WEBVTT

1
00:00:21.380 --> 00:00:30.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos começar. Vamos começar o dia de hoje a gente finalizar

2
00:00:31.190 --> 00:00:39.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a parte da revisão da estatística, para depois entrar na questão aí da avaliação da incerteza do Mitsão.

3
00:00:40.810 --> 00:00:43.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos continuar os nossos assuntos.

4
00:00:43.850 --> 00:00:56.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ontem, a gente introduziu, começando a falar sobre as médias distribuições de dispersões e o padrão, a Aliança.

5
00:00:57.400 --> 00:01:04.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E hoje a gente vai entrar falando aqui sobre distribuição de probabilidade.

6
00:01:05.319 --> 00:01:08.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A distribuição de probabilidade.

7
00:01:09.100 --> 00:01:18.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, só para reforçar que está aí. Eu já tinha falado ontem e estou reforçando que as medições são experimentos aleatórios.

8
00:01:18.890 --> 00:01:32.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por que a gente chama de aleatório, porque essas atividades das medições podem ser repetidas indefinidamente. A gente pode medir quantas vezes a gente quiser, e precisar.

9
00:01:34.080 --> 00:01:40.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, essencialmente nessa, como diz aí, na essência, o termo aleatório quer dizer que

10
00:01:40.890 --> 00:01:45.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu só consigo conhecer o resultado do experimento após a sua realização.

11
00:01:45.560 --> 00:01:53.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, mesmo que eu tenha uma expectativa dos valores que eu quero encontrar,

12
00:01:54.330 --> 00:02:02.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu só consigo saber isso após a realização. Então, um exemplo: quando eu estou fazendo uma calibração de um termômetro,

13
00:02:02.940 --> 00:02:10.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos considerar que o meu padrão, por exemplo, está lá em sessenta graus. É, eu espero obter

14
00:02:10.650 --> 00:02:21.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que o meu objeto em calibração também indique esse em torno desse valor. Mas os resultados, eu só vou obter a partir do momento que eu faço as medições,

15
00:02:21.940 --> 00:02:28.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho aí uma variável aleatória que a grandeza é a temperatura que eu quero identificar.

16
00:02:28.670 --> 00:02:34.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tenho alguns resultados. Por exemplo, fiz cinco medições. Tenho uma amostra de tamanho, cinco medidas

17
00:02:35.140 --> 00:02:41.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a mostra. Então tem uma média que é o valor mais provável.

18
00:02:41.510 --> 00:02:49.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A medida realizada por esse termômetro objeto da calibração, onde, de repente, o padrão está lá em sessenta.

19
00:02:50.120 --> 00:02:54.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o instrumento tem a sua diferença.

20
00:02:54.260 --> 00:03:00.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu calculo também o desvio padrão dessa amostra.

21
00:03:02.200 --> 00:03:11.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ainda sem entrar em detalhes. Qual é a forma que eu faço, mas que a maioria sabe qual é a expressão desvio padrão que a gente utiliza

22
00:03:12.770 --> 00:03:14.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de qualquer maneira,

23
00:03:14.350 --> 00:03:24.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse evento que a gente chama desse evento aleatório. Como eu já tinha dito, é possível prever esse resultado

24
00:03:24.690 --> 00:03:28.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com uma certa margem de dúvida certa margem de erro,

25
00:03:29.590 --> 00:03:33.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí, tendo a média a medida de dispersão,

26
00:03:33.670 --> 00:03:42.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e eu, assumindo, considerando uma determinada distribuição de probabilidade para essa grandeza.

27
00:03:42.560 --> 00:03:47.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu consigo realmente ter uma certa expectativa desse resultado.

28
00:03:49.170 --> 00:04:00.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, tendo essas considerações feitas, então uma distribuição de probabilidade, ela é uma função.

29
00:04:01.230 --> 00:04:04.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma função F de X,

30
00:04:05.030 --> 00:04:10.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde o X é a variável que a gente quer.

31
00:04:10.700 --> 00:04:16.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está medindo a nossa grandeza aleatória, a nossa variável aleatória.

32
00:04:16.970 --> 00:04:20.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nesse caso, aqui, quando a gente fala sobre

33
00:04:21.260 --> 00:04:30.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma função, esse X também é chamada do domínio dessa, dessa variável o intervalo onde essa variável,

34
00:04:30.460 --> 00:04:39.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o conjunto de dados dessa variável e a probabilidade, então ela é obtida

35
00:04:40.600 --> 00:04:48.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no caso de uma variável que a gente chama de uma variável contínua, porque a gente vai analisar duas situações aí,

36
00:04:49.600 --> 00:04:57.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma variável que é contínua, ou seja, que varia continuamente ao longo do tempo.

37
00:04:57.840 --> 00:05:01.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela tem um. Você não tem valores

38
00:05:02.600 --> 00:05:07.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fixos definidos por degrau. Alguma coisa assim nesse sentido,

39
00:05:07.920 --> 00:05:13.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e então ela varia de forma contínua. Ela é uma variável analógica contínua.

40
00:05:13.870 --> 00:05:21.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, a distribuição de probabilidade, ela descreve então a probabilidade dessa variável X

41
00:05:21.790 --> 00:05:28.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela estar compreendida dentro de um intervalo de valores. Então você não pode definir

42
00:05:29.200 --> 00:05:36.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: matematicamente. Você define então a probabilidade por uma função,

43
00:05:38.090 --> 00:05:47.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: caracteriza essa distribuição de probabilidade. Cada instituição de probabilidade é caracterizada como uma função. A gente vai ver. Tem uma instituição uniforme

44
00:05:47.820 --> 00:05:51.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou retangular, uma distribuição triangular, uma distribuição gauciana,

45
00:05:52.800 --> 00:05:58.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e todas elas têm uma função, uma equação que define essa função

46
00:05:59.160 --> 00:06:08.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a distribuição de probabilidade, então a probabilidade é obtida, calculada a partir. Considerando um intervalo uma variável contínua, você não pode

47
00:06:08.510 --> 00:06:11.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: atribuir uma probabilidade pontual.

48
00:06:12.500 --> 00:06:23.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela pode ser atribuída a uma probabilidade a um intervalo, ou seja, da variável X de estar compreendida. Por exemplo, no caso aqui é entre um determinado intervalo. A e B

49
00:06:23.540 --> 00:06:28.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é à toa que quando eu disse ontem que uma medição, na verdade é

50
00:06:28.920 --> 00:06:44.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um intervalo. Eu estou atribuindo uma determinada probabilidade de eu encontrar aquela medição, aquela média daqueles valores. Valor mais provável, a grandeza, a média dentro de um intervalo

51
00:06:45.350 --> 00:06:48.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de dados com uma probabilidade definida

52
00:06:49.530 --> 00:06:56.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na metrologia. A gente vai ver que essa probabilidade foi padronizada. Foi definida, estabilizada.

53
00:06:57.720 --> 00:07:04.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela foi pactuada, o cursinho tipo, ela foi normalizada,

54
00:07:04.460 --> 00:07:09.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ser um intervalo de mais ou menos noventa e cinco, mais ou menos, não

55
00:07:09.270 --> 00:07:15.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um intervalo de noventa e cinco,quarenta e cinco de probabilidade, que representa

56
00:07:16.530 --> 00:07:20.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um intervalo de mais ou menos dois desvios padrão

57
00:07:21.400 --> 00:07:26.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em torno do valor central, valor mais provável.

58
00:07:27.510 --> 00:07:34.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse é o intervalo de probabilidade que eu tenho de declarar

59
00:07:34.600 --> 00:07:41.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um resultado de uma medição com essa dúvida, com essa incerteza associada com a,

60
00:07:41.500 --> 00:07:46.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com essa probabilidade, mais ou menos no desvio padrão.

61
00:07:46.910 --> 00:07:54.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, em termos matemático, a probabilidade é essa área escura.

62
00:07:55.590 --> 00:08:04.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é a quantidade de dados que eu tenho compreendido dentro desse intervalo, eu consigo

63
00:08:05.350 --> 00:08:09.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: me aproximar de uma probabilidade meio pontual,

64
00:08:10.030 --> 00:08:14.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: reduzindo esse intervalo A e b aproximando esse intervalo A e B,

65
00:08:15.500 --> 00:08:22.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu tenho um intervalo muito pequeno. Eu posso, no limite, considerar é

66
00:08:23.060 --> 00:08:29.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma probabilidade para um determinado ponto para uma variável contínua. Mas isso não é.

67
00:08:29.890 --> 00:08:31.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É. É

68
00:08:32.080 --> 00:08:42.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: utilizado nessa situação porque a gente considera é que esse intervalo vai ser de noventa e cinco,quarenta e cinco.

69
00:08:43.190 --> 00:08:49.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas então a probabilidade é essa área, e a área é calculada

70
00:08:49.700 --> 00:08:53.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em alguma função matemática, como a integral dessa curva

71
00:08:54.040 --> 00:08:57.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: integral dessa função. Dentro desse intervalo, A e b

72
00:08:58.020 --> 00:09:06.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente não vai entrar a fundo nessa questão dos cálculos integrais, essas coisas todas, mas é dessa forma que você.

73
00:09:07.130 --> 00:09:09.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você calcula essa probabilidade,

74
00:09:10.440 --> 00:09:21.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa área em si. Quando uma função é simples, como uma instituição uniforme, que ela tem o formato de um retângulo, calcular uma área fácil,

75
00:09:21.860 --> 00:09:29.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma distribuição triangular que ela tem o formato de um triângulo. Calcular a área também é fácil.

76
00:09:29.560 --> 00:09:36.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora existem outras distribuições, como a própria distribuição normal valciana. Você não consegue calcular

77
00:09:36.350 --> 00:09:41.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa área simples, inclusive a distribuição normal.

78
00:09:41.950 --> 00:09:54.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela não tem uma solução literal. Você consegue calcular, obter a área, tipo as probabilidades através de um cálculo numérico,

79
00:09:54.910 --> 00:10:00.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usando o computador para poder fazer essas coisas hoje. Você quer dizer, você tem isso já, inclusive

80
00:10:01.380 --> 00:10:09.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em tabelas tabeladas, dando essas probabilidades. A gente vai ver isso aqui.

81
00:10:10.300 --> 00:10:24.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, mas é importante que a gente entenda esse conceito da distribuição de probabilidade, porque as comunidades variáveis são aleatórias. Elas têm uma determinada probabilidade de acontecer dentro desse intervalo.

82
00:10:25.860 --> 00:10:30.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E como eu comentei, as probabilidades podem ser.

83
00:10:30.710 --> 00:10:35.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Elas estão vinculadas ao tipo da variável.

84
00:10:35.980 --> 00:10:38.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então se é uma variável contínua,

85
00:10:38.650 --> 00:10:43.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a distribuição de probabilidade vai ser contínua. Agora, se é uma variável discreta,

86
00:10:43.370 --> 00:10:51.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a diminuição de probabilidade é discreta e aí, nesse caso, eu consigo. Como ela é discreta. Ela tem valores definidos.

87
00:10:52.710 --> 00:10:58.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu posso atribuir para cada valor uma probabilidade. Aí sim, eu consigo.

88
00:10:58.570 --> 00:10:59.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por exemplo,

89
00:11:00.060 --> 00:11:07.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu posso ter uma determinada variável X que ela tem, por exemplo, dois valores ali passa. Não passa.

90
00:11:07.910 --> 00:11:21.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso é improvável. Não aqui. Eu estou falando, por exemplo, de dois tipos de calibradores usados na indústria.

91
00:11:21.470 --> 00:11:25.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um calibrador tipo de rosca que você tem um padrão de rosca que você

92
00:11:25.910 --> 00:11:34.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: encaixa lá na peça e vê se ela vai rosquear direitinho. Se a rosca está padronizada, então ou seja

93
00:11:35.060 --> 00:11:40.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa minha variável X, ela não tem opção que não seja,

94
00:11:41.220 --> 00:11:47.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: passa ou não passa, tipo, está conforme ou está? Não conforme igual.

95
00:11:48.140 --> 00:11:55.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse outro exemplo de um calibrador aqui para ver o diâmetro de uma garrafa aqui a boca

96
00:11:55.260 --> 00:12:00.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou ele passa ou ele encaixa ou ele não encaixa. Não tem meio

97
00:12:00.550 --> 00:12:07.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: meia decisão. Passou pela metade ou não passou pela. Não existe isso

98
00:12:07.380 --> 00:12:10.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou ele. Sim ou ele não. Então a variável é discreta.

99
00:12:10.720 --> 00:12:12.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela só tem dois valores.

100
00:12:13.680 --> 00:12:16.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Podemos chamar tipo um.zero.

101
00:12:16.830 --> 00:12:18.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não passa e um passa.

102
00:12:20.330 --> 00:12:29.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, nesse caso, perguntar para vocês. Qual é a probabilidade da. Como é que eu digo que tem essa função? Distribuidora de probabilidade

103
00:12:29.720 --> 00:12:32.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando X vale zero, qual é a probabilidade

104
00:12:44.810 --> 00:12:49.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só tem dois valores, gente. Espero que vocês tenham entendido o que eu estou falando. Aqui

105
00:12:50.130 --> 00:12:56.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só tem duas opções. Ô então você só tem duas opções.

106
00:12:57.100 --> 00:12:58.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a probabilidade.

107
00:12:58.780 --> 00:12:59.440
Rosangela Rajoy: E aí?

108
00:12:59.440 --> 00:13:06.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cinquenta para zero e cinquenta para

109
00:13:06.790 --> 00:13:10.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um. Onde é rosário. Você chegou aí um pouquinho depois.

110
00:13:10.710 --> 00:13:12.770
Rosangela Rajoy: Bom dia, pessoa. Desculpa, atriz.

111
00:13:12.770 --> 00:13:17.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, Alex. Sem problema. Ontem atrasou mais do que qualquer coisa.

112
00:13:17.610 --> 00:13:21.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a gente tem cinquenta

113
00:13:21.890 --> 00:13:31.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cinquenta para X igual a zero e cinquenta-cinquenta para x, igual a um ou cinquenta para X passa cinquenta para X. Não passa

114
00:13:32.750 --> 00:13:38.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um outro exemplo de variável discreta. Por exemplo, se eu estou fazendo o lançamento, por exemplo, de um dado,

115
00:13:39.890 --> 00:13:46.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um dado, ele tem é seis valores de x

116
00:13:47.500 --> 00:13:49.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um, dois, três, quatro, cinco, seis.

117
00:13:50.260 --> 00:13:52.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é uma distribuição discreta.

118
00:13:53.000 --> 00:14:05.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque existe a possibilidade de eu. Quando jogar, o dado dá dois,cinco, não, quatro,cinco não.

119
00:14:05.790 --> 00:14:08.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou ele dá um, dois, três, quatro, cinco, seis.

120
00:14:08.580 --> 00:14:17.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então como é uma variável discreta, cada valor de variável tem uma probabilidade e nesse caso,

121
00:14:18.800 --> 00:14:21.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a probabilidade é igual para todos os valores.

122
00:14:21.870 --> 00:14:29.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui eu tenho uma distribuição uniforme, discreta,

123
00:14:29.950 --> 00:14:32.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uniforme, porque a probabilidade é igual.

124
00:14:34.350 --> 00:14:37.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um sexto para cada valor.

125
00:14:38.690 --> 00:14:46.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um, dois, três, quatro, cinco, seis. Tem a mesma probabilidade. Então ela é uma distribuição que a gente chama uma distribuição uniforme

126
00:14:47.340 --> 00:14:48.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: discreta.

127
00:14:52.960 --> 00:15:05.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora, se eu tenho uma determinada temperatura de um laboratório, uma vazão numa tubulação, e eu estou medindo isso.

128
00:15:05.490 --> 00:15:11.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu sei que essa variável é contínua, porque

129
00:15:11.750 --> 00:15:14.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mesmo que eu esteja usando aqui ó

130
00:15:15.600 --> 00:15:19.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: termômetro digital, mesmo que eu tenha usando o termômetro digital. Gente

131
00:15:19.840 --> 00:15:22.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: está aqui marcando vinte, ponto um.

132
00:15:22.810 --> 00:15:26.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí, a próxima vez que eu fizer uma leitura, ele está a vinte.dois

133
00:15:27.080 --> 00:15:31.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí. Depois eu faço uma outra leitura. Vejo que ele está dezanove.oito.

134
00:15:32.560 --> 00:15:40.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas eu sei que a temperatura não saiu de vinte.um para dezanove.oito. Deu um salto? Não,

135
00:15:40.960 --> 00:15:51.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela deve ter diminuído de forma contínua. E aí, quando eu fiz a leitura, naquele momento, entrei lá um valor diferente. Mas ela não deu saltos,

136
00:15:51.640 --> 00:15:54.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então é uma variável contínua.

137
00:15:54.460 --> 00:16:00.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, dessa forma, a extinção de improbabilidade, o meu P da minha variável T.

138
00:16:00.770 --> 00:16:02.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela varia de forma contínua.

139
00:16:05.020 --> 00:16:14.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E essa distribuição, essa forma que está aqui, que é o que chama de uma distribuição gauciana normal. É a distribuição mais

140
00:16:14.270 --> 00:16:17.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usual mais comum de eu obter

141
00:16:17.440 --> 00:16:21.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dentro dessa questão das medições realizadas.

142
00:16:22.240 --> 00:16:32.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E isso tem uma razão. A gente vai ver aqui, em função do Teorema central do limite. A gente tende para

143
00:16:32.730 --> 00:16:34.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma distribuição normal.

144
00:16:35.830 --> 00:16:43.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso a gente vai mostrar então a probabilidade, por exemplo, da temperatura,

145
00:16:43.730 --> 00:16:50.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela não pode ser calculada para um determinado valor. Eu posso calcular, considerando essa função.

146
00:16:50.860 --> 00:16:57.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, qual é a probabilidade que eu tenho da temperatura estar

147
00:16:57.170 --> 00:17:07.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: estar compreendida. Teve entre a média mais ou menos meio grau. Aí eu posso calcular essa probabilidade.

148
00:17:08.040 --> 00:17:17.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A média é mais ou menos um grau média. É mais ou menos um,cinco. Considerando em termos de desvio padrão, a média é mais ou menos um desvio padrão.

149
00:17:17.589 --> 00:17:20.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A Mega é mais ou menos dois mil padrão.

150
00:17:21.130 --> 00:17:30.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu já posso, de antemão, dizer que se eu estiver numa instituição normal ou próximo disso, e aí,

151
00:17:30.910 --> 00:17:40.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: média, mais ou menos do desvio padrão, representa proximamente noventa e cinco,quarenta e cinco do conjunto de dados,

152
00:17:40.570 --> 00:17:43.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os valores da temperatura.

153
00:17:44.410 --> 00:17:54.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A média é mais ou menos três. Já dá noventa e nove. Alguma coisa? A média é mais ou menos quatro. Desvio padrão. Eu já tenho praticamente cem dos valores compreendidos,

154
00:17:55.720 --> 00:18:06.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aproximadamente cem. Porque numa distribuição gauciana, uma distribuição normal igual a essa. Aqui, ela não tem início.

155
00:18:07.320 --> 00:18:09.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem meio, mas não tem fim.

156
00:18:09.810 --> 00:18:23.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse ponto aqui embaixo. Na verdade, ele não vai tocar nunca no eixo aqui das absistas. Isso aqui é uma cintura. Tende para menos infinito e que tende para mais infinito

157
00:18:24.870 --> 00:18:27.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e mais numa aproximação

158
00:18:27.980 --> 00:18:34.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: matemática numérica, a gente pode considerar que mais ou menos quatro desvios padrão já tem cem dos dados.

159
00:18:37.530 --> 00:18:39.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou mostrar isso aqui para vocês.

160
00:18:39.860 --> 00:18:48.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, as distribuições contínuas de probabilidade que a gente mais utiliza na meteorologia vai ser a uniforme ou retangular.

161
00:18:48.330 --> 00:18:50.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela tem um formato de um retrão.

162
00:18:50.730 --> 00:18:52.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A triangular

163
00:18:52.940 --> 00:19:02.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: normal, Gauciana e até de Studart, que é uma distribuição também muito parecida com a normal. Na verdade, ela aproxima

164
00:19:02.920 --> 00:19:06.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma distribuição normal. Só que

165
00:19:06.700 --> 00:19:20.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando eu tenho um número pequeno de medidas. Que na verdade, é o que a gente acaba tendo sempre um número pequeno de medições comparado com uma distribuição normal, plena ou gauciana, que

166
00:19:20.190 --> 00:19:30.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: precisaria ter um número muito grande de medidas, quase que, tendendo infinito para ter uma distribuição gauciana plena. Então a gente usa uma distribuição normal.

167
00:19:31.610 --> 00:19:38.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A distribuição uniforme no retangular e a triangular são caracterizadas por um intervalo definido

168
00:19:40.300 --> 00:19:46.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a gente vai ver essas coisas com mais detalhes. Mas uma importante propriedade de qualquer função de distribuição de probabilidade

169
00:19:47.810 --> 00:19:58.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é que essa função, essa equaçãozinha que está aí, onde? Pro P. Quando X varia de menos infinito, a mais infinito significa o que isso

170
00:19:59.140 --> 00:20:06.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é que dentro desse todo intervalo, quer dizer, como está aqui? X ou T

171
00:20:06.470 --> 00:20:10.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de menos infinito? Até mais infinito. Significa que todas

172
00:20:11.000 --> 00:20:15.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os dados estão aqui dentro, ou seja, tem cem de probabilidade.

173
00:20:17.300 --> 00:20:26.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso numa distribuição contínua, eu calculo. Como eu disse, que isso aí é uma área.

174
00:20:27.490 --> 00:20:34.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou calcular a integral dessa função, considerando de menos infinita, mais infinito. Agora, quando eu tenho uma,

175
00:20:35.240 --> 00:20:45.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a variável contínua, uma propriedade de distribuição de propriedade contínua. Essa propriedade diz o seguinte:

176
00:20:45.460 --> 00:20:47.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que ali, por exemplo, no caso do dado

177
00:20:48.140 --> 00:20:57.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou no caso daquela outra variável ali de passa não passa probabilidade de X variar de menos infinita, mais infinita, ou seja, no caso ali seria, por exemplo, zero e um,

178
00:20:58.070 --> 00:21:02.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu teria cem por cento, que é cinquenta mais cinquenta

179
00:21:02.530 --> 00:21:13.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. Mesma coisa. A propriedade do X está compreendida entre menos infinito e mais infinito. Ou seja, no dado não existe valor abaixo de um e nem acima de seis,

180
00:21:13.990 --> 00:21:17.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então é a probabilidade do X estar entre um e seis

181
00:21:18.680 --> 00:21:27.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é a probabilidade do valor de um, mais o dois, mais o três, mais o quarto, mais o cinco mais o seis, ou seja, seis vezes um sexto que vai dar um cem.

182
00:21:29.220 --> 00:21:39.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E no caso da temperatura, que é uma curva contínua, eu teria que fazer a integral de menos infinita, mais infinito. E eu sei que isso vai dar um mesmo.

183
00:21:42.180 --> 00:21:45.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá bom dia.

184
00:21:45.570 --> 00:21:51.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então as distribuições como eu comentei aqui. Mais usuais, mais comuns

185
00:21:51.590 --> 00:21:54.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na meteorologia. É a distribuição uniforme.

186
00:21:55.810 --> 00:22:01.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A triangular anormal é igual oceano. Então a gente vai ler um pouquinho sobre cada uma delas aqui.

187
00:22:03.060 --> 00:22:07.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A distribuição uniforme ao retangular como eu falei, ela tem um formato.

188
00:22:07.290 --> 00:22:14.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela é contínua no caso, a propriedade é essa linha é de cima aqui.

189
00:22:15.950 --> 00:22:19.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A função é essa linha de cima aqui.

190
00:22:20.730 --> 00:22:27.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas como a probabilidade é a área, não é?

191
00:22:27.660 --> 00:22:32.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a probabilidade do X estar compreendida entre A e B.

192
00:22:32.580 --> 00:22:34.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É essa área escura.

193
00:22:34.850 --> 00:22:37.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa área escura tem que ser igual a um,

194
00:22:38.950 --> 00:22:45.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque é uma submissão de probabilidade. Então a área aqui tem que ser igual a um.

195
00:22:45.720 --> 00:22:50.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é por isso que se eu estou definindo como eu comentei,

196
00:22:50.410 --> 00:22:55.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a submissão de uniforme é definida por um intervalo fixo, ou seja,

197
00:22:56.230 --> 00:22:59.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o a do X é menor do que esse valor de A, quando o X é menor que A

198
00:23:00.280 --> 00:23:05.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e quando X é maior que B e a propriedade é zero.

199
00:23:06.150 --> 00:23:14.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ela não é caracterizada. Ela não existe para valores diferentes entre a e B e quando ela vale,

200
00:23:14.510 --> 00:23:22.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando ela está compreendida entre a e B ela é uniforme. Ela é igual. Ela vale um dividida por B menos A.

201
00:23:23.500 --> 00:23:29.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas por que dá um B menos A. Porque se essa área aqui vale um.

202
00:23:29.510 --> 00:23:30.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui eu tenho

203
00:23:31.210 --> 00:23:37.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa distância que é b menos A, né? Porque essa distância A: aqui é B. Então essa distância é B menos A:

204
00:23:37.880 --> 00:23:46.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando eu multiplico b menos A por um sobre B menos A. Eu tenho uma área igual. Um que é base a altura,

205
00:23:48.200 --> 00:23:50.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: produto dos lados aqui.

206
00:23:50.800 --> 00:23:59.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas isso aí não precisa entrar nesse mérito. O que é importante é entender que essa distribuição de uniforme,

207
00:23:59.510 --> 00:24:04.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela é uma distribuição que ela é contínua

208
00:24:04.690 --> 00:24:09.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e ela é igual dentro desse intervalo definido A e B.

209
00:24:10.260 --> 00:24:17.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ela é uma função de probabilidade que a gente chama conservadora, porque ela não prioriza

210
00:24:17.890 --> 00:24:23.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nenhum valor de X entre esse intervalo, A e B, todas têm a mesma

211
00:24:23.860 --> 00:24:34.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: probabilidade. Por isso, que, quando a gente falou no dado que é uma distribuição retangular ou uma distribuição uniforme, só que ela é discreta.

212
00:24:35.280 --> 00:24:49.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os valores no caso do dado está compreendido entre um e seis, mas só que ela não varia de forma contínua. Então seria um, dois, três, quatro, cinco. Seis. Então eu tenho ela continuamente,

213
00:24:50.060 --> 00:24:56.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quer dizer contínua entre aspas, porque não é contínua, mas seria uma distribuição igual, uniforme

214
00:24:57.470 --> 00:25:08.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre um e seis. No caso aqui, ela é contínua. Então porque o A ou como é o X pode variar entre A e B de qualquer valor? Vamos supor que se A fosse,

215
00:25:09.010 --> 00:25:13.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aqui fosse dois. Então, entre um e dois, eu tenho infinitos valores. Não é isso

216
00:25:14.860 --> 00:25:20.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que variam de forma contínua, e a probabilidade é igual.

217
00:25:20.930 --> 00:25:29.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Toda a distribuição de probabilidade pode ser caracterizada. Eu acho que eu já comentei, senão estou reforçando aqui por uma média e por um desvio padrão.

218
00:25:30.370 --> 00:25:31.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É,

219
00:25:31.500 --> 00:25:44.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu não vou demonstrar o cálculo aqui da média nem do desvio padrão. Tudo bem, que a média. Acho que é fácil de você entender e visualizar

220
00:25:46.420 --> 00:25:53.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a média é a metade do intervalo está na média quanto metade a média.

221
00:25:54.390 --> 00:26:01.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É esse valor a mais B dividido por dois. Então é um valor central aqui.

222
00:26:01.680 --> 00:26:13.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Minha distribuição, o desvio padrão não é tão evidente de observar, porque o desvio padrão é você tem que calcular esse desvio padrão usando a expressão

223
00:26:13.070 --> 00:26:31.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da variância que é aquele valor esperado de X menos a média elevado ao quadrado. Só que, matematicamente, isso aqui. Na verdade, você vai calcular a integral da função F de X,

224
00:26:32.010 --> 00:26:39.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é integral de um sobre B menos a que multiplica o X menos

225
00:26:39.680 --> 00:26:44.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a média, que aí é a mais B sobre dois ao quadrado

226
00:26:46.280 --> 00:26:53.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no intervalo de A até B. Então essa é a função matemática que você deveria integrar. Para poder calcular

227
00:26:53.620 --> 00:26:58.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o desvio padrão, melhor você vai calcular a variança e vai extrair a raiz quadrada disso. Mas

228
00:26:59.140 --> 00:27:06.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sem entrar nesse mérito. Acredite no que eu estou falando que numa distribuição uniforme, a média

229
00:27:06.930 --> 00:27:11.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é uma instituição uniforme caracterizada aqui para o intervalo A e B

230
00:27:11.710 --> 00:27:15.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quer dizer, A, pode ser qualquer valor, né? B? Pode ser qualquer valor entre a e B.

231
00:27:16.950 --> 00:27:24.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A média é a A mais B sobre dois e o desvio padrão é o intervalo B menos A,

232
00:27:25.440 --> 00:27:32.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dividido pela raiz de doze ou raiz de doze

233
00:27:32.550 --> 00:27:35.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é igual a duas vezes raiz de três.

234
00:27:36.040 --> 00:27:40.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso é igual B menos A, dividido por dois Régis, três.

235
00:27:40.260 --> 00:27:44.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por isso que muita gente às vezes diz que é A.

236
00:27:46.240 --> 00:27:55.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu devia padrão de uma instituição retangular é, você tem um um um.

237
00:27:55.920 --> 00:28:04.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O divisor aqui de raiz de três. Entretanto, o intervalo que se pega é metade do intervalo da distribuição. Tipo B menos A sobre dois.

238
00:28:05.490 --> 00:28:08.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É metade é dividido por raio de três,

239
00:28:08.830 --> 00:28:12.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas o intervalo completo. Bem menos a dividir o raiz de doze.

240
00:28:15.830 --> 00:28:23.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, com a média de o padrão, eu consigo caracterizar que isso aqui é uma distribuição retangular

241
00:28:24.780 --> 00:28:29.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: média a mais B sobre dois. Tive padrão B menos A dividido por raiz de doze.

242
00:28:30.860 --> 00:28:35.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ver o exemplo de aplicação disso. Então vamos considerar

243
00:28:35.980 --> 00:28:49.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu tenho um incremento digital. Eu falei de balança, mas pode ser de qualquer indicador ali. Pode ser um medidor de invasão, um instrumento digital lá que eu tenha um incremento.

244
00:28:50.150 --> 00:28:59.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que ele tem um dígito de variação digital, um incremento de zero,um.

245
00:28:59.710 --> 00:29:00.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu podia pô

246
00:29:01.480 --> 00:29:13.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se o incremento digital dessa balança. O menor valor lá é zero,um. Então significa que eu só consigo ler valores entre zero e zero,um.

247
00:29:13.900 --> 00:29:15.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse é o incremento digital.

248
00:29:17.270 --> 00:29:25.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então é razoável considerar que entre o zero e zero, zero,um,

249
00:29:26.790 --> 00:29:31.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é um valor que o instrumento me indica,

250
00:29:32.080 --> 00:29:43.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas que isso é digital. Mas, na verdade, se ela está medindo alguma coisa que é contínua, eu posso ter, na verdade, qualquer número entre zero e zero,um,

251
00:29:44.340 --> 00:29:52.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o instrumento. Então ele vai me indicar o zero a zero,um. Então, nessa situação, é razoável considerar que eu tenho

252
00:29:53.270 --> 00:30:01.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma média. Quer dizer, eu tenho uma distribuição uniforme entre esses dois valores entre zerosm.

253
00:30:01.440 --> 00:30:07.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qualquer valor aqui dentro, a princípio, teria mesmo a probabilidade de estar acontecendo.

254
00:30:09.970 --> 00:30:13.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não tem por que não ter uma probabilidade.

255
00:30:13.830 --> 00:30:24.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O instrumento fica oscilando aqui, então o valor real. Qualquer um desses valores de medição está compreendido com a mesma probabilidade de acontecer.

256
00:30:25.160 --> 00:30:28.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, considerando nesse caso, que eu tenho aqui uma distribuição

257
00:30:28.950 --> 00:30:39.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou caracterizar por uma descrição uniforme. Eu posso dizer então que entre zero,zero,um, o a média está compreendida

258
00:30:40.130 --> 00:30:49.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na metade do intervalo aqui que é zero mais zero,um dividido por dois zero,cinco a mais B sobre dois.

259
00:30:50.540 --> 00:30:53.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E eu adivinha o padrão. Então

260
00:30:53.450 --> 00:30:58.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele pode ser caracterizado pelo padrão da distribuição retangular,

261
00:30:58.850 --> 00:31:07.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o quê? B menos A, dividido por dois. Raiz de três ou B menos A, dividido por raiz de doze ou metade do intervalo dividido por raiz de três.

262
00:31:07.980 --> 00:31:14.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, B menos A, dividido por raiz de doze dá zero,um menos zero

263
00:31:14.540 --> 00:31:18.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dividido por Régis de doze zero,três. Então quer dizer essa.

264
00:31:19.710 --> 00:31:25.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O incremento digital dessa balança, e a gente pode já

265
00:31:25.760 --> 00:31:42.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: inferir isso. Por exemplo, o incremento digital de um instrumento digital. Posso considerar como se fosse a resolução de leitura desse instrumento digital, então posso considerar que a resolução de leitura. Eu posso adotar, nesse caso, por exemplo, uma distribuição

266
00:31:42.510 --> 00:31:50.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uniforme ou retangular para essa grandeza resolução de leitura

267
00:31:51.630 --> 00:32:02.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e atribuir que ele tenha uma média que é metade dessa resolução e um desvio padrão, que é o valor da resolução, dividido por raio de doze,

268
00:32:04.160 --> 00:32:10.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque zero,um é, na verdade, a resolução, então seria a resolução dividido por raio de doze.

269
00:32:13.960 --> 00:32:16.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então estou falando de uma expressão retangular

270
00:32:16.420 --> 00:32:19.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no caso de uma distribuição triangular,

271
00:32:19.590 --> 00:32:30.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é um outro tipo de distribuição de probabilidade. Tem o formato de um triângulo também definida entre um intervalo definido entre a e B,

272
00:32:30.510 --> 00:32:41.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou seja, quando X menor que A é zero, quando X maior que B também é zero,

273
00:32:41.800 --> 00:32:47.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: agora, como ela é um triângulo. Eu tenho uma reta aqui.

274
00:32:48.570 --> 00:32:55.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma reta que tem uma função e uma outra reta que tem uma outra função. Então essa reta aqui, ó,

275
00:32:55.470 --> 00:33:03.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem essa função matemática aqui, X menos A, dividida por B menos A ou quadrado não precisa.

276
00:33:03.160 --> 00:33:13.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode até calcular depois, se vocês quiserem matematicamente, você consegue calcular essa função aqui, considerando a média e tal, você consegue ver que função é essa?

277
00:33:14.750 --> 00:33:23.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E desse valor da média, até B já tem uma outra função aqui, quatro vezes que multiplica B menos X sobre B menos a o quadrado e tal.

278
00:33:23.970 --> 00:33:26.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, de novo aqui a média.

279
00:33:27.410 --> 00:33:31.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela está no centro do intervalo. Então a média por uma instituição triangular

280
00:33:31.970 --> 00:33:38.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é também a mais B sobre dois, que é igual da distribuição retangular. Cálculo é igual. Metade do intervalo. Ali

281
00:33:39.280 --> 00:33:43.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já o desvio padrão acaba sendo

282
00:33:44.070 --> 00:33:50.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: parecido com da distribuição retangular. Só que em vez de dividir por raiz de dois, eu divido por raiz de dois4

283
00:33:50.920 --> 00:33:53.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então a distribuição uniforme retangular.

284
00:33:53.930 --> 00:34:01.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O denominador aqui é raiz de doze e já a triangular o denominador raiz de vinte e quatro ou duas vezes raiz de seis.

285
00:34:04.060 --> 00:34:08.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se você atentar aqui, essa área aqui também é igual a onda.

286
00:34:09.000 --> 00:34:13.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se calcular a área desse retângulo, aqui vai ser igual a um, né? Porque daria

287
00:34:14.040 --> 00:34:20.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: base, né? Área do retângulo base das alturas devido por dois base B menos a

288
00:34:21.380 --> 00:34:26.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vezes altura, dois que multiplica bem menos a.

289
00:34:27.070 --> 00:34:30.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então dá dois. Como dirige por dois, dá um era igual a um,

290
00:34:34.850 --> 00:34:36.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a distribuição é triangular.

291
00:34:37.480 --> 00:34:44.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ela tem. Qual é a diferença básica em relação à retangular?

292
00:34:44.810 --> 00:34:53.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É que ela tem o valor central da distribuição com uma probabilidade maior do que os extremos.

293
00:34:55.270 --> 00:35:03.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela tem um valor mais provável de você acontecer, que é a média diferente da distribuição uniforme

294
00:35:03.660 --> 00:35:10.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que não tem nenhum valor prioritário. Todos eles têm a mesma probabilidade.

295
00:35:10.930 --> 00:35:24.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A distribuição triangular não, a média tem uma probabilidade maior de você é ter a do que os

296
00:35:25.120 --> 00:35:26.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos extremos.

297
00:35:29.030 --> 00:35:38.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá, então esse exemplo aqui, ele é um exemplo que eu.

298
00:35:38.810 --> 00:35:45.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quem está lá no guia. Uraquem o guia Uraquem é também um guia de

299
00:35:45.910 --> 00:36:04.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de incerteza, de medição aplicada na área analítica. Nas medidas analíticas, ele é baseado também em cima do Gammas tem algumas outras particularidades em função do tipo de medidas e medidas nessa área. Aqui de química analítica, tem outras características. Então ele tem um.

300
00:36:04.440 --> 00:36:14.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nós temos particularidades interessantes. Mas, por exemplo, esse exemplo, ele considera uma distribuição triangular

301
00:36:15.610 --> 00:36:19.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nessa situação. Por exemplo, eu tenho uma vidraria. Isso aqui é uma vidraria,

302
00:36:20.620 --> 00:36:26.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma vidraria de laboratório. Ela tem uma capacidade volumétrica aqui marcada a cem mililitros.

303
00:36:28.900 --> 00:36:35.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E esse essa vidraria. Então ela tem uma.

304
00:36:35.350 --> 00:36:42.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma faixa de variação que o fabricante me informa lá que essa vidraria. Ela

305
00:36:42.860 --> 00:36:50.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vale cem mililitros, mas tem uma variação. Ela pode estar entre cem mais ou menos zero,um mililitros,

306
00:36:52.820 --> 00:37:01.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medindo uma temperatura de vinte graus Celsius. É a temperatura de referência utilizada para você fazer a calibração e medições.

307
00:37:02.010 --> 00:37:08.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, a vinte graus Celsius. O fabricante me garante que esse volume

308
00:37:09.250 --> 00:37:14.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vale cem mililitros com uma variação de zero,um mililitros. Então é.

309
00:37:15.320 --> 00:37:28.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É razoável considerar que o valor de cem é um valor mais provável e que noventa e nove,nove

310
00:37:29.340 --> 00:37:35.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou cemum, tem uma probabilidade menor de acontecer. Pode acontecer, pode,

311
00:37:35.740 --> 00:37:42.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas entre noventa e nove,nove e cemum, que é o intervalo de.

312
00:37:42.450 --> 00:37:43.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De.

313
00:37:43.610 --> 00:37:51.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Do intervalo de tolerância de fabricação do da, da Vidraria.

314
00:37:52.440 --> 00:37:59.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A probabilidade de cem é maior do que noventa e nove,nove ou cem,um, então é razoável considerar

315
00:38:00.010 --> 00:38:08.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a distribuição de probabilidade que melhor representa essas condições é uma distribuição triangular

316
00:38:09.130 --> 00:38:12.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma instituição triangular, centrada em cem

317
00:38:13.840 --> 00:38:20.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e com os limites inferior de noventa e nove,nove e cem,um.

318
00:38:20.950 --> 00:38:27.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se noventa e nove,nove 10,um a média tá cem, né?

319
00:38:27.600 --> 00:38:29.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que é sempre vírgula.

320
00:38:30.830 --> 00:38:39.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um mais noventa e nove,nove. Dívida por dois. Vai dar um0 e o desvio padrão.

321
00:38:39.310 --> 00:38:45.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, considerando uma distribuição triangular, vai ser o cemum

322
00:38:46.040 --> 00:38:50.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: menos noventa e nove,nove dividido por raiz de vinte e quatro

323
00:38:51.310 --> 00:39:03.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cemum, menos noventa e nove,nove dívidas, quatro zero,quatro, certo, zero,quatro.

324
00:39:04.180 --> 00:39:13.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se você analisar, comparar, você vê que a distribuição retangular,

325
00:39:13.370 --> 00:39:20.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela é conservadora e a distribuição triangular não é conservadora porque você tem

326
00:39:22.480 --> 00:39:31.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a média como o valor mais provável e a dispersão,

327
00:39:33.100 --> 00:39:37.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou melhor, o desvio padrão de uma distribuição retangular

328
00:39:37.840 --> 00:39:42.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é maior de que uma distribuição triangular,

329
00:39:43.250 --> 00:39:54.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque aqui, por exemplo, se eu fosse considerar que isso aqui, se eu fosse adotar uma distribuição retangular, eu teria meu B menos A dividido por raiz de doze

330
00:39:55.420 --> 00:39:58.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: B menos A é zero,dois.

331
00:39:58.860 --> 00:40:02.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu vou dividir isso aqui por raiz de doze,

332
00:40:02.830 --> 00:40:08.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deixa, eu estou fazendo aqui na minha calculadorinha? Dá zero,seis.

333
00:40:09.520 --> 00:40:15.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui, usando uma distribuição triangular, eu tenho zero,quatro.

334
00:40:15.350 --> 00:40:17.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é uma dispersão menor.

335
00:40:18.910 --> 00:40:26.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o que é interessante a gente fazer essa análise, porque se eu consigo, se numa avaliação

336
00:40:26.240 --> 00:40:32.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das componentes que eu tenho, porque isso aqui, essa variação é uma incerteza.

337
00:40:32.300 --> 00:40:38.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma dúvida que deve ser, por exemplo, considerada num processo de

338
00:40:38.480 --> 00:40:42.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de medição de calibração, usando, por exemplo, essa.

339
00:40:43.050 --> 00:40:44.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa vidraria

340
00:40:44.970 --> 00:40:54.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se eu estou considerando, por exemplo, essa vidraria para fazer uma medida, por exemplo, de uma massa específica. Vou encher isso aí e vou pesar no balanço.

341
00:40:55.200 --> 00:41:00.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É são só um instantinho, gente, só um instantinho.

342
00:41:26.590 --> 00:41:29.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Voltei aqui, voltei.

343
00:41:29.910 --> 00:41:36.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu for usar essa vidraria para encher e colocar numa balança.

344
00:41:36.900 --> 00:41:49.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por exemplo, calcula massa específica. Vamos supor que isso aí fosse um piquenopto, porque não sei quem já viu essas coisas. Você mede massa. Você pode usar massa. Menção de uma massa específica em um laboratório

345
00:41:50.680 --> 00:41:54.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usando uma vidraria calibrada chamada de piquenômetro

346
00:41:55.270 --> 00:41:57.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é parecido com isso. Que você enche

347
00:41:58.500 --> 00:42:00.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com o fruto que você quer medir.

348
00:42:00.430 --> 00:42:12.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, tampa. E aí isso vai transbordar. Mas aí você vai garantir que isso aqui vai estar cheio do produto. Então ele vai dar aquele volume certinho, e você coloca em cima de uma balança e mede a massa.

349
00:42:12.190 --> 00:42:22.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem aquela, né? Você tem. Apesar da vidraria vazia, a vidraria cheia, menos a vazia. Você tem a massa do líquido. Divide pela.

350
00:42:23.360 --> 00:42:30.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a massa dividida pelo volume. Você tem a massa específica,

351
00:42:31.290 --> 00:42:38.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas de qualquer maneira, esse volume tem uma incerteza. Ele tem uma variação aqui que é zero,um mililitros.

352
00:42:38.900 --> 00:42:47.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu considerar então que eu tenho uma incerteza nessa medição. Se eu posso aqui caracterizar que essa incerteza,

353
00:42:47.940 --> 00:42:55.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse volume é menor, atribuindo uma distribuição de probabilidade triangular

354
00:42:55.290 --> 00:42:58.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do que usar uma retangular, eu prefiro.

355
00:42:58.680 --> 00:43:06.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu posso fazer essa consideração, porque com isso eu estou fazendo uma contribuição menor da incerteza. Por exemplo, no cálculo da massa específica.

356
00:43:08.530 --> 00:43:12.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente vai ver essa composição aí, quando hoje ainda

357
00:43:13.040 --> 00:43:20.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a composição desses valores incertezas. Mas eu não sei se isso que deu para entender o que eu estou falando. Quer dizer, se eu posso

358
00:43:20.480 --> 00:43:24.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de alguma maneira, mas

359
00:43:24.200 --> 00:43:38.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: consciente de forma consciente e justificável, não simplesmente. Ah, então eu vou considerar que a distribuição triangular é sempre menor. Eu vou usar sempre. Nem sempre você pode usar esse tipo de distribuição.

360
00:43:40.630 --> 00:43:42.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nesse caso, sim.

361
00:43:44.710 --> 00:43:48.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é melhor porque aqui eu tenho. Por exemplo,

362
00:43:48.830 --> 00:43:59.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu acabei de fazer a conta aqui para vocês usando uma distribuição é. É retangular. Daria zero,seis.

363
00:43:59.510 --> 00:44:06.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui deu zero,quatro. Ou seja, é uma boa redução, né?

364
00:44:08.610 --> 00:44:10.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é interessante.

365
00:44:16.820 --> 00:44:20.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, vamos continuar.

366
00:44:21.350 --> 00:44:23.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se não tem dúvida. Vamos continuar

367
00:44:27.720 --> 00:44:37.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a distribuição então, normal ou também chamada distribuição gauciana. Então ela tem essa cara aqui. Esse formato,

368
00:44:37.770 --> 00:44:40.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela é uma distribuição também.

369
00:44:40.660 --> 00:44:47.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que tem um valor mais provável aqui, que é a média, onde tem a maior probabilidade de você encontrá los

370
00:44:48.720 --> 00:44:53.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em torno da média mais provável. É uma curva contínua.

371
00:44:53.640 --> 00:44:57.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem esse formato aqui que aparece um sino.

372
00:44:57.840 --> 00:45:14.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A curva simétrica com formato de sino. Ela é simétrica, ou seja, da média para a esquerda. Eu tenho cinquenta de probabilidade dos dados e da média para a direita, mais cinquenta de probabilidade da dada. Ou seja, aqui eu tenho cem, mas ela é centrada.

373
00:45:15.530 --> 00:45:25.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem então tanto para a direita quanto a esquerda, você tem um decaimento que é igual,

374
00:45:26.560 --> 00:45:33.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como diz que ela é sinétrica e nunca toca no eixo das abscisas.

375
00:45:33.950 --> 00:45:42.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E vai para menos infinito. E aqui vai mais infinito. Então a função distribuição de probabilidade de uma gauciana.

376
00:45:42.500 --> 00:45:50.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela é uma expressão matemática bem complicada. Tanto que essa função aqui é não é

377
00:45:51.290 --> 00:45:58.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: calculada. Ela não tem uma solução que a gente chama literal. Você calcular e tal, literalmente,

378
00:45:58.150 --> 00:46:07.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não só através de método numérico, fazendo integração numérica computador.

379
00:46:09.520 --> 00:46:16.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa função, você vê que ela é caracterizada aqui pela média, você tem aqui em cima um Mi

380
00:46:17.180 --> 00:46:18.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a média.

381
00:46:18.560 --> 00:46:21.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E embaixo aqui o Sigma, que é o desvio padrão.

382
00:46:23.540 --> 00:46:28.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o devia. O padrão é essa, né?

383
00:46:29.090 --> 00:46:32.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em relação à média, é uma distância

384
00:46:33.180 --> 00:46:37.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da média. Até a curva. Desse ponto aqui,

385
00:46:38.150 --> 00:46:41.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que matematicamente, é definido como o

386
00:46:43.020 --> 00:46:59.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ponto de inflexão da curva, ou seja, onde a curva muda uma ponto de inflexão numa curva. É o ponto onde a curva muda a sua inclinação. Então ela vinha com uma determinada inclinação negativa, vira positiva, ou era positiva e vira negativa. Então você vê que esse ponto,

387
00:46:59.580 --> 00:47:07.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o Sigma, que é o desvio padrão para um lado ou para o outro. Ele é o ponto onde você tem a mudança na curvatura da cor.

388
00:47:09.900 --> 00:47:13.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, por exemplo. Ah, não é mudança aqui. É um ponto de máximo.

389
00:47:15.300 --> 00:47:19.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um ponto onde a gente matematicamente diz que a derivada é zero.

390
00:47:20.710 --> 00:47:21.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

391
00:47:22.570 --> 00:47:31.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui não. Aqui eu tenho uma mudança. Uma inclinação. Eu venho com uma determinada inclinação e muda a inclinação, porque senão isso aqui viria para cá.

392
00:47:32.000 --> 00:47:42.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas ela faz essa mudança de curvatura, essa função. Então volto a dizer, é só calculada de forma numérica,

393
00:47:42.690 --> 00:47:59.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a média, então pode estar compreendida. A média dessa distribuição normal pode ser qualquer valor entre menos infinito e mais infinito. Se ela se deslocar, você vai ter um deslocamento da curva para a esquerda ou para a direita, e o desvio padrão pode ser qualquer valor

394
00:48:00.190 --> 00:48:07.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diferente de zero. Não existe o padrão zero, então qualquer valor

395
00:48:08.170 --> 00:48:11.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é maior do que zero, e a média entre menos infinito e mais infinito.

396
00:48:11.870 --> 00:48:20.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa função é o expoente do Ipirano. É uma constante que, na verdade, não para por aqui, mas

397
00:48:21.080 --> 00:48:27.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dois.setecentos e dezoito, mas, embora igual, o Pier, que também é uma constante, mas ela não tem, né?

398
00:48:27.850 --> 00:48:35.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fim. Aqui, número: a média da população devia. O padrão da população X da varia avaliatória.

399
00:48:35.840 --> 00:48:40.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A média pode ser calculada como a gente já tinha visto anteriormente,

400
00:48:42.350 --> 00:48:46.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como o somatório dos valores de X, dividido por N,

401
00:48:48.140 --> 00:48:52.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde n é o número de medições que foram realizadas. O desvio padrão

402
00:48:52.980 --> 00:49:06.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dessa função é dado por essa expressão matemática. Aqui lembra que a gente fala sobre somatória dos valores dos desvios da média de cada variável em relação à média ao quadrado. Só que você divide

403
00:49:06.530 --> 00:49:08.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo número de medidas.

404
00:49:08.550 --> 00:49:09.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Reni.

405
00:49:10.030 --> 00:49:12.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E adivinha o padrão. Isso aqui é variância.

406
00:49:13.730 --> 00:49:18.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso que está aqui dentro da raiz. É a variância. Aí você extrai a raiz quadrada. Temos de vir padrão.

407
00:49:19.140 --> 00:49:23.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que acontece aqui? Quem está falando sobre a população,

408
00:49:23.550 --> 00:49:35.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde n é um número muito grande. Agora, quando eu trabalho com amostra que a gente tinha falado, que o desvio padrão acaba sendo o desvio padrão de uma amostra. O denominador aqui não é N. É N menos um.

409
00:49:35.900 --> 00:49:38.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem uma diferença, né? Você vê que é N

410
00:49:38.210 --> 00:49:47.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e n um e, por exemplo, no Excel, você tem uma função. Você tem duas funções para o desvio padrão, uma que se chama dez vipad.

411
00:49:47.780 --> 00:49:48.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

412
00:49:49.320 --> 00:49:57.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o desvio padrão da população. Ou seja, se você pegar um conjunto de dados, mandar ele calcular Deadpoight P. Ele vai considerar que aquilo ali

413
00:49:59.580 --> 00:50:09.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vai dividir por N, que é o total de valores e vai calcular quando você diz que é uma amostra, você vai colocar a função dez Pad a

414
00:50:10.410 --> 00:50:15.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de amostra, e que ele vai dividir por N menos um.

415
00:50:16.070 --> 00:50:21.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a média aqui? O X Barra não é a média da população. É a média da amostra

416
00:50:23.950 --> 00:50:35.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. Não sei se alguém vai perguntar alguma coisa? Só detalhe porque aqui está X menos X Bar. E aqui está Mi menos X. Mas como isso aqui é o quadrado. Tanto faz, né?

417
00:50:36.160 --> 00:50:41.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A ordem aqui não altera. Poderia ser X menos Mi elevado ao quadrado também. Como está aqui?

418
00:50:43.230 --> 00:50:44.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom,

419
00:50:44.390 --> 00:50:55.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso é uma gauciana plena. Só que o que acontece que, como eu disse isso aqui você só consegue calcular a probabilidade de forma numérica

420
00:50:55.480 --> 00:51:01.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: numéricas usando computador, você seria.

421
00:51:01.380 --> 00:51:19.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Seria muito difícil e praticamente impossível eu ter um valor tabelado para uma distribuição normal, considerando que a média pode ser qualquer valor, e o desvio padrão pode ser qualquer valor. A média pode ser inclusive negativo aqui.

422
00:51:19.820 --> 00:51:26.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o e o desvio padrão pode ser qualquer valor positivo.

423
00:51:27.140 --> 00:51:33.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o que você fez para poder ter um valor tabelado e a gente poder usar é a.

424
00:51:33.570 --> 00:51:38.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As probabilidades de uma instituição normal foi feito.

425
00:51:39.540 --> 00:51:49.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, foi feito uma bom, mas tudo bem, já que eu passei aqui só para a gente caracterizar que você tem

426
00:51:50.170 --> 00:51:51.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: médias

427
00:51:51.960 --> 00:52:04.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: distribuições padrão que podem ter médias diferentes. Com o mesmo desvio padrão igual aqui. E essa aqui, a gente já tinha visto ontem. Médias iguais com um desvio padrão diferente. Então você pode caracterizar isso.

428
00:52:05.470 --> 00:52:09.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então estou falando sobre uma instituição que a gente chama normal, padronizada.

429
00:52:10.810 --> 00:52:21.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A distribuição normal padronizada continua sendo igual a uma distribuição normal. Só foi padronizada para você poder calcular matematicamente.

430
00:52:22.100 --> 00:52:25.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí as probabilidades.

431
00:52:25.760 --> 00:52:37.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qual foi a padronização que foi feita? Uma mudança que a gente chamou uma transformação de variável transformou se a variável aleatória X numa variável aleatória Z,

432
00:52:38.170 --> 00:52:43.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é obtida a partir do desvio padrão e da média.

433
00:52:43.350 --> 00:52:52.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que, para normalizar, adotou se o seguinte: Z é igual. X menos a média dividido pelo desvio padrão.

434
00:52:53.470 --> 00:52:59.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa é a variável Z. Só que para você ter os valores tabelados e padronizados.

435
00:52:59.480 --> 00:53:03.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, foi feita uma transformação, considerando

436
00:53:03.630 --> 00:53:07.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que essa curva vai estar centrada numa média, equivale zero

437
00:53:08.490 --> 00:53:11.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e conduzir o padrão que vale um.

438
00:53:11.540 --> 00:53:19.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando a média vale zero de padrão, vale um Z igual a Xix concorda X menos zero

439
00:53:19.800 --> 00:53:22.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dividido por U vazia.

440
00:53:24.160 --> 00:53:28.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem uma distribuição normal,

441
00:53:28.920 --> 00:53:32.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: centrada em zero, com um desvio padrão que vale um.

442
00:53:34.270 --> 00:53:37.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você calcula, quer dizer, a tabela normal.

443
00:53:38.240 --> 00:53:50.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que é essa tabela aqui que você encontra, você tem ela disponível para uso das ferramentas estatísticas. Ela considera então

444
00:53:50.980 --> 00:53:56.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a média vale zero e que o desvio padrão valioso.

445
00:53:57.710 --> 00:54:05.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, por que a gente não diz que quando eu tenho em torno da média.

446
00:54:06.330 --> 00:54:13.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, o intervalo da média? Mais ou menos dois desvios padrão aqui. Ó dois,

447
00:54:14.440 --> 00:54:25.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho noventa e cinco,quarenta e cinco do conjunto de dados aqui, o que vem dessa distribuição normal padronizada,

448
00:54:26.160 --> 00:54:27.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde o

449
00:54:27.900 --> 00:54:41.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o intervalo entre a média mais ou menos um, esse um representa o número de desvios padrão em torno da média o Z. Na verdade, o Z é o número de desvio padrão em torno da média Mi.

450
00:54:44.550 --> 00:54:50.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando Z vale um, significa que eu tenho um desvio padrão em relação à média.

451
00:54:51.260 --> 00:54:55.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos dizer Vale dois. Eu tenho dois desvios padrão

452
00:54:55.640 --> 00:55:00.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em relação ao médico. Quando dizer vale três, eu tenho três desvio padrão em relação ao médico.

453
00:55:02.380 --> 00:55:03.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é

454
00:55:04.110 --> 00:55:23.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aquilo que eu tinha falado. Quando tenho mais ou menos três desvios padrão. Eu tenho noventa e nove. Provavelmente noventa e nove,sete dos dados já para Z igual a quatro. Só olhar na tabela normal aqui Z variando. Aqui é o valor de Z.

455
00:55:23.420 --> 00:55:32.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui é complementação tipo Z é zero,zerozero zerosm, zero,zero, dois e por diante.

456
00:55:32.550 --> 00:55:35.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para o lado positivo. E aqui para o lado negativo, tá,

457
00:55:35.610 --> 00:55:43.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas quando Z vale, por exemplo, quatro, três,noventa e nove. Aqui já está em um até antes disso. Aqui,

458
00:55:44.500 --> 00:55:47.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, três,noventa.

459
00:55:48.070 --> 00:55:55.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Já está em um. E aqui, ó menos três,noventa está em zero. Então

460
00:55:56.030 --> 00:56:05.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele varia aqui, de zero. Até é um der um00 Ah, ah, ah,

461
00:56:06.090 --> 00:56:13.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a tabela aqui, reforçando o que diz o Divino Padrão? É um ponto de inflexão. Mudança da curva.

462
00:56:13.460 --> 00:56:20.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa aqui é uma síntona. A função mudou um pouquinho, porque houve uma transformação de variável,

463
00:56:20.890 --> 00:56:36.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas essa função também continua sem condição de ser integrada de forma linear. Então você calcula matematicamente numericamente usando como cálculo numérico, usando computador, dando deltas pequenos, deltas

464
00:56:38.240 --> 00:56:50.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e calcula então essa área total vale cem. E na curva normal na distribuição normal, o que a gente calcula também em termos de probabilidade, é sempre o valor acumulado.

465
00:56:50.540 --> 00:56:55.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou seja, se você entrar na tabela normal para Z é igual a zero.

466
00:56:55.730 --> 00:56:57.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele vai dar.

467
00:56:57.980 --> 00:57:13.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai te dar uma informação. De quantos por cento tem de dados até Z igual a zero. Então quando Z, igual a zero, significa que eu tenho cinquenta de valor. Se você entrar na tabela normal para Z igual a zero aqui Ó Z, igual a zero

468
00:57:14.300 --> 00:57:18.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cinquenta zero,cinco. Do lado negativo,

469
00:57:18.650 --> 00:57:24.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: lado positivo, Z igual a zero cinquenta à medida que você vai caminhando para a direita

470
00:57:25.230 --> 00:57:31.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na curva em cima, você vai aumentando a sua probabilidade.

471
00:57:32.680 --> 00:57:50.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: À medida que você vai caminhando na esquerda da curva, você vai diminuindo. A probabilidade aqui começa em meio zero,quarenta e nove zero,quarenta e nove,quarenta e oito vai diminuindo, diminuindo, diminuindo até chegar uma hora que ela vai zerar, mas nunca vai zerar. Mas vai aproximar de zero

472
00:57:51.350 --> 00:58:08.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. À medida que você vai caminhando na direita, você vai aumentando até se aproximar também de cem. Não vai chegar nunca a cem. Mas vai se aproximar matematicamente, cem. Então é dessa forma. Então, com isso eu consigo. Agora, com essa distribuição normal padronizada,

473
00:58:09.930 --> 00:58:14.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é calcular a probabilidade de eu ter um valor.

474
00:58:14.840 --> 00:58:23.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um intervalo de dados aqui, considerando mais ou menos noventa e cinco,quarenta e cinco,

475
00:58:23.830 --> 00:58:29.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o padronizado na metrologia. Então a curva normal tem aqui.

476
00:58:29.570 --> 00:58:34.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E por que é importante a distribuição normal?

477
00:58:34.610 --> 00:58:38.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A distribuição mais importante que a gente tem na metodologia é a distribuição normal,

478
00:58:39.890 --> 00:58:44.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque o resultado das medições acaba sendo uma

479
00:58:44.270 --> 00:58:55.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: influenciado por várias outras. Aqueles que a gente chama dos agentes metrológicos no sistema de medição que podem impactar ali. Então ele pode ter influência

480
00:58:56.020 --> 00:59:08.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das condições ambientais que eu estou realizando. Pode ter a influência do padrão de medição do próprio instrumento de medição, influência de quem está fazendo a medição. Então todos esses componentes de influência

481
00:59:09.290 --> 00:59:15.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que podem ser representados por distribuições de probabilidade que vão ser combinadas.

482
00:59:16.770 --> 00:59:21.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles vão me levar a um resultado final que vai atender para uma distribuição normal.

483
00:59:21.620 --> 00:59:25.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E isso vem desse Teorema Central do limite.

484
00:59:25.480 --> 00:59:29.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um teorema estatístico que diz o seguinte

485
00:59:30.280 --> 00:59:31.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a gente vai chegar nele.

486
00:59:32.090 --> 00:59:35.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos ver como diz aqui, passo a passo, como é que eu chego no resultado final?

487
00:59:37.280 --> 00:59:44.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui é o seguinte: vamos considerar que eu tenho lançamento de um dado não viciado

488
00:59:44.820 --> 00:59:50.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: interessante. Por que a gente usa esse termo não viciado? Porque esse viciado significa que

489
00:59:50.870 --> 00:59:54.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem algum número aqui que tem uma probabilidade maior de cair

490
00:59:54.900 --> 01:00:06.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dado de cassino, dado de coisa assim que a gente pode estar viciado, vou considerar que a probabilidade aqui é igual para todos. Então lembra a distribuição de probabilidade para esse evento? É uma distribuição retangular,

491
01:00:07.840 --> 01:00:12.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: retangular, mas contínua, né? Não, não é contínua,

492
01:00:13.030 --> 01:00:17.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: discreta, né? Que é um, dois, três, quatro, cinco, seis. Não é? Isso

493
01:00:17.660 --> 01:00:21.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem uma probidade igual a dois, que é um sexto, um sexto, um sexto por diante.

494
01:00:23.620 --> 01:00:29.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, concordam que essa distribuição aqui é uma distribuição retangular ou uniforme? Concorda comigo?

495
01:00:30.740 --> 01:00:36.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Lançamento de um dado aí. Agora eu vou fazer uma. Então, um dado tem uma distribuição uniforme

496
01:00:37.900 --> 01:00:43.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí. Agora, eu quero combinar. Vou fazer o seguinte. Vou combinar o lançamento de dois dados, e quero ver

497
01:00:44.090 --> 01:00:49.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a soma dos valores. Como é que você distribui então, quer dizer, lançando dois dados,

498
01:00:50.000 --> 01:00:55.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a soma dos valores vai variar de dois até doze, concordam?

499
01:00:58.540 --> 01:00:59.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dois a doze.

500
01:01:01.400 --> 01:01:02.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso?

501
01:01:04.780 --> 01:01:05.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sim ou não?

502
01:01:09.530 --> 01:01:10.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sim ou não?

503
01:01:11.460 --> 01:01:11.970
TARCISIO NOGUEIRA: Sim, eu.

504
01:01:11.970 --> 01:01:13.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dois a doze, né?

505
01:01:14.620 --> 01:01:24.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, dois e doze são os que têm a menor probabilidade. Concorda porque é um entre trinta e seis,

506
01:01:25.370 --> 01:01:31.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: trinta e seis opções. Porque eu tenho seis de um dado, seis é do outro seis vezes seis de trinta e seis.

507
01:01:32.660 --> 01:01:35.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O tamanho dessa minha amostra. Agora são de trinta e seis,

508
01:01:37.930 --> 01:01:48.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a outra. Eu tinha uma amostra de tamanho seis. Agora eu tenho uma amostra de tamanho trinta e seis. Eu tenho então trinta e seis possibilidades dos dados caírem ali.

509
01:01:48.660 --> 01:01:51.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pilatos, mas dois e dois

510
01:01:52.200 --> 01:01:57.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dois e dois. Não um e um e seis e seis só tem uma chance cada um.

511
01:01:59.700 --> 01:02:09.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas então a soma da dois ou da um2 é um. O três já tem uma probabilidade um pouco maior, porque pode ser

512
01:02:09.470 --> 01:02:15.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um e dois e o inverso dois e um, assim como o onze

513
01:02:16.290 --> 01:02:24.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser cinco e seis e seis e cinco. E aí você vai. Você vai combinando essas opções,

514
01:02:24.710 --> 01:02:30.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e você vai perceber que, por exemplo, a combinação do Set é a que tem a maior probabilidade.

515
01:02:30.850 --> 01:02:34.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se você olhar uma distribuição

516
01:02:35.320 --> 01:02:39.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de lançamento de dois dados. Ela tende para uma distribuição

517
01:02:40.160 --> 01:02:45.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na formato de um triângulo com o set, com a maior probabilidade de acontecer.

518
01:02:49.750 --> 01:02:50.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Concorda.

519
01:02:53.290 --> 01:03:01.630
TARCISIO NOGUEIRA: É, entendi, sete pode estar cinco e dois, quatro, três, seis e um é exatamente eterna probabilidade.

520
01:03:01.630 --> 01:03:06.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A maior quantidade de chances de acontecer tem uma probabilidade maior.

521
01:03:06.040 --> 01:03:06.529
TARCISIO NOGUEIRA: Então você.

522
01:03:06.530 --> 01:03:11.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que eu tenho cada dado individualmente. Eu tenho uma distribuição

523
01:03:12.180 --> 01:03:21.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uniforme. Quando eu lanço os dois dados, eu estou trabalhando agora, com a combinação desses dois dados, a minha distribuição de probabilidade de valores

524
01:03:21.370 --> 01:03:26.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se aproxima de uma distribuição triangular, ela é.

525
01:03:26.220 --> 01:03:26.890
TARCISIO NOGUEIRA: Tudo bem.

526
01:03:27.260 --> 01:03:37.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É discreta, mas tem uma forma que se aproxima de uma distribuição. Se fosse contínua, triangular, concorda.

527
01:03:38.620 --> 01:03:39.450
TARCISIO NOGUEIRA: E aí?

528
01:03:39.450 --> 01:03:43.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí. Agora eu vou fazer jogar um terceiro dado.

529
01:03:45.570 --> 01:03:51.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um terceiro dado, esse outro terceiro dado tem também uma distribuição uniforme.

530
01:03:52.500 --> 01:04:02.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que agora, com o terceiro dado, eu tenho seis vezes seis vezes seis. Eu tenho uma amostra de tamanho duzentos e dezasseis,

531
01:04:02.400 --> 01:04:04.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí as.

532
01:04:05.330 --> 01:04:07.010
TARCISIO NOGUEIRA: Combinações.

533
01:04:07.150 --> 01:04:13.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Elas aumentam em termos de quantidade, por exemplo, dos valores que têm a maior probabilidade,

534
01:04:13.800 --> 01:04:17.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os menores, que têm a menor probabilidade.

535
01:04:17.850 --> 01:04:21.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que no caso, que são três dados, vai ser o três e o dezoito, porque um mais.

536
01:04:21.990 --> 01:04:22.940
TARCISIO NOGUEIRA: Humano.

537
01:04:22.940 --> 01:04:32.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou seis, mais seis, mais seis, e aí as outras combinações começam a ter mais probabilidade e nos valores mais centrais.

538
01:04:32.470 --> 01:04:44.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os valores que têm a maior probabilidade aqui é três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez e onze têm uma probabilidade maior do que o doze treze

539
01:04:44.870 --> 01:04:52.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem uma probabilidade maior de dar dez e onze do que os outros. Então você vê que o formato

540
01:04:53.930 --> 01:04:56.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dessa distribuição de probabilidade.

541
01:04:56.830 --> 01:05:07.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela continua sendo uma distribuição discreta, mas que eu consigo ter uma certa.

542
01:05:07.340 --> 01:05:09.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A aproximação.

543
01:05:09.520 --> 01:05:15.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se fosse uma distribuição contínua de uma distribuição glauciana normal.

544
01:05:18.210 --> 01:05:26.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vê, são três distribuições uniformes que combinadas

545
01:05:26.740 --> 01:05:30.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tendem para uma distribuição normal. Então isso

546
01:05:31.090 --> 01:05:34.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que o Teoreme central do limite diz então para a gente,

547
01:05:35.560 --> 01:05:41.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu lembro da estatística: quanto mais variáveis aleatórias forem combinadas,

548
01:05:42.440 --> 01:05:52.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mesmo sendo de diferentes distribuições estatísticas mais próximo de uma distribuição normal será o resultado dessa combinação de variáveis.

549
01:05:55.320 --> 01:06:07.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se eu considerar que o resultado da minha medição, ele é uma contribuição de algumas outras variáveis

550
01:06:08.030 --> 01:06:15.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de influência, como, por exemplo, a resolução de leitura,

551
01:06:16.690 --> 01:06:28.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a dispersão das medidas, a variabilidade normal das medições, a influência do meu instrumento de medição,

552
01:06:28.180 --> 01:06:31.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a influência da minha da,

553
01:06:32.420 --> 01:06:39.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sei lá, na minha temperatura ambiente, a influência do padrão de medição que está calibrando

554
01:06:39.580 --> 01:06:47.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a influência do operador que está fazendo a medição instrumentista ali, o metrologista.

555
01:06:48.470 --> 01:06:59.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Todas essas influências, todas essas contribuições vão me levar. Que o resultado da minha medição vai

556
01:06:59.600 --> 01:07:02.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tender para uma distribuição normal.

557
01:07:02.690 --> 01:07:11.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu posso, a partir dessa combinação, considerar que a distribuição normal é a que mais representa o resultado final

558
01:07:12.200 --> 01:07:14.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do meu processo de medição.

559
01:07:14.830 --> 01:07:20.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por isso que é uma distribuição muito importante para a gente.

560
01:07:20.590 --> 01:07:27.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em função dessa análise, o termo central diz exatamente isso: quanto mais variados aleatórias forem combinadas,

561
01:07:27.770 --> 01:07:34.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mesmo sendo diferentes instituições estatísticas. E olha que a gente ali, inclusive nesse exemplo, a gente pegou três distribuições

562
01:07:35.410 --> 01:07:39.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uniformes, combinou e tendeu com uma solução normal,

563
01:07:42.320 --> 01:07:58.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí, como a decorrência. É aí você fazendo outras análises matemáticas, estatísticas e tal. Você pode chegar a essa conclusão. É porque a gente não quer fazer demonstrativos de cálculo e tal. Mas tudo isso, você consegue provar

564
01:07:58.920 --> 01:08:02.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você provar matematicamente, fazendo os cálculos de que,

565
01:08:02.980 --> 01:08:11.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como decorrência do teorema central do limite. Se eu tiver, por exemplo, uma população Reni Grande,

566
01:08:11.520 --> 01:08:16.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e dessa população N muito grande, eu coletar amostras

567
01:08:17.160 --> 01:08:23.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que sejam representativas dessa população de tamanho N e calcular

568
01:08:24.080 --> 01:08:31.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os desvios padrão. E a média de cada. A média de cada amostra dessa aí

569
01:08:32.170 --> 01:08:38.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mostra uma mostra dois. Vamos estar aqui, ó X1 X20

570
01:08:39.529 --> 01:08:43.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e várias amostras. Se eu pegar

571
01:08:44.350 --> 01:08:58.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essas médias e colocar isso como uma forma de uma distribuição de probabilidade. Isso vai tender para uma distribuição normal, e o desvio padrão dessa distribuição das médias

572
01:08:59.600 --> 01:09:10.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se aproxima do desvio padrão da mostra, dividido por raiz higiene, onde N é o número de medidas que foram realizadas. É o tamanho da amostra,

573
01:09:12.020 --> 01:09:12.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então

574
01:09:15.200 --> 01:09:23.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a consideração que a gente faz, que, inclusive isso está estabelecido, inclusive no guia da expressão da incerteza da medição.

575
01:09:23.649 --> 01:09:27.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a gente vai ver que esse desvio padrão da média que a gente chama.

576
01:09:28.160 --> 01:09:32.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A média da mostra que é obtida a partir de uma mostra.

577
01:09:33.399 --> 01:09:38.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele caracteriza a incerteza padrão, tipo, A.

578
01:09:39.069 --> 01:09:44.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Depois a gente vai ver isso, o que é certeza? Tipo, a quem é incerteza tipo B,

579
01:09:45.120 --> 01:09:51.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas então o desvio padrão da média caracteriza uma incerteza.

580
01:09:52.319 --> 01:09:53.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tenho certeza. Tipo A.

581
01:09:55.320 --> 01:10:02.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso significa que, a partir de uma amostra de tamanho N, e o desvio padrão dessa amostra

582
01:10:03.690 --> 01:10:09.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: chama de S. De X. Aí eu posso estimar. Eu desviei o padrão da média

583
01:10:09.320 --> 01:10:18.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: amostral. Quer dizer, o desvio padrão da média seria o desvio padrão que a média real, considerando as várias amostras, estaria.

584
01:10:18.860 --> 01:10:21.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Teria de ver o padrão da média das armédias.

585
01:10:22.110 --> 01:10:24.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui eu diria o padrão da média das médias.

586
01:10:26.500 --> 01:10:29.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se eu tenho uma determinada amostra, sei lá,

587
01:10:29.950 --> 01:10:39.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fiz N. Medições e calculei um desvio padrão. Por exemplo, aqui nove medidas e obtive um desvio padrão de zero,trinta e três graus.

588
01:10:40.320 --> 01:10:54.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu posso dizer que eu tive o padrão da média. É esse valor zero,trinta e três dividido por raio, higiene, ou seja, raiz de nove, dividido por raiz de três zero,umum, ou seja, a partir de uma amostra,

589
01:10:55.100 --> 01:11:03.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o envio padrão zero,trinta e três. Eu posso estimar qual seria o desvio padrão

590
01:11:03.910 --> 01:11:10.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da média de todas as médias de n amostras que foram realizadas.

591
01:11:11.840 --> 01:11:13.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma estimativa.

592
01:11:15.510 --> 01:11:17.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma estimativa.

593
01:11:17.420 --> 01:11:25.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E esse padrão da média, a gente vai ver que é caracterizado. A gente caracteriza isso como uma incerteza.

594
01:11:26.550 --> 01:11:29.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem certeza? Tipo a. Mas a gente vai chegar lá

595
01:11:30.530 --> 01:11:33.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só para vocês entenderem, como diria o padrão,

596
01:11:33.550 --> 01:11:37.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como essa questão do teorama central do limite é importante,

597
01:11:37.570 --> 01:11:43.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por essa questão da combinação de diversas probabilidades e entender por uma distribuição normal.

598
01:11:45.430 --> 01:11:51.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o que eu falei está escrito aí. Agora vi o padrão da média considerado pelo Isugam com uma incerteza tipo a

599
01:11:52.660 --> 01:12:10.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: caso. A amostra pertença à mesma população. A gente está sempre falando, considerando a mesma população. Se isso não é verdade. Se você diz não, isso aqui não representa essa amostra aqui só existe isso aqui, não tem como. Tudo bem, então você considera como a incerteza o próprio desvio padrão da amostra.

600
01:12:12.300 --> 01:12:25.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora isso funciona muito bem. O teorema central do limite funciona muito bem, quando eu tenho amostras maior, grande. E aí? Nesse caso, quando a gente chama aqui um do N é menor que trinta,

601
01:12:26.140 --> 01:12:33.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente acaba usando uma outra distribuição, que é o que aproxima

602
01:12:34.010 --> 01:12:37.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma instituição normal que eu falei. É uma instituição ter estudant

603
01:12:38.640 --> 01:12:41.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a distribuição T de Studios foi

604
01:12:41.580 --> 01:12:48.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: estudada por um matemático chamado William Gorsuch. Não sei se vocês já ouviram falar nele.

605
01:12:48.460 --> 01:13:00.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: William William Sellingoth Gossett e ficou conhecido como Estudant. Ele usava esse pseudônimo de estudante. Então essa distribuição

606
01:13:01.550 --> 01:13:04.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem de estudantes goste.

607
01:13:05.130 --> 01:13:11.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela aproxima de uma distribuição normal para N

608
01:13:11.810 --> 01:13:17.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no tamanho de amostra é menor, pequeno até trinta.

609
01:13:17.730 --> 01:13:23.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que se você considerar se você vê ela. Ela é uma tabela tabelada.

610
01:13:23.740 --> 01:13:29.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que, por exemplo, essa tabela atitude. Você consegue obtê la calcular

611
01:13:29.400 --> 01:13:36.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no Excel, usando uma função que chama envie t essa função aqui. Env, T Bc:

612
01:13:36.270 --> 01:13:40.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou mostrar isso para vocês. Envio Tbc.

613
01:13:40.310 --> 01:13:55.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa tabela leva em consideração. Então os diferentes níveis de probabilidade aqui, cinquenta sessenta. Só que a gente vai trabalhar sempre na mitologia com essa probabilidade de noventa e cinco,quarenta e cinco.

614
01:13:56.490 --> 01:13:59.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí ela é montada

615
01:13:59.670 --> 01:14:07.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com base no tamanho da amostra e o grau de liberdade, onde o grau de liberdade

616
01:14:07.620 --> 01:14:19.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele tem a ver com o tamanho da mostra só que é N menos um, porque é N menos um. Se você lembrar aqui da distribuição normal, voltar aqui na distribuição normal

617
01:14:19.830 --> 01:14:22.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o desvio padrão.

618
01:14:23.640 --> 01:14:26.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem um divisor aqui, que é N menos um,

619
01:14:27.420 --> 01:14:31.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o grau de liberdade dessa dispersão,

620
01:14:32.060 --> 01:14:40.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque N menos um. Porque diz que, estatisticamente, como isso aqui depende de uma média que é uma estatística.

621
01:14:40.260 --> 01:14:42.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você perde um grau de liberdade.

622
01:14:43.650 --> 01:14:49.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a. A, a tabela T de estudo leva em consideração. Então

623
01:14:49.880 --> 01:14:58.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a probabilidade que você vai adotar no nosso caso, a gente vai padronizado noventa e cinco,quarenta e cinco

624
01:15:00.110 --> 01:15:02.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que dá na distribuição normal

625
01:15:02.740 --> 01:15:19.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais ou menos dois. se você olhar aqui no final da tabela, você vê que esse valor aqui, esse valor aqui na metrologia é chamada fator de abrangência. É o valor que vai multiplicar a incerteza para expandir para noventa e cinco,quarenta e cinco.

626
01:15:20.040 --> 01:15:22.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você perceber esse valor aqui,

627
01:15:22.480 --> 01:15:30.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele sai de um valor grande, praticamente quase catorze. Mas aí também uma amostra de tamanho dois.

628
01:15:30.910 --> 01:15:34.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Praticamente ridículo. Você nem deve usar isso.

629
01:15:36.120 --> 01:15:44.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas vai diminuindo. Ó catorze, quatro,cinco e três e vai tendendo para dois.

630
01:15:45.040 --> 01:15:55.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai diminuindo. Vai tendendo para dois. Nunca vai chegar a dois, porque o dois representaria uma amostra de tamanho infinito, que é o da distribuição normal

631
01:15:56.040 --> 01:16:00.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para mais ou menos dois desvios padrão dá noventa e cinco,quarenta e cinco.

632
01:16:01.670 --> 01:16:09.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você nunca vai chegar a dois, mas você pode se aproximar à medida que o teu grau de liberdade aqui vai aumentando.

633
01:16:09.770 --> 01:16:15.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso vai se aproximando de dois. E o grau de liberdade aumenta em função do tamanho da sua amostra, que é do seu n.

634
01:16:19.780 --> 01:16:32.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom aqui nessa tabela parou em trinta. Mas como é que eu posso calcular, usar, por exemplo, o Excel para obter outros valores de

635
01:16:32.530 --> 01:16:41.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de fatura e abrangência, caso o meu n ali, o meu grau de liberdade não esteja aqui nessa tabela.

636
01:16:42.100 --> 01:16:48.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E também outra coisa. A gente vai ver que o grau de verdade vai ser calculado a partir da combinação das variáveis,

637
01:16:48.580 --> 01:16:56.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das componentes de incerteza. E pode dar o cálculo do valor do grau de liberdade que a gente vai usar.

638
01:16:56.380 --> 01:17:09.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode estar compreendido entre. Não necessariamente ser um inteiro. Aqui está. Dez, onze, doze, treze, catorze. Mas poderia o grau de liberdade poderia dar, tipo, doze,cinco.

639
01:17:10.090 --> 01:17:13.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando eu tenho um cálculo que o grau de liberdade cai

640
01:17:14.910 --> 01:17:21.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre dois inteiros, eu entro na tabela de estudos com o inteiro imediatamente anterior, porque

641
01:17:21.830 --> 01:17:25.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele é maior. Então tem que ser um pouco mais conservador.

642
01:17:26.020 --> 01:17:34.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou eu posso usar a função do Excel. Que é essa função? Chama Env T Bc.

643
01:17:34.370 --> 01:17:39.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nessa função Indio Tbc. Não sei se vocês já o

644
01:17:40.010 --> 01:17:43.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: conhecem. Já utilizam isso aí na.

645
01:17:44.560 --> 01:17:52.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na atividade. Você, na mitologia, já essa função. Inven T Bc:

646
01:17:53.280 --> 01:18:00.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse é o excel mais novo. Inversões mais antigas que é só chama invti,

647
01:18:01.980 --> 01:18:10.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é igual. Mas as versões mais atuadas sofrem. Você fala, envie T Bc que você entra com a probabilidade,

648
01:18:11.230 --> 01:18:17.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só que também no Excel a probabilidade que você entra não é com os noventa e cinco,quarenta e cinco,

649
01:18:17.750 --> 01:18:19.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é com

650
01:18:20.050 --> 01:18:29.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um menos. Isso. Ou seja, na tabela T de Estudant, você entra com outros. Uma coisa que ele chama de nível de significância, que é aqui. Ó,

651
01:18:29.500 --> 01:18:43.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se é cinquenta, o nível de significância é zero,cinco. Se aqui é noventa e cinco,quarenta e cinco é um menos zero,noventa e cinco,quarenta e cinco, ou seja, zero,quatro-cinquenta e cinco. Então você entra com

652
01:18:43.190 --> 01:18:48.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na função do Excel com a probabilidade de zero,quatrocentos e cinquenta e cinco

653
01:18:49.340 --> 01:18:55.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e depois aqui, o grau de liberdade, onde o grau de liberdade é o N menos um. Então, por exemplo, se eu tenho

654
01:18:55.440 --> 01:18:57.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma amostra de tamanho cem,

655
01:18:59.410 --> 01:19:05.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o meu fator de abrangência T ou o fator de abrangência K, que eu vou utilizar na metereologia,

656
01:19:05.780 --> 01:19:09.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acaba sendo obtido lá no Excel

657
01:19:09.940 --> 01:19:14.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para essa probabilidade zero,quatrocentos e cinquenta e cinco e o grau de liberdade é noventa e nove.

658
01:19:15.190 --> 01:19:17.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dá dois,zero26

659
01:19:21.230 --> 01:19:23.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vocês já utilizaram isso ou não?

660
01:19:27.460 --> 01:19:28.160
TARCISIO NOGUEIRA: Já já.

661
01:19:29.250 --> 01:19:30.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Todo mundo.

662
01:19:30.950 --> 01:19:32.250
ENAIELLY CRUZ: Também. Aham.

663
01:19:32.980 --> 01:19:33.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Todo mundo.

664
01:19:37.440 --> 01:19:38.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então tá bom,

665
01:19:38.670 --> 01:19:48.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: beleza. Então já sabem utilizar. Então eu posso montar uma tabela. Posso montar no Excel uma tabelinha. Até de estudo. Posso aumentar, né?

666
01:19:48.440 --> 01:20:04.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu entrar no Excel com essa função I T Bc numa planilhazinha, posso mandar variar aqui do meu grau de liberdade de um até, sei lá, infinitas vezes e tal valores. E eu posso montar uma tabela maior que parou em vinte e nove

667
01:20:04.590 --> 01:20:07.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para N. Igual a trinta. Mas vocês podem montar direto.

668
01:20:08.130 --> 01:20:12.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nem precisa ter uma tabela. Se você pode usar isso no Excel direto.

669
01:20:13.190 --> 01:20:17.060
Rosangela Rajoy: Professor. Também já usei aqui minha internet está um pouquinho ruim hoje.

670
01:20:17.460 --> 01:20:19.810
Rosangela Rajoy: Ah, tá tudo difícil aqui.

671
01:20:20.230 --> 01:20:22.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você está me ouvindo? Bem, não.

672
01:20:22.990 --> 01:20:32.089
Rosangela Rajoy: Mas eu estou acompanhando. É que na hora de abrir a tela toda e destravar o áudio. Aí está demorando. Está lendo.

673
01:20:32.090 --> 01:20:36.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau, tá bom. Beleza legal é?

674
01:20:37.200 --> 01:20:43.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem essa função aí, que facilita de você utilizar.

675
01:20:43.600 --> 01:20:50.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então com isso. A gente já deu uma revisada. Basicamente, nos principais

676
01:20:50.560 --> 01:20:56.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as principais ferramentas estatísticas que é importante utilizar na meteorologia,

677
01:20:57.120 --> 01:21:05.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque a gente vai ver isso usando isso no cálculo de incerteza de medição. Eu queria pegar com vocês agora. Alguns conceitos,

678
01:21:06.150 --> 01:21:11.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: discutir alguns conceitos fundamentais um deles aqui é o da resolução de leitura.

679
01:21:12.270 --> 01:21:20.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A resolução de leitura é importante porque é uma contribuição de dúvida,

680
01:21:20.240 --> 01:21:24.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na minha medida na minha leitura,

681
01:21:24.290 --> 01:21:31.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: muitas vezes até a resolução de leitura é a maior contribuição

682
01:21:32.590 --> 01:21:36.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na incerteza final do processo de medição.

683
01:21:36.310 --> 01:21:37.420
Rosangela Rajoy: Muitas vezes.

684
01:21:37.420 --> 01:21:38.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não necessariamente.

685
01:21:42.520 --> 01:21:51.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É sempre isso. Mas como é um limitador da indicação, ela vai estar sempre presente.

686
01:21:52.070 --> 01:21:55.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui eu tenho, por exemplo, um termigrâmetro

687
01:21:56.210 --> 01:22:04.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que mede temperatura e mede umidade relativa. Então eu tenho aqui duas indicações de valores,

688
01:22:05.140 --> 01:22:10.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e, nesse caso, aqui, como é um instrumento digital, que a resolução.

689
01:22:11.360 --> 01:22:12.470
Rosangela Rajoy: Está.

690
01:22:12.470 --> 01:22:24.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É limitada. Ela está condicionada ao que a gente chama aí da dá do incremento digital.

691
01:22:24.830 --> 01:22:34.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qual o exemplo que eu falei ali na questão da distribuição retangular, pegando o incremento digital de uma balança. Então aqui pegou o incremento digital

692
01:22:34.510 --> 01:22:41.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da medição de temperatura dá uma resolução de zero,um grau.

693
01:22:41.330 --> 01:22:52.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não dá para ler vinte e cinco,trinta e quatro,trinta e três, porque ou ele vai ler zero,três, ou vai ler zero,dois, ou vai ler zero,quatro,

694
01:22:53.940 --> 01:22:56.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: assim como na umidade.

695
01:22:56.380 --> 01:22:58.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele não tem nenhum.

696
01:22:58.280 --> 01:23:04.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma casa desse mal. Então, mesmo que a minha humidade real

697
01:23:04.390 --> 01:23:11.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: seja quarenta e nove,noventa e oito. Ele só vai ler para mim. Ele vai me indicar cinquenta

698
01:23:12.450 --> 01:23:21.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou vai me indicar cinquenta e um, ou vai me indicar quarenta e nove pela limitação de indicação.

699
01:23:21.860 --> 01:23:26.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ela tem uma limitação aqui,

700
01:23:26.750 --> 01:23:33.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e é uma dúvida. É uma incerteza que a gente já viu

701
01:23:34.230 --> 01:23:42.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu possa considerar, por exemplo, nesse caso, uma distribuição retangular para essa resolução de leitura,

702
01:23:43.430 --> 01:23:49.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então essa dúvida dessa resolução, ela pode ser

703
01:23:50.000 --> 01:23:55.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a resolução, como a gente viu, dividido por raiz de doze. Concorda,

704
01:23:55.820 --> 01:23:58.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerando uma distribuição retangular, é isso.

705
01:24:00.480 --> 01:24:08.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, no caso, por exemplo, da temperatura zero,um dividido por raio de um2 e no caso da humidade, um dividido por raio de um2

706
01:24:11.010 --> 01:24:13.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque não tem como priorizar nenhum valor.

707
01:24:15.370 --> 01:24:18.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, isso no caso aqui de um

708
01:24:18.520 --> 01:24:21.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: instrumento digital. Estou falando aqui de resolução de leitura.

709
01:24:22.190 --> 01:24:24.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas se eu tiver um instrumento analógico

710
01:24:25.910 --> 01:24:29.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você tenha uma graduação, uma escala e tal,

711
01:24:30.070 --> 01:24:35.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que você consiga perceber de uma forma visual.

712
01:24:35.780 --> 01:24:43.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente o que chama visual. Mas tipo, quem chama aquela olho nu sem usar nenhum outro?

713
01:24:45.150 --> 01:24:50.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É meio artifício aqui de fazer leitura,

714
01:24:51.030 --> 01:24:53.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque uma coisa é eu estar olhando aqui.

715
01:24:54.520 --> 01:25:02.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E outra coisa de repente, se eu pego uma lupa, amplio essa escala aqui para fazer uma leitura. Então a

716
01:25:02.530 --> 01:25:05.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, por exemplo. A pergunta que eu faço para vocês é a seguinte:

717
01:25:06.020 --> 01:25:12.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho um termômetro. Isso aqui é uma escala de um termômetro que chama de líquido em vida Tlv,

718
01:25:13.730 --> 01:25:20.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que tem um líquido dentro do vidro. Ela tem uma graduação aqui de um em um grau, né?

719
01:25:20.940 --> 01:25:30.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui é vinte e aqui é trinta. Então tem um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez divisões, então varia de um em um grau.

720
01:25:31.810 --> 01:25:33.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui. Está marcando.

721
01:25:34.500 --> 01:25:40.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está em cima desse traço. Agora. Se ele estivesse aqui, se o líquido estivesse aqui. Entre esses dois

722
01:25:41.420 --> 01:25:50.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: duas marcações, vocês poderiam adotar uma resolução diferente

723
01:25:50.870 --> 01:25:53.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do que a divisão distrito de leitura.

724
01:25:58.030 --> 01:26:03.409
Rosangela Rajoy: Sim, eu entendo que sim, que eu consigo ler pelo menos metade disso.

725
01:26:03.410 --> 01:26:04.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Metade da.

726
01:26:04.030 --> 01:26:04.760
Rosangela Rajoy: Resolução.

727
01:26:04.980 --> 01:26:07.610
TARCISIO NOGUEIRA: Exatamente. Eu também concordo.

728
01:26:07.610 --> 01:26:14.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É? Eu também concordo que eu conseguiria ler metade dessa leitura.

729
01:26:14.300 --> 01:26:15.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá?

730
01:26:15.690 --> 01:26:25.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pois é, é tudo bem, então eu poderia ser menos crítico no sentido de se agora

731
01:26:25.430 --> 01:26:29.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu também poderia fazer o seguinte: ó fizesse isso aqui, ó.

732
01:26:32.140 --> 01:26:32.850
TARCISIO NOGUEIRA: Tchau.

733
01:26:32.920 --> 01:26:36.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu fizesse isso aqui? Só um exemplo.

734
01:26:36.680 --> 01:26:42.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Será que aqui eu conseguiria dividir isso aqui por mais do que duas divisões.

735
01:26:46.270 --> 01:26:49.429
Rosangela Rajoy: Eu acho que já é força barra. Tem gente que lê.

736
01:26:49.590 --> 01:26:58.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pois é isso que eu estou falando para vocês. Se você a olho nu,

737
01:26:59.320 --> 01:27:08.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se você conseguir fazer essa visualização sem precisar de forçar a barra de ampliar alguma coisa assim.

738
01:27:08.690 --> 01:27:16.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você pode considerar que a sua resolução de leitura estaria aí entre duas divisões.

739
01:27:17.000 --> 01:27:21.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Poderia ser. Então, se caísse ali no meio,

740
01:27:21.400 --> 01:27:23.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu poderia chegar e dizer: Bom,

741
01:27:23.530 --> 01:27:28.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a leitura ali é vinte e oito,cinco.

742
01:27:29.890 --> 01:27:32.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é nem vinte e sete.

743
01:27:33.590 --> 01:27:36.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, não é nem vinte e oito, nem vinte e nove,

744
01:27:36.930 --> 01:27:41.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas poderia ser vinte e oito,cinco que passou, ou que,

745
01:27:42.590 --> 01:27:53.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque quando eu faço isso, se eu estou diminuindo a resolução de leitura, eu também estou diminuindo a contribuição da resolução de leitura na incerteza final.

746
01:27:55.890 --> 01:28:01.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas eu também tenho que fazer isso de uma forma que seja razoável,

747
01:28:01.950 --> 01:28:16.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque senão, ah, então eu vou ampliar essa escala, aí, considerar que eu dirigir ela não por dois espaços, mas por quatro vezes. Então aí eu divido essa resolução mais da metade ainda zero,vinte e cinco graus.

748
01:28:17.120 --> 01:28:19.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas aí vem aquela questão: será que o instrumento

749
01:28:20.170 --> 01:28:24.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: primeiro, será que o Tlv responde a esse tipo de variação.

750
01:28:25.700 --> 01:28:33.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E segundo, mas eu vou sempre utilizar esse artifício para fazer essa leitura. Usar, ampliar essa escala.

751
01:28:34.480 --> 01:28:38.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá, então uma coisa que é importante

752
01:28:39.840 --> 01:28:55.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é que, por exemplo, se você tem esse termômetro e que vá ser utilizado não só por você, mas de repente, toda a tua equipe que trabalha, que faz a leitura. Todas as pessoas que fazem a leitura com esse instrumento,

753
01:28:56.330 --> 01:28:59.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: todos eles utilizem a mesma resolução de leitura

754
01:29:01.220 --> 01:29:03.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para eu ter uma uniformidade na

755
01:29:04.170 --> 01:29:12.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nessa dúvida, nessa incerteza associada, porque se cada um que olhar, achar que dá para fazer uma leitura diferente.

756
01:29:12.780 --> 01:29:20.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Imagina como é que eu consigo comparar, então, os resultados realizado por pessoas diferentes.

757
01:29:20.620 --> 01:29:26.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa padronização da resolução dos instrumentos analógicos,

758
01:29:27.040 --> 01:29:35.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela é importante ser definida, deixar claro que tipo de resolução você vai adotar na hora de fazer a leitura,

759
01:29:36.350 --> 01:29:45.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se as demarcações. Se as divisões de escala estão muito próximas uma da outra, que eu não consigo identificar, então considero a divisão de leitura

760
01:29:45.510 --> 01:29:48.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como a a própria resolução.

761
01:29:49.170 --> 01:29:54.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se alguma coisa se eu conseguir estimar entre duas marcações,

762
01:29:54.940 --> 01:30:00.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu diria que uma razoável é considerar metade do intervalo como uma resolução de leitura,

763
01:30:02.030 --> 01:30:06.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas tudo tem que ficar bem bem definido. Bem, claro.

764
01:30:07.780 --> 01:30:21.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu, por exemplo, sou favorável. Digo que você tenha uma declaração, principalmente, por exemplo, no instrumento analógico que é feito, uma calibração que seja indicado.

765
01:30:21.770 --> 01:30:25.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qual foi a resolução adotada para aquele instrumento

766
01:30:27.480 --> 01:30:30.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que quem vá o utilizar depois saber.

767
01:30:30.740 --> 01:30:40.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou foi a resolução adotada para não cometer erros? Não é bem erro, mas para não,

768
01:30:40.960 --> 01:30:47.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não agregar mais componentes de dúvida do resultado da medição.

769
01:30:47.650 --> 01:30:48.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem.

770
01:30:50.990 --> 01:30:59.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então a resolução de leitura é importante. É um fator importante que pode gerar uma dúvida.

771
01:31:00.640 --> 01:31:05.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora vou fazer o seguinte. 10h30 Vamos dar um intervalinho

772
01:31:07.000 --> 01:31:12.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para depois a gente continuar aqui nos conceitos de erro e tal e vai embora. 10h30

773
01:31:13.190 --> 01:31:15.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente começou na hora certa. Nove, dez e meia.

774
01:31:16.460 --> 01:31:21.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos dar aí uns dez minutinhos para a gente. Depois a gente vai até até meio dia.

775
01:31:22.750 --> 01:31:23.299
Rosangela Rajoy: Tá ok.

776
01:31:23.300 --> 01:31:23.710
TARCISIO NOGUEIRA: É um.

777
01:31:24.500 --> 01:31:24.900
Rosangela Rajoy: E aí?

778
01:31:26.300 --> 01:31:27.210
ENAIELLY CRUZ: E aí?

779
01:31:28.160 --> 01:31:29.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Daqui a pouco a gente volta aí.

780
01:42:42.590 --> 01:42:44.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, vamos lá. Vamos retomando aí.

781
01:42:51.690 --> 01:42:53.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Retomado

782
01:42:56.940 --> 01:42:57.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o anjo.

783
01:42:57.530 --> 01:42:57.920
TARCISIO NOGUEIRA: Tá bom.

784
01:42:57.920 --> 01:43:01.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estava aparecendo duas vezes aqui. Rosângela agora saiu de novo.

785
01:43:02.160 --> 01:43:05.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, mas tudo bem.

786
01:43:08.930 --> 01:43:16.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o conceito de de erro de medição de erro de medição ainda é importante.

787
01:43:16.910 --> 01:43:18.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um conceito interessante.

788
01:43:19.080 --> 01:43:26.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Importante, porque o erro de medição é um parâmetro que depois você utiliza na

789
01:43:26.640 --> 01:43:46.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: variação da conformidade do instrumento, principalmente nessa área de vazão que chama os medidores de vazão que você calibra, mas você traça é a curva de erro. Lembra que a gente viu isso no exemplo passado, a curva de erro dele, considerando a classe de exatidão dos instrumentos.

790
01:43:46.980 --> 01:43:52.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse tipo de avaliação, então é importante o erro de medição. Então,

791
01:43:53.750 --> 01:44:00.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: erro é a diferença entre o valor medido de uma grandeza e o valor de referência, então isso é importante

792
01:44:00.700 --> 01:44:02.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerar essa questão.

793
01:44:03.610 --> 01:44:06.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos dizer aqui a ordem dos dos

794
01:44:07.230 --> 01:44:17.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fatores aqui alteram o resultado. Porque se eu inverter a posição, o erro muda de sinal. Então o erro é a minha menção,

795
01:44:19.110 --> 01:44:22.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: menos a minha referência, o meu padrão,

796
01:44:22.610 --> 01:44:38.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: meu valor de considerado o padrão, eu só consigo identificar. Eu. A partir do momento que eu comparo um valor com uma referência, um padrão. Aí eu tenho condição de ver qual é o erro desse instrumento. O erro dessa medição.

797
01:44:39.910 --> 01:44:46.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o erro positivo significa que eu tenho um valor maior do que a minha referência. E negativo ao contrário,

798
01:44:47.740 --> 01:45:00.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um conceito que é parecido, mas é um pouco diferente. Então, muitas vezes, o pessoal considera como se fosse erro, mas a tendência instrumental,

799
01:45:00.870 --> 01:45:04.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é a diferença entre a média

800
01:45:04.790 --> 01:45:07.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das indicações em um valor de referência.

801
01:45:07.630 --> 01:45:10.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Muitas vezes confundem isso como erro,

802
01:45:11.640 --> 01:45:13.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas não é bem um erro.

803
01:45:14.580 --> 01:45:15.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por quê?

804
01:45:16.280 --> 01:45:24.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Erro é a medida menos a referência. A tendência é um valor obtido a partir de uma média

805
01:45:25.190 --> 01:45:26.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das indicações.

806
01:45:27.450 --> 01:45:35.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em algum caso, muitos consideram até como se fosse o erro da média das medidas,

807
01:45:36.820 --> 01:45:38.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o erro da média das medidas,

808
01:45:39.350 --> 01:45:41.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: apesar que, eu não media a média, mas tudo bem,

809
01:45:42.240 --> 01:45:49.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso pode ser considerado, mas, de fato, no conceito, a tendência não é bem um erro.

810
01:45:50.160 --> 01:45:57.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um desvio da média em relação ao valor da minha referência.

811
01:45:59.000 --> 01:46:08.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a média mesma coisa que você não pode inverter a ordem. Porque se você tem

812
01:46:08.170 --> 01:46:27.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma tendência positiva, significa que a média das minhas medições deu maior do que o minha referência. E se eu tenho uma tendência negativa, significa ter uma média, o menor valor. Então a tendência é o que normalmente você declara no certificado, numa calibração que você tem relatado

813
01:46:27.330 --> 01:46:33.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: normalmente você faz mais de um ano de medidas e coloca o valor da média como o valor mais

814
01:46:34.530 --> 01:46:40.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esperado. E aí você tem a tendência do instrumento de medição.

815
01:46:42.010 --> 01:46:55.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você pode utilizar essa tendência. Você pode utilizar essa informação e fazer uma correção. Quer dizer, corrigir a tendência. Quando você tem essa indicação.

816
01:46:56.220 --> 01:47:05.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dois conceitos também que são muito importantes e não devem ser confundidos. É a questão da exatidão e a precisão.

817
01:47:05.440 --> 01:47:14.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A exatidão de medição é conceitualmente ele é um.

818
01:47:16.730 --> 01:47:20.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um conceito qualitativo.

819
01:47:21.210 --> 01:47:23.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você não deve quantificar a exatidão.

820
01:47:24.450 --> 01:47:39.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode qualificar a exatidão no sentido de dizer que uma medida é mais exata quando ela está mais próxima do valor verdadeiro, e ela é menos exata quando ela está mais afastada do valor verdadeiro. Então a exatidão é um grau de concordância

821
01:47:39.760 --> 01:47:43.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre um valor medido e um valor verdadeiro.

822
01:47:44.450 --> 01:47:59.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, a exatidão a ver com o erro de medição, porque se o erro é menor, quando meu valor medida é próximo do valor verdadeiro e é maior quando medido. É maior do que o valor verdadeiro

823
01:48:01.100 --> 01:48:04.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a exatidão. Então tem a ver com o erro de medição.

824
01:48:04.610 --> 01:48:05.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí.

825
01:48:05.620 --> 01:48:09.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas ela não deve ser quantificada.

826
01:48:09.340 --> 01:48:15.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O erro, eu, Quantifico ainda tem um erro de até lá,

827
01:48:15.560 --> 01:48:24.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um erro em graus. Um erro em pressão um valor de pressão. Um erro em valor de vazão. Mas a exatidão deve ser quantificada

828
01:48:27.330 --> 01:48:29.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já a precisão de medição.

829
01:48:30.100 --> 01:48:31.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela tem a ver

830
01:48:31.810 --> 01:48:45.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: depois a gente vai ver. Isso vai complementar a precisão. Tem a ver com a incerteza. Tem a ver com a dispersão. Então você vê que é pela definição, o grau de concordância entre indicações ou valores de medidas obtido por

831
01:48:45.260 --> 01:48:52.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medições repetidas do mesmo objeto um objeto simular e sob condições especificadas. Então, o grau de concordância entre indicações

832
01:48:53.060 --> 01:49:00.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: significa que eu tenho dispersão dos valores ali atribuídos

833
01:49:01.500 --> 01:49:08.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a precisão. Você atribui valores. Então você, por exemplo, uma medida de precisão

834
01:49:08.650 --> 01:49:11.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é uma medida de dispersão, é desvio padrão.

835
01:49:11.770 --> 01:49:17.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser um coeficiente de variação, que é onde vi o padrão relativo, uma variância

836
01:49:17.980 --> 01:49:19.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é uma medida de precisão.

837
01:49:20.850 --> 01:49:27.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, só para que eu acho que isso deixa bem claro aqui para vocês. Imagina que vocês já tenham visto isso aí

838
01:49:28.030 --> 01:49:41.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: alguma vez na vida alguma coisa parecida com isso, mas só para a gente fixar o conceito, vamos considerar ali que eu tenho um atirador A, B, o C e o D. Atirando ali no alvo e tal.

839
01:49:41.380 --> 01:49:44.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considerando o conceito de exatidão e precisão,

840
01:49:44.820 --> 01:49:47.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos lá. Reforçando atidão, grau de concordância.

841
01:49:49.520 --> 01:49:53.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É exatidão grau de concordância entre um valor medido e um valor verdadeiro,

842
01:49:54.300 --> 01:49:59.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou seja, a exatidão tem a ver com o erro, precisão,

843
01:49:59.980 --> 01:50:06.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: grau de concordância entre indicações ou valores de medidas, ou seja, tem a ver com a dispersão de medida,

844
01:50:06.690 --> 01:50:14.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí vamos incluir mais um outro conceito que a gente fala sobre a questão da tendência da missão.

845
01:50:14.800 --> 01:50:19.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu considerar que a média é o valor mais provável

846
01:50:19.290 --> 01:50:30.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais esperada da incerteza. Se eu tiver então uma tendência baixa. Se eu tiver uma distância da média em relação ao valor verdadeiro, significa que eu tenho uma.

847
01:50:32.160 --> 01:50:34.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma boa exatidão também.

848
01:50:34.730 --> 01:50:42.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, considerando aqui o atirador tema de exatidão e precisão, vocês acham que ele é exato e preciso.

849
01:50:45.310 --> 01:50:45.760
TARCISIO NOGUEIRA: Sim.

850
01:50:48.960 --> 01:50:50.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Exato é preciso.

851
01:50:51.050 --> 01:50:56.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tirando o ar, tem uma precisão alta e uma exatidão alta beleza, verdade?

852
01:50:56.890 --> 01:51:02.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A média está se eu considerar que eu sendo alvo é o valor verdadeiro. É uma média

853
01:51:04.040 --> 01:51:06.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das medidas ali.

854
01:51:06.620 --> 01:51:17.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esquece, atirador, medição. Vamos lá. A medição está próximo de sendo alvo. E as dispersões dele? As medidas estão muito juntas. Então tá

855
01:51:18.080 --> 01:51:27.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também tema de precisão boa. O B tema de precisão é boa ou é ruim

856
01:51:29.590 --> 01:51:31.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e exatidão. É boa ou é ruim.

857
01:51:33.750 --> 01:51:37.220
TARCISIO NOGUEIRA: O B para mim. Ele está na exatidão.

858
01:51:38.400 --> 01:51:39.830
TARCISIO NOGUEIRA: A gente dá boa.

859
01:51:41.890 --> 01:51:43.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A exatidão é boa.

860
01:51:43.840 --> 01:51:45.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a precisão ruim.

861
01:51:45.860 --> 01:51:48.310
TARCISIO NOGUEIRA: É porque ele não acertou o álbum.

862
01:51:48.470 --> 01:51:49.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É. A gente tem.

863
01:51:49.220 --> 01:51:49.580
TARCISIO NOGUEIRA: É isso aí.

864
01:51:49.580 --> 01:51:52.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em termos de precisão é ruim porque.

865
01:51:52.410 --> 01:51:52.810
TARCISIO NOGUEIRA: Sei que.

866
01:51:52.810 --> 01:51:56.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os valores estão dispersos.

867
01:51:56.600 --> 01:52:13.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma certa distribuição afastada em relação ao centro do alvo, que é o meu valor verdadeiro, mas, em compensação, se eu calcular ali a média, provavelmente a média desses valores está próximo do sendo alvo. Então eu diria que ele tem uma exatidão boa.

868
01:52:13.730 --> 01:52:22.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu considerar a média calcular a média aqui, a média deve estar próximo do centro, considerando.

869
01:52:22.050 --> 01:52:23.030
TARCISIO NOGUEIRA: Obrigado.

870
01:52:23.580 --> 01:52:29.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É bom. Já o C, em termos de precisão e exatidão.

871
01:52:33.240 --> 01:52:37.610
TARCISIO NOGUEIRA: Você aí está, com a precisão dele estar.

872
01:52:38.410 --> 01:52:40.130
Rosangela Rajoy: É bastante preciso.

873
01:52:41.170 --> 01:52:42.000
TARCISIO NOGUEIRA: É.

874
01:52:42.510 --> 01:52:49.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem uma boa precisão e uma exatidão ruim. Ele tem uma alta precisão, uma exatidão baixa. A exatidão

875
01:52:49.970 --> 01:52:58.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o conceito com relação ao valor verdadeiro. Você vê que a média das medições.

876
01:52:58.760 --> 01:53:00.469
TARCISIO NOGUEIRA: Está afastada da.

877
01:53:00.880 --> 01:53:05.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O valor verdadeiro. Então ele não é um instrumento bem exato.

878
01:53:05.690 --> 01:53:07.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem um erro.

879
01:53:07.810 --> 01:53:08.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

880
01:53:09.270 --> 01:53:15.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele tem uma boa precisão, porque os valores estão bem concentrados. Ele é muito parecido com A. Só que ele está deslocado.

881
01:53:18.910 --> 01:53:23.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O D é o pior deles, porque tanto média quanto dispersão é alta,

882
01:53:25.570 --> 01:53:27.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então, em termos de precisão, é baixo

883
01:53:28.150 --> 01:53:37.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de exatidão, é baixa. Então eu tenho esses quatro instrumentos de medição. Se você vai utilizar, qual melhor a ser utilizado?

884
01:53:38.950 --> 01:53:39.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O A, né?

885
01:53:40.060 --> 01:53:41.320
TARCISIO NOGUEIRA: É uma boca.

886
01:53:41.320 --> 01:53:47.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma boa precisão, uma boa certidão. Agora, se eu não tiver, eu tenho esses três instrumentos aí, o B e o C e o D.

887
01:53:48.100 --> 01:53:58.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu quiser agora pegar um instrumento para fazer uma medição, qual vocês escolheriam? Qual seria o melhor para ser escolhido.

888
01:53:59.350 --> 01:54:06.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, eu posso já descartar o D, porque eu acredito que ninguém iria escolher o D com precisão ruim e exatidão ruim

889
01:54:06.950 --> 01:54:08.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre o bem e o ser

890
01:54:08.860 --> 01:54:17.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre o B e o C. O B tem uma precisão ruim, mas eu tenho uma boa exatidão, e o C tem uma boa precisão, uma exatidão ruim,

891
01:54:18.010 --> 01:54:23.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou fazer uma medição. Com qual instrumento? Que eu acho que seria o melhor para medir.

892
01:54:25.090 --> 01:54:26.180
TARCISIO NOGUEIRA: Eu iria não ser.

893
01:54:27.500 --> 01:54:28.189
ENAIELLY CRUZ: Bom dia.

894
01:54:29.670 --> 01:54:32.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: George também falou? Não sei, né.

895
01:54:32.620 --> 01:54:34.640
Rosangela Rajoy: Tchau.

896
01:54:35.240 --> 01:54:36.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: B, ou no C.

897
01:54:36.670 --> 01:54:37.260
ENAIELLY CRUZ: E aí?

898
01:54:37.680 --> 01:54:38.910
Rosangela Rajoy: Eu iria no centro.

899
01:54:39.370 --> 01:54:40.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei também.

900
01:54:40.590 --> 01:54:50.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então só só a desculpa, mas o seu nome não é muito fácil de Nyl Nai L.

901
01:54:50.790 --> 01:54:54.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como é que não se posicionou? Acho que é o B ou C na L.

902
01:54:54.790 --> 01:54:55.770
ENAIELLY CRUZ: E aí?

903
01:54:56.560 --> 01:54:57.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

904
01:54:58.210 --> 01:55:00.320
ENAIELLY CRUZ: É C C de casa.

905
01:55:00.320 --> 01:55:00.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você também.

906
01:55:01.240 --> 01:55:02.449
ENAIELLY CRUZ: Uhum, tá.

907
01:55:02.450 --> 01:55:08.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então tá bom. Todo mundo concorda que é o C? Também concordo com o C. A pergunta que eu faço para vocês.

908
01:55:08.590 --> 01:55:17.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por quê que o C seria mais melhor para usar do que o B, já que o B.

909
01:55:17.530 --> 01:55:19.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem uma boa exatidão.

910
01:55:21.010 --> 01:55:23.499
ENAIELLY CRUZ: Por causa da diversão. Resultados.

911
01:55:24.070 --> 01:55:24.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a.

912
01:55:25.870 --> 01:55:32.219
ENAIELLY CRUZ: Por causa da dispersão dos resultados no caso. Ali, eu vou ter uma baixa repetibilidade.

913
01:55:32.220 --> 01:55:33.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É moderada.

914
01:55:33.760 --> 01:55:40.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É exatamente porque, como a precisão está, ela está

915
01:55:40.860 --> 01:55:46.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: basicamente intrinsecamente ligado ali à questão da repetibilidade das medições. Ou seja,

916
01:55:47.020 --> 01:55:52.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho uma incerteza de repetibilidade baixa. Tem uma dispersão pequena.

917
01:55:52.740 --> 01:55:59.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma medida que eu vou realizar. Provavelmente ela vai estar próxima desses valores ali.

918
01:56:00.220 --> 01:56:08.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mais uma transmissão. Mas como eu tenho um erro identificado, porque isso aqui tem um erro conhecido.

919
01:56:10.530 --> 01:56:12.970
Rosangela Rajoy: Eu posso chegar e dizer: Bom, agora.

920
01:56:13.070 --> 01:56:15.240
TARCISIO NOGUEIRA: Corrige o valor da leitura.

921
01:56:15.500 --> 01:56:16.699
TARCISIO NOGUEIRA: É isso aí.

922
01:56:17.140 --> 01:56:18.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Corrija o valor da leitura.

923
01:56:18.950 --> 01:56:27.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Faço uma correção onde leio dez, na verdade, corrigindo a nove

924
01:56:28.380 --> 01:56:32.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou o contrário. Onde eu dei o dez. Na verdade, é onze,

925
01:56:33.820 --> 01:56:43.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque eu já sei o erro. Quer dizer, eu preciso ter calibrado ele. Eu preciso ter informações de calibração. Por isso que na calibração é importante,

926
01:56:43.670 --> 01:56:47.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando eu compara com a referência para ver o erro, para poder corrigir

927
01:56:47.810 --> 01:56:59.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o B tem esse inconveniente, porque, a princípio, ele não tem erro. Então, quando eu faço uma medição, qualquer valor, quer dizer, não tem erro. Sim, tem cada medida individualmente tem um erro. Mas

928
01:56:59.930 --> 01:57:08.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se eu caracterizo a média dele declarado lá no certificado de calibração, que a tendência é praticamente zero.

929
01:57:08.910 --> 01:57:11.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, mas com uma incerteza alta,

930
01:57:12.320 --> 01:57:22.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho uma medida que eu fico com uma incerteza alta, diferente desse valor aqui do ser que eu tenho uma medida com uma incerteza baixa, e eu sei o erro. Eu corrijo.

931
01:57:23.230 --> 01:57:31.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu digo que nem sempre óbvio. Obviamente, o instrumento A é o mais indicado.

932
01:57:32.270 --> 01:57:39.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas se eu não tiver, talvez usar um sistema de medição, um instrumento que tenha uma incerteza menor,

933
01:57:40.470 --> 01:57:41.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas com um.

934
01:57:42.460 --> 01:57:48.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um erro conhecido que eu posso corrigir, é melhor do que um que tem uma incerteza mais alta,

935
01:57:48.540 --> 01:57:50.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mesmo com erro baixo.

936
01:57:53.080 --> 01:57:58.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então nem sempre o instrumento mais exato é o melhor para ser utilizado naquela situação

937
01:58:02.220 --> 01:58:07.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então, legal. Que bom que vocês entenderam aí. O processo

938
01:58:07.390 --> 01:58:12.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vender o negócio. Então aqui o C para mim também é o melhor deles.

939
01:58:13.500 --> 01:58:25.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, a calibração de um instrumento calibrar segundo o vocabulário, segundo os conceitos, é o ato de confrontar ou comparar o comportamento meteorológico no instrumento

940
01:58:25.860 --> 01:58:27.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de medição como padrão.

941
01:58:29.950 --> 01:58:31.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando eu tenho um.

942
01:58:31.520 --> 01:58:36.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um valor padrão. Por exemplo, aqui, nesse exemplo, de uma massa de uma balança,

943
01:58:37.020 --> 01:58:39.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a massa que eu coloco aqui é o meu padrão.

944
01:58:40.050 --> 01:58:45.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando eu coloco a massa, faço a leitura e comparo com a minha referência.

945
01:58:46.880 --> 01:58:56.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não coloco repetidas vezes a massa aqui. Tirando, colocando, tirando, colocando. Eu vou. Uma coisa que eu vou conseguir caracterizar é.

946
01:58:56.990 --> 01:59:06.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a dispersão dos valores. Enquanto essa balança aqui apresenta, em termos de dispersão, de variabilidade das medições,

947
01:59:06.590 --> 01:59:14.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas é o ato de confrontar ou comparar. Então, calibrar não é hora nenhuma mexer, intervir,

948
01:59:15.040 --> 01:59:17.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que a gente abomina.

949
01:59:18.240 --> 01:59:23.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu escrevi, mas arrisquei aqui duas vezes. Aferição não se duas vezes. Não três vezes.

950
01:59:24.130 --> 01:59:28.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não se usa, ter mais aferição.

951
01:59:29.850 --> 01:59:34.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês são pessoas mais jovens. Talvez não tenham esse.

952
01:59:35.190 --> 01:59:38.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa tendência de falar, mas

953
01:59:38.790 --> 01:59:55.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma pessoa mais antiga, mais Senna. Era muito comum falar em aferição e tal, e que o conceito foi abolido na mitologia. Não existe mais essa questão. A palavra aferição existe. Se entrar no vocabulário no dicionário, você vai ver o que é aferição,

954
01:59:56.420 --> 01:59:58.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas na metrologia não.

955
01:59:59.300 --> 02:00:01.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então também você calibrar

956
02:00:02.060 --> 02:00:18.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou verificar. São duas coisas distintas também. Então, a calibração pressupõe que você vai comparar com o padrão, avaliar todas as características meteorológicas, erro linearidades, tendências, tal incerteza

957
02:00:18.550 --> 02:00:26.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e numa verificação. Não necessariamente. Você precisa fazer todas essas etapas. Você pode verificar alguns parâmetros. Tipo, Qual é o erro

958
02:00:27.190 --> 02:00:35.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: máximo do instrumento, verificar em alguns pontos da sua faixa de medição,

959
02:00:36.870 --> 02:00:48.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as verificações são importantes, serem realizadas principalmente entre intervalos definidos de calibrações, porque uma verificação periódica permite que você também

960
02:00:48.810 --> 02:00:56.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: identifique se. Algumas características neutrológicas continuam ainda sendo

961
02:00:57.370 --> 02:01:03.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: adequadas para o instrumento de medição, por exemplo, um é uma balança,

962
02:01:04.650 --> 02:01:11.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma balança. Você calibra ela ao longo, por exemplo, da faixa de medição, colocando várias massas.

963
02:01:11.700 --> 02:01:20.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É recomendável que entre, por exemplo, eu faça uma calibração a cada três meses, a cada três meses, a cada seis meses.

964
02:01:20.230 --> 02:01:37.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu faço a calibração da balança, mas é recomendável que você periodicamente. Sei lá. Tipo, uma vez a cada quinze dias, uma vez por mês, coloque uma massa que a gente chama uma massa de verificação e tal, e normalmente essa massa de verificação. Ela é

965
02:01:37.280 --> 02:01:44.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso. Estou falando é porque você tem uma portaria do inmetro que define essas coisas lá estabelece,

966
02:01:44.790 --> 02:01:53.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o valor dessa massa de verificação deve ser pelo menos próximo da metade da

967
02:01:54.170 --> 02:01:57.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a capacidade de medição da balança.

968
02:01:58.520 --> 02:02:16.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você coloca lá ela para ver e verificar se a balança continua marcando próximo daquele valor daquela massa de verificação. Então você vai mede coloca lá beleza, tá? Então periodicamente você vai colocando isso e vai

969
02:02:16.530 --> 02:02:19.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: registrando esses valores.

970
02:02:19.700 --> 02:02:31.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que pode acontecer se, de repente, numa determinada situação, você colocar e ver que houve uma certa deriva, uma mudança. Uma alteração

971
02:02:31.400 --> 02:02:40.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser que seja necessário você fazer uma calibração num prazo menor, checar mais outros pontos.

972
02:02:41.880 --> 02:02:46.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, calibrar não é consertar o instrumento

973
02:02:46.430 --> 02:03:01.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e determinar suas características metereológicas, erro, incerteza, tendência. Esterese esterese é uma característica muito comum, instrumentos, principalmente instrumentos mecânicos,

974
02:03:02.920 --> 02:03:09.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: instrumentos que podem ter problemas, de folga ou mesmo.

975
02:03:10.140 --> 02:03:26.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por exemplo, uma balança pode ter uma esterese. Pode, porque você aqui dentro tem chama células de carga que tem esforços de pressão. Isso pode causar alguma deformação a esterese. É aquela característica do valor que você obtém

976
02:03:26.330 --> 02:03:35.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na situação que você tem chama de carga e descarga do sinal. Você aplica um sinal ascendente e depois pega um sinal descendente.

977
02:03:35.370 --> 02:03:40.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você compara para aquele mesmo ponto de medição. Quando o sinal

978
02:03:40.380 --> 02:03:51.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sobe. E quando o sinal desce naquele ponto, se você houver uma diferença entre a leitura ascendente e a descendente, você pode caracterizar isso como uma

979
02:03:51.200 --> 02:03:57.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: estresse, linearidade deriva e outras características.

980
02:03:57.480 --> 02:04:04.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um outro engano é acreditar que não é necessário calibrar um instrumento. Novo também. Isso não é.

981
02:04:04.820 --> 02:04:08.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é bom que mesmo que o instrumento seja novo,

982
02:04:08.670 --> 02:04:14.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a menos que você receba lá, o ciumento é novinho, mas já venha calibrado já. Venha com

983
02:04:14.320 --> 02:04:29.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um certificado. Você compra equipamento novo e tal, mas pede que ele já venha com certificado de calibração aí. Tudo bem, ele já foi calibrado. Mas você pega um instrumento novinho e tal, e não calibrou você achar que ele está

984
02:04:29.640 --> 02:04:34.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cem adequado para uso. Está errado porque

985
02:04:34.940 --> 02:04:43.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você não conseguiu comparar com uma referência melhor e avaliar essas características. Tudo bem que um instrumento novo.

986
02:04:43.470 --> 02:04:51.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você não vai conseguir identificar. Por exemplo, uma deriva que deriva. É o que a gente chama de uma variação

987
02:04:51.770 --> 02:04:56.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que pode ser percebida ao longo do tempo de uso

988
02:04:56.980 --> 02:05:01.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: contínuo com o instrumento dessa deriva temporal que a gente chama aí.

989
02:05:01.580 --> 02:05:13.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você só consegue identificar isso. Se você fizer calibrações subsequentes, mais de uma, você acompanhar. Se o instrumento está novinho, não tem nenhuma. Você não venderia, mas consegue ver o erro.

990
02:05:13.860 --> 02:05:23.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Consegue avaliar a incerteza. Você consegue ver tendência, esterese essas outras características. Você consegue perceber, fazendo a calibração.

991
02:05:25.380 --> 02:05:34.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E outra coisa também é acreditar que o instrumento, mesmo calibrado, está adequado ou apta para o uso. E isso também não é muito verdade, porque o fato dele calibrado.

992
02:05:34.710 --> 02:05:40.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só significa que você identificou essas características meteorológicas. Só que aí você tem que comparar essas características que estão

993
02:05:41.000 --> 02:05:42.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: adequadas.

994
02:05:44.030 --> 02:05:51.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O instrumento está realmente se tem a classe de exatidão dele, ele atende a classe de exatidão, a incerteza máxima

995
02:05:52.090 --> 02:06:00.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você precisa no seu processo de medição. Ele é adequado. Ele atende o critério de aceitação,

996
02:06:01.500 --> 02:06:05.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então isso também é importante, tá,

997
02:06:07.020 --> 02:06:13.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então calibrar é uma coisa que permite que a gente tenha rastreabilidade.

998
02:06:14.360 --> 02:06:16.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A rastreabilidade meteorológica.

999
02:06:16.790 --> 02:06:26.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Rastrear é seguir os caminhos. Você vê aqui. Se eu for a tarde desse caminho, eu vou chegar lá na.

1000
02:06:26.500 --> 02:06:36.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na pessoa que estava caminhando. E mesma coisa na calibração. Se eu for rastrear as minhas medidas, se elas forem rastreáveis

1001
02:06:36.550 --> 02:06:40.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os padrões. Eu vou chegar até o

1002
02:06:40.480 --> 02:06:59.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: topo da nossa hierarquia metrológica no sistema internacional. Então rastreabilidade é a propriedade que a gente chama de um resultado da medição, de modo que eu possa relacionar com referências através de uma cadeia documentada de calibrações. Então, rastreabilidade é fundamental

1003
02:06:59.620 --> 02:07:06.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a prover a confiança nas medições e dentro da cadeia de rastreabilidade metrológica. Em termos de hierarquia,

1004
02:07:07.020 --> 02:07:14.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem aqui, no topo dessa hierarquia meteorológica que a gente chama. São as unidades do sistema internacional. Não sei se elas estão aqui.

1005
02:07:14.570 --> 02:07:20.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, depois acho que a gente vai ver isso. As unidades de base no sistema internacional,

1006
02:07:21.550 --> 02:07:26.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as unidades do sistema internacional, que são as sete grandezas, né?

1007
02:07:27.220 --> 02:07:38.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Da a saber quais são as grandezas bases do sistema internacional, quais são as sete grandezas base o metro,

1008
02:07:39.320 --> 02:07:51.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o cumprimento, o segundo, que é do tempo, o quilograma, que é o da massa, o Amper,

1009
02:07:52.230 --> 02:07:53.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é da corrente elétrica.

1010
02:07:55.640 --> 02:07:59.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, Kelvin, que é o de temperatura,

1011
02:08:00.700 --> 02:08:17.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o Mol e a quantidade de matéria. E a Candela, que é da intensidade luminosa. Então são as sete unidades básicas. São as sete grandezas do sistema internacional. São as sete unidades básicas. E daí? Você tem a disseminação dessas unidades

1012
02:08:17.730 --> 02:08:35.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e você chegar até aos laboratórios, a gente chama de fábrica os instrumentos que a gente utiliza nas indústrias, os laboratórios, assim. Então, se você tem os seus equipamentos estão aqui. E você mandar, por exemplo, calibrar

1013
02:08:35.700 --> 02:08:41.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em laboratórios reconhecidos e acreditados que tenham padrões referenciados.

1014
02:08:42.320 --> 02:08:50.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem uma rastreabilidade porque esses laboratórios aqui que são chamados laboratórios de referência. Os laboratórios de calibração.

1015
02:08:51.040 --> 02:08:58.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No caso da nossa estrutura brasileira, aqui são os laboratórios que compõem a rede brasileira Rbc,

1016
02:08:58.150 --> 02:09:11.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: rede brasileira de calibração. E no caso de ensaio, você tem a Rbl, rede brasileira de laboratório de ensaio, que são laboratórios acreditados e reconhecidos

1017
02:09:11.680 --> 02:09:14.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e os que tem padrões rastreados aos

1018
02:09:15.040 --> 02:09:19.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: institutos nacionais de meteorologia. No caso aqui dos nossos

1019
02:09:19.300 --> 02:09:24.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no Brasil, é o inmetro que é o nosso Instituto Nacional de Meteorologia,

1020
02:09:25.070 --> 02:09:28.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que dá rastreabilidade dos nossos padrões.

1021
02:09:28.810 --> 02:09:32.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na verdade, a estrutura meteorológica Nacional

1022
02:09:33.020 --> 02:09:36.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é. Acho que não coloquei ela aqui? Não, mas você tem um inmetro

1023
02:09:37.540 --> 02:09:43.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e tem mais outras duas instituições, que são

1024
02:09:43.300 --> 02:09:52.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não são consideradas na hierarquia, na terminologia como um instituto nacional de meteorologia, mas são laboratórios de referência.

1025
02:09:52.970 --> 02:09:57.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São laboratórios designados para deter essas grandezas

1026
02:09:58.810 --> 02:10:02.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de referência nacional. Você sabe quais são os outros dois

1027
02:10:02.490 --> 02:10:11.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: laboratórios. Além do inmetro, o inmetro tem os referência nas diversas áreas

1028
02:10:11.730 --> 02:10:21.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diversas grandezas como ótica térmica, massa, eletricidade, comprimento,

1029
02:10:21.970 --> 02:10:33.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acústica, vibrações e tal, mas tem outros dois institutos. Tem outras duas organizações que são também consideradas de referência. Vocês sabem quais são,

1030
02:10:34.880 --> 02:10:36.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: além do inmetro.

1031
02:10:39.680 --> 02:10:41.199
Rosangela Rajoy: No Brasil. Professor.

1032
02:10:41.200 --> 02:10:45.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É sim. No Brasil, dentro da nossa estrutura nacional.

1033
02:10:45.630 --> 02:10:46.760
Rosangela Rajoy: Ipem.

1034
02:10:47.100 --> 02:10:55.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não o Ipem é um instituto de peso de medidas que está ligada à metrologia legal, mas não é considerada referência. Referência além do inmetro.

1035
02:10:56.100 --> 02:10:59.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem o Observatório Nacional?

1036
02:11:01.170 --> 02:11:02.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sim, tá bom.

1037
02:11:02.340 --> 02:11:06.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Detém a referência na área de tempo e frequência

1038
02:11:07.430 --> 02:11:13.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que tem os relógios atômicos lá, que detém os padrões nessa área. E

1039
02:11:13.540 --> 02:11:17.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o Ird, o Instituto de Radioproteção e endosimetria

1040
02:11:18.830 --> 02:11:22.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é vinculada à Comissão nacional de energia nuclear,

1041
02:11:22.900 --> 02:11:33.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que tem os padrões na área de tudo, que é ligado à parte de radioproteção, radioterapia, tudo que fala sobre radiações

1042
02:11:35.380 --> 02:11:41.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que tem lá? Um laboratório que chama Laboratório Nacional da Mitologia das Radiações em ionizante.

1043
02:11:42.640 --> 02:11:54.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o Ird, o Observatório Nacional e O inmetro compõem a nossa estrutura: hierarquia metrológica no país.

1044
02:11:55.070 --> 02:12:06.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem esses institutos, essas três organizações, elas periodicamente, participam de programas de intercomparação

1045
02:12:06.760 --> 02:12:16.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: junto com outras organizações internacionais. Para manter essa rastreabilidade nas unidades do sistema internacional,

1046
02:12:19.280 --> 02:12:31.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então essa cadeia de rastreabilidade tem essa função de dar a confiança nessas missões aqui embaixo. Que a gente chama no chão de fábrica, nos laboratórios, aqui, no chão de fábrica

1047
02:12:31.790 --> 02:12:36.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e essa estrutura. Então ela dissemina vem desde aqui da hierarquia

1048
02:12:36.980 --> 02:12:46.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: até aqui embaixo. Então a rastreabilidade é o caminho de baixo para cima. A disseminação é jogar essas aqui para baixo.

1049
02:12:47.460 --> 02:12:54.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, exemplos aqui, por exemplo, da parte mais industrial de bancadas de calibração. Isso aqui é um

1050
02:12:54.670 --> 02:13:02.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um exemplo de laboratório de chão, de fábrica e tal, ou mesmo em laboratórios,

1051
02:13:02.450 --> 02:13:04.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a calibração, ensaio. Você pode ter

1052
02:13:05.320 --> 02:13:08.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma bancada, por exemplo, aqui para fazer calibração.

1053
02:13:08.580 --> 02:13:19.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é uma bancada móvel de calibração de medidores de vazão aqui, mostrando inclusive um medidor máximo

1054
02:13:19.710 --> 02:13:24.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como padrão e tal, mas aqui, calibrando um outro medidor másco.

1055
02:13:24.330 --> 02:13:28.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas pode ser usado para calibrar outros medidores.

1056
02:13:29.320 --> 02:13:33.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E acho que até no foi o

1057
02:13:34.340 --> 02:13:40.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: assim isso que falou, né? Que o medidor no laboratório de vocês. O medidor padrão é o meridomástico.

1058
02:13:40.120 --> 02:13:41.690
TARCISIO NOGUEIRA: Isso mesmo.

1059
02:13:41.690 --> 02:13:45.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Medidor masco. Não sei. Aí na

1060
02:13:45.290 --> 02:13:50.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde a Rosângela e a Nayeli têm aí quais são os padrões de referência utilizados.

1061
02:13:51.520 --> 02:13:56.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A Rosângela mostrou aquele.

1062
02:13:56.600 --> 02:14:00.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aquele medidorzinho, né? Colocou ontem no chat aí como padrão

1063
02:14:01.310 --> 02:14:07.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí na Ellie? Não sei, por exemplo, no laboratório que ela trabalha aí. Que tipo de padrão? Mas

1064
02:14:07.530 --> 02:14:09.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem outros, né? Você tem outros?

1065
02:14:10.250 --> 02:14:20.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em alguns lugares, por exemplo, usam como padrão aquele tipo, Klampon de ultrassom

1066
02:14:20.680 --> 02:14:24.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como padrão, para fazer, inclusive calibração de campo.

1067
02:14:26.070 --> 02:14:35.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente tem laboratórios creditados nessa área de invasão que usam esse medidor clampom para fazer

1068
02:14:35.430 --> 02:14:42.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como padrão de referência aqui, um exemplo de uma bancada, também com alguns padrões de medição

1069
02:14:42.660 --> 02:14:50.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são algumas outras grandezas, que mostra um forno de calibração bloco seco.

1070
02:14:50.450 --> 02:15:04.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É geradores aqui de sinais para fazer calibração de bancada de transutores de manômetros. Tal coisa assim é.

1071
02:15:04.830 --> 02:15:13.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você também tem algumas opções de fazer aqui. Também mostra um padrão

1072
02:15:13.520 --> 02:15:17.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de calibração, por exemplo, de instrumentos de pressão.

1073
02:15:18.250 --> 02:15:26.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na verdade, isso aqui é uma bombinha que chama bombinha comparadora padrão mesmo. É uma medida de pressão que está aqui digital,

1074
02:15:27.490 --> 02:15:32.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas aqui são banhos térmicos, fornos e tal banho

1075
02:15:32.700 --> 02:15:34.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: segura de um terno e grâmetro.

1076
02:15:35.820 --> 02:15:42.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas você pode também ter para calibração industrial, usar calibradores externos

1077
02:15:43.390 --> 02:15:48.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para fazer esse tipo de coisa. De repente, esse calibrador aqui é um padrão.

1078
02:15:48.840 --> 02:15:53.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um instrumento da o caso aqui é Fluck, mas existem outros fabricantes

1079
02:15:53.580 --> 02:16:01.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que ele tem a possibilidade de fazer a leitura, tanto no sinal de pressão quanto no sinal de corrente.

1080
02:16:02.360 --> 02:16:09.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um transnutor tem essa função. Ele recebe um sinal, por exemplo, aqui, isso aqui eu chamo de um transmissor de pressão. Ou

1081
02:16:09.890 --> 02:16:18.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente chama de transdutor transdutor de pressão. Ele recebe um sinal, impressão e tem uma saída em corrente.

1082
02:16:18.740 --> 02:16:25.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui você com uma bombinha manual, você gera pressão aqui para o instrumento. E a mesma que você indica aqui.

1083
02:16:26.840 --> 02:16:38.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem a leitura da pressão que está pegando aqui. E aí vem a saída de corrente e lê aqui em cima. Então você consegue, por exemplo, fazer uma calibração

1084
02:16:38.160 --> 02:16:46.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de um sensor, por exemplo, um instrumento no campo e tal, e usando esses calibradores industriais

1085
02:16:46.770 --> 02:16:56.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e esses instrumentos para você garantir essa restabilidade, você tem que mandar eles fazerem uma calibração num laboratório acreditado, reconhecido

1086
02:16:56.440 --> 02:17:02.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para fazer essa calibração. Uma pergunta que eu te faço aqui.

1087
02:17:02.299 --> 02:17:08.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Tarcísio, o teu padrão aqui, Coriolis. Ele é calibrado.

1088
02:17:08.549 --> 02:17:12.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em que laboratório? Quem é que faz a rastre habilidade para vocês?

1089
02:17:12.309 --> 02:17:17.509
TARCISIO NOGUEIRA: Então aí eu faço a calibração na metroval que ela é a empresa acreditada.

1090
02:17:17.509 --> 02:17:18.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau, Betoval.

1091
02:17:19.090 --> 02:17:19.490
TARCISIO NOGUEIRA: É isso?

1092
02:17:19.490 --> 02:17:23.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A metroval é acreditada nessa área de vazão. Tem laboratório

1093
02:17:24.240 --> 02:17:31.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em outros laboratórios. Nessa área de vazão. Não tem muitos, mas você tem a metroval. Você tem o ipt. Você tem a Conaut.

1094
02:17:31.469 --> 02:17:32.459
TARCISIO NOGUEIRA: Planalto. É.

1095
02:17:32.459 --> 02:17:33.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem.

1096
02:17:33.669 --> 02:17:38.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sei, também. Eu me lembro desses três. Não sei, mas deve ter outro. Ah, sim, tem.

1097
02:17:38.309 --> 02:17:40.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem a Hirsa tem.

1098
02:17:41.010 --> 02:17:45.040
TARCISIO NOGUEIRA: No rio. Tem a gol.

1099
02:17:46.030 --> 02:17:47.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora esqueci. Tem um link.

1100
02:17:47.520 --> 02:17:49.509
Rosangela Rajoy: Qual o nome no ringue.

1101
02:17:49.910 --> 02:17:50.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom.

1102
02:17:50.990 --> 02:17:59.580
Rosangela Rajoy: Qual o nome de laboratório que faz a calibração? Rio? Sempre fiz lá, né? Mas eu tô começando a pensar em fazer algo por aqui mesmo.

1103
02:17:59.580 --> 02:18:04.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No rio. Tem a Conaut também, que é em Macaé.

1104
02:18:05.430 --> 02:18:07.709
TARCISIO NOGUEIRA: Essa gol foi em São João de Meritiba.

1105
02:18:08.129 --> 02:18:10.579
Rosangela Rajoy: Como é que se inscreve? Tarcísio, por favor.

1106
02:18:10.809 --> 02:18:13.079
TARCISIO NOGUEIRA: É gole, fo.

1107
02:18:13.860 --> 02:18:15.120
Rosangela Rajoy: Obrigada. Tá.

1108
02:18:15.309 --> 02:18:15.899
TARCISIO NOGUEIRA: Nada.

1109
02:18:15.900 --> 02:18:18.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só tem que ver se. Qual.

1110
02:18:18.059 --> 02:18:19.469
Rosangela Rajoy: Bom dia. Qual é a capa.

1111
02:18:19.469 --> 02:18:24.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dele, né? Porque você vê, vamos fazer uma coisa aqui.

1112
02:18:24.830 --> 02:18:32.240
Rosangela Rajoy: Eu acabo levando até o Ipt para não por conta. Não confio em muito transportadora. Aí é um trabalho danado.

1113
02:18:32.240 --> 02:18:34.629
TARCISIO NOGUEIRA: É igual. Eu faço quando.

1114
02:18:34.639 --> 02:18:35.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É? Não.

1115
02:18:35.299 --> 02:18:38.139
Rosangela Rajoy: Aguardo eles calibrarem e volto com o equipamento.

1116
02:18:38.320 --> 02:18:39.000
TARCISIO NOGUEIRA: Isso é.

1117
02:18:39.000 --> 02:18:47.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa questão do transporte do equipamento é um cuidado que você tem que ter, porque

1118
02:18:48.000 --> 02:18:55.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a calibração é feita lá, e o resultado vale para lá do transporte.

1119
02:18:55.510 --> 02:18:57.320
TARCISIO NOGUEIRA: É complicado.

1120
02:18:58.219 --> 02:18:59.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deixa eu ver aqui

1121
02:19:03.030 --> 02:19:04.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só para a gente entrar aqui.

1122
02:19:07.059 --> 02:19:13.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos ver se eu consigo acessar aqui da rede. Brasília de calibração é

1123
02:19:15.450 --> 02:19:18.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a rede brasileira de calibração. Você tem o.

1124
02:19:18.610 --> 02:19:28.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês devem já reutilizar. Aqui você tem a estrutura dos laboratórios, e aí você pode consultar laboratórios,

1125
02:19:29.330 --> 02:19:31.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo, para serviço. De que

1126
02:19:31.870 --> 02:19:36.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos ver aqui você está falando de volume,

1127
02:19:36.309 --> 02:19:39.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não, vazão e velocidade e fluido. Não é isso.

1128
02:19:39.680 --> 02:19:41.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Invasão e velocidade.

1129
02:19:41.170 --> 02:19:42.360
TARCISIO NOGUEIRA: Velocidade.

1130
02:19:42.360 --> 02:19:46.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Galão e velocidade flui. Então, onde é que pode ter ontem aqui no Rio de Janeiro.

1131
02:19:47.110 --> 02:19:47.790
TARCISIO NOGUEIRA: E aí?

1132
02:19:47.990 --> 02:19:56.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não deu. Rio Grande do Norte, rio de Janeiro, rio de Janeiro. Aí eu posso consultar quais são os laboratórios que tem no Rio de Janeiro.

1133
02:19:57.200 --> 02:20:02.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí ele me mostrou aqui, ó alguns Golfo. É isso que você falou. Não.

1134
02:20:04.040 --> 02:20:05.440
Rosangela Rajoy: Foi essa que ele pediu.

1135
02:20:05.440 --> 02:20:06.280
TARCISIO NOGUEIRA: Oi, igual Oi.

1136
02:20:06.280 --> 02:20:06.970
Rosangela Rajoy: Bom dia.

1137
02:20:06.970 --> 02:20:14.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uou! Você tem que ver aqui, por exemplo, qual é o Scopo? Porque

1138
02:20:14.710 --> 02:20:19.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu sabia que tinha a Hirsa também.

1139
02:20:20.100 --> 02:20:26.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E engraçado da Knaut não está aparecendo.

1140
02:20:26.680 --> 02:20:27.410
Rosangela Rajoy: E aí?

1141
02:20:28.590 --> 02:20:36.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que se ele está acreditado para outro tipo de coisa. Mas a Coreia. Eu sei que em São Paulo é?

1142
02:20:37.390 --> 02:20:42.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem um laboratório lá em São Paulo, mas vamos ver aqui, por exemplo, essa golfo edições.

1143
02:20:44.280 --> 02:20:47.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O endereço dele aqui mostra Nilópolis tá.

1144
02:20:47.550 --> 02:20:48.360
TARCISIO NOGUEIRA: Isso.

1145
02:20:49.330 --> 02:20:54.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem aqui uma edição de evasão máxica de água de outros líquidos.

1146
02:20:54.820 --> 02:20:59.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem aqui, ó ele mede então fazer o máximo assim.

1147
02:20:59.280 --> 02:21:03.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E para hidrocarbonito também.

1148
02:21:03.790 --> 02:21:10.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E outra aqui. E aí. É interessante. Totalizador de massa. Aí tem. Aqui o bom, vocês devem saber que a

1149
02:21:10.720 --> 02:21:15.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que está especificado aqui é a capacidade máxima de medição chamada Cmc.

1150
02:21:15.870 --> 02:21:19.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o nome. Diz: a menor

1151
02:21:20.100 --> 02:21:35.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é a menor incerteza que o laboratório é capaz de obter com essa probabilidade e abrangência que a gente chama de noventa e cinco. Então você sabe, de antemão que essa incerteza vai ser incorporada na calibração do seu instrumento de dimensão.

1152
02:21:36.280 --> 02:21:45.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem que ver, por exemplo, ele faz calibração para a medição de vazão máxica

1153
02:21:45.470 --> 02:21:47.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fazer um volume ética de água.

1154
02:21:48.610 --> 02:21:51.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem, então, vazão? Volume ética, por exemplo, o seu padrão

1155
02:21:52.280 --> 02:21:58.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é um medidor de volume de gás.

1156
02:21:58.210 --> 02:22:00.379
Rosangela Rajoy: Pois, é isso que eu ia perguntar.

1157
02:22:00.610 --> 02:22:11.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui, vazão. Volumetica é de água. Não dá, vazão. Volumetica de trocarbonito líquido, massa de água, massa de hidrocarbonito líquido. Volume de água.

1158
02:22:11.400 --> 02:22:18.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o volume de água. Ou seja, ele não está acreditado para a medição.

1159
02:22:18.360 --> 02:22:20.010
Rosangela Rajoy: Teria. Que está escrito gás.

1160
02:22:20.010 --> 02:22:21.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na área de gás.

1161
02:22:22.320 --> 02:22:22.930
Rosangela Rajoy: Não, cara.

1162
02:22:22.930 --> 02:22:24.510
TARCISIO NOGUEIRA: Você vai para cá, Rosângela.

1163
02:22:25.000 --> 02:22:26.919
Rosangela Rajoy: É isso?

1164
02:22:27.720 --> 02:22:28.610
TARCISIO NOGUEIRA: Aham!

1165
02:22:29.060 --> 02:22:32.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele não está. Então não adianta.

1166
02:22:32.260 --> 02:22:32.980
Rosangela Rajoy: Aham!

1167
02:22:33.160 --> 02:22:41.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mandar para ele. Se você quiser a rastrabilidade, ele não vai ter. Pode até ter competência de fazer, só que não vai ser

1168
02:22:41.420 --> 02:22:43.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acreditada. Essa.

1169
02:22:43.950 --> 02:22:46.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa calibração não vai ser acreditada.

1170
02:22:46.970 --> 02:22:47.610
Rosangela Rajoy: É um.

1171
02:22:49.900 --> 02:22:53.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aí, por exemplo. Oi, Arão.

1172
02:22:53.530 --> 02:22:58.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nessa área de de gases. Teria que ver,

1173
02:22:58.880 --> 02:23:06.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo, razão e velocidade fluide. Vamos ver. Talvez a Hirsa, que também é no rio.

1174
02:23:06.930 --> 02:23:12.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É provador de volume medidor de massa de água,

1175
02:23:12.580 --> 02:23:19.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: invasão volumétrica de hidrocarboneto, massa de água, volume de líquido também não tem para

1176
02:23:20.210 --> 02:23:25.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para gases. Então você tem que ver se tem algum laboratório. Rio Flow.

1177
02:23:26.310 --> 02:23:35.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem alguma coisa nessa área? Totalizador de massa de hidrocarboneto líquido, volume de água e outro líquido. O volume de hidrocarboneto líquido também não tem

1178
02:23:36.000 --> 02:23:41.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então aí, meu filho. Aí você tem que procurar de outra forma.

1179
02:23:41.330 --> 02:23:46.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Consultar aí. Agora, a consulta vai ser ruim para mim.

1180
02:23:46.410 --> 02:23:46.930
TARCISIO NOGUEIRA: E aí?

1181
02:23:46.930 --> 02:23:48.120
Rosangela Rajoy: Para São Paulo.

1182
02:23:48.120 --> 02:23:51.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para outro tipo aqui. Volume, invasão e velocidade.

1183
02:23:51.480 --> 02:23:53.090
Rosangela Rajoy: Passando uma semana lá.

1184
02:23:53.310 --> 02:23:54.050
TARCISIO NOGUEIRA: É.

1185
02:23:54.260 --> 02:23:55.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a.

1186
02:23:55.570 --> 02:24:01.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É aí. Não tem muito jeito. Não? Você vai ter que procurar outros locais aí,

1187
02:24:02.140 --> 02:24:11.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vazão e velocidade e fluido. Mas então, em termos de fazer uma consulta aqui, que não seja focada

1188
02:24:11.820 --> 02:24:20.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no Rio de Janeiro, aí ele vai mostrar outros que tem aqui para você procurar?

1189
02:24:21.430 --> 02:24:22.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Onde é que faz?

1190
02:24:24.110 --> 02:24:28.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Teria que ver a gente acabou. Não vendo. Por exemplo, dessa

1191
02:24:29.920 --> 02:24:36.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Avery, a gente acabou não vendo lá no Rio de Janeiro. Mas pelo jeito também não tem. Ó volume de água e outro ali que também não.

1192
02:24:37.280 --> 02:24:51.030
Rosangela Rajoy: Eu vou procurar aqui. Vou até olhar o escopo do ipt. Mas só se de repente for o preço mais atrativo, porque a qualidade do Ipt é discutível. Então, se eu tiver que me deslocar, prefiro continuar levando para lá.

1193
02:24:51.980 --> 02:25:01.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Ipt é realmente a referência dentro dessa área, mas o problema também pode ser o prazo.

1194
02:25:02.120 --> 02:25:05.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser o prazo de atendimento da sua demanda.

1195
02:25:05.980 --> 02:25:16.340
Rosangela Rajoy: Ah, é verdade. Mas eu sempre combino com eles antes. Aí eu levo. Eles recebem na segunda feira e me entregam até o final da semana. E aí eu retorno com o padrão.

1196
02:25:17.050 --> 02:25:17.530
Rosangela Rajoy: Aí você.

1197
02:25:17.530 --> 02:25:17.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uhum.

1198
02:25:17.940 --> 02:25:21.560
Rosangela Rajoy: Só que tem que combinar antes, né? Bem, antes.

1199
02:25:22.010 --> 02:25:25.170
TARCISIO NOGUEIRA: Do mesmo jeito que eu faço na Metrovals.

1200
02:25:25.170 --> 02:25:29.010
Rosangela Rajoy: Pois é, né? O combinado não sacar, né? Fica bom pra todo mundo.

1201
02:25:29.010 --> 02:25:30.670
TARCISIO NOGUEIRA: É isso aí.

1202
02:25:30.860 --> 02:25:39.310
Rosangela Rajoy: Mas aí eu sei que ter o preço é um pouquinho mais alto, né? Aí eu vou olhar a diferença, né? É bom de dar uma olhada, né.

1203
02:25:39.540 --> 02:25:40.300
TARCISIO NOGUEIRA: É.

1204
02:25:41.560 --> 02:25:46.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tentando ver aqui. Ah, tem outro. Está aqui o laboratório de vazão do ipt. Tá vendo

1205
02:25:47.570 --> 02:25:49.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo laboratório de vazão do ipt.

1206
02:25:50.810 --> 02:25:53.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É aí.

1207
02:25:55.830 --> 02:25:57.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um.

1208
02:25:58.310 --> 02:26:03.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A estrutura é gigantesca, né? Vazão de vazão máxica de gás.

1209
02:26:03.760 --> 02:26:15.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Invasão volumétrica, invasão volumétrica de água invasão volumétrica de gás. Aí você tem várias faixas aqui. São referências. Então você tem que olhar essas coisas.

1210
02:26:15.610 --> 02:26:24.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem que fazer uma consulta olhando esse tipo de informação, para ver se adequada se atende ou não.

1211
02:26:29.640 --> 02:26:36.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, então vamos ver aqui vamos voltar a nossa brincadeirinha aqui. Então as bancadas de caribação industrial e tal

1212
02:26:37.900 --> 02:26:44.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dentro dessa área de vazão, você tem algumas limitações

1213
02:26:44.280 --> 02:26:48.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais complicado. Montar um laboratório de invasão é sempre mais trabalhoso.

1214
02:26:48.880 --> 02:26:50.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dá mais trabalho.

1215
02:26:51.300 --> 02:26:56.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então vamos ver agora falar sobre incerteza de medição. Então a incerteza de medição.

1216
02:26:56.860 --> 02:26:58.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem

1217
02:26:59.270 --> 02:27:15.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: basicamente duas formas que eu gosto de avaliar: incerteza, de medição, de duas maneiras. Em relação aos métodos de medição. As formas de você realizar a medida. Então eu chamo da incerteza de medição

1218
02:27:16.120 --> 02:27:21.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na forma direta. E depois você tem a medição indireta,

1219
02:27:22.160 --> 02:27:29.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medição direta. Você tem o quê, basicamente, uma grandeza envolvida na

1220
02:27:30.840 --> 02:27:41.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um processo de medição, um instrumento utilizado e um resultado. Quando eu faço, por exemplo, uma calibração. Assim, comparando o outro, a gente pode dizer que eu estou fazendo medição direto, comparando diretamente um relação ao outro.

1221
02:27:42.180 --> 02:27:47.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é a grandeza envolvida no processo, um instrumento e o resultado da missão. Então vamos aqui, ó

1222
02:27:47.630 --> 02:27:53.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma massa como um grande exemplo, uma massa específica com densível de flutuação para quem nunca tinha visto.

1223
02:27:54.040 --> 02:27:56.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei se consegue ver aqui

1224
02:27:56.520 --> 02:28:02.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a leitura dele aqui. Aqui talvez não consiga ler, mas essa

1225
02:28:02.760 --> 02:28:14.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: hastezinha. Ela tem uma graduação em valor de densidade. Aí você coloca ele no fluido aqui, ele flutua e tal. E onde ele para aqui no líquido. Você tem o líquido aqui dentro. Você faz a leitura

1226
02:28:15.020 --> 02:28:17.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na graduação da escala.

1227
02:28:18.630 --> 02:28:24.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem um destino de flutuação, uma forma de fazer indiretamente. A gente já viu o Mdia massa e o volume

1228
02:28:24.770 --> 02:28:27.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e calcular a massa específica.

1229
02:28:28.020 --> 02:28:29.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outras medidas, né?

1230
02:28:30.220 --> 02:28:38.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Medida de espessura, com uma peça, pesagem e tal medida, por exemplo, da vazão de gás com o gasómetro.

1231
02:28:39.560 --> 02:28:43.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse aqui é um gasômetro usado residencialmente.

1232
02:28:46.550 --> 02:28:50.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É só pra dar um só para

1233
02:28:50.650 --> 02:28:54.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ilustrar. Por exemplo, quando eu fiz a minha

1234
02:28:55.040 --> 02:28:58.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mestrado em meteorologia lá atrás, há alguns anos atrás.

1235
02:28:59.670 --> 02:29:07.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a minha sirtação de mestrado. Foi fazer um próximo.

1236
02:29:07.820 --> 02:29:18.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um padrão de medição. Usando um sistema gravemétrico. A gente vai falar um pouquinho alguém à frente para fazer calibração, tanto de hidrômetros quanto de gasômetros

1237
02:29:19.010 --> 02:29:20.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: residenciais.

1238
02:29:21.450 --> 02:29:30.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse tipozinho de gasômetro e de um hidrômetro residencial, aquele medidorzinho que a gente viu no início, lá ontem,

1239
02:29:30.670 --> 02:29:36.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medidor de oscilante. Lá o disque oscilante.

1240
02:29:36.870 --> 02:29:37.910
TARCISIO NOGUEIRA: De doze anos.

1241
02:29:37.910 --> 02:29:39.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nós vamos fazer?

1242
02:29:39.930 --> 02:29:45.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desenvolver um padrão Grammy métrico.

1243
02:29:45.220 --> 02:29:53.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para fazer essa calibração, eu conseguia fazer a calibração dos dois juntos tanto da água quanto do do gasóleo.

1244
02:29:53.770 --> 02:30:04.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: À medida que eu ia enchendo o reservatório e o reservatório estava com o ar. Aí o líquido ia entrando, ia expulsando o ar.

1245
02:30:05.080 --> 02:30:08.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu passava o ar

1246
02:30:09.500 --> 02:30:20.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo gasol. Claro que eu estava calibrando ele para ar, porque eu não tinha gás ali, né? Mas você depois fazia. Faz a

1247
02:30:20.850 --> 02:30:25.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: correção na massa específica do gás em si.

1248
02:30:26.840 --> 02:30:35.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E foi interessante o trabalho que eu fiz, porque o foco desses instrumentos, que são

1249
02:30:35.040 --> 02:30:51.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: instrumentos de regulamentação pela meteorologia legal, porque esses instrumentos usados residencialmente tanto de gás. Quanto de água eles têm que ser regulamentados pela área dos ipens, pela meteorologia legal,

1250
02:30:51.140 --> 02:30:55.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que são usados para contabilidade para a cobrança.

1251
02:30:56.820 --> 02:31:03.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas os regulamentos meteorológicos focam basicamente a questão do erro.

1252
02:31:03.570 --> 02:31:05.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Erro máximo, classe de exatidão.

1253
02:31:06.560 --> 02:31:10.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu avaliei qual era a incerteza de medição

1254
02:31:11.190 --> 02:31:14.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu consegui fazer na calibração.

1255
02:31:15.860 --> 02:31:21.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Realmente. Quer dizer, na verdade, o que eu consegui perceber é que e a

1256
02:31:21.390 --> 02:31:29.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza realmente era bem mais baixa do que os erros de leitura que esses instrumentos apresentavam.

1257
02:31:31.810 --> 02:31:39.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, mas então isso aqui, eu posso considerar como uma medida direta. O gasto passou aqui dentro. Estou fazendo uma medição direta aqui. Não tem outra

1258
02:31:39.980 --> 02:31:44.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: outra equação envolvida aqui. Então, quando eu tenho só um

1259
02:31:44.670 --> 02:31:47.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desse jeito. Eu tenho o que a gente chama de uma incerteza direta.

1260
02:31:49.640 --> 02:31:54.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, só para reforçar a definição de incerteza,

1261
02:31:54.470 --> 02:32:07.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é um parâmetro não negativo, que caracteriza a dispersão dos valores atribuídos ao mensurado. Então isso. A gente já tinha comentado, por isso, que é importante que a gente fizesse essa

1262
02:32:08.050 --> 02:32:12.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa revisão dos conceitos estatísticos, já que a incerteza,

1263
02:32:12.330 --> 02:32:15.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela é caracterizada por uma dispersão dos valores

1264
02:32:17.360 --> 02:32:34.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então o resultado de uma medição reflete, por isso, nessa falta desse conhecimento exato, isso aqui são informações que estão inclusive no guia da expressão. Isso aqui. Eu peguei essas informações de lá. Eu tenho certeza que o resultado da medição reflete a falta de conhecimento do valor, mensurando então o resultado,

1265
02:32:34.760 --> 02:32:39.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mesmo que eu faça as correções dos efeitos dos erros

1266
02:32:39.840 --> 02:32:43.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: igual. A gente viu ali do exemplo do do alvo.

1267
02:32:44.950 --> 02:32:48.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sei qual é o erro? Eu faço a correção. Corrijo

1268
02:32:49.310 --> 02:32:52.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o erro. O efeito sistemático. A tendência é um efeito sistemático.

1269
02:32:53.590 --> 02:32:59.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mesmo assim, ainda tem uma dispersão tem uma estimativa desse valor.

1270
02:32:59.360 --> 02:33:03.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então existem algumas fontes possíveis de incerteza, de medição,

1271
02:33:04.250 --> 02:33:13.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as mais comuns que a gente utiliza no processo no sistema de medição. Os principais componentes são a resolução de leitura

1272
02:33:13.680 --> 02:33:21.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí a própria variabilidade das medidas é

1273
02:33:22.500 --> 02:33:32.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: erro de tendência na leitura de instrumentos analógicos é uma coisa difícil de você. É erro de tendência pessoal. Isso é uma coisa difícil de você quantificar,

1274
02:33:34.180 --> 02:33:39.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque se cada pessoa que fizer uma leitura tiver um erro diferente,

1275
02:33:39.500 --> 02:33:46.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fica mais difícil você analisar essas influências não deixa de ser verdade.

1276
02:33:47.770 --> 02:33:57.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não deixa de ser verdade. Então, por exemplo, se na leitura, se não é um instrumento analógico, se você. Aquela discussão, aquela conversa que a gente teve

1277
02:33:57.660 --> 02:34:09.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: padronizar. Qual é a resolução que você vai adotar? Você por isso está minimizando essa variação. Mas de qualquer forma, a leitura da resolução existe ali

1278
02:34:11.770 --> 02:34:21.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então as incertezas. Então elas são divididas em dois grupos, chamada incertezas tipo A e as incertezas tipo, B,

1279
02:34:22.350 --> 02:34:25.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu não sei por que dividiram assim A e B.

1280
02:34:26.450 --> 02:34:34.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu acredito que tenha sido tipo, primeiro vamos separar aqui, depois a gente vai ver que nome vai dar. E acabou. Acho que ficou tipo A e tipo B

1281
02:34:37.680 --> 02:34:51.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou uma outra forma. Talvez seja porque, tipo, A, tipo a que vem da palavra tipo aleatória, tal de aleatoriedade? Não sei, mas tudo bem. Vamos entrar nessa discussão que isso não vai

1282
02:34:52.240 --> 02:34:56.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem menor. Ideia como é que saiu? Mas vamos lá, incerteza, tipo a

1283
02:34:56.880 --> 02:35:00.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: elas. São as incertezas que são avaliadas.

1284
02:35:00.920 --> 02:35:02.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente chama de

1285
02:35:02.170 --> 02:35:17.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: através dessa análise estatística desses valores obtidos. Então, uma vez feito as medições, o resultado dessas medições, fazendo essa avaliação estatística, diz que a avaliação estatística é essa. É verificando a média e a dispersão desses valores.

1286
02:35:18.150 --> 02:35:20.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desvie o padrão dessa medição.

1287
02:35:20.620 --> 02:35:40.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando eu faço essa análise estatística. Eu estou caracterizando e estou identificando uma incerteza chamada incerteza. Tipo A. E a gente já tinha conversado isso anteriormente, e o próprio guia define que quando você tem uma medição bem caracterizada sob controle estatístico,

1288
02:35:40.760 --> 02:35:46.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele inclusive fala. Se você não consegue caracterizar isso, você vai considerar que o padrão

1289
02:35:47.740 --> 02:35:58.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é a sua incerteza. Tipo A. Mas quando você consegue, você tem uma característica, um controle estatístico bem feito. Uma medição bem caracterizada controlada Ali naquela situação,

1290
02:35:59.280 --> 02:36:03.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a dispersão desses valores pode ser considerada

1291
02:36:04.370 --> 02:36:09.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como a incerteza, tipo A, atribuindo o desvio padrão da média das medições, que é aquele

1292
02:36:10.130 --> 02:36:16.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: S de X barra ali. Ó, o desvio padrão da média, obtido a partir do desvio padrão, da

1293
02:36:17.190 --> 02:36:19.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o conjunto de valores que eu obtive,

1294
02:36:20.400 --> 02:36:26.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dividido por raio higiênica, o número de medições. Então N, o número de medições repetidas e desvia o padrão da amostra.

1295
02:36:26.720 --> 02:36:33.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, com isso, essa incerteza caracteriza o que a gente chama da incerteza, da repetibilidade.

1296
02:36:34.830 --> 02:36:38.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A repetibilidade das medições é a incerteza, tipo A.

1297
02:36:39.200 --> 02:36:49.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, tirando então esse tipo de característica, de de incerteza que é obtida através dessa

1298
02:36:49.510 --> 02:36:53.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos valores mensurados, e essa análise estatística.

1299
02:36:53.280 --> 02:36:59.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Todas as outras componentes de incerteza são caracterizadas como incerteza, tipo B.

1300
02:37:00.190 --> 02:37:03.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o que não é tipo A é tipo B,

1301
02:37:04.640 --> 02:37:09.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então tudo que você depois utiliza como fonte de incerteza no processo.

1302
02:37:09.620 --> 02:37:14.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A avaliação final da incerteza numa calibração, numa medição,

1303
02:37:14.840 --> 02:37:34.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são as outras componentes de incerteza tipo B. Então aquilo vem de informação, valor de publicação que tem em norma, que tem certificado um certificado de calibração associado ao valor de padrões material de referência.

1304
02:37:34.590 --> 02:37:44.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Achei de classe de exatidão do instrumento o erro máximo que você já define a resolução do instrumento relativa à deriva instabilidade temporal,

1305
02:37:44.560 --> 02:37:58.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a influência das condições ambientais, então tudo isso, elas são consideradas incerteza tipo B, e o

1306
02:37:58.840 --> 02:38:01.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já tinha também comentado.

1307
02:38:01.280 --> 02:38:05.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui é interessante voltar a destacar

1308
02:38:06.250 --> 02:38:11.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui a gente vai falar sobre incerteza da resolução de leitura e depois uma outra aqui, que também

1309
02:38:11.780 --> 02:38:25.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não. Basicamente, eu estou falando aqui porque a outra seria a esterese. Mas a Esterese também a gente já comentou, mas da resolução de leitura. Eu gosto de destacar ela, porque muitas vezes eu gosto de dizer:

1310
02:38:26.090 --> 02:38:34.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela pode ser uma contribuição que tenha maior maior contribuição na incerteza final,

1311
02:38:35.660 --> 02:38:40.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque não tem como você desprezar a resolução. Está ali.

1312
02:38:41.180 --> 02:38:49.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se o instrumento tem lá uma indicação, o analógico digital. Ela tem uma dúvida no resultado que você está lendo. Então ela existe

1313
02:38:49.340 --> 02:38:54.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí as outras incertezas. Os outros componentes podem

1314
02:38:54.580 --> 02:39:00.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de repente tem uma influência muito baixa. Por exemplo, setor: vamos falar numa calibração. Eu tenho um padrão.

1315
02:39:01.400 --> 02:39:03.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Comparando com o instrumento que está lendo.

1316
02:39:03.680 --> 02:39:10.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se a minha incerteza do meu padrão é muito baixa comparado com aquele padrão, então a contribuição dela dele é pequena,

1317
02:39:12.430 --> 02:39:20.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas a resolução está ali presente. Se eu tenho um processo onde a dispersão é muito baixa,

1318
02:39:20.540 --> 02:39:22.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um processo bem estável de medição

1319
02:39:23.110 --> 02:39:28.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: numa situação bem controladinha que eu estou fazendo lá. A calibração numa situação bem adequada.

1320
02:39:29.090 --> 02:39:32.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a dispersão dos valores pode ser também baixa

1321
02:39:33.180 --> 02:39:39.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e às vezes pode ser até que eu tenha, como diz, uma incerteza tipo próximo de zero.

1322
02:39:40.510 --> 02:39:47.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso não significa que a incerteza final é zero, porque você tem as outras componentes. Então, às vezes, a encerrar a resolução pode ser um.

1323
02:39:47.380 --> 02:39:50.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma contribuição bem forte.

1324
02:39:50.690 --> 02:39:59.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí essa aqui a gente já tinha visto lá. Falando sobre a resolução da de um instrumento digital.

1325
02:40:00.090 --> 02:40:01.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sobre a questão.

1326
02:40:02.080 --> 02:40:07.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tinha uma balança. Lembra que a gente falou lá da balança e tal. Eu só estou trazendo de volta ele aqui

1327
02:40:09.030 --> 02:40:19.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só para reforçar aqui a resolução de leitura. No caso de um instrumento digital. Você pode considerar uma distribuição retangular numa boa. Então aqui o exemplo é,

1328
02:40:20.070 --> 02:40:22.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos supor que eu estou lendo ali uma

1329
02:40:22.920 --> 02:40:35.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: numa balança. Eu estou lendo um valor de vinte e cinco,nove gramas e que eu tenho uma resolução de zero,um gramas. Então, o que a gente pode considerar razoável

1330
02:40:35.520 --> 02:40:36.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que

1331
02:40:36.610 --> 02:40:48.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é vinte e nove,cinco. O valor que ele está lendo está no centro do intervalo da resolução, ou seja entre vinte e nove,cinco, mais ou menos meia resolução.

1332
02:40:48.820 --> 02:40:54.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho esse valor. Por que eu chamei aqui de meia resolução. Se eu tenho uma resolução de zero,um gramas.

1333
02:40:55.050 --> 02:40:58.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Significa que esse intervalo aqui, tipo A

1334
02:40:59.270 --> 02:41:03.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre A e B. Eu tenho a resolução de zero,um então

1335
02:41:04.560 --> 02:41:10.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da metade do valor que está indicando mais ou menos meia resolução.

1336
02:41:12.230 --> 02:41:17.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu digo que ele tem uma prioridade igual para acontecer.

1337
02:41:17.900 --> 02:41:22.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por que eu falo isso porque imagine aqui vinte e cinco,nove.

1338
02:41:22.880 --> 02:41:28.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu tenho um intervalo de vinte e cinco,oitenta e cinco a vinte e cinco,noventa e cinco.

1339
02:41:29.740 --> 02:41:38.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dentro desse intervalo, qualquer valor real. O instrumento vai me indicar o meio aqui, vinte e cinco,nove,

1340
02:41:38.570 --> 02:41:58.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque ele não consegue ler menos do que zero,um dígitos. Ele vai estar lá entre vinte e cinco,nove. Por quê? Porque se o valor real ultrapassar, por exemplo, vinte e cinco for para vinte e cinco,noventa e seis ou vinte e cinco,noventa e sete, esse dígito de vinte e cinco,nove vai pular para vinte e seis

1341
02:42:00.650 --> 02:42:07.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vai pular para vinte e seis, assim como se o valor real estiver abaixo de vinte e cinco,oitenta e cinco,

1342
02:42:07.660 --> 02:42:10.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele vai pular para vinte e cinco,oito,

1343
02:42:11.120 --> 02:42:16.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque você só consegue pular de zero,um e zero,um. Então é razoável considerar

1344
02:42:16.530 --> 02:42:27.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que entre esse valor de resolução vinte e cinco,nove, mais ou menos entre metade de uma resolução para baixo, metade de resolução para cima.

1345
02:42:28.160 --> 02:42:29.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho

1346
02:42:29.970 --> 02:42:38.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a leitura de vinte e cinco,nove. E nesse caso, então, como é uma distribuição retangular, eu posso considerar que a minha incerteza, então

1347
02:42:39.100 --> 02:42:41.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é a resolução dividida por raiz de doze.

1348
02:42:43.670 --> 02:42:51.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, isso vale esse raciocínio. Fez aqui para o instrumento digital, mas eu posso considerar igual

1349
02:42:51.870 --> 02:42:54.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para um instrumento analógico.

1350
02:42:55.210 --> 02:42:56.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que tem um termômetro.

1351
02:42:58.780 --> 02:43:03.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui normalmente é um termômetro metálico usado na indústria.

1352
02:43:03.570 --> 02:43:07.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, eu também tenho aqui uma resolução de leitura aqui. Ó

1353
02:43:07.610 --> 02:43:18.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. Nesse caso, eu estou considerando que se eu consigo aqui fazer uma leitura entre duas marcações, eu pego metade dessa divisão aqui. Então aqui, uma divisão de dois em dois graus.

1354
02:43:19.770 --> 02:43:22.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considerar que a resolução é um grau metade,

1355
02:43:23.320 --> 02:43:31.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então a probabilidade desse valor aqui, que eu estou lendo aqui, por exemplo, tipo quarenta e nove,

1356
02:43:31.840 --> 02:43:35.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é entre quarenta e oito e e cinquenta.

1357
02:43:36.840 --> 02:43:53.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, eu tenho o valor real pode estar compreendido entre esses quarenta e nove, mais ou menos metade da resolução. Então, da mesma forma, ali para o digital, posso fazer essa estimativa aqui. Para

1358
02:43:53.670 --> 02:43:56.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o meu instrumento analógico.

1359
02:44:00.060 --> 02:44:10.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma estimativa que eu faço. Então eu posso considerar aqui que também a distribuição retangular atenderia é

1360
02:44:10.560 --> 02:44:20.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: plenamente, sem priorizar nenhum valor entre as duas divisões entre as duas divisões de escala,

1361
02:44:20.380 --> 02:44:26.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sem priorizar então, pegando resolução, dividido por raio G12 com uma incerteza da resolução.

1362
02:44:28.220 --> 02:44:37.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E são duas situações. Primeiro que eu chamo aqui, onde a gente vai buscar o valor da grandeza. Ou seja, eu não sei a priori, qual o valor que eu vou encontrar? Eu estou fazendo uma medida.

1363
02:44:37.920 --> 02:44:42.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, tem uma leitura ali que eu vou realizar. Então a incerteza da resolução.

1364
02:44:43.110 --> 02:44:47.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu estou fazendo uma leitura. Eu não estou priorizando nenhum valor.

1365
02:44:47.570 --> 02:44:51.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu estou lendo aquele valor. Mas nesse intervalo aí

1366
02:44:52.510 --> 02:45:03.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: compreendido pela resolução de leitura, eu não estou priorizando nenhum, então considero uma instituição retangular, tanto no fato de um instrumento ser digital quanto do instrumento ser analógico.

1367
02:45:04.620 --> 02:45:12.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora, existe uma outra situação, principalmente quando a gente está falando aqui em termos de calibração de instrumentos,

1368
02:45:14.390 --> 02:45:22.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é quando a gente diz que eu estou priorizando onde eu fixo um determinado valor,

1369
02:45:23.640 --> 02:45:29.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e eu faço. Por exemplo, a leitura num padrão.

1370
02:45:29.730 --> 02:45:37.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o meu objeto de calibração, que tem uma resolução. Eu estou agora

1371
02:45:38.210 --> 02:45:48.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o procedimento aqui. Ele vai estabelecer de que eu vou fixar um determinado valor, ponto indicado na escala do instrumento.

1372
02:45:48.970 --> 02:45:54.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas vou fazer a minha leitura no meu padrão de medição.

1373
02:45:54.760 --> 02:46:03.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou seja, por exemplo, o meu objeto aqui, esse aqui é um manu. Isso aqui é um dispositivo utilizado para comparação.

1374
02:46:03.550 --> 02:46:07.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu chamava uma bomba comparadora de medição de pressão.

1375
02:46:09.460 --> 02:46:17.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu também posso usar isso. Por exemplo, um outro caso medidor invasão ali, que eu

1376
02:46:18.230 --> 02:46:27.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: coloco uma determinada vazão na linha que vai passar pelo instrumento e defino um ponto dele lá

1377
02:46:27.550 --> 02:46:30.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de indicação e faça a leitura no meu padrão.

1378
02:46:31.330 --> 02:46:38.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando eu defino um ponto que eu estou calibrando. Eu estou priorizando aquele valor. Aquele ponto

1379
02:46:38.900 --> 02:46:42.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acho que é que pelo manume, fica mais fácil.

1380
02:46:42.780 --> 02:46:49.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho aqui uma bomba comparadora. Essa bomba comparadora. Você

1381
02:46:50.080 --> 02:47:03.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: simula a pressão. Como isso aqui é vaso comunicante, então a pressão que eu gero aqui. Ele vai tanto sensibilizar o meu padrão quanto vai sensibilizar o meu objeto. Mas aqui o objetivo aqui é o seguinte:

1382
02:47:03.940 --> 02:47:08.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fixar os valores de calibração no meu objeto

1383
02:47:09.670 --> 02:47:15.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e fazer a leitura no meu padrão, que tem uma resolução melhor, uma incerteza menor.

1384
02:47:15.590 --> 02:47:26.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, por exemplo, esse manômetro objeto é de zero,cinquenta, barra de pressão, como a resolução de um bar. Então a resolução definida lá pelo meu objeto.

1385
02:47:26.360 --> 02:47:34.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E eu vou fazer a calibração ali. Lá, por exemplo, em dez, vinte, trinta, quarenta, cinquenta, barra é

1386
02:47:34.740 --> 02:47:39.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dez, vinte, trinta, quarenta, cinquenta, barra cinco pontos de medição.

1387
02:47:40.910 --> 02:47:47.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí esse raciocínio vale para qualquer ponto de medição. A resolução é igual.

1388
02:47:47.940 --> 02:47:51.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A resolução desse meu manômetro é igual para

1389
02:47:51.560 --> 02:47:56.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ao longo de toda a faixa. Então estou adotando uma resolução de um bar.

1390
02:47:57.420 --> 02:48:04.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando eu fixo no meu padrão. Quando eu fixo a minha pressão no meu objeto,

1391
02:48:04.900 --> 02:48:11.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu estou caracterizando que o valor que eu estou colocando lá de pressão,

1392
02:48:12.260 --> 02:48:16.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele tem uma probabilidade maior do que qualquer um outro.

1393
02:48:16.640 --> 02:48:25.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu ajustei a minha bombinha comparadora lá para ler para o meu padrão, meu objeto indicar, por exemplo, trinta barra.

1394
02:48:25.550 --> 02:48:36.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu estou dizendo que igual aquele caso da vidraria que o fabricante diz lá, o valor dele é cem mililitros, mas ele tem uma tolerância de mais ou menos zero,um.

1395
02:48:37.750 --> 02:48:45.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o cem é o valor mais provável. Então, aqui a mesma coisa. Eu tenho trinta barra,

1396
02:48:45.660 --> 02:48:50.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o valor que eu fixei. Mas eu tenho uma variação da resolução de leitura

1397
02:48:50.700 --> 02:49:01.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de novo aqui, mais ou menos meia resolução de leitura para cada lado. Só que eu estou considerando que esse valor que eu fixei tem uma prioridade maior.

1398
02:49:02.050 --> 02:49:12.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se ele tem uma prioridade maior, é razoável considerar que a resolução de leitura, nesse caso, pode ser uma distribuição triangular que me dá uma incerteza menor.

1399
02:49:14.830 --> 02:49:20.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, a incerteza da resolução de leitura? Nesse caso, já que eu estou fixando um valor,

1400
02:49:21.400 --> 02:49:24.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu posso adotar uma distribuição triangular.

1401
02:49:26.070 --> 02:49:30.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A distribuição triangular é a resolução dividida por raio de vinte e quatro. Lembra

1402
02:49:30.920 --> 02:49:34.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o valor dividido por raio de vinte e quatro, que dá menor

1403
02:49:35.170 --> 02:49:41.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do que se eu usasse uma distribuição retangular que daria por raio de doze, que dá um valor maior,

1404
02:49:43.940 --> 02:49:51.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só para ver quanto cada um dividido por raio de doze, dividindo por doze raides.

1405
02:49:52.830 --> 02:49:58.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Zero vírgula três dá maior.

1406
02:50:00.010 --> 02:50:08.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então já que aqui justifica eu usar uma instituição triangular ou usar uma distribuição triangular.

1407
02:50:12.360 --> 02:50:14.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Conseguiram entender a lógica da coisa.

1408
02:50:15.050 --> 02:50:16.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São duas formas diferentes.

1409
02:50:17.190 --> 02:50:25.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que aqui é um instrumento analógico. Aqui também é um instrumento analógico. Termômetro bimetal analógico. Aqui é um instrumento analógico.

1410
02:50:26.300 --> 02:50:39.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, eu uso uma distribuição retangular, porque eu não estou priorizando nenhum valor. Estou fazendo uma leitura, considerando a resolução ali que entre aquele intervalo, qualquer valor pode ter a maior prioridade.

1411
02:50:39.840 --> 02:50:49.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uso retangular agora, aqui não, eu estou fixando. Fixei o valor lá naquele ponto lá. Então ali, eu estou dizendo que essa.

1412
02:50:49.630 --> 02:50:52.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse valor tem uma prioridade maior.

1413
02:50:54.800 --> 02:51:02.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu posso considerar uma distribuição triangular. Ele não tem muito a ver com o fato de ser analógico,

1414
02:51:03.270 --> 02:51:06.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque os dois casos ali que eu vi um, os dois são analógicos.

1415
02:51:07.660 --> 02:51:13.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que um. Eu posso dizer que é a retangular. E o outro eu posso dizer que tem uma distribuição triangular

1416
02:51:14.070 --> 02:51:21.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pela forma que eu realizei a medição ficou claro para vocês isso,

1417
02:51:26.020 --> 02:51:28.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entenderam essa essa diferença.

1418
02:51:29.680 --> 02:51:31.930
Rosangela Rajoy: Ficou sempre pessoa tranquilo.

1419
02:51:32.580 --> 02:51:33.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É.

1420
02:51:33.910 --> 02:51:52.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É porque às vezes não é muito simples. Não é muito fácil de me entender de imediato, essa questão da aplicação. Se você lembrar disso que eu estou falando. Se eu estou fazendo uma leitura assim, simplesmente eu tenho um valor lá. Eu faço uma leitura. Não estou priorizando nada. Então eu vou usar ali com uma resolução.

1421
02:51:52.330 --> 02:52:01.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma distribuição retangular. Agora, não no calibrando. Eu estou fixando o ponto lá que eu estou fazendo a calibração. Beleza, eu estou fixando ou estou priorizando. Então se eu estou priorizando,

1422
02:52:01.340 --> 02:52:08.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu posso atribuir uma distribuição triangular que com isso, diminui a a incerteza.

1423
02:52:09.510 --> 02:52:17.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom para a gente chegar, encerrar aqui. A nossa primeira fase do almoço é?

1424
02:52:17.580 --> 02:52:30.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos considerar aqui que a gente continua falando sobre incerteza, medição chama incerteza padrão. A incerteza padrão é aquela que a gente expressa na forma de um desvio padrão. Então, todas as

1425
02:52:30.760 --> 02:52:41.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso que a gente viu aí, a incerteza de uma resolução de leitura retangular, que é a incerteza.

1426
02:52:41.500 --> 02:52:45.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A resolução é dividida por raiz de doze. É uma.

1427
02:52:46.180 --> 02:53:02.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É representado como um desvio padrão. É uma incerteza padrão. A receita da resolução de uma distribuição triangular. A gente diz que é a resolução divida por raio de vinte e quatro, representa a incerteza de um desvio padrão. Quando eu uso a incerteza. Tipo a

1428
02:53:02.980 --> 02:53:08.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pego meu s de virtual higiênico. Eu estou ali caracterizando como uma incerteza padrão

1429
02:53:09.010 --> 02:53:10.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na forma de um desvio padrão.

1430
02:53:11.160 --> 02:53:22.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas quando eu pego uma incerteza que está, por exemplo, num certificado declarado num certificado de calibração. Normalmente ela está expandida, então eu tenho que trazer escrever ela de volta para

1431
02:53:23.510 --> 02:53:36.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um desvio padrão, porque todas essas incertezas depois vão ser combinadas, elas vão ser combinadas para eu poder declarar

1432
02:53:36.550 --> 02:53:38.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza

1433
02:53:39.110 --> 02:53:51.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: combinada final expandida, que é o que a gente vai ver. Então a incerteza padrão que é obtida a partir dessas incertezas. Padrões individuais. Elas são combinadas e formam.

1434
02:53:51.630 --> 02:53:55.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Caracteriza aquilo que a gente chama da incerteza padrão combinada.

1435
02:53:55.850 --> 02:53:59.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então significa que se eu tenho é

1436
02:53:59.820 --> 02:54:16.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma variável Y, que é uma composição das grandezas x1 X dois xtrês X. Três. Aí. Tudo bem, pode ser. Aí está representando como se fosse som, mas pode ser produtos, divisão, multiplicação,

1437
02:54:16.690 --> 02:54:24.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: exponenciação, o que for uma função Y é uma função de vários componentes. Então a incerteza

1438
02:54:24.290 --> 02:54:37.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: combinada de Y é a partir então da combinação das incertezas padronizadas de todas as grandezas de entrada X um X2x3 considerando todas as incertezas, tipo A e tipo B

1439
02:54:43.930 --> 02:54:52.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para ação direta, a incerteza padrão. Combinado. Então é o Alô? Vocês estão me ouvindo?

1440
02:54:54.350 --> 02:54:55.620
ENAIELLY CRUZ: Sim, professor.

1441
02:54:56.380 --> 02:54:57.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É? Não tá bom. É porque.

1442
02:54:57.910 --> 02:54:58.640
TARCISIO NOGUEIRA: Então.

1443
02:54:59.370 --> 02:55:05.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mostrou aqui que tinha dado uma oscilação na Internet, mas tudo bem, então a incerteza padrão combinada

1444
02:55:07.390 --> 02:55:26.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é a raiz quadrada das somas das variâncias que eu comentei. Que a variância para a gente é importante, porque eu posso somar a variância, mas não posso somar de vir o padrão. Então, aqui, onde você tem a soma das variâncias, e depois extrai a raiz quadrada para obter incerteza.

1445
02:55:26.230 --> 02:55:31.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas isso aqui é variância. Então eu tenho o desvio padrão individual de cada grandeza de entrada.

1446
02:55:32.390 --> 02:55:36.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí eu levo ao quadrado para transformar isso em variância.

1447
02:56:18.840 --> 02:56:24.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem vários componentes. Tipo aqui entra com a incerteza tipo A,

1448
02:56:25.190 --> 02:56:37.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é a variação da leitura aqui, entra com resolução de leitura. Aqui entra com a incerteza do meu padrão. Aí. Entra aqui também. Com a influência da temperatura ambiente

1449
02:56:38.020 --> 02:56:50.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na medição, entra também com a componente, tipo, Ah, o meu padrão tem uma deriva temporal que eu vou considerar. Entra então. Todos esses componentes tipo A, e tipo B

1450
02:56:51.790 --> 02:56:55.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para me dar a incerteza final combinada.

1451
02:56:55.990 --> 02:56:56.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1452
02:56:57.760 --> 02:57:03.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí é o próximo passo a partir da incerteza combinada.

1453
02:57:04.150 --> 02:57:10.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você lembrar que a gente viu sobre a distribuição T Studio que

1454
02:57:11.120 --> 02:57:20.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: leve em consideração para calcular o fator de abrangência que a gente precisa. Depois calcular o fator de abrangência para expandir

1455
02:57:21.100 --> 02:57:29.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza para a probabilidade de noventa e cinco,quarenta e cinco, que é o o intervalo adotado

1456
02:57:29.680 --> 02:57:43.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a Teddy Studart. Você entra com aquele fator de abrangência em função do grau de liberdade que está na tabela. Só que o grau de liberdade é N menos um. Isso vale para a incerteza, tipo a

1457
02:57:43.820 --> 02:57:53.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o N menos um, mas quando eu combino todas as outras incertezas. Eu tenho que também combinar os graus de liberdade.

1458
02:57:55.660 --> 02:58:02.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou melhor, tem que combinar essas incertezas para poder calcular o grau de liberdade da incerteza combinada.

1459
02:58:03.310 --> 02:58:14.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí o que o guia recomenda? A equação que se utiliza é essa equação matemática que é chamada equação de Welch Saturate, que é

1460
02:58:15.930 --> 02:58:20.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a combinação de todas as componentes de incerteza,

1461
02:58:21.240 --> 02:58:27.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: todas elas elevada à quarta potência, dividido pelo seu respectivo grau de liberdade de cada uma delas,

1462
02:58:29.560 --> 02:58:45.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma outra forma que o grau de liberdade efetiva, então, que é o grau de liberdade da incerteza combinada, que é essa que a gente precisa calcular agora ele é obtido. Então, a partir dessa equação matemática que leva em consideração a incerteza combinada

1463
02:58:45.690 --> 02:58:50.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que foi calculada, combinando toda aquela levada a4 divididos

1464
02:58:51.880 --> 02:58:58.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pela relação entre cada componente de incerteza também levada a quarta e seu respectivo grau de liberdade.

1465
02:59:00.190 --> 02:59:02.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por sorte, a maioria dos graus de liberdade

1466
02:59:03.930 --> 02:59:06.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das fontes de incerteza tipo B

1467
02:59:06.680 --> 02:59:12.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é infinito. O grau de liberdade da incerteza tipo A é n menos um

1468
02:59:12.920 --> 02:59:26.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: número de medidas, menos um e das incertezas tipo B. A maioria, a grande maioria é infinito. Então, quando você tem um grau de liberdade infinito, o que acontece com uma parcela que está dividindo por infinito,

1469
02:59:27.150 --> 02:59:40.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tende a zero. Qualquer parcela, qualquer valor dividido por infinito tendeu a zero. Então, quando esses graus de liberdade tendem para infinito, essas parcelas somem.

1470
02:59:40.620 --> 02:59:50.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, para muitas vezes, você acaba só considerando o grau de liberdade da incerteza, tipo A,

1471
02:59:50.570 --> 02:59:57.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e também o grau de liberdade do seu padrão de referência,

1472
02:59:58.360 --> 03:00:01.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é obtido no certificado de calibração.

1473
03:00:02.340 --> 03:00:09.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se o K for diferente de dois, se o K é igual a dois. O grau de verdade infinito. Olhando na tabela T de estudos para cá, é igual a dois o grau de liberdade infinito.

1474
03:00:10.420 --> 03:00:17.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí. Bom, mas se todos os graus de liberdade são infinitos, então qual é o grau de liberdade da incerteza combinada?

1475
03:00:18.030 --> 03:00:23.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai ser infinito também, se tudo for infinito. Isso aqui tendeu para zero,

1476
03:00:24.550 --> 03:00:27.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando qualquer coisa de vida por zero tende para infinito.

1477
03:00:28.690 --> 03:00:35.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando o grau de liberdade estendeu para infinito. O fator de abrangência é igual a dois. Bom, então

1478
03:00:36.150 --> 03:00:42.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o grau de liberdade da incerteza combinada. Ele é obtido a partir dessa equação aqui. Porque depois, quando eu tenho

1479
03:00:42.950 --> 03:00:53.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse grau de liberdade da receita combinada, eu entro na tabela Tv Studart, ou vou usar a função do Excel infra Tbc para ver qual é o fator de abrangência

1480
03:00:55.160 --> 03:00:57.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e com o fator de abrangência. Depois

1481
03:00:58.440 --> 03:01:08.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: calculado. Eu vou multiplicar esse fator de abrangência pela incerteza combinada padronizada que eu tinha calculado. E vou apresentar um resultado

1482
03:01:09.620 --> 03:01:14.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é essa a certeza expandida para noventa e cinco,quarenta e cinco, que me dá

1483
03:01:15.100 --> 03:01:26.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um resultado então da medição. Só que aí eu tenho que declarar segundo também a documentação normativa, essa incerteza tem que ser declarada por, no máximo, dois algorismos significativos.

1484
03:01:27.000 --> 03:01:32.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, um roteirinho só para a gente finalizar

1485
03:01:33.840 --> 03:01:36.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: antes do nosso intervalo para o almoço.

1486
03:01:37.090 --> 03:01:42.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O roteirinho para a estimativa da incerteza de medição. Está aqui. Primeiro passo:

1487
03:01:42.120 --> 03:01:51.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu vou identificar e classificar todas as fontes de incerteza de medição, ou seja, quais são as incertezas tipo A e quais são as incertezas tipo B?

1488
03:01:51.450 --> 03:01:56.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma vez identificado, eu vou expressar toda essa incertezas na forma de uma incerteza padrão.

1489
03:01:57.370 --> 03:02:03.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que está expandido. Eu divido pelo fator de abrangência para trazer de forma com certeza padrão

1490
03:02:03.680 --> 03:02:11.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que não eu já escrevo na forma de uma incerteza padrão. Tipo as distribuições, retangular triangular o que tiver.

1491
03:02:12.330 --> 03:02:22.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Depois combino todas essas incertezas padrão para estimar a incerteza combinada. Essa combinação é fazendo a soma quadrada de todas as incertezas padrão e depois traindo

1492
03:02:23.090 --> 03:02:26.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a raiz quadrada, para ter certeza combinada.

1493
03:02:26.430 --> 03:02:27.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, e aí,

1494
03:02:27.930 --> 03:02:40.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com todas essas componentes, de certeza, avaliando qual o grau de liberdade dessas certeza. Tipo A e tipo B. Eu vou usar aquela equação do Elf Sato e calcular o grau de liberdade efetivo

1495
03:02:40.510 --> 03:02:42.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da incerteza combinada

1496
03:02:42.730 --> 03:02:56.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com grau de liberdade efetivo. Eu vejo na tabela T de estudante para noventa e cinco-quarenta e cinco ou usando o fator envie Tbc, a função do Excel, e vejo qual o valor do cá que é o fator de abrangência que vai multiplicar

1497
03:02:57.020 --> 03:03:08.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza combinada. Vai me dar uma incerteza expandida U maiúsculo e depois declarar para dois algarismos significativos então a gente vai parar por aqui agora. E depois a gente vai fazer um exemplo

1498
03:03:09.600 --> 03:03:15.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dessa passo a passo nesse negócio perfeito.

1499
03:03:16.170 --> 03:03:16.830
TARCISIO NOGUEIRA: Em que.

1500
03:03:17.070 --> 03:03:19.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São duas e cinco.

1501
03:03:19.680 --> 03:03:28.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a gente. Lembro que a gente dá aquele intervalinho de uma hora e mora. E quinze. Então, uma

1502
03:03:28.400 --> 03:03:29.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e vinte.

1503
03:03:30.750 --> 03:03:31.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente volta.

1504
03:03:33.310 --> 03:03:34.190
TARCISIO NOGUEIRA: Combinado.

1505
03:03:34.370 --> 03:03:35.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Beleza.

1506
03:03:35.490 --> 03:03:36.750
TARCISIO NOGUEIRA: Pelo exame.

1507
03:03:36.750 --> 03:03:39.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom almoço para vocês. Então.

1508
03:03:39.420 --> 03:03:40.760
TARCISIO NOGUEIRA: Obrigado. Igualmente.

1509
03:04:00.100 --> 03:04:10.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, pessoal, então vamos nós aí retomando aí. Depois, depois do almoço, todo mundo aí com energia retomada.

1510
03:04:11.390 --> 03:04:17.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos seguir. Aqui a gente vai ver esse esse exemplo

1511
03:04:17.690 --> 03:04:22.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de estimativa da incerteza de medição é

1512
03:04:23.260 --> 03:04:28.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a situação aqui é o seguinte: eu tenho um instrumento calibrado que é um multímetro.

1513
03:04:29.530 --> 03:04:40.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse multímetro digital tem uma incerteza dele ali, no certificado de calibração zero,dois volt zero,dois volts

1514
03:04:41.690 --> 03:04:47.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para uma prioridade: abrangência de noventa e cinco,quarenta e cinco para cá.

1515
03:04:48.080 --> 03:05:01.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fator de abrangência. Esse Card dois,vinte e três e com uma tendência instrumental no certificado de zero,dois volt.

1516
03:05:02.470 --> 03:05:04.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tendência igual a praticamente a.

1517
03:05:07.530 --> 03:05:09.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem certeza dele do motivo.

1518
03:05:09.980 --> 03:05:12.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí com ele, eu fiz cinco medições,

1519
03:05:12.570 --> 03:05:16.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usei esse instrumento para fazer algumas medidas que eu queria, precisava.

1520
03:05:16.890 --> 03:05:19.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fiz cinco medições e encontrei esses resultados.

1521
03:05:19.760 --> 03:05:22.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A questão agora aqui é declarar

1522
03:05:23.270 --> 03:05:28.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o resultado dessas medições com a incerteza.

1523
03:05:29.310 --> 03:05:33.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considerando aí que eu tenho um botinho digital calibrado, então eu posso

1524
03:05:33.680 --> 03:05:39.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fazer a medição e declarar uma incerteza.

1525
03:05:41.280 --> 03:05:49.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a questão é: vamos analisar o nosso rodeirinho, né?

1526
03:05:51.480 --> 03:05:58.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para que a gente possa, com base nessas etapas, que a gente tinha definido aqui

1527
03:05:59.100 --> 03:06:04.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: classificação das incertezas, a forma de incerteza, combinação, grau de liberdade e tal

1528
03:06:05.220 --> 03:06:07.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: foi, no final, declarar o resultado da incerteza.

1529
03:06:08.990 --> 03:06:16.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, vamos lá. Vamos fazer as coisas aqui. Como disse João, por parte lembrando do roteiro,

1530
03:06:17.510 --> 03:06:23.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é complicado. Isso aqui não é só seguir a sequência e ver as coisas aqui, passo a passo.

1531
03:06:24.360 --> 03:06:31.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu vou identificar aqui. Basicamente. Quer dizer, quais são as componentes de incerteza que eu tenho. Aqui.

1532
03:06:33.530 --> 03:06:41.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho a certeza do multímetro declarada no certificado de calibração,

1533
03:06:42.120 --> 03:06:44.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é uma incerteza tipo B.

1534
03:06:45.610 --> 03:06:47.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tenho certeza, tipo B.

1535
03:06:49.100 --> 03:06:53.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela está declarada no certificado. É uma certeza expandida,

1536
03:06:54.170 --> 03:07:01.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerando que o caio é dois,23 então eu tenho que depois tem que escrever sem certeza

1537
03:07:01.840 --> 03:07:11.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na forma de um desvio padrão. Então, como é que eu faço? Eu pego esse valor zero,2 que é do certificado, divido por

1538
03:07:11.720 --> 03:07:15.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dois,vinte e três, que é o valor do cá. E vou ter o valor da incerteza.

1539
03:07:15.970 --> 03:07:20.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tipo b orienta do certificado de calibração.

1540
03:07:22.200 --> 03:07:23.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É.

1541
03:07:24.560 --> 03:07:28.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Existe mais alguma outra fonte de incerteza? Que tipo B?

1542
03:07:33.500 --> 03:07:40.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês acham que teria outra para considerar? Eu tenho um time como certificado que está fazendo uma medição com ele.

1543
03:07:41.220 --> 03:07:44.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Teria mais alguma fonte de incerteza?

1544
03:07:47.260 --> 03:07:48.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tipo B?

1545
03:07:52.430 --> 03:07:53.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que vocês acham.

1546
03:07:53.880 --> 03:07:54.710
TARCISIO NOGUEIRA: Que não.

1547
03:07:55.390 --> 03:07:56.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, né?

1548
03:07:56.740 --> 03:08:03.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O princípio só eu tenho a medida realizada com o instrumento calibrado, ou então, usando o certificado de calibração.

1549
03:08:04.170 --> 03:08:09.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E ainda mais. Quer dizer, alguém poderia chegar e falar. Ah, mas a resolução de leitura não é uma

1550
03:08:10.180 --> 03:08:15.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma fonte de dúvida. É sim, é uma fonte de dúvida.

1551
03:08:15.830 --> 03:08:24.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que aqui, nesse caso, eu não precisaria. Não preciso considerar, por exemplo, a resolução de leitura como uma incerteza adicional,

1552
03:08:25.100 --> 03:08:28.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tendo em vista que esse multimímetro é digital,

1553
03:08:28.240 --> 03:08:35.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tendo em vista que eu tenho um certificado de calibração de que a calibração que foi feita

1554
03:08:36.500 --> 03:08:38.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: num laboratório em algum outro local,

1555
03:08:39.000 --> 03:08:43.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerou se a resolução de leitura dele para declarar se a incerteza.

1556
03:08:44.250 --> 03:08:49.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa resolução de leitura aqui desse multímetro,

1557
03:08:49.530 --> 03:08:56.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele já está incorporado dentro da resolução. Dentro da resolução. Não, Desculpe. Dentro do certificado de calibração.

1558
03:08:57.910 --> 03:09:00.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Em alguns casos,

1559
03:09:00.890 --> 03:09:13.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se utiliza. Se recomenda se você tem um instrumento analógico, eu sempre acho que você precisa utilizar, porque você não sabe exatamente qual foi a resolução adotada

1560
03:09:14.060 --> 03:09:17.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: lá no laboratório calibrou,

1561
03:09:18.270 --> 03:09:25.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas no instrumento digital, se ele está calibrado, provavelmente a mesma resolução que eu vou usar aqui foi utilizada lá

1562
03:09:26.130 --> 03:09:33.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e existem algumas situações que algumas normas falam para utilizar.

1563
03:09:35.210 --> 03:09:39.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Recomendo também utilizar a resolução

1564
03:09:39.370 --> 03:09:44.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de leitura efetivamente do padrão no caso aqui não é nem o padrão do instrumento utilizado,

1565
03:09:45.680 --> 03:09:48.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas não precisaria aqui.

1566
03:09:50.740 --> 03:09:54.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Realmente. Eu não preciso aqui, porque eu vou considerar mais de uma vez

1567
03:09:56.020 --> 03:10:01.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o próprio guia da expressão de incerteza e medição quando fala sobre as incertezas tipo B

1568
03:10:02.010 --> 03:10:06.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é que você tem que fazer uma análise criteriosa, até para que você não.

1569
03:10:06.650 --> 03:10:12.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não considere uma incerteza tipo B mais de uma vez no processo.

1570
03:10:13.330 --> 03:10:17.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se a resolução já está incorporada no certificado, não teria muito. Porquê

1571
03:10:23.230 --> 03:10:32.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu até fiz. Não está aqui? Não, mas eu já fiz essa incorporação e, no final, a resolução aí acaba,

1572
03:10:32.120 --> 03:10:41.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não pesando, nesse caso, uma outra. Então, uma outra incerteza de medição é a incerteza tipo a

1573
03:10:42.050 --> 03:10:43.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que vem da.

1574
03:10:44.770 --> 03:10:47.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Do desvio padrão da média, das medições realizadas.

1575
03:10:48.580 --> 03:10:53.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essas cinco medidas aqui, como elas não estão exatamente iguais,

1576
03:10:54.340 --> 03:11:06.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então você percebe que houve uma variação. Então aqui eu tenho uma dispersão desses valores. Tem uma incerteza dessa repetibilidade desses valores aqui,

1577
03:11:06.770 --> 03:11:09.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e calculo. Então, o desvio padrão

1578
03:11:10.160 --> 03:11:17.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e daqui estimam a incerteza, tipo, A. Considerando o desenvio padrão da média dessas medições. Então vamos escrever isso aqui.

1579
03:11:17.250 --> 03:11:18.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a incerteza tipo A.

1580
03:11:19.760 --> 03:11:25.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela é calculada. Então, como eu falei pelo medo de vir o padrão da média dessas cinco medições

1581
03:11:28.210 --> 03:11:35.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entram com aquelas medidas, por exemplo, ali na anexcel, e faço as contas, considerando

1582
03:11:35.200 --> 03:11:40.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o desvio padrão. Usando então, até a expressão lá, do dez vipad A.

1583
03:11:41.720 --> 03:11:46.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí obtive essa variação aqui.

1584
03:11:47.240 --> 03:11:54.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a incerteza tipo A é o pode ser estimada a partir do desvio padrão dessas.

1585
03:11:54.640 --> 03:12:01.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dessa mostra essas cinco medições, dividido por higiene, ou seja, dividido por raio de cinco.

1586
03:12:02.760 --> 03:12:09.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então posso estimar a minha incerteza, tipo A, com o devido padrão dividido por a raiz de cinco. Então eu tenho esse valor aqui.

1587
03:12:10.440 --> 03:12:23.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A princípio, eu não vou me preocupar. Eu só vou me preocupar com o número de algarismos significativos da incerteza expandida para declarar, no máximo, com dois algarismos significativos aqui no início, eu não vou me preocupar com isso. Não

1588
03:12:24.620 --> 03:12:31.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza. Tipo Uber, como a gente tinha visto. É a do multímetro com base no certificado de calibração

1589
03:12:31.740 --> 03:12:37.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero,dois. Dividido pelo car, que é a fatura de abrangência, porque ela está expandida.

1590
03:12:37.260 --> 03:12:41.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho aqui a incerteza tipo B. Então eu tenho essas duas aqui.

1591
03:12:42.230 --> 03:12:52.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse aqui já está escrito na forma de um desvio padrão. Eu dividi pelo carro. Isso aqui já é a forma de um desvio padrão. Então agora é combinar essas duas.

1592
03:12:53.330 --> 03:12:58.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a incerteza combinada é a raiz quadrada do quadrado das

1593
03:12:59.440 --> 03:13:02.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: raiz quadrada da soma dos quadrados.

1594
03:13:03.230 --> 03:13:11.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o raiz quadrado da soma dos quadrados das duas incertezas tem certeza? Combinada aqui

1595
03:13:12.120 --> 03:13:15.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: calculada por essa forma. Bom, agora

1596
03:13:15.790 --> 03:13:24.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o próximo passo é calcular o grau de liberdade infertil e da incerteza combinada. E eu tenho duas incertezas, tipo A e tipo B. A incerteza tipo A

1597
03:13:24.810 --> 03:13:26.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o N menos um.

1598
03:13:27.670 --> 03:13:30.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai dar quatro N menos um.

1599
03:13:31.310 --> 03:13:33.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem certeza? Tipo B?

1600
03:13:33.200 --> 03:13:40.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vejo lá na tabela T de Estudant, porque o cad2três, quando eu entro na tabela Ted Studios,

1601
03:13:40.780 --> 03:13:44.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu vejo que o grau de liberdade é doze.

1602
03:13:45.430 --> 03:13:49.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só olhar lá na tabela T Studio.

1603
03:13:50.340 --> 03:13:54.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente pode olhar aqui só para confirmar

1604
03:13:59.950 --> 03:14:02.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o cad2três.

1605
03:14:03.000 --> 03:14:03.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O quê?

1606
03:14:05.390 --> 03:14:07.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Grau de liberdade. Está aqui. Ó

1607
03:14:07.820 --> 03:14:10.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é nessa coluna aqui, ó doze.

1608
03:14:11.920 --> 03:14:12.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau.

1609
03:14:13.430 --> 03:14:15.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem o grau de liberdade dela ali.

1610
03:14:19.650 --> 03:14:26.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então. Agora calcular o grau de liberdade efetiva. Considerando aquela equação do Else Satur,

1611
03:14:26.820 --> 03:14:30.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: lembra que ela. Só que aqui está de membrada

1612
03:14:30.240 --> 03:14:38.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza combinada elevada. A quarta, dividida pelo grau de liberdade efetivo que eu quero calcular é igual a incerteza, tipo a

1613
03:14:38.910 --> 03:14:49.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: elevado. A quarta, tenho certeza. Tipo, a. Era aquele valor ali. Zero,zero, seiscentos e trinta e dois quarenta e cinco elevado a quatro, dividido pelo grau de liberdade dela, que é quatro

1614
03:14:50.080 --> 03:14:54.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais a incerteza tipo B, que foi aquela lá do

1615
03:14:54.420 --> 03:15:00.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o certificado de calibração elevado a quatro, dividido por doze. Porque é o grau de liberdade aqui, em função

1616
03:15:01.650 --> 03:15:04.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da A do carro,

1617
03:15:04.810 --> 03:15:10.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por falta de abrangência declarada no certificado. Então, com isso, eu tenho aqui um grau de liberdade de

1618
03:15:12.280 --> 03:15:14.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quinze,quarenta e quatro.

1619
03:15:14.770 --> 03:15:19.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, voltando na tabela de estudos.

1620
03:15:19.680 --> 03:15:23.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá bom, quinze,quarenta e quatro.

1621
03:15:24.210 --> 03:15:27.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês vão ver. Aqui não tem

1622
03:15:27.360 --> 03:15:31.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quinze,quarenta e quatro na tabela em quinze

1623
03:15:31.610 --> 03:15:41.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e tem dezasseis. Como eu falei que quando eu tenho valores intermediários entre quinze e dezasseis,

1624
03:15:42.810 --> 03:15:46.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu pego o valor imediatamente anterior. Então pego o valor de quinze.

1625
03:15:47.420 --> 03:15:49.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deu dois,dezoito.

1626
03:15:50.750 --> 03:16:00.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então uma outra opção seria usar a função do Xl envie Tbc para calcular isso. Mas

1627
03:16:01.310 --> 03:16:04.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então a tabela tem de estudo ali. Já está direto ali.

1628
03:16:05.160 --> 03:16:09.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O grau de liberdade. Quinze cada dois,dezoito. Então agora é multiplicar o dois,dezoito

1629
03:16:10.280 --> 03:16:22.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pela incerteza combinada que a gente calculou ali dois,um8 vezes zero,um975 que é o valor ali zero,um0975

1630
03:16:22.820 --> 03:16:37.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deu uma incerteza de zero,23 bom, eu tenho que declarar essa incerteza no máximo dois algoritmos significativos, no máximo, dois algorismos significativos significa que eu iria parar no

1631
03:16:38.860 --> 03:16:44.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em que algarismos que eu tenho que eu tenho que desprezar

1632
03:16:44.820 --> 03:16:49.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dois avalios significativos aqui. Quais são os significativos dessa?

1633
03:16:49.270 --> 03:16:52.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa incerteza aqui fala para mim aí.

1634
03:16:53.440 --> 03:16:56.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quais são os algoritmos significativos aqui.

1635
03:17:03.370 --> 03:17:04.050
ENAIELLY CRUZ: E aí?

1636
03:17:04.160 --> 03:17:10.710
ENAIELLY CRUZ: E aí os algarismos seriam dois e três. E,

1637
03:17:10.880 --> 03:17:13.130
ENAIELLY CRUZ: Ah, tá, já ele já tá arredondado.

1638
03:17:13.280 --> 03:17:22.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É não para esse valor que está declarado. Aqui tem quatro algoritmos significativos. Concorda?

1639
03:17:23.000 --> 03:17:28.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque os primeiros Eros não contam. É a partir do dois, dois, três,

1640
03:17:28.480 --> 03:17:40.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nove e três, quatro significativos. Mas como eu tenho que declarar, no máximo, com dois agora significativos, esse nove seria descartado. Isso aqui ficaria zero,2quatro. Concorda.

1641
03:17:41.230 --> 03:17:42.149
ENAIELLY CRUZ: Sim, Uhum.

1642
03:17:42.580 --> 03:17:44.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Zero virgula vinte e quatro. Agora,

1643
03:17:45.190 --> 03:17:49.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por que eu declarei aqui zero,três? Por quê?

1644
03:17:50.360 --> 03:17:58.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para compatibilizar com a leitura do meu instrumento, meu instrumento. Eu leio com duas casas decimais.

1645
03:17:58.870 --> 03:18:15.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então não tem muito sentido eu colocar a incerteza, já que é uma incerteza de uma medição realizada por um multímetro que lê com duas casas decimais, colocar uma incerteza com três casas decimais. Então o Zero,24

1646
03:18:15.980 --> 03:18:21.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu passei para zero,três, até porque é

1647
03:18:22.270 --> 03:18:26.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente deve ser sempre mais conservador.

1648
03:18:27.200 --> 03:18:30.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Zero,zero. Poderia

1649
03:18:30.790 --> 03:18:47.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a regra de arredondamento zero,24 ficaria zero,dois. Entretanto, como eu tive uma incerteza calculadora maior do que isso. Então eu declaro ela um pouco maior também. Então eu coloco a incerteza do mutinho para zero,três.

1650
03:18:49.050 --> 03:18:57.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, do Multímetro. Não, desculpa. A incerteza é, eu escrevi multímitos aqui, mas não é bem multímetro. É a incerteza da medição

1651
03:18:57.570 --> 03:19:00.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui não é do motivo. Tem certeza da medição

1652
03:19:01.660 --> 03:19:04.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que o motivo a gente já tinha.

1653
03:19:04.160 --> 03:19:08.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos escrever aqui, certo? É a incerteza da medição,

1654
03:19:09.660 --> 03:19:13.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque a incerteza do multímetro eu já tinha.

1655
03:19:14.890 --> 03:19:16.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu já tinha isso.

1656
03:19:23.610 --> 03:19:28.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu não sei por que está dando esse negócio aqui. Ah, isso é por causa de sombra. Isso

1657
03:19:29.220 --> 03:19:30.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sei lá por quê.

1658
03:19:32.920 --> 03:19:35.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, zero,três voos.

1659
03:19:37.920 --> 03:19:41.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sei lá por que está dando esse negócio?

1660
03:19:41.330 --> 03:19:44.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem um negócio aqui atrás. Escondido aqui. Entendi.

1661
03:19:44.850 --> 03:19:45.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau.

1662
03:19:46.190 --> 03:19:50.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É. Vamos botar aqui zero,zero, três volts.

1663
03:19:52.730 --> 03:19:57.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho já a incerteza da medição declarada aí.

1664
03:19:57.510 --> 03:20:03.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, mas agora eu preciso realmente declarar o valor da medida, porque

1665
03:20:04.230 --> 03:20:07.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu fiz cinco medições. Então, qual é o valor da medição?

1666
03:20:08.570 --> 03:20:10.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, calculei a média

1667
03:20:10.870 --> 03:20:20.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cinco medida deu uma média. Dá um,vinte e dois volts. Só que, como esse instrumento também está lá no certificado, diz que tem uma tendência

1668
03:20:21.290 --> 03:20:35.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: positiva de zero,dois. Então, aquilo que a gente tinha comentado. Se eu conheço, qual é a tendência desse instrumento, eu posso corrigir na hora de declarar o resultado. Então eu posso declarar,

1669
03:20:35.360 --> 03:20:42.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerando a média corrigida um,vinte e dois menos a tendência, um,vinte.

1670
03:20:43.070 --> 03:20:57.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o resultado final da minha edição, considerando as incertezas e tudo daria um,vinte mais ou menos zero,três volts.

1671
03:21:00.560 --> 03:21:02.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Concorda que não foi tão complicado. Assim, né?

1672
03:21:04.630 --> 03:21:06.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um exemplo bem simples.

1673
03:21:09.760 --> 03:21:17.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se vocês é quiserem calcular, incluindo também a resolução de leitura, você vai ver que no final,

1674
03:21:17.520 --> 03:21:29.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vai dar alguma coisinha diferente. Ah, bom, isso é o que eu esqueci também de escrever aqui para cá. Dois,dezoito. Mas estava escrito aqui em cima. Então o resultado deve ser informando também

1675
03:21:30.530 --> 03:21:40.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que o K é dois,dezoito para 9cinco quarenta e cinco de probabilidade abrangente.

1676
03:21:42.250 --> 03:21:47.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Probabilidade, beleza.

1677
03:21:47.530 --> 03:21:49.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos ver agora

1678
03:21:49.740 --> 03:21:58.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a questão da incerteza. Na medição indireta, isso a gente viu aí foi agora sob uma edição direta.

1679
03:21:58.840 --> 03:22:16.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos ver na medição indireta, o que é uma medição indireta. Uma medição indireta é, de alguma maneira, eu tenho uma equação. Operações matemáticas que combinam resultados para definir o valor de uma grandeza.

1680
03:22:18.470 --> 03:22:27.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se eu tenho duas ou mais grandezas envolvidas, por exemplo, num processo de medição, e essas grandezas estão relacionadas com uma expressão matemática. Eu tenho

1681
03:22:27.430 --> 03:22:31.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma medição indireta, e tem lá o resultado. Então que acaba

1682
03:22:32.720 --> 03:22:38.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode até quer dizer não exatamente o resultado da medição propriamente dita, mas o resultado

1683
03:22:38.950 --> 03:22:51.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu vou atribuir a uma determinada grandeza, em função de uma expressão matemática de medidas que estão envolvidas relacionadas.

1684
03:22:51.330 --> 03:22:57.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por exemplo, eu quero calcular pelo volume aqui, por exemplo, daquela caixa ali.

1685
03:22:58.400 --> 03:23:01.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando aquela caixa é o produto dos lados, né?

1686
03:23:01.730 --> 03:23:07.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, Emerson, A. Emerson B. Emerson C. Calculo C.

1687
03:23:07.900 --> 03:23:14.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Faço o produto, tenho o cálculo do volume. Não medi o volume direto que obtive a partir dessa relação.

1688
03:23:15.750 --> 03:23:27.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outro exemplo, velocidade do projeto. Pela razão entre a distância percorrida e o tempo, então eu sei, por exemplo, qual a distância que ele percorreu e em quanto tempo? Eu sei qual foi a velocidade

1689
03:23:27.650 --> 03:23:29.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de partida dele ali.

1690
03:23:30.910 --> 03:23:36.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outro exemplo: a potência dissipada e uma lâmpada. A potência é tensão vezes corrente. Então, se eu meço

1691
03:23:37.220 --> 03:23:51.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a tensão e a corrente, eu posso ver qual é a potência dissipada de uma lâmpada. Então tem uma função. Indicaria. Tem uma função que é um produto. O segundo ali é uma divisão, outra aqui embaixo é um produto. Poderia ser a

1692
03:23:51.340 --> 03:23:54.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a soma, né? Se eu quisesse. Por exemplo,

1693
03:23:54.460 --> 03:23:57.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medir o perímetro de uma área

1694
03:23:58.240 --> 03:24:02.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de um retão, por exemplo, seria a soma dos lados.

1695
03:24:03.600 --> 03:24:07.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a medição indireta vem a partir disso.

1696
03:24:08.940 --> 03:24:12.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma massa específica de uma. A gente viu

1697
03:24:12.800 --> 03:24:16.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medida direta usando indeciso de flutuação. Mas eu posso medir

1698
03:24:17.360 --> 03:24:22.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medindo a massa, medindo um volume. Então tenho ali a massa específica que é a relação a massa. Volume

1699
03:24:24.280 --> 03:24:29.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o cálculo de uma vazão que em uma tubulação, medindo a pressão diferencial.

1700
03:24:30.290 --> 03:24:34.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho que. A minha vazão é proporcional.

1701
03:24:35.110 --> 03:24:40.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considerando lá as características do fluido, a raiz quadrada do delta P. Então tem um lá,

1702
03:24:40.430 --> 03:24:44.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma equação eu mestro o delta P

1703
03:24:45.400 --> 03:24:57.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: extrai a raiz quadrada desse valor e multiplicar pelas constantes em função da característica do fluido que tem a vazão. Então, na verdade, uma medição indireta,

1704
03:24:57.850 --> 03:24:59.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma medição indireta.

1705
03:25:01.480 --> 03:25:02.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom dia.

1706
03:25:02.740 --> 03:25:10.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando eu tenho grandezas distintas envolvidas num processo de medição

1707
03:25:11.270 --> 03:25:15.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vocês que estão envolvidos. Então, inclusive com medição de gases.

1708
03:25:15.880 --> 03:25:19.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso tem que tomar cuidado porque

1709
03:25:20.500 --> 03:25:24.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pressão em temperatura e volume em gás está correlacionada.

1710
03:25:25.760 --> 03:25:30.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você muda a pressão e temperatura muda o volume.

1711
03:25:32.190 --> 03:25:36.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quase aquela Pvt: povotó, né?

1712
03:25:36.230 --> 03:25:42.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pressão e volume dividido pela temperatura é igual. A pressão inicial. Volume inicial dividido pela temperatura inicial.

1713
03:25:43.230 --> 03:25:43.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau.

1714
03:25:44.270 --> 03:25:46.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você mudar uma coisa muda a outra

1715
03:25:49.500 --> 03:25:54.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pressão e a temperatura altera no volume.

1716
03:25:55.180 --> 03:25:59.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se a gente falou logo ontem, inclusive então aí você pode criar

1717
03:26:00.580 --> 03:26:05.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que a gente chama de uma dependência estatística entre essas variáveis.

1718
03:26:05.750 --> 03:26:15.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a a forma mais simples, a melhor maneira é você conseguir não ter essa dependência estatística.

1719
03:26:16.520 --> 03:26:26.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se você tem grandezas que são estatisticamente independentes. Isso, o que significa essa questão de independência

1720
03:26:26.610 --> 03:26:35.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é que a variação de uma grandeza não influencia na outra, então elas se comportam de forma desvinculada.

1721
03:26:35.320 --> 03:26:40.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem um um fator, um coeficiente

1722
03:26:41.240 --> 03:26:44.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é chamada de coeficiente de correlação,

1723
03:26:44.930 --> 03:26:57.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que acaba sendo o zero, porque já que as variáveis não são dependentes, então esse coeficiente de correlação entre elas é zero. Agora, quando eu tenho, de alguma maneira uma dependência,

1724
03:26:59.410 --> 03:27:04.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um influenciando na outra. Então, a variação de uma grandeza influencia na variação da outra.

1725
03:27:04.520 --> 03:27:09.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então há uma vinculação. Isso significa que o coeficiente de correlação. Então,

1726
03:27:10.450 --> 03:27:16.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre essas grandezas, ele não é zero. É diferente de zero.

1727
03:27:16.550 --> 03:27:22.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O coeficiente de correlação é um número que pode variar de menos um até um.

1728
03:27:24.390 --> 03:27:31.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Olha, um coeficiente de correlação negativa significa que se uma variável

1729
03:27:32.290 --> 03:27:48.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sobe de valor e ela influencia em outra. A outra desce. Você tem uma correlação negativa. Quando é positiva, ela segue no mesmo sentido. Se uma sobe, puxa a outra para cima. Se uma. Se essa baixa, a outra puxa a outra para baixo,

1730
03:27:49.150 --> 03:27:52.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então o coeficiente de correlação pode ser positivo ou negativo

1731
03:27:53.610 --> 03:28:00.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e zero quando as variáveis são independentes, não existe uma correlação entre elas.

1732
03:28:02.580 --> 03:28:07.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, voltando, por exemplo, o exemplo que eu falei sobre a medição de gás.

1733
03:28:08.900 --> 03:28:13.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O ideal é você fazer sempre buscar, fazer

1734
03:28:13.910 --> 03:28:24.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as condições de pressão e temperatura estável na vazão volumétrica do gás, para que, com o

1735
03:28:25.290 --> 03:28:31.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando você faz uma comparação, colocando o padrão junto com fazendo uma medida por comparação,

1736
03:28:32.110 --> 03:28:37.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você não tem influência dessas variáveis.

1737
03:28:37.710 --> 03:28:43.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, se você está mantendo controlado, estável,

1738
03:28:43.610 --> 03:28:50.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou seja, o que o porque se você inclusive é recomendado você

1739
03:28:50.490 --> 03:28:57.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: numa medição dessa, você fazer medir a pressão e a temperatura do gás

1740
03:28:58.790 --> 03:29:08.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: antes do medidor padrão e também medir a temperatura e a pressão do gás antes do medidor que você está querendo calibrar,

1741
03:29:08.240 --> 03:29:12.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que você tenha certeza de que esses valores estão

1742
03:29:12.640 --> 03:29:22.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: iguais, controlados para que não haja essa correlação. E também que eu possa comparar o resultado da medição

1743
03:29:22.580 --> 03:29:27.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: indicada lá pelo padrão com a do do objeto de calibração.

1744
03:29:30.480 --> 03:29:40.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, por que essa questão da dependência estatística? É importante você tentar minimizar ou se não conseguir quantificar,

1745
03:29:41.400 --> 03:29:45.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é porque a equação mais geral da incerteza.

1746
03:29:47.000 --> 03:29:52.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A equação completa da incerteza de medição é essa equação que está mostrada aqui.

1747
03:29:53.360 --> 03:29:59.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Obviamente que quando eu falo incerteza é a raiz quadrada. Tá,

1748
03:30:00.640 --> 03:30:03.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então isso aqui na verdade, é a variância.

1749
03:30:03.630 --> 03:30:08.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a variância da minha grandeza W, onde W:

1750
03:30:08.790 --> 03:30:13.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela é uma função de várias pode ser uma função de Xy e outras,

1751
03:30:15.380 --> 03:30:21.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que essas variáveis podem ser estatisticamente dependentes ou não.

1752
03:30:22.810 --> 03:30:28.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas considerando a equação mais completa. Eu tenho então a.

1753
03:30:30.010 --> 03:30:45.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu falo muito em separar isso aqui em duas parcelas, mas tudo bem, mas na verdade, não é bem duas parcelas, mas é como se fosse. Vamos considerar essa primeira parte aqui, onde pego as derivadas.

1754
03:30:45.610 --> 03:30:56.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é o símbolo de uma derivada, a derivada parcial da função em relação ao X. Aqui é a derivada parcial da função W. Em relação a Y. Essas derivadas parciais são

1755
03:30:56.780 --> 03:31:00.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: chamadas na mitologia como coeficiente de sensibilidade.

1756
03:31:01.530 --> 03:31:12.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Muitas vezes você pode reescrever dessa forma aqui. Coeficiente de sensibilidade de X Coeficiente de Sensibilidade Y coeficiente de Sensibilidade de Z. O que tiver para frente.

1757
03:31:13.580 --> 03:31:23.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O coeficiente de sensibilidade é quanto a estimativa de cada entrada. Xyz influencia no valor da grandeza d'água.

1758
03:31:24.990 --> 03:31:31.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São derivados. Quando a gente fala em derivada parcial, significa que eu considero que

1759
03:31:32.380 --> 03:31:38.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma é a variável. As outras são constantes. Então, tipo, se W é igual a X mais Y,

1760
03:31:38.870 --> 03:31:53.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é uma função bem simples. Quando eu faço a derivada da função W em relação a X, a única variável é X que você é constante. Então derivada de uma constante é zero. Então eu fico só com a derivada

1761
03:31:53.760 --> 03:32:08.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da função em relação à primeira variável. Aí, quando já é em relação à segunda, vale a primeira situação. O X acaba sendo a constante, e então a variável é Y. Então, quando eu faço a derivada de W em relação a X.

1762
03:32:08.930 --> 03:32:17.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Somente o que estiver ligado a variável X entra como uma componente de derivados. Todas as outras eram

1763
03:32:17.360 --> 03:32:24.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando, em relação a Y vale para isso e assim por diante. Tudo bem, então eu digo que as primeiras parcelas

1764
03:32:26.590 --> 03:32:33.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são as influências de cada grandeza de entrada com relação à saída.

1765
03:32:33.960 --> 03:32:38.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então são as variâncias e os coeficientes de sensibilidade somados

1766
03:32:38.450 --> 03:32:42.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já a partir aqui, desse dois, de onde dá

1767
03:32:43.300 --> 03:32:50.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: derivada em relação a X derivada de dar em relação a Y, o de X, o Zyps,

1768
03:32:50.460 --> 03:32:57.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: caso exista uma correlação entre, por exemplo, X e Y entra o coeficiente de correlação.

1769
03:32:59.260 --> 03:33:04.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se Sis e Y são correlacionadas, entra essa parcela aqui.

1770
03:33:04.890 --> 03:33:08.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu tiver uma terceira variável Z

1771
03:33:08.320 --> 03:33:15.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que ela não for correlacionada com ninguém. Não aparece o coeficiente dela. Mas ela vai estar aqui

1772
03:33:15.600 --> 03:33:17.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nessa derivada aqui.

1773
03:33:17.780 --> 03:33:24.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora, se o Z também é dependente com X, pareceria aqui

1774
03:33:26.080 --> 03:33:36.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: duas vezes a derivada de W em relação a X derivada de W em relação a Z, o de X, o de Z R de X. Então, se

1775
03:33:37.950 --> 03:33:41.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as grandezas forem independentes,

1776
03:33:43.850 --> 03:33:49.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se as grandezas forem independentes. Então os R de Xi forem igual a zero, eu fico com aquela

1777
03:33:49.940 --> 03:33:55.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: expressão aqui, onde as outras duas vezes que deriva tal Some.

1778
03:33:56.280 --> 03:34:03.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu fico só com essa equação aqui. E se normalmente, quando eu faço uma

1779
03:34:03.560 --> 03:34:12.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma medição direta, ou quando eu tenho uma calibração única variável de interesse, o que acaba acontecendo, que esse coeficiente de sensibilidade

1780
03:34:13.460 --> 03:34:15.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é igual a um,

1781
03:34:15.910 --> 03:34:28.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e os R são zero. Então eu fico com aquela primeira equação que a gente viu anteriormente. A incerteza combinada acaba sendo somatória. A variância da grandeza

1782
03:34:28.980 --> 03:34:35.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: combinada, ela acaba sendo igual ao somatório das variâncias das outras X

1783
03:34:35.610 --> 03:34:41.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das certezas, tipo A e tipo B, que é aquela equação mais simples que a gente viu no exemplo anterior.

1784
03:34:42.210 --> 03:34:47.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela é uma simplificação da equação maior, considerando que

1785
03:34:47.870 --> 03:34:56.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não existe dependência estatística, e eu tenho um coeficiente de sensibilidade igual. Amo, mas nem sempre acontece.

1786
03:34:59.340 --> 03:35:05.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui eu vou pegar um caso mostrando que isso não é sempre assim.

1787
03:35:05.510 --> 03:35:12.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E como é importante a gente saber essa questão do coeficiência e sensibilidade, porque muitas vezes

1788
03:35:12.900 --> 03:35:20.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho uma determinada grandeza, que ela é médium.

1789
03:35:20.520 --> 03:35:28.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma determinada grandeza. Não, eu tenho um determinado instrumento de medição, o que mede uma grandeza,

1790
03:35:29.410 --> 03:35:35.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas que o sinal que ele gera e que eu. Mestre, esse sinal é uma grandeza diferente.

1791
03:35:38.160 --> 03:35:40.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou mostrar dois exemplos para vocês.

1792
03:35:41.060 --> 03:35:47.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um deles é que é um Peter Center, cem, ou também conhecido como Rtd.

1793
03:35:47.520 --> 03:35:53.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Rtd é um resistor variável com a temperatura, né?

1794
03:35:54.660 --> 03:36:02.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o coeficiente de sensibilidade. Então eu posso converter como a gente diz aí? Transformar em certeza

1795
03:36:03.970 --> 03:36:07.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse exemplo do sensor de temperatura, o Bt cem.

1796
03:36:09.300 --> 03:36:15.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu falei ali em cima que tem um Ptc, por exemplo, um termopar o termopar. Ele.

1797
03:36:15.510 --> 03:36:18.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele gera millivolts.

1798
03:36:19.260 --> 03:36:26.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então tem uma variação de temperatura, e ele gera Millivolts. Eu faço a medida de millivoltagem.

1799
03:36:27.340 --> 03:36:31.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No caso do Pt cem. No caso do termo resistor,

1800
03:36:32.450 --> 03:36:35.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho a medida de resistência.

1801
03:36:35.710 --> 03:36:40.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele é ele inserido no local, qualquer medir a temperatura.

1802
03:36:41.310 --> 03:36:44.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é um sensorzinho que tem aqui uma resistênciazinha.

1803
03:36:44.960 --> 03:36:47.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse Pt significa que é platina.

1804
03:36:48.370 --> 03:36:52.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O material da resistência, a platina.

1805
03:36:52.370 --> 03:36:56.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E esse número que tem do lado aqui, cem representa o valor

1806
03:36:56.560 --> 03:37:02.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da resistência A numa temperatura de zero graus. Se você olhar pela função aqui.

1807
03:37:02.970 --> 03:37:12.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é a função geral que mostra a relação entre temperatura e resistência.

1808
03:37:13.170 --> 03:37:15.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma equação que se chama Kalanda Evanduce.

1809
03:37:17.200 --> 03:37:22.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a equação de um Pt cem ou de um termo resistor

1810
03:37:23.220 --> 03:37:33.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o Pt é cem. Eu falo porque é o mais comum que é o termômetro de platina cem. Quando a temperatura é zero Rt, temperatura é zero. Eu fico com Rt igual a reserva.

1811
03:37:33.870 --> 03:37:40.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Onde é reserva. Então é o valor da temperatura zero graus, que é no caso para Pt cem. É sem Oms.

1812
03:37:40.880 --> 03:37:42.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O valor de cem homens.

1813
03:37:43.760 --> 03:37:47.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês têm o Pt25 vocês têm o Pt quinhentos

1814
03:37:47.740 --> 03:37:53.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que aí vamos dizer. Pt vinte e cinco é vinte e cinco homens a zero graus Pt quinhentos quinhentos homens, a zero grau.

1815
03:37:53.970 --> 03:37:55.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o mais comum é o Ptc.

1816
03:37:57.910 --> 03:38:06.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a equação do calor elevador me dá a relação entre temperatura e resistência, e

1817
03:38:06.690 --> 03:38:11.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essas constantes R zero é a temperatura. É o valor da resistência a zero graus

1818
03:38:12.080 --> 03:38:15.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o A, B e o C são constantes

1819
03:38:16.310 --> 03:38:22.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que, dependendo do valor aqui da temperatura, por exemplo, C, ela

1820
03:38:22.810 --> 03:38:26.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vale zero para temperaturas até seiscentos e cinquenta graus,

1821
03:38:26.750 --> 03:38:31.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e tem um valor aqui de menos quatro.cento e oitenta e três vezes dez é menos doze,

1822
03:38:32.220 --> 03:38:44.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando a temperatura é negativa, ou acima de seiscentos e cinquenta graus. Então, na maioria das vezes, essa equação aqui, se não estiver trabalhando com temperaturas muito elevadas,

1823
03:38:44.410 --> 03:38:46.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: temperaturas criogênicas abaixo de zero.

1824
03:38:47.240 --> 03:38:49.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho uma equação de segundo grau.

1825
03:38:50.040 --> 03:38:58.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Rt é igual a R zero, que multiplica um mais At mais Bt ou quadrado, uma vez que o C vale zero. Então eu tenho uma equação de segundo grau

1826
03:38:58.750 --> 03:39:03.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e os valores das constantes aí, V e C estão aqui. São valores típicos.

1827
03:39:04.100 --> 03:39:08.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse termômetro. Por que eu chamo de típico? Porque é.

1828
03:39:09.310 --> 03:39:13.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o nominal. É como se fossem os valores nominais, porque

1829
03:39:13.960 --> 03:39:21.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esses valores, A, B e C, eles são determinados numa calibração de um sensor.

1830
03:39:22.640 --> 03:39:29.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, se quiser fazer uma calibração de um Pt cem. Eu posso identificar fazendo uma calibração.

1831
03:39:30.070 --> 03:39:33.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qual é o valor das constantes? A, B

1832
03:39:34.470 --> 03:39:42.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o C praticamente vai ser zero, a menos que o consiga fazer. Calibrações negativas e temperaturas acima de seiscentos e cinquenta graus.

1833
03:39:43.440 --> 03:39:52.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas, a princípio, vamos considerar que esses valores A e B são constantes para os termorresistores de Pt cem

1834
03:39:52.530 --> 03:39:59.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: beleza. Então, o que eu estou falando? Eu quero aqui mostrar como é que o equivalente de sensibilidade

1835
03:39:59.490 --> 03:40:02.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele transforma em certeza. Então vamos continuar.

1836
03:40:02.880 --> 03:40:09.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos considerar que eu quero agora usar esse Pt cem para medir temperaturas positivas até cem graus.

1837
03:40:10.850 --> 03:40:16.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, com isso, facilita aqui as nossas contas, já que o C,

1838
03:40:17.400 --> 03:40:24.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a constante C vale zero. Então eu tenho que é a minha função. Como eu comentei. Vira uma equação de segundo grau

1839
03:40:25.490 --> 03:40:32.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: R que multiplica um mais A T mais Bt ou quadrado beleza. Bom, o meu Bt cem,

1840
03:40:33.430 --> 03:40:37.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o termo resistor. Então, como ele é uma resistência?

1841
03:40:38.220 --> 03:40:40.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu messo

1842
03:40:41.250 --> 03:40:55.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o valor da resistência. Eu tenho a temperatura e meço o valor da Resistência. E como é que dispositivo eu uso para medir a resistência. Eu uso aqui um multímetro ou um omímetro, sei lá. Falei multimímetro,

1843
03:40:56.170 --> 03:41:00.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um medidor multifunção, parte elétrica e esse multímetro

1844
03:41:01.630 --> 03:41:05.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele tem no caso aqui, uma incerteza de medição

1845
03:41:06.050 --> 03:41:08.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: está lá usando um multímetro calibrado,

1846
03:41:08.670 --> 03:41:12.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma incerteza de zero,zero. Três homens

1847
03:41:12.530 --> 03:41:17.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para cá, igual, a dois e noventa e cinco,quarenta e cinco. Então isso aqui é a incerteza do meu time

1848
03:41:18.060 --> 03:41:27.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em ônibus. Só que eu estou medindo temperatura. Gente. Como é que eu posso medir temperatura e dizer que eu tenho uma incerteza na medição de temperatura em ônibus.

1849
03:41:28.380 --> 03:41:29.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem muito sentido.

1850
03:41:30.180 --> 03:41:32.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, como é que eu faço para converter isso?

1851
03:41:34.060 --> 03:41:42.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Calculando o coeficiente de sensibilidade do Ptc em relação a isso? A temperatura. E como é que eu calculo. Coeficiente de sensibilidade, fazendo a derivada da função

1852
03:41:43.430 --> 03:41:51.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: coeficiente de sensibilidade, como a gente viu aqui. Ó coercência de sensibilidade é a derivada aqui, ó

1853
03:41:52.380 --> 03:41:54.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: derivada da função.

1854
03:41:54.590 --> 03:41:59.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que aqui a única variável aqui que eu tenho é a temperatura. Então eu tenho uma derivada

1855
03:41:59.820 --> 03:42:05.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do valor da resistência da função resistência pela temperatura.

1856
03:42:05.180 --> 03:42:08.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando eu derivo essa função aqui

1857
03:42:11.620 --> 03:42:18.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do R em relação à temperatura, eu tenho essa expressão final, porque, como é que vocês lembram,

1858
03:42:18.820 --> 03:42:30.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu nunca viro derivada derivada aqui. É relativamente simples, porque, como eu falei derivada de R em relação a T, que é a temperatura.

1859
03:42:31.010 --> 03:42:40.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A primeira parcela aqui R0 multiplicar um R0 é uma constante, uma derivada de uma constante é zero.

1860
03:42:40.870 --> 03:42:48.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse é reserva. Só só que o R0 multiplica a T a derivada

1861
03:42:48.250 --> 03:42:57.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: R zero é uma constante. A. É uma constante. A derivada de uma constante que multiplica a variável que eu estou derivando é igual a constante. Então a derivada de

1862
03:42:57.980 --> 03:43:01.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: R A T é R A

1863
03:43:03.690 --> 03:43:07.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o reserva multiplica. Aqui também. B tem o quadrado,

1864
03:43:07.420 --> 03:43:15.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é R zero e B é uma constante. Então uma derivada de uma variável elevada a um expoente.

1865
03:43:16.310 --> 03:43:25.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é um expoente dois. A derivada de uma variável é o expoente que multiplica

1866
03:43:25.710 --> 03:43:28.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a variável com expoente menos um,

1867
03:43:28.990 --> 03:43:32.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou seja, a derivada de T ao quadrado é dois T.

1868
03:43:34.490 --> 03:43:40.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que como o R0 e o B são constantes. Estão multiplicando. Então fica R zero.

1869
03:43:41.090 --> 03:43:44.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fica duas vezes r0 vezes B vezes T:

1870
03:43:45.250 --> 03:43:52.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, mas como a reserva também estava multiplicando. A posso jogar ele lá de fora? Então fica a reserva igual a mais duas vezes, Bt:

1871
03:43:53.860 --> 03:43:59.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então esse é o coeficiente de sensibilidade, que depende da temperatura.

1872
03:44:00.350 --> 03:44:05.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse coeficiente de sensibilidade. Ele muda com o valor da temperatura,

1873
03:44:05.550 --> 03:44:11.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas tudo bem, sem nenhum problema. Então, para cada valor de grau celso,

1874
03:44:11.300 --> 03:44:15.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho um diferente sensibilidade. Então, o que eu fiz aqui?

1875
03:44:16.010 --> 03:44:17.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu montei uma tabelinha.

1876
03:44:18.170 --> 03:44:27.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu falei. Vou medir temperatura de zero a dez0 então vamos ter uma tabelinha aqui de temperaturas variando de dez em dez graus, dez, vinte e seis até Dez0

1877
03:44:27.230 --> 03:44:38.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o coeficiente de Sensibilidade é dado por essa expressão. Aqui é a zero que multiplica a mais dois Bt. Foi o que a gente calculou. Então esse valor do coeficiente de sensibilidade, que é o quê?

1878
03:44:39.660 --> 03:44:45.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É derivada do R em relação ao T. Então a grandeza dele.

1879
03:44:45.670 --> 03:44:49.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, a unidade dele é Homes por grau celso,

1880
03:44:51.940 --> 03:45:02.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque é derivada de R em relação à temperatura R é Homes e temperatura é graus Celsius. Então esse coeficiente sensibilidade, a unidade dele é Homs por grau Celsius.

1881
03:45:03.350 --> 03:45:12.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se eu pegar a temperatura multiplicar pelo R0 que é cem. Multiplicar pelo a multiplicar pelo B. O Z é zero. Não aparece

1882
03:45:13.030 --> 03:45:14.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: multiplicar.

1883
03:45:15.640 --> 03:45:19.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho, para cada valor de temperatura. Um coeficiente de sensibilidade aqui.

1884
03:45:23.170 --> 03:45:31.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Botei isso aqui no Excel e fiz essas continhas. Dá para fazer isso aí numa boa, fácil. Fácil, beleza.

1885
03:45:31.330 --> 03:45:37.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, mas agora, como é que eu converto à incerteza em grau celso? Muito simples.

1886
03:45:38.140 --> 03:45:44.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho quem fez a missão com o multímetro em que em honras.

1887
03:45:44.830 --> 03:45:52.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Olha para converter para grau Celsius. O que eu tenho que fazer? Eu tenho que dividir a incerteza do multímetro

1888
03:45:53.220 --> 03:45:55.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo conselho de Sensibilidade.

1889
03:45:57.170 --> 03:46:03.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando eu faço isso, o que acontece quando eu divido pelo coeficiente e sensibilidade? Essa unidade aqui não é?

1890
03:46:03.340 --> 03:46:06.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Homens por grau, Celsius. Então, vai ficar

1891
03:46:06.910 --> 03:46:12.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui? É a parte em termos de grandeza a parte do numerador. Eu tenho Homs

1892
03:46:12.960 --> 03:46:19.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui embaixo. Eu tenho Homs devido para o grau celso. Então o grau celso

1893
03:46:19.840 --> 03:46:29.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vem para o numerador? Porque é divisão de divisão. Ele vira multiplicação. Então vai ficar homens vezes grau Celsius dividido por homem.

1894
03:46:29.530 --> 03:46:32.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, homens, corta com homens. Eu fico com um grau Celsius.

1895
03:46:34.090 --> 03:46:47.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a incerteza do meu multímetro em grau Celsius, nem do multímetro. Mas vai ser, na verdade, a leitura que o multímetro iria dar em temperatura, só que agora convertido para grau Celsius.

1896
03:46:49.450 --> 03:46:54.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, como eu tenho uma incerteza de um multímetro de

1897
03:46:55.220 --> 03:47:02.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como estava ali declarado de zero,zero três para cá, igual a dois. Se eu pegar zero,zero, três.

1898
03:47:02.860 --> 03:47:07.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dividir por dois. E dividir por esse coeficiente de sensibilidade.

1899
03:47:07.160 --> 03:47:09.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho esses valores.

1900
03:47:11.610 --> 03:47:16.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês querem que eu pegue essa tabela que já está pronta, que joga no Excel para mostrar isso para vocês?

1901
03:47:18.630 --> 03:47:21.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está dando para entender, acompanhando essa.

1902
03:47:22.190 --> 03:47:25.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa conta. Se eu fazer as contas aqui.

1903
03:47:26.600 --> 03:47:27.820
TARCISIO NOGUEIRA: Tá dando para entender? Sim.

1904
03:47:29.030 --> 03:47:45.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa incerteza aqui foi obtida. Então, pegando a incerteza do multímetro, que é zero,zero três dividido por dois, porque ela está expandida para cá. Igual a dois. Dividida por dois, dividido por esse coeficiente de sensibilidade aqui.

1905
03:47:45.990 --> 03:47:49.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho aqui para cada valor em temperatura.

1906
03:47:50.870 --> 03:47:57.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma incerteza em grau Celsius, medida por uma, por um

1907
03:47:57.990 --> 03:48:00.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: multimímetro, com uma incerteza em homos.

1908
03:48:01.260 --> 03:48:14.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí agora legal, posso declarar dizer beleza. A minha resistência está medindo. Quer dizer, o meu termo resistiu. Está medindo uma temperatura de cinquenta graus,

1909
03:48:14.890 --> 03:48:21.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas que tem uma incerteza de

1910
03:48:22.330 --> 03:48:32.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: três,nove miligraus dez a menos três miligraus três,nove miligraus celso, aproximadamente quatro.

1911
03:48:34.140 --> 03:48:44.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, o maior valor em torno de quatro, aproximadamente arredondando quatro miligraus de incerteza

1912
03:48:44.730 --> 03:48:52.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para essa faixa de mídia. Temperatura pior situação. Aí, pegando o maior valor, quatro miligraus

1913
03:48:52.780 --> 03:48:56.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de incerteza na medição de temperatura

1914
03:49:00.370 --> 03:49:09.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de novo aqui. Eu não tenho nenhuma outra incerteza a considerar, porque eu estou com um multímetro,

1915
03:49:09.530 --> 03:49:11.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fazendo a medição de uma resistência.

1916
03:49:12.150 --> 03:49:16.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o o Rtd não tem resolução.

1917
03:49:17.660 --> 03:49:23.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, eu estou considerando aqui que para cada valor de temperatura

1918
03:49:24.140 --> 03:49:28.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que ele iria ser sensibilizado pelo valor da medição da resistência que eu vou olhar lá.

1919
03:49:29.140 --> 03:49:43.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho uma incerteza em grau Celsius de três,oito, três,nove, quatro, dependendo do valor da temperatura. À medida que essa temperatura vai subindo, a minha incerteza vai aumentando um pouco por causa do coeficiente de sensibilidade,

1920
03:49:44.830 --> 03:49:55.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é diretamente proporcional aqui à temperatura. Uma vez que o R0 é constante, o A e o B são constantes, a única variável é a temperatura aqui.

1921
03:49:58.750 --> 03:50:07.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então isso aqui é o exemplo de uma medição convertendo aqui um outro exemplo.

1922
03:50:08.890 --> 03:50:15.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, por exemplo, eu tenho um transdutor de pressão transitou de pressão.

1923
03:50:15.940 --> 03:50:20.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Possui uma faixa de medição de zero a dez quilogramas, força por centímetro quadrado

1924
03:50:21.750 --> 03:50:24.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e mede uma saída de corrente.

1925
03:50:24.790 --> 03:50:34.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então todo transnutor tem esse tipo de bom. Você pode pegar agora, por exemplo, pensar que isso aí fosse um transnutor de invasão,

1926
03:50:35.070 --> 03:50:41.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um medidor de pressão diferencial ali, numa placa de orifício

1927
03:50:41.590 --> 03:50:44.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou num Venture ou num Pitot,

1928
03:50:44.750 --> 03:50:52.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que eu estou agora pegando essa variação da pressão ali de entrada.

1929
03:50:53.120 --> 03:51:01.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E mandando essa informação numa forma de um sinal de corrente padronizado de quatro a vinte Mihampa,

1930
03:51:02.420 --> 03:51:08.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o sinal padrão de geração de corrente de transdutor.

1931
03:51:09.480 --> 03:51:19.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma pergunta para vocês. Quer dizer, vocês sabem, esse tipo de coisa, né? Já viram isso. Essa questão da

1932
03:51:19.620 --> 03:51:25.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos translutores, não só de pressão, mas os transmissores.

1933
03:51:26.000 --> 03:51:31.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sinais elétricos. Você tem uma saída de quatro a vinte. Bilhamper concorda comigo nisso.

1934
03:51:33.720 --> 03:51:36.200
TARCISIO NOGUEIRA: Sim, correto. Tem essa saga.

1935
03:51:36.580 --> 03:51:42.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aí é legal. Deixa eu fazer uma pergunta. Você sabe por que começa em quatro? Por que não é de zero a vinte.

1936
03:51:43.620 --> 03:51:45.400
TARCISIO NOGUEIRA: Não sei.

1937
03:51:45.400 --> 03:51:56.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu confesso também para te dizer que o quatro. O motivo eu não sei. Mas por que não é zero? Eu posso te dizer, não é zero, porque

1938
03:51:56.920 --> 03:51:58.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o

1939
03:52:00.030 --> 03:52:07.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: significa que se eu tenho um sinal zero percentual, que é acima de zero, em termos de sinal elétrico,

1940
03:52:08.020 --> 03:52:11.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: qualquer sinal abaixo de quatro milhãopers

1941
03:52:11.870 --> 03:52:17.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: significa que o meu instrumento está fora do zero.

1942
03:52:18.630 --> 03:52:21.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se o cabo estiver aberto. Ele vai dar zero. Não, vai.

1943
03:52:21.970 --> 03:52:26.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então significa que eu sei que está com problema agora. Se o zero fosse zero,

1944
03:52:29.090 --> 03:52:30.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se o cabo tivesse aberto,

1945
03:52:31.080 --> 03:52:36.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu não saberia dizer se o sinal está zerado ou se o cabra está com problema. Mesmo.

1946
03:52:37.340 --> 03:52:38.780
TARCISIO NOGUEIRA: Ah, é? Tem razão.

1947
03:52:39.550 --> 03:52:51.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso vale para sinais pneumáticos. Também. Não sei se vocês já tiveram a oportunidade de ter contato com instrumentação pneumática. Você vê que o zero também não é zero de pressão.

1948
03:52:52.720 --> 03:52:54.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem sempre um valor

1949
03:52:54.650 --> 03:53:04.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acima do zero. Justamente porque se tiver vazamento na tubulação. Qualquer coisa. Você percebe se o sinal de zero está abaixo do mínimo,

1950
03:53:05.380 --> 03:53:08.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é padronizada em termos de

1951
03:53:08.300 --> 03:53:14.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de valores de três a quinze Psi no sistema inglês de três a quinze Psi de livros.

1952
03:53:15.430 --> 03:53:16.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então

1953
03:53:16.870 --> 03:53:27.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a questão aqui é o seguinte: eu tenho então um transdutor que mede zero a dez quilogramas à força por centímetro quadrado, mas tem uma saída

1954
03:53:27.360 --> 03:53:30.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de corrente de quatro a vinte milham Peres para essa variação.

1955
03:53:31.850 --> 03:53:40.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que eu quero fazer agora. E o instrumento que está medindo a saída de corrente é um perímetro, um multímetro

1956
03:53:40.500 --> 03:53:44.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medindo Emilliam pair também com uma incerteza

1957
03:53:45.300 --> 03:53:52.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de zero,dois bilhão perto da mesma coisa. Então eu agora converto a incerteza. Que o time tem impressão.

1958
03:53:53.660 --> 03:54:00.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Volto a dizer, calculando coeficiente sensibilidade da função

1959
03:54:01.320 --> 03:54:05.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é pressão em relação à corrente. E como é que eu determina essa função?

1960
03:54:06.680 --> 03:54:08.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É pressão corrente.

1961
03:54:08.680 --> 03:54:13.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí eu posso montar uma tabelinha, já que eu sei que é uma relação linear

1962
03:54:14.120 --> 03:54:19.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero a dez representa quatro a vinte. E isso funciona de forma linear.

1963
03:54:19.530 --> 03:54:24.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, tipo zero a quatro mm, pés, dez é vinte milham pé,

1964
03:54:24.270 --> 03:54:29.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: metade de dez a dez quilogramas é cinco.

1965
03:54:29.980 --> 03:54:37.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Metade da faixa de corrente dá doze, porque quatro a vinte. Você tem uma faixa de

1966
03:54:37.810 --> 03:54:39.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de dezasseis. Não é isso,

1967
03:54:41.110 --> 03:54:48.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só que metade de dezasseis é oito, mas como zero é elevado, é oito mais quatro,doze,

1968
03:54:49.130 --> 03:54:50.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então cinquenta dá doze.

1969
03:54:51.320 --> 03:54:58.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E os outros ali, que é metade, por exemplo, dois,cinco, metade de cinco. Então metade ali, da faixa é

1970
03:54:58.650 --> 03:54:59.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quatro.

1971
03:55:00.690 --> 03:55:11.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quatro, oito, doze, dezasseis e dois0 representa zero, dois,cinco, cinquenta, sete,cinco e dez. Bom, e aí eu montei. Peguei essa tabelinha, coloquei no Excel.

1972
03:55:12.450 --> 03:55:23.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí eu pergunto de novo isso, vocês sabem fazer, né? Também a partir de dados aqui, entrando no Excel, pedir para o Excel traçar,

1973
03:55:23.790 --> 03:55:28.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: botar a função e a equação.

1974
03:55:29.890 --> 03:55:31.689
TARCISIO NOGUEIRA: Sim, sim. Isso aí é tranquilo.

1975
03:55:32.060 --> 03:55:35.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É então beleza. Então aí eu tenho a função.

1976
03:55:36.240 --> 03:55:39.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa é a função que relaciona a pressão concorrente

1977
03:55:40.930 --> 03:55:44.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é igual a zero,625 I menos dois,cinco

1978
03:55:45.160 --> 03:55:49.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o valor dessa função. Bom, o coeficiente de sensibilidade é a derivada

1979
03:55:49.780 --> 03:55:52.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: derivada de Q da pressão em relação à corrente.

1980
03:55:53.190 --> 03:55:56.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qual é a única variável que eu tenho aqui? Corrente

1981
03:55:56.410 --> 03:56:11.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dois,cinco é constante. Então a derivada é zero. Então, quando eu derivo uma constante em relação à variável. O meu covid sensibilidade vai dar zero,625 que é esse número aqui? Agora, que unidade

1982
03:56:11.840 --> 03:56:14.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pressão? Por milhão. Pé.

1983
03:56:14.980 --> 03:56:20.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quilograma, força por centímetro quadrado de pressão dividido por Milliam Pierre.

1984
03:56:21.400 --> 03:56:33.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Beleza. Mas eu tenho uma incerteza em corrente. Como é que agora. Então eu convido. Eu transformo essa incerteza em corrente em pressão, simplesmente pegando a incerteza do meu,

1985
03:56:33.650 --> 03:56:42.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: multiplicando pelo coeficiente de sensibilidade, porque aqui quando eu multipligo. Ele é um pé.

1986
03:56:43.260 --> 03:56:50.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Corta com esse milho em pé. Eu fico com uma incerteza. Em que holograma? Força, sentido padrão

1987
03:56:50.500 --> 03:56:54.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que era isso que interessava fazer. Então, ou seja,

1988
03:56:55.930 --> 03:56:59.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu agora sei que esse meu transdutor de pressão,

1989
03:57:01.140 --> 03:57:04.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a corrente que está sendo medida que tem lá

1990
03:57:04.750 --> 03:57:12.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma incerteza em Milham pé pode ser convertida para uma incerteza em é impressão.

1991
03:57:14.660 --> 03:57:19.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso significa o que se eu estou medindo, por exemplo,

1992
03:57:19.700 --> 03:57:28.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cinco quilogramas, força por centímetro quadrado. Eu tenho uma incerteza de zero,zerozero, seiscentos e vinte e cinco quilogramas força por centímetro quadrado.

1993
03:57:36.870 --> 03:57:46.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Claro que na hora que eu vou declarar isso. Aqui está uma certeza padrão. Quando eu vou expandir, eu vou multiplicar isso por dois. E eu vou.

1994
03:57:46.700 --> 03:57:48.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E vou também.

1995
03:57:48.300 --> 03:57:49.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É.

1996
03:57:49.580 --> 03:57:57.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É como dizer: eu vou arredondar isso para, no máximo dois aguardejos significativos. Então, ou seja,

1997
03:57:57.980 --> 03:58:05.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: qual seria a declaração final da incerteza expandida. Aí vou pegar isso aqui a zero,zero,

1998
03:58:06.130 --> 03:58:13.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: seiscentos e vinte e cinco multiplicar por dois. Então eu tenho zero,zero, um vinte e cinco.

1999
03:58:14.000 --> 03:58:17.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando eu vou declarar isso aí para,

2000
03:58:17.830 --> 03:58:26.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no máximo dois algoritmos significativos, vai ficar com zero,zerozero, doze, ou melhor, zero,zero, treze

2001
03:58:27.580 --> 03:58:32.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero,zero, um3 quilograma à força por centímetro quadrado,

2002
03:58:35.190 --> 03:58:42.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque treze tem dois agora significativos que os outros dois são zero trilogramas, força por seis gêmeos quadrados,

2003
03:58:42.480 --> 03:58:50.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como o transdutor não tem resolução. Também só entro com a incerteza do

2004
03:58:51.430 --> 03:58:54.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o tímido nesse processo, porque foi a única.

2005
03:58:54.670 --> 03:59:00.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o único instrumento utilizado para poder fazer essa medição.

2006
03:59:05.200 --> 03:59:14.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá, então uma outra forma de você calcular incerteza

2007
03:59:14.560 --> 03:59:24.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é através. Muitas vezes eu declaro incerteza de forma relativa em porcentagem.

2008
03:59:25.720 --> 03:59:33.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu posso, de repente, considerar o cálculo, considerando as incertezas relativas,

2009
03:59:33.470 --> 03:59:36.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só que, se eu tenho uma determinada função,

2010
03:59:37.190 --> 03:59:43.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se as grandezas forem independentes. Beleza, eu posso calcular de uma forma simples,

2011
03:59:44.260 --> 03:59:52.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza relativa. Se elas forem dependentes. Aí eu tenho que calcular a incerteza. Considerando

2012
03:59:52.350 --> 03:59:57.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as dependências e aquelas derivadas, essa incerteza relativa permite que eu,

2013
03:59:57.730 --> 04:00:05.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu não preciso calcular derivada, fazer as derivadas. Eu uso uma determinada expressão já matemática ali fácil

2014
04:00:06.070 --> 04:00:08.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para calcular. Então, por exemplo, se eu tenho

2015
04:00:08.650 --> 04:00:14.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma função. Quer dizer, Y é igual a Z, X, F é igual a X vez. Y,

2016
04:00:19.280 --> 04:00:26.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo, na parte elétrica, tensão é igual resistência, mas corrente V igual ri.

2017
04:00:27.180 --> 04:00:28.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é um produto.

2018
04:00:29.430 --> 04:00:32.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a incerteza relativa aqui,

2019
04:00:32.580 --> 04:00:41.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele é simplesmente calculado aqui o de X sobre X é uma incerteza relativa. O de X sobre X é uma incerteza relativa.

2020
04:00:41.890 --> 04:00:49.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho aqui as variáveis. Xy, eu posso calcular as incertezas relativas.

2021
04:00:49.800 --> 04:00:52.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E como elas estão combinadas, eu somo, né?

2022
04:00:53.140 --> 04:01:03.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As incertezas. Vamos lá. Quando eu falo incerteza, lembro que eu sempre vou somar variância. Então o de X sobre X é o quadrado mais o de Y sobre Y ao quadrado

2023
04:01:03.180 --> 04:01:04.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que extrai a raiz quadrada.

2024
04:01:05.850 --> 04:01:10.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que como eu estou calculando a incerteza, que também é o de F sobre f

2025
04:01:10.920 --> 04:01:14.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o fio. Então multiplica aqui, e aí eu tenho a.

2026
04:01:15.320 --> 04:01:18.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, com certeza.

2027
04:01:20.360 --> 04:01:25.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Do Dieff. Calculando dessa forma e para produto e.

2028
04:01:26.880 --> 04:01:31.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E de visão, a expressão é a mesma. É igualzinho

2029
04:01:32.820 --> 04:01:43.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando eu tenho uma potência. Por exemplo, X é elevada a m, parecido com a derivada. Quando eu derivo m quando eu Derivo X em relação a M. A derivada é M que multiplica a X.

2030
04:01:44.520 --> 04:01:45.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que aqui

2031
04:01:45.980 --> 04:01:51.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você está trabalhando também. Com certeza relativa. Então é M que multiplica o de X sobre X

2032
04:01:51.620 --> 04:01:55.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aqui. Como eu digo de F sobre F o F. Multiplica isso aqui.

2033
04:01:56.170 --> 04:02:00.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu ainda tenho soma aqui. Soma de de

2034
04:02:00.560 --> 04:02:04.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: potências. Aqui X é elevada. P mais Y elevada Q.

2035
04:02:04.590 --> 04:02:10.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você também. X é levado a P é igual esse aqui P que multiplica o de X sobre X

2036
04:02:11.040 --> 04:02:20.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ao quadrado. Só que aí você tem a outra. Aqui é Q que multiplica o de Y ao quadrado. Y multiplica o F. Então você tem aqui por essas algumas funções. Aqui

2037
04:02:20.490 --> 04:02:21.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já tem um resultado.

2038
04:02:23.350 --> 04:02:30.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se é uma função logarítica, é base dez. Se é logarítico neperiano, se é uma exponencial, você já tem as funções aqui,

2039
04:02:30.930 --> 04:02:35.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é só usar direto essas expressões matemáticas fica fácil de fazer

2040
04:02:36.970 --> 04:02:39.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando eu trabalho com incerteza relativa.

2041
04:02:40.660 --> 04:02:50.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí, o grau de liberdade, também efetivo da incerteza combinada, porque tudo bem, isso aqui acaba sendo uma incerteza combinada.

2042
04:02:50.860 --> 04:02:57.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O de F é uma incerteza combinada de X e de Y. Então o grau de

2043
04:02:58.480 --> 04:03:07.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de liberdade. Ele tem que ser calculado usando a equação de Welch, mais considerando também certezas relativas.

2044
04:03:07.750 --> 04:03:16.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, aqui, em vez de usar somente a incerteza combinada à quarta não é a incerteza relativa

2045
04:03:17.280 --> 04:03:21.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: elevado. A quarta, ou seja, aqui pegar o de

2046
04:03:21.340 --> 04:03:25.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o de C, dividido por C elevado a quatro

2047
04:03:26.600 --> 04:03:32.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui seria o de R um dividido por R1 elevado a quatro U de R2

2048
04:03:33.070 --> 04:03:44.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dividido para R2 elevada a quatro. Então, para cada uma delas, eu faço desse jeito, considerando os graus de liberdade em função das grandezas que eu estou fazendo,

2049
04:03:45.910 --> 04:03:51.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e calculo o grau de liberdade efetiva daquela outra mesma forma. Depois vou multiplicar.

2050
04:03:51.690 --> 04:03:58.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou ver qual é o fator de abrangência e calculo o resultado final.

2051
04:03:59.070 --> 04:04:09.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui também, essa questão da incerteza relativa é interessante, também, de você avaliar e utilizar quando eu trabalho com grandezas diferentes.

2052
04:04:10.380 --> 04:04:18.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando eu tenho relações diferentes, por exemplo, massa específica.

2053
04:04:20.520 --> 04:04:26.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, eu vou fazer esse exemplo para essa barra aqui, mas um exemplo que talvez vocês estejam mais acostumados.

2054
04:04:27.270 --> 04:04:36.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A densidade, a massa específica de um produto é uma relação entre massa e volume, certo?

2055
04:04:36.980 --> 04:04:40.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Massa e volume, massa.

2056
04:04:41.420 --> 04:04:44.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A unidade de massa pode ser quilograma.

2057
04:04:44.830 --> 04:04:46.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser grama, né?

2058
04:04:46.610 --> 04:04:58.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos considerar, tipo grana, não quilograma. Unidade do Sistema internacional. Unidade de massa, quilograma, o volume metro cúbico.

2059
04:05:02.600 --> 04:05:08.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a relação mais específica é quilograma por metro cúbico. Concorda.

2060
04:05:10.760 --> 04:05:12.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quilograma por metro cúbico.

2061
04:05:13.680 --> 04:05:25.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a incerteza, a incerteza da massa específica em quilograma por metro cúbico.

2062
04:05:28.170 --> 04:05:40.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que a incerteza da massa é quilograma e a incerteza do volume é metro cúbico.

2063
04:05:40.800 --> 04:05:47.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu simplesmente é montar aqui quilograma elevada a quarta

2064
04:05:49.420 --> 04:05:51.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelo grau de liberdade que é um número

2065
04:05:51.740 --> 04:05:54.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, metro cúbico é levado. A quarta

2066
04:05:54.660 --> 04:05:58.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: foi o lugar de liberdade que é o número aqui. Quilograma

2067
04:05:59.690 --> 04:06:01.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por metro cúbico elevado. A quarta

2068
04:06:01.940 --> 04:06:04.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por esse número que eu quero calcular.

2069
04:06:05.090 --> 04:06:10.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como é que eu vou ter um número adimensional? Não vou conseguir.

2070
04:06:12.670 --> 04:06:19.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o grau de liberdade é um número adimensional. Quando eu trabalho com grandezas iguais, não tem nenhum problema.

2071
04:06:20.900 --> 04:06:33.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora, quando eu trabalho com grandezas distintas, eu tenho que transformar esses números aqui, nos números admissionais, e aí, usando a incerteza relativa, isso fica.

2072
04:06:33.850 --> 04:06:42.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse problema fica eliminado, porque o Didi, o Didier, o de X sobre X.

2073
04:06:42.820 --> 04:06:44.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um número.

2074
04:06:44.750 --> 04:06:47.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não tem nenhuma grandeza envolvida. Tem

2075
04:06:47.890 --> 04:06:50.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o de X. Tem a mesma grandeza de X.

2076
04:06:52.250 --> 04:06:53.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem a mesma unidade.

2077
04:06:54.270 --> 04:06:55.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui vira um número.

2078
04:06:58.860 --> 04:07:07.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então quando eu faço isso? Considerando grandezas diferentes, eu só vou ter número aí eu posso calcular.

2079
04:07:07.570 --> 04:07:19.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou mostrar isso. No exemplo, tem uma barra cilíndica de metal que eu quero calcular a massa específica.

2080
04:07:20.720 --> 04:07:24.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu quero calcular massa específico, ou seja a densidade dessa barra.

2081
04:07:26.040 --> 04:07:29.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que é a relação de massa por volume?

2082
04:07:30.530 --> 04:07:33.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acabei de falar isso aí. Agora. Massa por volume.

2083
04:07:34.980 --> 04:07:45.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho medidas aqui só para ficar mais simples. Medidas dizendo que essas medidas são estatisticamente independentes,

2084
04:07:46.960 --> 04:07:53.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: principalmente o diâmetro e o comprimento, porque tem a mesma grandeza, tipo centímetro e centímetro.

2085
04:07:54.810 --> 04:07:57.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não considerar que eu me disse aqui, com

2086
04:07:57.360 --> 04:08:10.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: situações bem controladas e uma não influencia na outra. Ou usei instrumentos diferentes para medir o diâmetro e o Edge. Então você não tem dependência estatística, então elas são independentes.

2087
04:08:12.550 --> 04:08:14.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Elas são independentes.

2088
04:08:14.360 --> 04:08:23.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, sendo independente, eu posso inclusive fazer o cálculo, considerando a incerteza relativa que fica mais simples do que fazer as derivadas. Aí,

2089
04:08:23.460 --> 04:08:26.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então a massa específica é

2090
04:08:27.060 --> 04:08:33.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: volume. É massa dividida por volume. Bom, como é que o volume de um cilindro é o quê?

2091
04:08:34.540 --> 04:08:38.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Área da base da altura. Área da base.

2092
04:08:39.060 --> 04:08:41.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ali é uma referência.

2093
04:08:41.960 --> 04:08:50.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pi deu quadrado sobre quatro Pi. Diâmetro quadrado, dívida por quatro vez, a altura. L.

2094
04:08:50.740 --> 04:09:00.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho um volume. Então, D. O quadrado L dividido por quatro é o volume para cada medida.

2095
04:09:00.840 --> 04:09:06.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu já tenho aqui já foi feito o cálculo anteriormente. E me diz aqui: um dia foi medido.

2096
04:09:06.790 --> 04:09:21.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deu dois,cinco com uma incerteza de zero,um para cá, igual a dois,trinta e sete o cumprimento trinta,48 com uma incerteza de zero,um centímetro também para cá dois,2oito. E a massa

2097
04:09:21.930 --> 04:09:26.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: foi feita uma medição de R um.um58 gramas

2098
04:09:26.580 --> 04:09:33.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais ou menos zero,um para cada dois,vinte e três. Tudo isso considerando noventa e cinco.quarenta e cinco. Bom, eu quero calcular

2099
04:09:33.990 --> 04:09:37.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a densidade mais específica da barra e a incerteza.

2100
04:09:40.500 --> 04:09:42.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então vamos lá. Vamos fazer o cálculo.

2101
04:09:43.290 --> 04:09:49.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A densidade é massa por volume, então é massa dividida pelo volume Pi D, o quadrado N sobre quarto.

2102
04:09:49.710 --> 04:09:58.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a massa específica é 4m que D ao quadrado. L então, 4m, que d ao quadrado L. Eu posso reescrever essa

2103
04:09:58.640 --> 04:10:07.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa equação aqui. Só que depois, quando eu for trabalhar com as incertezas relativas. Fica mais fácil para eu mostrar para vocês.

2104
04:10:07.460 --> 04:10:14.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é igual a quatro, dirigido por Pi, que multiplica m, que multiplica d elevada a menos dois

2105
04:10:14.910 --> 04:10:22.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: está no denominador. Então um é que pode multiplicar por expoente negativo. E o L também está no denominador.

2106
04:10:22.830 --> 04:10:24.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um expoente negativo.

2107
04:10:26.100 --> 04:10:31.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estão pegando aqueles valores de denominar lá da massa, do diâmetro e do comprimento,

2108
04:10:32.120 --> 04:10:34.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: multiplicando por quatro, dividindo por Pi.

2109
04:10:34.750 --> 04:10:43.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho que a massa específica nessas condições vale sete,setenta e dois,

2110
04:10:43.630 --> 04:10:48.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aproximadamente sete,setenta e quatro quilogramas. É quilograma

2111
04:10:49.200 --> 04:10:51.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no grama, não grama, por centímetro

2112
04:10:52.430 --> 04:10:59.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: grama por centímetro cúbico. Então, a densidade da barra sete,setenta e quatro gramas por centímetro cúbico.

2113
04:11:00.260 --> 04:11:06.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por que eu também estou falando? Em setenta e quatro. Depois a gente vai ver por que vai arredondar para setenta e quatro?

2114
04:11:07.230 --> 04:11:10.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque eu tenho que trabalhar com

2115
04:11:10.750 --> 04:11:13.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em número de jogadores significativos adequados.

2116
04:11:14.770 --> 04:11:22.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que é o número significativos adequado tem que ver qual é o número significativo da massa e da

2117
04:11:22.480 --> 04:11:28.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do diâmetro ali e do comprimento para poder ver

2118
04:11:30.440 --> 04:11:36.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a massa tem quatro. Agora é significativos. Como é cinco. Um, dois, três, quatro, cinco.

2119
04:11:37.010 --> 04:11:41.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O diâmetro tem três. O cumprimento tem quatro.

2120
04:11:41.250 --> 04:11:58.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o resultado dessa divisão, aí, multiplicação tem que ter, no máximo o número de algarismos significativos da parcela que tem o menor número de algarismos significativos, que é o Diabo três. Então aqui eu posso declarar, no máximo, com três algoritmos significativos, ou seja, esse valor aqui tem que ser.

2121
04:11:59.120 --> 04:12:02.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou até escrever aqui. Agora, vou inserir.

2122
04:12:05.410 --> 04:12:09.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui o meu é

2123
04:12:23.290 --> 04:12:26.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a minha massa específica. Felicidade é igual a

2124
04:12:27.390 --> 04:12:33.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sete,setenta e quatro. Só posso escrever no máximo três. Agora é significativo.

2125
04:12:33.980 --> 04:12:37.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Grama por centímetro cúbico.

2126
04:12:39.090 --> 04:12:46.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau, é o máximo que eu posso declarar incerteza aqui.

2127
04:12:48.650 --> 04:12:50.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mais do que isso. Eu não posso declarar.

2128
04:12:51.210 --> 04:12:53.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tenho certeza. Não tenho certeza errada.

2129
04:12:54.080 --> 04:13:02.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não posso declarar com mais do que três lugares significativos. A a densidade tá bom,

2130
04:13:03.100 --> 04:13:09.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então esse número de lugares significativos aqui são em casa decimais. Inclusive vai

2131
04:13:09.850 --> 04:13:18.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ser um limitante lá na hora de eu declarar a incerteza também do valor da densidade.

2132
04:13:18.780 --> 04:13:22.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, agora vamos ver o cálculo dá

2133
04:13:22.270 --> 04:13:30.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: incerteza da densidade, considerando as parcelas massa, diâmetro e comprimento.

2134
04:13:31.610 --> 04:13:34.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considerando cada parcela dessa.

2135
04:13:34.700 --> 04:13:43.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa incerteza combinada, a equação da massa específica, ou densidade,

2136
04:13:43.180 --> 04:13:47.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é isso aqui, né? Quatro dividido por Pi. Lembra M de ao quadrado

2137
04:13:48.160 --> 04:13:53.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: D é elevada, menos dois. É elevada, menos um. Então, usando a expressão

2138
04:13:53.810 --> 04:13:59.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da incerteza relativa que fica mais fácil, o de F sobre F.

2139
04:14:01.550 --> 04:14:07.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, onde f é a minha densidade? Então vai dar

2140
04:14:08.880 --> 04:14:18.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza da densidade é igual. O valor da densidade que multiplica a raiz quadrada das incertezas relativas de cada componente,

2141
04:14:20.130 --> 04:14:23.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então, incerteza relativa de M quatro

2142
04:14:24.040 --> 04:14:29.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quatro sobre Pi. Não entra nessa questão, porque isso é uma constante constante. Não tem certeza? Então

2143
04:14:29.990 --> 04:14:33.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não entra no carro, não entra no carro com aquilo.

2144
04:14:34.380 --> 04:14:41.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela é uma constante. É como se fosse derivar uma constante. Ela é zero. Então, ela não entra aqui não aparece essa parcela.

2145
04:14:44.000 --> 04:14:47.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é a incerteza da massa sobre a massa elevada ao quadrado.

2146
04:14:49.510 --> 04:14:56.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas qual é a outra componente aqui? O D, então seria a incerteza de D sobre D. Só que D.

2147
04:14:56.650 --> 04:14:59.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela tem um expoente. Então, lembrando lá

2148
04:15:00.030 --> 04:15:07.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o expoente vem multiplicar aqui. Só que é negativo. Então é menos dois que multiplica o de D sob D,

2149
04:15:08.010 --> 04:15:14.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas tudo bem, esse menos aqui vai acabar como isso aqui tudo é o quadrado. Vai depois ficar positivo.

2150
04:15:14.570 --> 04:15:19.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o l mesma coisa. Como você tem um expoente aqui,

2151
04:15:19.150 --> 04:15:21.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então a mesma coisa. É como se fosse menos um

2152
04:15:22.760 --> 04:15:30.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que multiplica o de L sobre l elevado a quadrado. Então está aqui. Eu não preciso. Não precisei calcular derivada nenhuma.

2153
04:15:31.690 --> 04:15:36.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não precisa calcular a derivada aí. Agora é de bom, tá bom.

2154
04:15:36.950 --> 04:15:42.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quais o que a gente tinha ali? Um.cento e cinquenta e oito de dois,cinco

2155
04:15:42.910 --> 04:15:50.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o l trinta,quarenta e oito foram divididas e as incertezas. Ah, eu tinha as incertezas expandidas declaradas lá. Zero,um

2156
04:15:51.900 --> 04:15:53.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para cá, dois,vinte e três.

2157
04:15:54.720 --> 04:16:03.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Didier era zero,um para cá, dois,trinta e sete e o Gl também era zero,um, mas o cara dois,2oito.

2158
04:16:04.240 --> 04:16:08.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é a forma de escrever na incerteza padronizada.

2159
04:16:11.080 --> 04:16:19.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, agora, pegando esses valores, e esses aqui, colocando nessa expressão,

2160
04:16:19.530 --> 04:16:23.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu chego a um cálculo fazendo

2161
04:16:24.160 --> 04:16:26.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se fizer esses cálculos aqui, vai me dar

2162
04:16:26.830 --> 04:16:33.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma incerteza de zero,dois, sessenta e um quinhentos e nove gramas por centímetro cúbico.

2163
04:16:35.470 --> 04:16:42.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, agora que vem a questão, depois que eu calculo a incerteza combinada, isso aqui é a incerteza combinada

2164
04:16:42.880 --> 04:16:45.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dá massa específica.

2165
04:16:45.920 --> 04:16:48.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu preciso calcular verdade, né?

2166
04:16:51.570 --> 04:16:59.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O grau de liberdade. Então eu vou usar aquela incerteza relativa.

2167
04:16:59.430 --> 04:17:05.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por quê? Porque isso aqui, ó, é grama por centímetro cúbico.

2168
04:17:05.230 --> 04:17:09.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é grama. Isso aqui é centímetro. Isso aqui é centímetro.

2169
04:17:11.680 --> 04:17:20.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando eu pego grama por centímetro cúbico. Divido por grama, por centímetro cúbico. Vira um número sem dimensão.

2170
04:17:20.870 --> 04:17:23.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando pega um grama de vidro por grama, é um número

2171
04:17:24.210 --> 04:17:31.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: centímetro de vida por centímetro é um número. É aqui a mesma coisa. Agora eu posso, a partir dessa expressão aqui,

2172
04:17:31.690 --> 04:17:35.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: calcular o grau de liberdade efetivo,

2173
04:17:35.350 --> 04:17:38.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o que me interessa, porque esses outros aqui

2174
04:17:38.860 --> 04:17:41.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu já tenho que vem lá. Do.

2175
04:17:41.650 --> 04:17:48.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Da tabela T de estudo e os respectivos valores em função dos fatores de abrangência, por exemplo,

2176
04:17:48.510 --> 04:17:53.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a massa, que é dois,23 o glauco de verdade é doze

2177
04:17:54.030 --> 04:17:58.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para o diâmetro que o cai. Dois,trinta e sete. O grau de liberdade é oito.

2178
04:17:59.140 --> 04:18:05.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu cumprimento que o Cardoso. O grau de liberdade é dez. Isso eu trouxe lá da tabela T de estudante.

2179
04:18:09.650 --> 04:18:14.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eles quiserem, eu posso voltar lá na tabela. Mas acreditem que é isso mesmo

2180
04:18:16.360 --> 04:18:33.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bom. Então agora eu tenho tudo porque eu tenho a incerteza do M. O valor do M. Tenho o grau de liberdade. Tenho essa incerteza combinada aqui, tenho o valor da densidade. A única variável que tenho é o grau de liberdade efetivo. Então agora

2181
04:18:34.510 --> 04:18:47.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é calcular. Trouxe para cá. Montei todas as equações aqui. Calculei um grau de liberdade de cento e vinte e oito. Deu cento e vinte e oito,quarenta e sete,dezassete.

2182
04:18:47.800 --> 04:18:53.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso não está lá na minha tabela tem estudos, mas eu usando o Excel, a função inve t Bc.

2183
04:18:56.420 --> 04:19:00.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho que cá vale dois,dois,

2184
04:19:02.430 --> 04:19:08.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aproximadamente, né? Tem outras casas aqui, mas eu passei. Rendei para duas casas nesse mais só dois,dois.

2185
04:19:09.970 --> 04:19:19.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a incerteza expandida. Então vai ser o dois,dois que vai multiplicar aquele valor ali. De zero,2619

2186
04:19:21.520 --> 04:19:27.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí eu tenho zero,cinco vinte e oito alguma coisa assim de novo. Então,

2187
04:19:27.600 --> 04:19:32.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando eu vou arredondar isso aqui para duas casas decimais.

2188
04:19:33.900 --> 04:19:35.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui

2189
04:19:36.710 --> 04:19:54.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ficaria zero,cinco porque aqui o oito passa para três o três. Se eu fosse arredondar, somente considerando a regra de arredondamento, ficaria zero,cinco. Mas para ser conservador, no sentido de que a incerteza deu maior

2190
04:19:54.190 --> 04:20:01.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: calculado aqui, maior do que zero,cinco. Então eu considero aqui para ser mais conservador que eu. Vou colocar uma incerteza

2191
04:20:01.720 --> 04:20:05.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero,seis grama por centímetro couro.

2192
04:20:06.660 --> 04:20:12.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o resultado final vai dar uma massa específica

2193
04:20:14.010 --> 04:20:18.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de sete,setenta e quatro para dois agora significativos,

2194
04:20:19.170 --> 04:20:29.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dois algarismos, não duas casas decimais, mais ou menos zero,seis gramas por centímetro para cá é igual a dois,dois e noventa e cinco,quarenta e cinco de confiabilidade meteorológica

2195
04:20:36.200 --> 04:20:38.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então tranquilo.

2196
04:20:44.420 --> 04:20:45.760
TARCISIO NOGUEIRA: Tranquilo.

2197
04:20:46.830 --> 04:20:49.799
TARCISIO NOGUEIRA: É cálculo que não acaba mais.

2198
04:20:50.760 --> 04:20:51.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso é verdade?

2199
04:20:52.720 --> 04:20:55.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É cálculo que não acabou.

2200
04:20:56.060 --> 04:20:57.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acabou. Chegou a hora.

2201
04:20:57.400 --> 04:20:59.130
TARCISIO NOGUEIRA: Verdade.

2202
04:20:59.130 --> 04:21:00.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Chegou a hora que acabou.

2203
04:21:01.540 --> 04:21:08.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas realmente você tem. Envolve um monte de coisas de grandezas tão distintas. Então fica mais

2204
04:21:09.180 --> 04:21:11.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: complicado, mas tudo bem.

2205
04:21:13.520 --> 04:21:14.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom,

2206
04:21:14.790 --> 04:21:22.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente estava falando. É, vamos lá. Acho que em termos de incerteza, a gente também já viu tudo o que precisava aqui,

2207
04:21:23.590 --> 04:21:27.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da metodologia de cálculo de avaliação da incerteza de missão.

2208
04:21:31.140 --> 04:21:35.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um padrão de medição.

2209
04:21:38.700 --> 04:21:40.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Gente, vamos dar um.

2210
04:21:40.900 --> 04:21:43.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos fazer? São quinze.

2211
04:21:43.480 --> 04:21:46.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É quase isso. Quinze partes. Três.

2212
04:21:46.820 --> 04:21:48.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos dar um intervalinho.

2213
04:21:49.850 --> 04:21:52.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora são vinte, né? São vinte para as três.

2214
04:21:52.880 --> 04:21:55.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos dar um intervalinho aqui uns dez minutinhos.

2215
04:21:55.850 --> 04:22:00.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí depois a gente até o final. Pode ser assim.

2216
04:22:01.980 --> 04:22:03.920
TARCISIO NOGUEIRA: Mas sim, fechou.

2217
04:22:05.370 --> 04:22:12.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Beleza. Aí a gente vai ver isso aqui e tal. E vai fechar. Tranquilo, gente. Meninas, vocês estão muito caladas. Está tudo em paz.

2218
04:22:13.110 --> 04:22:15.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estão aí ou foram nocauteadas com esse molecóptero?

2219
04:22:15.530 --> 04:22:18.659
ENAIELLY CRUZ: Assim que fica tranquilo.

2220
04:22:18.880 --> 04:22:22.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É beleza.

2221
04:22:23.260 --> 04:22:25.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, até daqui a pouco. Aí gente.

2222
04:22:25.670 --> 04:22:27.530
Rosangela Rajoy: Tudo certo. Obrigada, professor.

2223
04:22:27.580 --> 04:22:29.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Até daqui a pouquinho.

2224
04:31:17.100 --> 04:31:19.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, vamos nós. Então vamos retomando aqui.

2225
04:31:20.580 --> 04:31:26.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um padrão de medição.

2226
04:31:27.520 --> 04:31:33.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a definição que a gente tem no vocabulário internacional de padrão. A gente fala tanto em padrão, mas

2227
04:31:34.130 --> 04:31:43.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a definição dele representa o que realização da definição quer dizer um padrão. Ele define a realização.

2228
04:31:44.430 --> 04:31:54.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O padrão é a realização da definição de uma dada grandeza, com um valor determinado e uma incerteza de medição associada

2229
04:31:55.370 --> 04:31:59.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é utilizado como referência. Então, quer dizer o padrão.

2230
04:31:59.170 --> 04:32:02.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é como se fosse a definição daquela grandeza.

2231
04:32:03.170 --> 04:32:10.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que você tem uma incerteza também associada a esse padrão aqui. Um padrão de massa.

2232
04:32:10.880 --> 04:32:13.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desenho aqui de uma massa padrão.

2233
04:32:13.510 --> 04:32:17.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela representa então a grandeza, massa

2234
04:32:18.000 --> 04:32:24.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e tem uma incerteza associada. Tem uma massa, por exemplo, de um quilograma, e tem uma incerteza lá de três micologramas.

2235
04:32:26.480 --> 04:32:31.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é um registor padrão usado na parte elétrica.

2236
04:32:33.340 --> 04:32:41.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem também um valor definido. Representa uma grandeza. Homens no caso aqui, por exemplo, sem homens, com uma incerteza de um micro ônibus,

2237
04:32:42.480 --> 04:32:49.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um material de referência, por exemplo, uma solução é ph solução tampão.

2238
04:32:50.370 --> 04:32:57.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele tem um determinado valor também aqui. Solução do tampão com ph. Referência sete,zero setenta e dois,

2239
04:32:57.970 --> 04:33:01.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com uma incerteza lá de zero,zero, seis,

2240
04:33:03.460 --> 04:33:11.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma área, por exemplo, de volumetria de vazão, uma medida calibrada para volume

2241
04:33:11.779 --> 04:33:21.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou vazão. Você tem um determinado volume aqui e tem uma incerteza associada lá na na calibração desse volume.

2242
04:33:22.599 --> 04:33:25.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o padrão é isso.

2243
04:33:25.689 --> 04:33:33.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele define a grandeza e tem uma incerteza associada. E usa esse padrão como uma referência. Então a gente sabe

2244
04:33:34.099 --> 04:33:38.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que aí, dependendo dessa incerteza de medição desse padrão, essa influência pode ser

2245
04:33:38.689 --> 04:33:44.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: maior ou menor, e a gente viu ali na questão dos laboratórios de calibração.

2246
04:33:45.050 --> 04:33:52.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A melhor chama cm seda do laboratório, que é a menor incerteza de

2247
04:33:53.000 --> 04:33:57.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de calibração que o laboratório consegue obter

2248
04:33:59.200 --> 04:34:06.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse padrão. A gente vai ver. Ele também é combinado com as outras incertezas envolvida no processo de calibração.

2249
04:34:06.910 --> 04:34:16.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, além da incerteza, praticamente dita uma coisa que a gente precisa, também deve considerar é se o padrão tem uma tendência,

2250
04:34:16.419 --> 04:34:19.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou se ele tem uma deriva

2251
04:34:19.790 --> 04:34:25.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ao longo de calibrações passadas. Isso você também tem que corrigir. Você tem que considerar.

2252
04:34:26.520 --> 04:34:32.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente fez o exemplo do instrumento com a medida é

2253
04:34:33.550 --> 04:34:40.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medição ali, por exemplo, do voo tímido, com a resistência, com uma tendência do voo time

2254
04:34:41.490 --> 04:34:48.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do voltindro, que tinha uma tendência para fazer aquela medição de tensão e tal. A gente corrige a tendência do padrão.

2255
04:34:49.710 --> 04:34:50.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é isso.

2256
04:34:50.910 --> 04:34:56.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o que a gente percebe é que, dependendo do tipo de.

2257
04:34:57.070 --> 04:35:03.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a gente sabe que essa composição pode pesar mais, ou pode pesar menos.

2258
04:35:03.689 --> 04:35:09.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É interessante que a gente tenha uma certa relação. Por isso que ontem lembra que eu até falei com

2259
04:35:10.869 --> 04:35:11.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com a.

2260
04:35:11.820 --> 04:35:12.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A

2261
04:35:13.529 --> 04:35:29.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a Rosângela. Eu falei contigo, Rosângela, sobre a questão de usar o seu instrumento lá como padrão, para de repente, para calibrar outro, você tem que pode usar numa boa só ver a questão da relação da incerteza dele

2262
04:35:29.900 --> 04:35:40.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em com o instrumento que você vai calibrar para que ele tenha uma incerteza, pelo menos de um terço. Um quarto

2263
04:35:40.410 --> 04:35:43.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: inferior, para que

2264
04:35:43.890 --> 04:35:51.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você não pese tanto. E aqui o que eu fiz aqui foram algumas simulações, algumas só para mostrar como é que o

2265
04:35:51.860 --> 04:35:58.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o padrão pode influenciar naquilo que você está calibrando.

2266
04:35:58.740 --> 04:36:11.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu fiz aqui as seguintes continhas aqui. Vamos considerar, por exemplo, que você só tem essas duas parcelas aqui. Eu chamei do sistema de medição que eu estou calibrando. E do sistema de medição padrão,

2267
04:36:12.990 --> 04:36:22.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza combinada. A gente viu a raiz quadrada. Só uma das das componentes não é isso certeza.

2268
04:36:22.369 --> 04:36:29.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Combinado aqui no caixa. Estou chamando aqui de incerteza final. Combinação das telas de que eu estou calibrando. E mais do meu padrão,

2269
04:36:29.680 --> 04:36:32.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: meu sistema de medição e mais o meu padrão.

2270
04:36:34.880 --> 04:36:40.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se eu tiver numa situação que não tem muito sentido,

2271
04:36:41.340 --> 04:36:46.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se, por exemplo, se o meu instrumento de medição padrão

2272
04:36:47.770 --> 04:36:53.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com relação ao que vou calibrar, se tiver. Por exemplo, se os dois fossem exatamente iguais.

2273
04:36:54.279 --> 04:36:58.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se o meu padrão tem a mesma incerteza do sistema que eu estou medindo.

2274
04:36:59.919 --> 04:37:02.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não tem muito sentido. Faz?

2275
04:37:02.450 --> 04:37:10.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos supor, se eu tiver essa consideração. Olha o que acontece com a receita final.

2276
04:37:10.500 --> 04:37:14.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho que a incerteza final ela vai ter.

2277
04:37:15.380 --> 04:37:21.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai ser agregada em quarenta e um em função do padrão de medição,

2278
04:37:22.390 --> 04:37:26.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque se os dois são iguais, somos dois.

2279
04:37:27.779 --> 04:37:35.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se o sistema de medição padrão é igual ao sistema de medição de calibração. Eu posso fazer duas vezes. Então eu tenho raiz quadrada

2280
04:37:35.460 --> 04:37:38.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de dois que ao vivo a quarenta e um, ou seja,

2281
04:37:38.430 --> 04:37:43.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a minha incerteza combinada final vai ser pesada em quarenta e um.

2282
04:37:44.250 --> 04:37:48.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por causa dessa incerteza alta do meu padrão.

2283
04:37:50.640 --> 04:38:00.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, de uma forma bem simples. Eu só montei uma tabelinha aqui. Quer dizer, só para vocês terem ideia

2284
04:38:00.529 --> 04:38:08.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que se o teu padrão tiver mais certeza que é metade do sistema que eu vou calibrar.

2285
04:38:08.710 --> 04:38:11.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele pesa doze.

2286
04:38:11.550 --> 04:38:22.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se ele é um terço, ele vai influenciar em cinco. Se ele é um quarto em três, se é um quinto dois e se é um décimo meio por cento,

2287
04:38:23.020 --> 04:38:27.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então quanto menor né?

2288
04:38:27.340 --> 04:38:31.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A incerteza referenciada com o meu padrão,

2289
04:38:31.960 --> 04:38:34.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o meu padrão do meu instrumento de medição

2290
04:38:35.160 --> 04:38:38.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: menor, a influência na calibração final, claro,

2291
04:38:39.130 --> 04:38:45.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que, às vezes o que acontece? Que você de repente tem é uma.

2292
04:38:47.450 --> 04:38:52.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um padrão que tem, por exemplo, uma incerteza, um décimo de.

2293
04:38:52.450 --> 04:38:54.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Do instrumento que eu estou calibrando.

2294
04:38:55.070 --> 04:38:56.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser que seja caro.

2295
04:38:57.910 --> 04:39:05.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser que seja inviável, mas um décimo já está. Seria uma situação ótima, porque praticamente não influencia nada.

2296
04:39:08.380 --> 04:39:19.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas eu posso ver por isso que eu comentei ontem, que de repente é um terço, um quinto,

2297
04:39:19.939 --> 04:39:21.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um quarto.

2298
04:39:21.570 --> 04:39:27.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou ter uma influência, mas que de repente não pesa tanto. Então uma boa condição aqui

2299
04:39:27.599 --> 04:39:32.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de você fazer uma primeira primeira avaliação

2300
04:39:32.970 --> 04:39:35.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é saber lá. É só olhar

2301
04:39:36.290 --> 04:39:46.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa incerteza que eu chamei de certeza do sistema de menção padrão. É a incerteza lá do teu laboratório que você vai mandar calibrar.

2302
04:39:47.260 --> 04:39:53.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se você fizer uma comparação com a incerteza que você tem

2303
04:39:54.280 --> 04:39:58.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do teu instrumento que você está calibrando. Você sabe, aqui o que vai?

2304
04:39:59.670 --> 04:40:01.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De que maneira isso vai pesar?

2305
04:40:04.040 --> 04:40:09.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você avalia, seleciona um que tem a melhor capacidade de medição.

2306
04:40:11.800 --> 04:40:19.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se essa incerteza for realmente bem baixa. Comparada com o teu instrumento, beleza. Então aí ele praticamente não pesa nada.

2307
04:40:22.230 --> 04:40:29.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas eu acho que isso aqui ajuda, né? Te dá uma indicação aqui visualmente, com essa influência

2308
04:40:29.900 --> 04:40:38.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desse padrão em relação aqui é o instrumento para você está calibrando aqui eu estou considerando somente

2309
04:40:40.510 --> 04:40:45.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa relação. Quer dizer, eu posso considerar que essa incerteza que os sistemas de medição

2310
04:40:46.100 --> 04:40:54.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser a combinação de todas as outras lá. As incertezas tipo A e tipo B daquele processo lá,

2311
04:40:54.490 --> 04:41:00.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o e aqui. Depois, só fazendo a combinação, final incluindo o padrão.

2312
04:41:02.650 --> 04:41:06.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê como é que isso influencia?

2313
04:41:07.800 --> 04:41:17.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, falar um pouquinho aqui sobre método de interpolação, porque isso aqui pode ser. Às vezes é bastante usado.

2314
04:41:18.780 --> 04:41:21.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Às vezes é bastante. É complicado.

2315
04:41:21.150 --> 04:41:24.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse português não ficou muito bom. Não, muito obrigada.

2316
04:41:25.250 --> 04:41:40.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Às vezes você utiliza a necessidade de utilizar uma interpelação em função de valores que você não tem calibrados ou não foram mensurados, e você gostaria de ter esse valor.

2317
04:41:40.240 --> 04:41:53.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu vou mostrar aqui basicamente dois módulos. Um que a gente. Chamei a regra de três compostos, que é a regra de três compostos. Basicamente, o que é você fazer uma interpelação linear entre dois valores medidos.

2318
04:41:55.660 --> 04:42:00.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a partir desses dois pontos conhecidos, medidos X e Y.

2319
04:42:00.890 --> 04:42:08.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você fazer uma interpolação linear, quer dizer, aproximando esses dois pontos por uma reta e estimando

2320
04:42:08.400 --> 04:42:11.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma medição que não aconteceu.

2321
04:42:12.460 --> 04:42:18.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou depois você fazer um ajuste. Considerando uma função gerada ali, por exemplo,

2322
04:42:18.920 --> 04:42:37.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo, Excel, como é que você pode fazer essa interpolação. Então uma regrazinha de três compostos é simples. Então você tem aqui. Vamos supor que você tem uma tabelinha de calibração que mostrou ali a

2323
04:42:38.050 --> 04:42:42.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: relação entre o padrão de medição e o objeto que foi calibrado.

2324
04:42:43.140 --> 04:42:45.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem uma tendência, claro,

2325
04:42:46.550 --> 04:42:51.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um erro aqui. Uma diferença entre a temperatura do objeto e do padrão.

2326
04:42:52.220 --> 04:43:01.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem a tendência aí. O que eu perguntei aqui era saber o seguinte: quando. Então o meu objeto está medindo, por exemplo, quarenta graus.

2327
04:43:02.480 --> 04:43:14.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estou lá com o meu termômetro de quarenta graus, mas ele não foi calibrado nesse ponto. Então eu não sei qual seria a tendência. Como é que eu poderia estimar essa tendência a partir desse. Já que eu não tenho ele calibrado

2328
04:43:14.810 --> 04:43:18.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma forma seria fazer com que se falei. Fazer. Essa interpelação

2329
04:43:19.750 --> 04:43:25.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é uma regra de três compostos, fazer uma interpelação usando semelhança de triângulos.

2330
04:43:26.290 --> 04:43:39.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considerando que entre trinta e sessenta que foram calibrados o quarenta está no meio, então eu pego, por exemplo, os valores que eu tenho calibrados ali, vinte e nove,noventa e seis,

2331
04:43:39.260 --> 04:43:47.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com objeto em trinta, sessenta, com padrão cinquenta e nove a noventa e oito. E quero saber qual é o valor que, por exemplo, esse padrão

2332
04:43:47.700 --> 04:43:52.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: poderia estar indicando quando meu objeto leu quarenta,

2333
04:43:52.650 --> 04:43:58.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então isso não foi feito. Não foi feita essa calibração. Eu vou estimar. Vou fazendo uma relaçãozinha de triângulos

2334
04:43:59.160 --> 04:44:06.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pegando aqui ó sessenta menos trinta está para sessenta menos quarenta, assim como

2335
04:44:06.520 --> 04:44:17.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cinquenta e nove,noventa e oito menos vinte e nove a noventa e seis está para cinquenta e nove,noventa e oito menos X, que é essa variável? Que é isso que eu quero saber. Então, fazendo essa manipulação

2336
04:44:17.660 --> 04:44:30.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: algébica. Aqui o meu X daria trinta e nove,noventa e sete. Bom, então você é trinta e nove,noventa e sete, e eu estou lendo quarenta. Então esse termômetro aqui tem uma tendência de

2337
04:44:30.970 --> 04:44:32.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero,três.

2338
04:44:33.740 --> 04:44:35.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É zero,três.

2339
04:44:36.150 --> 04:44:48.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei. Esse é o valor estimado, porque no midi então é uma estimativa fazendo uma interpolação.

2340
04:44:48.790 --> 04:44:55.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora, uma outra forma de fazer essa interpolação é o que a gente chama de fazer um ajuste

2341
04:44:55.950 --> 04:45:01.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de você aproximar os valores experimentais por uma função

2342
04:45:01.760 --> 04:45:05.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que mais represente os pontos experimentais.

2343
04:45:05.920 --> 04:45:16.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, pegar essa tabela de valores aqui padrão objeto, tal montar uma função

2344
04:45:17.130 --> 04:45:19.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde eu tenho os pontos X e Y

2345
04:45:20.850 --> 04:45:24.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Xi Y. Que são esses pontinhos que estão aqui

2346
04:45:25.160 --> 04:45:27.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e ver qual é a reta.

2347
04:45:27.450 --> 04:45:30.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qual é a função que mais se aproxima?

2348
04:45:31.310 --> 04:45:34.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que mais representa esses pontos?

2349
04:45:34.350 --> 04:45:42.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu falei reta, mas é porque na maioria das vezes você tem uma boa interpretação, considerando um ajuste linear.

2350
04:45:44.000 --> 04:45:45.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A maioria das vezes é isso

2351
04:45:45.910 --> 04:45:56.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mesmo. Uma função que não seja exatamente linear, por exemplo, o do Pt cem que a gente viu, que é uma função você considerar temperaturas que não sejam

2352
04:45:56.450 --> 04:45:59.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: negativas e nem acima de seiscentos graus.

2353
04:45:59.980 --> 04:46:02.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma função de segundo grau.

2354
04:46:02.690 --> 04:46:07.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mesmo assim, se eu aproximar de uma função linear de uma reta,

2355
04:46:07.320 --> 04:46:11.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pode esquecer a parcela lá do é

2356
04:46:12.750 --> 04:46:16.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ao quadrado do T ao quadrado Bt ou quadrado.

2357
04:46:17.250 --> 04:46:22.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou ter também uma boa aproximação linear. Então a maioria das vezes, eu consigo aproximar,

2358
04:46:24.550 --> 04:46:31.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: representar com uma boa qualidade, por uma, por uma função linear, não reta

2359
04:46:31.460 --> 04:46:38.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que pode ser uma reta que passa pela origem ou não uma reta que passa pela origem é tipo Y é igual Ax

2360
04:46:41.330 --> 04:46:47.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou uma outra que não passa é Y. É igual a X mais B, onde o B

2361
04:46:48.170 --> 04:46:51.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é onde vai cortar quando o X vale zero,

2362
04:46:52.120 --> 04:46:54.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela não passa no zero aqui

2363
04:46:55.000 --> 04:46:57.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sai por algum outro ponto aqui.

2364
04:46:58.450 --> 04:47:01.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu posso representar.

2365
04:47:01.310 --> 04:47:13.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E como é que eu calculo matematicamente essa função? Eu posso usar lá no Excel, como a gente. Falaram que sabe usar, colocando os pontos, pedir para ele fazer uma aproximação, um ajuste.

2366
04:47:14.420 --> 04:47:23.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o que você usa é uma ferramenta que chama de métodos mínimos quadrados, que é minimizar a variância

2367
04:47:23.990 --> 04:47:27.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desses dados em relação a essa função.

2368
04:47:27.900 --> 04:47:43.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o que é essa variância variância? A gente viu, pela expressão da variância que é os desvios quadrados dos valores em relação à média. Não é isso. Só que aqui a variância vai considerar

2369
04:47:43.290 --> 04:47:49.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que o pontos experimentais X e Y, o ponto

2370
04:47:49.380 --> 04:47:52.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Y ali, que é do valor da variável que eu.

2371
04:47:52.620 --> 04:47:59.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que eu quero que o Y é o valor experimental obtido a partir do ponto X.

2372
04:47:59.310 --> 04:48:03.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou pegar a variância que é o desvio,

2373
04:48:03.200 --> 04:48:09.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a diferença do valor experimental e da função ajustada.

2374
04:48:11.470 --> 04:48:16.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vê aqui somatório de F de X menos Y ao quadrado,

2375
04:48:17.760 --> 04:48:32.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dividindo por um sobre N menos P. Desvio padrão. Eu pego X, menos X, barra ao quadrado e divido por N menos um. Aqui, eu pego F de X menos Y ao quadrado e divido por N menos P. O que é esse P?

2376
04:48:32.250 --> 04:48:40.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o número de parâmetros que estão sendo ajustados na função. Então, se a minha função minha reta é igual a

2377
04:48:40.650 --> 04:48:43.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Y é igual a X

2378
04:48:45.690 --> 04:48:52.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: depois eu vejo ali. Se, por exemplo, Y é igual a X, eu só tenho um parâmetro de ajuste, que é o ar.

2379
04:48:53.060 --> 04:49:04.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aí eu queria, tipo, N menos um. Agora, se a minha função reta é Y é igual a X mais B. Eu tenho dois parâmetros que estão sendo ajustados por esse ponto. É o A e o B.

2380
04:49:04.570 --> 04:49:19.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o P aqui vale dois, então seria um dividido com um menos dois. Se eu tivesse uma função aqui, uma função de segundo grau A, X quadrado B X mais C, eu tenho três parâmetros. Então seria

2381
04:49:19.490 --> 04:49:21.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: n menos três.

2382
04:49:22.260 --> 04:49:31.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E então é, eu tenho esse tipo de minimização aqui, usando métodos mínimos quadrados.

2383
04:49:32.580 --> 04:49:36.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que eu estou mostrando aqui é que não necessariamente a forma linear

2384
04:49:37.360 --> 04:49:43.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem que ser sempre linear. Não se você tem uma função ali, que não é. Você vai aproximar. Mas

2385
04:49:43.120 --> 04:50:01.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu digo que, na maioria das vezes, o modelo de regressão linear atende. Muito bem, se você pegar essa função estiver trabalhando. Por exemplo, nesse intervalo aqui, se eu aproximar por uma reta, também eu tenho uma boa aproximação aqui também. Uma boa aproximação aqui também eu tenho uma boa aproximação. Se eu transformar isso aqui numa

2386
04:50:01.310 --> 04:50:04.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma função linear, eu tenho uma boa aproximação.

2387
04:50:05.880 --> 04:50:12.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O cuidado aqui que a gente tem que tomar quando faz. É uma aproximação,

2388
04:50:13.180 --> 04:50:17.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um ajuste. Usando os dados, é que esses valores

2389
04:50:19.480 --> 04:50:25.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu posso só utilizar essa função no domínio

2390
04:50:25.210 --> 04:50:32.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do meu X, ou seja, no intervalo de dados conhecido por esse meu X. O que significa isso. Eu vou voltar.

2391
04:50:33.150 --> 04:50:37.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho essa função aqui. Que foi reajustada

2392
04:50:37.770 --> 04:50:43.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por esses pontos experimentais aqui, por exemplo, de zero até cento e vinte

2393
04:50:45.270 --> 04:50:51.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que esses pontos aqui, zero a cento e vinte e aí por esses pontos. Eu obtive essa função.

2394
04:50:52.510 --> 04:50:59.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ora, você olha aquilo, você dá. É uma reta que isso aqui provavelmente vai vir para cá

2395
04:50:59.680 --> 04:51:07.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. Vai vir para cá. Só que essa função foi calculada considerando esses cinco pontos.

2396
04:51:08.880 --> 04:51:09.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí,

2397
04:51:10.260 --> 04:51:23.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se eu tivesse um sexto ou sétimo ponto, quem pode garantir que quando eu fizesse o ajuste para esses seis ou sete pontos. Eu ia ter essa mesma função? Não sei. Provavelmente não.

2398
04:51:23.320 --> 04:51:25.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu não posso

2399
04:51:26.120 --> 04:51:33.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usar essa função para extrapolar o meu domínio. Ou seja, eu não posso usar para valores de X

2400
04:51:34.000 --> 04:51:36.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: abaixo de zero, nem acima de cento e vinte.

2401
04:51:37.200 --> 04:51:40.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Posso usar para valores entre zero, e cento e vinte,

2402
04:51:41.390 --> 04:51:53.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então é o que está escrito aqui. Uma vez definido o modelo, podemos empregá lo nas nossas predições para valores contidos no intervalo de dados conhecido como domínio

2403
04:51:53.740 --> 04:51:55.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: interpolação.

2404
04:51:56.110 --> 04:51:59.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Jamais eu posso extrapolar,

2405
04:52:00.720 --> 04:52:08.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e também uma coisa que é deixar bem claro que não necessariamente esse método. O pessoal às vezes chama de regressão

2406
04:52:08.940 --> 04:52:17.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse método de ajuste ou essa regressão linear significa que a função. Tem que pegar em cima de todos os pontos. Não,

2407
04:52:18.880 --> 04:52:31.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não necessariamente. Ela vai ajustar esses pontos para ter uma função onde ela vai minimizar os desvios esses métodos mínimos quadrados,

2408
04:52:32.520 --> 04:52:36.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou seja, minimizar a variância desse conjunto.

2409
04:52:40.330 --> 04:52:55.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Minimizar a variância significa igualar a derivada segunda a zero. Mas a gente não vai fazer isso aqui agora. Bom, então aquele exemplo que a gente fez uma interpelação linear para esses dados aqui. E a gente viu lá, por exemplo, para quarenta graus,

2410
04:52:55.980 --> 04:52:59.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fazendo uma interpelação Dna, eu tinha uma.

2411
04:52:59.560 --> 04:53:02.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É tendência de zero,três. Não é isso

2412
04:53:04.950 --> 04:53:09.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que vai acontecer agora, quando eu fizer

2413
04:53:10.020 --> 04:53:14.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um ajuste para esses pontos experimentais por uma função.

2414
04:53:16.560 --> 04:53:23.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, colocando essa tabela no Excel e pedindo para ele fazer a função.

2415
04:53:25.950 --> 04:53:27.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho essa equação aqui, ó

2416
04:53:27.960 --> 04:53:38.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero,nove-nove-nove meu X, que é a minha temperatura do objeto menos zero,zero. Ou seja, é

2417
04:53:42.230 --> 04:53:59.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa função. Representa muito bem, porque no Excel você tem lá uma outra. Na hora que você manda, pede para colocar a equação. Mostrar a equação. Também tem um parâmetro que chama R quadrado. Esse R quadrado é o que a gente chama da qualidade desse ajuste.

2418
04:54:00.080 --> 04:54:06.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, quanto mais próximo de um significa que ele representa? Está muito bem, então aqui. Significa que essa função está legal

2419
04:54:07.650 --> 04:54:13.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando R se afasta de um, é porque essa representação não ficou muito boa.

2420
04:54:16.070 --> 04:54:18.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Às vezes é aquela que você consegue, né?

2421
04:54:20.050 --> 04:54:29.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando eu usar essa função agora, para quarenta graus. Se eu colocar quarenta graus aqui, que é o objeto, eu vou

2422
04:54:29.320 --> 04:54:34.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por essa função, eu teria um padrão que estaria lendo trinta e nove e noventa e nove.

2423
04:54:36.260 --> 04:54:46.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a tendência, então, que eu tinha feito uma interpelação entre trinta e sessenta tinha dado uma tendência de zero,três. Agora eu

2424
04:54:47.090 --> 04:54:50.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com essa função, eu tenho uma tendência de zero,um.

2425
04:54:51.450 --> 04:54:56.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que. Por que houve essa diferença? Porque primeiro,

2426
04:54:57.640 --> 04:55:00.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: outra vez. Eu só peguei esses dois pontos.

2427
04:55:03.690 --> 04:55:09.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Liguei esses dois para um povo aqui. Aparentemente, parece que está ligado, mas não é exatamente isso.

2428
04:55:12.450 --> 04:55:19.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por essa aproximação. Parece que esses pontos estão ligados para uma linha reta. Mas não exatamente?

2429
04:55:24.020 --> 04:55:26.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não exatamente esses valores.

2430
04:55:29.060 --> 04:55:35.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por quê você vê aqui na calibração ali, sessenta era cinquenta e nove,noventa e oito. E aqui.

2431
04:55:36.070 --> 04:55:41.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando eu botar sessenta naquela função ali.

2432
04:55:41.390 --> 04:55:49.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Rever ali. Ó, vou estar aqui, ó zero vírgula nove, nove.

2433
04:55:49.910 --> 04:56:00.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nói nói vezes sessenta menos zero,zerozero, oito

2434
04:56:01.360 --> 04:56:04.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das cinquenta e nove-noventa e nove.

2435
04:56:04.790 --> 04:56:09.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui eu tinha cinquenta e novenoventa e oito.

2436
04:56:10.880 --> 04:56:19.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá bem perto. Mas o que acontece é que essa função. Ela minimiza.

2437
04:56:19.340 --> 04:56:29.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela minimiza a variância, que significa os erros entre e aí.

2438
04:56:29.850 --> 04:56:33.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ponto experimental. E a função ajustada.

2439
04:56:36.640 --> 04:56:40.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, eu consegui, aqui uma tendência menor, pegando todos os pontos

2440
04:56:42.960 --> 04:56:46.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do que pegando uma interpelação entre dois pontinhos ali.

2441
04:56:47.730 --> 04:56:52.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É interessante usar isso depende. Pode ser que sim. Pode ser que não.

2442
04:56:53.220 --> 04:56:57.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque uma coisa que a gente sabe é o seguinte:

2443
04:57:01.100 --> 04:57:08.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso aqui também gera um, mas certeza? Porque eu estou ajustando

2444
04:57:08.850 --> 04:57:27.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a função porque, olha só, eu acabei de mostrar aqui. Eu tinha uma calibração. Onde estava lendo sessenta. Meu padrão era cinquenta e nove,noventa e oito, usando a função de ajuste aqui, onde meu objetaria sessenta. Pela minha função, daria cinquenta e nove,noventa e nove.

2445
04:57:28.320 --> 04:57:30.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem uma diferença de zero,um.

2446
04:57:33.040 --> 04:57:44.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou seja, essa função ajustada tem uma incerteza que é a adivinha o padrão dessa variância.

2447
04:57:46.800 --> 04:57:54.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a incerteza desse meu ajuste é a raiz quadrada da variância.

2448
04:57:56.820 --> 04:58:02.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem, que o método de mísse quadrado minimiza essa variância. Mas mesmo assim ela. Existe.

2449
04:58:02.630 --> 04:58:05.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E quando eu extrai a raiz quadrada para ver

2450
04:58:07.210 --> 04:58:12.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o desvio padrão, que é, a minha incerteza vai aparecer.

2451
04:58:14.530 --> 04:58:31.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa é mais uma fonte de incerteza. Que se eu for utilizar essa função ajustada. E aí, se eu vou usar essa função ajustada, eu vou também entrar. Eu vou pegar essa função de ajuste e vou combinar

2452
04:58:31.670 --> 04:58:37.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com as outras incertezas que eu tenho lá no meu projeto, no processo de calibração do meu objeto.

2453
04:58:37.540 --> 04:58:42.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É mais um fator de de incerteza.

2454
04:58:43.800 --> 04:58:52.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí vocês perguntariam: bom, mas então por que eu utilizo isso? Às vezes é interessante no sentido de que, quando eu tenho uma,

2455
04:58:53.750 --> 04:58:56.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a planilha, sei lá, de calibração igual aqui.

2456
04:58:56.740 --> 04:59:08.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho aqui uma calibração em vários pontos um objeto, a minha tendência com as incertezas e tal fato de abrangência, e aí

2457
04:59:09.020 --> 04:59:12.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho, para cada valor, por exemplo, uma tendência diferente.

2458
04:59:14.600 --> 04:59:21.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se eu for converter esses valores todo numa função? Eu teria isso aqui. Ó

2459
04:59:21.760 --> 04:59:31.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: F de x zero,nove-nove8 X zero,zero. É uma função bom, mas essa função, como eu falei, ela tem um

2460
04:59:32.430 --> 04:59:38.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma incerteza. Aí eu calculei agora aqui, a incerteza dessa minha função.

2461
04:59:39.390 --> 04:59:41.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A incerteza é calculada por essa.

2462
04:59:42.160 --> 04:59:45.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por essa expressão aqui. Ó, onde é

2463
04:59:46.970 --> 04:59:49.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso? Aqui tem dois parâmetros A e o B.

2464
04:59:49.900 --> 04:59:56.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse grau de liberdade é nove, é N menos P.

2465
04:59:59.030 --> 05:00:02.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu montei a minha função aqui, ó

2466
05:00:02.750 --> 05:00:08.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: X, e Y meu F de X. Considerando essa expressão,

2467
05:00:09.440 --> 05:00:17.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: todos os valores do meu Fx. E aí calculei agora aqui esse desvio Fx menos Y elevado ao quadrado.

2468
05:00:18.030 --> 05:00:21.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Somei tudo, que é um somatório

2469
05:00:22.460 --> 05:00:28.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dividir por nove, porque é N igual a onze

2470
05:00:28.540 --> 05:00:33.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e tem igual a dois então, onze menos dois. Aqui tem onze pontos de medição.

2471
05:00:34.240 --> 05:00:45.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, umum. Dividir por nove Qn menos dois. Estreia a rede quadrada. E tenho a minha incerteza do meu ajuste aqui.

2472
05:00:46.600 --> 05:00:51.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu vou combinar isso aqui agora, com o meu certificado de calibração.

2473
05:00:52.070 --> 05:00:55.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A incerteza lá do meu certificado de calibração.

2474
05:00:56.880 --> 05:01:05.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na pior situação, o valor maior dele lá deu dois deu zero,três,

2475
05:01:07.120 --> 05:01:12.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dividindo lá pelo meu Cad2 que vai dar é

2476
05:01:14.590 --> 05:01:16.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um grau de liberdade de vinte e nove.

2477
05:01:17.760 --> 05:01:27.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se eu pegar isso aqui, então agora combinar a incerteza do meu certificado. Com essa do meu ajuste. Eu tenho uma incerteza combinada aqui de zero,3um

2478
05:01:27.830 --> 05:01:31.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que o grão de liberdade dela é, pois é uma lédio

2479
05:01:31.830 --> 05:01:38.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: catorze treze 1três,noventa e sete. Dá um cara onze e uma incerteza expandida de zero,sete, então ou seja,

2480
05:01:38.620 --> 05:01:43.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a minha incerteza que acabou sendo ampliada.

2481
05:01:43.270 --> 05:01:46.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas qual é a vantagem que agora

2482
05:01:46.800 --> 05:01:55.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu não preciso ficar corrigindo, compensando nenhum valor de erro de tendência.

2483
05:01:56.880 --> 05:01:59.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso pode ser vantagem ou não

2484
05:02:01.240 --> 05:02:03.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser vantagem. Ou pode não ser.

2485
05:02:04.720 --> 05:02:12.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dependendo da forma que você vai utilizar. Você nem sempre que às vezes você ficar corrigindo os erros em cada ponto, mesmo se você também não tem

2486
05:02:12.420 --> 05:02:20.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: todos os pontos, faz uma leitura lá na balança. Ah, não deu nem dez, nem deu quinze. Deu o quê,

2487
05:02:20.770 --> 05:02:32.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: treze medi aí pô. Caramba! Qual é o valor? Eu tenho que interpolar aqui também, para ver tendência. Então, às vezes é mais fácil você fazer isso. Mesmo que você tenha uma incerteza ampliada

2488
05:02:33.370 --> 05:02:48.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na medição, você consegue não precisar agora ficar fazendo essas correções, você vai entrar com a sua função e vai ter o valor. Se a balança está indicando vinte e dois graus que não foi calibrado aqui.

2489
05:02:49.030 --> 05:02:54.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, vinte e dois. Não foi? Foi calibrado em vinte, vinte e cinco.

2490
05:02:54.400 --> 05:03:01.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, é vinte e dois, vinte e dois graus. Eu digo que ela tem uma incerteza de zero,sete quilogramas,

2491
05:03:04.030 --> 05:03:05.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerando essa função.

2492
05:03:14.020 --> 05:03:20.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, agora tem um detalhe aqui. Eu estou incorporando uma.

2493
05:03:21.110 --> 05:03:24.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma, uma incerteza.

2494
05:03:25.930 --> 05:03:37.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o que eu recomendo para vocês? Se você tem um determinado instrumento que vai ser

2495
05:03:37.320 --> 05:03:44.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um padrão de medição quando você mandar calibrar esse teu padrão,

2496
05:03:47.480 --> 05:03:48.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o ideal.

2497
05:03:49.650 --> 05:03:52.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você vai receber uma tabela, né?

2498
05:03:52.890 --> 05:03:58.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De indicando os erros lá e as incertezas nos pontos que eles foram calibrados.

2499
05:03:58.360 --> 05:04:09.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se esse teu instrumento é um padrão de medição, você usar esse padrão

2500
05:04:09.670 --> 05:04:13.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para calibrar outros nos pontos em que ele foi calibrado.

2501
05:04:15.880 --> 05:04:20.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que quer dizer isso? Vamos dizer isso. Aqui.

2502
05:04:20.450 --> 05:04:26.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse aqui, meu objeto foi calibrado nesses pontos aqui eu tenho a incerteza para esses valores.

2503
05:04:27.230 --> 05:04:29.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então agora eu quero usar

2504
05:04:29.590 --> 05:04:34.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse. Meu. Vamos supor que esse aqui é o seu medidor de vazão que foi calibrado lá.

2505
05:04:34.990 --> 05:04:39.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, agora eu quero calibrar outros instrumentos usando esse padrão,

2506
05:04:40.420 --> 05:04:49.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usar os mesmos pontos que lhe foram calibrados para calibrar outros instrumentos, porque aqui você tem a incerteza declarada no certificado.

2507
05:04:50.580 --> 05:04:54.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A tendência declarada no certificado não precisa

2508
05:04:54.970 --> 05:05:00.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: interpelar e gerar mais uma fonte de incerteza.

2509
05:05:02.400 --> 05:05:14.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o que eu recomendo é que você, quando mandar calibrar, procurar, pedir para calibrar em mais pontos que você achar interessante. Ao longo da faixa de medição,

2510
05:05:15.730 --> 05:05:18.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da arranjabilidade desse seu instrumento.

2511
05:05:18.540 --> 05:05:31.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para que você use ele poder calibrar outros instrumentos sem precisar ter que usar a função de calibração. Em vez de precisar montar essa equação, usar mais essa componente de incerteza.

2512
05:05:42.580 --> 05:05:43.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é um ajuste.

2513
05:05:44.190 --> 05:05:46.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma dúvida. É mais uma incerteza.

2514
05:05:53.950 --> 05:05:59.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não significa que você não possa fazer isso. Não pode. Só que você tem que incorporar também essas incertezas.

2515
05:05:59.960 --> 05:06:04.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou mostrar para vocês aqui um vídeo.

2516
05:06:04.750 --> 05:06:10.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quem agora a gente vai entrar aqui na parte mesmo agora, de.

2517
05:06:11.630 --> 05:06:17.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De calibração, os princípios, metros, alguns procedimentos na parte de calibração de medidor de invasão.

2518
05:06:17.660 --> 05:06:20.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu quero mostrar. Aqui não sei se vocês conhecem ou não.

2519
05:06:21.090 --> 05:06:25.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O laboratório da do inmetro.

2520
05:06:26.050 --> 05:06:31.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Laboratório de fluidos do inmetro, que é a referência.

2521
05:06:31.600 --> 05:06:34.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deixa eu ver aqui se o áudio está compartilhado.

2522
05:06:35.070 --> 05:06:36.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá beleza.

2523
05:06:36.960 --> 05:06:41.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei se vocês conhece ou não, só para vocês terem ideia.

2524
05:06:43.240 --> 05:06:46.020
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Legenda: Adriana Zanotto.

2525
05:06:46.480 --> 05:06:47.160
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

2526
05:06:51.170 --> 05:06:55.150
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Legenda: Adriana Zanotto.

2527
05:06:55.390 --> 05:06:56.460
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

2528
05:06:56.750 --> 05:07:12.230
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o laboratório de fluidos é responsável pela padronização primária de quatro grandezas e suas derivadas. Para saber volume, a densidade, a tensão superficial e a viscosidade.

2529
05:07:12.230 --> 05:07:25.430
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Todas as quatro grandezas relacionadas a fluídos elas são fundamentais e importantes para a garantia da qualidade e o bom funcionamento da maioria dos equipamentos, sistemas e alimentos que estão no nosso cotidiano.

2530
05:07:26.110 --> 05:07:38.760
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele garante que todas as transações comerciais que envolvam líquidos, elas sejam garantidas metrologicamente. Por exemplo, considerando transações comerciais de combustíveis líquidos e gasolina,

2531
05:07:38.800 --> 05:07:42.150
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma pequena fração de uma gota.

2532
05:07:42.170 --> 05:08:05.690
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quantidade muito grande de dinheiro a ser contabilizado. Os principais clientes do laboratório de fluidos são indústrias da área alimentícia, da área automotiva e da área de combustíveis no nosso dia a dia de trabalho são verificadas questões como, por exemplo, a qualidade de um

2533
05:08:05.700 --> 05:08:10.580
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mel, a viscosidade de um óleo lubrificante de um motor,

2534
05:08:10.660 --> 05:08:35.640
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pesquisa científica desenvolvida pelo Laboratório de Fluidos do Inmetro. Ela consiste no desenvolvimento de sistemas de medição e técnicas de aperfeiçoamento

2535
05:08:35.640 --> 05:08:48.329
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das medidas desenvolvidas na área de fluidos, então não é incomum que um novo processo de medição, uma nova forma de detectar uma grandeza, seja realizado no laboratório.

2536
05:08:48.330 --> 05:08:50.480
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente pode ver aqui

2537
05:08:50.480 --> 05:09:10.670
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sistemas de medição, como o sistema de pesagem hidrostática do inmetro, do qual uma experiência milenar. A experiência da coroa do syracusa, promovida por arquimedes, sendo medida, agora com uma exatidão de seis, sete casas decimais, aumentando a precisão que se pode se obter no processo.

2538
05:09:10.670 --> 05:09:17.950
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente alcançou na marca de cem mililitros. A menor incerteza praticada e declarada por todos os institutos de metrologia do mundo.

2539
05:09:17.990 --> 05:09:25.419
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso confere, de certa forma, que se houvesse um ranking dos melhores laboratórios de metrologia do mundo. O Brasil estaria em primeiro lugar,

2540
05:09:25.520 --> 05:09:35.599
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: importância disso. É fundamental para que todas as transações comerciais desenvolvidas em território nacional tenham a confiança que o cidadão brasileiro merece e precisa.

2541
05:09:40.970 --> 05:09:46.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê, né? Então a gente tem uma competência estabelecida aqui no país, em termos de rádio.

2542
05:09:46.980 --> 05:09:50.450
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você queria.

2543
05:09:51.290 --> 05:09:53.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O inmetro tem isso

2544
05:09:53.760 --> 05:10:00.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pena. Eu trouxe para vocês aqui. O laboratório de fluidos. Porque é o objeto aqui da da nossa.

2545
05:10:00.670 --> 05:10:07.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nosso treinamento na parte de medição de invasão. Mas outros laboratórios do inmet, eles também são referências,

2546
05:10:07.380 --> 05:10:12.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: parte elétrica na parte de potência.

2547
05:10:12.510 --> 05:10:17.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí dimensionar o massa. Realmente são.

2548
05:10:18.120 --> 05:10:29.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São bons equipamentos, tudo tranquilo. Então, seguindo aqui a nossa nossa programação, vamos, lógico.

2549
05:10:30.240 --> 05:10:30.930
TARCISIO NOGUEIRA: Vamos lá.

2550
05:10:32.820 --> 05:10:39.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Beleza. Então, aqui, ó a pergunta: por que devemos calibrar

2551
05:10:39.250 --> 05:10:43.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um medidor de vazão, principalmente um medidor no outro.

2552
05:10:44.160 --> 05:10:51.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, o senhor já tinha até falado anteriormente. Por que a gente deve calibrar o medidor, mesmo sendo um medidor novo

2553
05:10:51.420 --> 05:11:05.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para poder identificar as características metrológicas desse instrumento. Então você tem umas etapas. Por exemplo, o outro

2554
05:11:05.710 --> 05:11:12.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: equipamento. Você tem uma fase que a gente chama da fase de projeto onde você tem as especificações

2555
05:11:12.820 --> 05:11:19.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são especificadas as características funcionais, metrológicas e adequação à aplicação do processo.

2556
05:11:20.080 --> 05:11:29.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente chama do processo do cliente. Então você tem lá as especificações no projeto. Você tem a fabricação.

2557
05:11:29.370 --> 05:11:31.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem a fabricação,

2558
05:11:31.650 --> 05:11:39.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a montagem dos equipamentos de fabricação. Então, onde vai ser feita a montagem, os testes, as

2559
05:11:39.330 --> 05:11:43.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tarefa desempenhada. E depois você tem a calibração,

2560
05:11:44.270 --> 05:11:46.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é onde você vai realmente verificar

2561
05:11:47.840 --> 05:11:52.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: será que aquilo que foi projetado e que foi fabricado, se realmente

2562
05:11:52.850 --> 05:11:56.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: comparar o resultado teórico com o resultado real,

2563
05:11:56.840 --> 05:12:01.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então é importante, esse tipo de análise.

2564
05:12:02.040 --> 05:12:04.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A calibração permite que você veja isso,

2565
05:12:06.100 --> 05:12:13.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você identifica esse tipo de coisa. Então, por exemplo, se você tem uma determinada turbina lá dimensão

2566
05:12:13.730 --> 05:12:20.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você especifica que o fator dela é trezentos e oitenta pulsos por metro cúbico.

2567
05:12:20.440 --> 05:12:31.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse é o projeto dela. Aí ela é feita, montada, fabricada e tal. De nada. Aí você bota para calibrar e chega no final, você vai ver. Na verdade, trezentos e oitenta

2568
05:12:31.630 --> 05:12:34.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu estava esperando deu trezentos e setenta e nove.

2569
05:12:36.070 --> 05:12:46.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então agora quer dizer aquela turbina que eu tinha projetado para ser trezentos e oitenta, mas na verdade, quando eu calibrei e vi lá, ela deu trezentos e setenta e nove. Então, para mim. Agora,

2570
05:12:46.820 --> 05:12:50.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse é o valor correto. Esse é o valor que eu vou

2571
05:12:50.730 --> 05:12:55.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerar. Para uso do meu fator do instrumento.

2572
05:12:56.120 --> 05:12:58.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A tua relação. Pulso por metro cubo.

2573
05:12:59.490 --> 05:13:08.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, aí essa turbina, esse medidor turbina vai ser usada. Vai ser usada várias vezes e tal, e você vai fazer uma nova calibração e vai checar de novo.

2574
05:13:09.510 --> 05:13:12.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, ela estava a trezentos e setenta e oito pulsos agora,

2575
05:13:13.140 --> 05:13:16.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: contar depois desse tempo de uso, etc.

2576
05:13:16.250 --> 05:13:24.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Continua os trezentos e setenta e nove. Ou mudou alguma coisa em função de algum desgaste. Então, quando você faz as calibrações.

2577
05:13:25.380 --> 05:13:27.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai checar esses valores.

2578
05:13:28.280 --> 05:13:35.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por isso que é importante, como a gente fazer uma calibração inicial para checar esse tipo de coisa. Uma coisa é o que estava especificada

2579
05:13:36.240 --> 05:13:40.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o outro é o que está a relação entre o real e o teórico?

2580
05:13:41.700 --> 05:13:51.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, o fator K é um fator de relação pulsos por é o volume.

2581
05:13:51.870 --> 05:14:01.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Existe uma outra constante que também é considerada dentro da questão da medição, que é a questão da constante primária, que aí é a relação

2582
05:14:02.400 --> 05:14:09.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: real com a vazão teórica a vazão real e evasão teórica. Mesma coisa que a gente estava falando ali.

2583
05:14:10.410 --> 05:14:18.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem que o fator caico. Você está falando de geração de pulsos, mas o instrumento. Pode até não gerar pulsos, mas ele tem uma vazão de medição real.

2584
05:14:19.690 --> 05:14:26.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Comparado com aquela vazão teórica. Então essa constante primária é isso.

2585
05:14:26.330 --> 05:14:34.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem, por exemplo, aqui lembra do medidor eletromagnético que é a tensão?

2586
05:14:34.140 --> 05:14:39.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Era o produto do campo magnético vez de âmbito vezes a velocidade.

2587
05:14:39.740 --> 05:14:51.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que agora, quando eu faço a calibração, vou checar. Pode ser que você tenha uma constante aqui, que, na verdade, essa tensão tem um valor que multiplica

2588
05:14:52.800 --> 05:14:59.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para poder fazer essa correção aí da vazão real para a evasão teórica. Porque quando você tem,

2589
05:15:00.080 --> 05:15:05.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando essa questão de aqui, por exemplo, é igual a um. Significa que a vazão real é igual a vazão teórica.

2590
05:15:07.560 --> 05:15:10.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou seja, você tem uma vazão

2591
05:15:12.950 --> 05:15:19.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: constante, igual a um uma vazão real igual a vazão teórica. Você tem um erro de medição aqui, que é praticamente zero.

2592
05:15:20.130 --> 05:15:27.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando você tem uma diferença entre isso significa que você teria um erro de medição.

2593
05:15:28.450 --> 05:15:32.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um erro entre o real e o teórico.

2594
05:15:33.310 --> 05:15:39.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos considerar que o teu teórico é a sua, o seu padrão.

2595
05:15:39.570 --> 05:15:48.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem uma vazão medida pelo seu instrumento e uma vazão teórica, uma vazão do seu padrão de medição. Então aí você consegue avaliar qual é essa diferença?

2596
05:15:51.040 --> 05:15:52.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qual é essa diferença?

2597
05:15:53.270 --> 05:16:01.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você. Tem isso? É chamado da constante primária. A relação entre a vazão real e a vazão teórica.

2598
05:16:02.490 --> 05:16:10.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você só consegue identificar isso fazendo o quê? Uma calibração, comparando um instrumento com padrão.

2599
05:16:11.600 --> 05:16:16.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Da mesma forma que a gente viu para Fator K, geração de pulso.

2600
05:16:16.840 --> 05:16:21.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vejo com relação à medição da vazão

2601
05:16:22.210 --> 05:16:25.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vazão real com relação à vazão teórica.

2602
05:16:27.030 --> 05:16:34.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então como a gente já falou sobre algumas coisas, já viu com relação ao padrão de medição.

2603
05:16:35.810 --> 05:16:46.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ainda há pouquinho, a gente falou a realização da definição de uma dada grandeza com valor determinado e uma incerteza de medição associada utilizada como referência,

2604
05:16:46.930 --> 05:17:01.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma definição que tem no Vocabulário Internacional de metrologia no item cinco.um do vinho e o padrão, né?

2605
05:17:02.640 --> 05:17:06.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De medição. Também eu diria

2606
05:17:06.920 --> 05:17:15.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que aqui, na verdade, eu acabei me enganando aqui. Tudo bem. Não é bem padrão de medição, mas o resultado da medição,

2607
05:17:16.110 --> 05:17:18.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele vai acabar sendo influenciado.

2608
05:17:19.150 --> 05:17:21.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem. Que o padrão também.

2609
05:17:21.920 --> 05:17:27.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando eu coloco ele submetido aqui no no processo.

2610
05:17:28.790 --> 05:17:42.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem algumas grandezas. Você tem influência na medição de vazão na calibração de vazão. Alguns componentes que podem de alguma forma influenciar mais ou menos nesse processo

2611
05:17:42.520 --> 05:17:43.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de calibração.

2612
05:17:44.410 --> 05:17:48.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E mais para frente, não vai ser hoje, mas amanhã a gente vai ver

2613
05:17:49.090 --> 05:17:54.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quais são os principais fatores de influência para cada tipo de.

2614
05:17:54.610 --> 05:17:55.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

2615
05:17:55.820 --> 05:18:05.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: agente desse tipo. O tipo de instrumento de medição. Aqui está mostrando uma figura, por exemplo, uma turbina. Mas isso aqui pode ser um medidor

2616
05:18:05.340 --> 05:18:14.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: magnético. Pode ser um medidor em de engrenagem. Pode ser qualquer outro tipo de medidor.

2617
05:18:15.020 --> 05:18:19.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o ultrassom.

2618
05:18:19.670 --> 05:18:24.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então concordam que mudando o tipo de medição, o meu resultado aqui,

2619
05:18:26.470 --> 05:18:31.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não vou até corrigir. Tipo, vocês também. De repente corrigem esse negócio aqui. Não é padrão. É o resultado da medição,

2620
05:18:35.480 --> 05:18:39.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: resultado da medição.

2621
05:18:44.980 --> 05:18:46.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Resultado nisso.

2622
05:18:51.540 --> 05:19:00.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso aqui impacta um outro fator de influência não é resultado.

2623
05:19:00.710 --> 05:19:05.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o fluido flui do que está sendo passado aqui

2624
05:19:06.940 --> 05:19:09.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser líquido ou pode ser gás.

2625
05:19:11.040 --> 05:19:14.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O líquido pode ser uma água. Pode ser um hidrocarboneto.

2626
05:19:15.860 --> 05:19:19.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O gás pode ser um nitrogênio.

2627
05:19:19.880 --> 05:19:20.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser a.

2628
05:19:22.630 --> 05:19:23.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser oxigênio.

2629
05:19:24.590 --> 05:19:34.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dificilmente você vai fazer uma bancada, usar oxigênio porque o oxigênio é combustível, né? Então, quer dizer perigoso.

2630
05:19:34.930 --> 05:19:39.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem que se você usar a ar tem oxigênio misturado, mas tudo bem.

2631
05:19:40.390 --> 05:19:43.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A zoar sozinho não pega fogo, oxigênio

2632
05:19:44.300 --> 05:19:46.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pegar uma supervisa. E quem pode pegar fogo, né?

2633
05:19:47.230 --> 05:19:54.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você não vai usar oxigênio também. Mas você pode ter uma bala de nitrogênio ou

2634
05:19:54.830 --> 05:19:57.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sistema de ar comprimido para fazer a medição

2635
05:19:58.630 --> 05:20:05.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e no fluido, se for tipo um líquido ou mesmo com gás. Alguma coisa. Toda

2636
05:20:05.940 --> 05:20:08.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o perfil de escoamento. A gente já viu

2637
05:20:08.530 --> 05:20:10.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se é laminar. Se é turbulento

2638
05:20:11.650 --> 05:20:15.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode alterar o resultado da sua medição.

2639
05:20:17.390 --> 05:20:27.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A aqui está mostrando tipo bomba todo o sistema de alimentação de geração. No caso

2640
05:20:27.620 --> 05:20:35.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no caso da Rosângela. Ela falou sobre o ventilador. O motor que alimenta aqui a tubulação.

2641
05:20:35.940 --> 05:20:39.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas se for líquido tipo o sistema de bombeamento

2642
05:20:39.460 --> 05:20:42.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para você manter uma certa uniformidade,

2643
05:20:43.600 --> 05:20:51.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um controle desse fluido, uma estabilização na vazão para você. Poder fazer a calibração.

2644
05:20:52.660 --> 05:21:03.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse sistema aqui pode influenciar no resultado da medição. Se você tiver uma vazão não controlada, não estabilizada aqui

2645
05:21:04.060 --> 05:21:08.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com pulsações de né?

2646
05:21:08.470 --> 05:21:10.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Variações bruscas de pressão.

2647
05:21:13.770 --> 05:21:25.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Todo o teu arranjo do teu dispositivo de calibração. Tubulações, curvas, arranjos, tal controle de temperatura, é

2648
05:21:25.860 --> 05:21:29.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tudo isso aqui também pode impactar no resultado da medição.

2649
05:21:29.760 --> 05:21:33.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você tiver não tiver, por exemplo, trechos retos adequados

2650
05:21:34.050 --> 05:21:41.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou tiver variações muito grandes de temperatura que possam afetar a pressão e. E

2651
05:21:41.680 --> 05:21:45.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com isso, o volume do gás que está passando aqui.

2652
05:21:46.900 --> 05:21:58.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o instrumento, o fluido, o sistema de alimentação aqui do fluido em si. O arranjo das tubulações.

2653
05:21:59.730 --> 05:22:08.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui está representando um método de medição. Esse aqui é um método de

2654
05:22:09.240 --> 05:22:15.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: gravimétrico simbologia aqui do método gravimétrico. Mas aqui a gente vai mostrar

2655
05:22:15.310 --> 05:22:24.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: basicamente os três metros de medição, que é o gravimético, o volumétrico e o método comparativo, usando o medidor padrão.

2656
05:22:24.710 --> 05:22:26.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um master medição.

2657
05:22:27.400 --> 05:22:30.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você pode ter incertezas diferentes.

2658
05:22:31.190 --> 05:22:36.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode impactar e se tem resultados diferentes de medição, dependendo do método que você usa.

2659
05:22:36.900 --> 05:22:47.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui está mostrando a influência também do operador do sistema de aquisição de dados. Se você tem o sistema de aquisição de dados, uma análise não adequada também de valores e tal.

2660
05:22:47.570 --> 05:22:53.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É então isso aqui é importante de você fazer essa avaliação.

2661
05:22:55.150 --> 05:23:02.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui são componentes que podem ou não influenciar mais ou menos no resultado da medição.

2662
05:23:02.980 --> 05:23:05.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E como eu falei, amanhã, a gente vai ver

2663
05:23:05.320 --> 05:23:10.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os principais componentes em função dos métodos de medição.

2664
05:23:10.740 --> 05:23:17.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quais são os principais componentes que atuam e influenciam na incerteza da calibração de invasão,

2665
05:23:18.020 --> 05:23:19.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente vai olhar um pouquinho sobre isso.

2666
05:23:22.650 --> 05:23:26.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, voltando aqui, por exemplo, para um padrão de medição,

2667
05:23:27.200 --> 05:23:32.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse sim, tem a ver com padrão. A gente depende. Você pode ter. Por exemplo, você usa um método

2668
05:23:32.910 --> 05:23:36.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: polo métrica. Eu posso ter uma medida materializada de volume.

2669
05:23:40.220 --> 05:23:45.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei se vocês já viram isso. Ou utilizam isso de alguma forma.

2670
05:23:45.970 --> 05:23:47.160
TARCISIO NOGUEIRA: Jorge Américo.

2671
05:23:47.330 --> 05:23:51.189
TARCISIO NOGUEIRA: E aí, calibração de formas de abastecimento.

2672
05:23:51.190 --> 05:23:55.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esses são volumes conhecidos. São volumes padrão.

2673
05:23:56.400 --> 05:24:11.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você transfere para o instrumento que você está medindo, ou o contrário. Sai dele. Você está numa bomba e passando. E enche aqui. E aí você compara o valor indicado com o que está no.

2674
05:24:11.440 --> 05:24:12.030
TARCISIO NOGUEIRA: É isso?

2675
05:24:12.030 --> 05:24:20.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um volume que entrou aqui. Ou se pode ser ao contrário. Você está com o tanque cheio, esvazie e passa pelo medidor. Então você tem

2676
05:24:20.980 --> 05:24:26.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essas duas formas. Então é uma medida materializada de volume, e é um padrão.

2677
05:24:26.850 --> 05:24:30.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma medida chamada aqui, o padrão de referência

2678
05:24:30.440 --> 05:24:42.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também está lá na definição do vocabulário. Item cinco.seis. É o padrão de medição estabelecida para a calibração de outros padrões de grandeza da mesma natureza. Numa dada organização, num dado local,

2679
05:24:43.020 --> 05:24:48.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pode usar essa medida materializada para calibrar um padrão seu de medição

2680
05:24:49.850 --> 05:24:57.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que vai ser um instrumento que pode ser um aqui. Pode ser a sua referência. E você tem um outro padrão de trabalho.

2681
05:24:59.770 --> 05:25:07.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse aqui é o método de medida materializada de volume. Se pode ter o teu master, meter o medidor master

2682
05:25:07.680 --> 05:25:15.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como você tem o seu medidor magnético. Os anos já tem lá o seu medidor

2683
05:25:15.520 --> 05:25:20.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de gás. Como é que você chama ele? Eu esqueci até o nome que você atribui ele lá?

2684
05:25:20.330 --> 05:25:21.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O nome dele.

2685
05:25:21.260 --> 05:25:33.229
Rosangela Rajoy: Então o nome dele é Wats Test Meter. Porque ele tem um líquido dentro. Então ele é úmido. E assim a gente chama de Gasômetro úmido.

2686
05:25:33.610 --> 05:25:39.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá bom. Então o gasóbito úmido dela é o padrão dela de medição.

2687
05:25:39.740 --> 05:25:44.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Às vezes. Aí tem o magnético

2688
05:25:44.500 --> 05:25:47.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de medição de vazão magnético. Não, desculpa.

2689
05:25:47.540 --> 05:25:48.110
TARCISIO NOGUEIRA: Às doze.

2690
05:25:48.310 --> 05:25:50.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso o padrão.

2691
05:25:50.720 --> 05:25:59.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você pode ter em alguns lugares. Já vi padrões usando o ultrassom. Então você tem um mirador

2692
05:25:59.700 --> 05:26:09.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você vai comparar um com o outro. Então vamos supor que esse aqui é o Master. Isso aqui está calibrando isso aqui é um ultrassom. De repente está sendo calibrando aqui por um magnético. Alguma coisa assim,

2693
05:26:10.520 --> 05:26:15.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um um sisteminha que o método gravimétrico

2694
05:26:16.640 --> 05:26:24.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que aí você tem uma balança com um reservatório. E aí o fluido passa por dentro do medidor.

2695
05:26:24.950 --> 05:26:28.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem como uma massa conhecida

2696
05:26:29.840 --> 05:26:39.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: massa. Não quer dizer a massa específica densidade conhecida. Você pode calibrar direto em massa, ou você pode calibrar em volume, tendo

2697
05:26:39.870 --> 05:26:42.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a densidade conhecida.

2698
05:26:43.030 --> 05:26:46.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você pode ver o volume que passou aqui

2699
05:26:46.820 --> 05:26:49.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e vai comparar com a massa que pesou.

2700
05:26:50.700 --> 05:26:54.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E conhecendo a massa específica, você sabe, a relação.

2701
05:26:54.600 --> 05:26:55.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Massa, volume.

2702
05:26:56.140 --> 05:27:03.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse sisteminha aqui foi bem parecido. Foi o sistema que eu falei que eu montei na minha.

2703
05:27:03.470 --> 05:27:10.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na minha dissertação de mestrado lá na Puc, montei um padrãozinho desse uma balança. Um vaso aqui em cima.

2704
05:27:11.370 --> 05:27:14.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu entrava com isso aqui. Era um hidrômetro.

2705
05:27:15.840 --> 05:27:23.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não tinha nem transmissão, nem nada. Era andrômetrozinho com indicação local totalizador.

2706
05:27:23.810 --> 05:27:28.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu pegava, enchia, né?

2707
05:27:28.460 --> 05:27:30.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fechado. Aqui

2708
05:27:30.720 --> 05:27:44.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entrava aqui isso tudo era fechado porque aí o arco estava aqui dentro. Ele saía e aí na saída dele do vaso, aqui, eu tinha um medidor de gás que eu media

2709
05:27:44.260 --> 05:27:52.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a quantidade de ar que passava aqui. Então eu pude fazer a calibração em dois sentidos pela massa que entrava aqui e eu sabia quanto

2710
05:27:53.070 --> 05:28:03.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele tinha que entrar de água. E enquanto ele saía de gás aqui de ar, então eu fiz isso. Mas basicamente é isso que você pesa.

2711
05:28:03.900 --> 05:28:09.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, com relação à massa específica da água ou do líquido que você está passando.

2712
05:28:09.820 --> 05:28:12.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você consegue fazer essa comparação?

2713
05:28:12.700 --> 05:28:20.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Chama o sistema de pesagem. Tem também um outro fala Rosângelo perguntando, levantou a mão aí.

2714
05:28:20.030 --> 05:28:36.360
Rosangela Rajoy: Professor. Eu queria tirar uma dúvida. Talvez seja bastante simples, mas, por exemplo, no ensaio do tubo Pitot, a gente definiu ali um ponto onde a gente coloca o Pitot de teste e o Pitot padrão,

2715
05:28:36.440 --> 05:28:42.579
Rosangela Rajoy: que não tem interferência um no outro e seja um regime laminar. Ok,

2716
05:28:42.980 --> 05:28:52.460
Rosangela Rajoy: agora, em relação ao rotâmetro, por exemplo, eu sempre tenho dúvida se eu tenho que passar o ar primeiro pelo meu objeto ou pelo meu padrão

2717
05:28:53.200 --> 05:29:02.380
Rosangela Rajoy: aí, como você estava mostrando aí. Nesse caso, que passa pelo objeto no final, pesa que aí é a sua referência.

2718
05:29:02.520 --> 05:29:07.579
Rosangela Rajoy: Eu tenho um pouco de dúvida, porque não tem nenhum método de referência para calibração de rotâmetro.

2719
05:29:08.160 --> 05:29:09.620
Rosangela Rajoy: Que pensa, né?

2720
05:29:09.620 --> 05:29:19.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu não vejo nenhuma prioridade em passar primeiro por um e passar pelo outro. Porque o que isso impacta? Nada.

2721
05:29:19.580 --> 05:29:24.419
Rosangela Rajoy: Passar primeiro pelo quadrinho, depois pelo objeto.

2722
05:29:24.420 --> 05:29:29.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Praticamente nos rotamos. Eles têm uma perda de carga desprezível.

2723
05:29:29.960 --> 05:29:30.560
Rosangela Rajoy: Tchau, Tchau.

2724
05:29:30.700 --> 05:29:46.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso não muda nada. Igual a posição aqui de você usar um medidor magnético magnético? Não o Master e o outro passa primeiro por um ou passa primeiro por outro. Não muda essa ordem. Não.

2725
05:29:46.520 --> 05:29:48.349
Rosangela Rajoy: Invenção em relação a isso.

2726
05:29:48.350 --> 05:29:51.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não altera. Não aqui. Tudo bem, porque eu estou.

2727
05:29:51.040 --> 05:29:51.689
Rosangela Rajoy: E aí?

2728
05:29:51.690 --> 05:29:57.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui. Eu estou partindo de uma quantidade zerada de massa.

2729
05:29:58.380 --> 05:30:04.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí estou passando aqui o fluido e vou ver o volume em função da massa medida aqui. Tudo bem.

2730
05:30:04.980 --> 05:30:05.790
Rosangela Rajoy: É? Não tem?

2731
05:30:05.790 --> 05:30:07.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Me ajudou para fazer a medição.

2732
05:30:08.070 --> 05:30:08.530
Rosangela Rajoy: Sim.

2733
05:30:08.530 --> 05:30:09.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É.

2734
05:30:10.180 --> 05:30:10.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então.

2735
05:30:10.870 --> 05:30:15.730
Rosangela Rajoy: Não tem nada convencionado que tem que passar primeiro no padrão ou primeiro no objeto.

2736
05:30:16.660 --> 05:30:20.610
Rosangela Rajoy: Eu posso fazer conforme for melhor na montagem do meu sistema.

2737
05:30:21.030 --> 05:30:22.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sim, sem nenhum problema.

2738
05:30:22.840 --> 05:30:25.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau nisso. Não.

2739
05:30:25.340 --> 05:30:26.310
Rosangela Rajoy: Obrigada.

2740
05:30:26.310 --> 05:30:31.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um outro tipo de calibração que também é usada.

2741
05:30:31.450 --> 05:30:34.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, é tipo in loco em local.

2742
05:30:35.220 --> 05:30:44.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um provador. Não sei se vocês já viram falar. Um prover um provador compacto. Ele não deixa de ser uma.

2743
05:30:44.370 --> 05:30:49.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma medida volumétrica. Ele tem um volume conhecido aqui dentro.

2744
05:30:49.780 --> 05:30:55.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem um mecanismo. Você tem geralmente aqui umas ferhinhas.

2745
05:30:56.120 --> 05:30:57.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu não sei se

2746
05:30:57.630 --> 05:31:03.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se eu coloquei aqui ou não mas se eu não coloquei de repente vocês me lembram. Eu tenho um vídeo.

2747
05:31:04.240 --> 05:31:18.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei se eu coloquei no material de vocês aqui. Mas eu tenho um videozinho que mostra como é que funciona esse prover. Ah, tá. Acho que está aqui na frente. Sim, eu acho que eu coloquei ele aqui. Sim, estou adiantando aqui. Mas

2748
05:31:18.610 --> 05:31:28.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: senão vocês amanhã me dizem aqui. Ah, tá aqui, ó, só por aqui. Eu estou falando do prover. Vou mostrar para vocês aqui. Ele tem isso aqui. É um

2749
05:31:28.360 --> 05:31:40.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em aberto aqui, mostrando como funciona mas é basicamente, ele tem uma esfera. Isso aqui é um volume conhecido que é uma esfera que circula aqui dentro. E aí ele conta. Passa o número de vezes que isso aqui passou aqui dentro.

2750
05:31:41.050 --> 05:31:48.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele totaliza o volume, contabiliza. Não sei se dá para vocês verem aqui. Deixa eu ver aqui, rapidinho.

2751
05:31:50.770 --> 05:31:54.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem as ferinhas ali em cima. Está em câmera lenta aí, né?

2752
05:31:54.960 --> 05:32:00.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí ele passa aí quando chega ali tem um sensor que dispara. Tá vendo? Aí ele começa

2753
05:32:01.380 --> 05:32:05.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a contar e ele passa também pelo medidor.

2754
05:32:05.830 --> 05:32:07.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí depois ele vai,

2755
05:32:07.890 --> 05:32:14.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: volta. Então ele passa para um lado, passa para o outro, passa para o outro, passa pelo outro e o medidor. O fluxo vai no mesmo sentido.

2756
05:32:15.220 --> 05:32:26.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas as feirinhas aqui. Aí ele vai. Passou por um sensor. Ele comandou o medidor aqui. Passou lá, parou. Então isso aqui é um volume conhecido que ele fica contando o número de vezes.

2757
05:32:27.650 --> 05:32:36.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o Prover tem. Esse é um volume padrão também. Que conta o número de vezes

2758
05:32:37.240 --> 05:32:46.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que essa esfera passa por dentro desse desse colono conhecido. Aí ele pode ser.

2759
05:32:46.800 --> 05:32:55.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, tem estações que você tem um prover fixo montado lá, que você aí leva o instrumento. Para

2760
05:32:56.130 --> 05:33:13.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde você vai fazer? Ele faz a contagem, ou esse caso aqui, por exemplo, é um provemóvel que leva até próximo do local. Tem empresa como esse aqui? É da crônimas. Por exemplo, a Hirsa tem um prove desse que leva para um local para fazer as medições nas estações de medição,

2761
05:33:13.270 --> 05:33:18.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em unidade, refinarias e coisa assim. Nesse sentido.

2762
05:33:19.330 --> 05:33:20.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é um.

2763
05:33:21.780 --> 05:33:24.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O princípio. É volume que você está medindo aí.

2764
05:33:27.040 --> 05:33:32.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aquilo. A gente já mostrou inclusive também a figura de um padrão de missão, de trabalho e tal.

2765
05:33:32.750 --> 05:33:36.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você tem alguns desenhos aqui de algumas

2766
05:33:36.830 --> 05:33:41.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: estações de calibração. Esse aqui é o medidor Clampom usando.

2767
05:33:42.300 --> 05:33:43.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí,

2768
05:33:46.280 --> 05:33:48.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medida do ultrassom.

2769
05:33:52.330 --> 05:33:53.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom dia.

2770
05:33:53.630 --> 05:34:02.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando a gente fala, basicamente na calibração, o que a gente espera, a gente espera obter

2771
05:34:02.440 --> 05:34:10.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o desempenho meteorológico com relação ao erro de medição que eu vou comparar um padrão com o instrumento.

2772
05:34:11.180 --> 05:34:14.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou avaliar o fator do medidor

2773
05:34:15.680 --> 05:34:20.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no caso, esse fator de medidor é aquela relação, né?

2774
05:34:20.960 --> 05:34:24.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De pulsos ou relação do.

2775
05:34:25.080 --> 05:34:33.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O erro tem a ver com aquela constante que é a relação entre uma invasão vazão real vazão teórica.

2776
05:34:33.530 --> 05:34:35.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse daqui.

2777
05:34:35.870 --> 05:34:41.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desculpe, vazão real com relação à vazão teórica,

2778
05:34:41.910 --> 05:34:56.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a constante, o fator do medidor a relação de pulso. Eu posso ter também saída de sinal de corrente. E aí eu vou checar também a saída de corrente do meu instrumento de medição.

2779
05:34:56.910 --> 05:34:57.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

2780
05:34:58.250 --> 05:35:04.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com isso eu identifico também a tendência, né? Uma coisa é erro, outra coisa é a tendência, né? A gente já viu esse conceito, né?

2781
05:35:05.550 --> 05:35:10.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o erro de medição, a diferença entre o valor medida e uma grandeza. Eu posso ter o erro de medição

2782
05:35:11.340 --> 05:35:18.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: direto. Quer dizer, se eu estou medindo, o volume é o Massa. Então eu tenho um erro de volume é o Massa. Mas eu posso também ter o erro

2783
05:35:18.280 --> 05:35:22.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na vazão. Claro, se eu estou calibrando o volume,

2784
05:35:22.920 --> 05:35:28.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho erro em volume. Mas se eu estou calibrando o vazão, que aí é a questão do volume com relação a

2785
05:35:29.570 --> 05:35:31.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ao tempo, né?

2786
05:35:31.840 --> 05:35:42.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou a vazão máscara, também a massa em relação ao tempo. Então, dependendo do que eu estou calibrando, eu tenho erro em relação a isso.

2787
05:35:46.040 --> 05:35:54.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A tendência de medição. A gente também já viu definição, que é a média. Nesse caso, a gente está falando. Quando a gente faz a calibração

2788
05:35:54.570 --> 05:36:00.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nessa comparação, a gente acaba comparando as médias dos valores,

2789
05:36:00.310 --> 05:36:08.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então a média do volume totalizado pelo medidor em calibração, menos a média do volume totalizou a massa pelo padrão de trabalho.

2790
05:36:09.600 --> 05:36:10.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

2791
05:36:11.280 --> 05:36:26.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tudo. Bem. A tendência é o desvio da média, como eu te falei, mas eu. Estou fazendo uma calibração. Eu estou medindo quantidade de vezes, tanto no padrão quanto no medição. Então a tendência é obtida com essa diferença das médias.

2792
05:36:26.840 --> 05:36:31.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a média de volume ou massa, menos a média do volume

2793
05:36:31.910 --> 05:36:36.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do medidor com relação ao padrão, ou se é invasão, é a mesma coisa.

2794
05:36:38.300 --> 05:36:39.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem.

2795
05:36:41.570 --> 05:36:49.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o que a gente fala. No erro sistemático, a tendência. Então, se eu tenho aqui, por exemplo,

2796
05:36:51.020 --> 05:36:53.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: três leituras. Eu tenho meu padrão

2797
05:36:54.280 --> 05:37:01.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: noventa,983oitenta e sete a vazão indicada pelo meu medidor deu cem.

2798
05:37:02.300 --> 05:37:13.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho então um erro percentual. Normalmente, dentro dessa área de vazão, recomenda se trabalhar com valores em porcentagem,

2799
05:37:13.790 --> 05:37:23.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí a média dos erros vai dar a tendência, ou seja, aqui, então a média

2800
05:37:23.720 --> 05:37:26.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma tendência aqui de zero,cinco.

2801
05:37:29.520 --> 05:37:37.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui a ordem não interessa. Eu poderia ter calculado por aqui também a média e tal. Você vê que essa aqui não

2802
05:37:38.280 --> 05:37:40.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tanto faz como tanto feia

2803
05:37:40.960 --> 05:37:46.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pegar essa média e essa outra aqui e calcular a tendência em porcentagem vai dar a mesma coisa.

2804
05:37:48.800 --> 05:37:56.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É então, só que, nesse caso, quem está falando da calibração, a tendência não é

2805
05:37:56.760 --> 05:38:03.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a média das medidas, menos o valor da referência, a média da medição, menos a média

2806
05:38:03.470 --> 05:38:11.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: totalizada lá ou mensurada também pelo padrão de trabalho pela sua referência.

2807
05:38:15.600 --> 05:38:32.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E se eu tenho saídas analógicas, por exemplo, ou saída de frequência? Eu também tenho que ver isso na calibração. Então essa questão da saída analógica ou de frequência. A relação entre o valor lido na saída lá do medidor e o valor lido também no padrão de trabalho.

2808
05:38:33.700 --> 05:38:38.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é importante também fazer esse tipo de coisa.

2809
05:38:39.260 --> 05:38:43.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o valor pode ser em tempo de invasão volumétrica ou invasão máscara.

2810
05:38:44.780 --> 05:38:46.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando eu calibo o medidor,

2811
05:38:46.960 --> 05:38:58.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: observando aqui tanto a saída analógica quanto a saída em frequência, eu preciso analisar com relação à vazão instantânea.

2812
05:38:58.440 --> 05:39:02.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não dá para você ver totalização nesse sentido,

2813
05:39:03.740 --> 05:39:18.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque é um sinal de saída de corrente. Não é totalizado um sinal de saída de frequência não é totalizado em si. Eu estou checando ali naquele valor pontual. Então eu estou me referindo à vazão.

2814
05:39:20.130 --> 05:39:23.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cadê a celebração com saída estou me referenciando a vazão.

2815
05:39:25.290 --> 05:39:33.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, por exemplo, se eu tenho um determinado instrumento que ele tem uma vazão, é minim

2816
05:39:33.330 --> 05:39:35.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de zero máximo. É de cem.

2817
05:39:35.380 --> 05:39:37.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu estou fazendo agora. Estou checando

2818
05:39:38.050 --> 05:39:42.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: num ponto de trinta metros por hora, trinta disso.

2819
05:39:43.000 --> 05:39:50.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas só que eu estou checando agora aqui. Estou fazendo a calibração. Vendo a saída de corrente dele.

2820
05:39:50.880 --> 05:39:54.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sinal de quatro a vinte Milliampere, que é a saída padrão

2821
05:39:55.150 --> 05:40:05.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de um transnutor de transmissor de vazão de vazão. Então, trinta do sinal de saída de corrente

2822
05:40:06.040 --> 05:40:08.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dá oito,oito milham Peres.

2823
05:40:09.150 --> 05:40:15.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como é que eu calculo isso é trinta da amplitude de sinal sinal são

2824
05:40:15.990 --> 05:40:22.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dezasseis milhãopere como zero. É elevado né? Quatro. Então zero,três vezes dezasseis mais quatro,

2825
05:40:23.060 --> 05:40:26.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: oito,oito. 'milliam perto. Então o meu padrão

2826
05:40:28.490 --> 05:40:31.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem que dar oito,oito 'milliam perto.

2827
05:40:32.540 --> 05:40:37.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu faço as leituras

2828
05:40:38.210 --> 05:40:45.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e vejo qual foi isso aqui nominal.

2829
05:40:46.860 --> 05:40:49.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo direitinho.

2830
05:40:50.140 --> 05:40:58.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, quando eu faço a leitura do meu instrumento, usando aí um mutímetro padrão é

2831
05:40:58.470 --> 05:41:03.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: igual a gente fez a leitura ali. Eu fiz aqueles outros exemplos. Considerando a saída

2832
05:41:04.040 --> 05:41:08.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do transnutor de pressão nela fazendo a leitura Em Miriam pé.

2833
05:41:08.790 --> 05:41:11.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que ali eu quis calcular,

2834
05:41:12.390 --> 05:41:20.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: considerando a incerteza do rotímetro para com o o valor da certeza, hein?

2835
05:41:20.830 --> 05:41:23.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É impressão.

2836
05:41:24.250 --> 05:41:29.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui eu tenho os valores. Leituras, por exemplo, obtidos para cada leitura.

2837
05:41:29.720 --> 05:41:37.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A primeira leitura deu oito,oitocentos e três milham Peres o arquiteto de oito,oito oito.oitocentos e seis. E aí

2838
05:41:37.730 --> 05:41:44.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por esse valor de corrente, a vazão indicada lá no meu padrão de trabalho

2839
05:41:45.470 --> 05:41:52.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deu esses valores aqui. Trintacotrinta trintacinco, trintacquarenta.

2840
05:41:53.280 --> 05:42:00.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí essa diferença, então tem um erro percentual aqui em relação ao valor que

2841
05:42:01.130 --> 05:42:05.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nominal daria oito,oito. E eu tenho uma diferença aqui um pouco.

2842
05:42:05.580 --> 05:42:06.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um pouco maior,

2843
05:42:10.030 --> 05:42:10.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tá?

2844
05:42:11.570 --> 05:42:18.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu checo também essa saída de corrente, esses medidores, considerando aqui

2845
05:42:18.520 --> 05:42:24.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que o meu padrão de trabalho é a minha referência. Então, vou checar esses valores aí

2846
05:42:27.350 --> 05:42:33.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para ver tanto essa parte de saída de analógica. Se tem ou de saída de frequência. Também posso medir isso

2847
05:42:37.210 --> 05:42:38.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no fator K.

2848
05:42:40.100 --> 05:42:46.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fator K, que é aquela relação entre pulsos e volume também é uma.

2849
05:42:47.110 --> 05:42:48.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma coisa que eu checo.

2850
05:42:49.780 --> 05:42:54.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fator K é a relação de pulsos do medidor

2851
05:42:54.900 --> 05:43:00.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sobre calibração. Esse Msc medidor sobre calibração e o volume padrão.

2852
05:43:01.550 --> 05:43:10.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, como é que eu vou calibrar? Eu tenho um determinado volume que é que é padronizado

2853
05:43:10.950 --> 05:43:17.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu sei que é a minha referência e vejo o número de pulsos que o medidor sobre calibração emitiu.

2854
05:43:20.500 --> 05:43:22.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, nesse caso, né?

2855
05:43:22.490 --> 05:43:27.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o volume pode ser tanto, Tod. Pode ser em volume, ou pode ser em massa.

2856
05:43:27.550 --> 05:43:34.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A razão pode ser uma média dessas totalizações lida pelo medidor e a média do valor lido do padrão pode ser uma média.

2857
05:43:35.680 --> 05:43:44.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, por exemplo, eu faço uma primeira leitura. E aí vejo no meu padrão que o valor de

2858
05:43:45.650 --> 05:43:50.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: volume que ele leu deu novecentos e noventa e oito,cinco

2859
05:43:50.620 --> 05:43:52.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: decímetro cúbico é igual litro, né?

2860
05:43:53.900 --> 05:44:03.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o instrumento totalizou dez.cinco pulsos. Então aqui deu um fator de dez,dois pulsos por litro.

2861
05:44:03.400 --> 05:44:11.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Já numa segunda leitura, já deu um fator de dez,três. E nessa outra terceira leitura,

2862
05:44:11.540 --> 05:44:16.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também deu um valor aqui dos dez,três. Então, ou seja,

2863
05:44:16.540 --> 05:44:20.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu posso considerar que numa média, né?

2864
05:44:22.440 --> 05:44:24.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que essa média aqui deu.

2865
05:44:26.210 --> 05:44:29.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dá dez,zero. Sei lá quanto aí tem que somar.

2866
05:44:31.880 --> 05:44:33.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dá conta. Isso aqui

2867
05:44:36.980 --> 05:44:42.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é. Deixa, deixa eu ver aqui a minha calculadora aqui.

2868
05:44:42.930 --> 05:45:04.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dez,dois vezes dois mais rdez três dividido por três é dez,dois, porque dez,dois, dez,zero, vinte e três.

2869
05:45:05.530 --> 05:45:16.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se pode ser também, mas esquisito, né? Dez,zero. Mas a média dá isso dez,zero, vinte e três pulsos tchau

2870
05:45:16.200 --> 05:45:25.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por litro. Só que você vai considerar aí que teoricamente dá o zero,dois. Só que você não tem

2871
05:45:25.890 --> 05:45:32.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero,dois pulso. Você vai dizer que aí o fator K está em torno de dez pulsos por litro.

2872
05:45:37.430 --> 05:45:51.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem que eu posso considerar isso aqui. Porque quando eu faço uma de repente, eu posso aproximar dez,zero, vinte e três, porque quando eu passo uma quantidade grande, quando multiplico, é igual aquelas questões de Gustavo,

2873
05:45:51.370 --> 05:45:54.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o valor do combustível com três cada vez mais, né?

2874
05:45:57.600 --> 05:46:02.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que é quando você bota uma quantidade maior de litros, você consegue.

2875
05:46:03.510 --> 05:46:04.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É.

2876
05:46:06.030 --> 05:46:12.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Teve uma leitura ampla melhor aqui também, né? Quando eu boto mais cara desse mais ali, multiplicando por mil.

2877
05:46:13.200 --> 05:46:20.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então daria é dez vírgula dez.vinte e três.

2878
05:46:24.030 --> 05:46:24.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom,

2879
05:46:29.350 --> 05:46:31.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o fator do medidor

2880
05:46:31.350 --> 05:46:45.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí, depois a gente. Essa aqui é a última coisa que a gente vai ver hoje aqui. Depois aqui fala sobre certeza, irrepetibilidade. E a gente vê isso amanhã. O fator do medidor. A gente já tinha visto também no início, a questão da definição, o volume do padrão sobre o volume

2881
05:46:46.090 --> 05:46:53.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do medidor sob calibração que a gente tinha falado aqui na definição inicial. Aqui.

2882
05:46:54.480 --> 05:47:02.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Invasão real sobre a vazão teórica. Então, se eu tenho aqui o meu

2883
05:47:04.160 --> 05:47:10.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: padrão dividido por aquele que o medidor calibrou lá é,

2884
05:47:14.130 --> 05:47:17.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então eu faço também uma comparação entre esse tipo de coisa.

2885
05:47:18.110 --> 05:47:20.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por exemplo, faço uma leitura

2886
05:47:21.950 --> 05:47:30.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do meu volume indicado pelo medidor de calibração indicado pelo meu padrão de trabalho. Posso levantar o erro, o erro em percentual. E com isso aqui eu tenho

2887
05:47:30.900 --> 05:47:37.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o meu fator medidor aqui. Mf. Em inglês vem chama meter factor.

2888
05:47:37.340 --> 05:47:41.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a relação entre o padrão e o

2889
05:47:42.580 --> 05:47:51.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o medidor que foi calibrado. Então você vê aqui esse mito fé. Deus deu um valorzinho menor do que um, porque o

2890
05:47:51.700 --> 05:47:57.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nessa minha simulação aqui o meu medidor leu sempre um pouquinho mais

2891
05:47:57.410 --> 05:48:02.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do que o meu padrão. Então você tem aqui uns erros percentuais.

2892
05:48:02.850 --> 05:48:05.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o fator do medidor

2893
05:48:06.420 --> 05:48:11.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você vai corrigir. Você vai usar esse fator de medidor lá de repente, para fazer a correção

2894
05:48:11.600 --> 05:48:14.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos valores indicados por esse.

2895
05:48:15.010 --> 05:48:16.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por esse instrumento.

2896
05:48:18.340 --> 05:48:24.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a leitura dele multiplicada por esse fator aqui vai dar

2897
05:48:25.550 --> 05:48:31.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o volume real. Quer dizer o volume corrigido.

2898
05:48:36.430 --> 05:48:37.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom dia.

2899
05:48:38.600 --> 05:48:39.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então,

2900
05:48:39.980 --> 05:48:48.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse documento da Cgec Doc Cegec cinquenta e sete, que é um documento usado de referência. Ele diz o seguinte:

2901
05:48:48.660 --> 05:49:03.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Convém para cada condição de vazão calibrada, que a incerteza expandida seja declarada como a porcentagem no valor de referência. Então ele recomenda você trabalhar sempre com um valor percentual, ou seja, com uma incerteza relativa,

2902
05:49:04.120 --> 05:49:06.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: declarar como incerteza relativa.

2903
05:49:06.990 --> 05:49:07.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí.

2904
05:49:08.350 --> 05:49:13.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pois, a gente amanhã, a gente fez esses exemplos aqui dessas coisas todas.

2905
05:49:13.690 --> 05:49:17.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente vê o resto aqui. Acho que a gente adiantou. Bem aqui.

2906
05:49:18.800 --> 05:49:20.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essas são quatro,dez, né?

2907
05:49:21.820 --> 05:49:23.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Passamos até um pouquinho do horário. Aí

2908
05:49:26.010 --> 05:49:28.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: foi tranquilo, gente. Tá tudo bem.

2909
05:49:29.290 --> 05:49:31.760
Rosangela Rajoy: Tudo bem, professor. Obrigada.

2910
05:49:32.690 --> 05:49:37.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Amanhã a gente termina gente amanhã a gente termina. Não tenha dúvida

2911
05:49:38.980 --> 05:49:43.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também. Se não terminar, a gente ainda tem quinta feira. Que é feriado. Dá para fazer aí.

2912
05:49:43.260 --> 05:49:44.730
Rosangela Rajoy: E aí?

2913
05:49:44.980 --> 05:49:48.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí não. Amanhã a gente termina. Com certeza

2914
05:49:48.430 --> 05:49:52.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: falou, gente, obrigado pela atenção de vocês.

2915
05:49:52.630 --> 05:49:56.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí nos encontramos amanhã de manhã.

2916
05:49:57.010 --> 05:49:58.500
Rosangela Rajoy: Obrigada, Professor.

2917
05:49:58.740 --> 05:49:59.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pois é.

2918
05:50:00.760 --> 05:50:02.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau, gente. Até amanhã.

