.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode não ser significativa, mas dependendo do volume do tamanho, pode ser que seja interessante. Então você é bom avaliar essa variação de temperatura em função

1738
03:24:10.400 --> 03:24:19.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da massa que passou do volume e tal, e ver como é que isso vai influenciar aqui. Vamos voltar agora, aqui, no método, volume

1739
03:24:20.300 --> 03:24:24.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na questão do coeficiente de dilatação fonomético do material

1740
03:24:25.220 --> 03:24:28.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do vaso, em função dessa variação de temperatura.

1741
03:24:29.050 --> 03:24:35.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, fazendo essa análise, essa consideração,

1742
03:24:36.900 --> 03:24:46.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a princípio, o que a gente diz. A gente avalia as possíveis fontes de incerteza. Tenta quantificar e verificar se ela

1743
03:24:46.350 --> 03:24:53.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela é pertinente no sentido de que ela pode impactar ou não se essa avaliação

1744
03:24:53.550 --> 03:25:01.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: chegar a uma conclusão de que essa influência é desprezível em relação às outras. De repente, eu até não considero,

1745
03:25:01.400 --> 03:25:07.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no resultado da planilha de incerteza. Mas para não considerar, primeiro precisa avaliar,

1746
03:25:08.080 --> 03:25:14.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é possível experimentalmente avaliar isso, fazer um experimento e avaliar.

1747
03:25:14.750 --> 03:25:21.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se for interessante, uma vez que de repente avaliada, tem essa informação, eu posso já utilizar,

1748
03:25:22.090 --> 03:25:31.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí, nesse caso, eu vou atribuir uma distribuição retangular para isso. Variação dessa questão da dilatação volumeta

1749
03:25:31.900 --> 03:25:45.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a inclinação da medida materializada. Eu comentei: se você não tiver uma medida bem alinhada que a gente chama aqui no nível zerado, uma inclinação zerada.

1750
03:25:45.410 --> 03:25:58.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai ter uma leitura incorreta, porque aqui a medida volumétrica você faz a leitura é aqui, no.

1751
03:25:58.990 --> 03:26:01.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No indicador de nível que tem do lado de fora. Aqui.

1752
03:26:02.310 --> 03:26:10.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é por vaso comunicante o nível que está enchendo, o que também está. E aí você tem uma escala graduada aqui,

1753
03:26:10.280 --> 03:26:14.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que isso aqui representa o ajuste fino da leitura.

1754
03:26:16.100 --> 03:26:23.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu vou ver, por exemplo, onde é que isso aqui teria que parar para poder ver o volume correto que eu estou

1755
03:26:23.770 --> 03:26:35.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medindo. Ou também pode ser o contrário. Eu posso fazer a medição ali no meu medidor, fazendo o volume, lendo lá quando atingir um determinado volume, eu paro e vou fazer a leitura aqui

1756
03:26:35.990 --> 03:26:38.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no

1757
03:26:38.420 --> 03:26:48.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no indicador de nível da minha medida volumétrica. Só que se eu tiver um determinado ângulo, tudo bem. Que aqui está uma inclonação

1758
03:26:49.230 --> 03:26:50.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: me reforçada aqui, mano.

1759
03:26:51.480 --> 03:26:53.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê dois graus de erro.

1760
03:26:56.300 --> 03:27:00.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou ter uma leitura aqui que vai representar essa

1761
03:27:00.800 --> 03:27:06.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa inclinação, né? Quer dizer, na verdade, isso aqui deveria estar aqui em cima, né?

1762
03:27:07.230 --> 03:27:12.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se tivesse ali nivelado. Mas eu estou lendo aqui embaixo. Então você consegue calcular

1763
03:27:13.160 --> 03:27:19.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: qual é essa diferença? Sabendo que você tem a dimensão do

1764
03:27:19.880 --> 03:27:23.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as medidas do seu vaso. Então, por exemplo, aqui a área,

1765
03:27:24.020 --> 03:27:26.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a área daqui é Pi D

1766
03:27:26.810 --> 03:27:30.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ao quadrado sub quatro desse diâmetro interno aqui.

1767
03:27:30.850 --> 03:27:31.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá bom.

1768
03:27:31.840 --> 03:27:39.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Com o esse Delta V. Essa variação de volume dada por essa inclinação. É o quê?

1769
03:27:40.060 --> 03:27:45.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa área é desautora. Não é isso.

1770
03:27:45.510 --> 03:27:48.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O volume aqui é área vez, altura.

1771
03:27:48.970 --> 03:27:58.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa altura pode ser calculado. Se você considerar aqui, você tem uma determinada inclinação, né?

1772
03:27:58.980 --> 03:28:06.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o mesmo ângulo aqui em cima, por semelhança de triângulo. E esse é ângulo aqui em cima. Então esse ângulo é igual de baixo aqui,

1773
03:28:06.780 --> 03:28:08.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: geometricamente.

1774
03:28:08.840 --> 03:28:18.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A tangente desse ângulo é igual a esse h. Vezes o o diâmetro. Esse aqui, ó, vamos considerar

1775
03:28:20.240 --> 03:28:23.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa distância aqui.

1776
03:28:26.020 --> 03:28:39.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu consigo medir isso aqui. Esse diâmetro e mais essa distância de leitura aqui, consigo saber qual o valor desse a. Então a minha altura, H

1777
03:28:39.300 --> 03:28:44.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é a tangente desse ângulo vezes esse azinho,

1778
03:28:44.510 --> 03:28:49.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o meu Delta V aqui é a área vez esse H.

1779
03:28:49.520 --> 03:28:53.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é isso aqui. Ó Pi deu a quadrado. Talvez a tangente do ângulo.

1780
03:28:54.260 --> 03:28:59.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, em função do ângulo que eu tenho de inclinação. É o que eu tenho. Uma mudança de volume

1781
03:29:01.150 --> 03:29:04.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. Ó em função desse ângulo.

1782
03:29:04.770 --> 03:29:11.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa inclinação, eu tenho uma variação no volume de leitura. Então eu tenho que procurar

1783
03:29:11.870 --> 03:29:18.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zerar. Isso é zerar no sentido de buscar uma inclinação com ela, mas pode ser que, de repente,

1784
03:29:18.760 --> 03:29:28.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma montagem lá, eu não consigo estar exatamente. Mas se eu conseguir medir essa inclinação,

1785
03:29:29.930 --> 03:29:35.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por menor que seja, eu posso corrigir nessa leitura aqui.

1786
03:29:35.970 --> 03:29:40.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Variação do volume calculado. Considerando uma distribuição retangular

1787
03:29:41.880 --> 03:29:46.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função dessa geometria, eu posso acertar agora o ideal.

1788
03:29:47.640 --> 03:29:55.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É por isso que você tem aquelas medidas lá. Estão naqueles aqueles suportes e tal,

1789
03:29:55.810 --> 03:29:58.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de modo que eu possa acertar,

1790
03:29:59.310 --> 03:30:03.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nivelar essas medidas para que não tenha.

1791
03:30:04.220 --> 03:30:06.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Lembra daquela figura.

1792
03:30:07.190 --> 03:30:12.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acho que está aqui. Traz bem longe, aqui a figura do medidor.

1793
03:30:14.620 --> 03:30:15.910
TARCISIO NOGUEIRA: É isso aí.

1794
03:30:15.910 --> 03:30:28.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso aqui. Então isso aqui. Você vai ajustar esses níveis. Essa posição aqui, para que essa medida aqui,

1795
03:30:29.120 --> 03:30:33.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o ideal é que você tenha,

1796
03:30:35.100 --> 03:30:38.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mesmo que você vá, por exemplo, colocar essa.

1797
03:30:38.400 --> 03:30:43.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é apoiado direto. Isso aqui for fixo, de repente está apoiado direto no

1798
03:30:43.610 --> 03:30:47.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no chão. Você ter como nivelar isso,

1799
03:30:47.870 --> 03:30:53.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pés que você consiga nivelar e acertar esse tipo de coisa.

1800
03:30:55.640 --> 03:31:13.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Inclusive o ideal é que isso fique assentado em cima de alguma coisa que inclusive tem um determinado amortecimento. Porque à medida que você vai enchendo esse troço aí. Você tem também o movimento do fluido ali dentro. Uma certa vibraçãozinha.

1801
03:31:13.960 --> 03:31:22.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem, que depois que fizer a leitura, ela vai fazer a leitura. Isso aqui está estável.

1802
03:31:23.110 --> 03:31:32.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o bom é que você montar isso com uma coisa que tem um sistemazinho de amortecimento e consiga nivelar

1803
03:31:34.920 --> 03:31:40.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o tanque para que não tenha essa influência do

1804
03:31:40.890 --> 03:31:45.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que a gente chama aqui desse Delta V, mas

1805
03:31:47.880 --> 03:31:55.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não conseguindo. Você consegue calcular essa esse Delta V

1806
03:31:56.510 --> 03:31:59.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função do ângulo de inclinação.

1807
03:32:02.300 --> 03:32:06.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é uma fonte de incerteza que pode ser eliminada.

1808
03:32:07.080 --> 03:32:11.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa inclinação pode ser eliminada completamente.

1809
03:32:13.520 --> 03:32:25.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E as outras que a gente já viu anteriormente. Então isso aqui é uma coisa mais específica com relação ao padrão volumétrico é a dilatação do material e mais,

1810
03:32:25.680 --> 03:32:33.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a inclinação dessa medida materializada, obviamente, tem um outro erro. Aqui tem uma outra.

1811
03:32:34.510 --> 03:32:42.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O efeito de armazenamento de massa. A gente já viu que isso também é possível, né?

1812
03:32:42.920 --> 03:32:50.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aplicável a qualquer método, mas só tem uma outra coisa aqui, que também tem a ver com isso.

1813
03:32:53.000 --> 03:32:58.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É esse, daqui, aplicável ao erro de leitura.

1814
03:32:58.940 --> 03:33:04.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso aqui, ó, inclusive até de repente, juntar essa.

1815
03:33:05.030 --> 03:33:09.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse material lá, junto. Ali. O erro de leitura do menisco.

1816
03:33:10.930 --> 03:33:13.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse erro de leitura do menisco.

1817
03:33:13.750 --> 03:33:18.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que é isso aqui. Você tem um visor de vidro,

1818
03:33:19.510 --> 03:33:23.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o nível está ali dentro. Só que você pode ter.

1819
03:33:24.120 --> 03:33:32.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E provavelmente tem essa leitura que a gente chama do menístico. O líquido faz uma certa curvatura aqui, né?

1820
03:33:34.510 --> 03:33:36.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí essa.

1821
03:33:36.450 --> 03:33:44.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa norma, essa norma aqui do nicho é um.

1822
03:33:44.930 --> 03:34:02.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma instrução do nicho mecano. Fala sobre procedimentos para a calibração volumétrica nessa edição. Então ele apresenta duas maneiras de você estimar a incerteza na leitura desse menisco.

1823
03:34:04.740 --> 03:34:10.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a estimativa é você considerar a soma dos volumes internos,

1824
03:34:10.260 --> 03:34:20.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí, pegando a menor divisão da leitura da regra. E aí ele atribui uma distribuição triangular para essa.

1825
03:34:20.490 --> 03:34:23.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para essa incerteza.

1826
03:34:24.150 --> 03:34:26.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o que ele faz aqui?

1827
03:34:26.680 --> 03:34:30.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem a leitura, esse ponto, e aí

1828
03:34:30.790 --> 03:34:40.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele dá duas opções: uma mais conservadora e uma menos conservadora, no sentido de que,

1829
03:34:40.190 --> 03:34:44.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se eu tenho, por exemplo, mais pessoas que

1830
03:34:45.310 --> 03:34:52.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: poderão fazer essa leitura e considerar que eu tenha então

1831
03:34:55.700 --> 03:35:12.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa incerteza do menisco. Essa variação do menisco, considerando o erro máximo dividido por dois. Raiz de seis. Isso aqui é uma distribuição triangular. Raiz de dois4 o erro máximo. Raiz de vinte e quatro. Onde é esse erro máximo? Esse erro do menisco

1832
03:35:12.950 --> 03:35:16.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é erro máximo? É o erro do menisco.

1833
03:35:18.130 --> 03:35:26.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele pega lá nessa norma. Ele faz o seguinte cálculo: ele pega o volume desse

1834
03:35:27.490 --> 03:35:37.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desse tubinho, que é do visor de nível com mais o volume dessa parte interna que você tem todo o projeto.

1835
03:35:37.560 --> 03:35:43.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí pega a soma desses dois volumes e divide isso.

1836
03:35:43.930 --> 03:35:48.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É considerando a altura de uma divisão de régua.

1837
03:35:48.710 --> 03:35:54.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele pega uma divisão. Pega esses dois.

1838
03:35:54.890 --> 03:35:58.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Volumezinho, considerando uma divisão. Ou seja,

1839
03:35:58.180 --> 03:36:01.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é como se você estivesse aqui.

1840
03:36:01.570 --> 03:36:12.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dois discos, né? Dois disquinhos com um volume V1 aqui, um volume V2 com a mesma altura, h

1841
03:36:12.890 --> 03:36:17.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: h, que é uma divisão. Aí ele soma esses dois volumes

1842
03:36:18.440 --> 03:36:22.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que vai dar esse. E diz que isso é o erro que você pode adotar

1843
03:36:23.240 --> 03:36:27.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na soma dos volumes, na leitura do menisco.

1844
03:36:27.980 --> 03:36:31.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí ele, Bom, se você pode considerar então

1845
03:36:31.840 --> 03:36:37.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a soma total e dividir por raiz de vinte e quatro ou para ser.

1846
03:36:38.040 --> 03:36:48.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E é menos conservador é você usar metade desse erro.

1847
03:36:49.130 --> 03:36:52.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só dividir por raiz de seis.

1848
03:36:53.390 --> 03:37:05.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem. É o erro sobre metade aqui, dividido por raiz de seis. Aqui está dividido por raio de vinte e quatro. E aqui ele está dividindo o raiz de seis. Quer dizer, o mesmo valor do erro.

1849
03:37:05.500 --> 03:37:14.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, não metade do erro aqui. Ele pega metade do erro, divide por raiz de seis. Aqui, ele pega o erro inteiro e divide por raiz de seis.

1850
03:37:19.480 --> 03:37:24.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele dá duas opções. Se você, numa situação mais

1851
03:37:25.360 --> 03:37:29.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: menos, mais conservadora e menos conservadora.

1852
03:37:29.710 --> 03:37:33.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se você quiser ser mais conservador, pega o maior valor aqui

1853
03:37:34.660 --> 03:37:44.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do erro dividido por raiz de seis, então é o erro do da leitura do menisco.

1854
03:37:44.880 --> 03:37:46.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma outra.

1855
03:37:46.870 --> 03:37:51.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um outro erro possível, né?

1856
03:37:52.180 --> 03:37:57.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De fator de influência que ele chama aqui é o esgotamento imperfeito do fluido.

1857
03:37:58.070 --> 03:38:05.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nessa medida de você não conseguir esvaziar completamente, ficar um resíduo ali dentro.

1858
03:38:06.520 --> 03:38:13.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você precisa fazer experimentos enchendo, esvaziando e tal, para ver

1859
03:38:14.240 --> 03:38:17.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se sobra ou não sempre alguma coisa.

1860
03:38:17.880 --> 03:38:19.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se sobrar?

1861
03:38:19.870 --> 03:38:28.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se isso for impossível de corrigir, você considerar esse volumezinho também

1862
03:38:29.530 --> 03:38:41.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é como um fator de influência. E aí usar isso, e vai dividir por raiz de doze por ser considerar uma distribuição

1863
03:38:41.320 --> 03:38:42.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é retangular.

1864
03:38:45.400 --> 03:38:51.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos voltar aqui. Eu antecipei, só para poder, já que eu estava falando desse exemplo da inclinação

1865
03:38:51.950 --> 03:38:57.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da medida volumétrica. E tem. Como você faz leitura aqui.

1866
03:38:58.410 --> 03:39:06.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa leitura pode ter um problema do menístico, e é um erro que também você pode ou não considerar

1867
03:39:06.730 --> 03:39:12.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ali, mais ou menos em função, sei lá, daquilo que você.

1868
03:39:12.890 --> 03:39:17.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você ser mais conservador, pega esse erro e divide por raiz de seis.

1869
03:39:23.920 --> 03:39:31.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, com relação ao método gravimétrico, a gente já viu algumas algumas considerações.

1870
03:39:31.930 --> 03:39:36.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É ali do diverso. Aqui você tem também,

1871
03:39:36.870 --> 03:39:41.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: caso você utilize. Por exemplo, você está

1872
03:39:41.280 --> 03:39:49.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a sua balança que foi calibrada, o medo, gravimentos. Você tem uma balança, mas tem uma balança que foi calibrada. E de repente, os valores que ela está medindo ali

1873
03:39:50.340 --> 03:39:53.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não foram calibrados em si.

1874
03:39:54.240 --> 03:40:03.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você pode. A gente viu ontem, a questão de fazia usar a.

1875
03:40:04.110 --> 03:40:11.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A reta, o resíduo da regressão utilizada no cálculo da tendência do padrão. A gente viu aquela função.

1876
03:40:12.080 --> 03:40:19.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode ter uma incerteza associada nessa curva de calibração.

1877
03:40:21.160 --> 03:40:24.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A balança pode ter uma estresse também

1878
03:40:27.550 --> 03:40:29.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esterese da balança.

1879
03:40:29.280 --> 03:40:34.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Apesar que se essa balança está em um certificado de calibração.

1880
03:40:35.030 --> 03:40:43.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um certificado. Quando você calibra essa balança, você está incorporando essas coisas no método,

1881
03:40:43.360 --> 03:40:50.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no certificado de calibração, tanto não a curva, mas estereese excelentricidade.

1882
03:40:50.710 --> 03:40:53.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso vem lá no certificado.

1883
03:40:54.650 --> 03:41:01.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Servir o certificado da balança. Ele tem lá qual é a contribuição da a estereese

1884
03:41:03.140 --> 03:41:06.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e da incentricidade no prato.

1885
03:41:06.870 --> 03:41:16.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa excentricidade. Não sei se vocês estão sabendo do que eu estou falando. É de você colocar é um.

1886
03:41:16.510 --> 03:41:30.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um método de você avaliar isso. Você considera, por exemplo, você tem um prato aqui, tipo retangular, mas se ele for redondo também, você pode pensar da mesma forma. Você vai colocar a massa no centro e, por exemplo, nos extremos,

1887
03:41:31.560 --> 03:41:32.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é?

1888
03:41:33.270 --> 03:41:38.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai colocar a massa.

1889
03:41:42.540 --> 03:41:47.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É você tem? Sei lá, se eu consigo mostrar para vocês aqui.

1890
03:41:48.060 --> 03:41:53.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Será que isso aqui, por exemplo, é o prato da balança.

1891
03:41:53.170 --> 03:42:00.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estão conseguindo ver aqui de forma legal. Deixa eu aumentar aqui a minha tela aqui. Prato da balança, aqui,

1892
03:42:00.840 --> 03:42:03.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí você coloca a massa no centro.

1893
03:42:04.240 --> 03:42:07.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí faz a medida. Depois você coloca ela aqui, assim, né?

1894
03:42:07.920 --> 03:42:13.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nos extremos e ver esses valores.

1895
03:42:13.660 --> 03:42:20.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você vai checar o que chama da excentricidade. Quer dizer, se ela tiver

1896
03:42:20.520 --> 03:42:34.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: direitinho em função das células de carga e tal, você não vai ter valores diferentes. Mas se você tiver, você vai considerar. Então a média desses valores, e vai atribuir isso à questão da excentricidade

1897
03:42:35.110 --> 03:42:41.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é teoricamente, ela é muito bem projetada. Tanto faz onde você vai colocar.

1898
03:42:41.420 --> 03:42:44.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas como isso aqui tem célula de cargas embaixo, apoiada.

1899
03:42:45.070 --> 03:42:47.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser que se você colocar, né?

1900
03:42:47.380 --> 03:42:58.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dependendo da posição aqui, ele pode dar alguns valores um pouquinho diferentes num disco também

1901
03:42:58.730 --> 03:43:06.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: circular, mesma coisa. Aí você também traça ali uma Cruise e um X e mede também

1902
03:43:06.310 --> 03:43:17.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em pontos diferentes. Para ver o que a gente chama da excentricidade do prato da balança. Se tiver aqui, por exemplo, redondo aqui,

1903
03:43:18.960 --> 03:43:22.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tampa da minha garrafa aqui redonda aqui

1904
03:43:22.490 --> 03:43:24.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a mesma coisa. Aí eu vou fazer, né?

1905
03:43:25.470 --> 03:43:28.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, aqui. Sim, sim.

1906
03:43:28.620 --> 03:43:31.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E no centro, tchau.

1907
03:43:34.760 --> 03:43:38.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se é uma balança,

1908
03:43:38.220 --> 03:43:50.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se o vaso está na forma que ele está sustentado. Se os pés dele estão em cima de cela de carga, tudo bem, aí você tem também.

1909
03:43:50.730 --> 03:43:58.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode avaliar essa questão experimentalmente, colocando a declaração, para ver se tem diferença nas

1910
03:43:58.950 --> 03:44:07.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das medições das células de carga, mas elas acabam, nesse caso, se compensando ali para poder

1911
03:44:07.620 --> 03:44:11.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é dar uma medida mais coerente.

1912
03:44:12.570 --> 03:44:22.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No caso do prato, você é importante checar essa questão da excentricidade aí, perfeito.

1913
03:44:30.460 --> 03:44:33.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom dia, peraí. Você tem que vir para cá.

1914
03:44:35.390 --> 03:44:36.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

1915
03:44:41.900 --> 03:44:45.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deixa eu ver aqui. Como é que eu diminuí isso aqui? Eu sempre me enrolo aqui.

1916
03:44:46.370 --> 03:44:48.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como é que eu diminuo isso aqui, agora

1917
03:45:00.390 --> 03:45:07.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sempre me rola aqui para tirar a tela desse tamanho grande aqui.

1918
03:45:09.000 --> 03:45:14.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, estou conseguindo me lembrar. Aqui.

1919
03:45:15.420 --> 03:45:23.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deixa eu ver aqui como é que eu saio? Porque eu botei maior aqui e agora. Não estou conseguindo ver. Ah, é aqui.

1920
03:45:24.940 --> 03:45:26.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vi aquilo,

1921
03:45:29.690 --> 03:45:32.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas aí sumiu. Vamos voltar aqui.

1922
03:45:37.610 --> 03:45:44.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou então relativo aqui ao método da regressão ao estresse da balança.

1923
03:45:45.690 --> 03:45:50.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A excentricidade da balança que a gente está vendo aqui,

1924
03:45:51.250 --> 03:46:02.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação ao método comparativo, que é o mais simples, que é o mais utilizado. Então, efeito de montagem de desmontagem do padrão. Influência de variar. Cuidado também. Você pode ter

1925
03:46:02.820 --> 03:46:17.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se você usar por isso que eu volto a dizer. Recomendo usar sempre o padrão. Nós temos valores que foram calibrados para que você não precise entrar com mais a incerteza da curva como um método,

1926
03:46:17.220 --> 03:46:20.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como mais uma fonte de incerteza. Usar,

1927
03:46:20.370 --> 03:46:24.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se possível, sempre o seu padrão de medição

1928
03:46:24.710 --> 03:46:29.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para Calibrar Coach, no mesmo ponto que ele foi calibrado

1929
03:46:34.690 --> 03:46:38.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é com relação ao fluido, né?

1930
03:46:39.200 --> 03:46:43.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fluido de o efeito de armazenamento de Março. A gente acabou

1931
03:46:44.070 --> 03:46:55.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ainda há pouquinho. Explicou essa questão. Você pode ter essa variação à medida que você vai enchendo, e aí fazer esse estudo, fazer essa análise

1932
03:46:55.490 --> 03:47:11.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função da variação de temperatura. Com a quantidade de massa que você está colocando dentro do prato, dentro do vaso, em cima da balança ou em cima do tanque que você. A medida volumétrica que você está tendo.

1933
03:47:12.600 --> 03:47:19.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E também pode ter a questão da mais específica

1934
03:47:21.640 --> 03:47:32.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: variação da temperatura pode influenciar também na massa específica certeza da curva da massa. Então isso pode estar também

1935
03:47:32.160 --> 03:47:33.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é.

1936
03:47:33.260 --> 03:47:36.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você pode precisar, né?

1937
03:47:36.500 --> 03:47:46.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Também corrigir. Você pode ter que, em função da temperatura, a massa específica varia. Então vamos considerar que você, essa daqui em azul seria a

1938
03:47:47.270 --> 03:47:50.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu tenho o valor em função da

1939
03:47:50.860 --> 03:47:55.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da temperatura que eu estou usando aí. Só que aí, de repente, quando eu meço

1940
03:47:56.230 --> 03:48:00.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: massa específica. Eu vejo que tem uma variação de

1941
03:48:01.360 --> 03:48:06.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diferente aqui. Um valor, uma alteração nessa especificação.

1942
03:48:06.560 --> 03:48:09.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí medindo, eu vou fazer essas correções.

1943
03:48:11.230 --> 03:48:11.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1944
03:48:14.210 --> 03:48:17.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí pode ter uma fonte de incerteza associada.

1945
03:48:18.620 --> 03:48:27.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui a gente já tinha comentado ainda há pouco o erro do menisco, a questão do esgotamento imperfeito.

1946
03:48:28.520 --> 03:48:29.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E

1947
03:48:32.900 --> 03:48:34.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso aqui a gente já viu

1948
03:48:36.910 --> 03:48:43.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aplicado ao método volumetico. O erro leitura do Ministro, o esgotamento imperfeito. Você pode ter

1949
03:48:43.740 --> 03:48:53.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: certeza de métodos e tal. E aí a questão é: acho que vale para qualquer tipo de método. Você vê a intercomparação laboratorial,

1950
03:48:54.650 --> 03:49:01.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: comparação entre laboratórios entre diferentes métodos. Para ver os tipos de coleta Start e tal.

1951
03:49:01.970 --> 03:49:11.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí essas intercomparações laboratoriais são importantes para você ver como é que o teu método está em relação a outros

1952
03:49:12.360 --> 03:49:14.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de laboratório.

1953
03:49:15.580 --> 03:49:23.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se você usar modelos matemáticos. Alguma coisa também tem que tomar, avaliar essas equações.

1954
03:49:25.440 --> 03:49:31.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mesma coisa aqui que está separado aqui. Por método comparativo também. Incerteza do método

1955
03:49:32.570 --> 03:49:35.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e com relação ao método gravimétrico.

1956
03:49:37.560 --> 03:49:45.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você usa balança como a gente já viu, então a incerteza do modelo matemático utilizado. Se for o caso,

1957
03:49:45.480 --> 03:49:49.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a estimativa da medição da massa do ar específico,

1958
03:49:51.200 --> 03:49:58.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a estimativa da massa específica do ar da massa específica estimativa. É certeza da estimativa da massa específica.

1959
03:49:59.140 --> 03:50:07.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí essa norma de mel mostra lá como é que você pode calcular essa massa específica essa estimativa,

1960
03:50:08.130 --> 03:50:14.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se você usar massa padrão da calibração da balança, que às vezes você pode também,

1961
03:50:15.070 --> 03:50:19.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pois de repente, essa calibração pode ser feita internamente.

1962
03:50:19.320 --> 03:50:29.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa balança não necessariamente. Precisa ser calibrada fora. Mas você pode ter padrões de massa lá e fazer a calibração da balança dentro do seu laboratório.

1963
03:50:31.140 --> 03:50:37.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem as recomendações da Organização Internacional da metrologia legal. Através desse regulamento técnico,

1964
03:50:38.070 --> 03:50:41.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quais são os componentes de incerteza que você deve associar.

1965
03:50:42.200 --> 03:50:44.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E também tem um. Eu vou ter feito,

1966
03:50:45.140 --> 03:50:48.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que já é uma coisa mais sofisticada e tal. E aí

1967
03:50:48.840 --> 03:50:52.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem essa norma. Aqui da Euronete Cg vinte e um.

1968
03:50:53.720 --> 03:50:56.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na página dezassete, fala sobre

1969
03:50:56.330 --> 03:51:04.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma possível companhia de incerteza em função da evaporação do fluido que está ali dentro, porque ele está entrando, enchendo o Vasco,

1970
03:51:04.630 --> 03:51:11.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí você pode ter em função de temperatura. Tal, você pode ter uma pequena perda por evaporação.

1971
03:51:13.550 --> 03:51:16.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí tem uma análise ali mais

1972
03:51:17.060 --> 03:51:22.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: detalhada de como é que você pode avaliar esse tipo de coisa.

1973
03:51:23.940 --> 03:51:27.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu disponibilizei para vocês.

1974
03:51:28.220 --> 03:51:38.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês viram aquelas normas da de mel de mel? Não, desculpa da Cgec e

1975
03:51:39.530 --> 03:51:44.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu não sei se eu tenho esquecido da Euronete aqui. Deixa eu ver. Auramete Cg vinte e um.

1976
03:51:45.560 --> 03:51:48.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deixa eu ver aqui se eu tenho essa norma da.

1977
03:51:48.320 --> 03:51:50.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu tenho esse documento da

1978
03:51:50.620 --> 03:51:55.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Euronete aqui que se tiver, eu também já é.

1979
03:51:55.740 --> 03:51:57.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vejo para vocês aí.

1980
03:52:09.730 --> 03:52:11.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sei, sei. Aqui, deixa eu ver se é isso.

1981
03:52:18.030 --> 03:52:20.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, esse não

1982
03:52:24.350 --> 03:52:25.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é esse. Não,

1983
03:52:28.480 --> 03:52:30.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deixa eu ver se eu tenho esse documento aqui

1984
03:52:36.310 --> 03:52:38.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deve estar a invasão, evolução.

1985
03:52:45.710 --> 03:52:46.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acho que é isso aqui.

1986
03:52:47.810 --> 03:52:49.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cg vinte e um.

1987
03:52:51.600 --> 03:52:59.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso aí. Teorométrica. Guia na calibração de padrões de medicina usando o método volumético.

1988
03:53:00.780 --> 03:53:02.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem beleza.

1989
03:53:02.200 --> 03:53:14.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se vocês quiserem, eu disponibilizo aqui para vocês também copiar e colocar aquilo copiar.

1990
03:53:16.720 --> 03:53:20.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E vou colocar aqui para para vocês aqui.

1991
03:53:21.690 --> 03:53:23.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E um outro também interessante aqui. Que é?

1992
03:53:24.100 --> 03:53:28.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o regulamento da veemência. É o mediador de gás. Vou copiar aqui também.

1993
03:53:29.010 --> 03:53:30.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Copiar esses dois aqui.

1994
03:53:32.590 --> 03:53:36.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Copiar aí. Vou colocar aqui no cheque para vocês.

1995
03:53:44.220 --> 03:53:45.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cola,

1996
03:53:52.160 --> 03:53:53.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vai.

1997
03:54:00.700 --> 03:54:06.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, informação não perde mais.

1998
03:54:06.440 --> 03:54:10.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode até não ser útil, mas você tem.

1999
03:54:10.720 --> 03:54:12.899
TARCISIO NOGUEIRA: Aí nunca é demais. Obrigado, Alex.

2000
03:54:12.900 --> 03:54:14.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

2001
03:54:14.390 --> 03:54:15.939
TARCISIO NOGUEIRA: Quer saber? Aqui.

2002
03:54:17.760 --> 03:54:20.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De repente, uma hora pode ser útil, né?

2003
03:54:20.520 --> 03:54:21.749
TARCISIO NOGUEIRA: E já agora, boa.

2004
03:54:21.750 --> 03:54:26.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora pode não ser, mas de repente, numa hora poxa, Lívia tem lá o material,

2005
03:54:27.150 --> 03:54:33.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas é interessante olhar essas coisas sempre. Mesmo que você não use nada de imediato. É sempre bom ter essas informações.

2006
03:54:33.710 --> 03:54:34.460
TARCISIO NOGUEIRA: Com certeza.

2007
03:54:34.680 --> 03:54:36.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Com relação. Então.

2008
03:54:36.170 --> 03:54:36.750
TARCISIO NOGUEIRA: E aí?

2009
03:54:36.750 --> 03:54:40.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As instalações físicas, arranjos e tal. Então

2010
03:54:41.050 --> 03:54:46.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pode ter fontes de vida, não estabilidade da vazão na linha de calibração.

2011
03:54:46.860 --> 03:54:52.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso é importante que você faça cheque, teste, rancho.

2012
03:54:53.830 --> 03:55:01.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você validar a sua bancada, a sua bancada de calibração é

2013
03:55:02.260 --> 03:55:12.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para ver essa questão da estabilidade de vazão, de bombas alinhadas e tal, e também uma outra fonte.

2014
03:55:13.260 --> 03:55:27.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você também fazer uma avaliação. Isso é bom. Fazer experimentalmente, fazer uma série de insights, uma série de avaliação para ver essas influências com relação ao método de abertura e fechamento tipo start stop

2015
03:55:27.950 --> 03:55:42.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dessa totalização. Aí, quando existir essa questão entre período de não estabilização da vazão e início da totalização, lembra que eu comentei que o método dinâmico nessa situação acaba sendo mais.

2016
03:55:42.540 --> 03:55:43.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É. É

2017
03:55:44.020 --> 03:55:52.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um pouco melhor, porque quando você tem abertura e fechamento, você tem sempre aquele período de não estabilização.

2018
03:55:53.230 --> 03:56:03.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você está lá com um trecho da tubulação vazia. E aí, quando você joga, você ali tem uma vazão que, no início, ela não tem.

2019
03:56:03.310 --> 03:56:07.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela não está estável. Depois ela se estabiliza.

2020
03:56:07.590 --> 03:56:22.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essas influências são interessantes. Fazer uma avaliação prévia, não durante a calibração. Mas você fazer estudos anteriores na sua bancada e ver de que maneira isso pode influenciar

2021
03:56:23.170 --> 03:56:31.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no resultado da sua calibração? Não. Principalmente nesse método de partida e parada o Wonder, foc, né?

2022
03:56:32.240 --> 03:56:36.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele chama on the Fly em dinâmico linha

2023
03:56:36.720 --> 03:56:54.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí, em termos de estabilidade e vazão. Isso não impacta porque você está comandando a saída de sinais ou de totalização. Medida de frequência. Alguma coisa assim. O fluido. Ali está, estável, passando por dentro do medidor e do seu padrão. Alguma coisa nesse sentido? E aí você tem um fluido mais

2024
03:56:55.050 --> 03:57:03.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: controlado, mais estável. Você vai começar, por exemplo, a sua contagem, a sua calibração,

2025
03:57:04.820 --> 03:57:11.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando você estiver com o fluido realmente numa situação bem estável para que não tenha essas influências.

2026
03:57:12.170 --> 03:57:20.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Parada e partida. Não tem muito jeito. Não, ele vai estar vazio e vai começar

2027
03:57:23.580 --> 03:57:31.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a resolução com relação ao medidor, que eu vou calibrar instrumento propriamente dito.

2028
03:57:31.490 --> 03:57:36.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A resolução do indicador aí não tem muito jeito.

2029
03:57:36.930 --> 03:57:39.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso vai estar presente.

2030
03:57:40.640 --> 03:57:41.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

2031
03:57:42.620 --> 03:57:51.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza. Devido a perda de pulsos que a gente viu que é possível. Então você pode estimar isso.

2032
03:57:52.100 --> 03:57:59.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma estimativa razoável é você considerar, pelo menos, que você tenha dois pulsos de perda

2033
03:57:59.400 --> 03:58:06.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no início e no fim, no mínimo, dois pulsos de perda.

2034
03:58:07.050 --> 03:58:11.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí vê quanto isso representa. E considera isso como uma instituição retangular

2035
03:58:21.820 --> 03:58:23.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação.

2036
03:58:24.040 --> 03:58:26.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Missão do certificado de calibração.

2037
03:58:27.710 --> 03:58:35.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí, a gente já viu ali algumas orientações da Cgecimento, mais

2038
03:58:35.750 --> 03:58:51.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também o certificado de calibração. Você tem lá os requisitos da dezassete mil e vinte e cinco, que fala sobre emissão do certificado os dados. Então é importante que você lembra que o seu laboratório não seja creditado você já é. Você já.

2039
03:58:51.370 --> 03:58:59.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Já tem que ter esses cuidados na missão do certificado, que é você ter

2040
03:58:59.500 --> 03:59:06.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dados calculados de forma correta em termos de exatidão na execução desses

2041
03:59:07.020 --> 03:59:13.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cálculos e dos valores, respeitando os requisitos. A questão de algoritmos significativos.

2042
03:59:14.450 --> 03:59:23.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí, a exatidão. Vamos ser a exatidão da medição não é ser exato na forma como você vai calcular as coisas e vai relatar.

2043
03:59:24.030 --> 03:59:27.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele vai reconsiderar essas questões.

2044
03:59:27.940 --> 03:59:40.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É conceituais e, principalmente, da incerteza de medição pelos certificados, também sem ter

2045
03:59:41.180 --> 03:59:51.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bastante objetivo, sem ser prolixo direto como direto ao ponto, bem claro, dados bem identificados com relação ao item calibrado

2046
03:59:51.890 --> 04:00:03.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: formações adicionais com notas ou observações, se forem necessárias termos, em conformidade com documentos orientativo, padronização das informações e

2047
04:00:04.360 --> 04:00:10.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na dezassete.dois5 no requisito lá, sete.oito.dois

2048
04:00:11.000 --> 04:00:18.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dar os requisitos comuns, porque tem os relatórios de ensaio, calibração ou de amostragem.

2049
04:00:19.370 --> 04:00:24.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa revisão da última revisão da norma, inclusive sobre amostragem.

2050
04:00:25.350 --> 04:00:28.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os laboratórios que realizam amostragem.

2051
04:00:28.620 --> 04:00:33.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem que ter pelo menos essas informações que a gente viu, o título,

2052
04:00:33.270 --> 04:00:42.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os dados do laboratório onde foram realizadas essas atividades de ensaio, calibração ou amostragem,

2053
04:00:42.960 --> 04:00:49.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma identificação unívoca de que todos os componentes sejam reconhecidos como parte do relatório,

2054
04:00:49.530 --> 04:00:56.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: enorme. Informações de contato do cliente, identificação do método utilizado. Queria mesmo lá.

2055
04:00:56.370 --> 04:01:00.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A própria Rbc aparece lá dizendo qual é o

2056
04:01:00.400 --> 04:01:12.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tipo de método que foi utilizado? É grave? Métrico é comparação, é massa, volume, uma descrição, identificação não ambígua,

2057
04:01:12.990 --> 04:01:16.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: né, da condição do item que está calibrado.

2058
04:01:16.970 --> 04:01:22.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A data de recebimento do litro do ensaio da calibração, data de amostragem,

2059
04:01:23.390 --> 04:01:27.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: data de realização dessa atividade data de emissão do relatório,

2060
04:01:28.310 --> 04:01:37.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: referências contra existentes, a questão de plano de amostragem e outras coisas declaração que se refere somente aos itens ensaiados resultados

2061
04:01:38.000 --> 04:01:47.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com as unidades de medição, adições, desvios, exclusões em relação ao método utilizado. Está bem claro e aí,

2062
04:01:48.870 --> 04:01:57.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: especificamente, com relação, por exemplo, a certificado de calibração. Você tem esse erro setecentos e oitenta e dois. Você tem o item setecentos e oitenta e quatro

2063
04:01:58.520 --> 04:02:05.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que, além daqueles ali que seria comum a todos. Você tem que ter a incerteza declarada.

2064
04:02:07.110 --> 04:02:11.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É óbvio. Você tem certeza de medição do resultado tem que estar declarada lá

2065
04:02:11.960 --> 04:02:19.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a dezassete mil e vinte e cinco. Ela fala pelo menos declarada na mesma unidade, não mensurando na forma de um termo relativo. Então você vê

2066
04:02:19.690 --> 04:02:23.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a própria dezassete.um25 diz que você pode apresentar

2067
04:02:24.220 --> 04:02:32.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na forma de percentual, e os documentos Cgec acabam repetindo isso.

2068
04:02:32.500 --> 04:02:35.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que o cinquenta e sete

2069
04:02:35.790 --> 04:02:39.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acho que prioriza se declarar isso de uma forma.

2070
04:02:39.840 --> 04:02:49.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tema relativo é as condições ambientais que você vai realizando e tal

2071
04:02:50.610 --> 04:02:54.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma declaração dizendo que são meteorologicamente rastreáveis

2072
04:02:56.000 --> 04:03:00.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os resultados antes e depois, se tiver qualquer ajuste ou reparo

2073
04:03:01.380 --> 04:03:06.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente basicamente considera que uma.

2074
04:03:07.360 --> 04:03:15.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um laboratório de calibração que você só. Ele não é o laboratório que vai fazer o ajuste ou o reparo do instrumento.

2075
04:03:16.500 --> 04:03:28.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se isso for contratado. E se for definido de repente? É um laboratório da sua própria organização. Que faz isso aí. E aí alguém que você tem lá. Condição de fazer uma intervenção,

2076
04:03:29.210 --> 04:03:32.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um reparo, qualquer um ajuste nesse equipamento.

2077
04:03:33.120 --> 04:03:36.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse instrumento, e aí tem que ser relatado

2078
04:03:37.360 --> 04:03:40.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também o que foi feito e o resultado final

2079
04:03:43.020 --> 04:03:46.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação à declaração de conformidade.

2080
04:03:47.100 --> 04:03:57.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso se houver essa declaração de conformidade no sentido de que é

2081
04:03:58.350 --> 04:04:06.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os resultados. Por exemplo, o erro máximo ultrapassou a classe de exatidão definido.

2082
04:04:06.230 --> 04:04:13.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem que deixar claro, com base em que você está fazendo essa declaração de conformidade,

2083
04:04:14.500 --> 04:04:25.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com base em que requisitos? Então, quando pertinente uma declaração aos requisitos ou às especificações. Você tem que deixar bem claro

2084
04:04:25.830 --> 04:04:34.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: qual o requisito normativo, qual especificação que eu estou declarando? Se o instrumento calibrado está conforme ou não,

2085
04:04:36.820 --> 04:04:40.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e quando apropriado, opiniões e interpretações.

2086
04:04:40.380 --> 04:04:44.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que isso aqui está muito específico com relação

2087
04:04:44.250 --> 04:04:53.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o relato dos resultados, mas a dezassete mil e vinte e cinco com relação a declaração de conformidade. Ela tem alguns outros requisitos.

2088
04:04:53.970 --> 04:05:02.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é aqui o caso pertinente aqui não é o conteúdo desse nosso treinamento, que é a questão de avaliação

2089
04:05:02.680 --> 04:05:06.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da conformidade de eleições, mas a gente viu isso

2090
04:05:06.630 --> 04:05:13.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um pouquinho aqui. Quando nós vimos sobre a estatística,

2091
04:05:13.320 --> 04:05:26.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente viu sobre a estatística pegando os resultados e comparando, fazendo aquela avaliação pela descrição normal, com limites inferiores, superiores de tolerância e tal.

2092
04:05:26.580 --> 04:05:28.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E então

2093
04:05:29.130 --> 04:05:37.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a dezassete.vinte e cinco tem alguns requisitos que falam, que o que é possível. Quer dizer, no laboratório, ele pode emitir uma declaração de conformidade,

2094
04:05:38.470 --> 04:05:42.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desde que seja também acordado com o seu cliente. E

2095
04:05:43.310 --> 04:05:56.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quais são os critérios que estão sendo feitos e, principalmente, se a incerteza de medição que vai ser obtido. O resultado lá é de que maneira essa incerteza está

2096
04:05:56.850 --> 04:06:02.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sendo avaliada, sendo incorporada nessa Declaração de Conformidade.

2097
04:06:03.360 --> 04:06:10.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De que forma você está usando? Então, tem alguns cuidados com relação a isso.

2098
04:06:12.580 --> 04:06:19.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, quando apropriado, opiniões e interpretações, também é importante.

2099
04:06:19.390 --> 04:06:30.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, agora a gente está chegando já no final, aqui do nosso material. E eu falei que eu tinha.

2100
04:06:31.300 --> 04:06:41.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Queria trazer para vocês dois exemplos. Dois estudos de caso de avaliação de incerteza, de medição, essa área de invasão de óleo e evasão de gás.

2101
04:06:41.890 --> 04:06:50.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu proponho para vocês uma coisa. São 2h20 dois

2102
04:06:51.330 --> 04:06:57.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para a gente antecipar um pouco o nosso em intervalo.

2103
04:06:57.850 --> 04:07:03.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E depois aí a gente segue até o fim.

2104
04:07:07.060 --> 04:07:07.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá.

2105
04:07:08.920 --> 04:07:11.100
TARCISIO NOGUEIRA: Fechou. Combinado.

2106
04:07:12.650 --> 04:07:20.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, tipo dois0 para as três é, são duas e vinte e cinco. Agora, duas, vinte e cinco, cinco, dez,

2107
04:07:20.780 --> 04:07:23.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cinco, dez que vinte para as três.

2108
04:07:23.640 --> 04:07:28.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente retoma e vai até até a hora que acabar.

2109
04:07:29.250 --> 04:07:30.669
TARCISIO NOGUEIRA: Fechou a.

2110
04:07:30.670 --> 04:07:32.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Até a hora que acabar.

2111
04:07:33.300 --> 04:07:34.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Beleza.

2112
04:07:34.500 --> 04:07:35.780
TARCISIO NOGUEIRA: Beleza.

2113
04:07:37.120 --> 04:07:37.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso aí.

2114
04:07:38.250 --> 04:07:40.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tomar um cafezinho aqui pra dar.

2115
04:07:40.210 --> 04:07:42.479
TARCISIO NOGUEIRA: Animado. Estou animada.

2116
04:07:42.490 --> 04:07:43.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É. É.

2117
04:07:43.770 --> 04:07:44.840
TARCISIO NOGUEIRA: Até já. Então.

2118
04:07:44.840 --> 04:07:45.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É daqui a pouco. Aí

2119
04:23:45.850 --> 04:23:50.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então nós reta final. Print Final

2120
04:23:52.540 --> 04:23:58.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é uma medição de vazão de petróleo e de gás natural.

2121
04:23:59.020 --> 04:24:03.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente vai dar uma olhada aqui. Uma analisada nesses casos.

2122
04:24:03.920 --> 04:24:14.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os exemplos que a gente vai mostrar para vocês. Na verdade, foram estudos feitos pelo Ipt para aplicações

2123
04:24:15.050 --> 04:24:24.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: específicas ali da Petrobras, dos sistemas de medição, transferência de custódia, medição fiscal

2124
04:24:25.290 --> 04:24:31.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nessa área, para a medição de petróleo e na área de óleo e gás,

2125
04:24:31.610 --> 04:24:38.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: venda. Transferência da questão da medição de gás são

2126
04:24:40.080 --> 04:24:50.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um medidor de turbina usado na medição de óleo e depois também a aplicação desse medidor de turbina. E aí pode ser também de ultrassom

2127
04:24:50.580 --> 04:24:52.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na medição de garra natural.

2128
04:24:53.360 --> 04:25:01.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, essa indústria de óleo e gás na parte de petição é muito rica.

2129
04:25:01.930 --> 04:25:07.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os valores envolvidos em termos de dinheiro grana é muito pesado.

2130
04:25:08.740 --> 04:25:11.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quer dizer, existe uma portaria,

2131
04:25:11.730 --> 04:25:15.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma portaria conjunta da Agência Nacional de Petróleo do Inmetro,

2132
04:25:16.050 --> 04:25:20.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma portaria de dois mil e treze, que essa portaria aprova

2133
04:25:21.080 --> 04:25:25.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o regulamento técnico de medição dentro dessa área de óleo e gás

2134
04:25:25.900 --> 04:25:30.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na área de Ep, que chama Ep, exploração e produção e de transporte de gás.

2135
04:25:31.440 --> 04:25:32.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

2136
04:25:32.620 --> 04:25:39.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não precisa nem perguntar, mas por que a gente tem que medir com essa confiabilidade metrológica. Você vê só

2137
04:25:40.620 --> 04:25:48.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de participações governamentais, que isso é contabilizado e tal, de royalties, essas coisas

2138
04:25:48.820 --> 04:25:58.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de dois mil, e dezassete. Até agora, dois mil e vinte e cinco. Eu só peguei vinte e cinco. Eu parei em março. Não atualizei,

2139
04:25:58.890 --> 04:26:06.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas você vê só de participação governamental. É dinheiro que vai para o governo.

2140
04:26:07.280 --> 04:26:13.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Termo de royalties são quantos bilhões de reais envolvidos nisso aí,

2141
04:26:14.830 --> 04:26:20.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então por isso que realmente as medições têm que ser bastante críticas.

2142
04:26:20.230 --> 04:26:27.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, quando a gente fala em medição fiscal, medição fiscal é aquela que é utilizada medição de volume de produção

2143
04:26:27.760 --> 04:26:35.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é utilizada no cômputo dessa totalização das participações governamentais.

2144
04:26:35.900 --> 04:26:42.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem a produção dos campos tanto de óleo quanto de gás.

2145
04:26:43.930 --> 04:26:55.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí os medidores que ficam lá, que são chamados medidores fiscais recontabilizam essa produção e dali

2146
04:26:56.080 --> 04:27:03.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: calculado o custo dessas coisas para as participações.

2147
04:27:03.740 --> 04:27:06.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem o campo de produção e a medição fiscal.

2148
04:27:08.310 --> 04:27:14.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A medição fiscal pode ser também. Você tem aqui concessão.

2149
04:27:15.060 --> 04:27:19.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí os pontos de medição ali F.

2150
04:27:19.640 --> 04:27:27.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa medição fiscal pode ser compartilhada com alguns campos. Não necessariamente. Cada

2151
04:27:27.760 --> 04:27:36.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cada área lá de concessão de exploração tem que ter um ponto de contabilização fiscal. Você pode ter lá uma área,

2152
04:27:37.080 --> 04:27:39.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma centralização, e aí você tem

2153
04:27:39.600 --> 04:27:50.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: direcionando para ele lá. Produção de óleo e gás de outros de algumas áreas que você compartilha isso,

2154
04:27:52.630 --> 04:27:54.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pode ter esse tipo de coisa.

2155
04:27:55.210 --> 04:27:59.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se tem outros níveis de medição,

2156
04:28:00.210 --> 04:28:06.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso tudo são definições que tem lá no próprio regulamento metereológico,

2157
04:28:06.840 --> 04:28:20.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a portaria só estou trazendo aqui só para deixar isso mais claro para vocês. Tem a medição que chama de apropriação para a produção. Que é aquilo que você avalia ali? Como produziu? Está apropriou. E depois, quando você vai

2158
04:28:20.520 --> 04:28:24.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: transferir? Quando você vai vender isso

2159
04:28:25.100 --> 04:28:36.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí você passa pela medição fiscal, mas a medição de apropriação. Então ela é utilizada para terminar os volumes de produção que vão ser apropriados em cada campo de produção,

2160
04:28:37.700 --> 04:28:40.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então pode ser compartilhado ou não.

2161
04:28:40.600 --> 04:28:45.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí depois também você pode compartilhar na área da medição fiscal.

2162
04:28:47.850 --> 04:28:56.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem várias concessões. Você tem as medidas de apropriação. Depois você pode depois compartilhar também.

2163
04:28:56.980 --> 04:29:10.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem um outro tipo que é muito parecido, mas é a medição que chama de transferência de custódia. É quando você transfere a propriedade de um vendedor para um comprador.

2164
04:29:11.820 --> 04:29:20.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a exploração, quem produziu, explorou está agora vendendo para uma distribuidora.

2165
04:29:21.140 --> 04:29:26.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem também equipamentos usados nessa questão que a gente chama dessa transferência de custódia,

2166
04:29:26.920 --> 04:29:35.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas que tem basicamente as mesmas características metrológicas de medidores de atenção fiscal. Então, um exemplo de

2167
04:29:35.630 --> 04:29:38.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma planta típica de produção de petróleo

2168
04:29:38.860 --> 04:29:42.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí, com os respectivos pontos aqui de.

2169
04:29:43.040 --> 04:29:48.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acho que está bem simplificada. Essas áreas escuras, que são as medições fiscais,

2170
04:29:48.280 --> 04:29:56.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem aqui algumas medições de apropriação. E outro lado aqui, alguns outros pontos que chama de medições internas operacionais.

2171
04:29:57.980 --> 04:30:01.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem aqui a vaga de uma injeção.

2172
04:30:01.400 --> 04:30:08.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Produção, separadores, separador e produção. Aí você tem

2173
04:30:09.270 --> 04:30:17.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: produtos que vão ser importados, outros para exportação que entram aqui de importação, porque vai para consumo.

2174
04:30:17.530 --> 04:30:26.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente vai para a frete. Você tem aqui vários tratados de eólicos comparador vasparadores. Então, lembrando que

2175
04:30:27.480 --> 04:30:37.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o óleo produzido muitas vezes vem misturado com gás. Vem com água, vem com sedimento, essas coisas todas. Aí você tem plantas ali, de separação dessas coisas,

2176
04:30:37.910 --> 04:30:41.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e todo campo produz é

2177
04:30:41.770 --> 04:30:48.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de óleo. Tem gás também, mas tem outros que tem mais produção de gás do que de óleo e assim por diante.

2178
04:30:48.380 --> 04:30:52.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você separa essas coisas e aí tudo tem valor, né?

2179
04:30:53.510 --> 04:30:59.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O gás natural, o óleo, tudo isso tem valor

2180
04:31:01.600 --> 04:31:04.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. A gente não está nem falando de derivados, né?

2181
04:31:04.720 --> 04:31:11.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os derivados, o óleo que vai para as refinarias e depois vai ser transformado em

2182
04:31:11.800 --> 04:31:18.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em derivados de petróleo, diesel, querosene, gasolina

2183
04:31:18.620 --> 04:31:21.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e outras naftas e outras coisas mais.

2184
04:31:22.720 --> 04:31:35.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o regulamento meteorológico. Define inclusive periodicidade de calibração dependendo dos tipos de instrumentos que dá

2185
04:31:35.860 --> 04:31:43.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e da aplicação da medição. Se é fiscal, se é apropriação, se é transferência de custódia, então você tem

2186
04:31:43.890 --> 04:31:51.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o interiorizidades definidas nesse regulamento, por exemplo, tanques de calibração,

2187
04:31:51.600 --> 04:31:54.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: instrumentos associados em medidas de capacidade.

2188
04:31:55.380 --> 04:31:58.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem ali a periodicidade deles

2189
04:31:58.200 --> 04:32:03.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sendo três anos no caso, aí é igual. Três anos a cada três anos. Você tem que checar e fazer essas.

2190
04:32:03.790 --> 04:32:10.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É calibração nessas medidas materializadas de volume, provadores, essas coisas,

2191
04:32:12.510 --> 04:32:21.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: investimentos associados aos tanques de calibração, medida de capacidade e provadores provadores. Você tem aí já uma periodicidade anual.

2192
04:32:22.480 --> 04:32:30.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí tem o o prover, aquele provador convencional, o provador compacto provador móvel que a gente,

2193
04:32:30.710 --> 04:32:33.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: alguns. A gente viu, algumas figuras.

2194
04:32:34.070 --> 04:32:35.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem aí as.

2195
04:32:36.330 --> 04:32:40.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente, a periodicidade de calibração,

2196
04:32:40.960 --> 04:32:47.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os medidores de padrão de trabalho, por exemplo, de deslocamento positivo, rotativo e turbina,

2197
04:32:47.840 --> 04:32:55.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: lembrando que a sua primeira coluna é fiscal. Depois de vir de apropriação e a última transferência de custódia.

2198
04:32:57.020 --> 04:33:00.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vê que fiscal é o mais crítico,

2199
04:33:04.590 --> 04:33:12.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas a maioria das vezes acaba tendo uma periodicidade muito parecida, mas, em alguns casos, menor, medidor de padrão, de trabalho

2200
04:33:13.380 --> 04:33:17.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deslocamento positivo, rotativo e turbina, por exemplo, seis meses.

2201
04:33:17.410 --> 04:33:20.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Coriolis é anual.

2202
04:33:21.970 --> 04:33:24.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O ultrassom também anual.

2203
04:33:25.560 --> 04:33:37.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outras tecnologias, seis meses, vendedor. Isso de padrão de trabalho agora, de operação de uso contínuo.

2204
04:33:38.270 --> 04:33:46.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Já passa isso aqui, por exemplo, de seis meses para três, o Coriolis

2205
04:33:47.020 --> 04:33:53.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: estava em um ano. Já passa para seis meses ultrassom, que também era um ano. Passa para seis meses.

2206
04:33:55.110 --> 04:34:03.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É medidor de operação de outras tecnologias. Analisadores, medição de temperatura,

2207
04:34:03.840 --> 04:34:07.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: instrumentos usados para missão de temperatura de pressão,

2208
04:34:07.430 --> 04:34:10.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: treinas e termômetros associados aos tanques,

2209
04:34:10.700 --> 04:34:17.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sistema de medição automático de nível em tanque. Então você tem aqui esse daqui, na parte de óleo,

2210
04:34:19.300 --> 04:34:24.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: periodicidade e calibração do sistema de medição na parte de óleo. E na área de gás,

2211
04:34:24.849 --> 04:34:29.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você também tem aqui os instrumentos, e também uma periodicidade.

2212
04:34:30.880 --> 04:34:36.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então até digo para você, se vocês não têm experiência, não têm

2213
04:34:36.140 --> 04:34:43.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ideia, por exemplo, de que periodicidade deve utilizar para os seus medidores seus padrões? Pode usar como referência os

2214
04:34:43.800 --> 04:34:48.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a portaria do inmet da Anp.

2215
04:34:49.279 --> 04:34:59.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma referência para pericidade e calibração dos seus instrumentos. Então você tem um padrão. Coreólio é.

2216
04:34:59.640 --> 04:35:10.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem um padrão coreólice. Eu não sei qual é, por exemplo, a periodicidade que você tem no seu instrumento aí, mas de repente você pode considerar. Ah, se eu vou, me diga,

2217
04:35:10.450 --> 04:35:16.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: atendendo até o regulamento do inmetro, eu posso fazer aqui estabelecer uma periodicidade anual

2218
04:35:16.980 --> 04:35:21.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para poder fazer a minha calibração.

2219
04:35:21.020 --> 04:35:22.400
TARCISIO NOGUEIRA: É minha anual. Aumento.

2220
04:35:23.480 --> 04:35:33.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê, então você está conforme, por exemplo, até para poder calibrar outros instrumentos

2221
04:35:33.700 --> 04:35:43.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que atendem a essa necessidade de óleo e gás ultrassom também anual e outras tecnologias.

2222
04:35:43.520 --> 04:35:53.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Medição de padrão de trabalho de outras tecnologias. Eu diria que para aquela menina que saiu aí a Rosângela. Quanta tecnologia dela aí é um padrão.

2223
04:35:54.240 --> 04:36:00.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Seria interessante. Pelo menos ela estar fazendo essa calibração a cada seis meses. Aí. Não sei qual é a frequência dela

2224
04:36:00.529 --> 04:36:04.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e os outros medidores aqui. Aí já é em operação e tal.

2225
04:36:04.730 --> 04:36:08.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem uma periodicidade um pouco menorzinha

2226
04:36:09.450 --> 04:36:20.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que tem uso maior, né? E aí você tem outros outros instrumentos e tal beleza.

2227
04:36:20.470 --> 04:36:29.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então e aí? Uma outra tabela fala sobre outras expressões de compreensível de medição. Então você tem

2228
04:36:29.240 --> 04:36:41.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tanques e vasos, elemento primário de diferencial de pressão. O que isso aí é tipo placa de edifício, tubo aventure, tubo bocal, essas coisas todas, que é o elemento primário. Você pode fazer a cada ano.

2229
04:36:42.529 --> 04:36:47.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí é basicamente uma inspeção. Não é nem uma calibração. Você faz uma inspeção e tal

2230
04:36:47.800 --> 04:36:50.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porta placa trecho reto.

2231
04:36:51.419 --> 04:36:58.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É trecho reto de outras tecnologias, mostradores, válvulas. Então você tem aqui uma série de coisas.

2232
04:36:58.919 --> 04:37:06.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, na medição de petróleo em linha, medidores mais usados, a gente viu ali falando sobre medidores volumétricos,

2233
04:37:07.570 --> 04:37:14.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deslocamento positivo. Aquilo que a gente viu são os mais comuns utilizados.

2234
04:37:14.990 --> 04:37:22.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A turbina, vendedor de turbina, medidor máximo tipo Coreoli

2235
04:37:24.300 --> 04:37:31.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com indicação de volume. E aí, nesse caso, você está falando em volume bem contabilizada a massa e sim o volume.

2236
04:37:32.910 --> 04:37:36.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele pode ser usado, mas para volume

2237
04:37:36.939 --> 04:37:43.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e outras tecnologias que a gente viu também medição por ultrassom multifeso principalmente,

2238
04:37:46.119 --> 04:37:52.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o regulamento estabelece algumas classes de exatidão nessa área de medição de vazão de óleo.

2239
04:37:53.200 --> 04:37:58.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem a classe exatidão tá vinculadas. Se é tipo,

2240
04:37:59.090 --> 04:38:05.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: muito com relação a também em missão fiscal ou transferência custódia.

2241
04:38:06.259 --> 04:38:10.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas tem a ver com a viscosidade do óleo.

2242
04:38:12.640 --> 04:38:22.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que olhos mais viscosas, a viscosidade até até mil milho. Pascal, segundo

2243
04:38:22.650 --> 04:38:36.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: exatidão é mais baixa zero,três. Quando eu tenho um óleo acima de mil milho de Pascal,

2244
04:38:36.400 --> 04:38:40.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já é um. A transferência de custódia é igual.

2245
04:38:41.230 --> 04:38:52.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E quando é apropriação, você já tem a classe de exatidão um pouco maior, que é igual a esse da transferência de custódia. Mas aqui pode ser a mesma classe para qualquer tipo de óleo

2246
04:38:52.939 --> 04:38:57.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: independente da viscosidade, e aí a.

2247
04:38:57.939 --> 04:39:03.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O regulamento não entra muito em detalhe. Mas ele diz que você pode fazer. Você pode usar

2248
04:39:04.080 --> 04:39:07.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como a gente viu a calibração usando o medidor master.

2249
04:39:08.310 --> 04:39:18.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí ele diz que você tem que fazer no mínimo três testes, né? Três calibrações entre três verificações entre eles três medidas.

2250
04:39:18.460 --> 04:39:23.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E essa diferença entre esses fatores de calibração

2251
04:39:23.660 --> 04:39:27.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não pode ser maior do que zero,cinco.

2252
04:39:30.650 --> 04:39:36.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você também pode usar o prover aquele provador aí

2253
04:39:36.720 --> 04:39:39.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem que fazer pelo menos de cinco a seis testes.

2254
04:39:39.700 --> 04:39:41.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E também que essa diferença

2255
04:39:41.890 --> 04:39:48.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não pode ser maior do que zero,cinco quer dizer os valores obtidos por esses resultados.

2256
04:39:49.330 --> 04:39:52.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse provezinho. A gente já viu, né? O videozinho. Como é que

2257
04:39:54.240 --> 04:39:59.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esquema? De como é que isso funciona, né? Então você tem os sensores, tá? E o negócio passando aí dentro.

2258
04:40:00.500 --> 04:40:16.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E também pode ser usados tanques de calibração, no caso, no mínimo dois testes. E também você não pode ter. Você vê que o erro máximo, nesse caso, é de zero,cinco. No caso. Aqui é do volume do tanque.

2259
04:40:18.680 --> 04:40:26.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um sistema típico de medição de óleo envolve, né? Você tem instalação de campo.

2260
04:40:27.700 --> 04:40:33.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser ou não necessidade de você ter um condicionador de fluxo, um medidor de vazão.

2261
04:40:34.040 --> 04:40:37.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você mede pressão e temperatura.

2262
04:40:38.470 --> 04:40:45.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Às vezes você pode ter o misturador aqui e tal só para poder. Se você tem mostradores e

2263
04:40:46.070 --> 04:40:59.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: alguma coisa assim, aí você faz uma mistura melhorar essa homogeneidade para você fazer uma amostragem e fazer uma análise desse óleo tem um fator que é importante ser analisado no óleo

2264
04:40:59.730 --> 04:41:04.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: produzido. Que é esse fator aqui? Chama de Bsw.

2265
04:41:04.830 --> 04:41:11.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Bsw é uma medida de a relação entre a vazão

2266
04:41:11.730 --> 04:41:15.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de água e de sedimentos que vêm junto do óleo

2267
04:41:16.750 --> 04:41:26.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e evasão total que aí misturava, que vem água, óleo e sedimento. Então essa relação de água e sentimento e evasão total.

2268
04:41:26.710 --> 04:41:36.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o tal do Bsw. Esse Bsw: Você pode. Existem hoje medidores em linha direto

2269
04:41:37.240 --> 04:41:41.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medidor Vsw: ou então você coletar amostra,

2270
04:41:41.790 --> 04:41:45.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fazer uma análise em laboratório para ver a concentração,

2271
04:41:45.940 --> 04:41:51.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quantidade de água e de sedimento que vem misturado com um óleo

2272
04:41:52.520 --> 04:42:01.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem uma especificação máxima aceitável para você utilizar esse óleo para a produção.

2273
04:42:02.340 --> 04:42:10.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se ele vier com a quantidade de Bsw superior a esse máximo aceitável. Você tem que fazer um tratamento nele. Tem que retirar

2274
04:42:10.960 --> 04:42:19.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a quantidade a mais de água de sedimento para você poder comercializar e poder trabalhar no refino desse óleo.

2275
04:42:21.020 --> 04:42:24.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esqueci que você está tirando esse troço do fundo da terra, né?

2276
04:42:24.920 --> 04:42:28.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vem água misturada, vem

2277
04:42:28.510 --> 04:42:38.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: matéria, areia, cascalho, as coisas de sedimento misturadas junto do do óleo propriamente dito.

2278
04:42:40.750 --> 04:42:45.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, Bsw é a sigla em inglês de Basic Sediments and Water.

2279
04:42:46.180 --> 04:42:58.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Rendimentos básicos e água aqui, algumas fotos e alguns exemplos. Estações de medição local aqui em base, né?

2280
04:42:59.010 --> 04:43:02.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, e outras móveis aqui, né?

2281
04:43:03.360 --> 04:43:14.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que ficam instalados nesses navios. Aí fpso esses navios de exploração e produção, armazenamento e tal de petróleo

2282
04:43:14.560 --> 04:43:21.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, a foto de um provador provador fixo instalado em campo.

2283
04:43:22.540 --> 04:43:25.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E isso aqui já é um provador móvel

2284
04:43:26.850 --> 04:43:29.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que tem uma periodicidade diferente de calibração.

2285
04:43:31.410 --> 04:43:35.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, então vamos olhar esse exemplo,

2286
04:43:36.560 --> 04:43:44.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é da avaliação da incerteza da medição. Aqui não é uma calibração, não gente. Isso aqui é uma

2287
04:43:45.170 --> 04:43:53.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma medição feita por uma turbina. O medidor de vazão tipo turbina.

2288
04:43:55.120 --> 04:43:59.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considerando que ele vai ser usado em uma medição fiscal

2289
04:43:59.760 --> 04:44:03.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e vai medir óleo, volume de óleo

2290
04:44:05.540 --> 04:44:15.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que você tem então, em função da característica do fluido do óleo e das condições de operação,

2291
04:44:15.480 --> 04:44:21.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem as incertezas dessa medição, desse volume de óleo

2292
04:44:21.470 --> 04:44:24.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pedido com esses medidores tipo turbina.

2293
04:44:24.740 --> 04:44:33.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, como está aqui esse exemplo? Considera o caso da medição fiscal do volume de óleo realizado por meio de um medidor de vazão tipo turbina.

2294
04:44:34.320 --> 04:44:36.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse procedimento.

2295
04:44:36.620 --> 04:44:44.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é similar isso que todas essas condições que foram analisadas aqui para a turmina. Eles valem

2296
04:44:44.570 --> 04:44:50.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para outros tipos de medidores de vazão, tipo deslocamento positivo ou mesmo máximo ultrassom

2297
04:44:51.620 --> 04:44:57.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desde que você tem. Já que a turbina que utilizou

2298
04:44:58.890 --> 04:45:02.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o sinal de saída de frequência pulsado,

2299
04:45:02.620 --> 04:45:07.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pode considerar se você tem os outros medidores com essa mesma característica,

2300
04:45:09.620 --> 04:45:15.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você avaliar a questão da saída de pulso, sinal de forma de pulso.

2301
04:45:17.450 --> 04:45:23.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então as condições básicas para ser um medidor fiscal

2302
04:45:23.960 --> 04:45:29.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a gente viu ali. De classe três para a medição fiscal. Segundo regulamento meteorológico,

2303
04:45:30.340 --> 04:45:37.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: três. Ele tem que ter uma incerteza máxima. Desculpa, o erro máximo para o sistema é de zero,três.

2304
04:45:40.010 --> 04:45:42.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele tem que atender essa classe de exatidão.

2305
04:45:46.360 --> 04:45:54.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um medidor calibrado, certificado, com rastreabilidade a padrões do laboratório da Rvc e meta, considerando que o medidor foi calibrado já

2306
04:45:55.320 --> 04:46:00.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que as outras instrumentações utilizadas de parâmetro de processo,

2307
04:46:01.800 --> 04:46:04.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque ele vai fazer uma medição,

2308
04:46:05.120 --> 04:46:14.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas com as devidas correções e compensações e funções de variações de pressão e temperatura e massa específica que forem necessárias.

2309
04:46:16.700 --> 04:46:18.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a instrumentação de medição

2310
04:46:19.740 --> 04:46:28.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem que também utilizar medidores de pressão e temperatura também calibrado, certificado, com rastreabilidade aos padrões Rbc e metro,

2311
04:46:29.130 --> 04:46:39.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que atenda também a classe de exatidão requerida pelo regulamento técnico e essas classes de exatidão. Por exemplo, para três, que é do sistema fiscal,

2312
04:46:40.560 --> 04:46:49.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a temperatura, a medição de temperatura tem que ter um erro máximo de zero,três graus Celsius, em termos de valas de temperatura,

2313
04:46:50.070 --> 04:46:58.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medição da massa específica, um erro máximo de um quilograma por metro cúbico e é da pressão

2314
04:46:58.450 --> 04:47:00.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função da classe de pressão.

2315
04:47:01.870 --> 04:47:11.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se a pressão for inferior a um mega pascal, tem que ser mais ou menos cinquenta quilos. Pascal, se for entre um,quatro, mais ou menos cinco e superior a quatro,

2316
04:47:11.850 --> 04:47:14.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais ou menos duzentos quilos. Pascal,

2317
04:47:16.310 --> 04:47:18.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso está definido no regulamento técnico.

2318
04:47:19.200 --> 04:47:29.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele tem que atender essas classes. Isso permissão fiscal. Se você entrasse em outras de apropriação e de uso, entraria nessas outras classificações. Aqui

2319
04:47:29.660 --> 04:47:32.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é que é isso aqui, ó

2320
04:47:36.030 --> 04:47:41.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: classe de exatidão. Aqui, se é para a medição fiscal ou se é para a medição

2321
04:47:41.520 --> 04:47:44.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de transferência de custódia aqui.

2322
04:47:50.510 --> 04:47:57.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, tendo em vista isso, o modelo matemático,

2323
04:47:57.940 --> 04:48:00.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente já viu alguma coisa parecida com isso aqui

2324
04:48:01.080 --> 04:48:06.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um pouquinho ali para trás. O modelo matemático. Então

2325
04:48:06.400 --> 04:48:09.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e leva em consideração que você tem que fazer a medição

2326
04:48:10.260 --> 04:48:15.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nas condições de operação. Obviamente que está usando, mas trazer

2327
04:48:15.770 --> 04:48:21.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para as condições de referência de pressão e temperatura. Quais sejam essas referências,

2328
04:48:22.140 --> 04:48:24.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que são as referências adotadas aqui no Brasil

2329
04:48:25.560 --> 04:48:30.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como padrão de pressão e tempo. Que padrão, não como referência, como condições,

2330
04:48:31.100 --> 04:48:35.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como a gente chama Cntps condições normais de temperatura e pressão,

2331
04:48:36.440 --> 04:48:46.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde a temperatura é de vinte graus, e a pressão é a pressão atmosférica considerada cento e um,trezentos e vinte e cinco kg. Pascal

2332
04:48:48.030 --> 04:48:52.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são as condições de referência e pressão. Então a equação matemática

2333
04:48:52.420 --> 04:48:59.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do volume medido por esse medidor atende essa equação aí onde,

2334
04:49:00.420 --> 04:49:05.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: basicamente, com relação ao medidor propriamente, você tem o Mf,

2335
04:49:05.700 --> 04:49:08.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o fator do medidor meter factor que isso

2336
04:49:08.970 --> 04:49:16.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vai estar no certificado de calibração. Lembra que é um fator que é avaliado na calibração.

2337
04:49:17.610 --> 04:49:27.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o valor deles está lá declarado no certificado de calibração, esse valor? Não tenho certeza

2338
04:49:28.050 --> 04:49:36.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque é um fator de correção que foi feito na calibração em relação ao volume medido e o volume real.

2339
04:49:37.230 --> 04:49:40.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele não tem uma certeza associada. Mas ele entra no carro.

2340
04:49:42.110 --> 04:49:44.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem o Np,

2341
04:49:45.550 --> 04:49:50.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o número de pulsos gerado pela turbina durante esse intervalo de medição. Aí tem a ver com

2342
04:49:51.130 --> 04:49:56.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medição propriamente dita. Você é uma turbina. Você tem o número de pulsos que ela.

2343
04:49:57.000 --> 04:50:07.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela gera na contagem. O k, esse kamai. Tudo bem que deveria estar escrito o Kamai hoje, porque parece que Kelvin, mas não é. Não é o fator do medidor,

2344
04:50:08.600 --> 04:50:11.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o número de pulsos por metro cúbico

2345
04:50:13.070 --> 04:50:18.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e as outras constantes ali em cima

2346
04:50:18.250 --> 04:50:23.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: constante não são outros fatores. Ctl, Cpl, Cbsw, Ct20

2347
04:50:24.020 --> 04:50:40.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são fatores de correção que vão trazer as medidas realizadas nas temperaturas de operação e de pressão de operação

2348
04:50:40.870 --> 04:50:48.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para essa condição de referência. Então, Ctl é o fator que corrige o volume medido para a condição de temperatura de

2349
04:50:48.270 --> 04:50:53.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quinze graus. Inicialmente, você faz uma correção para quinze graus,

2350
04:50:54.580 --> 04:51:12.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e depois você faz essa correção de quinze. Depois você joga para vinte, que é a nossa referência de vinte, porque quinze é uma coisa, porque às vezes você tem normas, normas americanas da Api e Tal Asm. A referência deles é quinze graus.

2351
04:51:12.570 --> 04:51:20.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que aqui a nossa referência no Brasil é vinte. Então você primeiro faz a correção para atender essa

2352
04:51:21.020 --> 04:51:28.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: condição das normas da área do petróleo, que inicialmente se baseou na Api,

2353
04:51:29.950 --> 04:51:34.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e depois você normaliza isso para as condições do

2354
04:51:35.060 --> 04:51:43.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do Brasil aqui, das nossas condições de temperatura, que é vinte. Então você tem duas correções: Ctl e Ct20

2355
04:51:43.500 --> 04:51:47.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para um corrige para quinze. Depois você faz a correção para vinte graus.

2356
04:51:49.650 --> 04:51:58.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Cpl é o fator que corrige o volume medido na condição de operação para a pressão de referência. Quer dizer, ele vai jogar para a pressão

2357
04:51:58.400 --> 04:52:02.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de pressão atmosférica cento e um trezentos e vinte e cinco.

2358
04:52:03.030 --> 04:52:07.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é um fator que vai ver qual é a pressão que eu estou tendo na linha

2359
04:52:07.920 --> 04:52:14.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de medição, e depois eu vou corrigir para cá para jogar para quinze para pressão atmosférica.

2360
04:52:14.620 --> 04:52:22.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Bsw Cbsw é o fator do sentimento e água, que é

2361
04:52:22.630 --> 04:52:26.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função do tipo de óleo que você tem ali.

2362
04:52:28.210 --> 04:52:37.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então são basicamente esses diretamente ligado ao medidor propriamente dita. Eu tenho o fator dele.

2363
04:52:37.750 --> 04:52:41.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O número de pulsos e o o fator

2364
04:52:42.250 --> 04:52:45.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: característico do medidor número pulso, metro cúbico.

2365
04:52:45.760 --> 04:52:52.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O resto são fatores de correção aplicados em função

2366
04:52:53.130 --> 04:53:03.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da temperatura e pressão de operação ser diferente da temperatura e da pressão é de referência

2367
04:53:04.760 --> 04:53:09.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma atmosfera e vinte graus, porque o óleo ali dentro, não está?

2368
04:53:09.710 --> 04:53:16.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Há uma atmosfera e a vinte graus para poder ser transferido, poder ser medido.

2369
04:53:17.120 --> 04:53:23.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, tá bom. Então essa é a equação

2370
04:53:23.140 --> 04:53:36.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que vai ser trabalhada para poder ver qual é a incerteza do volume então medido. Considerando esses aspectos, e agora o passo, é a partir dessa equação, começar a

2371
04:53:36.650 --> 04:53:43.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: avaliar cada componente desse. Como é que ele influencia? Como é que ele contribui para a incerteza final

2372
04:53:43.330 --> 04:53:45.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do meu volume.

2373
04:53:45.200 --> 04:53:48.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o volume.

2374
04:53:48.750 --> 04:53:52.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele vai ser então aqui a incerteza do volume.

2375
04:53:52.320 --> 04:53:59.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem aquela equação que a gente tinha visto que é a raiz quadrada da.

2376
04:54:01.460 --> 04:54:02.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

2377
04:54:02.520 --> 04:54:14.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: soma de todos os componentes de incerteza elevada ao quadrado. Então você tem os coeficientes de sensibilidade que multiplicam as respectivas incertezas de cada um deles.

2378
04:54:16.720 --> 04:54:24.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vê, pela equação de origem, a equação de origem tem um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete componentes.

2379
04:54:25.160 --> 04:54:32.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui eu vou ter dois, três, quatro, cinco, seis, sete componentes de incerteza.

2380
04:54:35.270 --> 04:54:40.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, meu cara é trabalhar com essas coisas. Então você tem aqui os.

2381
04:54:40.930 --> 04:54:47.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os respectivos coeficientes de sensibilidade são as derivadas. Estão aqui mostradas como é que você

2382
04:54:48.010 --> 04:54:52.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é muito difícil fazer essas derivadas. Não? Porque você tem.

2383
04:54:52.380 --> 04:54:54.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente é

2384
04:54:56.200 --> 04:55:08.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: produtos ali, e uma divisão pega esse K, coloca para cima também um produto elevando a menos um. No final, ele vai estar elevado a menos dois

2385
04:55:08.820 --> 04:55:15.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui elevado a dois. Ele vai estar dividido por dois por cá. Elevado a dois.

2386
04:55:15.690 --> 04:55:18.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você está com ele aí.

2387
04:55:22.520 --> 04:55:27.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, quando você monta esse negócio, você vê, aqui com essas derivadas e tal.

2388
04:55:28.140 --> 04:55:35.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o que você percebe é que esse coeficiente de sensibilidade aqui Delta V pelo

2389
04:55:36.050 --> 04:55:41.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mite facto, na verdade, representa o volume medida dividido pelo fator de medição.

2390
04:55:42.130 --> 04:55:43.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, o.

2391
04:55:43.620 --> 04:55:50.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A derivada dele. Em relação Cpl é igual o volume de dias dividido pelo próprio Cpl. Então você tem aqui

2392
04:55:50.940 --> 04:55:51.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as expectativas.

2393
04:55:52.170 --> 04:55:58.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os resultados aqui não são muito complicados de você entender não

2394
04:55:58.860 --> 04:56:04.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: avaliar essas incertezas aqui é que é um pouco mais chato.

2395
04:56:05.020 --> 04:56:17.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui são as derivadas. Tudo bem. O volume bem medido Mpf. Eu conheço medida. O Cpl é calculado.

2396
04:56:18.260 --> 04:56:28.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O K é conhecido. Então eu tenho aqui o Np. O número de pulsos. Eu sei. Eu vejo lá quantos foram contados, então não é difícil.

2397
04:56:28.570 --> 04:56:34.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essas incertezas é que pode dar mais trabalho. Então vamos ver, passo a passo aqui,

2398
04:56:37.790 --> 04:56:42.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então, sobre o valor de Np, número de impulsos

2399
04:56:42.450 --> 04:56:46.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu comentei ainda há pouco para vocês aí, que é?

2400
04:56:46.410 --> 04:56:48.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode ter uma perda de

2401
04:56:48.930 --> 04:56:52.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de pulsos gerados. Então o número de pulsos gerados pelo medidor

2402
04:56:53.070 --> 04:56:57.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o fator K do medidor fornece esse volume de óleo.

2403
04:56:57.470 --> 04:57:00.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, durante o intervalo de medição,

2404
04:57:01.390 --> 04:57:07.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos dizer: é possível perder pulso, porque esse comando para iniciar e parar. E tal pode ocorrer em instantes

2405
04:57:07.640 --> 04:57:13.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em que não tem emissão de pulso. Pode estar cortando no meio do caminho e tal.

2406
04:57:13.970 --> 04:57:20.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então estima se, assumindo uma distribuição retangular que a gente pode perder pelo menos dois pulsos,

2407
04:57:21.780 --> 04:57:28.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais ou menos dois pulsos. Então, se eu tenho mais ou menos dois pulsos atribuindo uma distribuição retangular,

2408
04:57:31.030 --> 04:57:39.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é, eu posso considerar aí que eu tenho uma distribuição, considerando dois pulsos divididos por raiz de doze.

2409
04:57:41.660 --> 04:57:42.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá,

2410
04:57:43.940 --> 04:57:49.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo menos dois pulsos, um no início e outro no final. Então você tem dois pulsos dividido por raio de um2

2411
04:57:54.010 --> 04:58:11.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então já tem uma incerteza ali estimada. Essa é estimada, né? É meio. Tudo bem. Foi estimado. Talvez se você fizer simulações e tal vários experimentos, chegue alguma coisa parecida com isso. Sim,

2412
04:58:11.730 --> 04:58:23.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então estima se, assume se uma incerteza de dois sobre raios de doze no no total de pulsos.

2413
04:58:25.010 --> 04:58:28.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai multiplicar isso dois devido por rádio. Doze por

2414
04:58:28.580 --> 04:58:32.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo fator K, que vai dar o número de volume

2415
04:58:33.210 --> 04:58:38.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de incerteza em função dessa perda de pulsos, não é isso, não é?

2416
04:58:41.530 --> 04:58:44.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora o fator K do medidor.

2417
04:58:45.640 --> 04:58:50.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele considera que como isso vem lá de uma.

2418
04:58:51.030 --> 04:58:58.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, eu falei o fator do medidor. Quem não tinha incerteza. Eu me enganei. Na verdade, é sobre o

2419
04:58:58.910 --> 04:59:10.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o Fator K. É um número que foi calibrado lá. O fator do medidor é o número de pulsos por metro cúbico. Então você considera que a incerteza vai estar na contagem do número de pulsos.

2420
04:59:10.690 --> 04:59:19.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você usa o fator que vem declarado lá no certificado de calibração.

2421
04:59:19.780 --> 04:59:37.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você não usa. Não vai atribuir uma incerteza ao fator K. Você vai atribuir uma incerteza na contagem de pulsos, que é aquela, por exemplo, dois sobre raios de doze que vai se multiplicar pelo fator K, que é o número de pulsos por

2422
04:59:39.180 --> 04:59:40.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por metro cúbico.

2423
04:59:44.110 --> 04:59:52.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você considera que ser uma constante não tem certeza, mas ela entra, o fator cá vai entrar no cálculo do volume. A gente viu isso.

2424
04:59:54.240 --> 05:00:01.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A incerteza sobre o fator do medidor está lá. Declarado no certificado de calibração.

2425
05:00:02.360 --> 05:00:08.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o fator do medidor é um fator lá determinado no meio, no certificado de calibração.

2426
05:00:09.210 --> 05:00:11.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você pode obter isso, né?

2427
05:00:11.720 --> 05:00:19.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nesse certificado, lembra que a gente viu ali que um dos parâmetros meteorológicos

2428
05:00:20.040 --> 05:00:26.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que o desempenho meteorológico que está no certificado. Pode ser o fator do medidor.

2429
05:00:27.710 --> 05:00:34.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, que tem lá no certificado de calibração? Desde que não esteja vencido. Então a incerteza lá

2430
05:00:34.580 --> 05:00:40.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vai ser que está no certificado, dividido pelo fator de abrangência, que parece no certificado e tal.

2431
05:00:40.710 --> 05:00:45.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora você pode ter também que ele também entra aqui numa consideração.

2432
05:00:46.070 --> 05:00:54.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É que se você tiver históricos de calibrações nesse medidor, você pode verificar em calibrações passadas,

2433
05:00:54.790 --> 05:00:57.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ver se esse mete factor.

2434
05:00:57.970 --> 05:01:10.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não teve nenhuma alterações. Você pode usar então dados anteriores e calcular o desvio padrão desses valores anteriores.

2435
05:01:12.200 --> 05:01:20.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pega os vários. Sei lá se você tem calibrações passadas, pode pegar isso aqui e ver qual é a dispersão desses valores

2436
05:01:21.190 --> 05:01:27.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que foram encontrados com a o atual aqui do último certificado,

2437
05:01:27.640 --> 05:01:46.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e também fazer uma soma quadrada nesse sentido aqui, considerando a média, a dispersão dessa média e entrar como um fator. Agora, se você não tem, de repente. Não, esse instrumento é novo. Só foi calibrado recente. Não tem histórico. Entra só com

2438
05:01:46.620 --> 05:01:51.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com a incerteza da última calibração. Se você conseguir montar,

2439
05:01:52.130 --> 05:01:59.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pegar informações anteriores, você pode também considerar esses dados passados aqui, ó

2440
05:01:59.500 --> 05:02:03.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para compor a incerteza do Mitty Factory

2441
05:02:09.400 --> 05:02:10.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação.

2442
05:02:11.190 --> 05:02:18.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí vem. Agora isso. Aí a gente viu com relação ao medidor, basicamente que é

2443
05:02:18.820 --> 05:02:27.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do número de pulsos e do limite. De facto, lembra que o resto aqui que tem a ver com instrumento

2444
05:02:27.640 --> 05:02:31.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o fator dele de medição que está

2445
05:02:31.310 --> 05:02:37.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dado do certificado que eu vou usar o número de pulsos.

2446
05:02:37.990 --> 05:02:41.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou atribuir aqui uma incerteza

2447
05:02:41.640 --> 05:02:50.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de dois. O raiz de doze e o K, que é uma constante e só vai simplesmente aqui

2448
05:02:52.090 --> 05:02:56.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dar uma grandeza aqui para o número de pulsos em unidade volume

2449
05:02:59.790 --> 05:03:04.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o resto são fatores de correção.

2450
05:03:04.570 --> 05:03:08.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ctl, Cpl, Cbsw e o Ct20

2451
05:03:08.770 --> 05:03:16.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são fatores de correção, em função de condições de pressão e temperatura, mas tudo bem, tem que ser avaliado.

2452
05:03:17.400 --> 05:03:22.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso aqui é o mais chato aqui. Que são essas correções.

2453
05:03:23.200 --> 05:03:30.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho. Então, com relação ao volume com relação.

2454
05:03:31.060 --> 05:03:39.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aham, o volume de temperatura. E eu tenho essa expressão matemática aqui, Ctl, que leva em consideração

2455
05:03:40.190 --> 05:03:43.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a variação de temperatura

2456
05:03:43.830 --> 05:03:50.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que aí leva, que o Ctl é para quinze graus. Depois eu vou fazer essa mesma correção para vinte graus.

2457
05:03:51.030 --> 05:04:00.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui ele leva em consideração o coeficiente de expansão térmica do. Do do produto lá do fluido

2458
05:04:00.830 --> 05:04:02.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu olho.

2459
05:04:04.960 --> 05:04:23.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E esse Alfa tem uma equação matemática aqui, que depende do petróleo, do tipo de óleo usado. Então você tem aqui essa norma api nesse capítulo para cada tipo de fluido. Você, para cada tipo de óleo, características de óleo de petróleo e tal

2460
05:04:23.210 --> 05:04:28.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: óleo cru ou outro tipo de óleo. Você tem os valores dele. E aí você calcula esse alfa.

2461
05:04:29.660 --> 05:04:32.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí ele também.

2462
05:04:32.930 --> 05:04:42.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa norma Api declara que essa incerteza que para esse Alpha, tenho uma incerteza de

2463
05:04:42.490 --> 05:04:45.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em torno de um,cinco vez. Um0 a menos seis por graus Celsius.

2464
05:04:47.530 --> 05:04:51.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem a massa específica desse fluido a quinze graus.

2465
05:04:54.390 --> 05:05:00.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem certeza? Então, derivando essa função aqui, que isso já é mais chatinho.

2466
05:05:00.570 --> 05:05:08.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas você tem a derivada dela aqui. E aí você tem a incerteza do Ctl. E aí você vai fazer isso para as outras, né?

2467
05:05:08.680 --> 05:05:11.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para o Alfa ali. Ó,

2468
05:05:11.920 --> 05:05:18.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque aqui entra a incerteza do Alfa. Aqui também a incerteza da variação da temperatura e a incerteza da variação

2469
05:05:18.760 --> 05:05:20.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do Alfa,

2470
05:05:20.700 --> 05:05:29.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do coeficiente de expansão térmica. O coeficiente de expansão térmico tem essa expressão matemática aqui? Quer dizer, como cá são constantes, mas

2471
05:05:30.230 --> 05:05:33.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a massa específica não é?

2472
05:05:33.400 --> 05:05:40.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem a incertezas da massa específica. Aí você vai ver a incerteza da massa específica do produto.

2473
05:05:40.650 --> 05:05:44.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa massa específica ou a densidade.

2474
05:05:45.120 --> 05:05:47.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela pode ser medida.

2475
05:05:48.610 --> 05:05:59.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode ter lá um densímetro em linha. Um medidor lá, Corioli medindo para ver essa densidade. Ou você pode fazer uma análise no laboratório, medir

2476
05:06:00.360 --> 05:06:03.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a massa específica desse produto, e ela entra então aqui

2477
05:06:03.960 --> 05:06:17.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: num certificado. Se você tem dados passados. Você pode fazer do mesmo jeito que a gente viu o outro lá. Fazer pegar valores históricos, calcular dispersão e somar quadradicamente aqui com

2478
05:06:18.490 --> 05:06:21.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: variação atual do produto que está sendo pedido.

2479
05:06:22.850 --> 05:06:28.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você levanta a incerteza desse coeficiente de expansão térmica.

2480
05:06:30.420 --> 05:06:43.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Depois disso, você vai ver a densidade do óleo. Ah, sim? Às vezes você tem normas diferentes. Por isso que eu falei que se você usa de repente, a densidade que não é no sistema internacional é em grau Api, dependendo da norma que está sendo usada.

2481
05:06:43.470 --> 05:06:47.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Petrobras, você tem normas de projetos diferentes

2482
05:06:48.070 --> 05:06:55.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que às vezes usam a Api. O outro usa o sistema internacional e tal. Isso aqui é uma conversão casa. Tem

2483
05:06:57.430 --> 05:07:04.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bom, a temperatura medida do óleo. Você tem as incertezas das medições de temperatura,

2484
05:07:05.370 --> 05:07:17.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então você deve realizar pelo menos cinco medições. Ele diz aqui, você deve considerar uma média de pelo menos de cinco leituras de temperatura. Ao longo do intervalo de medição que você está considerando.

2485
05:07:17.850 --> 05:07:26.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí vai avaliar a dispersão dessas leituras, calcular a média de mim, o padrão, respectivamente, para ver

2486
05:07:26.630 --> 05:07:33.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a repetibilidade delas. E vai entrar também com os dados de certificado

2487
05:07:33.390 --> 05:07:37.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do sensor do transmissor lá de temperatura. Tal mesma coisa.

2488
05:07:38.140 --> 05:07:50.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí vai entrar aqui para compor a incerteza combinada da emissão de temperatura que entra com os dados da incerteza tipo A e da incerteza de tipo B dos

2489
05:07:50.720 --> 05:07:54.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o certificado de calibração dos medidores de temperatura.

2490
05:07:58.480 --> 05:08:09.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí é bom. Aquela especificação de zero,três graus. Foi aquela que a gente tinha visto lá da portaria do inmetro. Erro máximo. Considerando o que eles atendem.

2491
05:08:10.110 --> 05:08:20.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outro fator de correção é aquele do sentimento de água. Lembra do Bsw? Então o Bsw pode ser obtido através

2492
05:08:20.940 --> 05:08:28.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma medição em linha. Se eu tenho um medidor de linha, ou pode ser através de

2493
05:08:28.960 --> 05:08:34.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma análise de amostragem de laboratório e tal. Faz uma análise

2494
05:08:34.430 --> 05:08:43.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: coleta e vê coers proporcional de sedimento e de água que você tem naquela naquele óleo que está.

2495
05:08:44.750 --> 05:08:49.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está fluindo ali. E da mesma forma que você pode ter ali.

2496
05:08:49.300 --> 05:08:58.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dados históricos de medições passadas desse teor de Bsw. Se tiver, você também pode incorporar

2497
05:08:58.540 --> 05:09:10.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nessa incerteza. Considerando da análise atual e de históricos de medição anteriores do óleo que está sendo medido por aquela.

2498
05:09:11.410 --> 05:09:16.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por aquele instrumento de medição. Então você tem aqui também.

2499
05:09:16.270 --> 05:09:28.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A incerteza é uma incerteza em porcentagem aqui que você considera que é um volume? O Bsw é uma medida percentual. Então você vai considerar uma

2500
05:09:29.100 --> 05:09:31.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma medida aqui em porcentagem também

2501
05:09:34.670 --> 05:09:38.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza do fator de compreensibilidade em termos de pressão.

2502
05:09:39.110 --> 05:09:43.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que você vai fazer? Você vai medir a pressão de operação

2503
05:09:44.140 --> 05:09:52.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e tem uma situação. Aí você tem uma equação aqui, que leva em consideração a pressão, medida

2504
05:09:52.460 --> 05:09:58.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nas condições de operação e para referenciar um fator de compressibilidade

2505
05:09:59.290 --> 05:10:11.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do óleo lá do tal do hidrocarboneto. Porque, na verdade, é um hidrocarboneto que tem também gás misturado essas coisas todas. Então você pode ter uma certa compreensibilidade em função do tipo de óleo.

2506
05:10:11.710 --> 05:10:19.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem os valores dele que estão apresentadas nessa norma. Aí, dos noventa e sete,setenta.

2507
05:10:19.830 --> 05:10:26.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Determina lá como você avalia, dependendo do tipo de óleo, esse fator de compreensibilidade.

2508
05:10:28.690 --> 05:10:34.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você tem um outro valor aqui, que é a pressão de equilíbrio. Essas condições de medição.

2509
05:10:34.630 --> 05:10:42.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, dependendo aqui Sumida como zero, para ver que tem pressão de vapor inferior, pressão atmosférica.

2510
05:10:42.730 --> 05:10:47.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se é o caso, você não tem isso, senão você tem que considerar

2511
05:10:48.260 --> 05:10:55.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa correção. E aí você tem a fórmula. Como é que você calcula. Esse fator de compreensibilidade

2512
05:10:55.640 --> 05:11:07.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é em função da temperatura do óleo, da massa específica do óleo e tem umas constantes utilizadas aqui uma equação bem complicada, né?

2513
05:11:08.240 --> 05:11:17.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nada que se você não colocar isso aí no computador, na planilha, está colocando essas equações todas aí

2514
05:11:17.420 --> 05:11:24.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: depois é entrar com os dados para calcular que dá trabalho, dá.

2515
05:11:26.450 --> 05:11:27.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E na medição

2516
05:11:27.880 --> 05:11:34.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da pressão, basicamente porque você também. Aqui você é um fator de correção de volume em função da pressão,

2517
05:11:35.050 --> 05:11:43.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só que também a medida de pressão tem uma incerteza igual, parecido com a metodologia usada. É parecido com o que a gente viu da

2518
05:11:43.490 --> 05:11:52.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medição da temperatura. Faz pelo menos aqui. Lá a temperatura eram cinco medições na pressão, recomenda se no mínimo três leituras.

2519
05:11:53.430 --> 05:12:00.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você também vai avaliar a dispersão, o desvio padrão do

2520
05:12:01.090 --> 05:12:07.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essas medidas e vai entrar também com a incerteza da calibração do medidor e pressão.

2521
05:12:08.330 --> 05:12:10.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E vai combinar essas duas aqui, né?

2522
05:12:11.470 --> 05:12:14.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Incerteza, tipo A e incerteza tipo B e vai combinar

2523
05:12:15.410 --> 05:12:17.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para ver a incerteza da medida de pressão.

2524
05:12:20.330 --> 05:12:23.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a incerteza do fator de compressibilidade

2525
05:12:23.650 --> 05:12:28.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que tinha levado em consideração essas incertezas. Pode ser agora.

2526
05:12:28.620 --> 05:12:39.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É calculado aí. Só que a gente viu até agora. Para efeito de temperatura na condição de quinze. Agora você vai corrigir para vinte graus.

2527
05:12:39.540 --> 05:12:47.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o de quinze e de vinte graus, ele pega os dados do de quinze, tá vendo? Alfa quinze.

2528
05:12:47.700 --> 05:12:50.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí corrige aqui para vinte graus,

2529
05:12:51.070 --> 05:12:53.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como a gente já tinha visto lá

2530
05:12:53.380 --> 05:13:00.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o cálculo ante para quinze graus, inclusive do coeficiente de dilatação, né?

2531
05:13:00.330 --> 05:13:05.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para quinze graus. Então agora é fazer a equação aqui.

2532
05:13:05.450 --> 05:13:07.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essas incertezas. A gente já tinha, né?

2533
05:13:08.130 --> 05:13:12.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Obtido lá anteriormente, o cálculo da incerteza de Alpha quinze.

2534
05:13:13.130 --> 05:13:28.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem a correção, porque aqui tem uma explicação. Por que se usa essa norma normalizo noventa e um.um, adota as condições de pressão base, uma temperatura de um5 só que, no Brasil, a gente utiliza

2535
05:13:28.370 --> 05:13:33.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a mesma pressão, só que a temperatura de referência é vinte graus.

2536
05:13:33.920 --> 05:13:44.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você calcula com relação a essa norma aqui, ó, essa outra norma que é utilizada aqui, que é uma

2537
05:13:45.460 --> 05:13:50.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aham a Iso noventa e um dois, que é do Brasil.

2538
05:13:52.670 --> 05:14:03.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aquela anteriormente se equivale a noventa e um traço um e a quarenta e dois.sessenta e sete. Traço dois equivalem. Você faz o cálculo para um5 e depois corrige para dois0

2539
05:14:04.720 --> 05:14:07.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e no final, você tem aqui o balanço. Então,

2540
05:14:07.800 --> 05:14:17.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de incertezas para esse volume líquido de óleo. Considerando todos esses fatores, você vê que, basicamente, em relação à influência do medidor é o

2541
05:14:17.690 --> 05:14:28.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o fator de calibração e o número de pulsos. O resto são correções em função de temperatura e pressão

2542
05:14:29.430 --> 05:14:39.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diferente da densidade do óleo, influenciada por essas condições de temperatura e. E

2543
05:14:39.930 --> 05:14:50.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e pressão diferente das condições de referência e do Bsw, que é a quantidade de segmentos de água que pode ter misturado com óleo.

2544
05:14:52.230 --> 05:14:54.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E no final, então você tem

2545
05:14:54.570 --> 05:15:02.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma medida declarado. Você vai expandir isso aí para declarar o certificado.

2546
05:15:03.540 --> 05:15:09.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O maisual é pegar esse carro, multiplicar por dois, estender isso aí para

2547
05:15:09.330 --> 05:15:12.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: noventa e cinco-quarenta e cinco para cá é igual a dois

2548
05:15:18.330 --> 05:15:24.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na medição. Outro exemplo. Agora a gente tem meia hora para a gente ver isso. Acho que está bem tranquilo

2549
05:15:24.800 --> 05:15:29.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: seria na medição de gás na medição de gás natural.

2550
05:15:29.170 --> 05:15:42.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Senhor, você pode utilizar medição de gás que você pode utilizar a placa de orifício vocal,

2551
05:15:42.570 --> 05:15:45.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas o mais comum é placa de orifício.

2552
05:15:47.700 --> 05:15:51.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí, seguindo aquela equação da diferencial de pressão,

2553
05:15:52.360 --> 05:15:59.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é ouso de turbinas ou medidores de ultrassom. Quer dizer, basicamente você pode utilizar

2554
05:15:59.750 --> 05:16:02.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só no uso medidor volumétrico, né?

2555
05:16:02.330 --> 05:16:04.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é muito comum, mas

2556
05:16:04.870 --> 05:16:12.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também não tem? Você tem se um medidor volumétrico de gásômetro. É um medidor volumétrico.

2557
05:16:12.720 --> 05:16:20.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, mas para altas vazões, basicamente você acaba trabalhando ou com medição de turbina

2558
05:16:20.370 --> 05:16:26.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou com o medidor de ultrassom, usando

2559
05:16:26.270 --> 05:16:31.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: multifestes pedidores ultrassônicos, de gás usando multifestes

2560
05:16:31.930 --> 05:16:35.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para altas vazões e altas pressões

2561
05:16:35.420 --> 05:16:39.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso aqui é um exemplo de um deles. E aí você vê que uns

2562
05:16:40.050 --> 05:16:42.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no mínimo dez de âmbito de entrada,

2563
05:16:43.110 --> 05:16:45.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o e mail saía daqui e tal.

2564
05:16:46.250 --> 05:16:48.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui é três três diâmetros.

2565
05:16:52.410 --> 05:17:00.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem aqui o tipo de medidor, uma coleta que é uma medida de temperatura.

2566
05:17:00.780 --> 05:17:10.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A medida de vazão foi uma medida de pressão. Também é a medidor de e ultrassom

2567
05:17:11.170 --> 05:17:19.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para gás, medida de pressão e temperatura é importante. Então isso aqui a gente lembra que a gente viu, né? Tempo de trânsito e tal,

2568
05:17:20.670 --> 05:17:24.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e as especificações então definidas para o gás.

2569
05:17:25.210 --> 05:17:34.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas você tem. Às vezes você usa normas da Aga American Gas Association da American Petrole Institutes, ou mesmo normas da isso

2570
05:17:34.650 --> 05:17:41.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em projetos de especificações diferentes, mas na medição fiscal, classe de exatidão, meio

2571
05:17:41.490 --> 05:17:51.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma incerteza máxima de um,cinco, a transferência de custódia, um,cinco também máxima de um,cinco e para apropriação, um,cinco e dois.

2572
05:17:52.530 --> 05:18:02.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vê que aqui tanto um fiscal quanto a transferência de custódia, tem que atender as mesmas classes de exatidão e de incerteza máxima do sistema de medição.

2573
05:18:02.510 --> 05:18:13.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A apropriação já tem uma tolerância um pouco maior. São medidas internas dentro do campo e tal. Mas quando você entra com contabilidade de dinheiro pedida

2574
05:18:14.110 --> 05:18:17.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: transferência de custódia, gera dinheiro e missão fiscal também

2575
05:18:18.310 --> 05:18:22.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a classe de exatidão é melhor, e a incerteza tem que ser menor. Também

2576
05:18:24.780 --> 05:18:29.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na medição de gás natural. Em termos de calibração, a gente viu que era a placa de edifício.

2577
05:18:30.160 --> 05:18:37.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, a inspeção está ali, naquele, no regulamento civil. Lá.

2578
05:18:37.690 --> 05:18:41.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Inspeção Dimensional da Placa do trecho reto

2579
05:18:41.700 --> 05:18:46.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a Turbine e o ultrassom tem a periodicidade definida lá.

2580
05:18:46.780 --> 05:18:49.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acho que seis meses ou um ano, alguma coisa assim.

2581
05:18:51.080 --> 05:18:59.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E na calibração em si, usando a placa de edifício. Basicamente, o que você faz periodicamente é a calibração dos transmissores de pressão diferencial

2582
05:19:00.430 --> 05:19:05.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o que vai dar a leitura convertida em invasão

2583
05:19:08.360 --> 05:19:13.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o medidor tipo turminha ou o medidor de tração

2584
05:19:14.140 --> 05:19:22.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para essa área de invasão de gás natural tem basicamente a mesma equação que muda. É só o final aqui que aqui

2585
05:19:22.610 --> 05:19:23.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele é

2586
05:19:24.440 --> 05:19:38.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: elevada a um, não tem. E aqui é elevada a três. Você não consegue enxergar aqui, direito aqui. Mas essa equação aqui ele considera a correção aqui, em termos da temperatura elevada a três e aqui não.

2587
05:19:41.340 --> 05:19:50.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quais são os componentes de novo aqui com relação aquele também está usando um exemplo, de uma turbina ou de ultrassom

2588
05:19:51.330 --> 05:19:56.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação ao medidor. Basicamente, eu tenho o fator.

2589
05:19:57.340 --> 05:19:59.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fator do medidor aqui ó mete facto.

2590
05:20:03.400 --> 05:20:10.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a vazão de gás nas condições de referência.

2591
05:20:11.240 --> 05:20:14.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui na medição, nas condições de operação

2592
05:20:16.690 --> 05:20:27.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o resto são medidas que vão depois corrigir em termos de valores de pressão e temperatura, porque o gás, principalmente, é importante

2593
05:20:27.680 --> 05:20:32.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você ter a medida de pressão e temperatura, porque muda o volume, né?

2594
05:20:33.520 --> 05:20:34.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Muda o volume.

2595
05:20:36.530 --> 05:20:41.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você mede a pressão no gás nas condições de operação.

2596
05:20:41.600 --> 05:20:53.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem a pressão nas condições de referência. Você tem o valor dele. Você faz a relação entre na pressão de operação e a pressão de referência na temperatura. Mesma coisa.

2597
05:20:53.520 --> 05:20:55.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A temperatura de referência

2598
05:20:56.700 --> 05:21:03.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é vinte graus, e a pressão de referência é a pressão atmosférica cento e um,trezentos e vinte e cinco quilos. Pascal,

2599
05:21:04.860 --> 05:21:11.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só que aqui a medida de pressão, nesse caso, considera a pressão absoluta, ou seja,

2600
05:21:13.600 --> 05:21:23.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como se fosse a parte do vácuo. E a temperatura também é absoluta. Então a temperatura em Kelvin que você vai usar aqui, a temperatura absoluta do gás.

2601
05:21:25.300 --> 05:21:32.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem, que é vinte graus, mas se converte isso para a Kelvin, para poder trabalhar com a temperatura.

2602
05:21:33.260 --> 05:21:34.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É.

2603
05:21:34.380 --> 05:21:39.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fica mais fácil de você usar, né? Porque absoluta. Se você considerar

2604
05:21:41.540 --> 05:21:48.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero graus zero Kelvin, você daria menos de duzentos e setenta e três, mas tudo bem, você pode também

2605
05:21:48.720 --> 05:21:49.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerar isso.

2606
05:21:50.260 --> 05:21:54.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E entra também com os fatores de compreensibilidade do gás,

2607
05:21:55.650 --> 05:22:01.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí também entra com a questão na condição de operação e na condição de referência

2608
05:22:01.920 --> 05:22:13.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e as respectivas temperaturas. Aqui, o Alfa, o fator de expansão do gás e as temperaturas em relação

2609
05:22:13.990 --> 05:22:23.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a calibração que o instrumento teve e a temperatura de operação.

2610
05:22:24.650 --> 05:22:28.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, o que fazer, derivar esse troço,

2611
05:22:29.590 --> 05:22:42.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fazer as derivadas que tu tem também. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, umum variáveis. Então eu vou fazer essas derivadas todas. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete.

2612
05:22:42.930 --> 05:22:47.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, na verdade, ele está derivando só com relação a.

2613
05:22:49.790 --> 05:22:55.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, deixa eu ver. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, vazão.

2614
05:22:56.090 --> 05:23:03.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A pressão de operação, temperatura de referência, temperatura. Não sei o que calibra. Ah, sim, é porque

2615
05:23:04.370 --> 05:23:08.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui repetiu aqui tá o que me enganei aqui?

2616
05:23:08.680 --> 05:23:11.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Temperatura aqui é igual a outra ali. Então não tem estudo.

2617
05:23:17.950 --> 05:23:19.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

2618
05:23:22.320 --> 05:23:28.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, e aí você tem os respectivos coeficientes de sensibilidade também calculados aqui,

2619
05:23:33.260 --> 05:23:37.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: respectivos coeficientes de sensibilidade calculadas aqui.

2620
05:23:44.070 --> 05:23:47.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso para o turbina e para o ultrassom

2621
05:23:48.080 --> 05:23:51.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que muda. É por causa do

2622
05:23:51.330 --> 05:23:56.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um elevado a três, né? Aí fica. Aqui. Tem um três que multiplica aqui esse negócio.

2623
05:23:56.550 --> 05:23:57.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O outro ali, não tem?

2624
05:23:59.550 --> 05:24:03.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quais são as possíveis fontes de incerteza?

2625
05:24:05.400 --> 05:24:12.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem aqui que vem do que a gente chama a equação dos dados de origem. Então você tem o coeficiente de relatação linear

2626
05:24:13.240 --> 05:24:18.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do fator de compreensibilidade do gás

2627
05:24:19.130 --> 05:24:27.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na calibração do medidor. Então você tem o limite. Facto, a temperatura, a influência da temperatura do medidor

2628
05:24:27.720 --> 05:24:31.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e da temperatura lá de calibração e da pressão

2629
05:24:33.360 --> 05:24:50.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e das variações operacionais, a pressão, temperatura, a vazão de operação e os coeficientes também das fontes de incerteza, da compreensibilidade do gás também entram aqui em função de variação operacional.

2630
05:24:51.140 --> 05:24:58.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você começa aqui. Dado as calibrações. Então o padrão do coeficiente de relatação linear,

2631
05:24:58.900 --> 05:25:03.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você leva em consideração aqui, o tipo de produto. O tipo do

2632
05:25:03.200 --> 05:25:07.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: material usado. Então é dado mais ou menos uma instituição retangular

2633
05:25:08.070 --> 05:25:12.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: estimada aqui, entre mais ou menos vezes dois a menos seis por graus Celsius.

2634
05:25:13.290 --> 05:25:19.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse coeficiente de dilatação linear está aqui uma distribuição retangular,

2635
05:25:20.320 --> 05:25:24.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pegando metade disso aqui, né? Dois divididos e mais ou menos dois

2636
05:25:25.030 --> 05:25:31.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: seria pegar quatro, dividir por raio de doze. Mas então metade dividir por raio de três

2637
05:25:31.790 --> 05:25:33.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usando uma instituição retangular

2638
05:25:36.950 --> 05:25:41.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação ao fator de compreensibilidade do gás nas condições de operação.

2639
05:25:42.350 --> 05:25:49.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí, a compreensibilidade do gás, você tem que entrar com um algoritmo. Você usa aí os algoritmos

2640
05:25:50.320 --> 05:25:54.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função do tipo de gás do fator de compressibilidade.

2641
05:25:54.890 --> 05:26:01.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A composição do gás em função do valor da pressão

2642
05:26:01.630 --> 05:26:06.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e da temperatura também do gás. Então você tem com essas várias influências.

2643
05:26:07.260 --> 05:26:18.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aí você tem uma norma H8 que também é similar a essa Api Mps catorze.dois,

2644
05:26:19.330 --> 05:26:24.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que fornece a incerteza do cálculo do fator de compreensibilidade do gás.

2645
05:26:24.590 --> 05:26:28.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na forma dessa figura aqui, que é em função da pressão e da temperatura.

2646
05:26:29.130 --> 05:26:39.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui tem uma tabela. Você tem um, uma água, qualquer uma figura que em função da temperatura.

2647
05:26:39.910 --> 05:26:48.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui tem. Grau celso. Aqui está. Em Florenait. Aqui está, em libras ps libras. E aqui está em pressão.

2648
05:26:48.730 --> 05:26:53.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A impressão em Mega Pascual, unidade de sistema internacional e sistema inglês.

2649
05:26:54.330 --> 05:27:01.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, em função do valor da pressão em temperatura, você vai encaixar aqui. Vamos supor que a pressão

2650
05:27:03.170 --> 05:27:12.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é setenta e a temperatura está dentro dessa faixa aqui. Então, dentro dessa região. Aqui eu tenho.

2651
05:27:13.240 --> 05:27:22.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos ver. Vamos considerar que a pressão aqui está abaixo de setenta, um pouquinho abaixo de setenta. Então entra nessa região três aqui, que dá meio por cento.

2652
05:27:22.850 --> 05:27:29.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, sim? A pressão está abaixo de dezassete mega Pascal.

2653
05:27:29.490 --> 05:27:37.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ela está nessa região e a temperatura está entre cento e vinte e menos sessenta

2654
05:27:38.640 --> 05:27:41.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: raiz. Já está aqui. Zero,três.

2655
05:27:43.220 --> 05:27:51.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se já estivesse aqui para cima, teria na região. Então você tem nesse gráfico. Você tem as regiões aqui definem as incertezas

2656
05:27:51.230 --> 05:27:56.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desse algoritmo no cálculo do fator de compressibilidade. Então tem certeza que

2657
05:27:56.570 --> 05:28:01.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pega esses valores aqui. E considera uma submissão retangular

2658
05:28:02.480 --> 05:28:08.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e dividir aqui para o raio de três. Então esse zeroum. Isso aqui vai ter mais ou menos zero,um,

2659
05:28:09.130 --> 05:28:17.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou pegaria zero,dois dividido por o raiz de doze, ou pega esse valor que divide por raiz de três.

2660
05:28:20.570 --> 05:28:27.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você agora tem a contribuição, em função da composição do gás. Aí, a composição do gás

2661
05:28:27.760 --> 05:28:32.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser por meio de uma análise cromatográfica,

2662
05:28:33.100 --> 05:28:39.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser monitorado através de um cromatógrafo interligado no computador de vazão.

2663
05:28:39.710 --> 05:28:42.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem sempre isso. Tem

2664
05:28:42.680 --> 05:28:52.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: muitas estações de medição. Não tem cromatógrafos e gados. Então você também faz uma análise em laboratório. Faz uma coleta,

2665
05:28:52.900 --> 05:28:56.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: faz uma análise de laboratório e aí?

2666
05:28:59.170 --> 05:29:06.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E usa os dados da composição do gás ali na configuração. Então você também vai usar essa

2667
05:29:06.240 --> 05:29:12.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa amplitude dessa variação que entra aqui também como uma distribuição.

2668
05:29:12.530 --> 05:29:20.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É retangular outra incerteza devido a

2669
05:29:20.610 --> 05:29:30.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a pressão do gasto utilizada nesse fator de compreensibilidade, o valor da pressão, e aí você tem uma tabela

2670
05:29:30.850 --> 05:29:33.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que dá em função da composição do gás,

2671
05:29:34.690 --> 05:29:42.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as pressões e temperatura, massa específica, compensibilidade e tal qual é essa incerteza que você vai considerar?

2672
05:29:44.830 --> 05:29:50.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem aqui, em função da composição do gás e as pressões,

2673
05:29:50.200 --> 05:29:55.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as respectivas temperaturas, é considerado a temperatura de referência aqui, vinte e cinco.

2674
05:29:55.380 --> 05:30:05.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você entra. Isso aqui é um pedaço da tabela. Então aí você vai também entrar com esse fator de compressibilidade.

2675
05:30:08.520 --> 05:30:19.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outra incerteza já é temperatura do gás que vai influenciar nesse fator de compressibilidade.

2676
05:30:19.270 --> 05:30:22.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem uma. Aquela mesma tabelinha.

2677
05:30:24.240 --> 05:30:29.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa tabela aqui, você vai usar agora em relação a

2678
05:30:31.380 --> 05:30:33.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então, aqui em relação à pressão, tá

2679
05:30:34.010 --> 05:30:36.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a variação em relação à pressão.

2680
05:30:37.630 --> 05:30:41.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui você tem uma outra tabela que vê a relação

2681
05:30:41.210 --> 05:30:45.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em relação à variação da temperatura. Então você tem uma outra

2682
05:30:45.880 --> 05:31:01.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: percentual. E no final, você vai combinar todas essas contribuições de incerteza para ver o fator de compreensibilidade do calcular, da composição, da influência da pressão e a inflação de temperatura nesse fator de compreensibilidade do gás

2683
05:31:02.870 --> 05:31:04.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também. Que a coisa é complicada.

2684
05:31:05.180 --> 05:31:15.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, isso na condição de operação. Aí, depois você faz esses cálculos todos aqui. Você vê isso de novo para a questão das condições de referência.

2685
05:31:18.640 --> 05:31:30.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai trazer isso pelas condições padrões aqui, porque uma é para condição de operação. E é para condição de referência. Aí você traz para cá de novo e tal que vai combinar

2686
05:31:31.340 --> 05:31:40.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação ao medidor propriamente dito, meterfacto é a mesma consideração que a gente viu lá. Vai vir lá no certificado de calibração e tal

2687
05:31:40.480 --> 05:31:41.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é.

2688
05:31:42.200 --> 05:31:44.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E vai ver isso do

2689
05:31:45.120 --> 05:31:52.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem no certificado lá de calibração. E vale aquela consideração que a gente viu para o medidor de óleo.

2690
05:31:53.020 --> 05:31:54.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em termos de

2691
05:31:54.650 --> 05:32:06.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de incerteza do medidor de calibração metafet. Se ele tiver também saída de impulso, a gente vai usar a mesma consideração para a medição de saída de pulso.

2692
05:32:07.900 --> 05:32:11.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na medição da temperatura da pressão,

2693
05:32:12.220 --> 05:32:18.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que tem algumas considerações que às vezes precisam ser feitas, porque, muitas vezes,

2694
05:32:18.960 --> 05:32:23.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a referência da pressão é a pressão absoluta.

2695
05:32:24.300 --> 05:32:31.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que, muitas vezes, os sistemas de medição usam transmissores de pressão

2696
05:32:31.470 --> 05:32:36.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: relativa ou manométrica. Ou seja, eles não medem a pressão.

2697
05:32:37.670 --> 05:32:45.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um considerando a pressão absoluta. O ideal era que você tivesse todos os meditores

2698
05:32:45.310 --> 05:32:49.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que sejam medidores de pressão absoluta.

2699
05:32:49.450 --> 05:32:53.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que é a pressão absoluta é a pressão estática, mas a pressão atmosférica,

2700
05:32:57.030 --> 05:33:02.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um medidor de pressão absoluta. Você pode pegar, por exemplo, um medidor de pressão diferencial,

2701
05:33:02.700 --> 05:33:04.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e um lado faz de vácuo,

2702
05:33:04.900 --> 05:33:11.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí essa diferença de medida de pressão já vai estar referenciada com

2703
05:33:11.560 --> 05:33:23.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a pressão absoluta. Que é o zero. O diferencial de pressão vai ser qualquer valor medido. É menos o zero vácuo. Você tem a pressão absoluta.

2704
05:33:23.640 --> 05:33:25.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando você não tem

2705
05:33:25.550 --> 05:33:33.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse medidor de pressão absoluta, você tem um medidor de pressão normal relativo que chama manométrica. Aí você tem que medir a pressão atmosférica.

2706
05:33:35.010 --> 05:33:44.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem que ter também uma medição da pressão atmosférica para poder fazer essa correção me dá pressão.

2707
05:33:44.710 --> 05:33:56.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É absoluta e aí pode ter mais uma componente de incerteza, que é da medição da pressão atmosférica.

2708
05:33:57.180 --> 05:34:01.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, com relação à pressão estática do gás. Que componente?

2709
05:34:01.450 --> 05:34:13.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente vai identificar o instrumento que está medindo lá pode ter uma deriva pode ter uma resolução.

2710
05:34:14.620 --> 05:34:22.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ter. Eu tenho a incerteza do certificado. Então você pode ter. Vários componentes desse

2711
05:34:22.960 --> 05:34:31.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essas incertezas da medição de pressão, que é da medida calibrada

2712
05:34:32.010 --> 05:34:46.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: calibrado. É do instrumento que você está usando. Lá. Se você usa um instrumento calibrado, fica mais fácil que você pode considerar a incerteza que tem no certificado de calibração. Mas só como você faz também medidas de pressão. Você vai ter a.

2713
05:34:47.000 --> 05:34:54.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A repetibilidade, a incerteza da repetibilidade dele, que

2714
05:34:55.200 --> 05:35:02.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí você também pode ter. No caso da medida da questão do, da

2715
05:35:03.690 --> 05:35:09.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do instrumento lá de deriva. Esse terceiro resistente da pressão estática do gás.

2716
05:35:10.340 --> 05:35:21.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui é certeza advinda do processo de calibrar. Sim, aqui da medição de calibração lá, os dados de calibração ou e aquilo em função da medida de pressão propriamente dita.

2717
05:35:22.330 --> 05:35:24.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você vai combinar, né?

2718
05:35:24.900 --> 05:35:28.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o que eu falo. A incerteza, tipo A, quase a incerteza tipo B.

2719
05:35:30.620 --> 05:35:38.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E como a maioria dos medidores, não é um medidor de pressão absoluta. Você ainda tem que incorporar a medida

2720
05:35:38.250 --> 05:35:40.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da pressão atmosférica local.

2721
05:35:42.890 --> 05:35:46.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você pode ter um barômetro ou não, ou então você vai estimar.

2722
05:35:46.760 --> 05:35:52.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Faz uma medida de estima. Muitas vezes você tem que estimar. Qual é a incerteza dessa medição da pressão

2723
05:35:53.010 --> 05:35:55.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você vai adotar lá.

2724
05:35:57.350 --> 05:36:05.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como disse, às vezes você não tem essa medição. Então você indica você estima uma incerteza. Segundo eles aqui, uma estimativa

2725
05:36:05.200 --> 05:36:09.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma incerteza de zero,vinte e cinco quilos. Pascal,

2726
05:36:10.190 --> 05:36:14.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma incerteza da medida da pressão atmosférica.

2727
05:36:17.980 --> 05:36:22.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E é o que você está medindo aqui. E aí você usa essa incerteza aqui.

2728
05:36:22.970 --> 05:36:40.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na verdade, aqui fala sobre do computador de vazão, caso você tenha que adotar isso lá. Mas aqui, na medida da pressão atmosférica, ele considera aqui uma variação de em torno de um,trinta e três quilos Pascal, aproximadamente um0 milímetros de mercúrio

2729
05:36:40.200 --> 05:36:48.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para essa variação da pressão atmosférica. E assim entra com essa incerteza. Considerando uma distribuição retangular

2730
05:36:48.870 --> 05:36:53.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para compor a variação na incerteza padrão final.

2731
05:36:54.280 --> 05:37:02.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A temperatura dá menos trabalho, mais. Quer dizer, dá menos complicado, porque não tem temperatura ambiente em si,

2732
05:37:03.390 --> 05:37:15.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas você entra também com a medição de temperatura do seu instrumento, os dados do seu sistema de calibração e também da sua certeza, tipo a certeza, tipo B

2733
05:37:15.930 --> 05:37:24.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é a da calibração do gás. De agora aqui, sobre a temperatura de calibração, a influência na turbina.

2734
05:37:25.790 --> 05:37:33.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê lá qual foi a temperatura que foi calibrada. E na temperatura de uso, você faz essa correção também.

2735
05:37:34.200 --> 05:37:35.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E no final,

2736
05:37:38.530 --> 05:37:40.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem um balanço aí, de

2737
05:37:41.810 --> 05:37:46.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de todas as influências aqui, da incerteza da invasão volumétrica.

2738
05:37:49.140 --> 05:37:49.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bem,

2739
05:37:50.620 --> 05:38:00.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso aqui. Eu passei meio rápido, porque você tem todos os detalhamentos ali. E tal que não sei se justifica aqui ficar

2740
05:38:00.690 --> 05:38:04.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: falando. Linha a linha, vírgula, vírgula.

2741
05:38:05.240 --> 05:38:12.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas você vê que a medição de gás é sempre mais complicada, ainda mais em condições de operação,

2742
05:38:12.800 --> 05:38:14.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde você não está

2743
05:38:14.730 --> 05:38:23.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com condições estáveis, controladas e tal direitinho, porque você tem que medir o gás pode ter uma concentração diferente.

2744
05:38:23.690 --> 05:38:29.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso é medida online, medida em linha. Então por isso que você tem cuidados maiores.

2745
05:38:32.070 --> 05:38:41.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De qualquer forma, eu dei aqui algumas informações para vocês. Acrescentei aí o material da parte de cima de transmissão de gás,

2746
05:38:41.930 --> 05:38:46.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para certo que eu acho que ajuda em termos de formação.

2747
05:38:46.760 --> 05:38:50.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, pessoal, a gente chegou aqui. Quase que.

2748
05:38:51.150 --> 05:38:56.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o que é um pontual aqui? Funcionário. Quatro horas, seis minutinhos faz quatro.

2749
05:38:57.730 --> 05:38:59.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas eu acho que o recado foi dado.

2750
05:39:01.480 --> 05:39:04.420
TARCISIO NOGUEIRA: Certinho, professor. Certíssimo.

2751
05:39:05.660 --> 05:39:06.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

2752
05:39:08.120 --> 05:39:11.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É pena que não deu tempo aqui da gente fazer a nossa provinha.

2753
05:39:11.800 --> 05:39:12.550
TARCISIO NOGUEIRA: É.

2754
05:39:13.240 --> 05:39:16.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Faltam cinco minutos, só mãe. Estou brincando.

2755
05:39:16.360 --> 05:39:20.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, gente, espero que tenha atendido aí a demanda. A necessidade

2756
05:39:20.530 --> 05:39:28.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do que vocês esperavam tem muita coisa, muita informação, mas o material está disponível aí com outras coisas complementares

2757
05:39:29.110 --> 05:39:32.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e qualquer coisa. Vocês têm o meu contato aí, podem

2758
05:39:33.080 --> 05:39:40.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mandar mensagem, fazer qualquer coisa. A gente pode estar conversando futuramente.

2759
05:39:40.580 --> 05:39:47.609
ENAIELLY CRUZ: Professor, você pode disponibilizar no chat? Porque eu acho que no primeiro dia como eu cheguei atrasada, eu não consegui pegar o material.

2760
05:39:48.430 --> 05:39:50.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que essa apresentação.

2761
05:39:50.490 --> 05:39:51.760
ENAIELLY CRUZ: Isso. Aham.

2762
05:39:52.090 --> 05:39:59.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, tá, não, tudo bem. Eu vou fazer o seguinte. Inclusive eu vou apresentar. Eu falei para vocês que ia mandar também uma planilha.

2763
05:39:59.610 --> 05:40:07.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou colocar a planilha aqui também. Eu vou parar de compartilhar isso aqui, senão eu não consigo

2764
05:40:07.750 --> 05:40:12.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: colocar no chat. Esse esse material.

2765
05:40:12.890 --> 05:40:15.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou fechar o arquivo aqui.

2766
05:40:16.500 --> 05:40:21.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou fechar, salvar.

2767
05:40:25.390 --> 05:40:29.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E também vai disponibilizar o arquivo em Excel.

2768
05:40:31.390 --> 05:40:32.100
TARCISIO NOGUEIRA: É isso aí.

2769
05:40:33.630 --> 05:40:37.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou colocar aqui no chat o arquivo Excel para vocês também.

2770
05:40:37.670 --> 05:40:40.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deixa eu abrir aqui a minha pasta aqui,

2771
05:40:41.420 --> 05:40:45.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde tá esse material para poder colocar aqui para vocês, tá?

2772
05:40:46.450 --> 05:40:49.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, deixa eu ver aqui.

2773
05:40:56.340 --> 05:41:01.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, não tinha. Eu falei arquei. Meu Excel tinha nenhum arquivo. Não

2774
05:41:01.280 --> 05:41:05.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tava com o arquivo aberto. Não tá. Não enganei.

2775
05:41:07.760 --> 05:41:13.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso foi do outro treinamento que eu estava falando. É basicamente Do Powerpoint, só, né?

2776
05:41:13.830 --> 05:41:18.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É basicamente o Powerpoint que eu tenho que colocar. Eu não tenho nenhuma planilha aqui que eu gerei. Não,

2777
05:41:19.280 --> 05:41:23.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente não trabalhou com planilha aqui não copiar.

2778
05:41:24.590 --> 05:41:27.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou entrar aqui no negócio.

2779
05:41:36.510 --> 05:41:37.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Olha aí, só um instantinho.

2780
05:41:38.320 --> 05:41:41.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu estou copiando aqui e vou colocar no chat aqui. Agora

2781
05:41:47.650 --> 05:41:50.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele é meio grande, tá, mas

2782
05:41:51.910 --> 05:41:55.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é. Acho que está indo aqui

2783
05:42:00.800 --> 05:42:03.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque tem os vídeos, né?

2784
05:42:04.630 --> 05:42:10.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí ele é meio pesado, mas está indo aqui. Vamos ver. Esperar um pouquinho. Carregar aqui para vocês.

2785
05:42:12.210 --> 05:42:14.270
TARCISIO NOGUEIRA: Ah, é? Porque fica pesado, né.

2786
05:42:14.420 --> 05:42:23.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É por causa dos vídeos, né? Lembra que no início, a gente mostrou vários vídeos e tal. E esses vídeos pesam. O arquivo aqui tem

2787
05:42:24.360 --> 05:42:26.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quase duzentos e quarenta megas.

2788
05:42:28.740 --> 05:42:33.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ainda está indo, mas o.

2789
05:42:33.620 --> 05:42:41.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu acho que a Luana lá da Sbm. Acho que disponibilizou esse material aí.

2790
05:42:44.950 --> 05:42:46.930
TARCISIO NOGUEIRA: Eu também acho que fica lá. Não, fica.

2791
05:42:46.930 --> 05:42:51.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É? Eu passei para ela. Acho que ela colocou isso na plataforma aí de.

2792
05:42:51.940 --> 05:43:03.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acho que você consegue ver lá. Mas de qualquer forma, estou colocando aí. Espera um pouquinho. Pode demorar um pouquinho aí para poder carregar, mas

2793
05:43:03.840 --> 05:43:05.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acho que tem lá também na plataforma,

2794
05:43:11.400 --> 05:43:15.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que não tinha foram esses outros arquivos que eu coloquei aí.

2795
05:43:16.560 --> 05:43:21.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas tudo é possível você baixar na Internet. Doc Ceg,

2796
05:43:21.940 --> 05:43:32.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse regulamento da Iml. O padrão da Euronete que eu coloquei está indo aqui,

2797
05:43:33.850 --> 05:43:37.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas, de qualquer forma, gente faz o seguinte:

2798
05:43:37.920 --> 05:43:42.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso incomoda aí a pena que a Rosângela não está aí, é?

2799
05:43:44.320 --> 05:43:51.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos tirar uma foto aqui. Abrir a foto, abrir a câmera de vocês tanto satisfeito com a Ana. Ela para a gente tirar uma fotozinha aqui para.

2800
05:43:51.700 --> 05:43:56.150
ENAIELLY CRUZ: Para registrar registro para a posteridade.

2801
05:43:56.930 --> 05:44:03.750
ENAIELLY CRUZ: Eu não sei se eu vou conseguir, professor, que eu acho que o escândalo do notebook. Aqui não funciona.

2802
05:44:04.470 --> 05:44:08.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você não conseguir, tudo bem, eu tiro uma foto só com o nome aqui. Tudo bem.

2803
05:44:08.780 --> 05:44:09.839
TARCISIO NOGUEIRA: A gente.

2804
05:44:10.520 --> 05:44:11.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

2805
05:44:12.470 --> 05:44:14.110
ENAIELLY CRUZ: Vamos lá.

2806
05:44:15.190 --> 05:44:16.240
ENAIELLY CRUZ: Tranquilo.

2807
05:44:17.240 --> 05:44:21.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você está no rio ou está em mira?

2808
05:44:21.270 --> 05:44:22.100
TARCISIO NOGUEIRA: Dois mil.

2809
05:44:22.350 --> 05:44:23.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em minas. Qual é a cidade aí de minas?

2810
05:44:24.200 --> 05:44:25.070
TARCISIO NOGUEIRA: Itabira.

2811
05:44:25.700 --> 05:44:31.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Itabira. Fica perto de. Diz aí. Me dá uma outra referência aí. Um lugar, hã?

2812
05:44:32.290 --> 05:44:34.259
TARCISIO NOGUEIRA: Próximo à capital aqui em Belo Horizonte.

2813
05:44:34.260 --> 05:44:35.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aperta. Pede Melody.

2814
05:44:35.460 --> 05:44:36.110
ENAIELLY CRUZ: Bom dia.

2815
05:44:36.110 --> 05:44:36.570
TARCISIO NOGUEIRA: Aegypti.

2816
05:44:37.950 --> 05:44:39.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a região de.

2817
05:44:39.790 --> 05:44:40.320
ENAIELLY CRUZ: E que.

2818
05:44:40.320 --> 05:44:41.760
TARCISIO NOGUEIRA: É assim que.

2819
05:44:41.760 --> 05:44:42.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Geração, né?

2820
05:44:43.180 --> 05:44:44.020
TARCISIO NOGUEIRA: Oi.

2821
05:44:44.510 --> 05:44:46.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Forte. É mineração, não é? Não.

2822
05:44:46.410 --> 05:44:47.850
TARCISIO NOGUEIRA: Mineração. Isso aí!

2823
05:44:47.850 --> 05:44:48.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É.

2824
05:44:48.680 --> 05:44:49.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu acho que.

2825
05:44:49.900 --> 05:44:51.030
TARCISIO NOGUEIRA: Tudo em geração.

2826
05:44:51.430 --> 05:44:56.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É? É lá? Era sim ou não? Vamos tirar foto só com o teu nome ou não?

2827
05:44:56.290 --> 05:44:59.649
ENAIELLY CRUZ: É? Não consegui mesmo. Não.

2828
05:44:59.650 --> 05:45:01.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não adianta nem pedir para dar um sorriso.

2829
05:45:01.850 --> 05:45:02.820
ENAIELLY CRUZ: E aí?

2830
05:45:03.430 --> 05:45:08.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, porque o som do seu sorriso não aparece na foto? Não,

2831
05:45:09.340 --> 05:45:13.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já tirei aí. Eu vou aproveitar aqui. Vou compartilhar.

2832
05:45:13.470 --> 05:45:22.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui, pegar aqui a área. Fotos aqui, imagem é captura de tela. Pegar aqui.

2833
05:45:22.710 --> 05:45:28.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai ver a sua foto, mas somente com teu nome.

2834
05:45:28.660 --> 05:45:31.020
ENAIELLY CRUZ: Somente com.

2835
05:45:31.020 --> 05:45:40.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sem problema. Só vai ter o teu nome aqui. Não tem jeito botar aqui. Agora, aqui.

2836
05:45:42.680 --> 05:45:44.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá vendo o chat.

2837
05:45:45.580 --> 05:45:46.780
ENAIELLY CRUZ: Como.

2838
05:45:49.350 --> 05:45:49.840
ENAIELLY CRUZ: Olá.

2839
05:45:51.940 --> 05:45:52.500
TARCISIO NOGUEIRA: Não é.

2840
05:45:52.500 --> 05:45:53.430
ENAIELLY CRUZ: Bom dia.

2841
05:45:53.430 --> 05:45:58.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A foto bonita do tarciso rindo a mim e você com teu nome.

2842
05:45:58.030 --> 05:45:58.880
ENAIELLY CRUZ: E aí?

2843
05:45:58.880 --> 05:46:00.610
TARCISIO NOGUEIRA: Toptherm.

2844
05:46:01.350 --> 05:46:02.299
ENAIELLY CRUZ: E aí?

2845
05:46:02.940 --> 05:46:09.910
ENAIELLY CRUZ: Obrigado aí, pela atenção de vocês. Nesses três dias e sucesso, paz, amor.

2846
05:46:10.710 --> 05:46:11.750
TARCISIO NOGUEIRA: Eu que agradeço.

2847
05:46:12.030 --> 05:46:14.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom feriado amanhã. Feriado.

2848
05:46:15.810 --> 05:46:16.500
ENAIELLY CRUZ: Espera aí.

2849
05:46:17.040 --> 05:46:18.049
TARCISIO NOGUEIRA: Deus abençoe.

2850
05:46:18.430 --> 05:46:18.910
ENAIELLY CRUZ: Obrigada.

2851
05:46:18.910 --> 05:46:19.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso aí.

2852
05:46:19.410 --> 05:46:19.990
ENAIELLY CRUZ: Bom dia.

2853
05:46:20.030 --> 05:46:20.759
TARCISIO NOGUEIRA: E aí?

2854
05:46:21.330 --> 05:46:21.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Abraço.

2855
05:46:22.420 --> 05:46:23.009
TARCISIO NOGUEIRA: O outro.

