WEBVTT

1
00:00:04.500 --> 00:00:06.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Peraí.

2
00:00:09.430 --> 00:00:14.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, pessoal, vamos lá então, Rosângela Tarciso. Vamos lá. Vamos começar aí

3
00:00:14.830 --> 00:00:22.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para a gente não atrasar mais do que já atrasou. Então a gente vai ter esses três dias aí de contato.

4
00:00:23.040 --> 00:00:29.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nosso horário aqui vai até as quatro horas da tarde. Vamos dar um intervalo aí meio dia.

5
00:00:30.510 --> 00:00:33.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a gente volta

6
00:00:34.070 --> 00:00:44.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma hora. Não sei se uma hora de almoço citar um bom tema, ou a gente pode, de repente, foi o caso estender um pouquinho. Bota aí uma hora e quinze aí de intervalo de almoço.

7
00:00:44.310 --> 00:00:49.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí? Depois a gente vai até um pouquinho depois das quatro. Sei lá, quatro, quinze. Alguma coisa assim. Não sei se para vocês

8
00:00:50.220 --> 00:00:51.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fica legal ou não.

9
00:00:52.070 --> 00:00:56.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas de qualquer forma, a gente vai dar também um intervalinho. Agora, aqui tem umas.

10
00:00:57.400 --> 00:00:58.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

11
00:00:59.790 --> 00:01:00.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

12
00:01:00.660 --> 00:01:09.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é um pouquinho. É porque daqui a um pouquinho, a gente faz um intervalinho para quebrar um pouco o negócio. A gente tem quatro horas,

13
00:01:09.670 --> 00:01:16.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: três horas de manhã e três horas de tarde. Então, uma hora e meia, a gente dá um intervalo e depois outra hora.

14
00:01:16.460 --> 00:01:19.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vontade também faz. Tudo bem, Tran.

15
00:01:19.910 --> 00:01:20.890
TARCISIO NOGUEIRA: Combinado.

16
00:01:20.890 --> 00:01:26.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos lá. A gente está falando aqui sobre Oi, fala até alguma coisa.

17
00:01:26.240 --> 00:01:28.629
Rosangela Rajoy: Tudo certo pra você. Combinado. Aí tá ótimo.

18
00:01:28.960 --> 00:01:29.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O.

19
00:01:30.710 --> 00:01:35.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou fazer o seguinte. Se vocês nos incomodarem de ficar também só com a

20
00:01:35.610 --> 00:01:41.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a minha tela, sem estar eu aparecendo aqui porque a Internet, às vezes eu tenho alguns.

21
00:01:41.310 --> 00:01:51.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alguns vídeos que eu quero mostrar para vocês. Geralmente nessa parte inicial, que a gente vai falar sobre alguns tipos de medição. Tipos de medidor de vazão. Tem alguns vídeos aqui

22
00:01:51.260 --> 00:01:56.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí? Vídeo com vídeo pode dar conflito. Eu vou cortar o meu vídeo aqui.

23
00:01:56.240 --> 00:01:59.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos lá. Não sei se vocês

24
00:01:59.520 --> 00:02:04.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já tiveram a oportunidade de estar em algum outro

25
00:02:04.430 --> 00:02:15.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: treinamento comigo? Alguma coisa nesse sentido? Mas eu tenho aqui um pouquinho aqui da minha experiência na área da meteorologia, na área de medição na minha formação

26
00:02:16.330 --> 00:02:24.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é, eu já tenho bastante tempo aí, atuando sempre nessa área, de medida, sempre na área de medição,

27
00:02:24.510 --> 00:02:26.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desde que eu comecei a minha.

28
00:02:26.610 --> 00:02:28.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Meu trabalho aqui.

29
00:02:28.490 --> 00:02:41.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu trabalhei durante muito tempo no início da minha atividade. Na área petroquímica, atuando na área de instrumentação Industrial. Automação

30
00:02:42.000 --> 00:02:49.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nos últimos anos, é que eu tenho mais me dedicado realmente nessa questão, aí dos treinamentos, capacitação.

31
00:02:50.320 --> 00:02:54.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí estamos aqui é eu,

32
00:02:55.330 --> 00:03:01.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. São algumas referências. Espero que vocês tenham. Já pego esse material aqui e tal. Algumas referências

33
00:03:01.970 --> 00:03:06.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: normativas e biográficas que a gente cita que é interessante.

34
00:03:06.940 --> 00:03:09.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente não vai falar sobre todas elas aqui, mas

35
00:03:10.810 --> 00:03:14.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: serve aqui como guia, alguma orientação.

36
00:03:15.310 --> 00:03:20.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o que a gente vai ver. Então, nesses três dias, essa parte inicial,

37
00:03:21.310 --> 00:03:25.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente vai fazer alguma revisão aí. De outros conceitos básicos.

38
00:03:26.000 --> 00:03:28.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na questão da medição de vazão.

39
00:03:28.490 --> 00:03:34.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É como eu falei aqui. Os conceitos básicos,

40
00:03:34.870 --> 00:03:44.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os conceitos físicos, sem entrar muito no detalhe da dinâmica da mecânica de fluido e tal. Porque não é esse o objetivo.

41
00:03:44.650 --> 00:03:46.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E depois falar sobre os

42
00:03:47.240 --> 00:04:00.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os principais tipos de medidores de vazão que aí a gente está falando aí nos medidores diretos que eu chamo aqui. Deslocamento positivo, rotativo impacto de fluxos indiretos.

43
00:04:01.090 --> 00:04:11.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que é, isso, inclusive tupitou aí que ó Rosângela está trabalhando aí com a questão da pitométrica.

44
00:04:11.430 --> 00:04:16.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E eu chamei também alguns

45
00:04:16.339 --> 00:04:24.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medidores especiais, tipo magnético, vórtice ultrassom e tal. E depois? Sim, depois a gente vai ver parte da metrologia.

46
00:04:26.290 --> 00:04:34.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente está falando o curso tem a parte de medição e calibração de instrumentos, então é ver os conceitos de incerteza de medição.

47
00:04:36.270 --> 00:04:48.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí eu faço uma revisão da estatística aplicada nisso. Os principais conceitos e avaliação da incerteza e medição. E depois, na parte final, sobre alguns tópicos

48
00:04:48.360 --> 00:04:56.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: focado na calibração, os métodos, as fontes de incerteza certificado e alguns exemplos.

49
00:04:56.730 --> 00:05:04.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Trago trazer alguns dois exemplos de avaliação da incerteza e medição nessa área, de, principalmente aí

50
00:05:04.460 --> 00:05:08.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: importante, na área de vazão, de óleo e de gás.

51
00:05:08.840 --> 00:05:16.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, a gente tem turma pequena. Se tiver mais completo aí quando chegar o resto

52
00:05:17.100 --> 00:05:20.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da turma, aí tem. Acho que chegou mais um, né?

53
00:05:21.490 --> 00:05:23.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Chegou mais uma aí.

54
00:05:23.340 --> 00:05:30.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Anaielle, seja bem vinda aí, tá, é?

55
00:05:32.030 --> 00:05:37.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desculpe, não vi a hora que você chegou, mas também está começando agora, né?

56
00:05:38.110 --> 00:05:39.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem.

57
00:05:40.050 --> 00:05:47.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Teve esse conflito aí de endereço aqui de treinamento, mas agora já resolveu.

58
00:05:48.690 --> 00:05:49.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas você espera.

59
00:05:51.560 --> 00:05:54.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá tudo bem. Tá me ouvindo bem, né? Tranquilo.

60
00:05:54.950 --> 00:06:01.240
ENAIELLY CRUZ: Então, sim. Bom dia. Cheguei agora porque eu tava no outro link. Aí, depois que eu vi o e mail.

61
00:06:01.400 --> 00:06:05.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o outro link tinha um outro evento acontecendo aí.

62
00:06:06.070 --> 00:06:14.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o pior que sabia na hora que eu abri, eu li que eu derrobei a reunião lá. É, mas tudo bem, resolveu se.

63
00:06:15.370 --> 00:06:23.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, a gente vai falar aqui sobre esses aspectos nesses dois dias. Nesses três dias

64
00:06:24.760 --> 00:06:30.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a gente vai estar junto aí. Só uma turma pequena. Então vamos ver se a gente tem uma boa interação

65
00:06:31.160 --> 00:06:33.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre nós, aí.

66
00:06:34.380 --> 00:06:36.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos nessa.

67
00:06:36.900 --> 00:06:44.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, sobre falar sobre vazão é sempre importante a gente conceituar, né?

68
00:06:44.510 --> 00:06:48.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, a quando a gente fala invasão. A gente está falando.

69
00:06:48.390 --> 00:06:52.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Diga como diz implicitamente, o fluido em movimento.

70
00:06:52.600 --> 00:07:06.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um fluido em movimento. Esse fluido pode ser um líquido pode ser um vapor. Pode ser um gás. Esse líquido pode ser uma pasta. Pode ser, mas é qualquer fluido que esteja em movimento

71
00:07:07.160 --> 00:07:25.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na maioria das vezes fechados em tubulações e tal. Mas você também tem fluidos em canais abertos. Você consegue medir vazão de rio você consegue medir vazão de canais, coisas assim.

72
00:07:25.710 --> 00:07:27.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a gente vai ver um

73
00:07:28.200 --> 00:07:36.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: rapidamente falando sobre um medidor que chama Giuse de calha parcial para a medição de invasão em canal aberto.

74
00:07:37.320 --> 00:07:39.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas, de um modo geral,

75
00:07:39.480 --> 00:07:59.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a indústria, a variável que a gente chama a variável de processo vazão é uma das variáveis mais importantes que a gente tem dentro da indústria dos processos industriais, junto com as outras, que basicamente, são quatro variáveis importantes em um processo.

76
00:07:59.590 --> 00:08:05.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pressão, a temperatura a vazão e o nível de uma

77
00:08:06.260 --> 00:08:11.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de um produto. Muitas vezes a vazão.

78
00:08:11.750 --> 00:08:16.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela pode não ser até, tipo, a variável principal,

79
00:08:16.770 --> 00:08:23.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas ela pode influenciar numa outra. Por exemplo, por exemplo, essa figura que.

80
00:08:24.060 --> 00:08:42.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que eu trouxe para cá. É uma figura típica de um controle de temperatura de um reservatório. Você tem aqui um trocador de calor que passa um determinado fluido por dentro desse trocador de calor. Esse fluido pode ser

81
00:08:42.419 --> 00:08:55.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bom. Vamos considerar que eu quero aquecer esse reservatório aqui aquecer esse produto. Então aqui pode estar passando. Um vapor. Pode estar passando até uma água quente. Alguma coisa nesse sentido,

82
00:08:55.680 --> 00:09:12.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para poder aquecer esse valor. Então, quer dizer, a principal variável aqui de processo é a temperatura. É o controle. Eu quero o controle da temperatura desse produto e esse controle. Então tem uma malhazinha simples.

83
00:09:12.320 --> 00:09:23.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem um sensor de temperatura, um instrumento que percebe essa informação e manda através de um sinal padronizado aqui está representando um sinal elétrico

84
00:09:24.300 --> 00:09:43.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para um controlador, que é um instrumento que ele vai fazer uma comparação entre o sinal que ele recebe aqui, por exemplo, do transmissor de temperatura, com um ponto de ajuste, por exemplo, a temperatura que eu quero manter aqui, em função desse desvio e dessa diferença

85
00:09:43.780 --> 00:09:47.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para controlar. Ele manda uma informação

86
00:09:47.560 --> 00:09:59.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para um outro dispositivo que a gente chama de um elemento final de controle que, nesse caso, aqui está sendo representado por uma válvula pneumática que vai modular

87
00:09:59.930 --> 00:10:18.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a passagem do fluido que está aqui. Ou seja, se eu precisar aquecer mais, eu abro mais essa válvula. Deixo passar mais o vapor aqui dentro poder aquecer se. Eu quero não refrigerar, mas manter a temperatura mais estável.

88
00:10:19.110 --> 00:10:37.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De repente, eu reduzo ou fecho a passagem do fluido que está aqui, para que essa temperatura fique estável. Então aqui eu estou usando, por exemplo, a vazão de vapor que passa por essa tubulação como uma variável manipulada para controlar a temperatura. Então nem sempre

89
00:10:37.640 --> 00:10:45.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a vazão a vazão é a variável principal. Mas muitas vezes eu uso controle da vazão ali para

90
00:10:45.880 --> 00:10:58.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: manter uma variável de processo estável. Então isso é importante. Então, quando eu volto a dizer quando eu falo invasão, a gente está falando de um fluido em movimento.

91
00:10:58.230 --> 00:11:06.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse fluido em movimento. Outro exemplo bastante interessante também, usando aqui a vazão

92
00:11:07.030 --> 00:11:15.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como uma variável não principal, mas nesse caso, aqui, ela também tem uma medição,

93
00:11:16.480 --> 00:11:22.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é um controle de nível de uma tubulação de água em uma caldeira.

94
00:11:23.830 --> 00:11:34.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A caldeira é um equipamento importante, vários processos para você gerar vapor

95
00:11:34.770 --> 00:11:43.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que esse vapor, inclusive, pode ser utilizado para várias utilizações dentro, por exemplo, de um processo industrial, mas também até para gerar.

96
00:11:44.190 --> 00:11:56.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É movimentar, por exemplo, um gerador que a gente chama de um turbo gerador e gerar energia elétrica. Então esse apoio pode ser usado até na geração de energia elétrica,

97
00:11:56.850 --> 00:12:06.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e uma variável importantíssima, por exemplo, no controle de uma caldeira. É o nível de água dentro desse tubulão. Isso aqui chamado tubulão de água.

98
00:12:06.850 --> 00:12:09.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho um controle de nível aqui. Ó

99
00:12:09.280 --> 00:12:21.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esses desenhos aqui, essa simbologia. Ela segue o padrão da Isa, que também é adotado pelas outras.

100
00:12:21.320 --> 00:12:27.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma referência a Norma Isa.

101
00:12:27.570 --> 00:12:34.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esqueci o número dela, mas tem a questão da simbologia do que representa as coisas. Então isso aqui é um transmissor de nível

102
00:12:34.940 --> 00:12:45.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o medidor de nível que tem um controlador que vai buscar atuar nessa válvula aqui para manter esse nível constante, mas de que forma?

103
00:12:45.310 --> 00:12:48.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Através da vazão de água que entra nessa caldeira.

104
00:12:49.440 --> 00:13:06.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, mas aí eu também tenho. Porque pode haver que esse nível aqui pode ser influenciado não só pela demanda de vapor, porque aqui eu tenho uma demanda de vapor. E que vai fazer com que esse nível varie em função do consumo de vapor,

105
00:13:06.720 --> 00:13:15.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas esse nível pode também ser influenciado caso, por exemplo, a vazão de água aqui, por alguma razão, também tem uma

106
00:13:15.560 --> 00:13:27.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma alteração aí. Nesse caso, eu meço aqui a vazão de água também. E ela entra também como um outro agente aqui, dentro desse processo de controle.

107
00:13:28.750 --> 00:13:44.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse aqui é um sisteminha que a gente chama de um controle em cascata, onde a saída de um controlador. No caso. Aqui, o controlador de níveis atua como um ponto de ajuste o Set Point de um outro controlador. Então tem uma medição de água,

108
00:13:45.140 --> 00:13:55.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é a minha variável de processo. E aí que vai atuar nessa válvula. Mas aqui eu tenho sete pontes, um ponto de ajuste Ssp chama ponto de ajuste sete pontes

109
00:13:55.570 --> 00:14:07.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que varia em função do nível. Então isso aqui é um controle que a gente chama controle de cascata. E aqui também é chamado de um controle a dois elementos que eu estou medindo o nível e vazão de água

110
00:14:07.570 --> 00:14:10.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: num controle melhor. Ainda mais apurado.

111
00:14:11.590 --> 00:14:25.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu entraria também com uma medição da vazão de vapor aqui, uma medição na vazão de vapor, porque a medição da vazão de vapor vai também influenciar no nível.

112
00:14:25.370 --> 00:14:37.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse aqui é um controle mais utilizado que a gente chama do controle de três elementos que pega o nível no tubulão a vazão do vapor e a vazão de água para poder manter

113
00:14:37.900 --> 00:14:47.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: estável o nível de água dentro do tubulão, que vai ser influenciado tanto pelo consumo, pela demanda de vapor

114
00:14:47.650 --> 00:14:52.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quanto também por possíveis variações aqui na entrada de água.

115
00:14:53.200 --> 00:15:09.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, com isso, eu tenho um controle mais estável aqui, ou seja, a variável principal continua sendo o nível do tubulão. Entretanto, a medição da vazão de vapor e a vazão de água são importantes para garantir

116
00:15:09.380 --> 00:15:12.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que esse nível também dentro do tubulão.

117
00:15:13.750 --> 00:15:24.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, sempre que aqui eu estou, com basicamente fizer as duas principais grandes variáveis de processo, nível e vapor

118
00:15:24.570 --> 00:15:26.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: incrível. Que invasão?

119
00:15:26.480 --> 00:15:42.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Naquele outro exemplo anterior, eu estava falando sobre temperatura e poderia ter. Nesse exemplo aqui anterior, aqui, poderia ter também uma medição da vazão de entrada. Da mesma forma que aí poderia fazer um controle em cascata. Aqui

120
00:15:43.060 --> 00:15:53.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a vazão de entrada e a temperatura para poder também saída do controlador. Aqui, para manter uma temperatura mais estável, você pode aprimorar

121
00:15:53.680 --> 00:15:57.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os controles, beleza.

122
00:15:59.340 --> 00:16:01.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então a vazão em si.

123
00:16:02.280 --> 00:16:08.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Definição de vazão. Como a gente disse, é um fluido, uma quantidade de fluido que passa por um determinado

124
00:16:08.420 --> 00:16:13.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: local e um intervalo de tempo. Então, vazão é uma quantidade fluída por tempo.

125
00:16:15.420 --> 00:16:18.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso é que a chamada vazão, né?

126
00:16:18.630 --> 00:16:30.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma quantidade de fluido por tempo e essa quantidade de fluido, a gente pode estar trabalhando com medidas em volume ou com medição em massa

127
00:16:31.450 --> 00:16:37.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: volume. Estou falando aqui em metro cúbico em litro

128
00:16:38.230 --> 00:16:48.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou outras unidades aí, tipo inglesas, como galão por minuto ou pé cúbico por hora. Se você estiver falando com gases, alguma coisa assim.

129
00:16:48.610 --> 00:16:55.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a vazão volumétrica. Então, como eu diz, uma quantidade de volume por unidade de tempo,

130
00:16:55.890 --> 00:16:58.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: volume por unidade de tempo.

131
00:16:59.570 --> 00:17:04.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Já a vazão a vazão fonométrica entre si.

132
00:17:05.160 --> 00:17:22.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela tem algumas limitações, principalmente a questão de você fazer comparações por volume. Você tem algumas implicações com relação, principalmente se você trabalhando com gases e vapores, porque você tem uma influência muito grande

133
00:17:22.880 --> 00:17:24.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da temperatura e da pressão.

134
00:17:25.380 --> 00:17:39.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então às vezes você precisa. Às vezes eu digo que na maioria das vezes, se você vai fazer comparações, você precisa referenciar, trabalhar com referências iguais

135
00:17:39.760 --> 00:17:59.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. A pergunta é: eu tenho aqui, por exemplo, uma medição de invasão. Nesse ponto, onde eu tenho pressão e temperatura de um valor e aqui. Uma medição de evasão. Um outro ponto mais distante, que está numa temperatura e numa pressão diferente, simplesmente um valor medido aqui, e um outro valor medido lá. Posso comparar diretamente.

136
00:17:59.970 --> 00:18:04.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Provavelmente eu vou ter valores diferentes

137
00:18:04.530 --> 00:18:16.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por causa das condições de pressão e temperatura de um fluido que é muito subscritível a essas influências de pressão e temperatura.

138
00:18:17.160 --> 00:18:20.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, na medição de evasão volumetrica, é importante referenciar

139
00:18:21.050 --> 00:18:24.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as condições básicas de pressão e temperatura.

140
00:18:26.010 --> 00:18:31.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí é importante que a gente tome essas considerações na hora de comparar.

141
00:18:32.470 --> 00:18:34.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Muitas vezes, a gente usa. Então,

142
00:18:35.150 --> 00:18:42.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para evitar essa questão, dessas influências de volume e de pressão,

143
00:18:42.440 --> 00:18:54.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é trabalhar com a questão da massa, a massa, do fluido a vazão. Massa é importante quando a gente quer fazer, por exemplo, um balanço energético é o que a gente chama de um balanço de massa

144
00:18:54.890 --> 00:19:03.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque independe das variações de pressão e temperatura. A massa não muda, a massa é inalterada.

145
00:19:03.340 --> 00:19:05.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a vazão máxima,

146
00:19:05.870 --> 00:19:16.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o conceito de vazão é o mesmo. A vazão Massa vai significar a quantidade de massa do fluido que passou através daquela tubulação

147
00:19:17.960 --> 00:19:19.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por humanidade e tempo.

148
00:19:21.190 --> 00:19:28.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, massa é uma coisa variada. Quer dizer invariável. E o tempo ser médico.

149
00:19:29.410 --> 00:19:36.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem a invasão, massa você utiliza lá aquilo. Quilograma por segundo quilograma, por hora

150
00:19:37.140 --> 00:19:43.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou em cidade inglesa. Liba por hora. Alguma coisa nesse sentido, mas você consegue relacionar, né?

151
00:19:44.000 --> 00:19:52.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você consegue relacionar a vazão máscara com a vazão volumétrica?

152
00:19:54.190 --> 00:19:57.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que por quê? Massa e volume,

153
00:19:57.740 --> 00:20:07.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo, a densidade, a massa específica ou massa específica. É uma relação entre massa e volume.

154
00:20:08.220 --> 00:20:20.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por exemplo, uma vazão máscara. Você consegue ter uma relação igual, conhecendo a massa específica com relação à vazão volumétrica. Então elas estão relacionadas.

155
00:20:22.010 --> 00:20:29.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se massa, isso é densidade, né? Densidade

156
00:20:29.680 --> 00:20:41.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é massa por volume. Então eu tenho que a massa é igual o volume. Vez a densidade, ou seja, a vazão, massa é igual a vazão

157
00:20:41.230 --> 00:20:46.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: volumetrica. Fez a densidade do do fluido, uma massa específica do fluido.

158
00:20:46.660 --> 00:20:54.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Assim como se eu tenho a vazão, máscara e a densidade que eu consigo calcular a vazão volumétrica,

159
00:20:54.390 --> 00:20:58.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é a vazão máscara dividida pela densidade. Então tem essa relação.

160
00:20:58.580 --> 00:21:03.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas aqui é o o exercício. É outro.

161
00:21:03.420 --> 00:21:04.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

162
00:21:04.380 --> 00:21:16.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: explicação. Aqui aqui. O exemplo que eu queria trazer para vocês aqui é outra. Imagina que eu preciso encher um reservatório de água e que ele tem um de âmbito de meio metro com uma altura de três metros.

163
00:21:18.250 --> 00:21:26.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aí eu quero abastecer isso em meia hora. Quer dizer, como é que eu calculo? A vazão volumétrica de abastecimento.

164
00:21:27.480 --> 00:21:31.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desculpa a vazão volumetrica. Então

165
00:21:32.370 --> 00:21:38.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é a quantidade de fluido por unidade de tempo, como a gente viu. Então, quem é a quantidade de fluido que vai passar?

166
00:21:38.200 --> 00:21:39.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem que ser. A.

167
00:21:39.600 --> 00:21:43.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que eu quero é encher o volume do reservatório

168
00:21:43.650 --> 00:21:53.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por aquela unidade de tempo. O volume de um reservatório cilíndico para ficar fácil é de ou quadrado quatro dividido por quatro vezes altura.

169
00:21:54.390 --> 00:21:58.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o volume dá aproximadamente

170
00:21:58.480 --> 00:22:14.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quinhentos e noventa litros, quinhentos e noventa litros. Se eu quero encher em meia hora, então é isso. Dividido por meia hora. Dá em torno de um.cento e oitenta litros por hora. Então, se eu mantiver essa vazão

171
00:22:14.680 --> 00:22:18.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em meia hora. Eu encho esse reservatório.

172
00:22:19.640 --> 00:22:28.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eu diminuir a vazão, aumenta o tempo. Se eu aumentar a vazão, eu diminuí o tempo. Então tem uma relação bastante direta.

173
00:22:28.620 --> 00:22:35.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora, se eu tenho voltando a essa questão aqui, da relação entre massa e volume,

174
00:22:35.540 --> 00:22:43.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então se eu tenho uma determinada vazão volumétrica. Eu posso saber a vazão máxima,

175
00:22:43.460 --> 00:22:53.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fazendo essa expressão, onde a densidade e a massa por volume, conhecendo a densidade do fluido. Nesse caso, aqui a gente definiu aqui que é água.

176
00:22:54.110 --> 00:22:54.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

177
00:22:55.790 --> 00:23:02.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a densidade da água, por exemplo, numa temperatura de vinte e cinco graus. Vamos considerar que é a temperatura que a gente está

178
00:23:02.360 --> 00:23:08.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: passando. Ali é novecentos e noventa e nove.duzentos e trinta e quatro quilogramas por metro cúbico.

179
00:23:08.710 --> 00:23:14.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho que. A minha vazão máxima vai ser a densidade vezes a vazão volumétrica.

180
00:23:15.370 --> 00:23:22.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cem litros por hora representa noventa e nove,sete kilogramas por hora.

181
00:23:23.030 --> 00:23:27.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, considerando que a densidade da água,

182
00:23:27.850 --> 00:23:36.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: teoricamente, daria um.zero mil quilogramas por metro cúbico, mas

183
00:23:36.900 --> 00:23:42.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é exatamente isso. De novecentos e noventa e nove.duzentos e trinta e sete quilogramas por metro.

184
00:23:44.150 --> 00:23:46.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá tudo tranquilo, beleza.

185
00:23:50.140 --> 00:23:53.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, até agora está tranquilo.

186
00:23:53.560 --> 00:23:58.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, como eu comentei, a gente vai falar um pouquinho sobre os.

187
00:23:58.750 --> 00:23:59.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É?

188
00:24:00.230 --> 00:24:05.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sem entrar muito no detalhe com relação a

189
00:24:06.620 --> 00:24:18.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dinâmica de fluidos e tal essas coisas, todas os conceitos. Mas é importante a gente saber que, por exemplo, a viscosidade é um conceito

190
00:24:18.560 --> 00:24:25.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: físico de escoamento muito importante, que ele impacta muito na medição de invasão.

191
00:24:25.850 --> 00:24:36.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dependendo da viscosidade do fluido, ele pode trazer erros de medição. Se você especificar um determinado

192
00:24:36.310 --> 00:24:43.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: equipamento para uma faixa de viscosidade trabalhando em outra, então a viscosidade,

193
00:24:43.580 --> 00:25:02.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela é definida como igual, como se fosse um circuito elétrico. A resistência do escoamento do fluido em um duto. Isso é medição da viscosidade, ou seja, um fluido mais viscoso. Ele tem uma resistência maior para se deslocar.

194
00:25:02.650 --> 00:25:13.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pega uma água e pega um mel. Você vê que o mel derva mais tempo para escoar escorrer do que a água.

195
00:25:13.940 --> 00:25:20.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por causa dessa questão da viscosidade. Então essa resistência, ela provoca uma perda de carga.

196
00:25:20.790 --> 00:25:31.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E quando você tem variações de viscosidade. Você tem lá um determinado medidor, invasão, uma especificação. E você agora mudou

197
00:25:31.930 --> 00:25:39.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o produto. Você pode ter problemas de perda de cargas adicionais e medições incorretas.

198
00:25:40.510 --> 00:25:46.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa resistência dessa viscosidade provoca uma perda de carga adicional.

199
00:25:46.760 --> 00:25:53.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você trabalha com a viscosidade de duas unidades diferentes

200
00:25:53.320 --> 00:26:06.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que, na verdade, a viscosidade é uma propriedade física independente. Se a gente está falando da nomenclatura, a gente chama da viscosidade absoluta ou dinâmica. Depois a velocidade cinemática.

201
00:26:06.670 --> 00:26:09.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela é a resistência do escoamento.

202
00:26:09.780 --> 00:26:16.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a viscosidade absoluta ou essa Odinâmica. Então ela é o atrito interno. Então você tem

203
00:26:16.880 --> 00:26:31.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela definida como atrito interno, um fluido, e que você tem que se opõe a esse movimento das suas moléculas. Então você está se deslocando, e você tem um atrito interno no sentido, atuando no sentido contrário.

204
00:26:31.780 --> 00:26:35.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, sem entrar muito no mérito da questão da

205
00:26:36.890 --> 00:26:47.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: equação. Falando sobre tensão de cisalhamento gradiente de velocidade e tal, a viscosidade absoluta

206
00:26:47.470 --> 00:27:05.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também chamada dinâmica, é representada por essa letra grega que chama Mi, que é a relação entre essa que chama essa tensão de cisalhamento? Que vai acontecer entre as moléculas lá do fluido que está se deslocando. E com o gradiente de velocidade desse fluido,

207
00:27:05.820 --> 00:27:17.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa Dv de Y é uma derivada. É uma taxa de variação da velocidade em função do

208
00:27:17.870 --> 00:27:19.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da distância, né?

209
00:27:19.670 --> 00:27:23.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Y aqui está representando a

210
00:27:23.760 --> 00:27:33.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deslocamento em si. Então é a variação da velocidade em relação ao deslocamento. E você tem essa relação, essa viscosidade absoluta

211
00:27:35.600 --> 00:27:38.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: representado aqui pela letra grega Mi,

212
00:27:38.380 --> 00:27:48.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem as unidades aqui que são utilizadas, que é, por exemplo, Pascal Ii do inglês, né? Toase

213
00:27:48.490 --> 00:27:49.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é dina,

214
00:27:50.720 --> 00:28:03.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que multiplica segundo por centímetro quadrado. E normalmente você tem uma unidade centésimoal disso aqui, que é também chamada de centipuase, que é o mais utilizado,

215
00:28:03.460 --> 00:28:10.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas a unidade básica, usando o sistema internacional. A unidade é o Pascal Ii.

216
00:28:10.720 --> 00:28:18.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só um detalhe. Essa separação aqui, Pascal, segundo, significa que aqui eu estou me explicando Pascal por segundo,

217
00:28:19.170 --> 00:28:23.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: assim como aqui é Edina, que multiplica segundo por centímetro quadrado.

218
00:28:23.830 --> 00:28:29.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa separação das unidades aqui é uma multiplicação então a unidade

219
00:28:29.580 --> 00:28:36.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dinâmica, mas utilizada é o Pascal Ii, ou centipuases no sistema inglês.

220
00:28:38.690 --> 00:28:45.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A viscosidade cinemática acaba sendo a relação entre a viscosidade absoluta e a massa específica.

221
00:28:46.090 --> 00:28:50.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a viscosidade cinemática é representada

222
00:28:50.870 --> 00:28:54.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por essa letra grega. Aqui Mi, no vizinho,

223
00:28:56.080 --> 00:29:06.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a gente, inclusive na mitologia vai ver depois que essa letra grega Ni. Aqui, ela representa também o grau de liberdade da incerteza,

224
00:29:06.260 --> 00:29:19.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas as unidades de vestuosidade cinemática, mais utilizadas são o metro quadrado por segundo ou os Stokes. Na verdade, a gente trabalha. Se for o caso, os animais é o Centro Stoke é o centímetro quadrado por segundo,

225
00:29:20.950 --> 00:29:27.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e ela é então a viscosidade absoluta dividida pela massa específica.

226
00:29:28.800 --> 00:29:36.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora interessante é que a viscosidade é influenciada pela temperatura,

227
00:29:37.640 --> 00:29:45.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: apesar que não tem aqui na equação, mas tudo bem. A tensão de cisalhamento e tal. Ela é impactada pela

228
00:29:46.500 --> 00:29:51.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pela temperatura. Mas nos líquidos, é.

229
00:29:51.940 --> 00:29:59.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Talvez seja. É mais fácil de você visualizar isso nos líquidos,

230
00:29:59.320 --> 00:30:07.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a viscosidade. Ela diminui quando a gente aumenta a temperatura. Ou seja, se eu aquecer um mel,

231
00:30:08.080 --> 00:30:14.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele fica mais fácil de corpos de ser

232
00:30:15.380 --> 00:30:29.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: escorrer, escoar numa tubulação do que com temperatura mais baixa. Se você baixar, ele pode inclusive até solidificar. Dependendo do valor da temperatura, ele vai ficando mais difícil, então, ou seja,

233
00:30:29.690 --> 00:30:39.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a viscosidade em líquidos, ela diminui quando a gente aumenta a temperatura, ou seja, essa viscosidade acaba sendo que a gente diretamente proporcional

234
00:30:40.520 --> 00:30:45.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a força de atração entre as moléculas. A gente sabe que no líquido, quando a gente aumenta

235
00:30:46.730 --> 00:30:55.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a temperatura, você diminui a força de atração entre essas moléculas

236
00:30:55.310 --> 00:31:05.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aumenta a temperatura, diminui a viscosidade, então diminui. Também existe uma força de atração entre as moléculas, já no caso de gases vapores,

237
00:31:06.270 --> 00:31:11.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: principalmente gasto a viscosidade. Quando você aumenta a temperatura, ela aumenta também.

238
00:31:12.570 --> 00:31:30.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quer dizer, no caso dos gases, ela é diretamente proporcional à energia cinética das moléculas. Você aumenta a temperatura dos gases e você aumenta a energia que chama a energia dessas moléculas. E você também aumenta a viscosidade. Então é interessante.

239
00:31:34.710 --> 00:31:41.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas a gente diria que a viscosidade, ela impacta muito mais na

240
00:31:42.480 --> 00:31:48.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medição de líquidos do que na própria medição de gases em si.

241
00:31:49.430 --> 00:31:50.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o.

242
00:31:51.180 --> 00:32:06.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os líquidos são muito mais influenciáveis. Os medidores de vazão volumérica e tal, em relação à viscosidade do fluido, eles são impactados, muito maior por essas mudanças de viscosidade.

243
00:32:07.870 --> 00:32:17.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, só para ver se aqui é uma figura. É de um medidor volumétrico. E aí? Você tem uma coisa que a gente

244
00:32:18.280 --> 00:32:26.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: avalia nos medidores nas calibrações e nas verificações é o erro de medição. O erro dele

245
00:32:27.970 --> 00:32:35.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quase que todos os medidores formétricos. Você tem uma característica de que na faixa inicial de medição. Você tem o

246
00:32:36.220 --> 00:32:46.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uns erros maiores do que a partir de uma determinada vazão chamada vazão de transição, e que você tem um erro menor.

247
00:32:47.500 --> 00:32:50.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se espera você ter um erro de medição

248
00:32:50.790 --> 00:32:58.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: próximo de zero, né? Quer dizer, você está com erro bem baixo aí essa curva aqui. Ela só está mostrando

249
00:32:58.510 --> 00:32:59.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você tem.

250
00:32:59.930 --> 00:33:06.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São vários valores de viscosidade aqui. Isso aqui daquela unidade de Saint Estouros.

251
00:33:07.790 --> 00:33:11.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você está aqui uma viscosidade, quatrocentos stocks.

252
00:33:11.690 --> 00:33:15.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem aqui uma curva, um erro menor

253
00:33:15.330 --> 00:33:21.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do que quando você está trabalhando com o mesmo medidor usando

254
00:33:21.260 --> 00:33:36.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um óleo, um fluido, alguma coisa que tem uma viscosidade muito superior. Você vê aqui de quatro para cem é uma relação bem grande. Você vê como é que o erro varia bastante.

255
00:33:37.070 --> 00:33:45.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, por exemplo, esse tipo de vendedor não está adequado para você trabalhar com

256
00:33:46.130 --> 00:34:03.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: viscosidade muito alta, você teria que mudar, ter um outro tipo de instrumento, um novo projeto novo, design, para trabalhar com olhos mais pesados que a gente chama fluídos mais viscosos.

257
00:34:05.160 --> 00:34:09.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você percebe claramente que a viscosidade impacta

258
00:34:10.070 --> 00:34:16.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no erro do instrumento de medição é uma característica importante

259
00:34:17.270 --> 00:34:33.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: às vezes. Quer dizer, o que você precisa fazer talvez é aquecer, né? Ah, mas eu tenho esse medidor e preciso usar bom, então o que a gente tem que fazer? Talvez tá vendo? Provavelmente vou ter que aumentar a temperatura

260
00:34:33.550 --> 00:34:40.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desse fluido na hora de fazer o escoamento e a medição para que a viscosidade seja reduzida

261
00:34:41.000 --> 00:34:47.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e eu consiga ter uma medida com um erro é menor.

262
00:34:48.139 --> 00:34:52.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a temperatura influencia, como a gente já viu,

263
00:34:52.420 --> 00:34:55.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a viscosidade influencia no erro de medição.

264
00:34:57.790 --> 00:35:05.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma outra propriedade física, uma outra característica que é importante na questão da vazão.

265
00:35:06.100 --> 00:35:09.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o que a gente chama do tipo de escoamento.

266
00:35:10.650 --> 00:35:18.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, a gente tem dois tipos de escoamento. Um deles que a gente chama de regime laminar

267
00:35:18.780 --> 00:35:23.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o outro que é um regime turbulento.

268
00:35:23.270 --> 00:35:25.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos ver se você percebe, aqui nessa figura

269
00:35:26.510 --> 00:35:29.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu tenho aqui. Um determinado fluido, né?

270
00:35:30.200 --> 00:35:31.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui dentro.

271
00:35:32.060 --> 00:35:43.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E ele é quase como se fosse assim. Com uma lâmina. Mostra que ele é o fluido laminar. Quando eu tenho aqui essa figura mais simples. Aqui.

272
00:35:44.230 --> 00:36:00.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso acontece, por exemplo, numa mangueira. Você pega uma mangueira que está ali. E aí você percebe que na saída, por exemplo, da mangueira mangueira de jardim, essa coisa que você está usando, que aqui. Você tem próximo da saída aqui,

273
00:36:00.830 --> 00:36:02.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um regime diferente,

274
00:36:02.710 --> 00:36:19.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a gente chama aqui de uma parte de transição. E depois você tem um regime mais turbulento. Então o regime laminar, você vai perceber que o escoamento é quase que em camadas planas concêntricas, e o perfil de velocidade. É interessante. Porque

275
00:36:19.550 --> 00:36:24.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é diferente? Ele é um perfil que se aproxima de uma parábola

276
00:36:25.890 --> 00:36:35.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que as velocidades são bem distintas entre as camadas do que um regime turbulento.

277
00:36:36.560 --> 00:36:40.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem um um.

278
00:36:41.930 --> 00:36:50.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Passei aqui. Tem um vídeo que eu vou mostrar para vocês aqui. Que é interessante, que mostra isso bem, claro, mas um número, que é

279
00:36:50.350 --> 00:36:58.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é uma forma de você quantificar o tipo de regime

280
00:36:59.200 --> 00:37:04.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de escoamento. Se é laminar ou turbulento, é o número de Reinholds,

281
00:37:05.200 --> 00:37:13.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o número de Reinhold. Então ele pode ser obtido, calculado a partir dos dados do fluido.

282
00:37:14.190 --> 00:37:19.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No caso, aí entra a viscosidade. Aí você percebe que ele pode ser calculado.

283
00:37:19.520 --> 00:37:23.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, pela velocidade absoluta quanto a velocidade dinâmica,

284
00:37:23.670 --> 00:37:35.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque essa relação aqui massa específica e viscosidade absoluta acaba sendo um verso da viscosidade cinemática

285
00:37:36.120 --> 00:37:43.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e depende do diâmetro do tubo e da velocidade do fluido. Então esse número de Reinhold,

286
00:37:43.150 --> 00:37:50.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma vez calculado, levando em consideração esses dados, o diâmetro do duto, a velocidade do fluido,

287
00:37:50.550 --> 00:37:53.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a viscosidade e a densidade.

288
00:37:54.020 --> 00:38:03.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele determina o tipo de escoamento. Então, se esse número de reinos é baixo, menor de dois mil. Ele é um número dimensional.

289
00:38:03.960 --> 00:38:07.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Significa que eu estou num regime laminar de deslocamento.

290
00:38:08.120 --> 00:38:10.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se ele está entre dois mil e quatro mil,

291
00:38:11.350 --> 00:38:16.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu estou no período de transição e acima de quatro mil. Eu tenho um regime turbulento.

292
00:38:17.390 --> 00:38:24.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou mostrar para vocês esse vídeo é um vídeo bastante interessante. É um vídeo didático

293
00:38:24.490 --> 00:38:32.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que fala sobre isso, inclusive como é que você calcula o número de reinos e tal e faz alguns exemplos.

294
00:38:33.280 --> 00:38:38.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deixa eu ver aqui só uma coisa,

295
00:38:39.320 --> 00:38:44.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: gente. Eu esqueci de botar pra gravar o negócio. Meu Deus do céu.

296
00:38:48.800 --> 00:38:53.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, não, acho que tá gravando. Sim,

297
00:38:53.450 --> 00:38:57.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desculpa, eu cheguei. Caramba, que susto.

298
00:38:57.340 --> 00:39:04.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas só quero ver aqui se está compartilhado o som tá compartilhado o som.

299
00:39:04.600 --> 00:39:05.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então vamos lá.

300
00:39:06.080 --> 00:39:10.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas se o som não estiver legal, vocês me falhem aí e tal.

301
00:39:11.110 --> 00:39:16.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É para eu aumentar aqui.

302
00:39:21.060 --> 00:39:27.269
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Olá. Seja bem vindo nesse vídeo. Vou mostrar para vocês a diferença entre o escoamento laminar e turbulento.

303
00:39:28.080 --> 00:39:30.749
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui temos um exemplo de escoamento laminar.

304
00:39:31.590 --> 00:39:35.009
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é caracterizado por um fluxo suave uniforme.

305
00:39:35.240 --> 00:39:42.540
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido move se horizontalmente em camadas ou lâminas, existe uma quantidade mínima de mistura entre as camadas.

306
00:39:44.050 --> 00:39:48.720
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se aumentarmos a velocidade do fluxo ou diminuirmos a viscosidade do fluido,

307
00:39:49.140 --> 00:39:52.450
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: veremos a transição para o chamado regime turbulento,

308
00:39:52.590 --> 00:39:58.209
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: caracterizado por mudanças bruscas e aleatórias de propriedades como pressão e densidade.

309
00:39:59.130 --> 00:40:04.239
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Observe que agora o fluido está totalmente turbulento em movimento caótico,

310
00:40:04.660 --> 00:40:07.740
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ocasionando muita mistura entre as camadas.

311
00:40:08.370 --> 00:40:10.780
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o que podemos observar nesse experimento.

312
00:40:11.640 --> 00:40:14.620
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui temos um fluxo de água em um tubo de vidro.

313
00:40:15.540 --> 00:40:20.280
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nele foi adaptada uma sonda concorante que servirá de traçador.

314
00:40:21.240 --> 00:40:23.530
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Note que no escoamento laminar

315
00:40:23.680 --> 00:40:29.940
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o filete de fluido colorido mantém sua individualidade dá até a impressão de ser um filete sólido.

316
00:40:31.760 --> 00:40:37.149
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Já no regime turbulento, o filete colorido mistura se rapidamente com a água,

317
00:40:37.570 --> 00:40:40.140
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dando a ela uma coloração uniforme.

318
00:40:41.010 --> 00:40:43.590
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Perceba a diferença entre os dois regimes.

319
00:40:45.500 --> 00:40:50.810
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se plantarmos o gráfico da velocidade em um único ponto no fluxo laminar constante.

320
00:40:51.000 --> 00:40:53.509
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Veremos algo mais ou menos desse tipo.

321
00:40:54.770 --> 00:41:01.410
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como não há flutuação de velocidades aleatórias, a velocidade do escoamento laminar é simplesmente u

322
00:41:02.280 --> 00:41:05.779
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para o fluxo turbulento, teremos um gráfico semelhante a esse.

323
00:41:06.650 --> 00:41:14.839
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Podemos pensar na velocidade como sendo composta pela velocidade média, mais as componentes das flutuações aleatórias de velocidade.

324
00:41:15.360 --> 00:41:19.580
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quanto maior as componentes flutuantes, mais turbulento é o fluxo.

325
00:41:20.070 --> 00:41:24.909
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Devido a essa natureza caótica, a análise do fluxo turbulento. É bem complexa,

326
00:41:25.610 --> 00:41:33.579
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma maneira de determinar se o escoamento é laminar ou turbulento. É através de um parâmetro definido por Osborne Reynolds

327
00:41:34.330 --> 00:41:49.170
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Reinhold estudou como o regime de escoamento em uma tubulação poderia ser modificado se fossem alterados. O diâmetro do tubo, a velocidade do escoamento ou as propriedades de massa específica ou viscosidade do fluido.

328
00:41:50.310 --> 00:41:53.430
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O resultado da pesquisa foi um parâmetro lá dimensional,

329
00:41:53.850 --> 00:41:57.260
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: chamado de número de heims, que é dado por

330
00:41:58.000 --> 00:42:17.929
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Reinhold é igual a Ho Vl sobre Mi. Sendo ro a massa específica do fluido V, a velocidade do escoamento, mi a viscosidade absoluta e L. O comprimento característico que depende do fluxo que está sendo analisado para um fluido escoando sobre um cilindro L será igual ao diâmetro do cilindro.

331
00:42:18.140 --> 00:42:23.430
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Já. Se o fluxo for sobre um aerofólio, ele será igual à corda desse aereofólio

332
00:42:23.800 --> 00:42:28.950
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no caso de um escoamento através de um tubo L será igual ao diâmetro desse tubo.

333
00:42:29.540 --> 00:42:34.609
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É comum também escrever o número de Reynolds em função da viscosidade cinemática Ni,

334
00:42:34.860 --> 00:42:38.160
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma vez que Ni nada mais é do que fami sobre rou.

335
00:42:39.160 --> 00:42:46.160
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dessa forma, quando o número de Reinhold for menor do que dois.trezentos, teremos um escoamento luminar

336
00:42:46.700 --> 00:42:51.049
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre dois.trezentos e quatro mil, teremos um regime de transição

337
00:42:51.170 --> 00:42:54.019
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e, acima de quatro mil, o escoamento é turbulento.

338
00:42:54.750 --> 00:43:01.510
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso para escoamentos internos, onde o fluido é limitado por paredes sólidas, por exemplo, em uma tubulação

339
00:43:01.900 --> 00:43:09.669
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para escoamentos externos, onde o fluido contorna obstáculos. Veremos em um próximo vídeo. Como fica essa classificação?

340
00:43:10.190 --> 00:43:11.860
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Perceba que, no fundo,

341
00:43:12.030 --> 00:43:19.389
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o número de Reynolds, nada mais é do que uma razão entre forças iniciais Ho V e as forças viscosas Mi,

342
00:43:20.070 --> 00:43:24.549
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando o fluxo é ocasionado predominantemente por forças viscosas,

343
00:43:24.800 --> 00:43:29.579
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o número de reinos é baixo. E então temos um escoamento do tipo laminar

344
00:43:30.370 --> 00:43:33.509
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já. Quando as forças iniciais predominam no fluxo,

345
00:43:33.690 --> 00:43:37.610
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o número de rênesis é alto e temos um escoamento turbulento.

346
00:43:38.840 --> 00:43:43.320
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Podemos verificar essa transição de laminar para o turbulento na fumaça de um cigarro

347
00:43:43.860 --> 00:43:47.360
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: próximo do cigarro, ainda com baixa velocidade,

348
00:43:47.520 --> 00:43:50.009
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a fumaça sobe em escoamento laminar.

349
00:43:50.740 --> 00:43:57.809
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: À medida que a velocidade aumenta e, consequentemente, o número de regimes atinge se finalmente, o regime turbulento.

350
00:43:59.630 --> 00:44:04.200
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora vamos colocar em prática tudo isso que vimos nesse vídeo, resolvendo um exercício.

351
00:44:04.850 --> 00:44:18.399
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O problema pede para a gente calcular o número de Rennides e identificar se o escoamento é laminar ou turbulento, sabendo que em uma tubulação com diâmetro de quatro centímetros escoa água com velocidade de zero,cinco metros por segundo.

352
00:44:18.530 --> 00:44:25.700
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O problema ainda fornece a viscosidade da água. Esse valor, caso não fornecesse, a gente conseguiria facilmente uma tabela.

353
00:44:25.800 --> 00:44:30.780
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Veja bem, então aqui temos o diâmetro da tubulação, que eu chamarei de D.

354
00:44:30.890 --> 00:44:38.010
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O problema fala que ele é igual a quatro centímetros. A primeira coisa que vamos fazer já é passar imediatamente para metro.

355
00:44:38.150 --> 00:44:45.670
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso aqui vai ser igual a quatro vezes dez a menos dois metros, e a velocidade do fluido. De acordo com o problema,

356
00:44:45.920 --> 00:44:53.460
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é de zero,cinco metros por segundo. Então V igual a zero,cinco metros por segundo.

357
00:44:53.970 --> 00:44:59.689
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O problema pede para a gente identificar qual é o número de reinos, mas sabemos que reinos é igual a Hu

358
00:45:00.430 --> 00:45:02.480
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vl sobre mim.

359
00:45:02.890 --> 00:45:10.059
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nesse caso, L será igual ao diâmetro. O cumprimento característico vai ser igual ao diâmetro.

360
00:45:10.260 --> 00:45:18.450
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dessa forma, o número de reinos será dado por Ho, que é a massa específica da água. Vale um.0 kilogramas por metro cúbico.

361
00:45:18.710 --> 00:45:26.220
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vezes a velocidade do fluido zero,cinco vezes L

362
00:45:26.360 --> 00:45:32.009
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quatro vezes dez a menos dois dividido pela viscosidade da água.

363
00:45:32.680 --> 00:45:35.320
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um vezes um0 a menos três,

364
00:45:35.950 --> 00:45:41.410
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: resolvendo, veremos que o número de redes é igual a dois mil.

365
00:45:41.880 --> 00:45:45.769
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Logo, esse escoamento aqui é do tipo laminar.

366
00:45:45.970 --> 00:45:50.530
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma vez que o número de Reinhold é menor do que dois.trezentos.

367
00:45:50.970 --> 00:45:53.280
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é isso, pessoal. Vou ficando por aqui.

368
00:45:53.720 --> 00:46:09.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, você vê que é tranquilo, né? E a questão importante, quando você define o grande reino, sabe o tipo de escoamento, porque isso impacta também na medição que você vai utilizar.

369
00:46:09.080 --> 00:46:17.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que, a princípio, quem nunca ouviu falar o regime turbulento? Então, quer dizer, a velocidade é turbulenta. Não é interessante?

370
00:46:18.010 --> 00:46:36.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O perfil de velocidade dentro de um duto é maior quando o regime é laminar do que no regime turbulento, porque o regime laminar, como você tem como o nome diz aí, você tem lâminas. Os perfis de velocidade são mais

371
00:46:36.190 --> 00:46:41.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acentuado, onde você tem diferenças maiores, porque não há bem

372
00:46:41.360 --> 00:46:52.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma mistura entre as partículas, as moléculas que estão se colocando então aqui, por exemplo, no centro da velocidade

373
00:46:52.470 --> 00:46:58.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do escoamento, você tem uma velocidade maior do que próximo a

374
00:46:58.960 --> 00:47:09.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as paredes do duto. Teoricamente, aqui. Eu teria uma velocidade aqui. Zero. Claro que não é nunca zero. Mas você vê que ele tem uma diferença bem grande.

375
00:47:09.370 --> 00:47:11.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí de uma forma meio aproximada

376
00:47:12.010 --> 00:47:22.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente. Considerando uma velocidade média, a velocidade máxima aqui, ela pode aproximadamente duas vezes essa velocidade média.

377
00:47:22.920 --> 00:47:35.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem uma diferença considerável para o regime laminar. Então aqui uma figura. Você vê que isso aqui parece.

378
00:47:35.430 --> 00:47:37.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um perfil parabólico.

379
00:47:38.580 --> 00:47:43.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se aproxima de um perfil parabólico, já um regime turbulento é bom

380
00:47:44.310 --> 00:47:49.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com a movimentação aqui bagunçada das partículas das moléculas. E tal

381
00:47:49.880 --> 00:48:06.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o interessante é que você tem um regime de velocidade que é bastante igual, aproximadamente a mesma. Você vê que a relação entre a velocidade média e a velocidade máxima da

382
00:48:06.230 --> 00:48:23.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fluido aqui é muito pequena. Quando o laminar ali chega a fazer o dobro. Aqui, a gente tem uma relação de vinte a mais ali. É um,dois vezes a velocidade média. Você tem um perfil menos

383
00:48:23.140 --> 00:48:28.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de velocidade menos boa,

384
00:48:28.610 --> 00:48:36.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: distinto. Então, quer dizer, a gente pode considerar que o fluido aqui. Ele se desloca com uma velocidade média. Bem,

385
00:48:36.380 --> 00:48:38.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: todos eles aqui, quase que igual.

386
00:48:39.080 --> 00:48:44.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui, através de um exemplo, uma figurinha. Você tem aqui como se fosse um

387
00:48:45.600 --> 00:48:54.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um banco, sei lá, alguma coisa assim. Então você está caminhando com fluído basicamente igual. Diferente, né?

388
00:48:55.520 --> 00:48:57.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desse outro perfil aqui.

389
00:48:59.050 --> 00:49:03.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse regime turbulento caracteriza esse tipo de coisa.

390
00:49:03.520 --> 00:49:09.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá bom, uma das coisas, que a gente tem que tomar cuidado no escoamento dos dutos.

391
00:49:09.630 --> 00:49:18.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A questão que a gente não pode fazer, a confusão entre regime turbulento e turbulência do regime.

392
00:49:18.690 --> 00:49:24.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Turbulência no perfil de deslocamento.

393
00:49:24.270 --> 00:49:39.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando você tem um perfil de velocidade desenvolvido, se ele é lâmina ou turbulento. Tudo bem. Você está bem caracterizado. O que acontece é que muitas vezes esse perfil pode ser perturbado

394
00:49:39.590 --> 00:49:58.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por acidentes que a gente tenha no duto. Não acidentes. Tipo, aconteceu um problema, não é? Tipo, tem uma curva. Você tem um joelho? Você tem uma derivação. Você tem uma válvula no meio do caminho. Uma restrição, alguma coisa nesse sentido

395
00:49:59.130 --> 00:50:02.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que você precisa. Se você quer fazer uma medição,

396
00:50:03.080 --> 00:50:19.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por exemplo, aqui eu tenho um determinado regime de perfil de velocidade aqui. Esse aqui é um perfil de velocidade turbulento por essa figura que está aqui. Quando ela passa numa curva, ele tem uma deturpação.

397
00:50:19.240 --> 00:50:31.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele muda esse perfil. Só que depois, à medida que o fluido continua circulando, ele volta e retoma o perfil adequado. Então, se eu quisesse fazer uma medição de vazão,

398
00:50:31.700 --> 00:50:37.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não seria interessante colocar um medidor de vazão

399
00:50:37.540 --> 00:50:42.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em posição que você tenha um perfil distorcido.

400
00:50:42.940 --> 00:50:47.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O ideal aqui seria já medir aqui nessa posição,

401
00:50:48.240 --> 00:50:55.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque aquilo voltou a ter o fluido. Ou antes dessa curva para cá,

402
00:50:56.690 --> 00:51:01.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou aqui, nessa posição, porque eu. Já estou com

403
00:51:02.460 --> 00:51:11.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o perfil de novo recuperado. Então um medidor. Você deve seguir recomendações do fabricante

404
00:51:12.370 --> 00:51:19.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quanto à questão de instalação, que a gente chama dos trechos retos, então está montante contagiosante desse medidor

405
00:51:20.310 --> 00:51:29.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que haja uma. Quando passar por dentro desse medidor, ele venha com um perfil bem desenvolvido,

406
00:51:29.620 --> 00:51:48.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: estável. Passou pelo medidor. Pode haver alguma perturbação, alguma coisinha, alguma alteraçãozinha. Mas depois que ele recupera de novo. Então, com isso, você fica com uma medição menos influenciada por acidentes de quem chama acidente de tubulação.

407
00:51:50.040 --> 00:51:55.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, instalar o medidor segundo recomendações do fabricante quanto em relação a trecho reto

408
00:51:55.780 --> 00:52:08.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e padrões de medição que necessitem ser calibrados em outros locais fora das dependências do laboratório. A ideia é usar trechos retos fixos aos mesmos. É como, então você levar um trecho reto

409
00:52:08.530 --> 00:52:14.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de modo a que você garanta isso. Em algumas situações, quando eu não tenho

410
00:52:14.800 --> 00:52:25.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com condições de esperar essa distância de perfil de alongamento. A gente pode utilizar o que a gente chama de condicionadores de fluxo.

411
00:52:26.080 --> 00:52:35.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São dispositivos usados aqui para retificar ou condicionar o fluido em termos de

412
00:52:36.030 --> 00:52:43.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de perfil de velocidade. Então existem alguns tipos que a gente chama de Retificador e condicionador

413
00:52:43.480 --> 00:52:54.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: folder de Tube Zanker, Fintipe Placa, que chama Sprinter Vortedipe. Alguns tipos que reduzem essa questão do efeito.

414
00:52:55.060 --> 00:53:02.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o que pode acontecer, porque chama efeito espiral. Redemoinho do escoamento.

415
00:53:03.750 --> 00:53:11.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você, com isso, tentar garantir trechos retos a montante do instrumento antes do instrumento. Correção de perfil.

416
00:53:11.270 --> 00:53:29.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem alguns tipos aqui que são utilizados e dependendo da aplicação. Então, por exemplo, o Folders van é usado aqui para direcionar o fluxo de ar ou de fluidos em uma determinada direção. Então você tem aqui como que ele é feito esse zunker, esse aqui

417
00:53:30.160 --> 00:53:40.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para medir taxa de fluxo em tudo e tal utiliza diferença de pressão para calcular a vazão e tal Fintipe. Então, dependendo do tipo de aplicação,

418
00:53:41.090 --> 00:53:48.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pode usar esses tipos aqui. Esse tubo Taipei dos mais comuns

419
00:53:48.700 --> 00:53:58.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acaba sendo um dos mais utilizado que você tem vários tubozinhos aqui e que o fluido aqui fica mais estável dentro dele aqui.

420
00:54:00.920 --> 00:54:05.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, dependendo do ideal, então é que você tenha

421
00:54:05.350 --> 00:54:23.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: trechos retos antes e depois tem instrumentos que a gente vai ver aqui, que são mais influenciados e outros menos influenciados. Alguns até nem pouco influenciados por questões de turbulência no perfil. Mas eu digo que a maioria é bastante influenciada por isso.

422
00:54:24.000 --> 00:54:30.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa questão do uso de trechos retos antes e depois são importantes.

423
00:54:30.970 --> 00:54:38.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São bastante importantes. Tem mais, outros, menos influência.

424
00:54:40.300 --> 00:54:43.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ok, tá tudo bem.

425
00:54:44.790 --> 00:54:46.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Até agora, gente está tranquilo.

426
00:54:48.610 --> 00:54:49.600
ENAIELLY CRUZ: Está aqui.

427
00:54:50.700 --> 00:54:51.600
TARCISIO NOGUEIRA: Tranquilo.

428
00:54:52.130 --> 00:54:57.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos ver aqui. Basicamente, quais são os principais

429
00:54:57.920 --> 00:55:14.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tipos de medidores de vazão? A gente viu. A gente vai aqui separar eles em três, que chamei aqui de três tipos fundamentais: os diretos, os indiretos e o que eu chamei de especiais, então os medidores diretos

430
00:55:14.220 --> 00:55:17.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são aqueles que você tem a medição do volume do fruto.

431
00:55:18.370 --> 00:55:24.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, a gente vai olhar aqui o deslocamento positivo, e aí.

432
00:55:25.330 --> 00:55:30.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os mais comuns usados são os discos mutantes e os rotativos.

433
00:55:32.320 --> 00:55:42.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O rotativo. Você tem de engrenagem. Você tem de pais rotativas e o de velocidade de impacto de fluxo. A gente está falando em medidores tipo turbina

434
00:55:43.310 --> 00:55:48.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou hélice, que acaba sendo essa variação de uma turbia.

435
00:55:49.230 --> 00:55:50.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os medidores

436
00:55:50.740 --> 00:56:00.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: classificados por indiretos são aqueles que a gente diz aí que eles usam alguns outros fenômenos que estão relacionados à quantidade do fluido.

437
00:56:00.750 --> 00:56:06.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, basicamente, pode separar de duas categorias: uma, que a gente chama de perda de carga variável,

438
00:56:08.040 --> 00:56:11.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que ele tem uma determinada área constante

439
00:56:12.300 --> 00:56:16.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que o que ele gera é uma perda de carga na tubulação.

440
00:56:16.960 --> 00:56:23.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E essa perda de carga, que é medida e ela é proporcional à vazão. Então tem o tupitor,

441
00:56:23.930 --> 00:56:31.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o tubo Anubar, que acaba sendo uma variação. O tubo Pittor é um tipo de tubo Pitot, o venture

442
00:56:32.650 --> 00:56:37.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vocal placa e tem outros também, né?

443
00:56:37.180 --> 00:56:48.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente vai basicamente falar sobre isso. Você tem hoje você tem, tipo, você tem curva de missão em curva. Você tem

444
00:56:48.890 --> 00:57:05.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: segmental? É o tipo de placa. Mas você tem o Deus chama de Ed de cunha. Você tem um outro que é um cone interno, mas basicamente, os mais usados mais comuns usados são

445
00:57:05.570 --> 00:57:11.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o Pitot venture, o bocal e a placa benefício

446
00:57:12.190 --> 00:57:17.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a área variável submetido hoje é área variável, que são os rotâmetros.

447
00:57:19.020 --> 00:57:28.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O princípio de funcionamento dele é a variação da área. Ele tem basicamente uma perda de carga baixa

448
00:57:28.880 --> 00:57:39.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: constante. Não é muito influenciado. Não altera muito. E o princípio dele é. Você tem lá um impulso, um flutuador. E

449
00:57:40.280 --> 00:57:47.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por variação da área que você consegue fazer, a medição da vazão.

450
00:57:47.840 --> 00:57:54.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E os outros especiais aí usam características diferentes. Tipo eletromagnético.

451
00:57:54.380 --> 00:57:59.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Usa a Lady falha o princípio da produtividade elétrica vórtex

452
00:57:59.680 --> 00:58:08.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que mede turbulência frequência dos vórtex criados numa tubulação, ultrassom.

453
00:58:09.600 --> 00:58:18.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí o ultrassom? Você tem o tempo de trânsito, o efeito duplo, os medidores termais

454
00:58:19.130 --> 00:58:25.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que usam o princípio da temperatura ali. A variação da temperatura

455
00:58:25.350 --> 00:58:32.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em relação à vazão que está passando Coreolis, que é um medidor

456
00:58:33.020 --> 00:58:41.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também chamado medidor máximo. Pode medir também densidade, ou pode medir o volume e a cada parte

457
00:58:42.610 --> 00:58:44.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usado para canais abertos.

458
00:58:45.050 --> 00:58:52.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, basicamente, a gente vai falar sobre algumas características desses tipos de medidores

459
00:58:52.640 --> 00:58:57.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as principais utilizações. Fala Rosângela. Fica aí. Diga aí. Pode perguntar.

460
00:58:57.550 --> 00:59:06.730
Rosangela Rajoy: Professor, o website, aquele, o gasômetro úmido que a gente chama. Ele seria um medidor direto.

461
00:59:07.000 --> 00:59:09.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não entendi. Gasômetro úmido. Vamos lá.

462
00:59:09.320 --> 00:59:15.840
Rosangela Rajoy: É um Edith Testhmetter que a gente tem lá no laboratório.

463
00:59:17.500 --> 00:59:21.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como é que é o princípio de funcionamento dele? Eu não sei. Agora juro que eu não sei.

464
00:59:21.720 --> 00:59:23.909
Rosangela Rajoy: Então ele tem um líquido dentro.

465
00:59:24.140 --> 00:59:30.269
Rosangela Rajoy: E aí ele puxa o fluido, né? E aí é um tambor que roda

466
00:59:31.070 --> 00:59:33.999
Rosangela Rajoy: com líquido dentro. Geralmente é água, né?

467
00:59:34.380 --> 00:59:34.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí. Ótimo.

468
00:59:34.820 --> 00:59:39.280
Rosangela Rajoy: Isso passa e sai. Ele é o medidor. Ele tem um volume fixo, né?

469
00:59:39.600 --> 00:59:41.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, então eu vou realmente do volume elétrico.

470
00:59:42.850 --> 00:59:44.490
Rosangela Rajoy: Então ele é direto, né?

471
00:59:44.790 --> 00:59:48.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o que passa por dentro dele.

472
00:59:48.420 --> 00:59:57.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E ele gira, já que ele tem um volume conhecido, um volume médico, ele mede a quantidade de volumes. Deslocamento positivo, não é isso deve ser.

473
00:59:57.670 --> 00:59:58.750
Rosangela Rajoy: Tá certo.

474
00:59:59.040 --> 01:00:00.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É. Eu não sei se.

475
01:00:00.670 --> 01:00:03.220
Rosangela Rajoy: Pode ser, né? Realmente só pode ser.

476
01:00:03.220 --> 01:00:08.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É? Sim, eu não sei. Internamente, se de repente

477
01:00:08.880 --> 01:00:21.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: trouxer uma figura para a gente, pode mostrar. Vai ver. Mas basicamente, ele é um. O que você está falando? É um medidor volumétrico. Quer dizer, tem alguma coisa parecida com isso aqui?

478
01:00:21.870 --> 01:00:39.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esses aqui são os medidores de deslocamento positivo que a gente vai ver. É um medidor volumetico. Então, aqui são muito utilizados esses medidores aqui para hidrômetros são de água, principalmente de água residencial, água usada no comércio. Essas coisas.

479
01:00:39.780 --> 01:00:43.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é um medidor

480
01:00:44.030 --> 01:00:54.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que chama de deslocamento positivo, porque ele conta o número de volumes internos que passa por dentro dele. Então ele é.

481
01:00:54.510 --> 01:01:10.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é interessante que ele chama de um disco lutante. Ele faz um movimento aqui desse tipo aqui. Tá vendo? Ele fica girando à medida que o fluido entra, ele gira. E aí você tem a parte de que movimenta. Ele vai totalizar

482
01:01:10.440 --> 01:01:14.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a parte aqui em cima, aqui, que aí você pode ter

483
01:01:14.900 --> 01:01:25.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um medidor local igual esse daqui que aí você vê lá a razão que está passando a totalização do volume.

484
01:01:26.220 --> 01:01:31.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou você pode ter um sistema acoplado aqui em cima.

485
01:01:31.920 --> 01:01:40.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sistema de transmissão de mandar informação à distância. Isso aí não tem muito problema. Não, mas você vê que ele aqui dentro tem um volume conhecido

486
01:01:40.640 --> 01:01:45.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o volume desse medidor,

487
01:01:46.090 --> 01:01:52.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o volume desse medidor. E aí você tem positivamente passou fluido. Ele conta

488
01:01:52.950 --> 01:01:58.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele conta quantas vezes esse volume passou aqui por dentro dele.

489
01:01:59.240 --> 01:02:01.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então tem um

490
01:02:01.260 --> 01:02:11.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um videozinho aqui que eu também vou mostrar para vocês. Mas basicamente ele funciona desse jeito aqui ele vai rodando e vai contando. Tem um videozinho aqui que mostra um pouquinho como ele funciona aqui?

491
01:02:11.870 --> 01:02:13.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, passou aqui. Desculpa.

492
01:02:36.520 --> 01:02:40.570
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem um filtro geralmente na entrada e tal pra pegar.

493
01:02:40.990 --> 01:02:44.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Partículas que possa vir.

494
01:02:44.800 --> 01:02:46.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele funciona assim. Tá vendo?

495
01:02:46.990 --> 01:02:48.819
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai girando e conta.

496
01:02:49.490 --> 01:02:51.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O número de deslocamentos positivos.

497
01:02:51.740 --> 01:02:52.380
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

498
01:03:07.620 --> 01:03:08.300
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

499
01:03:09.370 --> 01:03:22.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa figura aqui. Ele mostra. Ele entra por um lado, a parte entra por baixo e sai por cima. Aquele outro que a gente viu aqui. A figura anterior. Aqui, ele entra pela esquerda ou sai pela direita. Alguma coisa assim.

500
01:03:27.560 --> 01:03:39.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É basicamente isso. Então são instrumentos que têm uma classe de exatidão aqui em torno de um em torno de característica de medição de invasão

501
01:03:39.990 --> 01:03:48.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o erro máximo que a gente chama da classe de exatidão. A gente vai ver esse conceito aí na mitologia da questão do erro máximo,

502
01:03:49.070 --> 01:03:52.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma faixa em torno de dez a dez0 litros por minuto.

503
01:03:53.650 --> 01:04:02.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele não é praticamente nada influenciado por termos de perfil de deslocamento. Ele está medindo ali a

504
01:04:02.200 --> 01:04:09.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aquele volume constante internamente. Então, fazer trecho reto não é fundamental para ele.

505
01:04:10.070 --> 01:04:25.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E tem alguma influência da viscosidade de média a alta. Então, quer dizer esse deslocamento ali. Se você mudar muito a característica do fluido em termos de viscosidade, você vai ter uma.

506
01:04:26.030 --> 01:04:35.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Imagine colocar uma graxa, um negócio ali por dentro. Você vê que ele vai girar mais lento do que se você não tiver

507
01:04:36.030 --> 01:04:48.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa vez. Coisas andarem muito alta. Quer dizer, uma coisa que é interessante? Isso. Vocês já devem ter visto. Ou pelo menos já ouviram falar. Você pega um medidor, por exemplo, volumétrico desse

508
01:04:49.530 --> 01:04:54.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um hidrômetro, e que se de repente você

509
01:04:54.830 --> 01:05:03.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ficou sem água, sem água na tubulação, e aí, de repente, passa um ar aqui dentro.

510
01:05:03.910 --> 01:05:14.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque está sem água aí? De repente, voltou a água. Mas aí você está com ar aqui dentro. Esse instrumento gira numa velocidade meio doida.

511
01:05:14.930 --> 01:05:22.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei se vocês já perceberam esse tipo de coisa, porque a viscosidade do área é completamente diferente da viscosidade da água.

512
01:05:22.960 --> 01:05:33.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E ali você tem um produto que vai fazer com que ele vai medir uma quantidade, como se estivesse passando uma quantidade de água muito grande

513
01:05:33.420 --> 01:05:37.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que não e que na verdade não aconteceu. Fala Rosângela.

514
01:05:40.340 --> 01:05:44.170
Rosangela Rajoy: Professor. Só para falar que eu mandei a foto lá no chat quando o senhor puder ver. Obrigada.

515
01:05:44.770 --> 01:05:49.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, tá bom. A gente pode olhar aqui no chat. Sem problema.

516
01:05:50.010 --> 01:05:51.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deixa eu ver aqui.

517
01:05:56.010 --> 01:05:57.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, tá.

518
01:05:57.570 --> 01:06:00.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dá para ver aqui quando eu abro aqui.

519
01:06:00.980 --> 01:06:02.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês estão vendo.

520
01:06:02.990 --> 01:06:03.729
Rosangela Rajoy: Tá, Sim.

521
01:06:05.230 --> 01:06:10.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É? Eu não conheço esse tipo aqui. Não, mas

522
01:06:11.400 --> 01:06:18.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o que eu acredito que seja porque você falou que você jogou aqui. Ele conta o volume de vezes que passou aqui dentro.

523
01:06:20.020 --> 01:06:24.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que aqui é gás. Tudo bem, sem problema.

524
01:06:24.650 --> 01:06:26.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um gasoso âmbito, assim.

525
01:06:26.480 --> 01:06:28.040
Rosangela Rajoy: Tá certo. Obrigada.

526
01:06:28.040 --> 01:06:29.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um gasômetro.

527
01:06:29.770 --> 01:06:30.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cem.

528
01:06:30.950 --> 01:06:33.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sem problema. Mas é um medidor volume ético

529
01:06:34.570 --> 01:06:38.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e medição direta, porque ele está medindo direto. O volume que está passando ali

530
01:06:40.300 --> 01:06:42.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: direto. O volume que está passando ali.

531
01:06:45.870 --> 01:06:58.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então esses aqui são medidores bem simples, utilizados para a medição de fluido, princípio de medição volumétrica,

532
01:06:59.840 --> 01:07:13.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um outro bastante também utilizado, que é um medidor rotativo de engrenagem, tem algumas aplicações

533
01:07:14.240 --> 01:07:31.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você tem. Não são duas engrenagens. Como está aí, mas chamado de lóvulos. Em vez de ter os dentes de engrenagem, eles também são duas elipses ali que funcionam do mesmo jeito.

534
01:07:31.440 --> 01:07:40.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A engrenagem tem uma vantagem, porque, como o dente um encaixa no outro, você tem menos possibilidade

535
01:07:41.990 --> 01:07:50.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de haver, tipo, um patina, patinação entre uma engrenagem e outra.

536
01:07:50.120 --> 01:07:52.989
TARCISIO NOGUEIRA: É desse aí que eu calibro. Professor.

537
01:07:52.990 --> 01:07:53.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É.

538
01:07:54.230 --> 01:08:04.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas você também tem uns problemas. Porque esse fluido tem que estar bem limpo. Se ele tiver sujeira, você também nas engrenagens, você pode agarrar o negócio ali

539
01:08:05.120 --> 01:08:17.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e ficar também bastante complicado, mas o princípio é também de medição de volume, porque você tem volume conhecido? Quer dizer, cada câmera aqui.

540
01:08:17.370 --> 01:08:26.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, você tem um volume conhecido aqui embaixo. Você tem outro volume conhecido, então ele vai deslocando esses volumes.

541
01:08:26.899 --> 01:08:36.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido tipo aqui, entrando da esquerda para a direita. Poderia estar entrando direito para a esquerda. Sem problema. Entra aqui. Ele vai encher e aí

542
01:08:36.260 --> 01:08:46.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fluido. Continuando aí, ele vai girar a parte de cima. Ele vai empurrar isso aqui para cá virar sentido horário. Esse aqui já vira no sentido anti horário.

543
01:08:46.180 --> 01:08:59.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui vai ser deslocado. Aqui vai encher outra fase. Aqui está cheia. O fluido continua aqui, né? Aqui parece que parou, mas não parou. Ele continua empurrando. Então você tem um ciclo aí que se repete, como diz

544
01:08:59.200 --> 01:09:02.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quatro vezes num movimento completo.

545
01:09:03.870 --> 01:09:13.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem esse rotor também. Você vê que isso aqui vai ser influenciado pela viscosidade. O frio tem que ser limpo, direitinho.

546
01:09:14.210 --> 01:09:21.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem. Geralmente você tem um acoplamento magnético entre a parte de baixo onde tem os

547
01:09:22.210 --> 01:09:39.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou essas engrenagens e a parte de cima, o acoplamento magnético que diminui o atrito. Diferente de você ter a engrenagem é um acoplamento magnético que vai movimentar a parte de cima aqui do

548
01:09:39.310 --> 01:09:48.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do medidor. Então eles são bastante utilizados em sistema hidráulico de parte de óleo, mas também é.

549
01:09:48.750 --> 01:09:51.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E gás é.

550
01:09:52.460 --> 01:10:03.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem um erro. Quer dizer, não uma medição de gás. Sistemas hidráulicos utilizados em equipamentos lá. Que parte óleo na área de sanção de óleo e gás.

551
01:10:04.090 --> 01:10:05.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mais de.

552
01:10:05.230 --> 01:10:07.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem uma classe de exatidão aí,

553
01:10:08.480 --> 01:10:11.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a partir de zero,vinte e cinco, mais ou menos.

554
01:10:12.580 --> 01:10:17.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Também não é muito impactado em termos de trecho reto.

555
01:10:18.560 --> 01:10:21.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora é influenciado pela viscosidade,

556
01:10:21.360 --> 01:10:29.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bastante influenciado pela viscosidade. Você pode perceber aqui uma curva típica de erro aqui, em função da

557
01:10:30.700 --> 01:10:36.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das viscosidades. Você tem os erros aqui, que vão alterando

558
01:10:36.330 --> 01:10:42.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função da vazão. Tema de perda de carga. Você vê que ele não é muito

559
01:10:42.530 --> 01:10:51.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de trazer. É problema para a tubulação. A perda de carga dele é baixa, tá?

560
01:10:51.500 --> 01:10:56.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quanto ele gera de queda de pressão na hora da.

561
01:10:56.590 --> 01:11:07.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Do fluido que está passando, então? Perda de carga bem baixa, mas a viscosidade impacta também, tá?

562
01:11:12.640 --> 01:11:16.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você falou o, é?

563
01:11:18.160 --> 01:11:19.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desculpe aí, é.

564
01:11:27.720 --> 01:11:29.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alô, estou me vendo.

565
01:11:31.130 --> 01:11:31.960
TARCISIO NOGUEIRA: Sim.

566
01:11:32.470 --> 01:11:34.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, tá. Porque de repente ficou mudo aqui?

567
01:11:34.660 --> 01:11:35.430
TARCISIO NOGUEIRA: E aí?

568
01:11:35.860 --> 01:11:36.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É?

569
01:11:37.240 --> 01:11:50.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você falou que você calibra esse tipo de medidor? Qual é a principal dificuldade que você encontra na calibração ou não tem ou é tranquilo. Fala para a gente.

570
01:11:51.400 --> 01:11:55.979
TARCISIO NOGUEIRA: Tranquilo. Não encontro muita dificuldade. Eu utilizo o padrão meu, que é um

571
01:11:56.160 --> 01:11:59.190
TARCISIO NOGUEIRA: é um outro medidor Master, que é um padrão

572
01:11:59.740 --> 01:12:02.610
TARCISIO NOGUEIRA: e eu ponho em linha com o do cliente.

573
01:12:03.380 --> 01:12:03.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso.

574
01:12:03.870 --> 01:12:07.440
TARCISIO NOGUEIRA: O tipo de meridor é muito bom. Eu não tenho muita dificuldade em calibrar. Ele não.

575
01:12:08.790 --> 01:12:13.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É? Eles são medidores bastante robustos, bastante tranquilos.

576
01:12:14.250 --> 01:12:16.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem o que a gente chama de poucas partes móveis.

577
01:12:16.780 --> 01:12:17.130
TARCISIO NOGUEIRA: E aí?

578
01:12:17.130 --> 01:12:20.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São só essas duas engrenagens.

579
01:12:20.780 --> 01:12:29.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Elas têm que estar bem ajustadinhas ali direitinho. A posição de montagem dela é R um,noventa graus com a outra,

580
01:12:29.920 --> 01:12:36.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e questão aí, do acoplamento magnético direitinho. Ver essa parte de cima aqui,

581
01:12:36.760 --> 01:12:43.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, você está mostrando também tem um indicador local, mas você pode também ter. Não sei. A parte de cima pode ser.

582
01:12:44.330 --> 01:12:47.440
TARCISIO NOGUEIRA: Eletrônico, né? É, pode ser um.

583
01:12:47.440 --> 01:12:51.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Digital pode estar com a saída de sinal.

584
01:12:51.340 --> 01:12:52.060
TARCISIO NOGUEIRA: Isso.

585
01:12:52.060 --> 01:12:55.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Patra vinte ou sinal de frequência.

586
01:12:55.470 --> 01:12:56.959
TARCISIO NOGUEIRA: Lá. É só óleo diesel.

587
01:12:57.440 --> 01:12:58.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aham.

588
01:12:59.920 --> 01:13:04.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então você tem aqui os medidores

589
01:13:04.440 --> 01:13:16.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de quem chama de disco nutante medidor de engrenagem. E também tem um medidor aqui também, que também é usado na indústria de video óleo,

590
01:13:16.610 --> 01:13:21.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que são os vendedores por par chama de pais rotativas.

591
01:13:21.800 --> 01:13:34.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O princípio é o mesmo que é de deslocamento positivo. Você tem um volume conhecido internamente e ele soma o número de vezes que isso passa? Isso gira

592
01:13:34.990 --> 01:13:37.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse de par rotativa.

593
01:13:37.310 --> 01:13:44.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles são as pazinhas essas que estão marcadas aqui escuro,

594
01:13:44.900 --> 01:13:49.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que elas acumulam o fluido aqui, o volume.

595
01:13:49.170 --> 01:13:55.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: À medida que isso desloca, ele sai aí. Quando chega nessa posição aqui, essas recolhem.

596
01:13:55.180 --> 01:14:02.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você fica com dois pais aqui, com volume acumulado e isso fica rodando. Fica rodando, rodando.

597
01:14:02.460 --> 01:14:07.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido entra, empurra. São medidores esses medidores volumétricos.

598
01:14:07.940 --> 01:14:13.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles são acionados pelo fluido que passa

599
01:14:13.600 --> 01:14:22.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então? Pela vazão ali. Ele que gira, aumentou a velocidade. Aumentou o serviço. Você muda. Você vai ter

600
01:14:23.920 --> 01:14:26.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma vazão maior ou vazão menor

601
01:14:28.280 --> 01:14:31.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também não é impactado em relação a

602
01:14:31.820 --> 01:14:41.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: trecho reto e tal. Agora, a viscosidade. Esses medidores sempre impactam esse aqui já tem um erro, uma classe de exatidão

603
01:14:41.870 --> 01:14:50.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a partir de zero,quinze. É interessante que ele tem uma classe de exatidão melhor do que esses, aqui, né?

604
01:14:50.270 --> 01:14:53.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De engrenagem, que é a partir de zero,vinte e cinco,

605
01:14:53.760 --> 01:14:59.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que esse daqui já é o que tem a latidão maior

606
01:14:59.260 --> 01:15:06.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o maior de um. Esse aqui já é zero,vinte e cinco. E esse aqui, a partir de zero,cinco

607
01:15:06.800 --> 01:15:10.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de classe de exatidão, o erro máximo tá?

608
01:15:12.070 --> 01:15:18.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que a gente vai checar, por exemplo, numa calibração? É essa questão desse erro máximo.

609
01:15:18.840 --> 01:15:23.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse erro aqui. Quando você faz a calibração, você vai verificar

610
01:15:23.680 --> 01:15:30.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: qual é o erro que você obteve e ver se ela se ainda

611
01:15:30.730 --> 01:15:36.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se o instrumento foi projetado, ele atende essa classe de exatidão que ele foi projetado.

612
01:15:38.930 --> 01:15:43.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, o

613
01:15:45.760 --> 01:15:52.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos dar um. A gente começou tudo bem, que a gente começou. 9h: Um pouquinho, nós são 10h30

614
01:15:52.990 --> 01:15:56.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nove e meia. 10h30 11h30 meia e meia.

615
01:15:58.070 --> 01:15:58.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não,

616
01:15:59.270 --> 01:16:08.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu até me enrolei aqui a gente tem três horas, né? Vai de nove como se fosse de nove a meio dia, né? Nove, dez, onze e doze, meio dia.

617
01:16:08.620 --> 01:16:11.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é dez e meia.

618
01:16:11.390 --> 01:16:16.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos dar um intervalinho aqui.

619
01:16:16.760 --> 01:16:22.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tomar uma água, tomar fazer um pitch shop. A gente retorna aqui uns dez minutinhos,

620
01:16:23.000 --> 01:16:25.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí depois vai até meio dia, tá bom.

621
01:16:26.070 --> 01:16:32.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dá um intervalinho aqui. Só um minutinho aqui para dar uma descansada na garganta.

622
01:27:23.150 --> 01:27:25.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos lá. Vamos retomar aí

623
01:27:28.680 --> 01:27:29.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: voltar aqui.

624
01:27:30.330 --> 01:27:32.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se vocês estão aí presentes.

625
01:27:32.510 --> 01:27:33.260
ENAIELLY CRUZ: Sim.

626
01:27:33.260 --> 01:27:34.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem pé

627
01:27:34.680 --> 01:27:43.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: legal, tá bom. Vou mostrar para vocês aqui um videozinho, depois. Primeiro, eu vou dar uma palavrinha aqui, rápido. Aí a gente mostra um vídeo muito legal aqui sobre essa questão,

628
01:27:44.060 --> 01:27:48.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no medidor tipo turbina, que eu chamo aqui medidor de impacto de fluxo.

629
01:27:49.430 --> 01:27:59.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é esse medidor turbina. Você pode usar tanto para líquidos quanto para para gases.

630
01:27:59.820 --> 01:28:03.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é uma uma turbina.

631
01:28:03.490 --> 01:28:08.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nesse caso, aqui, por exemplo, tem uma hélice aqui, interna aqui, um eixo

632
01:28:08.600 --> 01:28:17.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no sentido. Esse aqui é uma turbina que o eixo aqui é no mesmo sentido da tubulação horizontal.

633
01:28:18.660 --> 01:28:23.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nem o outro que eu vou mostrar depois que é o que chama tipo Volksman.

634
01:28:23.720 --> 01:28:25.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele pode ser vertical.

635
01:28:26.700 --> 01:28:30.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido passa por baixo, sobe e desce. Mas esse aqui é o.

636
01:28:31.380 --> 01:28:38.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o sol medidor tipo turbina. Então você consiste basicamente de um rotor, um rotor,

637
01:28:38.970 --> 01:28:43.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um rotor provido aqui de umas paletas.

638
01:28:43.330 --> 01:28:52.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E à medida que o fluido passa aqui, isso aqui, ele gira na velocidade que é proporcional a

639
01:28:52.920 --> 01:29:01.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a vazão do fluido. Então ele é acionado por essa passagem do fluido sobre essas paletas. Essas paletas têm um certo ângulo para poder girar

640
01:29:01.650 --> 01:29:10.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a velocidade. Então angular desse rotor é proporcional a essa velocidade do fluido que, por sua vez, é proporcional à vazão.

641
01:29:10.870 --> 01:29:16.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, como é que você consegue perceber isso? Você tem. Você tem essas

642
01:29:16.300 --> 01:29:30.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa turbinazinha aqui, com essas paletas, e em geral, são paletazinhas metálicas. E você tem aqui uma bobinazinha aqui que a gente chama aqui de um contador de pulso.

643
01:29:33.250 --> 01:29:40.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente isso aqui uma outra figura. Depois eu volto ali. Você tem o rotor da turbina. E aqui uma bobinazinha

644
01:29:40.430 --> 01:29:45.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que ela é sensibilizada que você tem uma bobina. E aí você tem um campo magnético,

645
01:29:46.300 --> 01:30:01.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma bobina. Você passou uma corrente elétrica ali. Ela criou um campo magnético, só que esse campo magnético é alterado pela passagem desse rotor. Dessa turbina

646
01:30:01.550 --> 01:30:10.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na frente desse campo magnético. E aí com isso você tem essa alteração. Ela é transformada num sinal sinal elétrico de saída.

647
01:30:11.150 --> 01:30:15.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse sinal. Então essa frequência desse sinal, ela

648
01:30:15.920 --> 01:30:21.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vai mudar em função do rpm da velocidade aqui, que

649
01:30:23.000 --> 01:30:42.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a turbina está girando, impactado pelo fluido que está passando. Então aqui você não tem um contato físico direto dessa bobinazinha com isso aqui, através de um cão magnético gerado. E você consegue então perceber. Então esses medidores, esses medidores tipo turbina,

650
01:30:43.700 --> 01:31:01.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele tem uma característica dele que é chamada. O fator desse medidor é a relação entre número de pulsos. Porque isso aqui é uma onda. Ele forma uma onda senoidal que depois ela vai ser convertida numa onda retangular.

651
01:31:01.700 --> 01:31:11.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Onde você vai contar o número de pulsos? Porque essa relação. Então, pulsos por unidade de volume. Então, por exemplo, se uma turbina gera

652
01:31:12.460 --> 01:31:23.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quinze mil pulsos, quando estiver escoando três metros cúbicos, então significa que o fator dele é cinco mil pulsos por metro cúbico. Esse fator, então é uma característica do instrumento da turbina.

653
01:31:24.100 --> 01:31:29.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O número de pulsos que ela gera por metro cúbico que passa por dentro dele.

654
01:31:30.040 --> 01:31:45.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso é inclusive um parâmetro que é checado, que é verificado ou que é calibrado numa calibração de uma turbina. Esse fator desse medidor, número de pulsos

655
01:31:45.720 --> 01:31:48.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por unidade de volume.

656
01:31:49.390 --> 01:32:05.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vou mostrar para vocês esse vídeo, que é um vídeo didático também, e que mostra o funcionamento dessa turbina. E esse tipo de coisa. Ele é um vídeo em inglês,

657
01:32:05.800 --> 01:32:08.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas acho que tem uma tradução. Acho que não tem.

658
01:32:08.840 --> 01:32:12.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem uma tradução simultânea aqui.

659
01:32:14.440 --> 01:32:16.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, sem problema.

660
01:32:16.840 --> 01:32:19.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deixa eu mostrar para vocês aqui. Espera aí.

661
01:32:22.960 --> 01:32:26.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se a Internet estiver funcionando. Beleza.

662
01:32:29.260 --> 01:32:35.879
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Conheça o Smart Track. Ultra instalação não invasiva em três minutos. Conectividade

663
01:32:40.460 --> 01:32:43.600
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como o turbo será nesse animal.

664
01:32:44.640 --> 01:32:45.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É?

665
01:32:45.510 --> 01:32:51.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá, tá em inglês aqui o show Botar a legenda Beleza.

666
01:32:52.680 --> 01:33:03.970
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vê Helical Rotor The Rotor é construído de titanium, que foi escrito por sua tensal corrosión resistência.

667
01:33:04.300 --> 01:33:10.509
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The Flow Stream depicted by the flow arrow is channeled by the upstream stator through the rotor

668
01:33:10.830 --> 01:33:19.490
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the Rotor como conventional turbans rotates em um shaft with a virtualmente frictamente Carbide Beyer,

669
01:33:19.930 --> 01:33:25.529
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the Speedway proporcional to the axial flow velocidade do fluido

670
01:33:25.660 --> 01:33:35.779
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the fix tungsten carbide design é the Same as the Century Series Turbines Century for Over, quarenta anos em Harsh Crude Oil Service,

671
01:33:36.110 --> 01:33:48.540
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um rotor e é completamente isolada do fluido.

672
01:33:48.650 --> 01:33:55.030
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é construído de muitas coisas de febre que são escondem por uma cor de paramagnético. Material

673
01:33:55.410 --> 01:34:07.040
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: magnética, induzes, um ac voltage na coisa que é feito como um sinusoidal Wave, o sinusoidal Wave.

674
01:34:07.430 --> 01:34:09.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu dei uma parada aqui. Tá.

675
01:34:10.210 --> 01:34:16.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está acompanhando legal aqui? Está dando para ver a legenda numa boa e tal, porque às vezes pode ensinar muito rápido, mas está tranquilo.

676
01:34:16.630 --> 01:34:17.680
TARCISIO NOGUEIRA: Tá tranquilo.

677
01:34:18.740 --> 01:34:19.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tá.

678
01:34:19.380 --> 01:34:20.650
Rosangela Rajoy: Tudo certo, professor.

679
01:34:20.990 --> 01:34:21.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Beleza.

680
01:34:22.590 --> 01:34:27.029
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pulse stream square

681
01:34:27.450 --> 01:34:36.280
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the Mv Series Turban Meter Can Operate With a Preamplifier ou com a Upcc que incorporates a pulse cronômetro

682
01:34:36.440 --> 01:34:46.530
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a pulse cronometry increases The Low Resolution Metro to um valor igual a dois, ou melhor do que a de um convencional metro

683
01:34:47.050 --> 01:34:57.850
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the flow area is constant e a rotor. Velocidade é proporcional to the flow velocidade. Cada pulse representa um precise aumento de fluid that the meter

684
01:34:58.170 --> 01:35:07.980
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the continuar instantaneous flow rate and total metro, volume.

685
01:35:09.440 --> 01:35:17.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom. Você vê que o princípio é relativamente simples. Então não é muito complicado de.

686
01:35:17.540 --> 01:35:18.950
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que eu falei.

687
01:35:18.950 --> 01:35:19.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Peraí.

688
01:35:20.020 --> 01:35:21.370
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você.

689
01:35:21.370 --> 01:35:21.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Paraíso.

690
01:35:21.840 --> 01:35:23.119
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui. Peraí.

691
01:35:23.450 --> 01:35:26.690
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Legenda: Adriana Zanotto.

692
01:35:27.150 --> 01:35:33.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A musiquinha tá boa, mas não tá na hora de tocar, não é?

693
01:35:34.020 --> 01:35:34.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então

694
01:35:39.520 --> 01:35:42.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: gera ali uma onda, né? Uma onda.

695
01:35:42.860 --> 01:35:56.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai dar o que no caso. Depois ela é convertida ali, numa onda quadrada. Aí você acaba contando o número de pulsos. Transforma isso aí no sinal de frequência. E pode contar o número de pulsos gerados

696
01:35:56.920 --> 01:36:02.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que aí vai ser essa relação, esse fator que a gente chama do Fator K do medidor.

697
01:36:02.560 --> 01:36:11.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O número de pulsos por unidade de volume. Que é isso que ele gera aí. Então aqui.

698
01:36:11.640 --> 01:36:27.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem a parte de cima do circuito que aí você pode ter uma indicação local. Além da frequência, você pode também estar saindo com um sinal de corrente de quatro a vinte milliampé. Então você pode na eletrônica, você pode fazer

699
01:36:28.520 --> 01:36:35.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: alguns ajustes aí, mas o que ele vai gerar quando ele é projetado.

700
01:36:35.710 --> 01:36:42.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O design dele é o projeto de fabricação. É para você ter esse fator K

701
01:36:42.520 --> 01:36:52.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de número de pulsos por unidade e volume. Então é isso que você especifica na hora de que você vai usar o instrumento.

702
01:36:52.260 --> 01:36:52.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

703
01:36:55.230 --> 01:37:05.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele pode ser parametrizado também. No sistema eletrônico. Ali, você consegue parametrizar essa questão do número de pulsos por unidade, volume.

704
01:37:16.660 --> 01:37:29.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, beleza. Então, um outro tipo de instrumento de turbina, um pouquinho diferente, que eu tinha comentado essas, que chama da turbina tipo

705
01:37:29.550 --> 01:37:31.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Voltsmann Voltman.

706
01:37:31.800 --> 01:37:40.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é basicamente usado muito mais para medição de água do que outra coisa. Mas ele pode ter uma turbina

707
01:37:41.370 --> 01:37:57.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: deitada aqui no mesmo sentido, o fluxo passou, gerou e movimentou a parte de cima. Ou às vezes você tem ela montada de forma vertical. Você entra aqui, jogou e o mecanismo de transmissão vai para cima,

708
01:37:57.490 --> 01:38:01.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então vamos ver rapidinho. Um vídeo aqui.

709
01:38:06.240 --> 01:38:07.020
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

710
01:38:08.070 --> 01:38:10.420
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí uma.

711
01:38:14.370 --> 01:38:16.580
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você.

712
01:38:21.620 --> 01:38:22.290
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

713
01:38:30.320 --> 01:38:31.020
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

714
01:38:33.070 --> 01:38:34.060
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

715
01:38:42.710 --> 01:38:44.860
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Legenda: Adriana Zanotto: e aí?

716
01:38:45.320 --> 01:38:51.510
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Legenda: Adriana Zanotto.

717
01:38:51.510 --> 01:38:53.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse aqui já é outro. Porque a gente vai ver lá.

718
01:38:53.640 --> 01:38:59.730
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De uma hélice dentro da doação.

719
01:39:04.690 --> 01:39:07.649
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você também tem outra opção a envelhecer.

720
01:39:07.940 --> 01:39:09.210
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ator.

721
01:39:09.210 --> 01:39:09.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vieram aqui.

722
01:39:09.890 --> 01:39:13.240
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Algumas que a gente vai ver também.

723
01:39:13.560 --> 01:39:15.409
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí pra frente. Aqui.

724
01:39:15.410 --> 01:39:23.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente chama de bobina de inserção. Bom, mas basicamente, esse tipo de medidores têm

725
01:39:23.570 --> 01:39:31.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí. Você tem uma característica dele com relação a recomendações de diâmetro

726
01:39:31.900 --> 01:39:38.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na entrada e na saída, você vê aqui um detalhe de montagem

727
01:39:39.190 --> 01:39:51.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é aqui. Olha, recomendo o fabricante, recomendando aí pelo menos cinco diâmetros nominais, que chama de diâmetro nominal, diâmetro da tubulação. E depois três cinco. A três

728
01:39:51.590 --> 01:39:59.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eles têm aqui uma classe de exatidão típica em torno aqui de dois por cento.

729
01:39:59.240 --> 01:40:18.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Classe de exatidão. E você tem. Lembra que eu comentei no início ali. Alguma curva típica. Você tem nessa faixa inicial. Você tem um erro maior. E a partir de uma vazão, a questão de uma vazão de transição. Aí ele entra mais próximo do regime normal,

730
01:40:18.690 --> 01:40:29.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: né? De de curva de erro. Aqui, ó, torno aproximadamente próximo aqui. Esse aqui é o ideal, né?

731
01:40:29.810 --> 01:40:42.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma vazão operacional e é uma vazão mínima e máxima disso. Então, isso aqui é uma curva típica de calibração de um medidor desse tipo de Voltzmann.

732
01:40:44.830 --> 01:40:52.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só para antecipar aquele outro que a gente viu aqui, que ele mostrou na na

733
01:40:53.510 --> 01:41:08.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do vídeo. É um medidor tipo hélice que aí a hélice está aqui dentro da tubulação. E você tem o mecanismo de transmissão botando aqui para cima. Então é muito usado semelhante a essa turbina. Só que ela varia também com a velocidade do Flu.

734
01:41:08.940 --> 01:41:14.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você pode o princípio desse esse medidor tipo hélice.

735
01:41:14.960 --> 01:41:19.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem medição aqui. De velocidade do ar.

736
01:41:19.980 --> 01:41:24.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São usados aqui os anemômetros. Eu uso esse princípio,

737
01:41:24.970 --> 01:41:30.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse princípio de medição, que é uma hélice que gira em função da velocidade.

738
01:41:30.500 --> 01:41:45.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem aqui o desenho de um anemômetro e o anemômetro é bastante interessante. Quer dizer, nesse caso, aqui ele mede tanta velocidade quanto também dá a direção do vento. Ele gira aqui em função

739
01:41:45.970 --> 01:41:48.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da direção do vento. Ele se posiciona.

740
01:41:49.060 --> 01:41:54.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esses anemômetros são utilizados, o que mostra um

741
01:41:55.300 --> 01:42:05.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma figura de um turbo desses turbo geradores de pais grandes, da energia eólica que você tem

742
01:42:06.370 --> 01:42:15.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: utilizado aqui para atuar no posicionamento da

743
01:42:17.830 --> 01:42:33.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do eixo principal aqui, que, em função da velocidade do vento e da direção do vento. Ele vai deslocar esse eixo principal para que fique posicionado de forma perpendicular ao

744
01:42:34.430 --> 01:42:35.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ao vento

745
01:42:35.750 --> 01:42:49.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no sentido do vento. E também ele, é um elemento que ajuda na questão do controle da velocidade de rotação das

746
01:42:49.690 --> 01:42:58.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das partes principais, porque esses exemplos vendedores

747
01:42:59.070 --> 01:43:08.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de energia eólica, eles também têm uma limitação em termos de uso com a velocidade do vento. Se a velocidade for muito alta,

748
01:43:09.710 --> 01:43:11.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem que interromper o

749
01:43:12.130 --> 01:43:23.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Usp porque ele pode quebrar e danificar. Então esse anemômetro ajuda tanto a controlar a questão do posicionamento dele em relação ao vento,

750
01:43:23.440 --> 01:43:31.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sentido do vento e também com uma realimentação ali, no sentido da

751
01:43:31.670 --> 01:43:37.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de impedir que ele funcione. Se a velocidade do vento for muito grande.

752
01:43:39.630 --> 01:43:47.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora, esse medidor aqui também ter a mente. Ele também pode ser utilizado para líquidos de alta viscosidade

753
01:43:48.100 --> 01:43:55.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você tem, o que chama dos efeitos de camada limite. São minimizados pelo design e pelo projeto dele.

754
01:43:56.190 --> 01:44:05.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E um outro tipo de aplicação. Nesse caso, aqui eu não consegui descobrir nenhum material português e tal

755
01:44:07.090 --> 01:44:18.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são turbinas de inserção, essas tonelas, você pode injetar, você pode colocar diretamente na aqui. Ó

756
01:44:19.300 --> 01:44:33.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por dentro aquele figurinha que a gente viu aqui. Ele vai insere aqui e ele fica inserido na tubulação, e o fluido passa e você tem a movimentação dele aqui

757
01:44:34.620 --> 01:44:41.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: hoje. Você tem aplicações mais interessantes, mais específicas. Eles têm

758
01:44:41.600 --> 01:44:46.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quer dizer, esse tipo de instrumento. Você permite que você tenha associado

759
01:44:47.070 --> 01:44:55.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não só a Medição da Vazão, mas você também tem integrado aqui a medição de temperatura e de pressão

760
01:44:56.030 --> 01:45:13.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que você consiga ter, inclusive a medição direta da massa que aí você tem medida de pressão e temperatura e da vazão. E aí você pode corrigir você tendo essas três medidas incorporadas. Aí você pode calcular,

761
01:45:13.700 --> 01:45:21.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em vez de ser só a vazão volumétrica. Você calcular a vazão máscara do

762
01:45:26.670 --> 01:45:31.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do fluido. Tá bom.

763
01:45:32.930 --> 01:45:43.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem então algumas especificações aqui em termos de performance de características. Ele pode ser usado tanto na medição de vapor e gás e líquidos.

764
01:45:43.540 --> 01:45:47.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem as características dele aqui. Se é para.

765
01:45:48.190 --> 01:45:55.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para vazão volumétrica ou se é para vazão máscara. Então você tem aqui

766
01:45:56.140 --> 01:46:03.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vapor e gás. O número de reis acima de dez mil. Você tem aqui um,cinco na vazão

767
01:46:03.650 --> 01:46:07.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: poliométrica e dois na vazão máxima para líquidos

768
01:46:07.560 --> 01:46:17.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um,vinte e cinco na vazão volumétrica e um,cinco na vazão máscara em termos de repetibilidade, que aí tem a ver com a incerteza da medição

769
01:46:17.490 --> 01:46:25.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero,um na vazão e aí dois por cento.

770
01:46:25.510 --> 01:46:27.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, na vazão.

771
01:46:28.210 --> 01:46:31.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Volume, ética e dois aqui na vazão máxima.

772
01:46:32.460 --> 01:46:36.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E os limites de velocidade aplicados, né?

773
01:46:36.910 --> 01:46:40.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Qual é o limite mínimo que você pode utilizar

774
01:46:41.080 --> 01:46:45.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de velocidade de vazão desses instrumentos.

775
01:46:46.110 --> 01:46:49.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem essas aplicações aqui.

776
01:46:49.960 --> 01:46:56.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então esses são basicamente os medidores que a gente chamou aqui dos medidores direto,

777
01:46:56.920 --> 01:46:59.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu queria comentar com vocês.

778
01:47:00.250 --> 01:47:00.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau, Tchau.

779
01:47:02.340 --> 01:47:09.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vemos o mídia do volumétrico de engrenagem de lóbulo.

780
01:47:10.260 --> 01:47:18.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, a engrenagem ao óbulo medidor de a variável e de disco, oscilante

781
01:47:18.860 --> 01:47:24.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e mais esses outros aqui de turbina vertical, horizontal e tal.

782
01:47:26.820 --> 01:47:31.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos ver agora falar um pouquinho sobre o que a gente chama aqui. Dos medidores indiretos.

783
01:47:31.490 --> 01:47:39.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, a gente vai ver dois tipos. Medição de perda de carga variável e os depois de área variável.

784
01:47:42.760 --> 01:47:58.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A medição por perda de cargo é variável. Isso aí é um aspecto importante na área de medição de invasão. Aquilo que se refere à energia do fluido, então isso foi estudado. Foi um princípio lá descoberto por Bernouille no século Xviii.

785
01:47:59.270 --> 01:48:05.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele diz que ele caracterizou ali a energia. Tinha um fluido na soma de dois componentes,

786
01:48:05.740 --> 01:48:20.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que chama componente estática e uma componente dinâmica componente estática tem a ver com a pressão do flu, a pressão de deslocamento e a dinâmica com relação à velocidade de escoamento.

787
01:48:20.850 --> 01:48:26.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então isso foi estudado lá e descoberto pormenhinwee no século Xviii.

788
01:48:26.600 --> 01:48:33.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí ele diz que essa energia dentro da energia ali não pode ser destruída

789
01:48:33.270 --> 01:48:41.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e nem criada. Então ela não pode ser criada nem destruída. Então, se a velocidade, por exemplo, aumenta, a pressão cai e vice versa, então você tem uma relação

790
01:48:42.080 --> 01:48:50.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entre energia estática e energia dinâmica, então quer dizer a soma das duas. Como ele diz aí,

791
01:48:50.340 --> 01:48:55.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a soma dessas energias tem que dar

792
01:48:55.500 --> 01:48:58.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: igual uma constante. Então você separa aqui

793
01:48:59.900 --> 01:49:08.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de princípio de conservação da energia, você tem a pressão, que é a energia do fluxo que a energia devido

794
01:49:09.010 --> 01:49:26.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ao fluido devido a essa pressão. Você tem mais uma energia cinética. Como ele. Está aí? Dinâmica velocidade devido à velocidade do fluido. E você tem ainda uma energia que se chama energia potencial, que tem a ver ou gravitacional, que tem a ver com

795
01:49:27.320 --> 01:49:40.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: altitude em relação ao nível do mar. Aqui, o potencial gravitacional. Então você tem uma parcela aqui, que é a massa específica. Como eu explico a aceleração da gravidade vezes

796
01:49:40.220 --> 01:49:53.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a altura desse fluido em relação ao nível a nossa referência. Então a soma dessas energias todas aqui é uma constante, segundo

797
01:49:53.840 --> 01:50:08.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o princípio de conservação da energia, então a pressão. Mas a energia cinética que aí é calculada aqui, um meio de ro. Você vê que Ro é a massa específica. Vezes a velocidade ao quadrado,

798
01:50:10.330 --> 01:50:15.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais o Roger Y pô eu ver se você pode ver A G na altura,

799
01:50:15.640 --> 01:50:18.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o relação à energia potencial.

800
01:50:18.910 --> 01:50:29.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse é o princípio de conservação da energia. Então essa equação dá uma equação de continuidade onde se eu tenho um fluido deslocando aqui, então o.

801
01:50:30.180 --> 01:50:35.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas a área dessa tubulação e vê

802
01:50:36.760 --> 01:50:40.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: área, e que a velocidade tem a ver com volume.

803
01:50:41.270 --> 01:50:42.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem a ver com a vazão.

804
01:50:43.460 --> 01:50:49.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o que passa aqui tem que ser igual ao que passa do lado de cá, não é?

805
01:50:50.150 --> 01:50:56.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o que eu chamo da equação. Claro que aqui está mostrando uma do outro. Mas essa distância aqui pode ser grande,

806
01:50:57.030 --> 01:51:00.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas o que passa por aqui tem que ser igual ao que passa por lá.

807
01:51:00.730 --> 01:51:06.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se eu tenho o fluido. Por exemplo, se o fluido é incompreensível,

808
01:51:06.670 --> 01:51:25.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o meu rol é igual, então eu tenho uma relação entre invasões aqui. Área e velocidade e área e velocidade. Por isso que, se houverem variações de área, se essa área aqui for diferente dessa, as velocidades têm que ser diferentes para poder o princípio de conservação ser igual.

809
01:51:28.460 --> 01:51:47.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando eu tenho uma determinada perda de carga na tubulação que acaba acontecendo, você tem uma tubulação de distância e tal. Você tem um fluido que está se deslocando. Uma coisa que você pode ter, e vai acontecer é que você tem

810
01:51:48.570 --> 01:51:55.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: perdas de carga. A pressão pode diminuindo ao longo do trecho. Em função dessas

811
01:51:56.150 --> 01:52:03.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desses acidentes, dessas coisas que podem ter uma tubulação. Curvas, joelhos,

812
01:52:04.740 --> 01:52:08.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: derivações, válvulas. Tudo isso pode dar

813
01:52:08.930 --> 01:52:22.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: perdas de carga. Então, quer dizer que o fluido tem que ter uma determinada pressão de deslocamento. Então essa questão do cálculo da perda de carga de uma tubulação é importante quando você vai deslocar o fluido,

814
01:52:22.680 --> 01:52:36.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem que ter ideia qual é a pressão que você tem que ter. Por exemplo, no início do duto, até no final, onde você quer que o fluido chegue no sistema de transmissão? Imagine que você está numa determinada. Por exemplo,

815
01:52:36.920 --> 01:52:49.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um sistema simples. Você tem uma cisterna com água e quer jogar a água para uma caixa d'água que está em uma certa distância, em uma altura. Então a pressão dessa bomba que vai succionar

816
01:52:49.520 --> 01:52:50.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse. Essa,

817
01:52:51.180 --> 01:52:59.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa água e jogar na outra caixa. Ela tem que ser suficiente para vencer todas essas perdas de carga que podem acontecer em função

818
01:52:59.520 --> 01:53:11.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos desvios, das curvas, dos arranjos tal do que estiver no meio do caminho para chegar no outro lado, ter uma determinada pressão e uma vazão que possa encher lá o meu reservatório.

819
01:53:11.870 --> 01:53:13.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é.

820
01:53:13.540 --> 01:53:23.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essas causas dessas perdas de carga são devido a atrito do fluido com a parede interna, variações de pressão e velocidade devido à curva. Um obstáculo a isso, como a gente comentou

821
01:53:24.880 --> 01:53:32.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então uma determinada vazão numa tubulação. Se a gente introduzir nessa tubulação uma restrição,

822
01:53:33.420 --> 01:53:37.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente vai provocar nessa que chama uma

823
01:53:38.410 --> 01:53:48.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diferença de pressão. Uma região de baixa pressão que vai ser causada pelo aumento da velocidade. Você tem uma relação, variou a pressão,

824
01:53:48.580 --> 01:53:53.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mudou a velocidade. Se uma aumento, a outra diminui. Se uma diminui, a outra aumenta.

825
01:53:55.040 --> 01:54:04.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se eu coloco uma restrição, estou criando uma perda de carga. Estou diminuindo a pressão. E com isso eu tenho um aumento de velocidade.

826
01:54:05.130 --> 01:54:11.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quanto maior a vazão, quanto maior a vazão, maior vai ser essa queda de pressão

827
01:54:11.580 --> 01:54:15.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em relação a essas variáveis de uma forma

828
01:54:16.420 --> 01:54:20.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: matemáticas. É uma forma simples a vazão. Então,

829
01:54:20.720 --> 01:54:29.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com a vazão de um fluido que passa por um local de estreitamento. Ele pode ser calculado

830
01:54:29.450 --> 01:54:38.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma forma bem mais direta, por uma expressão, que é uma constante,

831
01:54:38.740 --> 01:54:49.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que depende das várias características do fluido de massa específica, uma série de características e uma relação entre as pressões

832
01:54:49.230 --> 01:54:53.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de temperatura do fluido e a perda de carga.

833
01:54:53.570 --> 01:54:59.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse Delta P aqui é a perda de carga do fluxo a montante e a jusante

834
01:54:59.370 --> 01:55:17.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do que a gente chama do estreitamento. Esses outros valores de pressão e temperatura têm a ver com a gente. Chama da pressão de medição, a pressão de operação ou pressão de projeto, também chamado Pressão de Referência. A gente vai ver depois exemplos mais para frente,

835
01:55:18.760 --> 01:55:26.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: principalmente a sua aplicação na área de volume, medição de gases

836
01:55:26.910 --> 01:55:29.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e de óleo, que a gente vai ver. Os exemplos,

837
01:55:29.600 --> 01:55:36.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: basicamente, é uma equação. Que vai ser, então a vazão? Nesse caso, vai ser proporcional

838
01:55:36.510 --> 01:55:42.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: algo que a gente chama da raiz quadrada do do diferencial de pressão.

839
01:55:43.160 --> 01:55:51.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por isso que, muitas vezes a gente fala que a vazão numa tubulação, quando eu tenho um elemento diferencial de pressão ali,

840
01:55:51.210 --> 01:56:02.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma restrição. Ela é uma relação quadrática entre a vazão e o diferencial de pressão medida.

841
01:56:03.040 --> 01:56:16.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O delta p medido é proporcional ao quadrado da vazão, assim como então a vazão é proporcional à raiz quadrada do delta P. Por isso que a gente diz que é uma relação quadrática. Então, aqui de uma outra,

842
01:56:16.610 --> 01:56:19.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não há mais lúdica.

843
01:56:19.280 --> 01:56:24.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu tenho. Então uma vazão que passa por uma tubulação. E aqui eu coloco uma restrição.

844
01:56:25.220 --> 01:56:32.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa restrição são os elementos primários de vazão que a gente vai ver aqui. Algum deles, tipo um bocal,

845
01:56:32.690 --> 01:56:36.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma tubo Venturi é um.

846
01:56:37.510 --> 01:56:39.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma placa de orifício.

847
01:56:39.550 --> 01:56:46.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você gera uma restrição. E com isso aqui você tem uma região de

848
01:56:46.910 --> 01:56:49.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aumento de velocidade e baixa pressão

849
01:56:50.760 --> 01:57:00.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é causada por essa restrição. Essa região aqui, que é onde você tem a maior queda de pressão também é conhecida como

850
01:57:00.470 --> 01:57:03.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vena contracte a região onde você tem

851
01:57:04.650 --> 01:57:12.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a maior queda, o menor valor de pressão ajuzante da da restrição.

852
01:57:12.860 --> 01:57:15.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se você considerar essas

853
01:57:16.080 --> 01:57:22.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essas colunas aqui. Esses valores, como a pressão de escoamento aqui, uma determinada pressão. Quando você

854
01:57:23.750 --> 01:57:34.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: está na restrição, você tem uma redução aqui, ó drástica do valor da pressão aqui. Ó,

855
01:57:34.460 --> 01:57:49.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem uma determinada pressão P1 e vai agora aqui para uma pressão P2 então essa diferença de pressão é medida que, por exemplo, com um tubo em U que na verdade você não usa bem tubo em U. Você usa transmissores ou transutores de pressão.

856
01:57:50.440 --> 01:58:01.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, os mais utilizados são medidores de pressão por célula capacitiva diferencial de pressão então, essa diferença de pressão.

857
01:58:01.410 --> 01:58:07.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela é proporcional, como a gente está vendo aqui o quadrado da vazão. Então é o messo,

858
01:58:07.890 --> 01:58:15.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o Delta P, usando um dispositivo aqui para medir da pressão diferencial.

859
01:58:15.380 --> 01:58:22.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E sei que a relação relaciona com a vazão que está passando aqui.

860
01:58:23.110 --> 01:58:31.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o que você percebe que isso aqui ele vai dar uma perda de carga nessa maior posição. Por isso que você normalmente utiliza

861
01:58:31.680 --> 01:58:35.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os pontos próximos aqui, da sua.

862
01:58:35.500 --> 01:58:41.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Da sua restrição, que você coloca para fazer as. A gente chama das tomadas de pressão,

863
01:58:41.530 --> 01:58:53.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é onde você tem a maior diferença de pressão. Mas depois você tem uma recuperação, mas que gera essa restrição. Vai gerar uma perda de carga permanente.

864
01:58:53.780 --> 01:59:06.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que, nesse ponto, aqui, onde tem maior depressão. Mas depois há uma certa recuperação. Mas aqui você tem uma medida permanente de diferença de pressão

865
01:59:07.890 --> 01:59:15.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que, claro, essa diferença de pressão aqui não é constante. Se você mudou a vazão

866
01:59:16.480 --> 01:59:21.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Delta P muda numa vazão constante, você tem um Delta P constante.

867
01:59:21.750 --> 01:59:26.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa diferença de pressão aqui, que chama perda de carga permanente.

868
01:59:26.610 --> 01:59:30.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela também representam a medida de invasão.

869
01:59:30.940 --> 01:59:33.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que é um Delta P menor.

870
01:59:33.760 --> 01:59:38.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a gente costuma medir próximo aqui e a

871
01:59:39.180 --> 01:59:42.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ao local da restrição. Mas existem situações

872
01:59:43.600 --> 01:59:50.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você pode medir também a pressão na tubulação com uma certa distância

873
01:59:50.590 --> 01:59:56.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para medir esse diferencial de pressão, principalmente se você está trabalhando, por exemplo, com tubulações grandes de âmbito,

874
01:59:56.510 --> 02:00:04.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque, às vezes, o custo de você montar um elemento primário desse numa tubulação de grande âmbito é muito caro e vale a pena, talvez,

875
02:00:05.290 --> 02:00:14.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: talvez. É por causa da tomada no flange. Os custos aqui pode ser muito elevados

876
02:00:14.520 --> 02:00:23.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e é mais interessante. Talvez você me diga quem chama da perda de carga permanente média. Pressão do lado de cá depois de uma determinada distância.

877
02:00:23.690 --> 02:00:31.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Geralmente aqui você calcula em torno de oito a dez diâmetros de distância e mede a pressão do lado de cá.

878
02:00:32.420 --> 02:00:42.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, basicamente, a função, então, de um elemento primário desse de restrição é criar essa diferença de pressão. E, nessa diferença de pressão, você faz

879
02:00:42.580 --> 02:00:44.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medida da pressão diferencial.

880
02:00:45.300 --> 02:00:47.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou. Eu vou.

881
02:00:47.980 --> 02:00:52.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Apesar da Rosângela, eu vou pular um pouco essa parte do Pitot.

882
02:00:53.450 --> 02:01:01.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu vou pular essa parte do Pitot. E vou mostrar aqui direto a questão do

883
02:01:01.520 --> 02:01:08.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do diferencial de pressão aqui para essa questão do aumento da velocidade. O Pitot é um pouquinho diferente na equação. É um pouco diferente,

884
02:01:10.420 --> 02:01:19.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já que a gente começou a falar sobre perda de carga Delta P, só para ficar mais fácil aqui. Então esse elemento de restrição

885
02:01:20.730 --> 02:01:24.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: foi chamado de Tuboventude. Foi uma.

886
02:01:24.840 --> 02:01:30.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um estudo, uma descoberta do Giovanni Batista Venturi tá aí,

887
02:01:31.090 --> 02:01:42.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: finalzinho do século Xviii noventa e sete. Ele formulou a seguinte lei. Fluidos sob pressão na passagem através de fluidos,

888
02:01:42.450 --> 02:01:48.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quer dizer fluído sob pressão na passagem através de fluido, não. Passagem através de tubos convergentes.

889
02:01:49.190 --> 02:01:54.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ganham velocidade e perde impressão. O Bern Willis já tinha estudado alguma coisa parecida.

890
02:01:55.420 --> 02:02:03.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele ganha velocidade e perde pressão. Então aí você aqui cria uma região de depressão.

891
02:02:04.230 --> 02:02:11.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem um aumento de velocidade e uma diminuição de pressão. E aí, nesse caso, aqui, que é uma restrição

892
02:02:12.200 --> 02:02:15.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: causada por essa convergência,

893
02:02:15.880 --> 02:02:24.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você mede a pressão do aqui e a pressão antes. E essa diferença de pressão. Então ela é proporcional

894
02:02:25.820 --> 02:02:26.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a vazão.

895
02:02:27.110 --> 02:02:33.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem aqui. Acho que nesse vídeo. Dá para ver bem isso aqui.

896
02:02:34.180 --> 02:02:40.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Método de medição de fluxo baseado no princípio da pressão diferencial. Vamos ver aqui.

897
02:02:41.310 --> 02:02:43.760
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Princípio.

898
02:02:44.300 --> 02:02:49.920
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alguns três, cem anos atrás. E fisicista Daniel Bernier.

899
02:02:50.820 --> 02:02:53.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desculpe. Aqui, eu parei aqui. Aqui. É o seguinte.

900
02:02:53.990 --> 02:02:58.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu acho que vocês conseguem entender porque a tradução.

901
02:02:58.550 --> 02:03:02.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O vídeo está em espanhol, mas acho que dá para entender, né?

902
02:03:02.460 --> 02:03:11.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse vídeo não me permitiu mudar essa legenda aqui. A legenda é em espanhol, mas acho que dá para entender.

903
02:03:13.400 --> 02:03:28.260
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Principeznanescentes, alguns três cem years old fluindo em uma pipe,

904
02:03:28.900 --> 02:03:35.470
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a italian fisicista Giovanni Battista Venturi também performou experimentos on Flow.

905
02:03:35.610 --> 02:03:42.950
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E em mil novecentos e noventa e sete, ele construiu o primeiro Flowmeter Flow, the Venture. Dois

906
02:03:46.400 --> 02:03:49.310
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Here is how this movement Works

907
02:03:49.730 --> 02:04:00.029
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: flow meters têm um artificial restriction artificial integrated to the tube illustrated here by exemplo de um orophage

908
02:04:01.190 --> 02:04:07.360
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: duas holmes are the pipe wall one before and one after the orifas plate.

909
02:04:07.640 --> 02:04:16.880
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Duas tubos conectam essas moldes a um pressuur sensorial com seus chaves separadas por um diaphragm

910
02:04:17.010 --> 02:04:22.159
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as pressão diferenças no flow podem ser precisamente medidas.

911
02:04:22.550 --> 02:04:29.599
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: If the fluide não flowing the press and after the plate é essencialmente identical.

912
02:04:30.210 --> 02:04:39.360
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As Soon the Fluide começa a flow its velocidade em plate, increases significativamente por causa da restrição na cross-section

913
02:04:39.740 --> 02:04:49.049
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: at the same time, face the Static. Pressão deste ponto decreases consequentemente diferente,

914
02:04:54.980 --> 02:05:03.780
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sensor, uma maior pressão maior antes e um maior pressão maior. Depois do orifás plate

915
02:05:04.360 --> 02:05:11.990
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: this is a direct media for the flow, velocidade e apenas the Mass and volume flow in the pipe

916
02:05:13.510 --> 02:05:19.599
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the high the flow velocidade e o resultado em pressão no orifás.

917
02:05:19.760 --> 02:05:30.390
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The great the press, mesura em numerosas industrial, aplicações industrial, the orifas plate, cofres, vários tecnologia flow

918
02:05:30.640 --> 02:05:44.699
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por favor, outros designs are available for certain tasks to minimize pressure loss or abrasão de componentes de Solidaried

919
02:05:45.040 --> 02:05:59.579
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: this demonstraction shows that an restriction generates severe turbulência em uma fluide nozers with a Funnel-like inlet. Claramente reduz turbulência e depois create less pressure loss

920
02:06:00.220 --> 02:06:04.220
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nozers are particular suitable to high flow velocity.

921
02:06:05.230 --> 02:06:06.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Oi, perdão.

922
02:06:06.930 --> 02:06:08.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Oh, meu Deus do céu!

923
02:06:09.380 --> 02:06:16.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele estava falando aqui sobre a questão dos bocais.

924
02:06:16.710 --> 02:06:22.640
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Consequentemente, different.

925
02:06:23.220 --> 02:06:34.250
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa pressão é uma directiva, e The Result in press the great the Press Mesura

926
02:06:34.650 --> 02:06:41.900
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em numerosas industrial, Aplicações industrial the orifas plate, cofres, vários. Tecnologia Flow,

927
02:06:42.140 --> 02:06:56.199
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por favor. Outros designs are available to certain tasks to minimize pressure loss or abrasão de componentes de Solidaried

928
02:06:56.550 --> 02:07:11.099
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: this demonstration shows that um abrupt generates severe turbulência na fluide nozers with a funnel-like inlet claramente reduzem turbulência e também criam mais pressão.

929
02:07:11.730 --> 02:07:24.569
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nozes são particularmente suitables para flu velocidades ou fluídos com abrasive solid partículas turbulence redução é ainda maior com venturi nozes Venture.

930
02:07:24.950 --> 02:07:32.959
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E finalmente, com Venture, Tubes Venture where. A restrição é criada por longas restrições no oceano.

931
02:07:33.300 --> 02:07:45.510
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Todos esses designs podem ser suplícidos com que a pressão e pressão generada podem ser optimizados para o processo de condições

932
02:07:45.830 --> 02:07:56.140
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the industrial flow Management using Press e tested in numerosas aplicações numerosas. World for about one years.

933
02:07:56.690 --> 02:08:06.559
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Com este princípio, all, líquidos gases ou estima podem ser medidas mesmo em extremis.

934
02:08:08.980 --> 02:08:09.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom,

935
02:08:09.760 --> 02:08:26.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você vê que esse vídeo fala sobre diferentes. Começa mostrando inicialmente uma placa de edifício, mas depois muda para um bocal de vazão e depois fala sobre Tub Venture, que era isso que eu estava comentando. Primeiro

936
02:08:26.590 --> 02:08:41.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esses designers. Esses projetos ajudam a você de repente melhorar, diminuir perda de carga, e tem problema de produto do fluido, questão de abrasividade ou não. Então, por exemplo, um venture.

937
02:08:42.010 --> 02:09:01.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem esse design, esse projeto, você vê aqui pelo projeto interno. Se você tiver fluídos com partículas sólidas, tal alguma coisa, ele vai. Não vai ter nenhum problema de passagem de ficar restrito de entupimento, porque pelo projeto dele,

938
02:09:01.630 --> 02:09:18.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: agora ele tem um tamanho, por exemplo, maior para você em termo de instalação. Com isso, você precisa de um trecho reto antes e depois maior do que uma placa de edifício, ou mesmo um bocal de vazão

939
02:09:18.320 --> 02:09:37.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem um custo de fabricação mais elevado pelo projeto e tal, e mudando as características do fluido. Em termos de vazão, provavelmente você tem que substituir, colocar um outro medidor, porque ele,

940
02:09:37.780 --> 02:09:42.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de ranchabilidade, que é uma relação entre vazão máximo e mínimo.

941
02:09:42.680 --> 02:09:46.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esses medidores não têm uma arranjabilidade muito boa

942
02:09:47.440 --> 02:09:57.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de medição. Mas tudo bem. Ele tem algumas vantagens em relação a outros medidores em termos de perda de carga, como a gente está comentando. Resistência, brasão e tal.

943
02:09:57.740 --> 02:10:02.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora, em termos de custo, é muito mais elevado custo, muito maior,

944
02:10:02.980 --> 02:10:07.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem uma dimensão maior, grande em termos de incômodo

945
02:10:07.520 --> 02:10:11.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dificuldade de troca de montagem. Tem essas

946
02:10:11.430 --> 02:10:30.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esses problemas maiores já o bocal de vazão, o bocal de fluxo que ele montou, que também mostrou ali já é mais simples. Já fica montado aqui entre flanjes e tal. Então é uma característica

947
02:10:31.500 --> 02:10:47.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: também boa em relação à placa que a gente vai ver também. Ele te dá a possibilidade aqui de você trabalhar com condições mais severas pode trabalhar com líquidos limpos, sujos ou viscosos e tal,

948
02:10:47.770 --> 02:10:59.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e também líquidos mais severos, tipo muito usado para refeição de vapor. Vapor superaquecido em saída de caldeira.

949
02:11:00.600 --> 02:11:10.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem aqui as montagens típicas em termos de medição de pressão. Considerando aqui o medidor de pressão diferencial

950
02:11:11.220 --> 02:11:13.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que está em amarelinho aqui em cima,

951
02:11:14.350 --> 02:11:18.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que foi na figura no vídeo, a gente viu o medidor de pressão diferencial.

952
02:11:19.000 --> 02:11:27.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma tomada aqui de alta pressão. Há um diâmetro de distância e aqui, mais ou menos meio diâmetro de distância. Então aqui você tem

953
02:11:27.640 --> 02:11:30.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medida de pressão diferencial.

954
02:11:31.420 --> 02:11:37.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, essa tomada aqui vai estar aqui próximo do final do cone aqui.

955
02:11:38.390 --> 02:11:44.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Final do Cone convergente ou gargalo aqui. Início do Cone Divergente,

956
02:11:44.720 --> 02:12:02.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde você tem a maior perda de pressão. Você vê aqui que aqui. Você pode gerar uma turbulênciazinha com essas figuras aqui, tipo uma turbulênciazinha no perfil início aqui e tal. Mas se você mediu a pressão do lado de cá e a pressão logo aqui.

957
02:12:02.140 --> 02:12:04.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa influência não é muito grande.

958
02:12:06.550 --> 02:12:11.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem aqui as medidas de diferença de pressão e a mais

959
02:12:12.730 --> 02:12:21.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais comum, o elemento mais utilizado e o mais simples, mais comum é a placa de orifício

960
02:12:21.450 --> 02:12:25.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desses elementos primários que a gente coloca na tubulação

961
02:12:25.850 --> 02:12:28.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para gerar essa perda de pressão diferencial.

962
02:12:29.400 --> 02:12:32.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um mais comum é essa placa.

963
02:12:32.650 --> 02:12:38.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A placa de edifício aparece uma raquetezinha furada, não é?

964
02:12:39.090 --> 02:12:40.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E claro que ela tem

965
02:12:41.630 --> 02:12:57.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: todo projeto. Um design direitinho em termos de especificação, espessura de chapa colhimento, da superfície. O diâmetro interno aqui é calculado

966
02:12:57.480 --> 02:12:59.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função da.

967
02:13:00.330 --> 02:13:04.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está a vazão e do diferencial que você vai gerar.

968
02:13:04.890 --> 02:13:06.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então,

969
02:13:06.160 --> 02:13:17.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma forma geral, você tem uma vazão que você quer medir. Então, no projeto, você tem ideia de qual a faixa de vazão mínima e máxima.

970
02:13:17.950 --> 02:13:31.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você vai projetar para dizer Bom, nessa vazão mínima e máxima. Ou considerando a vazão máxima. Qual o diferencial de pressão que eu espero nessa vazão máxima. Então você, definindo

971
02:13:31.990 --> 02:13:35.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a vazão máxima e o diferencial máximo,

972
02:13:35.350 --> 02:13:39.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: claro, com os dados do produto que você está passando.

973
02:13:40.140 --> 02:13:46.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se é líquido, se é gás, se é vapor, se é vapor saturado, se é vapor superaquecido, o que for,

974
02:13:47.660 --> 02:14:07.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você vai especificar e calcular o diâmetro dessa restrição. Isso que eu estou falando aqui uma vale também tanto para o bocal quanto para o venture. São essas características que vão definir o gargalo, o diâmetro que vai te dar uma relação

975
02:14:07.980 --> 02:14:20.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que chamam Beta desse linguajar. Aqui, que é a relação diâmetro do edifício. Com relação ao diâmetro da tubulação. O beta é o que a gente chama de desenho sobre adesão

976
02:14:21.210 --> 02:14:26.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diante da placa já quem está mostrando com relação diante da

977
02:14:26.510 --> 02:14:33.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tubulação? Então ela é projetada para te dar uma determinada relação

978
02:14:34.960 --> 02:14:45.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de um beta que seja. Geralmente você trabalha aí com um beta na faixa de zero,vinte e cinco a zero,setenta e cinco, no máximo.

979
02:14:47.670 --> 02:14:55.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, basicamente, ele consiste de uma chapa metálica. Na maioria das vezes, essa chapa é feita de ar, sinopse,

980
02:14:55.880 --> 02:15:05.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma espessurazinha que varia, dependendo da função, dependendo do Geno, da tubulação e da pressão da linha. Pode ser.

981
02:15:05.370 --> 02:15:08.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma chapa de um,seis milímetros

982
02:15:08.940 --> 02:15:17.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em termos de chapa de polegada de um,um6 polegadas até um quarto de polegada, seis milímetros de espessura.

983
02:15:17.740 --> 02:15:26.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De regra geral, elas têm que ter bordas perfeitas. Porque se você tiver qualquer desgaste, você muda

984
02:15:26.660 --> 02:15:30.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na precisão da medição na companhia medicina,

985
02:15:31.760 --> 02:15:34.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: elas ficam instaladas na maioria das vezes.

986
02:15:35.330 --> 02:15:42.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu diria que sim. Entre pares de Flanches da tribulação Flanches. São essas peças aqui que

987
02:15:42.600 --> 02:15:50.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que sustentam. Seguram aqui a placa, e elas são conectadas na tribulação. Então elas são montadas na tubulação,

988
02:15:50.590 --> 02:16:00.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e você tem. E dependendo do tipo de fluido de aplicação, você tem os designers dela. A mais comum,

989
02:16:00.630 --> 02:16:07.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são as placas, que chamamos placas concêntricas, que são utilizadas tanto para líquido como gás e vapor,

990
02:16:07.570 --> 02:16:11.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que não contém o solo de suspensão. Elas são concêntricas, porque o furo

991
02:16:13.200 --> 02:16:23.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no diâmetro dela, o furo aqui de passagem. Ele é concêntrico com a linha da tubulação militar.

992
02:16:23.590 --> 02:16:26.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O centro desse furo coincide com o centro

993
02:16:26.900 --> 02:16:30.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da linha da passagem da tubulação.

994
02:16:30.570 --> 02:16:44.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ela tem aqui uma. Geralmente você tem. Se você olhar, conseguir enxergar essa figura. Ele tem aqui uma entrada que é um ângulo reto. Depois você tem um ângulozinho aqui. Ó um Chanforo para você ter uma.

995
02:16:44.379 --> 02:16:51.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem uma entrada e uma expansão aqui para você ter o aumento de velocidade

996
02:16:51.770 --> 02:17:03.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e uma diminuição da pressão. Então geralmente tem esse tipo de design de projeto. Isso aqui é um ângulo reto. Geralmente é um ângulo reto. Tem especificações?

997
02:17:03.940 --> 02:17:08.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A placa, às vezes pode ter um furinho

998
02:17:08.430 --> 02:17:12.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é na parte superior ou na parte inferior, dependendo

999
02:17:12.360 --> 02:17:15.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do fluido, por exemplo, no caso de líquidos,

1000
02:17:16.850 --> 02:17:25.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desculpa, no caso de gases ou vapores tal que possam ter arrastado algum líquido que a gente chama de condensado.

1001
02:17:26.230 --> 02:17:30.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essas placas de edifício podem ter um furinho aqui embaixo

1002
02:17:31.320 --> 02:17:36.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para facilitar o escoamento para o líquido não ficar

1003
02:17:36.790 --> 02:17:47.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: parado aqui e tal ficar acumulando, então ele passaria aqui por esse furo aqui embaixo. Assim como a parte de seu líquido que pode estar levando gases

1004
02:17:48.860 --> 02:17:53.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vapor. Então você tem na parte superior aqui, né?

1005
02:17:54.360 --> 02:17:59.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí os gases e o vapor arrastados pelo líquido passariam aqui pela parte de cima.

1006
02:18:00.090 --> 02:18:04.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Existem outras aplicações, por exemplo, aqui que a gente chama de

1007
02:18:04.280 --> 02:18:13.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: placas são muito comuns, mas podem ter utilização, placas excêntricas ou segmentais, dependendo do tipo de fluido e tal.

1008
02:18:14.740 --> 02:18:24.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vê que essa aqui é excêntrica, que é mais utilizada quando tem os fluidos que tem o sólido suspensão. Então ela não está centrada. Ela está mais embaixo que os sólidos aqui passam.

1009
02:18:25.570 --> 02:18:27.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Passa mais fácil aqui por baixo

1010
02:18:28.490 --> 02:18:40.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e outras. Então, dependendo do tipo de aplicação você seleciona, mas a mais comum, a mais usual de todas são as placas concêntricas.

1011
02:18:41.120 --> 02:18:46.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São placas concentro e podendo ou não ter esses fundos

1012
02:18:46.780 --> 02:18:50.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e as tomadas que a gente chama das tomadas de impulso,

1013
02:18:51.660 --> 02:19:07.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que são as tomadas, que a gente chegou a comentar, que é onde você vai conectar o teu medidor de pressão diferencial para ver a pressão na entrada e na pressão da saída, a mais usual. A mais comum são as

1014
02:19:08.139 --> 02:19:11.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as tomadas que a gente chama tomada de flans.

1015
02:19:11.660 --> 02:19:22.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Volto a dizer flange. É esse dispositivo aqui que fica preso. Às vezes pode ser rosqueado. A maioria das vezes, soldado na própria tubulação.

1016
02:19:23.469 --> 02:19:29.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E a placa fica aqui no meio. Então você tem uma tomada de pressão antes da entrada da placa

1017
02:19:30.530 --> 02:19:32.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e uma outra logo depois da saída da placa.

1018
02:19:33.040 --> 02:19:35.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui você tem o que a gente chama da

1019
02:19:35.520 --> 02:19:41.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tomada de pressão alta e do lado aqui, a tomada de pressão baixa. A placa está aqui no meio.

1020
02:19:42.730 --> 02:19:46.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem são as mais usuais.

1021
02:19:46.590 --> 02:19:57.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse flanje aqui que chama flange de orifício. Eles geralmente eles são flanches buzinados especificamente para essa finalidade.

1022
02:19:57.700 --> 02:20:03.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os furos aqui, bem centrados direitinho. Uma boa usinagem

1023
02:20:03.930 --> 02:20:10.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que você tenha uma medição, mas apurada.

1024
02:20:10.470 --> 02:20:24.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles não têm sentido de fluxo. Então, de repente, se você tem fluxo da direita para a esquerda ou da esquerda para a direita, tudo bem, lógico, você iria inverter a posição da tomada aqui do seu fluido

1025
02:20:24.180 --> 02:20:32.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: está vindo da esquerda para a direita. Esse lado é pressão alta e aqui é pressão baixa. Se eu fui vindo no sentido contrário, esse lado é pressão alta e esse lado é pressão baixa,

1026
02:20:33.100 --> 02:20:39.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então você pode usar nos dois, dois sentidos. Sem problema.

1027
02:20:40.360 --> 02:20:44.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem normas de fabricação, seguem as normas.

1028
02:20:45.320 --> 02:20:55.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem. Eles são normalmente comprados, prontos, usinados. Então eles são especiais. São flandres mais caros do que

1029
02:20:55.540 --> 02:20:57.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: flanches normais de tubulação.

1030
02:20:58.450 --> 02:21:10.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que existem também não recomendações. Quando você tem a relação tipo diante do orifício diante da tubulação. É muito grande.

1031
02:21:10.670 --> 02:21:14.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Beta é muito grande,

1032
02:21:16.030 --> 02:21:24.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o diâmetro do orifício e o diâmetro da tribulação é grande no caso dessa relação, tá,

1033
02:21:26.230 --> 02:21:31.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então significa. Quer dizer, se essa relação é muito grande, significa que

1034
02:21:32.440 --> 02:21:38.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o orifício acaba sendo muito próximo do diâmetro da tubulação,

1035
02:21:41.080 --> 02:21:45.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque se o diâmetro é menor do que o diâmetro da

1036
02:21:45.210 --> 02:21:48.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: for bem menor em relação à tubulação, esse beta é pequeno.

1037
02:21:49.310 --> 02:21:58.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quanto maior beta significa, mais próximo do diâmetro interno vai estar igual o diâmetro do orifício do diâmetro da tribulação

1038
02:21:58.630 --> 02:22:00.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e também tubulações pequenas.

1039
02:22:00.960 --> 02:22:07.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente chama de menores de duas polegadas. Quer dizer, abaixo aí de cinco milímetros. Uma polegada da

1040
02:22:09.290 --> 02:22:16.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não cinco milímetros, não, uma polegada dá vinte e cinco milímetros abaixo de cinquenta milímetros, tá?

1041
02:22:17.390 --> 02:22:31.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí não é bem recomendado utilizar aí teriam outros tipos. Você pode ter a que chama tomada da venda e tal, mas aí você pode utilizar também, como diz a tomada na tubulação, que é aquela que eu falei,

1042
02:22:31.600 --> 02:22:38.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que aí você tem uma determinada. Lembra, pela primeira figura que a gente mostrou

1043
02:22:39.050 --> 02:22:57.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você aqui da restrição próxima dessa restrição. Você tem a diferença maior de pressão, mas depois tem uma certa recuperação. E aqui uma certa distância, você tem uma pressão

1044
02:22:57.140 --> 02:23:02.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: menor do que do lado de cá. Eu chamo a perda de carga permanente. Então, nesse caso, aqui

1045
02:23:03.390 --> 02:23:09.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a tomada na tubulação mede a perda de carga permanente dessa restrição

1046
02:23:13.760 --> 02:23:15.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: te dá uma diferença menor.

1047
02:23:17.530 --> 02:23:24.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O diferencial é menor, mas consegue mentir. Também consegue medir também.

1048
02:23:25.540 --> 02:23:32.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, aqui essa tomada de pressão. Não necessariamente. Isso aqui pode ser um flange comum.

1049
02:23:33.060 --> 02:23:37.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A placa montada aqui, um bocal,

1050
02:23:38.070 --> 02:23:41.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: basicamente, aqui está falando de uma placa é um bocal de invasão.

1051
02:23:41.830 --> 02:23:50.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode estar montado direto no flash comum, e você está

1052
02:23:51.300 --> 02:23:58.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medindo direto na tubulação. Então aqui, eu tenho aqui, mais ou menos uma distância de dois,cinco, no mínimo

1053
02:23:58.470 --> 02:23:59.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de diâmetro.

1054
02:24:00.540 --> 02:24:09.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui, pelo menos oito diâmetros de distância. Para você ter a recuperação da pressão.

1055
02:24:09.970 --> 02:24:13.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aí você acaba fazendo uma medida.

1056
02:24:13.500 --> 02:24:16.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É direta da perda de carga permanente.

1057
02:24:18.810 --> 02:24:29.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu não esqueci do Pitot. Não, mas eu acho que é melhor a gente ver isso aqui e deixar. Estou vendo do Pitot depois do almoço. Aí, porque a gente tem mais

1058
02:24:30.440 --> 02:24:37.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais informações para olhar nele. Lá. Esses medidores de pressão,

1059
02:24:37.720 --> 02:24:45.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que são utilizados para medição de pressão diferencial, são basicamente instrumentos industriais

1060
02:24:45.650 --> 02:24:53.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: basicamente parecidos com esse formato aqui. Isso aqui é um exemplo de um fabricante. Mas basicamente, eles funcionam

1061
02:24:54.030 --> 02:25:02.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da mesma forma. Tem uma cara muito parecida, mas o e por

1062
02:25:03.150 --> 02:25:08.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o princípio físico utilizado basicamente na mesma. A gente chama da medição de pressão.

1063
02:25:08.820 --> 02:25:13.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem lembrando no vídeo que vocês viram aqui dentro.

1064
02:25:13.830 --> 02:25:19.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui tem duas câmeras de

1065
02:25:20.190 --> 02:25:23.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pressão onde um lado que a gente chama da pressão alta,

1066
02:25:24.120 --> 02:25:27.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é o que é a pressão medida aqui desse lado, aqui

1067
02:25:27.930 --> 02:25:33.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o outro lado? A pressão baixa. Então, quando você entra num lado,

1068
02:25:33.420 --> 02:25:35.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos considerar, por exemplo, que esse lado aqui

1069
02:25:36.370 --> 02:25:39.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o lado de alta pressão. Esse lado aqui

1070
02:25:40.490 --> 02:25:45.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o lado de baixa pressão. Então você. Ele tem um.

1071
02:25:45.510 --> 02:25:49.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma câmera aqui embaixo. Ela é composta por dois diafragmas.

1072
02:25:51.080 --> 02:26:07.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Igual como se você estivesse num diafragma que você. A pressão muda, o diafragma se desloca. Tem um pequeno deslocamento lá de cá. Você tem outro diafragma que vai se deslocar no sentido contrário. Então você tem uma pressão

1073
02:26:07.660 --> 02:26:11.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: positiva do lado de cá. Então o diafragma desse lado. Aqui

1074
02:26:12.040 --> 02:26:26.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele vai se deslocar para a esquerda, por exemplo, e do lado de baixo, ele vai se deslocar para a direita. Então você vai ter. É como se fosse teu. Giafragmas se movimentando no sentido contrário,

1075
02:26:27.090 --> 02:26:38.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só que esses giafragmas estão ligados internamente, como se funcionam eletricamente, como duas placas de capacitou

1076
02:26:39.260 --> 02:26:56.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no capacitor no circuito. É um armazenamento de carga. E quando você altera a distância entre as placas do capacitor, você muda a corrente que circula por ali, que passa por dentro desse capacitor.

1077
02:26:56.220 --> 02:26:59.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa variação de pressão,

1078
02:27:00.410 --> 02:27:16.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse movimento dessas células diafragma faz com que haja uma variação na capacitância do circuito que é proporcional. Então a variação dessa capacitância é proporcional à variação da pressão diretamente proporcional à variação dessa pressão,

1079
02:27:16.470 --> 02:27:19.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a variação da pressão que a gente viu.

1080
02:27:19.430 --> 02:27:28.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é diretamente proporcional ao quadrado da vazão. Lembra daquela primeira equação?

1081
02:27:29.080 --> 02:27:44.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É igual ao K e multiplica uma raiz de p1 pressão de operação, pressão de projeto vez a temperatura de projetos medida pela temperatura de operação, uma raiz disso aqui, vezes a raiz do Delta P.

1082
02:27:44.610 --> 02:27:50.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos considerar que isso aqui pode ser também vamos chamar isso tudo aqui. De uma nova constante que eu chamei aqui.

1083
02:27:52.020 --> 02:28:01.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, de uma forma mais imediata, a gente pode dizer que a vazão ao quadrado é igual.

1084
02:28:01.570 --> 02:28:06.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma proporcionalidade do Delta P não é

1085
02:28:07.720 --> 02:28:15.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: invasão ao quadrado. É proporcional ao Delta P, ou seja, o Delta P é proporcional à variação.

1086
02:28:15.920 --> 02:28:22.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A raiz quadrada é o tapê é proporcional à vazão. Então é o que a gente chama de uma escala

1087
02:28:22.650 --> 02:28:27.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma relação quadrática. Essa pressão diferencial normalmente é baixa.

1088
02:28:28.680 --> 02:28:36.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Normalmente você mede isso em unidade, tipo de milímetro de água quilo Pascal, ou mesmo

1089
02:28:36.860 --> 02:28:41.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: inglês em polegadas de água. Então são valores baixos de pressão.

1090
02:28:43.220 --> 02:28:53.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tipo um kpa representa torno de quatro polegadas de água ou cento e dois milímetros, mas existe uma relação

1091
02:28:53.260 --> 02:28:58.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quadrática entre o Delta P e a Vazão.

1092
02:28:59.100 --> 02:29:08.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando der o tapê, varia de zero a dez0 a vazão também varia de zero a cem. Só que se eu olhar aqui, a escala da vazão não é uma escala linear,

1093
02:29:09.390 --> 02:29:14.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não é a linear, porque a vazão é a raiz quadrada do Delta P,

1094
02:29:14.320 --> 02:29:31.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou seja, zero é zero-zero. É 100 mas tipo cinquenta do Delta P. A vazam representa cinquenta raiz quadrada de cinquenta. Só que como é em porcentagem, a raiz quadrada é de cinquenta. É sete,zero,71

1095
02:29:31.130 --> 02:29:35.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como em porcentagem. A gente está falando que é setenta,setenta e um.

1096
02:29:36.340 --> 02:29:40.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho uma escala quadrática

1097
02:29:40.410 --> 02:29:50.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e uma escala linear. Então, por exemplo, vinte e cinco do Delta P, a escalada vinte e cinco é cinco. Então eu tenho cinquenta da vazão. Você vê que não é uma escala linear.

1098
02:29:52.250 --> 02:29:59.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se, por exemplo, se o Delta permitido for sessenta e quatro, significa que eu tenho oitenta da vazão.

1099
02:29:59.860 --> 02:30:02.459
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então não é uma escala linear.

1100
02:30:03.120 --> 02:30:07.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a escala da vazão. A bicha está extraindo a raiz quadrada de pressão diferencial

1101
02:30:08.360 --> 02:30:23.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: hoje em dia. Quer dizer, hoje é mais simples. Você tem os instrumentos que são digitais microprocessados. Você consegue, por exemplo, colocar extrair já a raiz quadrada no medidor e você ter uma escala de indicação linear,

1102
02:30:23.650 --> 02:30:28.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque você já extrai a raiz quadrada na saída do sinal possível fazer,

1103
02:30:28.780 --> 02:30:36.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas tem que lembrar que essa relação é quadrática. Então, por exemplo, deixar aqui para vocês pensarem um pouquinho.

1104
02:30:37.790 --> 02:30:41.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos considerar que a vazão máxima que passa por uma tubulação

1105
02:30:42.220 --> 02:30:52.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é de cento e cinquenta metros cúbicos por hora. Então essa é a minha invasão máxima que passa por uma tubulação. E nessa situação, o diferencial de pressão

1106
02:30:52.360 --> 02:31:04.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: lembra que eu comentei que você calcula, por exemplo, o orifício, a restrição para uma vazão máxima, e você dá um diferencial máximo de pressão que você vai medir.

1107
02:31:05.250 --> 02:31:18.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, nessa situação, esse projeto foi calculado para que na vazão máxima de cento e cinquenta metros perímetros por hora. O meu medidor de pressão diferencial leia dois.quinhentos e quarenta milímetros de

1108
02:31:18.710 --> 02:31:21.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: coluna. Dada beleza.

1109
02:31:21.470 --> 02:31:32.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, só que agora eu quero mudar, especificar uma nova especificação. Eu vou aumentar essa vazão máxima. Vai passar para trezentos metros por hora.

1110
02:31:33.070 --> 02:31:41.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ela vai dobrar. Então, com isso, a pergunta é: qual vai ser o novo valor de pressão diferencial que eu vou ter com esse medidor

1111
02:31:44.460 --> 02:31:46.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para vocês pensarem um pouquinho.

1112
02:31:48.190 --> 02:31:51.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou mostrar para vocês aí como é que a gente chega lá? Só vou mostrar um pouquinho.

1113
02:33:16.330 --> 02:33:20.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí vocês fizeram aí. Senão vamos fazer aqui para vocês olharem.

1114
02:33:21.560 --> 02:33:24.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A relação, não é?

1115
02:33:24.730 --> 02:33:35.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, é muito complicado, de uma forma imediata. Se eu tenho uma relação quadrada, se a minha vazão dobrou o meu Deltape. Tem que ser.

1116
02:33:35.470 --> 02:33:36.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

1117
02:33:36.960 --> 02:33:45.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quatro vezes. Duas vezes. É o quadrado da vazão. Como é que eu chego a essa conta assim. Ó

1118
02:33:45.840 --> 02:33:59.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a minha vazão ao quadrado, lembra que é o K1 quadrado vezes o Delta P. Então, se o K1 é o mesmo que não mudou nenhuma especificação. Só estou mudando a vazão. Eu tenho uma relação entre a vazão máxima atual e o Delta P1

1119
02:34:00.080 --> 02:34:11.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: atual é igual a nova vazão máxima. E o novo Delta P que eu quero calcular. Então, fazendo essa regrinha de três, dois.quinhentos e quarenta vezes a vazão

1120
02:34:11.920 --> 02:34:30.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: futura maior ao quadrado. Então, trezentos mil trezentos metros, vira R noventa mil metros quadrados, dividido pela vazão máxima atual, que é cento e cinquenta, vinte e dois,quinhentos. Eu tenho dez.cento e sessenta, ou seja,

1121
02:34:31.110 --> 02:34:32.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quatro vezes.

1122
02:34:34.610 --> 02:34:36.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Concorda comigo?

1123
02:34:36.170 --> 02:34:39.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês tinham tentado fazer ou não.

1124
02:34:40.320 --> 02:34:42.440
ENAIELLY CRUZ: Eu tinha comentado professor.

1125
02:34:42.440 --> 02:34:43.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí.

1126
02:34:44.620 --> 02:34:51.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas você entendeu a lógica, né? Porque é uma relação quadrada.

1127
02:34:51.240 --> 02:34:55.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Assim como se eu tivesse feito o contrário. Tudo bem, vou reduzir

1128
02:34:55.330 --> 02:35:01.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a metade. Isso aqui iria reduzir para, hã?

1129
02:35:01.990 --> 02:35:03.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quarto, né?

1130
02:35:03.770 --> 02:35:09.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Correto, meio hall quadrado no quarto, né?

1131
02:35:09.800 --> 02:35:22.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, eu tenho essa relação quadrada que eu tenho que considerar nessa situação, Oooh, só para a gente

1132
02:35:22.800 --> 02:35:34.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: finalizar essa questão aqui e depois a gente voltar lá no tupito, que já são dez para meio dia. Eu vou deixar esse negócio do Tupito para depois do almoço, a gente olhar

1133
02:35:34.420 --> 02:35:50.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: alguns cuidados que a gente fala já na tubulação, nas instalações e tal, e placas, esses elementos primários placas são mais ainda mais

1134
02:35:50.410 --> 02:35:54.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: influenciados por esses arranjos de tubulação.

1135
02:35:55.460 --> 02:36:02.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então existem normas americanas tipo Asme Api e tal. Que tem vários arranjos

1136
02:36:02.950 --> 02:36:11.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: típicos que chama de montagens, mas a gente pode dizer que numa relação com folga, se a gente tiver,

1137
02:36:12.420 --> 02:36:16.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é trinta diâmetros antes do elemento quinze. Depois

1138
02:36:16.170 --> 02:36:21.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho um fluxo estável ali para fazer uma boa meio de sangue, se não o caso contrário,

1139
02:36:22.050 --> 02:36:24.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente viu é usar

1140
02:36:25.200 --> 02:36:39.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: retificadores de fluxo para você garantir esse tipo de coisa. Você vê que aqui eu coloquei tipo, uma curva aqui. Eu tenho uma válvula aqui, uma restrição depois. Então aqui o ideal é que eu tenho aqui pelo menos

1141
02:36:39.620 --> 02:36:48.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quarenta e cinco a cinquenta diâmetros de comprimento. Às vezes pode ser que você não consiga isso num trecho de tubulação. Nesse caso,

1142
02:36:48.750 --> 02:36:55.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o uso de retificadores acaba sendo necessário.

1143
02:36:56.520 --> 02:37:04.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Algumas instalações típicas que você tem, de repente em montagens industriais

1144
02:37:05.330 --> 02:37:12.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é usando alguns artifícios, esse elemento de medição de pressão,

1145
02:37:13.570 --> 02:37:23.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o transmissor de pressão diferencial ou o transdutor de pressão diferencial. Normalmente, ele fica montado, conectado direto na

1146
02:37:23.800 --> 02:37:31.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o frango de orifício na tribulação através de um dispositivozinho de uma válvula.

1147
02:37:31.840 --> 02:37:34.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui ele representa. É um.

1148
02:37:35.120 --> 02:37:41.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O dispositivo aqui é tipo. São três válvulas incorporadas dentro dele.

1149
02:37:41.550 --> 02:37:48.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, nessa parte superior vai conectado a tubulação que vai

1150
02:37:48.170 --> 02:37:58.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: lá para os fãs. E na parte de baixo, você vai conectar o seu transmissor de pressão diferencial.

1151
02:38:00.480 --> 02:38:03.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem geralmente três válvulas,

1152
02:38:03.690 --> 02:38:08.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: duas delas, por exemplo, que são essas na laterais? São as válvulas que fazem a conexão

1153
02:38:08.910 --> 02:38:13.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com o lado do processo, o lado de alta e o lado de baixo.

1154
02:38:13.370 --> 02:38:22.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você abre ou fecha essas duas aqui, que você tem uma terceira válvula aqui, que chama válvula equalizadora de pressão. O que ela é interessante, porque olha, só

1155
02:38:22.640 --> 02:38:28.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando você vai conectar ao processo,

1156
02:38:29.080 --> 02:38:33.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tudo, bem, por exemplo, essa bola está fechada. Você conecta aqui o lado de alta.

1157
02:38:34.400 --> 02:38:41.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Conectou o lado de baixo. Ele vai medir aqui. A diferença de pressão quando você desconecta for bloquear

1158
02:38:42.230 --> 02:38:47.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para poder retirar por alguma coisa. O que acontece quando você bloquear essas duas aqui?

1159
02:38:47.800 --> 02:38:51.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui vai ficar pressurizado, não é?

1160
02:38:52.690 --> 02:38:53.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí

1161
02:38:53.950 --> 02:39:00.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa válvula aqui, que a gente chama da válvula equalizadora de pressão vai igualar essas pressões, ou seja,

1162
02:39:00.910 --> 02:39:08.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o giafragma aqui do instrumento que estava submetido a uma pressão alta e baixa, fica igual. Ou seja, você zerou

1163
02:39:09.040 --> 02:39:14.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a diferença de pressão aqui. E com isso você pode tirá lo sem

1164
02:39:14.970 --> 02:39:18.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: problema, porque você está com ele zerado em termos de pressão.

1165
02:39:21.250 --> 02:39:22.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma outra,

1166
02:39:22.770 --> 02:39:29.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma outra montagem, que às vezes pode ser necessária em função do tipo de produto que você está usando

1167
02:39:29.870 --> 02:39:35.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é fazer as conexões. Tudo bem, que a válvula aqui é essa. Aqui. Eu uso esse mesmo processo.

1168
02:39:36.130 --> 02:39:45.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É você utilizar esse dispositivo aqui que chama potes de selagem, que faz a selagem entre um fluido

1169
02:39:45.530 --> 02:39:48.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o o instrumento.

1170
02:39:48.820 --> 02:39:53.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque aqui o fluido que está aqui, ele vai estar em contato direto,

1171
02:39:53.940 --> 02:39:58.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tanto no lado da cama de alta quanto na cama de baixo do instrumento.

1172
02:39:58.490 --> 02:40:11.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas às vezes, o fluido que está aqui tem alguns problemas. Por exemplo, ele pode ser um fluido corrosivo. Ele pode ser um fluido que tem uma temperatura muito elevada. Pode ser um fluido que seja mais viscoso

1173
02:40:11.550 --> 02:40:22.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que, de repente, você tem que manter numa temperatura mais alta para ele não endurecer. Mas quando ele vier aqui para baixo, que isso aqui está submetido

1174
02:40:23.040 --> 02:40:27.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a temperatura ambiente. Isso poderia estar solidificando aqui dentro.

1175
02:40:27.810 --> 02:40:30.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você pode usar um dois

1176
02:40:31.140 --> 02:40:41.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: potes de selagem que esse pote de selagem você pode ter internamente. Você pode ter um diafragma aqui que estaria isolando.

1177
02:40:41.790 --> 02:40:48.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou você pode encher com um determinado produto que não se misture com o fluxo que está aqui com o meu fluido

1178
02:40:48.760 --> 02:40:53.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cheio, usando tipo glicerina, silicone.

1179
02:40:53.710 --> 02:41:08.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou se você, por exemplo, se é vapor, se você pode encher isso aqui de água, o que vai acontecer com o vapor em contato com a água? A água iria no início vaporizar. Mas o vapor também iria condensar com a quantidade de água aqui. Mas você mantém

1180
02:41:08.980 --> 02:41:17.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma coluna constante de água aqui dentro. E o vapor não entra direto na.

1181
02:41:17.160 --> 02:41:19.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No contato aqui do

1182
02:41:20.160 --> 02:41:33.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: contato? Não, desculpe, mas o giafragmas aqui dos medidores de pressão. Então são algumas instalações que podem existir esses postes de selagem aqui. Eles podem ser.

1183
02:41:33.910 --> 02:41:34.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

1184
02:41:35.080 --> 02:41:53.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como se fosse ele. Pode ser até um diafragma direto ligado para cá. Isso tudo selado, cheio e ele conectado direto também, aqui na tomada e tal. Ou às vezes é só um potezinho mesmo vazio. Você enche com um fluido de isolante

1185
02:41:54.490 --> 02:42:03.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fluído de proteção. A gente chama de selagem que isso funciona bem, tá bom.

1186
02:42:04.040 --> 02:42:07.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom. Aí depois do almoço.

1187
02:42:07.900 --> 02:42:09.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa honra já é meio dia, né?

1188
02:42:10.370 --> 02:42:18.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí eu vou voltando para cá para falar sobre o túmulo Pitot. Tudo bem,

1189
02:42:19.270 --> 02:42:27.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bom, meio dia. Vamos dar aí, tipo, 1h15 a gente voltar.

1190
02:42:27.650 --> 02:42:31.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma hora e quinze de almoço para dar um intervalo legal.

1191
02:42:31.590 --> 02:42:32.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser assim.

1192
02:42:33.690 --> 02:42:34.950
Rosangela Rajoy: Não. Combinado.

1193
02:42:35.690 --> 02:42:37.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Combinado. Tá bom.

1194
02:42:37.940 --> 02:42:43.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aguardo vocês daqui a uma hora e quinze em ponto.

1195
02:42:44.770 --> 02:42:46.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom almoço para vocês.

1196
02:42:47.460 --> 02:42:48.410
TARCISIO NOGUEIRA: Obrigado.

1197
02:43:50.970 --> 02:43:57.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Olá, vocês. Boa tarde. Retomando aqui a nossa aula.

1198
02:43:59.640 --> 02:44:03.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estão presentes aí na Ellie Rosângela, Tarcísio. Estão na sala.

1199
02:44:04.230 --> 02:44:04.939
ENAIELLY CRUZ: Da tarde.

1200
02:44:06.750 --> 02:44:07.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Exato.

1201
02:44:07.510 --> 02:44:08.920
Rosangela Rajoy: Boa tarde.

1202
02:44:10.210 --> 02:44:12.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Amamos nós.

1203
02:44:15.640 --> 02:44:19.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tupito é um Tupitou.

1204
02:44:21.260 --> 02:44:26.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O nome dele vem do cientista francês Henry Pitot.

1205
02:44:26.880 --> 02:44:27.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acho que é ruim.

1206
02:44:29.380 --> 02:44:35.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem um videozinho que a gente vai mostrar aí que, na verdade, tem três vídeos aqui sobre o Pitor. Interessante,

1207
02:44:36.440 --> 02:44:43.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas basicamente é o seguinte: por que eu deixei de separado dos outros? Porque a equação dele é

1208
02:44:43.330 --> 02:44:44.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é um.

1209
02:44:44.340 --> 02:44:52.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É diferente daqueles outros medidores de pressão diferencial. Eu tenho uma vazão proporcional. Raiz quadrada

1210
02:44:52.810 --> 02:44:57.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do Delta P. Tudo bem que aqui também eu tenho uma.

1211
02:44:59.390 --> 02:45:04.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não deixa de ter uma vazão também que é proporcional ao raiz quadrado de Delta P,

1212
02:45:05.740 --> 02:45:07.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas é um pouco diferente a equação.

1213
02:45:08.510 --> 02:45:15.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você é um dispositivo utilizado para medição da vazão

1214
02:45:16.230 --> 02:45:22.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: através da velocidade detetada num determinado ponto da tubulação.

1215
02:45:22.650 --> 02:45:25.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele é um Touopi com abertura, né?

1216
02:45:26.680 --> 02:45:33.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Na sua extremidade, e essa abertura é colocada no sentido na direção.

1217
02:45:33.310 --> 02:45:34.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A corrente fluida

1218
02:45:35.400 --> 02:45:41.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser dentro de um duto aqui, dentro de uma tubulação. Pode ser dentro de um canal

1219
02:45:41.320 --> 02:45:44.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou pode ser usado e é muito usado.

1220
02:45:45.220 --> 02:45:50.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a medição na aviação, no sentido, né?

1221
02:45:50.670 --> 02:45:57.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Do vento. Aqui que está aqui. O deslocamento está para cá do avião e o fluido está batendo aqui,

1222
02:45:58.980 --> 02:46:03.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na direção da corrente do fluido no sentido contrário. Então essa diferença.

1223
02:46:03.360 --> 02:46:07.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O sensor vai permitir uma medida de pressão.

1224
02:46:08.230 --> 02:46:18.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É diferencial, que vai ser considerada entre a pressão total e que essa pressão total é a pressão

1225
02:46:18.760 --> 02:46:25.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: estática da linha e mais, a pressão dinâmica causada aqui pela parte da velocidade.

1226
02:46:26.370 --> 02:46:35.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa diferença entre essa que a gente chama dessa pressão total e a pressão estática vai nos dar a pressão dinâmica, que é proporcional

1227
02:46:35.650 --> 02:46:37.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ao quadrado da velocidade.

1228
02:46:38.010 --> 02:46:44.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem, então a pressão é proporcional ao quadrado da velocidade. Se você pegar a velocidade é proporcional

1229
02:46:45.070 --> 02:46:49.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a raiz quadrada da pressão e a velocidade.

1230
02:46:50.340 --> 02:46:51.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela, né?

1231
02:46:52.380 --> 02:46:54.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você, sabendo da área,

1232
02:46:55.200 --> 02:47:01.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem a vazão a velocidade. Às vezes a área da vazão. Então a gente tem aqui. Ó

1233
02:47:03.640 --> 02:47:04.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o fluido

1234
02:47:06.980 --> 02:47:12.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, o orifício aqui você tem a que chama a pressão total, que é a pressão de impacto,

1235
02:47:13.590 --> 02:47:21.919
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vai ser a dinâmica e a estática. E do lado de cá, a medida da pressão estática.

1236
02:47:22.130 --> 02:47:26.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa diferença de pressão, esse delta pé.

1237
02:47:26.780 --> 02:47:39.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você olhar para o lado de cá. Fica mais fácil aqui. Essa figurinha na tubulação fluxo tem uma determinada pressão dinâmica. A pressão estágica. Esse Delta P chamado desse H, que essa diferença

1238
02:47:40.920 --> 02:47:43.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é igual a velocidade é o quadrado sobe 2g,

1239
02:47:44.520 --> 02:47:46.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde é a aceleração da gravidade?

1240
02:47:47.450 --> 02:47:51.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o G estão colocando aqui a dois Gh.

1241
02:47:52.130 --> 02:48:01.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Gh é igual a o Delta P, dividido pela pela massa específica.

1242
02:48:02.700 --> 02:48:09.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tenho uma relação aqui. Tudo bem. Eu também tenho uma relação quadrática entre o Delta P

1243
02:48:09.660 --> 02:48:13.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a velocidade e, consequentemente, a vazão.

1244
02:48:15.780 --> 02:48:26.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, aqui algumas aplicações. Pode ser? Se você está medindo em um determinado canal, tudo aberto aqui. Alguma coisa. Então o impacto aqui,

1245
02:48:26.430 --> 02:48:31.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa. Essa diferença de pressão.

1246
02:48:32.310 --> 02:48:38.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai estar colocando lá no fluxo. Vai ter uma determinada altura, uma coluna aqui. Em relação ao nível,

1247
02:48:38.560 --> 02:48:40.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você vai ter o.

1248
02:48:41.190 --> 02:48:45.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, variação de pressão.

1249
02:48:45.170 --> 02:48:48.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma tubulação sem média pressão de impacto e a pressão estática.

1250
02:48:49.350 --> 02:48:55.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem essa diferença. É aqui no avião. Então, de uma forma geral, tupitou

1251
02:48:55.880 --> 02:49:00.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele. Como está aqui nessa figura? Você tem aqueles vários pontos

1252
02:49:00.890 --> 02:49:04.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. Está mostrando dois pontos de medição de

1253
02:49:05.150 --> 02:49:16.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui é um outro projeto de construção, que é a pressão total. Ele pega a pressão dinâmica, mas também a pressão estática aqui. Então as duas estão juntas.

1254
02:49:17.160 --> 02:49:20.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E do lado de cá tem a pressão estática.

1255
02:49:21.250 --> 02:49:24.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então aqui. O que vai dar aqui? O total é.

1256
02:49:24.550 --> 02:49:27.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a pressão dinâmica nesse sentido aqui.

1257
02:49:29.070 --> 02:49:35.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o Tupitot pega o quê? Ele mede a velocidade no ponto de impacto e não, a velocidade média

1258
02:49:35.420 --> 02:49:38.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do fluxo, claro, é o que está aqui do ponto de paz.

1259
02:49:39.390 --> 02:49:40.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora,

1260
02:49:40.780 --> 02:49:51.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a princípio, o que se faz é buscar colocar o Tupitor numa posição que seja próxima da velocidade média do fluido. Então, em termos práticos,

1261
02:49:53.460 --> 02:50:01.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você, considerando aí que você vai colocar entre vinte e cinco a trinta da distância,

1262
02:50:02.030 --> 02:50:06.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a parede da tubulação e do que dá.

1263
02:50:08.340 --> 02:50:11.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Jean, você tem aí mais ou menos. O.

1264
02:50:11.760 --> 02:50:16.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, velocidade média do fluido.

1265
02:50:17.890 --> 02:50:26.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Algumas situações. Se você quiser uma coisa mais apurada, medir é em pelo menos dois pontos perpendiculares, certo?

1266
02:50:27.600 --> 02:50:33.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No sentido e no outro, para que você tenha a média das velocidades.

1267
02:50:34.940 --> 02:50:45.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O pitor é um eixo articial. Ele deve ser paralelo ao eixo da tubulação tem que ser

1268
02:50:45.860 --> 02:50:53.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: livre de vibrações. Então não pode estar num lugar que esteja vibrando demais, senão você pode ter problema de indicação.

1269
02:50:54.920 --> 02:51:04.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido deve estar presente, basicamente em uma única fase: líquido, gás ou vapor, e tem algumas limitações também

1270
02:51:04.710 --> 02:51:10.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de velocidade máxima, tipo é para gás entre três e trinta metros

1271
02:51:10.210 --> 02:51:12.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por segundo e ir para líquidos

1272
02:51:12.640 --> 02:51:19.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de zero,um, aproximadamente a dois,cinco metro. O segundo para líquido.

1273
02:51:20.700 --> 02:51:22.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, tem algumas limitações.

1274
02:51:23.550 --> 02:51:32.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí tem dois videozinhos. Quer dizer, vou mostrar esse videozinho. É um vídeo de experimento de laboratório bem simplesinho, mas interessante,

1275
02:51:32.850 --> 02:51:36.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: só para a gente dar uma olhada aqui.

1276
02:51:36.480 --> 02:51:38.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Foi feito na Usp. Esse vídeo da Usp.

1277
02:51:39.710 --> 02:51:40.599
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1278
02:51:44.880 --> 02:51:45.560
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí,

1279
02:51:49.220 --> 02:51:53.760
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para esta demonstração, usaremos uma garrafa Pet cortada.

1280
02:51:53.830 --> 02:51:55.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um secador de cabelo.

1281
02:51:56.330 --> 02:52:00.579
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E uma montagem de um aparato feito de vidro similar ao tubo de Pitot.

1282
02:52:04.240 --> 02:52:10.609
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Podemos ver que nossa montagem é feita com um pequeno tubinho de vidro curvado dentro de um tubo maior.

1283
02:52:16.970 --> 02:52:21.690
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um tubinho curvado é ligado a um manômetro ou medidor de pressão

1284
02:52:22.080 --> 02:52:25.480
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: outro lado do manômetro é ligado ao tubo. Maior.

1285
02:52:26.350 --> 02:52:32.550
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A garrafa Pet cortada servirá como um colimador para direcionar o vento para dentro do tubo de vidro.

1286
02:52:32.740 --> 02:52:41.279
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Assim, quando ligamos o secador, o vento é canalizado para dentro do tubo, atingindo de frente o tubinho de vidro curvado

1287
02:52:48.920 --> 02:52:56.839
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na situação de equilíbrio, o vento empurra o ar para dentro do tubinho, causando a diferença nos níveis das colunas de água do manômetro.

1288
02:53:02.390 --> 02:53:13.009
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Neste momento, a velocidade do ar dentro do tubinho é nula. E com isso pode se determinar a velocidade do vento por meio da diferença de pressão entre os dois lados do manômetro.

1289
02:53:13.840 --> 02:53:17.919
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quanto maior a velocidade do vento, maior a diferença de pressão.

1290
02:53:18.650 --> 02:53:31.100
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O tubo de Pitot foi criado pelo engenheiro francês Henri Pitot, e é largamente utilizado para determinar velocidades de escoamento de fluidos, por exemplo, para se determinar a velocidade de aviões.

1291
02:53:35.190 --> 02:53:43.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É bem simples. Aí tem um videozinho aqui. Justamente com a aplicação do tupito na aviação.

1292
02:53:44.460 --> 02:53:49.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse vídeo está tudo em inglês.

1293
02:53:50.450 --> 02:53:56.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então não tem legenda. Mas eu acredito que não seja difícil de de entender. Aqui não

1294
02:53:59.060 --> 02:54:01.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: qualquer coisa sem pergunta. Aí você não entendeu.

1295
02:54:01.870 --> 02:54:10.669
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Legenda Adriana Zanotto.

1296
02:54:13.130 --> 02:54:21.920
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí tu limpitou ali você tem o fluido, a pressão não, não.

1297
02:54:24.800 --> 02:54:25.579
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1298
02:54:26.350 --> 02:54:33.660
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Legenda Adriana Zanotto, esse é o lado da pressão de impacto, não é? Ruberti?

1299
02:54:33.660 --> 02:54:36.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aquele sistema. Ele pega a.

1300
02:54:36.280 --> 02:54:45.220
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pressão plástica, impressão externa. A parte final aqui da tubulação do.

1301
02:54:45.220 --> 02:54:47.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Do avião. Esse é o pacto final aqui.

1302
02:54:47.040 --> 02:54:56.549
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De legenda. Adriana Zanotto.

1303
02:54:56.740 --> 02:54:59.780
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pressão constante

1304
02:55:13.320 --> 02:55:14.640
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de.

1305
02:55:17.320 --> 02:55:30.209
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele está medindo a pressão arquidinâmica ali e aqui, embaixo, do outro lado. É você ligado no Altime de trilha ali aquele medidor de velocidade também.

1306
02:55:30.930 --> 02:55:31.750
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1307
02:55:33.150 --> 02:55:47.820
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Legenda: Adriana Zanotto Legenda: Adriana Zanotto: e aí.

1308
02:55:49.220 --> 02:55:57.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse pequeno pitura, inclusive na aviação. Hoje, esses tupito. Eles são.

1309
02:55:58.060 --> 02:56:02.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles têm um sensor interno de temperatura.

1310
02:56:03.780 --> 02:56:09.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles têm um sensor interno. Eles têm um sensor aqui de temperatura

1311
02:56:09.970 --> 02:56:19.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para evitar que, pelo menos no que dizem, aquele acidente que aconteceu com aquele teatro da

1312
02:56:19.780 --> 02:56:27.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de avião da Air France alguns anos atrás. Não sei se vocês lembram que caiu aí no oceano.

1313
02:56:27.440 --> 02:56:34.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E acho que a causa foi um problema aqui do do Pitot de velocidade que,

1314
02:56:34.830 --> 02:56:39.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em função da altitude, congelou tudo internamente. Aqui, travou lá o.

1315
02:56:40.200 --> 02:56:46.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O mecanismo. Aquele lado de indicação de velocidade e tal. E aí aconteceu

1316
02:56:47.360 --> 02:57:02.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a Pani. Pelo menos é se você fizer uma pesquisa na Internet, essas coisas todas. Você vai ver essa questão. Eu sei que esses tubos pitores usados lá na aviação. Eles têm inclusive um aquecimento aqui

1317
02:57:02.790 --> 02:57:15.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para evitar que haja um congelamento do ar aqui dentro, em função da baixa temperatura, porque você está lá em cinco. Altitude, temperatura abaixa de zero.

1318
02:57:16.040 --> 02:57:18.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E tudo bem que tem uma pressão também. Bem,

1319
02:57:19.370 --> 02:57:25.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: bem mais baixa. Bem, por isso que você não está com a

1320
02:57:25.600 --> 02:57:28.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: gelo lá em cima direto assim, né?

1321
02:57:28.690 --> 02:57:33.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas aí você teve problemas. Que teve problema de congelamento.

1322
02:57:34.520 --> 02:57:36.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fala Rosângela.

1323
02:57:38.480 --> 02:57:42.470
Rosangela Rajoy: Professor. Eu queria tirar uma dúvida. Desculpa interromper.

1324
02:57:43.230 --> 02:57:48.879
Rosangela Rajoy: Eu faço insight tupitaux lá no laboratório.

1325
02:57:49.090 --> 02:57:49.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aham!

1326
02:57:49.520 --> 02:57:54.580
Rosangela Rajoy: E a gente estava precisando aumentar um pouco velocidade, né?

1327
02:57:55.020 --> 02:57:55.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Certo.

1328
02:57:55.730 --> 02:58:02.800
Rosangela Rajoy: A faixa de velocidade. E aí a gente ficou na dúvida. Se a gente deveria trocar o motor, que é uma coisa cara

1329
02:58:03.270 --> 02:58:07.209
Rosangela Rajoy: ou diminuir o diâmetro do tubo.

1330
02:58:10.390 --> 02:58:13.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você diminuiu o diâmetro do tubo.

1331
02:58:13.850 --> 02:58:18.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vai é aumentar a pressão, né?

1332
02:58:20.170 --> 02:58:21.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau, pai.

1333
02:58:21.640 --> 02:58:22.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É.

1334
02:58:22.680 --> 02:58:24.390
Rosangela Rajoy: Aí eu aumento a velocidade, né?

1335
02:58:24.390 --> 02:58:25.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, é.

1336
02:58:26.630 --> 02:58:29.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, na verdade, você vai.

1337
02:58:30.950 --> 02:58:35.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, espera aí. Como é que você vai aumentar a velocidade? Só diminuindo o dinheiro do tubo. Gente.

1338
02:58:36.160 --> 02:58:37.660
Rosangela Rajoy: Acho que não dá. Não, né.

1339
02:58:37.660 --> 02:58:39.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não vou conversar.

1340
02:58:39.320 --> 02:58:40.809
Rosangela Rajoy: Sobre isso, mas não.

1341
02:58:40.810 --> 02:58:45.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, não, não. Porque o medidor vai medir a velocidade que tem ali

1342
02:58:46.740 --> 02:59:00.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é? Não é ele. O fato é porque se você aumentar ou diminuir, você só vai alterar a questão da medida de pressão diferencial. Mas você tem a ver com a velocidade com

1343
02:59:00.890 --> 02:59:04.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma área que é uma vazão. Não tem muito sentido. Não.

1344
02:59:04.750 --> 02:59:07.029
Rosangela Rajoy: Eu vou ter que comprar um motor mais potente, né?

1345
02:59:07.030 --> 02:59:13.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem que botar alguma coisa que dê uma vazão maior, uma velocidade maior.

1346
02:59:14.020 --> 02:59:18.020
Rosangela Rajoy: Eu acho que com o tempo, o motor que está lá foi.

1347
02:59:18.230 --> 02:59:20.129
Rosangela Rajoy: Foi caindo um pouco. Sabe.

1348
02:59:20.440 --> 02:59:21.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aham!

1349
02:59:21.600 --> 02:59:28.509
Rosangela Rajoy: Só que ele é caro e a gente não. Aí também. Mexer na estrutura do túnel é um pouquinho complicado, né?

1350
02:59:28.510 --> 02:59:32.509
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Talvez, talvez colocar dois em paralelo. Não sei se é possível ou não.

1351
02:59:33.710 --> 02:59:37.419
Rosangela Rajoy: Tem que ver. Obrigada.

1352
02:59:37.420 --> 02:59:47.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Talvez sem mexer e trocar tubo. De repente, botar a saída lá dois motor em paralelo, de modo que consiga

1353
02:59:47.750 --> 02:59:48.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aumentar.

1354
02:59:49.140 --> 02:59:51.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, é invasão, né.

1355
02:59:51.720 --> 02:59:55.429
Rosangela Rajoy: Mas aí, se eu colocar dois tubos paralelo, aí eu vou ter uma curva, né?

1356
02:59:57.340 --> 03:00:00.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, mas você não vai estalar o pitou logo depois disso, né?

1357
03:00:00.840 --> 03:00:01.650
Rosangela Rajoy: Ação.

1358
03:00:01.650 --> 03:00:10.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pega lá, teoduto, faz tipo, como se fosse um Y. Eu não sei exatamente como é que ele é. Faz um Y com dois motores soprando.

1359
03:00:10.500 --> 03:00:10.950
Rosangela Rajoy: Bom dia.

1360
03:00:10.950 --> 03:00:12.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cada ponto faz um Y.

1361
03:00:12.820 --> 03:00:14.419
Rosangela Rajoy: Ah, entendi.

1362
03:00:14.420 --> 03:00:21.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Faz um Y é o que é um duto cilíndico. É o quadrado. Tudo bem, tá, então, de repente.

1363
03:00:21.970 --> 03:00:22.650
Rosangela Rajoy: E aí?

1364
03:00:22.810 --> 03:00:26.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí você faz um Y em cada ponta. É um motorzinho.

1365
03:00:27.090 --> 03:00:29.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí dá uma distância para.

1366
03:00:30.220 --> 03:00:30.940
Rosangela Rajoy: É verdade.

1367
03:00:30.940 --> 03:00:34.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não colocar nessa biforcação aí.

1368
03:00:34.050 --> 03:00:36.819
Rosangela Rajoy: Não entendi. É uma boa ideia.

1369
03:00:37.140 --> 03:00:43.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você não está alterando, você não está perturbando tanto o perfil

1370
03:00:43.860 --> 03:00:51.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de deslocamento, né? Se você botar uma motor aqui na reta e o outro numa curva. Aí você realmente vai ter uma turbulência.

1371
03:00:51.380 --> 03:00:52.010
Rosangela Rajoy: Você tem que.

1372
03:00:52.010 --> 03:00:53.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma distância um pouco.

1373
03:00:53.780 --> 03:00:57.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um pouco maior. Se eu fizer um Y, já

1374
03:00:57.970 --> 03:01:00.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não tem tanta turbulência assim, né?

1375
03:01:01.040 --> 03:01:04.120
Rosangela Rajoy: Verdade, não está certo. Obrigada, professor.

1376
03:01:04.670 --> 03:01:13.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E então você tem um outro tipo de tubo Pitot, uma.

1377
03:01:13.970 --> 03:01:19.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma modificação. A senhora até chama de Anuba, que ele é um tubo

1378
03:01:19.710 --> 03:01:37.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que ele pega. Diferente desse pitot simplesinho aqui que você está com ele inserido aqui no centro da tubulação. Uma posição aqui. Esse tubo Anuba Estup. Desse jeito. Aqui

1379
03:01:37.900 --> 03:01:41.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você pega o trecho todo, dá

1380
03:01:41.330 --> 03:01:48.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tubulação, inclusive esse tipo de coisa que é recomendado você usar até indultos que não sejam

1381
03:01:48.320 --> 03:01:53.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cilíndricos. Você pode ter indutos de

1382
03:01:54.330 --> 03:02:00.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fábrica de tamanho diferente, tipo retangular, como, por exemplo, indutos de caldeira,

1383
03:02:01.660 --> 03:02:05.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: adultos de grande tamanho e tal de sessão retangular.

1384
03:02:07.110 --> 03:02:10.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí ele é montado

1385
03:02:10.480 --> 03:02:28.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pegando toda a parte interna, e ele tem normalmente, em alguns casos, esse caso aqui está mostrando uma figura. Só que você tem furos assim, mais furos no lado da pressão dinâmica e um só. Mas às vezes ele é simétrico. Você pode instalar ele pelo

1386
03:02:28.620 --> 03:02:36.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tchau, posição ou outra, o que vai impactar mesmo a diferença é em função da.

1387
03:02:36.480 --> 03:02:39.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No sentido que o fluido vem.

1388
03:02:39.740 --> 03:02:43.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos supor que se lá de cá também tivesse o mesmo número de furos.

1389
03:02:43.740 --> 03:02:50.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De qualquer forma, o lado da direita aqui só iria medir a pressão estática. E do lado de cá ia receber

1390
03:02:50.870 --> 03:02:52.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a pressão dinâmica.

1391
03:02:52.790 --> 03:03:10.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pressão total que chama. Então, nesse caso, aqui, a vantagem é que você tem. Se esse perfil de velocidade não é bem regular direitinho, mas quando você tem vários pontos, você acaba tendo internamente aqui uma pressão

1392
03:03:10.380 --> 03:03:20.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que vai estar próximo da pressão média da velocidade média desse fluido que está sendo deslocado para cá.

1393
03:03:21.070 --> 03:03:28.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você mede aqui. Normalmente um lado de alta pressão, um lado de baixa pressão, usando um medidor de pressão diferencial

1394
03:03:28.450 --> 03:03:38.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: igual os outros que a gente viu ali. Para aplicação de placa, aventura e tal. É o mesmo tipo de coisa. Então você tem uma barra de pressão e tal,

1395
03:03:39.850 --> 03:03:50.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí você consegue ter uma medida mais interessante. Esse vídeo aqui mostra exatamente a aplicação desse tubo que ele chama optou, mas é um tipo de

1396
03:03:50.480 --> 03:03:52.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de tubo aí é bom.

1397
03:03:53.850 --> 03:03:58.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Rosângela, ainda quer fazer mais alguma pergunta? Não, está só ainda com a mão levantada aqui, né? Então tá bom.

1398
03:03:59.380 --> 03:04:00.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É.

1399
03:04:01.480 --> 03:04:17.140
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma novakowalskiwanowattshmallowwkowalskiwanowattshmallowwkowalskiwanowattshmallowwkowalskiwanowattshmallowwkowalski mundo e o cnjuídolo com a música ebcservatóriastecnológico

1400
03:04:19.100 --> 03:04:24.920
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as mais diversas substâncias são transportadas e distribuídas em sistemas de Pipes Every Day.

1401
03:04:25.190 --> 03:04:33.670
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles podem incluir fluídos agressões na indústria. Chemical hidrocarbons e Petroquemistia ou estima para energia. Transmissão

1402
03:04:37.870 --> 03:04:45.470
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the fluids flowing through pipes have complete different propriedades are their movement.

1403
03:04:46.230 --> 03:04:52.029
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um princípio é a flow detection, usando um pito tube

1404
03:04:57.820 --> 03:05:08.540
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: algumas três cem anos, depois o Matematician e Physicista. Daniel Bernelli descobre uma relação entre a pressão e a Speed of Fluide fluindo em uma Pipe

1405
03:05:09.470 --> 03:05:21.449
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: at the Same Time the french line Henry de pitot was construindo um advogado. Speed of ship flow pressure his instrument is the pitot tube

1406
03:05:24.510 --> 03:05:27.130
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: here is how this movement works

1407
03:05:28.850 --> 03:05:36.029
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pito tubes have a rodap element that is inserted into the pipeline perpendicular to the flow direction.

1408
03:05:36.400 --> 03:05:37.729
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui. Ele já mostra o pedido.

1409
03:05:37.730 --> 03:05:40.060
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The Frontier Huckowalski.

1410
03:05:40.060 --> 03:05:41.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Euronews.

1411
03:05:41.840 --> 03:05:45.259
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Connect. Esses bold to a different

1412
03:05:46.320 --> 03:05:55.160
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com seus chaves separadas por um diafragma. As pressão diferenças no fluído fluide podem ser precisamente medidas

1413
03:05:56.710 --> 03:06:04.419
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as pressões individualmente. To ensure a representative

1414
03:06:05.790 --> 03:06:14.179
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: if there is strong interferência in the flow profiles it is Advisory um 2o tube rotated by nove.

1415
03:06:15.260 --> 03:06:16.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o que ela.

1416
03:06:16.020 --> 03:06:17.300
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fluidez.

1417
03:06:17.300 --> 03:06:17.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Da velocidade.

1418
03:06:17.890 --> 03:06:21.709
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Professor. Eu acho que. Eu acho que. Eu acho que. Eu acho que. Eu acho que. Eu acho que. Eu acho que eu acho que. Eu acho que. Eu acho que. Eu acho que. Eu acho que. Eu acho que

1419
03:06:22.860 --> 03:06:32.000
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as longas fluído começa a Flow, um adicional contra a front da prova é generoso como a Dynamic. Pressão da dinâmica.

1420
03:06:32.950 --> 03:06:40.840
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: No contraste, apenas a pressão que não Flow está metido

1421
03:06:41.070 --> 03:06:51.180
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como resultado, diferentes são detectadas em Chambers do sensor. Maior pressão maior contra o flow e constante pressão no Rio do pt tubo

1422
03:06:52.880 --> 03:07:00.169
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa pressão is a direct message by the flow, velocidade e apenas the Mass and volume flow in the pipe.

1423
03:07:03.220 --> 03:07:09.819
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quanto mais o flow velocidade e depois a dinâmico mais maior a diferencial

1424
03:07:10.960 --> 03:07:22.169
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pito tubes are going to register the flow em flow directs this means that balancing, por exemplo, em Netflix, podem ser encontrado em qualquer forma

1425
03:07:25.950 --> 03:07:39.789
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Devices With. A temperatura, por exemplo, juntos com a Flow computador, Can Also calculate temperatura dependente, Mass and Energy Flows

1426
03:07:41.020 --> 03:07:48.010
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: this leitura é particularmente importante em processos industrial envolvendo Saturated stream ou gases

1427
03:07:48.830 --> 03:08:04.589
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a unique é thatotubes pode registrar flows in extremely pipelines this advantage in diameter

1428
03:08:07.880 --> 03:08:15.220
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pito tubes from endress and hauser arethly in the industries for custo flow Management

1429
03:08:16.170 --> 03:08:24.330
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: easy instalação Minimal Loss, Minimal e High, contaminação Resistance are the key advantage

1430
03:08:25.880 --> 03:08:35.400
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: for all aplicaciones we have the right solution andress and House Supply for Management Technologies.

1431
03:08:36.900 --> 03:08:45.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem. Tem a propaganda deles aí. Mas a Andersey House é um fabricante bem reconhecido dentro dessa área de medição de

1432
03:08:45.380 --> 03:08:52.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de vazão. Então você vê que esse tipo, esse exemplo, que está no vídeo, ele mostra uma aplicação, né?

1433
03:08:53.120 --> 03:08:58.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele mostra aqui uma aplicação. Onde é o tubo?

1434
03:08:59.060 --> 03:09:05.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem os furos simétricos lá de um outro. Você pode fazer medição.

1435
03:09:05.420 --> 03:09:10.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido pode vir da direita com a esquerda ou da esquerda para a direita. Pode ser um duto

1436
03:09:10.590 --> 03:09:18.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que tenha esse tipo de coisa, né? Você está jogando para lá. Depois você pode estar transferindo para o outro lado. E você consegue medir? Obviamente,

1437
03:09:18.710 --> 03:09:21.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele não comentou, mas

1438
03:09:21.870 --> 03:09:31.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vamos supor. Eu estou medindo da esquerda para a direita. Aqui fluido está no sentido. Esquerda para a direita, então, pressão total, pressão, estágio. Bom, agora

1439
03:09:32.020 --> 03:09:34.999
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu posso inverter se isso aqui tiver um furo,

1440
03:09:35.130 --> 03:09:37.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os furos iguais eu poderia inverter.

1441
03:09:38.060 --> 03:09:41.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas qual é o cuidado que eu devo tomar

1442
03:09:43.600 --> 03:09:45.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para fazer essa medição de pressão.

1443
03:09:55.010 --> 03:10:00.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa montagem aqui está mostrando um fluxo vindo da esquerda para a direita. Se fosse o contrário,

1444
03:10:01.340 --> 03:10:05.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que eu deveria me preocupar.

1445
03:10:10.600 --> 03:10:11.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos lá, gente.

1446
03:10:13.690 --> 03:10:16.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu estou medindo uma diferença de pressão

1447
03:10:17.660 --> 03:10:20.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fluido aqui, nessa posição da esquerda para a direita.

1448
03:10:21.060 --> 03:10:24.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O lado de alta pressão está do lado esquerdo aqui.

1449
03:10:25.480 --> 03:10:29.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se o fluido inverter de sentido,

1450
03:10:29.230 --> 03:10:33.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o lado de alta pressão vai estar do lado de cá da direita.

1451
03:10:33.660 --> 03:10:36.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, o medidor de pressão diferencial.

1452
03:10:36.780 --> 03:10:43.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente tem que inverter as tomadas dos pontos.

1453
03:10:44.400 --> 03:10:50.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A alta pressão. Agora vai para o lado de cá. A baixa pressão vem para o lado de cá. Quer dizer, o medidor tem que ser montado,

1454
03:10:51.560 --> 03:10:55.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: invertido no sentido das câmeras de baixa e de alta,

1455
03:11:00.000 --> 03:11:14.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque o medidor ou de pressão diferencial tem um sentido. Se você olhar ele, você tem lá alta pressão e baixa pressão. Ele mede essa diferença de pressão. Se você inverter o sinal, ele vai jogar um valor negativo.

1456
03:11:14.560 --> 03:11:17.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Concorda? Concorda com o que eu estou falando ou não.

1457
03:11:20.330 --> 03:11:21.600
Rosangela Rajoy: Sim, sim.

1458
03:11:21.600 --> 03:11:22.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É. É.

1459
03:11:22.610 --> 03:11:23.890
Rosangela Rajoy: Operar o lado também.

1460
03:11:23.890 --> 03:11:36.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem que alterar. Tem que alterar a montagem aqui, porque diferentezinho daquele exemplo aqui desse experimento aqui, agora, não tem a figura que tem um

1461
03:11:36.730 --> 03:11:40.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diferente desse aqui que fosse uma coluna em U.

1462
03:11:40.200 --> 03:11:48.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que acontecer é que o fluido iria fazer o contrário. Tudo bem, mas aqui eu estou falando de uma medição. Um tubo em U,

1463
03:11:49.970 --> 03:11:52.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um manômetro aqui de coluna e tal. Aí, tudo bem

1464
03:11:53.220 --> 03:12:01.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: agora, quando é um medidor de pressão, o mesmo diferencial ali é isolado com as câmeras e tal. Você tem que inverter as tomadas, por sinal.

1465
03:12:01.560 --> 03:12:04.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você não vai medir nada. Vai dar sinal negativo.

1466
03:12:07.980 --> 03:12:10.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então pode

1467
03:12:11.560 --> 03:12:23.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o vídeo lá mostra simplesmente, Ah, pode medir tanto o fluxo da esquerda para a direita, para a esquerda. Só que não comentou que esse aqui é o medidor de pressão. Você tem que estar invertido também.

1468
03:12:23.430 --> 03:12:24.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então

1469
03:12:25.120 --> 03:12:36.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: acho que com isso a gente fechou aí. A parte aqui, né? É parecido com aquele aqui. É o lado de alta e aqui o lado de baixo. Então, se eu fluido ao contrário, eu tenho que inverter essas posições aqui,

1470
03:12:36.160 --> 03:12:41.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse alto aqui. Teria que entrar para o lado de cá e de baixo aqui. Entrar para lá.

1471
03:12:48.780 --> 03:12:51.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, um lado é alto. O outro lado é baixo.

1472
03:12:55.070 --> 03:13:03.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então vimos aqui uns medidores de medidas de pressão diferenciais de pressão.

1473
03:13:03.830 --> 03:13:07.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outro tipo de medição.

1474
03:13:08.320 --> 03:13:13.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quer dizer, os que a gente viu aí. Agora são os sensores, os elementos que.

1475
03:13:14.300 --> 03:13:17.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que chama de perda de carga variável. Agora, aqui não.

1476
03:13:17.870 --> 03:13:24.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse daqui é o medidor que chama de área variável, ou também chamado de rotâmetro,

1477
03:13:26.210 --> 03:13:33.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque a área variável? Porque ele vai princípio dele. Aqui você tem um flutuador interno.

1478
03:13:34.120 --> 03:13:40.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: À medida que a montagem tem que ser assim, nessa posição vertical com fluxo,

1479
03:13:40.860 --> 03:13:46.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o fluido entrando de baixo para cima, empurrando o flutuador.

1480
03:13:46.970 --> 03:13:57.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse flutuador. Então, internamente, esse tubo de medição por onde o fluido passa e o flutuador está. Ele tem uma área variável.

1481
03:13:58.410 --> 03:14:08.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não necessariamente. É uma coisa tão gritante, tão grande. Mas você tem o projeto dele. A área vai variando. Ela vai aumentando

1482
03:14:08.540 --> 03:14:15.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. Eu tenho uma área a um menor do que uma área a dois aqui em cima.

1483
03:14:16.500 --> 03:14:22.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, quando o flutuador, ele

1484
03:14:22.460 --> 03:14:30.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fica numa posição estável aqui, que ele ficou em equilíbrio. As forças aqui mantêm ele equilibrado.

1485
03:14:31.520 --> 03:14:40.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você faz a leitura numa escala graduada que tem aqui graduada invasão.

1486
03:14:42.050 --> 03:14:48.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você então faz a leitura porque ele está marcando o fluido que está passando aqui dentro.

1487
03:14:50.130 --> 03:14:56.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eles são vendedores de vazão que a gente chama de área variável, justamente porque você tem um tubo cônico aqui dentro.

1488
03:14:57.350 --> 03:15:10.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E esse projeto, essa curiosidade em função da vazão do fluido. Então eles são graduados aqui, em função do tipo de fluido.

1489
03:15:10.830 --> 03:15:17.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E qual é a vazão que vai passar? Então tem o tubo? Em alguns casos,

1490
03:15:17.430 --> 03:15:25.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: grande maioria dos medidores não sei, mas tudo bem. A maioria dos medidores menos pequenos aqui, você tem

1491
03:15:25.690 --> 03:15:30.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma. Está vendo esse botãozinho preto aqui? Aqui? Nesse desenho não aparece.

1492
03:15:30.730 --> 03:15:42.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse desenho aqui mostra só como é um rotâmetro que vai ser só um indicador. Mas aqui, esse tipo de rotâmetro aqui, ele tem uma válvulinha manual aqui.

1493
03:15:42.610 --> 03:15:54.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Geralmente é uma válvula que a gente chama válvula agulha, uma válvula de regulagem que você consegue em função, abrindo mais ou menos. Você fazer um controle manual

1494
03:15:54.540 --> 03:16:01.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da vazão do fluido que passa aqui dentro. Então você abrindo mais essa válvula, você vai deixar passar mais,

1495
03:16:01.800 --> 03:16:03.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: faz fluido.

1496
03:16:03.230 --> 03:16:18.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você pode regular. Tipo, Ah, eu quero controlar. Quero regular a vazão do meu fluido aqui em determinada, sei lá, litros por minuto, litros por hora. Alguma coisa aí você regula manualmente e ele vai ficar

1497
03:16:18.530 --> 03:16:21.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: parado aqui na posição que você

1498
03:16:21.370 --> 03:16:37.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é parado entre aspas, porque normalmente isso aqui nunca fica cem parado, mas fica com uma pequena oscilação. Mas dando uma ideia do valor da vazão, então eles têm uma incerteza típica de dois. Mas tudo bem.

1499
03:16:37.830 --> 03:16:40.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles têm uma boa linearidade.

1500
03:16:40.450 --> 03:16:45.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles têm alguma influência da viscosidade do fluido, mas não tanto assim.

1501
03:16:46.080 --> 03:16:54.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você, tem, claro, algumas limitações, né? Tipo, normalmente você está com esse tipo de medidor aqui.

1502
03:16:55.000 --> 03:16:57.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você está trabalhando com fluidos que a gente chama fluídos limpos.

1503
03:16:58.060 --> 03:16:59.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Imagine se isso é que fosse tudo

1504
03:17:00.070 --> 03:17:05.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um óleo escuro passou aqui dentro. Esse negócio fica tudo preto aqui. Você não consegue ver nada.

1505
03:17:07.130 --> 03:17:15.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é para fluídos limpos. Pode ser água. Pode ser um fluido limpo o ar, o gás,

1506
03:17:16.050 --> 03:17:18.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de modo que não dê sujeira

1507
03:17:18.850 --> 03:17:24.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: agora. Ah, então quer dizer, eu só posso usar isso aqui? Não, mas tem outros tipos de rotamits

1508
03:17:24.860 --> 03:17:38.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você tem quando o fluido é mais sujo e tal. Você pode ter um acoplamento magnético. Você tem uma escala externa. O flutuador está interno aqui e, por exemplo, através de um Ima

1509
03:17:39.110 --> 03:17:44.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mexendo, alterando uma marcação externa. A escala vai estar do lado de fora,

1510
03:17:45.080 --> 03:17:56.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o marcador oscilando pelo lado de fora, e o flutuador lá dentro do fluido. Então também é possível. Existe inclusive Rotamitus, que tem a escala

1511
03:17:57.080 --> 03:18:05.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: circular igual. Tipo, se fosse o manômetro, alguma coisa assim com ponteirinho? Tem alguns, mas esse aqui é o mais.

1512
03:18:05.520 --> 03:18:06.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o mais ual.

1513
03:18:07.120 --> 03:18:09.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o mais comum de ser utilizado.

1514
03:18:09.390 --> 03:18:18.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então tem vários tipos de flutuadores, dependendo dos tipos de flutuadores, tem algumas aplicações. E em função do

1515
03:18:18.860 --> 03:18:31.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na posição, você faz a leitura tipo o cilindro, que é o mais complicado, né? Porque a leitura teria que ser aqui, bem no centro, esse troço, a gente fica girando. Ele é mais complicado. Tem outros aqui que já tem umas

1516
03:18:31.640 --> 03:18:40.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com as marcas. Aí fica mais fácil de fazer a leitura. Aqui, por exemplo, esse aqui é nessa parte. Esse aqui, nesse aqui, esse outro flutuador. Nesse ponto,

1517
03:18:41.000 --> 03:18:42.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dependendo do tipo de

1518
03:18:43.200 --> 03:18:49.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de flutuador, você tem umas aplicações específicas. Aí. Um arranjo típico é desse jeito aqui, né?

1519
03:18:50.200 --> 03:18:53.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido vem de baixo para cima. Passa

1520
03:18:53.340 --> 03:19:01.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem umas válvulas para poder retirar para fazer limpeza, manutenção. Alguma coisa passa por aqui. Subiu e vai embora. Esse desenho aqui, eu não tenho

1521
03:19:02.080 --> 03:19:06.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a válvulaninha reguladora. Mas você pode ter esse daqui, ó

1522
03:19:07.260 --> 03:19:22.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que está montado aqui no campo, não tem? Ele é só uma indicação, mas tem um outro aqui, que está nessa figura, que eu acho que essa aqui é uma figura também mais didática. Mas mostrar isso aqui, ele é uma aplicação, bem

1523
03:19:23.150 --> 03:19:36.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como foi montado didaticamente para mostrar. Ele tem um rotâmetro. E aí ele alimenta aqui. Acho que dois chuveiros ou três chuveiros. E aí, em função, abrir um abriu o outro. Você vai ver a

1524
03:19:36.630 --> 03:19:42.119
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a vazão aqui. Mudar é um videozinho em inglês, mas dá para entender uma boa aqui. Vou mostrar para vocês.

1525
03:19:43.120 --> 03:19:44.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, assim eu não. Mostra.

1526
03:19:45.010 --> 03:19:47.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a Q que é.

1527
03:19:47.800 --> 03:19:57.730
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Basicamente, por exemplo, nesse caso, singular.

1528
03:19:57.730 --> 03:19:58.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Marcou.

1529
03:19:58.470 --> 03:19:59.840
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Charlie Hebbenefa.

1530
03:19:59.840 --> 03:20:00.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Zero Virgula.

1531
03:20:00.740 --> 03:20:07.380
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você pode ver em litros por hora. Quanto flor você tem indo para o Powerpoint?

1532
03:20:08.970 --> 03:20:12.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês conseguiram entender o Inglês, mas é basicamente um negócio desse.

1533
03:20:12.470 --> 03:20:13.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Oh, meu de céu.

1534
03:20:13.830 --> 03:20:20.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desculpa, é sem invasão nenhuma. Está ali. Aí? Você abriu?

1535
03:20:20.220 --> 03:20:21.029
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: This is the flow.

1536
03:20:21.030 --> 03:20:22.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Abriu um choque.

1537
03:20:22.250 --> 03:20:23.240
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Itaúliotecnológico.

1538
03:20:23.240 --> 03:20:23.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele abriu.

1539
03:20:23.640 --> 03:20:28.169
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: George How Much flow.

1540
03:20:28.460 --> 03:20:34.180
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mais a leitura aqui e Shallow.

1541
03:20:34.180 --> 03:20:34.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mais na lei.

1542
03:20:34.650 --> 03:20:39.670
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Afirmou.

1543
03:20:43.790 --> 03:20:45.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui tem um outro exemplo.

1544
03:20:55.400 --> 03:20:57.969
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Espanhol chama Medidor de Caudal.

1545
03:20:58.930 --> 03:21:00.260
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu estava.

1546
03:21:00.390 --> 03:21:01.050
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1547
03:21:07.910 --> 03:21:08.590
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí.

1548
03:21:12.310 --> 03:21:14.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Interessante.

1549
03:21:15.370 --> 03:21:16.070
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1550
03:21:35.440 --> 03:21:36.330
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1551
03:21:38.060 --> 03:21:39.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dando alguns doadores.

1552
03:21:56.370 --> 03:22:01.159
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí faz a leitura. Força de arrasto.

1553
03:22:02.410 --> 03:22:03.550
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Curva ali para baixo.

1554
03:22:06.740 --> 03:22:10.890
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As medidoras têm um batente em cima. Para o flutuador também.

1555
03:22:12.540 --> 03:22:18.490
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Grudar lá, pega o limite máximo debaixo. Também tem.

1556
03:22:18.620 --> 03:22:20.900
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não há edições.

1557
03:22:28.960 --> 03:22:35.110
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí a vazão. Ele falou: Olha fora.

1558
03:22:37.500 --> 03:22:38.169
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1559
03:22:52.450 --> 03:22:53.110
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1560
03:22:59.640 --> 03:23:00.309
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1561
03:23:02.590 --> 03:23:04.240
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não revele.

1562
03:23:04.370 --> 03:23:06.410
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Está machucando a bala de revelação.

1563
03:23:06.820 --> 03:23:08.170
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tampa da bola.

1564
03:23:09.410 --> 03:23:17.189
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Controle manual para você fazer o ajuste da a vazão.

1565
03:23:18.080 --> 03:23:21.049
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse amarelinho ali em cima. Ali.

1566
03:23:21.750 --> 03:23:24.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque essa parte fica na parte de baixo

1567
03:23:26.170 --> 03:23:29.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: manual. Ela fica sempre na parte de baixo do

1568
03:23:29.420 --> 03:23:36.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do rotam. Que é que você vai controlar aqui a vazão de entrada

1569
03:23:36.330 --> 03:23:38.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para poder registrar aqui no negócio.

1570
03:23:39.500 --> 03:23:42.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o Fallenayer.

1571
03:23:42.960 --> 03:23:51.800
ENAIELLY CRUZ: Professor. Os fluxômetros seriam um tipo de medidor de vazão com o mesmo princípio de funcionamento que esse rotâmetro.

1572
03:23:52.750 --> 03:23:53.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom dia.

1573
03:23:53.480 --> 03:23:54.160
ENAIELLY CRUZ: E aí?

1574
03:23:54.480 --> 03:24:11.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fluxômetro que você está falando. Para mim, a palavra fluxômetro significa um medidor de vazão medidor de fluxo. Agora não sei qual é o tipo que você está se referindo. Juro que eu não sei fluxo porque você falou fluxômetro medidor de fluxo.

1575
03:24:12.670 --> 03:24:23.949
ENAIELLY CRUZ: É porque normalmente, aqui no laboratório, a gente já recebeu alguns. São esse tipo de vidrinho. Mesmo aí. Eles medem litro por minuto. E tem uma bolinha nele.

1576
03:24:23.950 --> 03:24:27.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o rotam exatamente.

1577
03:24:27.180 --> 03:24:27.760
ENAIELLY CRUZ: E aí?

1578
03:24:27.760 --> 03:24:33.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse tipo que você está falando aí é um rotâmetro. Porque você usou uma palavra genérica.

1579
03:24:33.430 --> 03:24:33.930
ENAIELLY CRUZ: E.

1580
03:24:33.930 --> 03:24:38.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Medidor de invasão que a gente viu até agora são fluxómetros.

1581
03:24:38.270 --> 03:24:41.090
ENAIELLY CRUZ: Medidores de invasão.

1582
03:24:41.090 --> 03:24:43.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nesse caso, sim.

1583
03:24:43.270 --> 03:24:56.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É como se fosse essa bolinha. Essa é a esfera que em vez de ser esse tipo de flutuador é esse flutuadorzinho aqui. Uma esfera que fica ali dentro. E você faz a leitura tentando pegar.

1584
03:24:57.170 --> 03:24:57.660
ENAIELLY CRUZ: Uhum.

1585
03:24:57.660 --> 03:25:10.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Centro da esfera na escala aqui. Então esses tipos de medidores são bem simples, mas, por exemplo, em termos de,

1586
03:25:10.480 --> 03:25:15.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é ajuste em termos de calibração. Se você

1587
03:25:15.940 --> 03:25:23.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem, por exemplo, uma válvula reguladora, de repente você vai

1588
03:25:23.420 --> 03:25:28.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mais fácil. Você de repente regular, tipo passou por aqui,

1589
03:25:28.320 --> 03:25:46.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: marcou uma posição? Sei lá. Você agora quer verificar ao longo da escala, vai abrindo e tal, mas sabe que você tem que ter um padrão também, né? Você tem que ter um outro medidor do lado para você fazer a comparação, para ver se o teu rotamos está medindo de forma adequada.

1590
03:25:46.850 --> 03:25:53.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se ela não tem essa reguladora, o princípio também é parecido. Só que você vai ter que fazer. Por exemplo, um controle externo.

1591
03:25:54.290 --> 03:26:05.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O teu sistema tem que ter lá um reguladorzinho de vazão, de modo a você conseguir fazer com que o flutuador possa percorrer

1592
03:26:05.610 --> 03:26:08.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: toda a escala para você fazer a

1593
03:26:09.210 --> 03:26:12.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a calibração, né? Em vários pontos de medição,

1594
03:26:13.280 --> 03:26:27.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele não tem muito ajuste. Não esse daqui. O problema maior dele vai ser os desgastes na válvula de regulagem. Aqui periodicamente, ela vai ter que abrir, substituir e tal para ver

1595
03:26:27.420 --> 03:26:30.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: isso é igual, como se fosse uma torneira,

1596
03:26:30.850 --> 03:26:41.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma torneirazinha que você tem que trocar as vedações e ver a agulha aqui. Se ela está direitinho

1597
03:26:41.960 --> 03:26:47.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: agora, a calibração dele é basicamente a comparação da escala com

1598
03:26:48.350 --> 03:26:52.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma tua referência. Quem é que foi o.

1599
03:26:53.920 --> 03:27:01.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Foi o Tarcísio que faz calibração de rotando também. Ou foi a Rosângela que me falou que é.

1600
03:27:01.530 --> 03:27:04.669
TARCISIO NOGUEIRA: Não, eu faço no outros vinte e dois lá de engrenagens.

1601
03:27:04.670 --> 03:27:06.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De drenagem, mas alguém.

1602
03:27:06.760 --> 03:27:08.080
Rosangela Rajoy: Fácil, Professor.

1603
03:27:08.080 --> 03:27:09.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Rosângela falou, né?

1604
03:27:09.340 --> 03:27:10.050
Rosangela Rajoy: E aí.

1605
03:27:10.840 --> 03:27:16.010
Rosangela Rajoy: Mas aí eu prefiro eu deixo a válvula toda aberta e vou.

1606
03:27:16.230 --> 03:27:18.739
Rosangela Rajoy: E vou variando pontos com a bomba, né?

1607
03:27:18.740 --> 03:27:21.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vai variando externamente. Vai variando externamente.

1608
03:27:22.210 --> 03:27:25.440
Rosangela Rajoy: É porque aí, se ela tiver algum problema na válvula, aí eu não.

1609
03:27:25.920 --> 03:27:28.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não estou inserindo nenhuma.

1610
03:27:28.380 --> 03:27:29.680
Rosangela Rajoy: Influência, né.

1611
03:27:30.550 --> 03:27:32.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sim, em termos de medição. Verdade.

1612
03:27:32.620 --> 03:27:33.520
Rosangela Rajoy: Tchau.

1613
03:27:33.520 --> 03:27:52.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tudo bem. Você está fazendo a comparação abrindo tudo aqui. Mas ela também pode estar com algum probleminha. Vamos ser agora, advogada de Aba, mesmo toda aberta. Ela pode estar com algum probleminha lá. Pode estar limitando de repente a

1614
03:27:52.670 --> 03:27:54.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a vazão máxima por alguma razão.

1615
03:27:54.930 --> 03:27:56.250
Rosangela Rajoy: Pois é.

1616
03:27:56.420 --> 03:27:59.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, então é bom

1617
03:27:59.600 --> 03:28:10.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: periodicamente. Quer dizer, se você faz isso para um cliente externo, não tem como, mas se você usa isso para os seus equipamentos e tal periodicamente, fazer uma

1618
03:28:10.900 --> 03:28:17.269
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma manutenção dessa bagulhinha, né? Tirar trocar os anéis geralmente são os orenguezinhos, e tal.

1619
03:28:17.270 --> 03:28:18.390
Rosangela Rajoy: Uhum.

1620
03:28:18.390 --> 03:28:25.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E ver como é que está, porque é uma válvulinha agulha. Parece uma agulhazinha.

1621
03:28:25.220 --> 03:28:25.810
Rosangela Rajoy: Sim.

1622
03:28:25.810 --> 03:28:33.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Parece uma agulhazinha, mas que ela é meia cônicazinha, uma agulhazinha icônica. Justamente porque

1623
03:28:33.290 --> 03:28:43.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se ela também for paralela, você não tem controle de invasão. Ela é meio icônica para justamente também você poder controlar a vazão que passa através dela.

1624
03:28:45.590 --> 03:28:45.960
Rosangela Rajoy: Sim.

1625
03:28:47.140 --> 03:29:00.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas tudo bem. Mas são elementos que funcionam muito bem. Você vê muito isso. Para trabalhar com ar ou com oxigênio em hospitais.

1626
03:29:00.500 --> 03:29:01.360
Rosangela Rajoy: Aham!

1627
03:29:01.360 --> 03:29:01.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um.

1628
03:29:01.950 --> 03:29:02.899
Rosangela Rajoy: É verdade.

1629
03:29:02.900 --> 03:29:06.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para você fazer lá. Para ver a questão da

1630
03:29:06.870 --> 03:29:14.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fornecimento de oxigênio lá para o paciente e tal. Você tem isso montado em equipamentos lá.

1631
03:29:14.250 --> 03:29:26.010
Rosangela Rajoy: Professor. A minha dúvida. Uma das minhas dúvidas é se eu posso usar esse padrão que eu mandei a foto aqui no chat. Se eu posso usar esse como padrão para calibrar um rotâmetro.

1632
03:29:27.180 --> 03:29:43.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não tem problema se esse teu medidor for calibrado, você tem a rastreabilidade dele, a calibração dele. E se a faixa dele é suficiente para você calibrar.

1633
03:29:43.440 --> 03:30:03.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode, desde que ele também tenha uma incerteza menor do que eu estou falando aqui. Uma incerteza típica. Então, de dois da indicação, esse teu padrão tem que ter uma incerteza de pelo menos um terço ou um quarto melhor do que isso aí.

1634
03:30:03.620 --> 03:30:05.619
Rosangela Rajoy: Não, ele atende.

1635
03:30:06.310 --> 03:30:07.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, tudo bem.

1636
03:30:07.220 --> 03:30:15.290
Rosangela Rajoy: Eu fico na dúvida. Não sei se é o melhor. Se tem um padrão mais indicado, o tipo de padrão melhor. Aí eu fico.

1637
03:30:15.290 --> 03:30:32.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não. Se você tiver padrões, você pode usar até um medidor de turbina para ser um padrão, uma referência, alguma coisa assim agora não necessariamente. Você precisa ter, porque quanto melhor o seu padrão, menos você

1638
03:30:32.750 --> 03:30:39.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: transfere em termos de certeza para o instrumento para calibrar, mas também o custo. Tem que ver se justifica.

1639
03:30:39.910 --> 03:30:48.050
Rosangela Rajoy: É porque eu só tenho esse padrão. Eu só tenho esse padrão de volume. Então o que eu estou fazendo no momento, eu estou usando ele.

1640
03:30:48.920 --> 03:30:50.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, não tem problema.

1641
03:30:50.290 --> 03:30:55.919
Rosangela Rajoy: Ele tem uma resolução melhor. Ele é calibrado. Ele tem uma incerteza baixa.

1642
03:30:55.920 --> 03:31:06.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou botar ele de novo aqui, que eu não sei se todo mundo viu a figura que você falou não, não tem nenhum problema. Não, esse aqui pode ser usado para

1643
03:31:06.480 --> 03:31:18.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aquele. É para gás. Você está falando então fazer calibração também com rotamos para gases para a Aron.

1644
03:31:18.030 --> 03:31:19.139
Rosangela Rajoy: Para isso. Isso.

1645
03:31:19.140 --> 03:31:22.920
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Oxigênio para gases.

1646
03:31:22.920 --> 03:31:23.750
Rosangela Rajoy: É

1647
03:31:24.010 --> 03:31:30.959
Rosangela Rajoy: como a gente faz a calibração de instrumentos para a medição de poluição do ar. Então é sempre ar, né?

1648
03:31:30.960 --> 03:31:31.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sim.

1649
03:31:31.510 --> 03:31:32.560
Rosangela Rajoy: Fluido.

1650
03:31:32.900 --> 03:31:33.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Certo?

1651
03:31:34.050 --> 03:31:37.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, não tem. Não vejo nenhum problema. Não.

1652
03:31:37.050 --> 03:31:38.420
Rosangela Rajoy: Não tem. Não.

1653
03:31:38.420 --> 03:31:42.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não tem problema. O padrão. Não necessariamente. Tem que ser um.

1654
03:31:42.540 --> 03:31:46.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um rotâmetro. Alguma outra coisa? Isso aqui, atende. Sim.

1655
03:31:47.760 --> 03:31:49.260
Rosangela Rajoy: Tá certo, Lucy. Obrigada.

1656
03:31:49.260 --> 03:31:50.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem. Sem problema.

1657
03:31:52.920 --> 03:31:59.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então é. Eu acho que a gente viu

1658
03:32:00.400 --> 03:32:10.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as coisas aqui, então vimos um tantozinho e tal? Vamos começar a ver aqui alguns outros tipos de medidores. Eu chamei aqui de alguns medidores

1659
03:32:10.900 --> 03:32:12.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: especiais.

1660
03:32:14.810 --> 03:32:28.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O medidor magnético está tendo uma aplicação muito grande em vários segmentos industriais de medição fortemente utilizado, inclusive

1661
03:32:28.420 --> 03:32:34.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na área de saneamento, também bastante interessante:

1662
03:32:34.340 --> 03:32:40.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: primeiro, porque ele é bem simples princípio de funcionamento dele também,

1663
03:32:41.230 --> 03:32:50.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e ele praticamente não dá perda de carga, porque a passagem é praticamente plena cem do que

1664
03:32:50.220 --> 03:32:53.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o diâmetro da tubulação que ele está montado,

1665
03:32:53.980 --> 03:33:01.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas tem algumas características no sentido de que, como o princípio de funcionamento dele

1666
03:33:02.000 --> 03:33:11.069
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é baseado na lei de Farage está escrito aí. Eu tenho um determinado condutor elétrico.

1667
03:33:11.810 --> 03:33:17.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem que ser um condutor. Então o fluido que passa ali dentro. Ele tem que ser um condutor de energia elétrica.

1668
03:33:18.530 --> 03:33:24.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o condutor que se move dentro de um campo magnético excelente

1669
03:33:24.560 --> 03:33:31.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: produz uma força eletromotriz. Quer dizer uma diferença de potencial que é proporcional uma velocidade. Então imagine um campo magnético,

1670
03:33:32.700 --> 03:33:37.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí eu tenho um condutor elétrico que se move dentro desse campo magnético.

1671
03:33:38.190 --> 03:33:48.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí entre no que ele passa por dentro da cama magnética. Nas extremidades, eles desenvolvem uma força eletromotriz.

1672
03:33:50.060 --> 03:33:58.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos supor que eu tenho. Eu tenho um campo magnético com uma determinada chama densidade de fluxo igual a B.

1673
03:33:58.580 --> 03:34:01.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E eu tenho uma sessão de tubulação com diâmetro de.

1674
03:34:02.520 --> 03:34:07.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí tem uma velocidade, um fluido que passa por essa tubulação V.

1675
03:34:07.520 --> 03:34:21.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então quando eu coloco perpendicularmente esse fluxo magnético dois eletrodos para medir essa diferença de potencial, essa tensão

1676
03:34:21.970 --> 03:34:29.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que vai ser induzida, eu tenho a seguinte relação entre a tensão medida,

1677
03:34:29.930 --> 03:34:40.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o cão magnético, diâmetro e a velocidade do fluido. Então, quer dizer a tensão elétrica medida sentida por esses eletrodos que estão perpendicular o cão magnético.

1678
03:34:41.160 --> 03:34:45.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela vai ser proporcional à velocidade do fluido.

1679
03:34:45.590 --> 03:34:52.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ela vai ser variada pela velocidade do fluido. Então eu medindo a tensão elétrica,

1680
03:34:53.410 --> 03:34:58.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa diferença de potencial. Eu sei qual vai ser.

1681
03:34:58.380 --> 03:34:59.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ah, a

1682
03:34:59.990 --> 03:35:06.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: velocidade que, consequentemente, eu sei qual é a vazão, né? Porque o cão magnético é constante. O Jean também

1683
03:35:06.640 --> 03:35:11.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: variou a velocidade. Quando eu tenho um diâmetro, eu sei qual vai ser a vazão

1684
03:35:12.450 --> 03:35:16.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em corte. Tem um exemplo aqui em corte de.

1685
03:35:16.430 --> 03:35:18.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: De um medidor magnético.

1686
03:35:18.240 --> 03:35:23.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Depois tem um vídeo aqui que vai mostrar para vocês. Bastante interessante, mas em corte

1687
03:35:23.170 --> 03:35:26.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: eu tenho. Como é que eu tenho esse cão magnético? Eu tenho uma bobina,

1688
03:35:26.870 --> 03:35:32.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma bobina em torno aqui, que ela é energizada. E essa bobina então cria um campo magnético.

1689
03:35:32.740 --> 03:35:34.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que é esse campo B,

1690
03:35:35.320 --> 03:35:55.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e você tem o diâmetro interno aqui, para onde passa o fluido. Está aqui. O fluido está passando aqui por dentro numa determinada velocidade V. Eu tenho um diâmetro. E aqui perpetugularmente a esse campo magnético. Eu tenho dois eletrodos. Está mostrando uma pontinha de um aqui, e o outro que você não consegue ler, mas são os sensores dos eletrodos que vão medir

1691
03:35:56.650 --> 03:36:06.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diferença de potencial. Então o fluido que passa aqui por dentro, vazão Q de vazão é igual a área

1692
03:36:07.580 --> 03:36:15.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a velocidade vazão é produto da velocidade do fluido pela área que eu estou passando aqui.

1693
03:36:15.740 --> 03:36:20.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a área do duto, que é a área desse

1694
03:36:20.700 --> 03:36:28.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: internamente aqui desse duto é o quê? Pi D? É o quadrado dividido por quatro. O D é um valor fixo.

1695
03:36:28.770 --> 03:36:40.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E também então a área é conhecida. Bom, mas a vazão, como a gente viu, é a área vez, a velocidade, a área pide, o quadrado quatro vezes a velocidade, ou seja, a velocidade

1696
03:36:41.400 --> 03:36:46.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é pela equação do cão magnético.

1697
03:36:46.810 --> 03:37:00.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pela lei de Farage. A velocidade vai ser a diferença de potencial medida dividido pelo B, que é o cão magnético e o de âmbito, ou seja, a vazão. Então,

1698
03:37:01.170 --> 03:37:11.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aí, pegando essa equação, juntando com a outra aqui, v jogando para cá, eu tenho que. A minha vazão é igual a Pi

1699
03:37:11.400 --> 03:37:21.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: D e dividido por quatro B, ou seja, medindo a minha

1700
03:37:21.870 --> 03:37:31.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diferença de potencial é, eu sei qual é o valor da vazão, porque pia constante B. A constante quarta constante Bia constante só varia

1701
03:37:32.890 --> 03:37:34.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a atenção.

1702
03:37:34.310 --> 03:37:40.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, como eu mereço a tensão, significa que variou a tensão, variou a vazão

1703
03:37:42.100 --> 03:37:44.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou valeu a tensão? Valeu a vazão.

1704
03:37:45.370 --> 03:37:51.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quais são os implicadores aqui? Desse negócio? Aqui de utilização?

1705
03:37:52.080 --> 03:38:06.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma questão bastante interessante. Quer dizer, o campo magnético tem que ser constante. Então você tem que estar com o circuito elétrico aqui de modo estável para que essa geração do campo magnético aqui seja constante beleza.

1706
03:38:06.700 --> 03:38:09.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O diâmetro também tem que ser constante. Então

1707
03:38:09.630 --> 03:38:14.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é importante, por exemplo, que o fluido que passe aqui dentro,

1708
03:38:15.170 --> 03:38:23.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele de alguma forma não cause nenhum desgaste e nem agregue material.

1709
03:38:24.260 --> 03:38:26.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se o fluido for corrosivo.

1710
03:38:28.050 --> 03:38:41.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por exemplo, eu tenho que usar um revestimento aqui dentro de modo a que seja não atacado pelo fluido. Porque senão vamos supor que o Bot fosse só um aço, alguma coisa

1711
03:38:42.860 --> 03:38:49.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o fluido poderia corroer. E com isso, alterar o diâmetro se alterou. O diâmetro muda

1712
03:38:50.500 --> 03:38:55.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medida de tensão, mesmo, por exemplo, com uma vazão igual

1713
03:38:57.090 --> 03:39:13.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse diabo também pode ser alterado simplesmente se houver agregação de material. Eu estou passando com um fluido aí dentro, que ele vai grudando nas paredes. Então esse diabo vai diminuindo ao longo do tempo. Então eu tenho que também, periodicamente olhar, fazer, limpar alguma coisa nesse sentido.

1714
03:39:14.840 --> 03:39:22.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E como eu estou trabalhando também com sinais elétricos. Eu tenho alguns cuidados. A gente vai ver aí.

1715
03:39:22.560 --> 03:39:36.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas aí, o próprio circuito em função de eletricidade parasita de correntes de eletricidade, sendo arrastada pelo fluido, tem umas tecnologias interessantes que o vídeo vai mostrar para vocês aqui.

1716
03:39:37.820 --> 03:39:41.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas você vê que ele é relativamente simples

1717
03:39:42.500 --> 03:39:47.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e funciona muito bem. Funciona muito bem.

1718
03:39:47.770 --> 03:39:52.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso aqui é uma outra forma de mostrar o desenho aqui da figura e tal.

1719
03:39:53.060 --> 03:39:54.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É

1720
03:39:54.650 --> 03:40:05.629
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: então você tem corte, né? Então você tem um campo magnético aqui, como diz aqui numa certa posição, e os eletrônicos ficam de forma perpendicular para eu medir a tensão aqui.

1721
03:40:07.660 --> 03:40:12.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, o medidor. Então ele é bastante, como eu dizia,

1722
03:40:13.010 --> 03:40:20.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é bastante flexível. A perda de carga praticamente não tem. É como se fosse um trecho reto de tribulação.

1723
03:40:21.030 --> 03:40:32.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é praticamente insensível às mudanças de densidade, à viscosidade do fluido. Agora é importante que o fluido tenha uma determinada condutividade elétrica mínima,

1724
03:40:33.770 --> 03:40:36.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que eu possa fazer medição.

1725
03:40:36.760 --> 03:40:46.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem hoje aplicação em produtos químicos corrosivos e fluídos com sódio, suspensão, lama, água, polpa de papel.

1726
03:40:46.140 --> 03:40:57.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem uma aplicação muito grande, mas precisa que o fluido tenha alguma condutividade elétrica, porque se for um fluido cem isolante,

1727
03:40:58.240 --> 03:41:02.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não tem corrente elétrica ali, que vai ser detetada.

1728
03:41:02.590 --> 03:41:12.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos ver um vídeo aqui que mostra o princípio de funcionamento e tal. Ele é bastante interessante. Eu só. Não sei se ele é inglês, mas acho que ele tem uma tradução.

1729
03:41:13.620 --> 03:41:16.600
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Virgula ao longo. Destruídolsonarollyskawolkswagenkowalski.

1730
03:41:17.120 --> 03:41:19.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou popular, porque a parte inicial.

1731
03:41:19.140 --> 03:41:19.660
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí?

1732
03:41:19.660 --> 03:41:22.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fala naquela coisa do propaganda.

1733
03:41:22.700 --> 03:41:33.320
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mais diversas substâncias são transportadas e distribuídas em piping systems every single day they may inclusion frutíches

1734
03:41:33.700 --> 03:41:37.749
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: chemical ou mesmo Slurries containing stones

1735
03:41:40.160 --> 03:41:47.730
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the fluids flowing through Pipes apenas têm completamente diferentes propriedades. Consequentemente, há diferentes princípios for their movement

1736
03:41:48.550 --> 03:41:52.980
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: one method is flow medicamento Based on the Electromagnetic

1737
03:41:56.260 --> 03:42:08.110
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The Basic. Deste princípio pode ser trazida pelo Faraday, que em mil novecentos e trinta e um, descobriu que a electrónica pode ser generada com um magnética magnético.

1738
03:42:09.950 --> 03:42:24.759
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Repete cem anos depois, o inventor Swift and Prince fluindo em Pipes e construíram o mundo. Primeiro, Electromagnetic, Flowmeter Electromagnético.

1739
03:42:27.180 --> 03:42:31.019
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Letra para como esse método funciona.

1740
03:42:32.780 --> 03:42:37.679
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Dois field coils are electromagnético Flowmeter

1741
03:42:38.330 --> 03:42:47.109
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com a ajuda do que são chamados pole essas coisas. Generic field magnitude over the cross-section

1742
03:42:48.500 --> 03:42:55.210
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dois electrodes that make up electrical voltages are install the wall of the tubo

1743
03:42:57.140 --> 03:43:05.190
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the Line Fitted by the Inside Wall Prevents Electrical Short Circuits Electrical entre The conducted liquid and the metallic Tube

1744
03:43:06.710 --> 03:43:13.939
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se há líquido flow qual Induced By The Two Electrodes

1745
03:43:14.160 --> 03:43:22.730
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The Electrons, aqui em Water, com Red e Blue partículas

1746
03:43:23.910 --> 03:43:41.220
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Flowers That Add to The bordo da área úmido de álbum do Útero, do Útero, do Úbedombolas, Úteisboa, do Útero, do Útero do Úbedombolas, Úteisboa, do Útero, do Útero, do Úbedombolas, Úteisboa, do Útero do Útero, do Úbedombolas, Úteisboa, do Útero, do Útero do Úbedombolas, Úteisboa, do Útero, do Útero, do Úbedombolas, Úteisboa do Útero, do Útero do Úbedombolas, Úteisboa, do Útero do Útero, do Úbedombolas, Úteisboa, do Útero, do Útero, do Úbedombolas, Úteisboa, do Útero, do Útero, do Úbedombolas, Úteisboa do útero do útero do úbedombolas úteisboa do útero do útero do úbedombolas úteis do útero do útero

1747
03:43:42.930 --> 03:43:49.160
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: now um electrical voltage formal which is detective and by the two Electrodes

1748
03:43:51.470 --> 03:43:56.230
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: this voltage é directamente proporcional to the flow velocity flow the Pipeline

1749
03:43:56.440 --> 03:44:01.890
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: juntos com o cross6 the flow volume pode ainda ser calculado.

1750
03:44:07.220 --> 03:44:16.439
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The Great The Flow, velocidade e apenas a separação dos charges partículas The Better, The Electrical Voltage entre os electrodes

1751
03:44:19.220 --> 03:44:27.219
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The Electrodes também detectam o que é chamado interferência voltage, que tem Separated from the actual mesure,

1752
03:44:27.390 --> 03:44:34.810
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um método que foi esse processo é criar um magnética com a Pulse direct corrente.

1753
03:44:35.210 --> 03:44:42.710
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para fazer isso, a polaridade do magnética is alternatively reversed illustrated here in slow Motion

1754
03:44:43.260 --> 03:44:49.000
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the Voltage Kicks on the Electrodes Now, Constantly Change in Polarity.

1755
03:44:49.430 --> 03:45:00.239
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como resultado, All Constant interferência voltages podem ser eliminadas por exemplo, electroquemical electromagnéticos electromagnéticos

1756
03:45:00.510 --> 03:45:07.509
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the size of interferência voltages have low impact whatsoever on the actual mesure

1757
03:45:07.750 --> 03:45:13.970
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as vantagens deste são a mesma stable e um sistema zero. Ponto percentual

1758
03:45:14.710 --> 03:45:21.460
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com um instrumental base of over um million electromagnetic endris and hauser.

1759
03:45:22.050 --> 03:45:30.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom para a propaganda da Enderekshausen. Mas você vê. Que interessante é que essa questão da eletricidade estática

1760
03:45:30.940 --> 03:45:46.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela é eliminada, pela. Porque se você tem uma eletricidade estática que vem sendo arrastada alguma coisa. E aqui como você está medindo uma diferença de potencial, ela estaria somando e.

1761
03:45:46.960 --> 03:46:01.679
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E dando uma indicação incorreta. Mas como ele muda essa polaridade da coisa? Então ele vai subtrair essa eletricidade estática, dando esses pulsos ao contrário.

1762
03:46:02.360 --> 03:46:13.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Polariza da esquerda para a direita, para a esquerda. Como você vê no vídeo, então um efeito anula o outro. E a diferença de potencial vai ser somente

1763
03:46:13.810 --> 03:46:22.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: relacionada com a velocidade do fluido da vazão do produto que está passando ali dentro

1764
03:46:22.550 --> 03:46:28.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são tecnologias que permitem que façam esse tipo de coisa. Um outro,

1765
03:46:29.250 --> 03:46:33.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um outro problema também muito grande,

1766
03:46:33.860 --> 03:46:38.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas nada que você não contorne de forma adequada em termos de montagem.

1767
03:46:39.450 --> 03:46:52.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É justamente por causa desse problema das eletricidades estáticas. E correntes parasitas e influência de campos magnéticos externos. Alguma coisa nesse sentido?

1768
03:46:53.870 --> 03:47:07.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode existir, como a gente falou, correntes tanto correntes alternadas ou correntes contínua, dispersas dentro do fluido, ou mesmo externamente, pela tubulação, pela influência externas. Então é o problema do aterramento

1769
03:47:08.030 --> 03:47:12.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do aterramento do medidor. O medidor magnético é importante.

1770
03:47:13.160 --> 03:47:19.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem um bom aterramento para eliminar essas influências externas.

1771
03:47:20.140 --> 03:47:22.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o que mostra basicamente duas

1772
03:47:22.520 --> 03:47:33.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: duas montagens são muito parecidas, mas no sentido de que, quando eu tenho, por exemplo, uma tubulação que é condutora de eletricidade, tubulação de um aço, qualquer metálica,

1773
03:47:33.880 --> 03:47:36.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o instrumento também aqui, tendo uma.

1774
03:47:36.580 --> 03:47:38.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma superfície,

1775
03:47:38.580 --> 03:47:49.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma estrutura metálica externa. Ele pode estar até olhando essa figura aqui em corte. Por exemplo, aqui internamente, pode ser um revestimento,

1776
03:47:49.240 --> 03:48:00.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: revestimento de um material não abrasivo, tipo um teflon ou alguma coisa nesse sentido. Nylon. Alguma coisa que proteja a corrosão,

1777
03:48:00.930 --> 03:48:04.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas você tem uma estrutura metálica do lado de fora.

1778
03:48:05.630 --> 03:48:08.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você é conectar

1779
03:48:09.050 --> 03:48:22.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tanto a tubulação quanto o instrumento conectar aqui na carcaça do medidor na tubulação. Aí você fazer um anel aqui, tanto do lado de cá quanto do lado de cá, e aterrar.

1780
03:48:23.560 --> 03:48:27.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fazer um aterramento específico para esse instrumento

1781
03:48:27.870 --> 03:48:42.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aterramento elétrico. Aí, colocar a barra lá para aterrar, para poder drenar qualquer eletricidade. Qualquer outra carga que tenha por aqui e joga para a Terra, então não atrapalha. E quando a tubulação não é condutora,

1782
03:48:43.580 --> 03:48:46.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tudo bem. Quando ela não é condutora, ela não vai carrear.

1783
03:48:48.230 --> 03:49:02.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela não vai ter. Por exemplo, o que é tubulação no condutor? Pode ser de Pvc. Pode ser uma tubulação de vidro. Pode ser uma tubulação que não seja um material, seja aço,

1784
03:49:04.160 --> 03:49:13.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas o fluido pode arrastar como a gente. Como viu na figura, carga estática e eletricidade estática. Aí você coloca

1785
03:49:14.810 --> 03:49:19.470
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que ele chama de anéis de aterramento uma um anel,

1786
03:49:21.250 --> 03:49:28.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como se fosse uma placa de orifício no meio, mas só que sem dar nenhuma restrição. Um anelzinho que esteja contato com o fluido.

1787
03:49:28.560 --> 03:49:34.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, o que tiver de eletricidade sendo carregada. Ela vai também ser captada aqui.

1788
03:49:35.160 --> 03:49:36.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você pega.

1789
03:49:37.050 --> 03:49:46.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Conecta para o lado de cá. Aqui e joga também o aterramento tanto de um lado para o outro. Os anéis de aterramento. Com isso. Você está treinando

1790
03:49:47.070 --> 03:49:48.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa questão da.

1791
03:49:49.210 --> 03:50:00.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Da eletricidade estática que possa estar sendo carregada. Então isso é importante, porque é um grande impactador

1792
03:50:00.840 --> 03:50:03.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de medições erradas.

1793
03:50:03.510 --> 03:50:06.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A questão do aterramento inadequado,

1794
03:50:09.230 --> 03:50:19.779
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque às vezes eu já vi casos. O pessoal usar o aterramento, por exemplo, usar o mesmo aterramento de outros equipamentos de bombas de motores. Alguma coisa? Isso não é bom.

1795
03:50:20.330 --> 03:50:34.129
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Isso não é bom. Não, porque você pode estar gerando uma atenção reversa. Aí, então é usar aterramento específico para instrumentos. E, se possível, aterrar esses individualmente,

1796
03:50:34.250 --> 03:50:38.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: não misturar com a enterramento de equipamentos de alta potência,

1797
03:50:38.590 --> 03:50:45.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de repente, pode ser cena de aterramento dedicado para instrumentos de medição.

1798
03:50:47.720 --> 03:50:49.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é interessante.

1799
03:50:49.680 --> 03:50:51.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É importante fazer isso.

1800
03:50:53.610 --> 03:50:54.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Beleza.

1801
03:50:54.880 --> 03:50:58.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Já tinham visto a aplicação desses medidores.

1802
03:51:03.230 --> 03:51:04.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Conhecem.

1803
03:51:07.210 --> 03:51:09.570
ENAIELLY CRUZ: Eu não conheço professor. Não conheci.

1804
03:51:09.910 --> 03:51:11.499
TARCISIO NOGUEIRA: Médica. Não tinha visto. Ainda não.

1805
03:51:11.680 --> 03:51:13.379
Rosangela Rajoy: Eu também não. Não.

1806
03:51:13.970 --> 03:51:19.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele é bastante. Ele tem uma aplicação muito grande, bastante grande.

1807
03:51:19.870 --> 03:51:28.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas se entenderam o princípio dele de funcionamento, quer dizer, um campo magnético. Um condutor que passa no meio. Aí, quem é o condutor? O fluido.

1808
03:51:28.730 --> 03:51:30.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele tem que ser condutor.

1809
03:51:32.360 --> 03:51:33.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você.

1810
03:51:33.750 --> 03:51:37.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sinais gerados aí estão na faixa de Milly volts.

1811
03:51:37.500 --> 03:51:38.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: São sinais baixos.

1812
03:51:39.910 --> 03:51:43.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por isso que essa questão do aterramento é importante, fundamental.

1813
03:51:45.120 --> 03:51:47.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um outro medidor. Muito interessante.

1814
03:51:47.940 --> 03:51:51.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Talvez seja mais fácil botar o vídeo direto aqui para vocês olharem,

1815
03:51:51.830 --> 03:52:00.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque é coisa de doido. Isso foi estudado lá por Leonardo da Vinci. Os caras eram assim, realmente um gênios atrás.

1816
03:52:00.860 --> 03:52:07.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas você se Meridor, quando você tem um anteparo que você coloca. Você tem um fluido. Um determinado anteparo

1817
03:52:07.490 --> 03:52:14.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: começa a gerar. Chama de vórtex, mas espirais no fluido.

1818
03:52:14.940 --> 03:52:29.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E essas espirais, a frequência dessas espirais. A quantidade de vezes que aparece é proporcional à vazão do fluido que passa aqui dentro. Então o princípio dele é. Você coloca uma restrição

1819
03:52:30.030 --> 03:52:36.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para gerar esses vórtex. E aí, atrás dessa redução, você coloca um sensor

1820
03:52:37.420 --> 03:52:44.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é um elemento que vai vibrar na frequência dessa desses vórtices.

1821
03:52:45.190 --> 03:52:53.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, a vibração desse sensor é proporcional à vazão que passa por dentro dele. É um negócio assim

1822
03:52:54.180 --> 03:53:04.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: surreal, interessantíssimo, mas tem bastante aplicação, principalmente em medição de gases e de vapores.

1823
03:53:05.490 --> 03:53:08.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem uma aplicação bastante interessante

1824
03:53:09.370 --> 03:53:15.599
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mostrar para vocês aqui no vídeo. Não sei se alguém uma vez já viu uma aplicação dele.

1825
03:53:16.030 --> 03:53:19.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas é muito interessante. O princípio.

1826
03:53:22.160 --> 03:53:24.349
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bora botar uma giga no Trading.

1827
03:53:25.280 --> 03:53:26.280
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quero.

1828
03:53:31.840 --> 03:53:32.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um.

1829
03:53:32.930 --> 03:53:40.739
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Até a ponto.

1830
03:53:41.420 --> 03:53:58.630
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tradução de The Most. Diversas substâncias são transportadas e distribuídas em piping systems every single day.

1831
03:53:58.630 --> 03:54:00.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Euronews.

1832
03:54:00.750 --> 03:54:05.399
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou Steam for energy have complete Dimension

1833
03:54:06.650 --> 03:54:13.990
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: one método é Flow Management Based on the Vortex principle em sextoo italiano

1834
03:54:14.200 --> 03:54:19.089
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Leonardo da Vinci. Observe how vórtices Form in flowing Water.

1835
03:54:19.620 --> 03:54:29.510
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alguns quatro, cem anos depois, o Hungarian, Theodor Van Carmen describe as físicos que governam como esses vórtices tomem enxame.

1836
03:54:30.720 --> 03:54:40.390
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Here How This Movement Works dentro de cada vortex. Flowmeter Vortex. Um Buffal. Está localizado no meio da Pipe.

1837
03:54:40.590 --> 03:54:44.779
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Este é um tipo de obstrução que Disturb o flow

1838
03:54:45.760 --> 03:54:53.639
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: downstream download from the blu Bodyboard is a sensor que pode registrar as pressões, diferenças. In the flow

1839
03:54:54.920 --> 03:54:58.899
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: If the fluid is not flowing no vórtices form

1840
03:54:59.910 --> 03:55:09.060
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: as soon as the fluide um certo flow rate vrtices gradualmente of the bluff bodyboard

1841
03:55:09.730 --> 03:55:17.610
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: these vrtices are detached Alternatively on Entertain e arem By the Flow Fluid

1842
03:55:18.670 --> 03:55:27.740
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Zones de High Or Low Pressures now oper down stream and this creature, um fenômeno that is now the carmen vortex street

1843
03:55:29.190 --> 03:55:45.199
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: these ideas and are the sensor chamado aqui em slow motion this sensor is unique,

1844
03:55:45.310 --> 03:55:56.579
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque é inherentalmente tão bem balanceada que vibrações de upa 1g e temperaturas têm mais efeito whatsapp no Magic

1845
03:55:57.600 --> 03:56:09.280
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the distância entre dois consecutive vértices correspondem a Total flow total pode ser calculada para cantar os vórtices that passem

1846
03:56:09.910 --> 03:56:15.939
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the high the flow Velocity the high theended frequência de vórtices

1847
03:56:17.220 --> 03:56:34.359
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em algumas aplicações, a velocidade é tão for perceptible vórtices to form the velocidade pode ser incrementada simplesmente instalar um vortex, meter que tem uma redução cross-section this modificação não afeta a medida.

1848
03:56:35.300 --> 03:56:42.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí, Salvador, um tempinho. O que ele fez? Ele usou lá o princípio de Ben Wílio, né? Que você reduziu

1849
03:56:43.300 --> 03:56:46.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a área ali. Então você aumentou a velocidade, né?

1850
03:56:47.100 --> 03:56:57.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eles eram diante maior em uma velocidade que não consegue ser mensurada, aí ele dá uma redução com isso, você aumenta a velocidade

1851
03:56:57.680 --> 03:57:00.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí consegue detetar

1852
03:57:00.480 --> 03:57:10.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a vazão. A funcionalidade pode ser enganada. By incorporating into the sensor a configuration like this.

1853
03:57:10.440 --> 03:57:24.979
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Together with the constructory this video is particular processes industrial envolvendo saturated steam or gases

1854
03:57:25.570 --> 03:57:39.940
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: in today vortex flow meters vorl from endrus and Hauser. São os Worlds mais Robust and Reliable com a Lifelong Calibration Factor livre. Eles têm vários prestigiosos Awards

1855
03:57:40.430 --> 03:57:44.299
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: for all africaines we have the right solução

1856
03:57:44.650 --> 03:57:50.350
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: andress and hauser single source supply.

1857
03:57:52.390 --> 03:57:57.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, os vídeos aqui da Energy House são interessantes.

1858
03:57:57.940 --> 03:58:08.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Claro que faz a propaganda dele no final. Mas você vê que é um princípio muito doido, né? Gera um obstáculo ali. E os vórtices são criados

1859
03:58:09.430 --> 03:58:19.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: alternativamente, de um lado ou outro, e um elemento de sensor de pressão que fica com uma determinada frequência de vibração

1860
03:58:20.320 --> 03:58:30.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sem fluxo. Ela fica na maior frequência. Começou a mudar. Aqui, os mortos alteram essa frequência de oscilação dele ali. E aí ele consegue

1861
03:58:30.620 --> 03:58:34.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cheirar uma missão de vazão proporcional.

1862
03:58:35.050 --> 03:58:36.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bastante interessante.

1863
03:58:37.380 --> 03:58:49.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem um obstáculo interno aqui. E depois um elemento de sensor. E aí você vê, com a tecnologia, incorpora sensor de temperatura aqui, e aí consegue medir,

1864
03:58:50.110 --> 03:58:54.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ver a influência da temperatura e da

1865
03:58:54.860 --> 03:59:04.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sensoinho de pressão incorporado também. Aí você consegue medir inclusive a massa, pressão, pressão, temperatura e evasão.

1866
03:59:05.420 --> 03:59:07.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você consegue calcular a massa?

1867
03:59:09.560 --> 03:59:11.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Muda o fluido que está passando ali.

1868
03:59:14.770 --> 03:59:31.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, é outro princípio de medição de invasão que também tem bastante aplicação é a medição por ultrassom

1869
03:59:32.230 --> 03:59:46.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na área de, posso dizer, na área de saneamento básico, saneamento de estações de tratamento de água e de rejeito. Eles têm também uma aplicação muito grande

1870
03:59:46.490 --> 03:59:55.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para esse tipo de medição. Por ultrassom. A gente é que vai vir aqui, basicamente, dois princípios

1871
03:59:56.280 --> 03:59:58.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e medição por ultrassom.

1872
03:59:59.620 --> 04:00:06.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O medidor de invasão por tempo de trânsito e o outro aqui, por efeito duplo

1873
04:00:06.950 --> 04:00:13.350
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: são dois princípios um pouco diferentes, mas tudo tem a ver com a ultrassom.

1874
04:00:13.690 --> 04:00:16.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que é alteração é a velocidade do som.

1875
04:00:17.690 --> 04:00:26.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você propaga num determinado é, e aí determinado campo, determinada matéria.

1876
04:00:26.420 --> 04:00:35.719
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a a velocidade em si. Então, quando você tem uma determinada frequência muito alta

1877
04:00:36.290 --> 04:00:46.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ultrassom, você acaba. Não percebendo isso no ouvido, mas é possível de você detectar isso através de sensores,

1878
04:00:46.960 --> 04:01:01.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: principalmente usando os sensores que são chamados pias elétricos, transdutores, pias elétricos são cristais, cristais elétricos de material cristal

1879
04:01:02.010 --> 04:01:07.569
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que ele é sensibilizado com essa pressão dessa onda.

1880
04:01:08.870 --> 04:01:16.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E ele gera um sinal elétrico proporcional à frequência dessa onda. Do mesmo jeito que o cristal peso é elétrico,

1881
04:01:17.610 --> 04:01:24.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode gerar eletricidade a partir de você ter uma pressão, ele pode medir a pressão.

1882
04:01:25.720 --> 04:01:31.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você pode gerar uma eletricidade e ele jogar um

1883
04:01:31.160 --> 04:01:40.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma onda de som de outra frequência e pode ser o contrário. Pode receber esse sinal, essa onda e medir

1884
04:01:40.480 --> 04:01:46.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a atenção gerada, que vai ser tudo proporcional. Nesse sentido,

1885
04:01:46.690 --> 04:01:52.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o som se propaga em velocidade diferente, dependendo do meio. Então, por exemplo, aqui exemplos no aço.

1886
04:01:53.430 --> 04:01:58.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quanto mais próximos as partículas, as moléculas

1887
04:01:59.340 --> 04:02:02.329
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tiverem mais rápido, vai ser a velocidade do sol.

1888
04:02:03.040 --> 04:02:04.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por exemplo, no aço,

1889
04:02:04.760 --> 04:02:12.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quase seis mil metros por segundo na água, aproximadamente um.quinhentos metros por segundo, e não há trezentos e quarenta e três metros por segundo.

1890
04:02:13.050 --> 04:02:19.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você tem a velocidade do som no ar nesse sentido.

1891
04:02:19.570 --> 04:02:33.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu vou mostrar depois o vídeo aqui. Mas basicamente, a gente vai ver sobre a medição por tempo de trânsito, e depois a medição por efeito dupla, que são dois princípios diferentes, mas o tempo de trânsito, que é o mais usado, o efeito dupla,

1892
04:02:34.060 --> 04:02:40.800
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse efeito hidropo acaba sendo muito mais usado, tipo, nos radares, nos medidores desse tipo

1893
04:02:43.130 --> 04:02:52.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medidor de velocidade, por exemplo, de carros radares usados, alguma coisa nesse sentido, o tempo de trânsito. Mas para a medição realmente de invasão.

1894
04:02:53.190 --> 04:03:01.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas o princípio de funcionamento dele é bastante interessante. É mais fácil olhar. Vamos ver o vídeo que o vídeo explica muito bem,

1895
04:03:01.870 --> 04:03:12.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas é o tempo de trânsito entre o tempo que a onda leva para sair, por exemplo, de um transmissor para o receptor e vice versa.

1896
04:03:12.800 --> 04:03:17.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse tempo, essa diferença de tempo do som,

1897
04:03:17.730 --> 04:03:23.009
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: viajar de A para B e de B para A, que não vai ser igual. Por quê?

1898
04:03:23.340 --> 04:03:30.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O fluido está se deslocando, por exemplo, aqui da esquerda para a direita, no sentido do fluido, a onda.

1899
04:03:31.400 --> 04:03:37.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela anda mais rápido porque o próprio fluido é a favor

1900
04:03:37.430 --> 04:03:43.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no sentido contrário. A onda sonora de B para a. Ela vai contra o fluxo.

1901
04:03:43.820 --> 04:03:46.320
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o tempo é um pouco maior.

1902
04:03:46.800 --> 04:03:52.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o tempo de A para B é menor do que o tempo de B para a. E essa diferença,

1903
04:03:53.430 --> 04:04:01.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ela é proporcional à velocidade que, por consequência, eu tenho um diâmetro aqui. Eu tenho uma.

1904
04:04:01.610 --> 04:04:02.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma vazão.

1905
04:04:05.210 --> 04:04:14.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, só que aqui tem um detalhe. Por exemplo, para o tempo de trânsito esse medidor não são adequados para medir fluidos que contêm partículas. Então isso aqui tem que ser fluido, limpo,

1906
04:04:15.270 --> 04:04:22.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque se tiver qualquer partícula no meio do caminho. Aqui só olha alguma coisa aqui. Você vai ter uma reflexão aqui que vai alterar essa

1907
04:04:22.960 --> 04:04:23.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tchau.

1908
04:04:25.340 --> 04:04:28.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o tempo muda, então você não pode utilizar.

1909
04:04:28.790 --> 04:04:34.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos ver o vídeo que fica bem tranquilo de entender

1910
04:04:34.890 --> 04:04:39.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o princípio de funcionamento do traçom por tempo de trânsito.

1911
04:04:44.860 --> 04:04:51.069
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Gerencie sua equipe e distribua as tarefas como quiser com o Hanhan Hunt. Quer ver as etapas. Use

1912
04:04:52.760 --> 04:04:57.189
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ultrassonic Puls are using piezoelectric Crystals Pietro

1913
04:04:57.520 --> 04:05:02.029
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the word Piezo Electricity Means electricity resulting From pressure

1914
04:05:02.450 --> 04:05:06.739
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o displacement do Crystal vai resultar na generalidade de uma voltage

1915
04:05:08.300 --> 04:05:17.819
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Conversely, aplicando um potencial electrónico para o crystal electrónico. Vai causar mudar a Shape and ring transformando a energia electrónica em

1916
04:05:18.380 --> 04:05:22.549
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a frequência a qual é determinada pela Shape of Crystal

1917
04:05:23.250 --> 04:05:30.090
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ultrassonic literalmente significa, após o audible Range of audible, ou frequências apenas dezassete zero Hertz

1918
04:05:30.920 --> 04:05:40.899
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mostram piezoelectric sensores design to produz frequências in the zero,cinco to 22 mhz range

1919
04:05:41.330 --> 04:05:48.020
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the sensor connect um actuador e um receber e é chamado um transducer when so usado

1920
04:05:48.440 --> 04:05:53.080
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: transducers are arranged in pairs when used in ultrassonic flow meters ultrassom

1921
04:05:53.660 --> 04:05:58.999
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: cada transducer produzes a sonic pulse quando energizado por um aplicado voltage

1922
04:05:59.430 --> 04:06:10.270
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: this pulse crosses through the fluid flowing in the pipeline and é recebido por outro transducer in the pair que converts the recebido, Sonic Pulse Into Electrical Energy.

1923
04:06:11.080 --> 04:06:21.720
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Nesse maneira, Pulse arem entre pairs de transducores, consideramos a flow

1924
04:06:22.110 --> 04:06:28.880
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the green canoe is traveling in the direction

1925
04:06:29.530 --> 04:06:44.649
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os bancos at the same time speed of the river currente

1926
04:06:45.970 --> 04:06:56.059
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sending ultrasson líquido em uma pipeline entre pairs of transducores is analogue to the two canoes

1927
04:06:58.190 --> 04:07:23.360
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the time different crossing the pipe against the flow velocidade de líquido um pair of transducers líquido the same

1928
04:07:23.790 --> 04:07:37.070
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: zero, indicando liquid is now flowing in the pipeline and the Transducers are sending and recebendo sonic pulses,

1929
04:07:37.380 --> 04:07:47.849
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: por favor the transit time for the green pulse travel in the direction for the red pulse that is traveling against the direction of flow

1930
04:07:48.150 --> 04:08:01.899
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the velocidade do líquido, movimentando atrás dos transducores. The velocidade de um líquido fluindo em uma pipeline. Não é uniforme através do diâmetro do Pipe

1931
04:08:02.590 --> 04:08:09.780
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The velocity Profile can be very parabolic for laminar Flow or relativamente Flatter for Turbulent Flow.

1932
04:08:10.750 --> 04:08:19.040
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um velocidade feito por um pair of transducores pode não ser representante da liquide. Velocidade livre.

1933
04:08:20.030 --> 04:08:24.339
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ultrassonic flow meters, ultrassons múltiplas pares de transducores,

1934
04:08:25.120 --> 04:08:31.960
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The velocity readings from pairs são variadas to represent the true liquide velocidade liquide

1935
04:08:32.710 --> 04:08:40.069
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the area do metro. Is precisely the velocidade é convertida para um outlet

1936
04:08:40.320 --> 04:08:43.400
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: representing the actual volume matrix flow rate

1937
04:08:45.500 --> 04:08:56.539
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: adicionar mais pairs to um ultrassonic flowmeter improves the uncertainty of the volumetricure volume but also metro em si

1938
04:08:59.170 --> 04:09:06.459
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: múltiplts designs are available to offer the mostra

1939
04:09:07.140 --> 04:09:14.079
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cameron lfm dois cem Series ultrassonic flow meters ultration are backed by over quarenta anos de experiência

1940
04:09:14.600 --> 04:09:23.510
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Efm ultrassonic flow meters Ulf provide

1941
04:09:24.990 --> 04:09:34.779
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: há ou replay, criando durabilidade e fator que não requer periodic verificação periódica.

1942
04:09:35.300 --> 04:09:43.050
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: All these características resultam em um lower cost ofertitude for the Ultrassonic Flow Meter Ultration em Comparison to Mecanical meters.

1943
04:09:45.470 --> 04:09:51.160
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Conheça o Smart. Track. Ultra instalação não invasiva em três minutos.

1944
04:09:51.620 --> 04:10:01.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que o princípio de funcionamento dele também é bastante interessante você usar tempo de trânsito.

1945
04:10:01.810 --> 04:10:09.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O nome já diz é distância entre o tempo que uma onda leva para ir de um lado para o outro.

1946
04:10:09.420 --> 04:10:11.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem a medição.

1947
04:10:12.410 --> 04:10:18.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, o que muda aqui, considerando o tipo de produto que vocês tem,

1948
04:10:19.010 --> 04:10:26.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a velocidade do som no fluido muda em função disso, é? Às vezes você tem.

1949
04:10:26.450 --> 04:10:29.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Para cada tipo de fluido. Você tem uma velocidade diferente.

1950
04:10:30.500 --> 04:10:34.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí esse cumprimento, essa distância que é conhecida,

1951
04:10:35.100 --> 04:10:39.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou, quer dizer, tem um diâmetro. Você tem um comprimento. Geralmente você fica assim com sensores,

1952
04:10:40.220 --> 04:10:43.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma certa defasagem, um determinado ângulo.

1953
04:10:44.430 --> 04:10:46.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí com isso. Você consegue medir

1954
04:10:46.810 --> 04:10:50.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: através dessa diferença de tempo aqui? O tempo de A para B

1955
04:10:50.780 --> 04:10:54.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem essa equação B pra: tem a outra. Então, quando você

1956
04:10:55.060 --> 04:10:58.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: faz a diferença, você vê que a

1957
04:10:59.010 --> 04:11:02.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: diferença de tempo. Então ela é proporcional à velocidade

1958
04:11:03.080 --> 04:11:07.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do sono fluido ali, a velocidade média do fluido

1959
04:11:08.100 --> 04:11:14.020
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para evitar problemas de você. Se você tem velocidade diferente, você usa múltiplos

1960
04:11:14.270 --> 04:11:18.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: últimos sensores aí para você calcular a velocidade média.

1961
04:11:19.390 --> 04:11:31.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você hoje tem algumas tecnologias já quer dizer, aqui com sensores fixos montado no instrumento. Então aqui, ou

1962
04:11:31.730 --> 04:11:43.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem a tecnologia que chama de Clampole, os sensores de ultrassom externos, que inclusive permite

1963
04:11:43.670 --> 04:11:46.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você possa fazer medições.

1964
04:11:47.700 --> 04:12:01.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Usar isso aqui como um padrão de medição para você colocar junto de uma tubulação que tem um outro medidor de invasão instalado

1965
04:12:02.310 --> 04:12:08.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e usar. Quer dizer, isso aqui for o teu padrão, você pode levar instalar ele numa tubulação

1966
04:12:08.920 --> 04:12:15.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o cuidado que você precisa ter. As informações com relação ao diâmetro da

1967
04:12:16.160 --> 04:12:19.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do tubo que você vai colocar a espessura tal direitinho,

1968
04:12:20.070 --> 04:12:25.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para que você possa parametrizar isso de modo a que

1969
04:12:26.180 --> 04:12:36.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa distância, esse comprimento aqui leva em consideração somente a parte interna de âmbito interno da da tubulação.

1970
04:12:38.020 --> 04:12:46.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você vê que os sensores estão basicamente instalados na tubulação. Se eles estiverem do lado de fora,

1971
04:12:46.920 --> 04:12:55.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: os sensores estiverem para o lado de fora, você tem a espessura da parede que tem que ser descontada. Tem que ser considerada. Mas são os tipos de tecnologia que hoje você tem.

1972
04:12:55.670 --> 04:12:59.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ter aqui o de Multifesh. Esse aqui, por exemplo. São quatro, né?

1973
04:13:00.690 --> 04:13:07.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um, dois, três, quatro, quatro sensores, posições meio diferentes para tentar pegar

1974
04:13:07.960 --> 04:13:18.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a velocidade média. E aqui você tem sensores externos aqui do outro lado, também. Você tem sensores montados do lado de fora.

1975
04:13:18.470 --> 04:13:23.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa é a tecnologia de é tempo de trânsito

1976
04:13:23.460 --> 04:13:29.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a outra aqui. Eu vou mostrar para vocês esse aqui. E depois a gente dá o nosso intervalinho aqui.

1977
04:13:30.300 --> 04:13:33.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a medição por efeito dupla,

1978
04:13:33.580 --> 04:13:40.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que também é ultrassom, mas só que o que muda nesse sentido, ali era o tempo de trânsito. Aqui

1979
04:13:41.120 --> 04:13:43.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente vai ver a

1980
04:13:44.260 --> 04:13:52.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o vídeo. O que muda é a frequência muda a frequência da onda. O efeito Doppler

1981
04:13:52.560 --> 04:13:58.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pressupõe a existência de uma partícula em movimento. Você tem uma onda

1982
04:13:58.190 --> 04:14:02.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que bate nessa partícula e volta. Então aqui não é nem pelo tempo.

1983
04:14:02.860 --> 04:14:20.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É pela mudança da frequência, porque ela sai numa frequência. E quando volta, ela volta em uma puta frequência diferente, a onda. E então essa vazão é proporcional a essa diferença de frequência

1984
04:14:20.640 --> 04:14:29.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: delta F aqui, diferença de frequência é proporcional a esse ângulo, que baixa na entrada do feixe,

1985
04:14:29.390 --> 04:14:32.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da velocidade do som e a velocidade do fluido.

1986
04:14:33.570 --> 04:14:38.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então esse princípio de ultrassom é muito utilizado

1987
04:14:38.570 --> 04:14:55.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em radares, porque o radar, você tem uma data fixa. Se você tem um objeto em movimento, então você tem uma onda que vai, bate e volta, e ele consegue medir em função desse deslocamento do objeto, saber qual é a velocidade

1988
04:14:55.510 --> 04:14:57.639
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que o objeto está se deslocando,

1989
04:14:58.440 --> 04:15:04.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí o efeito Doppler não é nem da questão de medição. Aqui tem um mídia que mostra

1990
04:15:04.450 --> 04:15:10.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: explicando o que é esse efeito Doppler. Essa questão da variação

1991
04:15:10.490 --> 04:15:13.389
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da frequência da onda. Ele é bem interessante.

1992
04:15:14.050 --> 04:15:22.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Que mostra que, dependendo da posição que está o observador, você vê, você ouve o som de forma diferente.

1993
04:15:23.090 --> 04:15:29.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por causa dessa diferença da frequência. Vamos ver aqui esse experimento.

1994
04:15:29.700 --> 04:15:33.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Depois a gente faz o nosso intervalinho aqui tá.

1995
04:15:41.850 --> 04:15:58.239
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Experiment The Week this Week the Doppler efecto passa com quando eles passaram.

1996
04:15:58.390 --> 04:16:04.799
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E isso para fazer isso, nós vamos usar duas câmeras. Nós vamos ter um aqui estacionado no centro da rodo

1997
04:16:04.910 --> 04:16:22.220
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: útil aqui. Cinto Euronews de

1998
04:16:40.090 --> 04:16:45.639
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para entender como o pão mudou quando o carro passou, nós vamos mudar para esta ronda

1999
04:16:45.900 --> 04:16:56.650
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e use um exemplo, porque, por exemplo, se eu classe, minha mão, saúde move

2000
04:16:57.010 --> 04:17:04.310
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a mesma forma que os Ripples mudam ebola a diferença.

2001
04:17:04.480 --> 04:17:08.680
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu preciso mudar minha fé.

2002
04:17:09.290 --> 04:17:35.650
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas estão muito próximos, porque minha fé, quando o carro altíssimo.

2003
04:17:35.870 --> 04:17:50.770
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Porque, Slawishna, então o Doppelin maior Windows e um Storm.

2004
04:17:51.300 --> 04:17:59.800
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você sabe é isso aí.

2005
04:18:01.090 --> 04:18:03.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o que ele explicou. Foi efeito Doppler em função da.

2006
04:18:03.940 --> 04:18:06.130
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A questão da variação da frequência.

2007
04:18:07.790 --> 04:18:10.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é interessante. Esse tipo de.

2008
04:18:11.390 --> 04:18:18.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, utilização maior utilização disso aqui é realmente invenção de radar, essas coisas todas.

2009
04:18:19.200 --> 04:18:23.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E medição de nível também.

2010
04:18:23.520 --> 04:18:25.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente vai ver.

2011
04:18:25.570 --> 04:18:29.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos falar ali, por exemplo, sobre uma medição de Calhap Action

2012
04:18:29.370 --> 04:18:39.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de canal aberto. Na verdade, você mede a vazão em função do nível que fica dentro dessa calha. Normalmente, o sensor de nível de nível é um sensorzinho desse de ultrassom

2013
04:18:40.190 --> 04:18:44.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que ele mede. Ele vai perceber essa variação

2014
04:18:44.490 --> 04:18:52.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: está mais próximo ou mais afastado dele do sensor para você ver a medição.

2015
04:18:54.580 --> 04:19:03.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, não sei. Se vocês acharem interessante. Isso, esse tipo de medição.

2016
04:19:03.670 --> 04:19:09.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos dar um outro intervalinho agora, para depois a gente ver aí a parte de medição é

2017
04:19:09.930 --> 04:19:12.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: outro tipo de medidor, que é por efeito término,

2018
04:19:13.090 --> 04:19:16.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é também um princípio bastante interessante. Pode ser

2019
04:19:18.500 --> 04:19:22.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dez para as três, três horas. A gente.

2020
04:19:22.410 --> 04:19:23.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente volta.

2021
04:19:23.970 --> 04:19:25.180
Rosangela Rajoy: Combinado, professor.

2022
04:19:26.720 --> 04:19:27.560
TARCISIO NOGUEIRA: Combinado.

2023
04:27:00.580 --> 04:27:02.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então vamos lá.

2024
04:27:02.730 --> 04:27:08.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O próximo instrumento de medição aqui na área de invasão.

2025
04:27:08.520 --> 04:27:12.959
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se é um, também é interessante esse tipo de medidor

2026
04:27:13.420 --> 04:27:17.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que o princípio de funcionamento dele chama por efeito térmico.

2027
04:27:18.170 --> 04:27:19.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele é baseado

2028
04:27:20.050 --> 04:27:27.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no princípio da dispersão térmica, ou seja, que é uma taxa de calor absorvido pelo fluido em movimento.

2029
04:27:27.610 --> 04:27:31.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa taxa de calor vai ser proporcional.

2030
04:27:31.760 --> 04:27:41.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A massa do fluido que está passando. Então aumentou a massa. Mas você está absorvendo calor. Você tem um sensor aquecido ali,

2031
04:27:41.870 --> 04:27:56.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: junto com o sensor de referência. E aí você tem então uma diferença de temperatura entre esses dois sensores e essa quantidade de massa do fluido que passa ali dentro, então absorve calor.

2032
04:27:57.860 --> 04:28:01.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E é isso. Essa variação

2033
04:28:01.530 --> 04:28:10.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dessa taxa de fluxo de variação dessa questão, da quantidade de calor dissipada, ela é proporcional a essa massa deslocada.

2034
04:28:11.040 --> 04:28:15.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É interessante. Então esses medidores de invasão

2035
04:28:15.500 --> 04:28:19.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de fluxo que acabam. Você está medindo basicamente, a massa térmica.

2036
04:28:19.940 --> 04:28:22.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem um.

2037
04:28:22.710 --> 04:28:26.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você consegue medir com precisão o fluxo de massa

2038
04:28:26.990 --> 04:28:30.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em oposição à medição do fluxo volumetro,

2039
04:28:31.360 --> 04:28:33.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você consegue medir a massa de gás

2040
04:28:34.320 --> 04:28:41.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e não só de gases línguas, mas também de outros, que você tem algumas aplicações que estão sendo utilizadas.

2041
04:28:42.150 --> 04:28:53.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vou mostrar no vídeo o princípio melhor de funcionamento dele que o vídeo é interessante, mas você tem usado. Você tem aplicações desse medidor

2042
04:28:54.530 --> 04:29:06.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na questão de fluxo de distribuição de ar comprimido no consumo de gás natural, por exemplo, para queimadura e controle de alimentação de ar para caldeira, também no controle de chaminé

2043
04:29:06.230 --> 04:29:11.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou gás de combustão, que aí você tem também essa monitoração ali, para ver.

2044
04:29:12.100 --> 04:29:15.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, a qualidade da queima,

2045
04:29:15.830 --> 04:29:22.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que chama recuperação de gás de aterro. O gás que é formado lá. Você consegue também medir

2046
04:29:22.790 --> 04:29:26.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa concentração. Essa quantidade de gás,

2047
04:29:26.250 --> 04:29:42.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medição de flare gás. É o gás que vai para queimar o gás de resíduo, mistura de fluxo de gás e até mesmo deteção e vazamento de gás com esse sensor aqui. Se você tem uma determinada, você pode ter um vazamento com isso. Você

2048
04:29:42.630 --> 04:29:49.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se tiver um vazamento, por exemplo de gás. Você consegue perceber por essa variação da massa em função dos dois.

2049
04:29:49.460 --> 04:29:56.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Os dois sensores que você tem, basicamente, são dois sensores de temperatura Rtd, Termorresistores.

2050
04:29:56.520 --> 04:29:58.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um é aquecido e o outro não.

2051
04:29:58.930 --> 04:30:03.680
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, essa quantidade de massa de gás que passa muda essa temperatura.

2052
04:30:04.480 --> 04:30:08.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos no vídeo que o vídeo explica bem isso aqui. Bem legal.

2053
04:30:13.040 --> 04:30:15.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse vídeo é também adentro.

2054
04:30:17.590 --> 04:30:28.559
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Das mais diversas gases são transportadas e distribuídas Every Day

2055
04:30:31.840 --> 04:30:43.289
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the Basic. Deste princípio pode ser trazido ao Fisic. Louis vesso King em mil novecentos e quarenta. Ele matematicamente descrita Transport em flows

2056
04:30:45.230 --> 04:30:50.889
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: here is how this movement works

2057
04:30:52.280 --> 04:30:58.560
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fora flowmeters são dois temperos sensores. Protruding into the tubeth.

2058
04:30:58.910 --> 04:31:03.460
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eles são nome como Pt cem resistance thermometers resistance

2059
04:31:04.390 --> 04:31:11.960
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: um desses sensores mesures a actual gás temperatura actual como a referência, independentemente da Flow, velocidade

2060
04:31:12.840 --> 04:31:25.829
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The energética se mantenha entre os dois sensores. Por exemplo, dez

2061
04:31:27.280 --> 04:31:32.729
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: If there is no flow the differential temperatura entre os dois sensores. Does not change.

2062
04:31:33.740 --> 04:31:42.390
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As longas fluído começa a fluir e a Tub é escondida da temperatura sensor via the gás fluindo atrás

2063
04:31:42.550 --> 04:31:52.880
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a febre the corresponding e compensated imediatamente. By adicionar mais corrente.

2064
04:31:53.160 --> 04:31:58.469
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como resultado, a temperatura é continuamente mantenedor.

2065
04:31:59.350 --> 04:32:05.270
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The heat requisito de manter a temperatura é proporcional. To the cooling efeito

2066
04:32:05.450 --> 04:32:13.799
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: directory for the mass flow in the pipe the flow velocity

2067
04:32:14.010 --> 04:32:20.049
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: sensor the better the heating, necessariamente

2068
04:32:21.640 --> 04:32:30.819
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma alternativa. Adaptação alternativa do princípio alternativa. Mantém a corrente em uma constante constante, e então mesures o aumento em temperatura diferencial.

2069
04:32:32.320 --> 04:32:37.140
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas como a queda transferida da temperatura para.

2070
04:32:38.800 --> 04:32:39.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É Down.

2071
04:32:42.530 --> 04:32:44.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É da parede.

2072
04:32:44.200 --> 04:32:52.749
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Workshops flow and the heated or heating currente.

2073
04:32:53.040 --> 04:33:00.559
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como resultado, a temperatura é continuamente mantenedamente por adicionar como resultado.

2074
04:33:01.040 --> 04:33:03.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu queria parar aqui.

2075
04:33:03.920 --> 04:33:10.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele mostra basicamente dois princípios. Um deles só para fixar. Você tem

2076
04:33:11.080 --> 04:33:25.360
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma diferença de temperatura que é mantida constante. Então, quando você tem o fluxo de massa do fluido, o sensor aquisido baixa temperatura. Ele joga mais corrente para voltar a manter a diferença de temperatura igual.

2077
04:33:25.740 --> 04:33:38.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí o que ele mede internamente, o circuito. É essa diferença de corrente que acaba proporcionando a massa de fruto, o outro, ele simplesmente mantém a mesma intensidade corrente de aquecimento.

2078
04:33:38.990 --> 04:33:46.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um fica aquecido e aí, como o fluido rouba o calor, ele resfria aí. Ele mere a diferença de temperatura.

2079
04:33:46.730 --> 04:34:00.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, um método é medir a diferença de energia gerada eletricidade de corrente gerada para manter o resistor a outra mede a diferença de temperatura dos dois sensores.

2080
04:34:02.540 --> 04:34:05.070
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Putz, que coisa! Que chato.

2081
04:34:06.770 --> 04:34:13.359
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: When the heat isentro da temperatura via the gás flowing back.

2082
04:34:13.520 --> 04:34:16.310
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A febre pela flor.

2083
04:34:16.860 --> 04:34:23.839
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O correspondente cooling é compensated imediatamente por adicionar mais alta corrente.

2084
04:34:23.849 --> 04:34:24.309
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí ele já.

2085
04:34:24.310 --> 04:34:29.450
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As A result the Target é continuamente mantenedor.

2086
04:34:30.320 --> 04:34:36.239
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The heat requisito de manter a temperatura é proporcional ao efeito

2087
04:34:36.410 --> 04:34:44.759
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e depois é um Direct Flow in the Pipe The Flow Velocity

2088
04:34:44.980 --> 04:34:51.039
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Cooling of the Heater Sensor The Better the Heating requisitos

2089
04:34:52.610 --> 04:35:01.700
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma alternativa adaptição alternativa do princípio alternativa à constante, constante, e então mesures. O aumento em temperatura diferencial.

2090
04:35:01.700 --> 04:35:03.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse é o modo alternativo.

2091
04:35:03.450 --> 04:35:09.540
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: But how the heat transfer to the gás flowing past.

2092
04:35:11.080 --> 04:35:16.399
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa sequência shows that the heat is transfer moléculas gás

2093
04:35:16.720 --> 04:35:23.760
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: quando a gás flows back as moléculas, absorve pockets e cause along with the flow

2094
04:35:24.800 --> 04:35:28.669
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the fast food the gás flores the more they absorve The heat

2095
04:35:29.099 --> 04:35:38.609
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: the Heat Transfer. Ou pior temperatura. Há mais gás, moléculas na pipeline.

2096
04:35:38.820 --> 04:35:43.530
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: The Mayor, número de moléculas resultados em mais contato com o sensor

2097
04:35:43.710 --> 04:35:48.319
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: fluídio do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer, do câncer,

2098
04:35:49.759 --> 04:36:02.790
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: propriedades do gás, por exemplo, a mesma Mass Flow the high thermal, conductividade de Hydrogen venceu aqui em Green

2099
04:36:02.910 --> 04:36:11.369
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Causas cooling, que é cem vezes maior do que com ar for um precise importante.

2100
04:36:11.500 --> 04:36:15.759
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: That the propriedades, especificidades do gás são necessárias e são consistentes.

2101
04:36:16.470 --> 04:36:22.260
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Flow management using the thermal principle is also in large pipes e duts

2102
04:36:22.590 --> 04:36:31.429
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: there are inserted Into the pipe via um standard process connection.

2103
04:36:31.650 --> 04:36:39.360
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É importante que a necessidade inserção seja respeitada para que o medicamento seja mantido no correto ponto correto

2104
04:36:39.560 --> 04:36:46.960
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: for that one it is essencial to program the actual internal pipe diameter for all insertion meters

2105
04:36:47.180 --> 04:36:56.449
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: correct insertion for rectangular and square Ducting Found in factories ou Air circulation systems

2106
04:36:57.110 --> 04:37:10.750
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com endres and hauser. Muitas gases diferentes e misturas podem ser acurentamente em longo processo e longa flu velocidades longas.

2107
04:37:15.140 --> 04:37:19.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você vê que é outra aplicação bastante interessante.

2108
04:37:19.599 --> 04:37:22.490
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse tipo de de medidor.

2109
04:37:26.140 --> 04:37:27.910
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, é.

2110
04:37:28.220 --> 04:37:43.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estamos chegando aqui ao final depois desse aqui. Acho que só o cada parte, o medidor tipo Coriolis também é bastante interessante o medidor que pode ser utilizado tanto na medição de vazão na medição volumétrica quanto na medição máscara,

2111
04:37:44.130 --> 04:37:50.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele basicamente, ele chama Coriolis, porque o princípio dele é da

2112
04:37:51.119 --> 04:37:54.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é do princípio da Lei de Coriolis, que é

2113
04:37:55.390 --> 04:37:59.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem a ver com a questão da força centrífuga

2114
04:38:00.029 --> 04:38:04.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que você tem existente em movimentos circulares.

2115
04:38:04.860 --> 04:38:15.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando você tem basicamente o seguinte: ele é composto por basicamente um ou dois sensores no homem. São dois sensores que são instalados

2116
04:38:15.230 --> 04:38:20.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dessa forma, basicamente, em sensores tipo U, algumas outras tipo B um S.

2117
04:38:21.080 --> 04:38:27.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E você tem uma determinada frequência de oscilação desses sensores.

2118
04:38:27.919 --> 04:38:45.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quando você não tem fluido nenhum. Eles oscilam numa determinada frequência. E aí, quando passa o produto, ele é basicamente assim, sem invasão nenhuma. Você tem uma determinada frequência. Então você tem um sensor na entrada e um sensor na saída.

2119
04:38:46.320 --> 04:38:54.699
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Considerando que não tem fluxo nenhum, não tem entrada nem saída. Mas se o fluido estiver dentro da esquerda para a direita, você tem um sensor desse lado aqui

2120
04:38:54.840 --> 04:39:11.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos tubos e o outro desse outro lado dos tubos. E aí você vê que as ondas estão em fase, e a frequência de oscilação desses tubos é igual quando você tem um produto aqui dentro. Você percebe, lógico que está bem forçado.

2121
04:39:12.029 --> 04:39:19.480
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem uma oscilação diferente. Esses tubos têm uma certa distorção.

2122
04:39:19.660 --> 04:39:31.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a onda detectada aqui vai ser diferente dessa aqui. E essa defasagem da onda é proporcional à vazão que está passando aqui dentro.

2123
04:39:33.279 --> 04:39:53.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, da mesma forma que você pode ter essa oscilação em função da vazão que está passando aí dentro. Se você também mudar o produto, usar produtos diferentes com densidade diferente. A oscilação muda. É como se tivesse nesse exemplo aqui, se você pegar uma determinada massa

2124
04:39:53.700 --> 04:40:08.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e botar ela para oscilar. Ela vai oscilar com uma frequência, pegar essa massa, substituir, colocar uma outra de densidade diferente. A frequência vai mudar. Então, quer dizer, a frequência de oscilação do tubo muda com a densidade

2125
04:40:09.260 --> 04:40:23.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do produto que passa ali dentro. Você vê quanto maior a densidade, menor a frequência de oscilação. Então você pode medir tanto a densidade de produto, ou você pode medir também

2126
04:40:25.020 --> 04:40:27.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a vazão. Então, se você mede

2127
04:40:27.520 --> 04:40:30.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vazão e densidade, você tem massa,

2128
04:40:31.290 --> 04:40:36.190
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você tem volume e tem densidade. Você tem massa, então você pode medir a massa.

2129
04:40:37.010 --> 04:40:47.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele é bastante interessante. O princípio de funcionamento. E aí nada melhor do que a gente ver um vídeo didático aqui que explica esse funcionamento para vocês aqui.

2130
04:40:53.110 --> 04:41:00.600
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Meu trabalho é fácil, porque eu uso click up. É assim que eu acompanho todas as minhas tarefas. Eu começo despejando,

2131
04:41:01.350 --> 04:41:06.100
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: designadamente altíssimo rendimento.

2132
04:41:06.940 --> 04:41:10.830
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: El Citrans Fc quatro cem, treze de Siemens,

2133
04:41:11.540 --> 04:41:14.949
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: caudalímetro Coriolis, que marca nuevos rombos

2134
04:41:16.930 --> 04:41:28.949
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: El Término Coriolis describe la Fuerza física que actúa sobre un Cuerpo, que es sometido a aceleración dentro de un sistema en rotación por ejemplo una esfera que se encuentra sobre un disco en rotación

2135
04:41:29.270 --> 04:41:37.759
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: su movimiento es rectilíneo pero si el observador gira la park con el disco la esfera. Aparentemente se desvia

2136
04:41:37.970 --> 04:41:49.229
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: el mismo efecto se produce en una manguera de agua que al igual que una, comba gira alrededor de su proprio eje tan pronto, como fluye agua a través de la manguera esta se tuerce

2137
04:41:51.850 --> 04:41:59.849
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: también ocurre en un movimiento vibratorio la torsión es mayor o menor dependiendo de cuánta. Agua pasa a través de la manguera

2138
04:42:00.000 --> 04:42:05.240
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de esta manera es posible determinar la masa de líquidos dezasseis

2139
04:42:06.800 --> 04:42:12.940
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: el caudaline entre os Citrans Eft quatro cem, treze de Siemens funciona según el mismo, principio

2140
04:42:13.430 --> 04:42:26.850
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dos tubos metálicos colocados simétricamente son sometidos a vibraciones generadas por un oscilador ubicado en la parte inferior los. Tubos Vibran con una frecuencia. Propia de manera similar a un diapason

2141
04:42:27.020 --> 04:42:33.710
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: la vibración es medida con gran exactitud por dos pick ups, tanto en el lado de entrada como de salida

2142
04:42:34.300 --> 04:42:40.680
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: al fluir líquidos, o gases a través de los tubos se produce un desfase, tal y como ocurre con la mangueira de Agua

2143
04:42:41.430 --> 04:42:56.100
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: los pick ups miden el Desfase Espacial y temporal. Este desfase constituye un claro. Indicio que refleja cuánto líquido o gas Fluye a través de los tubos puesto que cuánto Mayor Sea la cantidad tanto Mayor será la Vibración de Los Tubos hacia el exterior.

2144
04:42:56.100 --> 04:43:01.779
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esta vez, Siemens no solo presenta un nuevo aparato Coriolis para medir caudales más

2145
04:43:02.550 --> 04:43:15.020
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: gracias a la profesión de cada detalhe. Y a su diseo compacto. El citrans Epd quatro cem treze constituye una pequea revolución un caudalímetro a un multiparámetro de altíssima viabilidad

2146
04:43:15.380 --> 04:43:24.090
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: además de la masa el aparato puede medir la Densidad de un medio es bien sabido que los medios con una densidad alta tienen una frecuencia más Baja,

2147
04:43:24.240 --> 04:43:28.990
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o dicho de otra manera el agua vibra por una frecuencia inferior a la del Aire,

2148
04:43:29.240 --> 04:43:37.819
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: partir de los. Resultados de Medición se pueden derivar parámetros muy variados como por ejemplo la concentración de sólidos en un líquido, o El Volumen

2149
04:43:37.820 --> 04:43:51.340
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Los Datos y Los Resultados se almacenan internamente, así como en la inovadora Sensorflash Estos están disponibles en todo momento como copia de seguridad al igual que la función de rastro de auditoría y todos los certificados.

2150
04:43:51.880 --> 04:43:55.940
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desenho excepcional, único, altíssimo rendimento.

2151
04:43:56.080 --> 04:43:59.979
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: El Citran Cpt quatro cem, treze de Siemens.

2152
04:44:00.110 --> 04:44:02.050
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Design for excellence.

2153
04:44:07.670 --> 04:44:08.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom. Ó,

2154
04:44:11.990 --> 04:44:13.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse vídeo também.

2155
04:44:14.060 --> 04:44:21.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu acho interessante, porque ele é bastante didático. Que mostra como é que funciona.

2156
04:44:21.340 --> 04:44:25.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a questão da oscilação. Então ele fala

2157
04:44:25.700 --> 04:44:30.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na questão da medida da densidade, até por essa.

2158
04:44:31.230 --> 04:44:34.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa figura aqui, ele mostra lá até no vídeo também. Esse exemplo.

2159
04:44:36.120 --> 04:44:46.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Massa diferente tem uma oscilação diferente. Aí ele fala que a densidade, o líquido tem uma vibração menor do que o ar. Você vê aqui pela densidade.

2160
04:44:47.140 --> 04:44:55.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui, por exemplo, a água, uma determinada frequência menor do que tem cidade mais baixa

2161
04:44:56.150 --> 04:44:58.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para o ar. Por exemplo, você tem uma frequência maior.

2162
04:44:59.070 --> 04:45:07.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então você pode medir desde líquidos até gases usando esse tipo de medição

2163
04:45:08.540 --> 04:45:15.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: em alguns laboratórios, quem faz medição de calibração de medidores de invasão. E tal

2164
04:45:15.390 --> 04:45:23.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como a densidade, é um parâmetro importante do fluido na hora que você vai calibrar o medidor volumétrico, por exemplo.

2165
04:45:23.580 --> 04:45:33.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou mesmo um editor em massa. Densidade. É importante você medir a densidade do fluido ali, usando um medidor Coriolis.

2166
04:45:33.560 --> 04:45:40.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você compensa. Corrige resultado lá, em função da medição da da densidade do fluido

2167
04:45:40.980 --> 04:45:47.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que está passando no no medidor, porque às vezes você, por exemplo, calibra usando

2168
04:45:47.840 --> 04:46:06.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a água. Mas o medidor depois vai ser montado lá no campo e vai medir um outro produto que não tenha densidade igual a água. Mas você pode corrigir usando na calibração, usando a densidade do fluido que você está passando no medidor propriamente dito.

2169
04:46:06.350 --> 04:46:10.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser usado esse medidor.

2170
04:46:10.630 --> 04:46:13.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu também não sei se vocês já tinham

2171
04:46:13.630 --> 04:46:18.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: conhecimento. Tiveram contato com o medidor desse tipo é

2172
04:46:19.120 --> 04:46:27.829
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Coriolis. Você lembra do início ali, mostrando aquela força de repulsão lá, que é o Efeito Coriolis.

2173
04:46:28.590 --> 04:46:33.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma força existente em função da questão da rotação da Terra.

2174
04:46:33.770 --> 04:46:36.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente está impactado, por isso.

2175
04:46:37.320 --> 04:46:42.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é um efeito. Usa esse princípio aí bastante interessante.

2176
04:46:42.290 --> 04:46:45.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Já tinham contato, conhecimento dele.

2177
04:46:48.040 --> 04:46:52.240
ENAIELLY CRUZ: Já tinha ouvido falar, mas contato físico assim não.

2178
04:46:53.290 --> 04:47:00.850
TARCISIO NOGUEIRA: Já está ali para o meu medidor em laboratório, que utiliza esse tipo de medidor para calibrar.

2179
04:47:02.020 --> 04:47:03.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como padrão.

2180
04:47:03.250 --> 04:47:04.640
TARCISIO NOGUEIRA: Eis como padrão.

2181
04:47:04.900 --> 04:47:05.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Legal.

2182
04:47:06.460 --> 04:47:10.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele pode ser usado, né? Como falei, ele pode ser usado para medir.

2183
04:47:10.840 --> 04:47:20.960
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É massa, volume pode ser usado como densímetro, medição de densidade. Então ele tem uma aplicação muito boa.

2184
04:47:21.440 --> 04:47:22.730
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bastante útil.

2185
04:47:23.560 --> 04:47:33.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem vários fabricantes. Mostrei aí um da cime. Peguei o vídeo da cime que não. Acho que nem é um dos mais utilizados aqui. Não, mas eu achei o vídeo deles muito,

2186
04:47:34.330 --> 04:47:37.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: muito didático de mostrar o funcionamento.

2187
04:47:38.890 --> 04:47:43.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É, mas basicamente é isso aí.

2188
04:47:44.310 --> 04:47:51.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então vamos ver agora finalizar essa parte de uma edição de vazão com um medidor tipo Calhapachium.

2189
04:47:51.410 --> 04:47:58.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você às vezes você pode medir a vazão em canais abertos. Você pode medir canais abertos, medo de rio, invasão, de rio e tal.

2190
04:47:59.930 --> 04:48:06.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E esse tipo de instrumento, a calha, a parte nada mais é do que da verdade.

2191
04:48:06.640 --> 04:48:13.809
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma restrição que você coloca no canal, de modo a criar

2192
04:48:14.000 --> 04:48:19.299
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma depressão, um nível interno aqui dentro dessa calha.

2193
04:48:20.450 --> 04:48:31.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Normalmente ela tem esse formato aqui tem uma garganta com isso aqui você também aumenta. Como diz a velocidade aqui você pode vir em uma velocidade maior, mas aí de repente você aumenta aqui.

2194
04:48:32.060 --> 04:48:45.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem um projeto direitinho. Tem toda uma especificação, um projeto adequado. Essa cara tem que ser montada bastante

2195
04:48:47.070 --> 04:48:51.709
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: no nível. Não pode ter inclinações nem laterais nem

2196
04:48:52.880 --> 04:49:00.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: nem de comprimento. Ela tem que estar bem nivelada em relação ao fluxo que se vai passar

2197
04:49:00.640 --> 04:49:06.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e ela cria internamente aqui dentro para poder medir. Você vê que esse.

2198
04:49:07.220 --> 04:49:19.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa peça aqui, esse sensor que está aqui. Isso aqui normalmente é um sensor de nível usando o princípio por ultrassom. Então emite uma onda sonora aqui

2199
04:49:20.030 --> 04:49:28.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e ela bate no fluido e volta usando o o efeito dupla.

2200
04:49:28.520 --> 04:49:39.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vendo essa diferença de frequência, você faz uma relação com relação à altura desse. Dessa

2201
04:49:39.700 --> 04:49:50.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: desse líquido em relação ao sensor. E essa altura é proporcional à vazão do líquido que está passando aqui.

2202
04:49:51.150 --> 04:49:57.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, essa altura, dentro dessa calha, ela varia em função da vazão.

2203
04:49:57.760 --> 04:49:59.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quanto maior a vazão,

2204
04:49:59.600 --> 04:50:12.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: maior a altura, quanto menor a vazão, menor a altura. E aí com isso, você faz a medição do nível usando esse princípio. Então isso aqui pode. É usado para canais abertos.

2205
04:50:12.960 --> 04:50:16.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você pode usar isso aqui para tratamento

2206
04:50:16.420 --> 04:50:26.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tratamento de água, tratamento de esgoto, tratamento de rejeitos industriais e tal para você ver de que maneira. Qual é a vazão que está sendo

2207
04:50:27.060 --> 04:50:28.790
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é detetada tal.

2208
04:50:29.290 --> 04:50:34.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então ele é bem simples, não que o projeto dele não tenha a sua.

2209
04:50:35.040 --> 04:50:38.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A sua é, e aí

2210
04:50:38.940 --> 04:50:57.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: seus pormenores, especificação. Medidas corretas aqui, em termos de down de Jump, mas de inclinação de perfil aqui na hora de montar. Então você tem lógico, um monte de detalhes aqui, construtivos e de montagem.

2211
04:50:58.580 --> 04:51:03.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas é relativamente simples. Você tem uma escalinha aqui. Você tem um nível que varia com

2212
04:51:03.660 --> 04:51:12.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com a vazão e você mede a vazão aqui através. Hoje em dia você usa muito sensores por ultrassom,

2213
04:51:13.250 --> 04:51:17.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas às vezes, em alguns casos, tem outros tipos de medidores

2214
04:51:18.360 --> 04:51:22.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu sou um pouco mais simples, porque às vezes aqui tem muita

2215
04:51:22.700 --> 04:51:25.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porra, muita partícula, muita coisa aqui

2216
04:51:25.710 --> 04:51:31.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que pode estar em suspensão. Que a medição de nível aqui não seja por ultrassom, seja o

2217
04:51:31.660 --> 04:51:35.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o mais adequado, mas você pode ter alguns outros tipos de medidores.

2218
04:51:35.950 --> 04:51:40.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um bastante utilizado. Mais antigo, inclusive.

2219
04:51:40.410 --> 04:51:43.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um sistema que chama por borbulhador.

2220
04:51:43.780 --> 04:51:48.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você injeta um tubo aqui dentro do líquido

2221
04:51:49.180 --> 04:51:52.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui. Quase que tocando o fundo aqui

2222
04:51:52.710 --> 04:51:56.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e borgulhador. Porque você mantém uma pressão de ar

2223
04:51:57.600 --> 04:52:02.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: suficiente para que esse borbulhador consiga ainda borbulhar

2224
04:52:02.950 --> 04:52:09.590
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o ar. Consigo sair mesmo na máxima altura, aqui projetada da calha.

2225
04:52:10.180 --> 04:52:16.669
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí analisa o seguinte: você tem um ar que está sendo expulso por um tubo.

2226
04:52:16.920 --> 04:52:22.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a pressão internamente desse tubo de ar vai mudar

2227
04:52:22.740 --> 04:52:28.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com a contrapressão exercida pela altura do líquido concordam comigo?

2228
04:52:28.360 --> 04:52:40.890
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se você tem uma contrapressão, se tem um nível da cara que está subindo, você tem nesse tubo que está mergulhando uma contrapressão. Então a pressão interna vai variar.

2229
04:52:42.380 --> 04:52:47.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a variação dessa pressão interna desse tubo, ela é proporcional

2230
04:52:48.200 --> 04:52:56.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a vazão da calha. E aí você pode emitir essa diferença de pressão usando um vendedor de pressão diferencial,

2231
04:52:57.570 --> 04:52:59.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: usando o medidor de pressão diferencial,

2232
04:53:00.330 --> 04:53:04.049
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde a situação do nível mais baixo,

2233
04:53:04.320 --> 04:53:07.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a pressão vai ser a menor,

2234
04:53:09.530 --> 04:53:15.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a contrapressão vai ser menor no nível mais alto, a contrapressão vai ser maior, ou seja,

2235
04:53:15.800 --> 04:53:33.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a medida acaba sendo contrária. Quer dizer, num nível mais baixo. Você tem uma pressão maior, interna num nível mais alto. Não é isso mesmo. Você tem uma pressão, uma contrapressão maior interna. Então a pressão interna ali acaba diminuindo.

2236
04:53:33.970 --> 04:53:36.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você mede essa diferença de pressão.

2237
04:53:38.680 --> 04:53:40.799
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você merece a diferença de pressão.

2238
04:53:40.960 --> 04:53:43.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não sei se o que eu expliquei.

2239
04:53:43.880 --> 04:53:46.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vocês conseguiram entender isso. Que eu estou falando,

2240
04:53:52.300 --> 04:53:57.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ficou entendido esse outro princípio de fora.

2241
04:53:57.430 --> 04:53:58.909
TARCISIO NOGUEIRA: Dela tem dito.

2242
04:53:59.130 --> 04:54:00.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É mesmo, né?

2243
04:54:00.370 --> 04:54:05.749
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas hoje em dia, com os medidores de ultrassom, sempre tem inclusive até

2244
04:54:05.960 --> 04:54:18.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: radar. Pode usar alguma coisa assim nesse sentido. Mas é mais sofisticado. Mas o medidorzinho de ultrassom aí é tranquilo de ser usado. São sensores. Hoje mais são sensores baratos e fáceis de utilizar.

2245
04:54:18.820 --> 04:54:22.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então essa tabelinha aqui, que tem no material de vocês, aí também

2246
04:54:23.060 --> 04:54:36.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dar um resumo das principais aplicações dos medidores de vazão em termos de utilização e de aplicações.

2247
04:54:36.510 --> 04:54:48.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Alguns eu não comentei, mas tem outros, mas eu cheguei a falar muito, rápido, mas um dos medidores. A gente viu placa de edifício. Mas você pode ter uma maconha. A gente falou sobre juventude. Falou sobre Vocal falou sobre Pitot.

2248
04:54:48.790 --> 04:55:04.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem uma outra aqui que chama curva Elba Meter, que é uma curva. Aí você pede a pressão diferencial na parte interna e a parte externa tem outro tipo. Medidor. Área variável. A gente viu deslocamento positivo, turbina, vórtice magnético,

2249
04:55:04.790 --> 04:55:11.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Doppler ultrassom dupla efeito de trânsito massico coreólio termal, calha aberta.

2250
04:55:12.420 --> 04:55:14.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí os tipos de serviço.

2251
04:55:14.430 --> 04:55:17.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A arranjabilidade, que é o nome da

2252
04:55:17.970 --> 04:55:22.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o portuguesado do inglês range, que é faixa.

2253
04:55:22.970 --> 04:55:26.540
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Angelabilidade é conhecida aí como a

2254
04:55:26.810 --> 04:55:33.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vazão. A capacidade do medidor de vazão mínima à vazão máxima

2255
04:55:33.070 --> 04:55:47.649
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: indica como é que ele é capaz de medir com a precisão aceitável. Então você vê que tem. É como se você pudesse medir até a vazão mínima, por exemplo, pode medir até quatro vezes essa vazão

2256
04:55:48.410 --> 04:55:53.139
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, por exemplo, de um a três, um a quatro.

2257
04:55:53.410 --> 04:55:59.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esses medidores aqui, de diferenciais de pressão chama de

2258
04:55:59.400 --> 04:56:03.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: perda de carga. A gente tem uma rangibilidade não muito alta.

2259
04:56:03.320 --> 04:56:16.849
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Outros medidores já têm uma rangliabilidade maior deslocamento positivo, dez para um, dez para um. Turbina, vinte para um. O eletromagnético, quarenta para um. Ou seja, você tem uma faixa de medição muito grande.

2260
04:56:19.980 --> 04:56:22.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí você tem aqui as.

2261
04:56:22.890 --> 04:56:41.079
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: As perdas de pressão em termos é alta, é baixa ou não a precisão típica, os comprimentos. Livre necessário. Lembra que eu falei dez a trinta, cinco a vinte outros não são aplicáveis, não tem muita aplicabilidade e tal

2262
04:56:41.560 --> 04:56:47.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: efeito de viscosidade custo. Então é uma tabelinha que te dá uma noção.

2263
04:56:47.960 --> 04:56:59.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E esse último videozinho aqui é bem interessante que eu chamei aqui dá exemplo. Na indústria quatro.zero que ele incorpora algumas coisas numa tecnologia bem interessante, avançada.

2264
04:56:59.180 --> 04:57:08.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele incorpora medição de pressão temperatura e de vazão dentro de uma válvula de controle, que é muito interessante esse processo aqui

2265
04:57:08.450 --> 04:57:11.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que eu queria mostrar para vocês aqui não é.

2266
04:57:13.850 --> 04:57:15.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É uma tecnologia nova.

2267
04:57:16.190 --> 04:57:21.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu confesso que não dá. Não vi isso aqui no Brasil? Não, mas ele é interessante.

2268
04:57:28.270 --> 04:57:31.670
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Editor de ultrassom. Uma bomba de controle.

2269
04:57:31.670 --> 04:57:33.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Temperatura e pressão.

2270
04:57:33.650 --> 04:57:36.320
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Temporada na válvula

2271
04:57:46.510 --> 04:57:49.320
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: solimere. Invasão direta na entrada.

2272
04:57:50.170 --> 04:57:51.210
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Velha preta.

2273
04:57:56.240 --> 04:57:57.639
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deve ter arroz não fácil

2274
04:58:10.740 --> 04:58:11.910
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para o Wi Fi.

2275
04:58:22.370 --> 04:58:23.940
Audio shared by Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Diagnóstico de guerra.

2276
04:58:45.420 --> 04:58:50.279
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É a tecnologia que a gente chama da indústria quatro.zero que você fazia.

2277
04:58:50.510 --> 04:58:59.030
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu uso toda a parte de censoramento para poder dar essas essas medições.

2278
04:58:59.550 --> 04:59:12.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o interessante é que essa válvula tem também um sistema interno software de autodiagnóstico que ele pode detetar. Se tem alguma coisa que não está funcionando direito, se requer uma manutenção.

2279
04:59:13.550 --> 04:59:16.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem alguma medição indevida.

2280
04:59:16.410 --> 04:59:27.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É muito interessante essa tecnologia, e ela pode ser integrada dentro dos sistemas de tanto

2281
04:59:27.920 --> 04:59:38.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: internet comum. Usando Wi Fi através de cabos de conexão. A rede de transmissão pata vinte milliampé ou internet. Então é muito

2282
04:59:38.990 --> 04:59:40.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: interessante.

2283
04:59:41.640 --> 04:59:44.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então, feito essa revisão de vazão.

2284
04:59:45.070 --> 04:59:54.520
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Vamos começar aqui a parte da metrologia em si, já que a gente está falando sobre calibração, submissão, então é importante a gente

2285
04:59:55.070 --> 05:00:06.870
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: avaliar a incerteza de medição. Não existe nenhuma medida que seja realizada sem uma incerteza associada, então toda medição realizada apresenta uma incerteza de medição associada,

2286
05:00:07.060 --> 05:00:10.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que depende da qualidade do instrumento do tipo e tal.

2287
05:00:11.210 --> 05:00:22.010
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente viu vários tipos de medidores de vazão. Uns têm mais incertezas, outros têm menos incertezas. Têm mais exatidão, menos exatidão

2288
05:00:22.480 --> 05:00:30.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do que outro. Então é importante que a gente avalie a aplicação disso agora, com certeza.

2289
05:00:30.320 --> 05:00:40.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não tenho dúvida. Certeza de que sempre haverá uma incerteza na medição realizada por qualquer sistema, qualquer instrumento de medição.

2290
05:00:40.520 --> 05:00:48.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o que eu posso afirmar para vocês, que toda medida não é um valor fixo. Toda medida é um intervalo

2291
05:00:49.600 --> 05:00:50.659
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de valores

2292
05:00:50.900 --> 05:01:08.300
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: onde esse intervalo de valores ele compreende o valor correto da medição. Quer dizer o valor correto, o valor esperado da medição. Que é esse dentro dessa minha equação. Aqui, o valor esperado da minha medição é o meu X.

2293
05:01:09.530 --> 05:01:23.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aqui uma variação intervalo, que é a incerteza dessa medição. Ou seja, o resultado da medição é o intervalo e X, mais ou menos. U é U. É o intervalo onde U é incerteza.

2294
05:01:24.060 --> 05:01:29.110
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Recibo vem do inglês de Un certain incerteza da medição

2295
05:01:29.480 --> 05:01:32.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o X é o valor da medição ou

2296
05:01:33.110 --> 05:01:35.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de uma média de medidas realizadas.

2297
05:01:36.020 --> 05:01:41.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estatisticamente, a gente pode comprovar de que a média

2298
05:01:41.460 --> 05:01:52.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é o valor que mais representa a variável medida. A média de algumas medições representa o valor mais provável

2299
05:01:53.170 --> 05:02:02.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da minha grandeza medida, a média, estatisticamente, é reconhecida como o valor esperado da variável.

2300
05:02:03.790 --> 05:02:15.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então, como diz toda medida tem uma incerteza. O vocabulário de metrologia o vocabulário Internacional de Metrologia, também conhecido como Vin, viu em dois mil e doze, porque é a versão

2301
05:02:16.170 --> 05:02:19.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: atual ainda vigente. É a versão de dois mil e doze,

2302
05:02:19.350 --> 05:02:27.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a gente encontra lá com incerteza de medição a seguinte definição: parâmetro não negativo, que caracteriza a dispersão dos valores

2303
05:02:27.660 --> 05:02:34.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é uma dispersão, é uma análise estatística.

2304
05:02:34.530 --> 05:02:37.560
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ainda tem alguns valores, vários valores.

2305
05:02:37.680 --> 05:02:49.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: À medida que esses valores estão espalhados, dispersos principalmente em torno de um alvo que é a média das minhas medições. Eu tenho aí uma dispersão.

2306
05:02:50.530 --> 05:02:53.440
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a incerteza é uma medida de dispersão.

2307
05:02:53.720 --> 05:02:54.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E também

2308
05:02:55.050 --> 05:03:02.209
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele complementa no vinho, dizendo que esse parâmetro, que essa incerteza pode ser caracterizada por um desvio padrão,

2309
05:03:04.260 --> 05:03:08.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou seja, também chamada como incerteza padrão.

2310
05:03:08.420 --> 05:03:09.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom,

2311
05:03:09.490 --> 05:03:16.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser atribuída a metade, por exemplo, de um intervalo de amplitude de um intervalo de variação com uma probabilidade

2312
05:03:17.170 --> 05:03:20.479
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de abrangência determinada. Então você percebe aí que

2313
05:03:21.640 --> 05:03:29.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a incerteza de medição é avaliada por meio de ferramentas estatísticas. Por isso que é importante a gente fazer uma revisão,

2314
05:03:30.800 --> 05:03:35.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma revisão aqui de alguns conceitos de estatística. Isso é importante.

2315
05:03:36.530 --> 05:03:42.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, eu acredito que seja. Devo ter visto

2316
05:03:43.750 --> 05:03:47.149
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: essa figura, que a gente chama de histograma,

2317
05:03:47.320 --> 05:03:55.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que é uma distribuição de valores de dados na forma de um gráfico que mostra como,

2318
05:03:55.980 --> 05:03:59.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como o conjunto de valores obtidos

2319
05:04:00.000 --> 05:04:05.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: está distribuído em torno de um determinado valor central.

2320
05:04:06.170 --> 05:04:13.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por exemplo, isso aqui histograma é associado a um. A gente chama de um gráfico de barras retangulares

2321
05:04:13.610 --> 05:04:21.579
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que a gente consegue visualizar. Quer dizer, as frequências, ou seja, as quantidades.

2322
05:04:22.350 --> 05:04:35.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essas frequências podem ser absolutas ou relativas em termos de valor absoluto das grandezas ou um valor relativo, um valor proporcional, um valor em porcentagem

2323
05:04:36.100 --> 05:04:39.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de apoio, ocorrências

2324
05:04:40.980 --> 05:04:58.609
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e no eixo aqui horizontal, você tem, por exemplo, os valores em si ou classe de valores. Então, por essa figura aqui. A gente percebe que esse valor aqui, dois,um foi o que teve a maior frequência de ocorrência. Aproximadamente aqui, trinta e cinco

2325
05:04:58.950 --> 05:05:02.469
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser porcentagem, ou pode ser número de ocorrências. Mesmo

2326
05:05:02.780 --> 05:05:09.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e que é o valor mais central aqui, em termos da distribuição de dados, ou seja, ele está aqui

2327
05:05:09.340 --> 05:05:19.760
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí em torno dele, tem uma certa distribuição pela cara de um histograma. A gente vai ver. Vamos falar aqui sobre as diferentes formas de distribuição de probabilidade.

2328
05:05:20.070 --> 05:05:27.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A gente consegue perceber, por exemplo, que esse gráfico aqui se aproxima muito de uma curva chamada curva de distribuição normal.

2329
05:05:28.220 --> 05:05:32.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Olhando a cara do histograma, a gente consegue ter uma certa percepção nesse sentido,

2330
05:05:33.050 --> 05:05:43.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas o histograma permite, de uma forma visual, ter algumas indicações aqui do que simplesmente dados valores acumulados.

2331
05:05:44.080 --> 05:06:00.739
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Este programa é interessante. Por exemplo, eu tenho aqui um conjunto de dados aqui, vários valores foram sessenta valores, tal não sei o quê. Aí, olhando só esses números aqui é diferente disso. Se você só olhar os números. Tem ideia de como é que isso distribui?

2332
05:06:01.050 --> 05:06:02.510
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se você.

2333
05:06:02.680 --> 05:06:12.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem aqui uma tabela de valor sessenta dados. Você olha aqui. Bom, tá? E aí aí, se você. Eu estou pensando se de repente você olha aqueles sessenta pontos estão aqui, ó

2334
05:06:12.350 --> 05:06:17.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: agrupado na forma de um histograma. Eu falei: Poxa, legal aqui. Eu já percebi alguma coisa.

2335
05:06:18.920 --> 05:06:35.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu consigo por aqui saber qual é o intervalo que representa a média, daquelas medições. Qual o intervalo que teve a maior frequência de acontecimento? Qual foi o

2336
05:06:36.840 --> 05:06:49.660
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tipo, o menor e o maior valor. O intervalo quer dizer que eu sei que aqueles valores que estão compreendidos aqui entre quarenta e nove, e cinquenta e oito até quarenta e nove,setenta e dois. Então eu já tenho

2337
05:06:49.660 --> 05:07:01.199
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: visualmente. Eu consigo olhar melhor. Então o Instagram ajuda, inclusive para ter ideia aqui da cara de distribuição desse negócio já ajuda. Tem uma visualização maior

2338
05:07:01.450 --> 05:07:05.580
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e um Instagram. Você pode montar um histograma na mão

2339
05:07:05.910 --> 05:07:17.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a partir de dados aqui. Ou posso usar. Posso montar um Instagram, por exemplo, usando um software, por exemplo, o Excel para fazer. Não sei se vocês

2340
05:07:18.230 --> 05:07:24.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: já fizeram. Estão acostumados. Já trabalharam, como por exemplo, com a Excel para montar este programa.

2341
05:07:24.840 --> 05:07:32.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É sim ou não tem experiência de montar isso usando um Excel ou não.

2342
05:07:35.160 --> 05:07:37.300
ENAIELLY CRUZ: Eu não, obrigado.

2343
05:07:37.520 --> 05:07:38.330
ENAIELLY CRUZ: Espera aí.

2344
05:07:38.330 --> 05:07:41.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Falaram ao mesmo tempo, mas não sei. Quem sabe? Quem não sabe?

2345
05:07:43.420 --> 05:07:44.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Todo mundo sabe usar.

2346
05:07:45.540 --> 05:07:48.050
TARCISIO NOGUEIRA: Não, eu nunca contei. Isso mesmo. Não, Excel.

2347
05:07:48.340 --> 05:07:53.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não, mas você sabe, entendeu aqui a função do Instagram.

2348
05:07:53.450 --> 05:07:55.490
TARCISIO NOGUEIRA: Entendi, entendi.

2349
05:07:55.690 --> 05:08:02.400
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Beleza. Então o estograma é fácil de fazer no Xl. Eu vou. Já que está aqui, vamos falar,

2350
05:08:02.560 --> 05:08:18.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: montar passo a passo e depois mostrar como é que faz Xcel, como é que você monta um histograma a partir de uma conjunto de valores. Aí o primeiro passo de você ter montar o histograma é você organizar os seus dados numa forma dele crescente

2351
05:08:19.280 --> 05:08:20.420
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de valores

2352
05:08:21.330 --> 05:08:29.550
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou decrescente. Mas é mais fácil de uma forma crescente. Porque depois, quando você montar o estelograma, você vai ter crescente ali, da esquerda para a direita

2353
05:08:30.920 --> 05:08:33.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: crescente de valores.

2354
05:08:33.520 --> 05:08:42.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se eles não estão organizados, você coloca dessa forma aqui os dados. Eu já organizei de uma forma crescente, pegando aqui para usando a,

2355
05:08:42.950 --> 05:08:54.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: começando aqui. Do quarenta e nove-cinquenta e nove aqui, aumentando, passando, aumentando até o último aqui. Então eles já estão grupados numa linguagem que a gente chama de Hall

2356
05:08:54.610 --> 05:08:56.189
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de Hall crescente.

2357
05:08:56.550 --> 05:09:06.179
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E o primeiro passo é determinar a amplitude desse intervalo o que é amplitude. É a diferença entre o maior e o menor valor.

2358
05:09:06.380 --> 05:09:22.740
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então os dados estão compreendidos entre uma variação mínima e máxima de no caso aqui zero,um9 graus Celsius, porque o maior valor quarenta e nove,setenta menor, quarenta e nove,cinquenta e nove. Então essa é a amplitude de dados.

2359
05:09:23.810 --> 05:09:26.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A amplitude é uma medida de dispersão,

2360
05:09:27.420 --> 05:09:42.260
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque, quanto menor a amplitude de um conjunto de dados, menor é a sua dispersão. Quanto maior a amplitude, maior é a sua dispersão. Significa que entre o primeiro e o último, você tem valores maiores ou menores.

2361
05:09:42.540 --> 05:09:45.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a amplitude é uma medida de dispersão.

2362
05:09:45.860 --> 05:09:55.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não é a melhor medida, mas também é uma medida de dispersão. Então, nesse caso, eu vejo a amplitude.

2363
05:09:55.490 --> 05:10:05.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí o segundo passo. Bom, agora eu já sei. Eu preciso distribuir esses meus dados em classes, ou que seja, quantas

2364
05:10:05.970 --> 05:10:09.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: barras verticais ali. Eu vou ter. Quantas.

2365
05:10:10.280 --> 05:10:14.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quantas barrinhas dessas aqui? Eu vou ter isso aqui que a gente chama dos intervalos de classe.

2366
05:10:15.100 --> 05:10:20.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aqui está mostrando um valor fixo, mas poderia ser intervalo.

2367
05:10:21.580 --> 05:10:30.970
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É porque não é que o céu costuma fazer isso. Mas isso aqui representa de repente um intervalo, por exemplo, de um até um,um

2368
05:10:32.050 --> 05:10:36.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: aqui, sei lá, de um,dois até um,quatro, assim por diante.

2369
05:10:36.600 --> 05:10:46.549
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Intervalo de valores. Então o que eu estou fazendo aqui? Eu vou pegar a amplitude agora, e determinar quantas barrinhas verticais eu vou ter quem chama do número de classe.

2370
05:10:46.690 --> 05:10:49.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E esse número de classe pode ser calculado

2371
05:10:49.430 --> 05:11:05.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pegando o número de pontos e medições a gente traindo a raiz quadrada dele. Então aqui, ó sessenta pontos, raiz quadrada de sessenta para sete,setenta e cinco. Bom, eu não vou ter sete,setenta e cinco barras verticais, ou eu vou usar sete ou vou usar oito.

2372
05:11:05.760 --> 05:11:15.229
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu decidi no meu histograma, resultado que eu vou mostrar para vocês. Eu decidi que vou usar K igual a sete. Poderia usar oito. Tudo bem, mas eu decidi K igual a sete.

2373
05:11:17.260 --> 05:11:21.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O próximo passo é determinar a largura,

2374
05:11:21.600 --> 05:11:26.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a largura dessa barra desse retângulo vertical.

2375
05:11:27.290 --> 05:11:40.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A largura pode ser calculada pela amplitude dividida pelo número de classes. Então se eu usei sete, pego onze dividido por sete. Dá uma largura de zero,zero,zero. Isso em grau grau Celsius.

2376
05:11:40.670 --> 05:12:00.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ou se eu fosse usar oito, daria zero,catorze. Mas tudo bem, posso escolher um ou outro, mas aí eu resolvi fazer o seguinte: nem zero,um6 nem zero,zero,catorze eu decidi escolher zero,dois porque os dois valores são maiores do que zero,um. As minhas medições estão ali variando de zero,um.

2377
05:12:00.000 --> 05:12:10.930
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu resolvi escolher de zero,dois para dar um intervalinho de classe. Então significa que eu vou ter uma largura que vale zero,dois graus Celsius

2378
05:12:11.980 --> 05:12:14.750
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do menor para o maior valor. Essa é a diferença

2379
05:12:15.820 --> 05:12:20.650
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: feito isso. Eu vou montar agora meus intervalos de classe. Normalmente eu pego.

2380
05:12:20.800 --> 05:12:23.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É o menor valor da

2381
05:12:23.440 --> 05:12:35.889
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da classe. Eu pego um valor abaixo, um pouquinho da minha primeira medição, tipo quarenta e nove,cinquenta e nove para incluir quarenta e nove,cinquenta e nove, eu joguei para quarenta e nove,cinquenta e oito

2382
05:12:36.290 --> 05:12:43.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e aí eu vou somar zero,dois do intervalo de classe. Então eu botei de quarenta e nove,cinquenta e oito a quarenta e nove,sessenta.

2383
05:12:44.040 --> 05:12:56.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que aqui tem um detalhe na construção. Olha o intervalo. O intervalo de um intervalo fechado de um lado e aberto do outro. Significa que

2384
05:12:56.510 --> 05:12:57.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a minha medição.

2385
05:12:58.270 --> 05:13:07.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela vai incorporar se tivesse quarenta e nove,cinquenta e oito, mas não vai incorporar quarenta e nove,sessenta. Por quê? Quarenta e nove,sessenta? Vai estar nesse segundo intervalo,

2386
05:13:07.800 --> 05:13:21.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: senão ele iria entrar nos dois, né? Ou então eu teria que trabalhar com os dois intervalos fechados aqui e aberto aqui. Então eu padronizei. Eu fecho na esquerda e abro na direita

2387
05:13:23.060 --> 05:13:32.600
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque o quarenta e nove,sessenta. Não está sendo contado nesse primeiro intervalo. Vai estar sendo contado no segundo, assim como o quarenta mil novecentos e sessenta e dois está sendo contado nesse terceiro e assim por diante.

2388
05:13:32.720 --> 05:13:42.259
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, pegando todos os intervalos de classe e contando a quantidade de valores dentro desse intervalo. Eu tenho aqui as frequências absolutas.

2389
05:13:42.760 --> 05:13:50.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Esse total aqui vai dar os sessenta pontos que foram medidos aí. Agora é montar o gráfico, montar o historgrama.

2390
05:13:50.640 --> 05:13:56.249
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Montei o histograma, considerando os intervalos de classe

2391
05:13:56.650 --> 05:14:01.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e as frequências que foram contadas. Tem o meu histograma aqui,

2392
05:14:01.900 --> 05:14:05.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: beleza, aqui. Eu tenho sessenta pontos.

2393
05:14:06.050 --> 05:14:22.080
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então não é muito complicado fazer. Mas se eu tiver muitos pontos ou fazer essas contas todas nas mãos, dá trabalho. O Excel é uma ferramenta que permite o fazer rápido. Só que o Excel tem uma limitação no sentido de que, por exemplo, aqui. Eu defini que ia trabalhar com sete classes.

2394
05:14:22.410 --> 05:14:34.239
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O Excel me dá algumas limitações no sentido. Ele faz lá o historgrama dele e não deixa definir muito bem claramente essa questão dos intervalos de classe,

2395
05:14:35.870 --> 05:14:53.769
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas tudo bem. De qualquer forma, os programas montado pelo Excel me deu essa cara aqui. Se eu tivesse seiscentos pontos, isso aqui estaria um Instagram mais distribuído. Mas eu não precisaria fazer esse cálculo para seiscentos pontos. Então é mais rápido de fazer assim.

2396
05:14:53.870 --> 05:15:04.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas no Excel tem várias ferramentas estatísticas, e uma delas, como eu estou falando sobre análise de dados sobre dados. Missão.

2397
05:15:04.490 --> 05:15:09.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele já tem uma aba aqui que chama dados. Quando você seleciona essa aba,

2398
05:15:09.740 --> 05:15:14.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele permite que você faça uma outra escolha. Tem uma outra

2399
05:15:15.390 --> 05:15:25.419
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: outra sub ferramenta aqui que se chama análise de dados. Então você clica aqui, ele abre uma outra opção aqui para análise de dados. Quando você clica em análise de dados,

2400
05:15:26.550 --> 05:15:32.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ele abre uma janelinha com várias funções estatísticas aqui para você fazer uma análise de dados.

2401
05:15:33.720 --> 05:15:34.839
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então tem.

2402
05:15:35.060 --> 05:15:47.370
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Posso fazer correlação com variância estatística jusicial, teste Anophia e uma delas é essa função histograma. Então eu posso chegar aqui, marcar o estograma

2403
05:15:47.610 --> 05:16:00.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: clica o histograma. Ele pode gerar melhoria móvel, geração de números aleatórios. Tem várias ferramentas de análise dados. Estamos focando no estograma. Então eu clico aqui em estograma. Ok?

2404
05:16:00.300 --> 05:16:07.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí ele me abre uma outra janelinha, onde eu vou

2405
05:16:07.670 --> 05:16:15.950
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: entrar com meus dados aqui. Então o Instagram, a entrada. Eu marco todos os pontos aqui. Eu vou clicar aqui no intervalo de entrada.

2406
05:16:16.230 --> 05:16:19.980
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Clico aqui, mas só que eu marco todas as células.

2407
05:16:20.210 --> 05:16:30.040
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Marco todas as células aqui. Marcar é fácil, né? É botar o mouse em cima aqui, fixando o ponteiro esquerdo, marcar tudo. Ele joga para o lado de cá.

2408
05:16:30.430 --> 05:16:38.619
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a gente colocou todos esses dados aqui na entrada de data. Bom, agora eu quero que ele me dê o resultado.

2409
05:16:39.040 --> 05:16:45.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Faça a análise e me dê o gráfico aí eu peço para ele marcar

2410
05:16:46.020 --> 05:16:55.380
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o resultado para ele mostrar para mim. E digo onde é que eu quero que ele jogue esse valor. Você pode jogar aqui em qualquer posição da

2411
05:16:55.540 --> 05:17:10.250
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: dessa tua planilha ou numa nova planilha numa nova pasta de trabalho. Você pode definir para ele. Aí. Eu defini que eu quero jogar num determinado ponto aqui. Escolhi uma célula aqui, B16 aqui B16 ele vai jogar agora a tabelinha aqui e o

2412
05:17:11.410 --> 05:17:17.589
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e o gráfico do lado. Então ele jogou na Célula B16 me jogou aqui a tabelinha

2413
05:17:17.720 --> 05:17:22.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: das frequências e mostrou um cristograma para mim. Então está aqui.

2414
05:17:24.280 --> 05:17:30.640
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Fácil de fazer. E aí tem aqui um Instagram de valores.

2415
05:17:31.770 --> 05:17:38.140
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então, para quem não sabe usar o historgrama pode usar essa ferramenta no aborto.

2416
05:17:39.750 --> 05:17:45.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Continuando aqui a nossa análise estatística, a gente vai falar sobre

2417
05:17:47.050 --> 05:17:50.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: medida de tendência central, o que é importante.

2418
05:17:50.800 --> 05:17:57.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A medida de tendência central que basicamente a gente vai focar é a média, porque é o valor esperado.

2419
05:17:58.370 --> 05:18:03.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A média é o valor esperado de uma determinada variável aleatória.

2420
05:18:03.380 --> 05:18:07.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por que chama de uma variável aleatória variável aleatória? São aquelas variáveis.

2421
05:18:08.150 --> 05:18:13.090
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É aquilo que você só vai conseguir caracterizar

2422
05:18:13.290 --> 05:18:16.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a partir de um experimento realizado.

2423
05:18:16.460 --> 05:18:29.710
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que significa isso? Eu tenho as medidas de uma determinada grandeza. Nossa grandeza para mim, é a variável aleatória, porque eu vou caracterizar, a partir do momento que eu tenho as medições realizadas.

2424
05:18:30.440 --> 05:18:36.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Claro que eu tenho. Posso ter ideia, por exemplo, qual é o valor esperado que eu quero dessa variável?

2425
05:18:36.530 --> 05:18:37.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É?

2426
05:18:37.590 --> 05:18:51.180
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então quando eu, por exemplo, numa calibração que eu estou jogando um valor definido por um padrão. Eu espero que o instrumento que eu vou calibrar me dê aquele valor esperado daquelas medições.

2427
05:18:51.520 --> 05:19:02.409
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas eu só vou conseguir saber isso depois que eu fizer esse experimento. Então a medição ali, a grandeza que eu quero medir é uma variável aleatória.

2428
05:19:03.380 --> 05:19:10.969
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então a média, que é o resultado, mas provável, esperado dessa variada.

2429
05:19:11.220 --> 05:19:12.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ela

2430
05:19:13.880 --> 05:19:21.339
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pode ser caracterizado por duas coisas: a média que a gente chama a média da população. Que é essa Letrinha Mi. Não confundir com

2431
05:19:21.500 --> 05:19:29.060
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse Mi com a viscosidade absoluta. Às vezes se usa a mesma,

2432
05:19:29.450 --> 05:19:33.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a mesma mesma letra e tal, mas não confundi isso.

2433
05:19:34.880 --> 05:19:37.200
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa aqui é a média da população mid

2434
05:19:38.480 --> 05:19:45.689
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que corresponde à soma de todos os valores pertencentes ao conjunto dividido pelo número de dados. Então quer dizer onde

2435
05:19:45.940 --> 05:19:49.319
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: esse meu n, que é o número de dados.

2436
05:19:49.520 --> 05:19:57.359
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É um valor finito, porque representa todas as possibilidades, todos os dados.

2437
05:19:58.300 --> 05:20:08.039
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa é a média da população. É como se eu fosse pegar, calcular qual é a média da população. Qual é a média de idade da população brasileira?

2438
05:20:08.420 --> 05:20:13.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pegaria os duzentos milhões. Nós estamos com duzentos milhões de habitantes. Mais ou menos. Não é isso.

2439
05:20:14.010 --> 05:20:20.220
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pegasse a idade dos duzentos milhões, somasse tudo, dividisse por duzentos milhões.

2440
05:20:21.430 --> 05:20:25.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estou pegando a população como um todo, mas isso é em viagem.

2441
05:20:26.060 --> 05:20:33.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A maioria das vezes é inviável. E outra questão com relação, por exemplo, a uma medição que você faz.

2442
05:20:33.250 --> 05:20:36.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Deixa eu perguntar para vocês qual é o número

2443
05:20:36.820 --> 05:20:40.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: de medições que eu posso fazer em uma determinada grandeza.

2444
05:20:42.990 --> 05:20:52.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Quero medir temperatura da sala. Temperatura do ambiente que eu estou aqui agora, onde vocês estão,

2445
05:20:52.860 --> 05:20:56.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: qual o número de vezes que eu posso medir a temperatura desse ambiente.

2446
05:21:02.390 --> 05:21:03.700
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Tem algum limite?

2447
05:21:04.540 --> 05:21:06.340
TARCISIO NOGUEIRA: Não limite. Não tem. Não.

2448
05:21:06.340 --> 05:21:07.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não tem.

2449
05:21:07.350 --> 05:21:13.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Significa que esse meu n pode ser que chama de infinito. Esse população é infinita.

2450
05:21:14.330 --> 05:21:14.880
TARCISIO NOGUEIRA: Correto.

2451
05:21:14.880 --> 05:21:22.379
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Pode ser grande. Mais como eu falei, de duzentos milhões de habitantes. Então, nesse caso, normalmente, o que a gente trabalha é com uma amostra.

2452
05:21:22.540 --> 05:21:28.210
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, quando eu pego, quero medir a temperatura aqui da sala onde eu estou,

2453
05:21:28.460 --> 05:21:34.570
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e meço um termômetro messo umas dez vezes. Eu estou fazendo uma amostra.

2454
05:21:35.270 --> 05:21:42.019
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Estou caracterizando essa minha população por uma amostra de N igual a dez.

2455
05:21:43.270 --> 05:21:50.230
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí, quando eu calcular a média dessas dez medições. Eu não tenho a média da população. Eu tenho a média da minha amostra.

2456
05:21:51.560 --> 05:21:53.219
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O cálculo é o mesmo,

2457
05:21:53.820 --> 05:22:04.860
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas só que em vez de eu ter um n infinito, eu tenho um N de tamanho conhecido, que é o tamanho da amostra e não da população.

2458
05:22:05.520 --> 05:22:12.369
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a média, em vez de ser representada por essa letra grega Mi, ela é representada pela letra aqui X, barra

2459
05:22:13.390 --> 05:22:18.029
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: com essa barra em cima, né? A gente chama de X barra. Mas você vê que a expressão é a mesma.

2460
05:22:19.360 --> 05:22:25.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o valor esperado da variável aleatória X é a média da população.

2461
05:22:26.100 --> 05:22:31.160
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A média da amostra é a média x de barra aqui,

2462
05:22:33.690 --> 05:22:44.289
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: mas eu posso. E a gente vai ver que é possível, a partir da média da população, estimar um intervalo onde a média

2463
05:22:44.460 --> 05:22:52.460
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: da minha população pode estar compreendida estatisticamente, eu consigo provar isso.

2464
05:22:53.150 --> 05:23:04.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, então a média da amostra é a medida de tendência central mais utilizada pela gente aqui na metrologia.

2465
05:23:04.220 --> 05:23:11.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, mas a média em si é importante. Sim, é importante, mas só a média.

2466
05:23:11.890 --> 05:23:30.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essa medida de tendência central, como não diz, ela apresenta o valor central dos dados, não dá claramente, não caracteriza, tipo, qual é a dispersão dos valores que eu tenho em torno dessa média? Porque não necessariamente. Eu tenho todos os valores iguais à média.

2467
05:23:31.660 --> 05:23:39.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como é que esses valores estão distribuídos em torno da média. Isso é uma medida de dispersão. Então, se você olhar as figurinhas de baixo que tem três curvas

2468
05:23:41.110 --> 05:23:48.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que essas curvas representam chama em curva de distribuição de probidade. Chama de curva normal

2469
05:23:53.070 --> 05:23:59.989
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: ou curva Gauciana, que foi estudada pelo matemático. Lá, o Frederico Gauss.

2470
05:24:01.410 --> 05:24:04.399
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Essas três curvas

2471
05:24:05.470 --> 05:24:20.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: tem uma característica de que todas elas têm a mesma média. Elas estão centradas no mesmo valor. O que é isso? Significa que a média aqui, que representa essa barra preta? Ela

2472
05:24:21.540 --> 05:24:29.340
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é igual para os as curvas. Azul, verde e vermelho.

2473
05:24:30.570 --> 05:24:34.949
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas, em compensação, a dispersão, ou seja,

2474
05:24:35.690 --> 05:24:43.410
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: distribuição dos valores. Em relação à média, ela é maior para a vermelha,

2475
05:24:44.410 --> 05:24:46.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: depois vem a verde e depois vem a azul.

2476
05:24:48.110 --> 05:24:50.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, azul é que tem a menor dispersão.

2477
05:24:51.310 --> 05:24:57.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A vermelha é que tem a maior dispersão. A do verde é a intermediária. Então significa que eu tenho

2478
05:24:57.800 --> 05:25:05.270
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma medida de dispersão que é importante para a gente poder caracterizar uma determinada distribuição de dados de valores

2479
05:25:05.410 --> 05:25:07.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: que são as medidas de dispersão.

2480
05:25:07.560 --> 05:25:19.690
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Uma delas, a gente já falou ainda há pouco, que é a medição de e aí

2481
05:25:20.730 --> 05:25:25.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: amplitude, que é a medida de dispersão mais simples que corresponde ali. A

2482
05:25:26.190 --> 05:25:42.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a diferença entre o maior e o menor valor do conjunto lembra que a gente falou. Então, aqui, os dados estão dispersos aqui, por exemplo, em ordem crescente aqui no caso aqui, dezoito, dezanove, vinte, até vinte e dois. Eu vejo que a amplitude vale quatro, vinte e dois menos dezoito e quatro.

2483
05:25:43.860 --> 05:25:47.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então é uma medida de amplitude.

2484
05:25:47.540 --> 05:25:49.000
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Desconto de dados.

2485
05:25:49.460 --> 05:26:00.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora, a amplitude tem o seguinte: ela corresponde entre a diferença entre o maior e o menor valor. Aí eu faço uma pergunta para vocês com esse conjunto de dados aí, se eu quisesse fazer poxa,

2486
05:26:01.000 --> 05:26:07.879
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se eu fizer mais medições, mais medidas agora, mais medidas. Eu já tenho sessenta aí.

2487
05:26:08.290 --> 05:26:21.929
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu acho que tem sessenta. Você tem sessenta. Tem oitenta. Sei lá. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, um0 um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oitenta medidas. Então, agora eu quero diminuir essa amplitude. Vou fazer cem medições.

2488
05:26:23.050 --> 05:26:24.150
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Adianta.

2489
05:26:28.410 --> 05:26:29.719
TARCISIO NOGUEIRA: Não, não adianta. Não.

2490
05:26:32.760 --> 05:26:34.349
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não adianta. O quê?

2491
05:26:39.690 --> 05:26:46.879
TARCISIO NOGUEIRA: Porque. Como é que eu vou dizer se fizer cem medições, você quer diminuir a amplitude.

2492
05:26:47.360 --> 05:26:54.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É? Tá bom. Tudo bem. Eu vou te ajudar. Não adianta.

2493
05:26:54.100 --> 05:26:54.500
TARCISIO NOGUEIRA: É bom.

2494
05:26:54.500 --> 05:27:06.630
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E eu fiz oitenta medidas. Se eu fizer mais vinte, o que pode acontecer se as medidas estiverem entre dezoito e vinte e dois. A amplitude continua igual. Agora, se qualquer medida der

2495
05:27:06.770 --> 05:27:10.670
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: abaixo de dezoito ou acima de vinte e dois, a amplitude aumenta

2496
05:27:11.700 --> 05:27:14.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a amplitude, pode aumentar e não diminuir.

2497
05:27:14.820 --> 05:27:28.120
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, nesse caso, eu não tenho como alterar a amplitude. A menos que eu vou fazer o seguinte: vou fazer nova coleta de dados. Vou medir outras, fazer outras medições diferentes. Pode ser que esse novo conjunto de medidas tenha uma amplitude menor.

2498
05:27:28.790 --> 05:27:36.159
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Mas nesse caso, eu não consigo mexer. Nesse caso, aqui eu não consigo mexer. Então a amplitude como ela é caracterizada

2499
05:27:36.270 --> 05:27:37.850
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: pelos limites.

2500
05:27:38.760 --> 05:27:44.050
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Não adianta aumentar o número de medições, porque eu posso inclusive aumentar

2501
05:27:44.730 --> 05:27:46.939
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: amplitude se eu fizer isso, né?

2502
05:27:47.580 --> 05:27:57.990
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Como eu acabei de falar. Posso aumentar a amplitude se eu tiver medida abaixo de dezoito ou medida acima de vinte e dois, então não é uma medida,

2503
05:27:58.360 --> 05:28:02.449
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: uma dispersão interessante para trabalhar com esse negócio.

2504
05:28:03.060 --> 05:28:08.310
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Agora, eu tenho outras medidas de dispersão. Uma delas é a variância.

2505
05:28:08.630 --> 05:28:13.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E aí a variança da população e a variância da amostra,

2506
05:28:13.630 --> 05:28:18.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque, na verdade, o que acontece aqui é o seguinte: a variância da população

2507
05:28:19.180 --> 05:28:32.859
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a variação da amostra é porque igual a gente falou sobre média da população e média da mostra. É porque eu tenho uma população conhecida com número finito tal que eu posso calcular a variação e

2508
05:28:32.910 --> 05:28:40.429
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a da mostra tem uma amostra que eu coleto e trabalho com. Vou analisar a dispersão dessa amostra,

2509
05:28:41.640 --> 05:28:52.170
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: como na mitologia, acaba sempre trabalhando. Basicamente com a mostra. A gente vai trabalhar com a variância mostral. Então, estatisticamente, a definição de variância é

2510
05:28:53.240 --> 05:29:00.450
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o somatório dos desvios de cada valor, de cada medição com relação à média das medidas.

2511
05:29:01.080 --> 05:29:12.819
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então óbvio se eu estou falando em população. Eu vou calcular as medições em relação à média Mi se eu estou falando em amostra, eu vou calcular a diferença em relação à média da amostra X barra

2512
05:29:13.410 --> 05:29:18.979
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a variância. Então tem essa expressão, que é o

2513
05:29:19.110 --> 05:29:29.499
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a letra grega chama Sigma Sigma ou quadrado, assim como a mostra. É o s quadrado que vem de desvio padrão em inglês. Standard deviation desvio padrão.

2514
05:29:30.860 --> 05:29:32.330
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É é.

2515
05:29:32.830 --> 05:29:39.610
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Você tem a variância. É uma expressão matemática que pega os desvios e eleva ao quadrado.

2516
05:29:39.970 --> 05:29:42.430
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Por que se elevar ao quadrado?

2517
05:29:42.860 --> 05:29:46.529
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Ele vai ao quadrado. Porque se você pegar numa determinada

2518
05:29:46.770 --> 05:29:50.909
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: distribuição de dados de valores em termos da média,

2519
05:29:52.400 --> 05:30:01.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: se você simplesmente pegar os desvios de cada variável pegar o desvio X, menos a média. E somar,

2520
05:30:02.810 --> 05:30:18.789
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: você vai ver que tem valores positivos e valores negativos. E no final, eles vão se somar e vão praticamente se anular a variância. Não se a gente fosse calcular os desvios de cada variável, em relação à média. Somar isso tudo,

2521
05:30:19.190 --> 05:30:22.770
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: vai me dar uma dispersão praticamente zero.

2522
05:30:23.090 --> 05:30:26.280
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Eu diria que vai zerar. Então, o

2523
05:30:26.440 --> 05:30:29.390
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: o que se faz é calcular

2524
05:30:29.580 --> 05:30:32.290
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: a soma dos desvios elevando ao quadrado,

2525
05:30:34.450 --> 05:30:42.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: porque aí eu tenho todos os valores positivos. Então eu tenho agora uma medida de dispersão, que é um valor

2526
05:30:43.110 --> 05:30:44.880
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: positivo e não zero.

2527
05:30:45.770 --> 05:30:59.100
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: A variância para a gente na metrologia é uma variável importante, porque variância é linear. Eu posso somar variâncias de diversas distribuições, dispersão de diversas.

2528
05:30:59.400 --> 05:31:00.169
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É isso aí.

2529
05:31:01.560 --> 05:31:16.089
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Influências diferentes. Depois a gente vai ver quando falar sobre a certeza de medição que eu vou somar às variâncias. Eu posso somar variância. Eu não posso somar desvio padrão, porque desvio padrão é uma raiz quadrada,

2530
05:31:16.620 --> 05:31:21.899
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: raiz quadrada, desvio padrão S. É a raiz quadrada

2531
05:31:22.730 --> 05:31:30.559
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: do desvio padrão. Ou melhor, o desvio padrão é a rede quadrada da variança. Então eu não posso somar desvio padrão. Posso somar variância

2532
05:31:31.300 --> 05:31:49.840
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: agora. A variância tem uma coisa que tudo bem. Ela ajuda que eu posso somar as variâncias, mas ela tem uma coisa ruim para a gente em termos de apresentação e dispersão, porque se ela é elevada ao quadrado. Eu estou pegando os desvios de cada variável elevando ao quadrado. A grandeza está elevada ao quadrado

2533
05:31:52.990 --> 05:31:57.869
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: X, menos X barra ao quadrado é a grandeza elevada ao quadrado.

2534
05:31:58.600 --> 05:32:07.519
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Sim, mas eu estou calculando alguma coisa aqui. Estou vendo lá, fazendo as minhas medições em metro cúbico por hora.

2535
05:32:08.340 --> 05:32:16.810
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Aí eu calculo a dispersão da meta cuba por hora. Isso é elevada ao quadrado metro

2536
05:32:17.070 --> 05:32:25.099
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: m a sexta, dividido por hora ou quadrado. O que isso.

2537
05:32:27.150 --> 05:32:44.109
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: O que isso representa para mim, cara? Não consigo dizer qual é a unidade que a gente faz. A gente trabalha com desvio padrão, porque quando eu extraio a raiz quadrada da variança, eu volto para a unidade original da medição.

2538
05:32:44.650 --> 05:32:49.500
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então, se eu estou medindo método por hora, a dispersão é metro por hora.

2539
05:32:50.440 --> 05:32:55.759
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Se é litro por minuto, a dispersão é litro por minuto. Se é grau celso, é dispersão, é grau celso.

2540
05:32:57.170 --> 05:33:03.940
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então o divino padrão acaba sendo mais útil para descrever a variabilidade desse conjunto de valores

2541
05:33:04.770 --> 05:33:08.820
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: comparado com a amplitude e a variância.

2542
05:33:10.570 --> 05:33:12.439
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Então eu tive o padrão da morte

2543
05:33:12.760 --> 05:33:21.830
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: e a média aritmética é, sem dúvida, são, sem dúvida as medidas estatísticas mais utilizadas para a gente no contexto meteorológico.

2544
05:33:22.670 --> 05:33:34.059
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Só que a gente vai ver no cálculo da incerteza de medição. Eu não uso desvio padrão. Eu uso a variância, mas depois eu extraio a raiz quadrada do resultado, final. E apresento a incerteza como

2545
05:33:34.670 --> 05:33:37.240
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: na mesma grandeza que eu estou medindo.

2546
05:33:38.950 --> 05:33:44.530
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Bom, gente, eu prefiro dar uma parada por aqui agora,

2547
05:33:45.440 --> 05:33:51.539
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: para não começar o assunto. Distribuição de probabilidade. Tem que interromper, porque eu acho que aqui

2548
05:33:51.920 --> 05:33:58.130
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: é interessante a gente dar uma sequência. Então eu acho que hoje já são quatro e cinco e tal.

2549
05:33:58.360 --> 05:34:08.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Acho que mesmo com o atraso que a gente teve, a gente conseguiu dar uma jantada numa boa. Quer dizer, recuperamos aqui um pouco do nosso atraso.

2550
05:34:09.690 --> 05:34:17.720
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: E amanhã a gente fecha esses assuntos aqui de estatística e vamos entrar nos cálculos de incerteza. Tudo bem.

2551
05:34:17.930 --> 05:34:18.830
TARCISIO NOGUEIRA: Tá ótimo.

2552
05:34:19.480 --> 05:34:20.670
Rosangela Rajoy: Euronews.

2553
05:34:20.900 --> 05:34:26.900
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Semana. Todo mundo com o link, correto? Nove horas da manhã, nove horas da manhã.

2554
05:34:27.250 --> 05:34:27.650
TARCISIO NOGUEIRA: Desculpa.

2555
05:34:27.650 --> 05:34:28.489
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: É essa aí.

2556
05:34:28.690 --> 05:34:29.270
Rosangela Rajoy: Tá certo.

2557
05:34:29.270 --> 05:34:29.980
TARCISIO NOGUEIRA: Obrigado.

2558
05:34:30.410 --> 05:34:31.280
Rosangela Rajoy: Bom. É. Obrigada.

2559
05:34:31.280 --> 05:34:31.620
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Olá.

2560
05:34:31.620 --> 05:34:32.590
TARCISIO NOGUEIRA: Até amanhã. Amanhã.

2561
05:34:32.860 --> 05:34:33.780
Prof. Pedro Paulo Novellino - SBM: Um abraço para vocês.

2562
05:34:34.010 --> 05:34:34.850
TARCISIO NOGUEIRA: Boa.

